Judo – Mariana Esteves em entrevista

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Mariana Esteves tem 19 anos, estuda Ciências do Desporto e pratica Judo..  A atleta lusa conquistou, a 25 de Julho,  a medalha de ouro da Taça da Europa na categoria de -52kg, na prova disputada em Praga.  Foi uma final discutida em português uma vez que no tatâmi estiveram frente a frente Mariana e a atleta brasileira Jessica Lima . Mariana neste combate obteve a vitória por ippon.

Desportista nata e uma esperança do Judo nacional, Mariana tem como referências, na modalidade, Telma Monteiro,  Joana Ramos  e Ana Cachola

A Excelência Portugal quis conhecer melhor a atleta e aqui fica a entrevista

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Nome: Mariana Esteves

Data de nascimento: 02-04-1996

Naturalidade: Lsboa

Clube: Oficinas de São José

Formação académica: 1º ano do curso Ciências do Desporto

Tempo de Judo: 14 anos

Melhor classificaçação  nacional: Campeã Nacional de Cadetes (2 vezes); Campeã Nacional de Juniores (2 vezes) 1º Lugar nos Masters de Seniores em 2014; 3º lugar no Campeonato Nacional de Seniores de 2014

Melhor classificaçação europeia: 7º Lugar no Campeonato Europeu de Cadetes de 2012; 9º lugar no Campeonato Europeu de Juniores de 2014; 1º lugar nas European Cup Juniores de Coimbra, Corunha e Praga em 2015

Melhor classificaçação mundial: 9º Lugar nos Campeonatos mundial de Juniores de 2014 marianaesteves8

A dita “sociedade civil”, em Portugal, não tem estado disponível para participar em projectos desportivos de alto rendimento que não lhe dê visibilidade imediata

 

- Com que idade começaste a praticar Judo? Foi o teu primeiro desporto?

Começei a praticar Judo com 5 anos de idade nas actividades extra curriculares do meu colégio. Na altura já praticava natação, equitação e também ballet.

- No atletismo conseguiste obter bons resultados? O que te fez abandonar?

No meu ponto de vista, considero que foram bons resultados visto que quase sempre ficava no top 10. Mas em termos dos tempos que obtinha não eram nada do outro mundo.  O Judo!  Tive que optar entre as duas modalidades desportivas para poder estar ao nível que ambiciono. Era impossível estar a esse nível nas duas. Ao deixar o Atletismo fiquei com a disponibilidade para treinar Judo. Era uma ou outra. Tive que fazer opções.

- Quem são as tuas judocas portuguesas de referência?

As minhas judocas portuguesas de referência são a Telma Monteiro, a Joana Ramos e a Ana Cachola. Poderia dizer que são as seniores de elite e que estão na luta pelos Jogos Olímpicos de 2016 por serem um exemplo de trabalho e dedicação.

- Como conjugas a alta-competição com a licenciatura ?

Não é fácil mas quem corre por gosto não cansa! Para poder treinar duas vezes por dia tenho que prescindir de algumas aulas. E com provas e estágios internacionais acabo também por perder algumas semanas de aulas. A minha sorte é ter colegas que me ajudam a acompanhar a matéria.

É preciso uma grande força de vontade e ter tudo muito bem planeado: treinos, aulas, descansar e ainda ter tempo para estudar.

-  Como vês o Judo, nomeadamente o feminino, em Portugal? Achas que há mais visibilidade graças a atletas como a Telma Monteiro?

Em Portugal, não há uma mentalidade desportiva aberta. O desporto rei é o Futebol e todos os outros são pequenos desportos. Aos poucos e poucos espero que isso se venha a alterar.

O Judo feminino tem crescido ao longo deste anos, não só nos Seniores como também nos Juniores. É verdade que a Telma Monteiro tem vindo a dar uma maior visibilidade ao Judo português, é rara a pessoa que nunca tenha ouvido o nome dela. É uma atleta de referência não só a nível nacional como também a nível internacional.

- Existem apoios suficientes? Já foste “assediada” por algum Clube grande?

Em termos de apoios e tendo em conta os resultados que temos obtido eu diria que não. A dita “sociedade civil”, em Portugal, não tem estado disponível para participar em projectos desportivos de alto rendimento que não lhe dê visibilidade imediata e desta forma fica-se totalmente dependente de financiamentos estatais. O Judo é um desporto que tem dado diversas medalhas a Portugal em todo o tipo de provas, mas isso não tem feito grande diferença. Situação caricata ocorre quando temos empresas portuguesas a patrocinar selecções de Judo não nacional. Eu entendo bem que as empresas tenham o seu projecto de comunicação próprio e que não entendam o Judo nacional como veículo que lhes permita atingir os seus fins mas que isto custa custa!. Temos todos de ser capazes de demonstrar que o Judo nacional é um bom veículo para as empresas pois o Judo é muito mais que um desporto. É uma forma de estar na vida. Outro exemplo já referido na comunicação social é o local do treino federativo.

Acresce ainda que embora estejam legisladas, as condições de apoio aos atletas de alto rendimento, até em instituições do próprio Estado esta legislação não é cumprida criando dificuldades gigantes em termos do ensino publico universitário só transpostas pela enorme força de vontade dos próprios atletas.  Não é o meu caso mas de outros companheiros de selecção aos quais só posso dar os meus parabéns.

Considero que no Judo o conceito de “Clube grande”, que transita de outras modalidades, não se aplica.. Condições de treino há em muitas instituições e nesta modalidade embora individual todos os resultados obtidos decorrem de uma conjunção de factores, a saber, treinadores+ companheiros de clube e de treino+condições de treino+apoio médico+coordenação com a estrutura familiar que vai muito além do conceito de “Clube grande”.

- A final foi discutida em português com a atleta brasileira Jessica Lima. Teve um significado especial?

Posso dizer que sim. O Brasil é um país que dá muito valor ao desporto e o Judo é um deles. Tem inúmeros apoios e tem atletas muito fortes, tanto masculinos como femininos, tanto juniores como seniores. Dá um especial significado disputar a final com a campeã pan-americana e conseguir a medalha de ouro.

- Quais são as tuas expectativas para este ano?

Até ao final deste ano, as minhas prioridades são o Campeonato de Europa e o Campeonato do Mundo. No ano passado classifiquei-me em 9º lugar em ambos e gostaria de melhorar estes resultados.

 

Fotos: DR

Vai à praia? A Chiado Editora tem uma biblioteca à sua espera

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A Chiado Editora decidiu tornar a leitura mais fácil em algumas praias portuguesas e numa missão de democratizar o acesso ao livro e à cultura,  instalou  bibliotecas em quatro praias portuguesas – Carcavelos (Casa da Praia), Tamariz, praia urbana do Torel e Ribeira Grande (Açores) – disponibilizando, gratuitamente, 300 títulos dos mais variados géneros.

A leitura na praia é um hábito de muitos portugueses, mas obrigava à prévia escolha da obra e ao seu transporte. Agora pode limitar-se ao transporte da sua toalha de praia e escolher um livro numa destas inovadoras bibliotecas.

Da literatura infantil ao romance histórico, passando pela poesia e a ficção, estão disponíveis livros, de consulta gratuita, para todas as preferências e idades. A iniciativa teve início a 1 de Agosto e termina a 31 do mesmo mês.

irisA Excelência Portugal falou com Irís Pitacas, Editora-Executiva da Chiado Editora. De acordo com esta responsável, a iniciativa está a ser um sucesso e o seu conceito inovador  tem sido alvo de muitos elogios.

A editora pretende fazer chegar os seus autores a todo o lado, mostrar que um livro pode estar em qualquer lugar e promover simultâneamente o hábito da leitura.

No final do mês, a editora realizará um estudo quanto aos livros mais lidos, perfil dos leitores, etc … No entanto, já foi possível apurar que estes espaços são frequentados maioritariamente por adultos e jovens.

 

CHIADO EDITORA

Chancela do Break Media Group, a Chiado Editora é especializada na edição de autores portugueses e brasileiros contemporâneos. Em 2014 publicou 100 novos títulos por mês, 30 deles no Brasil, e a sua vocação lusófona tem-na levado ao cruzamento dos mercados de língua portuguesa e também à publicação de autores angolanos em Portugal e no Brasil.

 

Fotos: DR

 

Portugal é o segundo país que mais avança no ranking mundial da competitividade

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No estudo sobre a competitividade dos países realizado pelo IMD, Portugal é o que apresenta mais melhorias, tendo subido 7 posições no ranking, alcançando o 36º lugar, apenas Itália, que subiu 8 posições, suplantou esta escalada.

O IMD – Institute for Management Development, conhecida escola de negócios suíça – atualizou há pouco tempo o ranking que elabora todos os anos desde 1989 sobre a competitividade geral dos países, baseado numa pesquisa mundial líder quando à análise comparativa das competências de uma nação para proporcionar um ambiente que sustente a competitividade das empresas.

No relatório de competitividade são analisados 61 países e considerados quatro fatores principais: a eficiência empresarial, a eficiência governamental, o desempenho económico e a qualidade das infra-estruturas. Estes quatro factores incluem vinte subfactores, nomeadamente finanças públicas, politica fiscal, mercado de trabalho, sistema financeiro, práticas de gestão, atitudes e valores, produtividade e educação.

Esta última edição do ranking, embora continue a posicionar Portugal na metade inferior da tabela mundial (mas à frente da nossa vizinha Espanha), faz denotar os esforços empreendidos com via a aumentar a atração empresarial. De facto, Portugal melhora a sua classificação em todos os quatro fatores: desempenho económico (passou da 54ª para a 45ª posição entre 61 países); eficiência do governo (passa da 48ª para 34ª posição); eficiência das empresas (passa do 52º para o 48º lugar) e qualidade das infra-estruturas (está no 26º posto, vindo do 29º).

Olhando ainda mais de perto para a paisagem da competitividade de Portugal, as melhores notas vão para o enquadramento legal da actividade das empresas (14º lugar em 61 países), para as infra-estruturas no domínio da educação (15º), para a evolução dos preços (21º) e para o desempenho no que respeita ao investimento internacional (22º). As piores classificações vão para a evolução do emprego (54º em 61), seguida da eficácia na gestão empresarial e das finanças públicas (em ambas Portugal está em 52º lugar, bem perto do fundo da tabela).

Quando se analisa a composição dos indicadores do ranking à lupa, Portugal chega a ter um primeiro lugar mundial com as leis da imigração e fica na cauda da tabela, em 60º lugar, quando o indicador medido é a dívida das empresas. Destaque positivo também para as start-ups portuguesas!

O ranking continua a ser liderado pelos Estados Unidos, seguem-se Hong Kong, Singapura, Suíça e Canadá. Em comunicado à imprensa, o diretor do centro de competitividade mundial do IMD, o professor Arturo Bris, comenta que numa análise geral do ranking deste ano, os países mais competitivos estão a voltar aos básicos (“the top countries are going back to the basics”, no original), na medida em que a produtividade e a eficiência são os principais pilares da competitividade. Fica a dica.

E fica também uma tabela com os pontos fortes e fracos do desempenho português nos vários subfatores analisados:

Pontos fortes Pontes fracos
Desempenho económico
Fluxo de investimento direto externo 9 Taxa de desemprego 57
Rendas dos escritórios 11 Desemprego jovem 54
Ameaça de deslocalização de serviços 11 Resiliência da economia 50
Eficiência governamental
Leis de imigração 1 Peso da dívida pública no PIB 58
Start-ups 2 Rating da dívida soberana 55
Procedimentos das start-ups 4 Impostos sobre o rendimento 55
Eficiência empresarial
Força de trabalho feminina 6 Dívida das empresas 60
Cultura nacional 11 Horas de trabalho 59
Ativos do setor bancário 14 Treino dos trabahadores 57
Qualidade das infra-estruturas
Despesa pública por aluno 3 Exportações de alta-tecnologia 55
Professor por aluno 4 Tarifas de telecomunicações fixas 47
Competências em tecnologias de informação 4 Custos de eletricidade para clientes industriais 46

 

Aqui pode consultar a listagem dos países segundo o ranking: http://cdn.negocios.xl.pt/files/2015-05/27-05-2015_16_30_47_Ranking_da_competitividade_dos_pa%C3%ADses.pdf

Fonte: Negócios
Foto: DR

Rendas de bilros de Vila do Conde entraram para o livro de recordes mundiais do Guiness

 

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Os feitos portugueses também podem ter história. Aliás, muitos deles têm. E ao dizer isto, poderá pensar-se na história que já foi feita há anos atrás, nesses outros tempos, nesses outros séculos. Mas mesmo nos dias de hoje, história continua a ser feita.

Foi no dia 2 de Agosto que tudo se passou. As tradicionais rendas de bilros, de Vila do Conde, entraram para o livro de recordes mundiais, depois de ser apresentada uma peça gigante produzida por mais de uma centena de rendilheiras. O anúncio foi feito por Fortuna Burke, júri oficial do Guiness World Records, que medir e confirmou a autenticidade das rendas. A maior renda de bilros do mundo foi então içada bem alto, simbolicamente entre os mastros da nau quinhentista, atracada na zona histórica de Vila do Conde

Aliás, o acontecimento que se deu nesse dia estava a ser preparado já há 3 meses. A obra em si é considerada como “uma peça que vai unir gerações”, e a cerimónia homenageou todas as mulheres que, ao longo dos séculos, fizeram da renda o ex-libris da cidade. Ao todo a peça mede 53,262 metros quadrados e foi feita com 8 quilos de linha. Exibe um total de 437 quadrados de 30×30 centímetros, todos com cores e formas diferentes, feitos por 150 rendilheiras de todas as idades.

No momento do anúncio da entrada para o livro de recordes mundiais, Elisa Ferraz, presidente da Câmara Municipal – que há um ano, durante as comemorações do Dia da Rendilheira na Feira Nacional de Artesanato de Vila do Conde, desafiou as rendilheiras a produzir uma peça gigante – não escondeu a satisfação.

“Foi uma grande emoção que se viveu aqui. Além do recorde, temos de relevar esta história, este património extraordinário, e por isso prestamos aqui a maior homenagem às nossas rendilheiras”, sublinhou Elisa Ferraz. “ [Este reconhecimento] ultrapassará fronteiras e escreverá esta arte no mundo”.

Acrescenta ainda que é de relevar “o carinho enorme pelo trabalho destas mulheres, que foram buscar às rendas uma fonte de rendimento para fazer face às dificuldades económicas, e hoje preservam esta tradição”, e que “isto só é possível porque elas existem e continuam com muita vontade de fazer” renda. Ao mesmo tempo, Elisa Ferraz salientou a importância da certificação de origem, também conseguida este ano. “Agora com a certificação, estamos a dar passos importantes no sentido de uma modernização que também é necessária”.

Com este primeiro Guiness para o concelho, a presidente da Câmara Municipal de Vila do Conde acredita que a cidade vai receber ainda mais turistas; “Os turistas têm todos os motivos para virem aqui, [ver] as nossas rendas mas também a tradição a nível da construção naval, a beleza da nossa terra, as nossas praias. Temos um património extraordinário” concluiu.

Os portugueses fizeram, de facto as suas marcas a nível global durante muito tempo, há muito tempo. Mas, ainda hoje temos a capacidade de o fazer. Aquilo que se passou em Vila do Conde é prova disso mesmo. Que todos aspiremos a fazer história, especialmente se estivermos a fazer aquilo que mais gostamos, como as rendilheiras dedicadas aos seus bilros.

Fontes: JN e Sol
Foto: ASF

 

Cientistas portugueses descobrem mecanismo que permite à melatonina combater células cancerígenas

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Uma equipa de investigadores do Centro de Neurociências e Biologia Celular (CNC) da Universidade de Coimbra (UC) descobriu de que modo a melatonina, uma hormona que regula o ciclo sono-vigília e intervém na regulação do sistema imunitário, pode combater células cancerígenas. Este grupo de investigação foca-se no estudo de células estaminais cancerígenas, células indiferenciadas que, uma vez induzidas à diferenciação, poderão estar na origem e reincidência de tumores.

As células estaminais cancerígenas utilizadas neste estudo foram células cancerígenas embrionárias estaminais, nas quais se procurou compreender o mecanismo que torna as células do cancro vulneráveis à melatonina. Segundo Ignácio Vega-Naredo, membro da equipa que desenvolveu este estudo e investigador do CNC, as células estaminais cancerígenas “são ótimas para realizar investigação sobre possíveis tratamentos devido à sua capacidade de escaparem às terapias, algo que pode explicar o ressurgimento dos tumores”

Os resultados do estudo, publicado na revista Oncotarget, sugerem que o sucesso de um tratamento à base da melatonina depende da atividade das mitocôndrias da célula cancerígena, as quais são responsáveis pela produção da energia da célula. Deste modo, células que apresentem um metabolismo mitocondrial ativo serão mais suscétiveis aos efeitos anti-proliferativos da melatonina. Por outro lado, a atividade energética da célula também depende do seu estado de evolução, o que significa que a melatonina só será eficaz num determinado estado evolutivo da célula cancerígena. Ignacio Vega-Naredo, explica: “Descobrimos que a melatonina matava as células cancerígenas através de uma via mitocondrial. Quando as mitocôndrias das células cancerígenas estavam ativas, a melatonina diminuía a proliferação dessas células e impedia a produção da energia que elas necessitavam. O nosso estudo apresenta o tratamento com melatonina como uma estratégia promissora no tratamento de tumores, atacando células estaminais cancerígenas responsáveis pela sua reincidência.”

Esta publicação abre caminhos na investigação do cancro ao alertar para a necessidade da criação de tratamentos adequados ao estado evolutivo e energético da célula cancerígena. Deste modo, será possível evitar, num futuro próximo, a aplicação de terapias não específicas que podem danificar células importantes ou não apresentar qualquer efeito terapêutico.

Sobre o CNC

O Centro de Neurociências e Biologia Celular (CNC) é um Instituto de Investigação dedicado à excelência em Biociências e Biomedicina. O CNC foi o primeiro Laboratório Associado português, e é parte da rede Europeia de Institutos de Neurociências (ENI). Estáigualmentge envolvido em colaborações entre o governo português e o Massachusetts Institute of Technology (MIT) e a Harvard Medical School (HMS). As colaborações internacionais com instituições de topo de todo o mundo são uma das características da investigação realizada no CNC.

O CNC junta investigadores das Faculdades de Ciências e Tecnologia, Farmácia e Medicina da Universidade de Coimbra, bem como dos Hospitais da Universidade (HUC). As diferentes formações e perspectivas, bem como a chegada constante de novos líderes de grupo e o potencial para colaborações, têm sido fundamentais na inovação, quer em investigação básica quer translacional, ancorada em conhecimento de ponta em ciências biológicas e médicas.
O objectivo é utilizar investigação fundamental de alta qualidade no desenvolvimento de novas aplicações clínicas, de modo a melhorar diagnósticos e intervenções terapêuticas.

Fonte: UC/CNC
Foto: CNC

 

 

Porto – Destino turístico de excelência

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A Condé Nast Traveler, um dos mais prestigiados guias de turismo mundial, escolheu o Porto como um dos destinos turísticos de excelência a visitar durante este verão. A publicação destaca o património arquitetónico e cultural da cidade, a gastronomia e as vistas privilegiadas sobre o Douro, que deixam qualquer um de boca aberta.

Já o velho ditado diz que “Coimbra canta, Braga reza, Lisboa diverte-se e o Porto trabalha”…mas será mesmo assim?! Intitulando a cidade como a “capital do norte de Portugal”, a Condé Nast Traveler destaca o património arquitetónico, cultural e paisagístico da cidade, as estórias contadas por cada azulejo que revestem os edificios, as águas vibrantes do Douro que se fundem com as águas salgadas do mar, salientando que já Luís de Camões dizia que o Porto era o “eterno nome de Portugal”.

Dona de seis pontes que proporcionam vistas privilegiadas sobre a cidade, a publicação destaca, na cidade, as caves do vinho do Porto, toda a zona ribeirinha, as suas tradições e gentes, as ruelas íngremes e serpenteantes de um Porto que se faz subindo e descendo…Desde lá de cima, da Catedral da Sé até à Torre dos Clérigos e parando, para retomar o fôlego, enquanto se visita a Livraria Lello ou se fazem umas compras na rua de Cedofeita.

O Porto continua à espera de ser descoberto, com surpresas ao virar da esquina, boa gastronomia, hospitalidade das suas gentes e um vasto património material e imaterial. Por isso, não é de estranhar que a Conde Nást Traveler tenha lançado o repto e deixado no ar a sugestão de que o Porto “é uma cidade para ser vivida com os pés assentes na terra…e com as papilas gustativas” que se deixem levar nos sabores típicos portuenses.

Fonte/Texto: www.porto.pt  (Portal de Notícias do Porto)
Foto: Gabinete de Comunicação da Câmara Municipal do Porto

PECADO FATAL no CHICHESTER FILM FESTIVAL (entrevista a Sara Barros Leitão)

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Sobe para 34 o número de eventos cinematográficos onde a longa metragem PECADO FATAL marca presença. Desta vez é Inglaterra. O filme de Luís Diogo, PECADO FATAL, que a Filmógrafo e o Cine-Clube de Avanca coproduziu, integra a selecção oficial do “24º Chichester International Film Festival”, que se realiza nesta cidade do Sudeste de Inglaterra na segunda metade de Agosto.

PECADO FATAL é um dos 10 filmes europeus seleccionados numa secção onde entre os outros 9 filmes estão TANGERINES (nomeado para o Óscar de melhor filme estrangeiro este ano), MARSHLAND – LA ISLA MÍNIMA (o grande vencedor dos Goya deste ano, incluindo melhor filme, realizador e argumento), MY MOTHER, o último de Nani Moretti, (que há dois meses competiu em Cannes onde venceu o Prémio do Júri Ecuménico), SUMMER (que competiu, entre outros, no prestigiado festival norte americano de Chicago) ou THE GRUMP (nomeado para melhor filme e melhor realizador nos Jussi Awards, os Óscares Finlandeses).

Recorde-se que, no ano passado, o Festival de Cinema de Chichester premiou entre outros, filmes como PRIDE (nomeado para o Globo de Ouro de melhor comédia) ou IDA (Óscar para o melhor filme estrangeiro este ano).

Com 7 prémios em 2014, PECADO FATAL transformou-se na longa-metragem de ficção portuguesa mais premiada no ano passado. Em 2015 recebeu 2 novos prémios e foi nomeado para 3 prémios SOPHIA e para os Globos de Ouro de melhor atriz. Curiosamente, todos as distinções foram atribuídas em sucessivos e diferentes países (Brasil, Bulgária, Cabo Verde, Canadá, Croácia, Itália, São Tomé e Príncipe e Portugal).

Protagonizado por Sara Barros Leitão, Miguel Meira e João Guimarães, este filme conta uma história de equívocos e paixão que vive no limbo de um pecado irrevelável. Um rapaz e uma rapariga apaixonam-se. Miguel leva Lila para uma noite de sexo rápido na casa de um amigo. Dado que a rapariga ainda dorme, ele sai de casa, deixando-a ao cuidado de Nuno e os acontecimentos precipitam-se.

Luís Diogo, embora seja natural de Castelo Branco, nasceu na Guiné-Bissau e vive em Paços de Ferreira, onde rodou esta sua longa-metragem.
Formado em artes visuais pela ESE de Castelo Branco e tendo estudado cinema na ESAP do Porto, tem orientado e coordenado acções de formação em escrita cinematográfica, nomeadamente no Festival de Cinema AVANCA.

 

A PROTAGONISTA (em entrevista)

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Sara Barros Leitão, nasceu no Porto em 1990 e formou-se em Interpretação pela Academia Contemporânea do Espectáculo. Ao longo do seu percurso, teve como professores António Capelo, João Paulo Costa, Maria do Céu Ribeiro, Nuno Pino Custódio, Luís Madureira, Sandra Mladenovic ou Kuniaki Ida.

Trabalha regularmente em Televisão, e o seu trabalho na mini-série “Mulheres de Abril” valeu-lhe a nomeação para Melhor Actriz Secundária nos Prémios Áquila 2014 e nos prémios Fantastic Televisão 2014. Atualmente interpreta “Inês” na produção da SP/SIC “Poderosas”.

Em Cinema destacam-se as longas-metragens “Aristides Sousa Mendes – O Cônsul de Bordéus” e “Pecado Fatal”, com o qual foi nomeada para Melhor Actriz Cineuphoria 2015, Melhor Actriz de Cinema pelos Prémios Sophia 2015 e também pelos Globos de Ouro. Participou em dezenas de curtas metragens nos últimos anos, das quais se destaca o filme “SARA”, com o qual ganhou o Prémio de Melhor Actriz no Festival CLAP 2012.

É uma voz assídua nas locuções publicitárias para rádio e dobragens de filmes e desenhos animados, mas é em Teatro que se sente completamente feliz.

Estreou-se com o papel de “Julieta”, na tragédia “Romeu e Julieta”, dirigida por Eduardo Alonso e produzida pelo Teatro do Bolhão. Trabalhou com encenadores como Victor Hugo Pontes, Natália Luiza ou Joaquim Nicolau, e passou por companhias como Teatro do Bolhão, Teatro Meridional, Teatro Rápido, Palco 13, Plataforma 285, Teatro do Vestido, etc.

Apesar de acreditar que o Teatro não são só palavras, a literatura assume um papel fundamental na sua vida. Neste momento, desdobra-se entre o trabalho como actriz, formadora, a direcção artística da companhia Carruagem e a licenciatura em Estudos Clássicos na Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa.

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- O que te fascinou na história e levou a aceitar o convite?A personagem Lila tem uma força incrível, era algo muito diferente do que alguma vez me foi proposto. Não encaixava nada no perfil de personagens que normalmente me apresentam, por causa da aparência. Esta era uma jovem mulher com força, com mágoa, com personalidade vincada, que sabia o que queria. Foi por isso que quis fazê-la.
- Que importância teve para ti a participação em “Pecado Fatal”?

Teve a importância de todos os projectos que abraço: a aprendizagem. O que me move na vida é aprender, e sem dúvida que fazer este filme foi uma enorme aprendizagem profissional e pessoal.

– Esperavas o sucesso internacional que o filme obteve e continua a obter?

Não, de todo. Houve até alturas em que pensei que o filme não iria ter força para sair da gaveta, sendo uma produção altamente independente. Por isso, fico sempre surpreendida com cada nova conquista.

- Consideras que não obstante os constrangimentos financeiros temos cinema de Excelência? Como vês o cinema no nosso país?
A excelência só se conquista se existir pluralidade, diversidade. Em Portugal só fazemos dois ou três géneros de filmes, com dois ou três realizadores e produtores. Enquanto não ultrapassarmos esta barreira de produção, será impossível atingir a excelência. Seria muito presunçoso dizer que dos quatro ou cinco filmes que se fazem em Portugal por ano, há pelo menos um deles que é sempre de excelência. Só o facto de se produzirem tão poucos filmes é sinónimo de que estamos longe disso.
- Porque achas que o público não acorre às salas para ver filmes nacionais de qualidade ? Teremos um défice de cultura cinematográfica?
Não há pessoas a verem filmes portugueses porque as pessoas não gostaram dos filmes portugueses que viram antes. Parece-me muito simples. E isto não é um problema das pessoas, nem do seu gosto. É assim e pronto. Eu vivo, em grande parte, da bilheteira dos meus espectáculos, se o público não gostar do género de espectáculos que a minha companhia faz, não vai voltar a sair de casa para ter uma má experiência, pois não? Se eu vou a um restaurante e não gosto, não volto lá tão cedo. Se da segunda vez que voltar, continuar a não gostar, não volto mais de certeza. Não vou pagar por uma coisa que não me agrada. Não quer dizer que o restaurante seja mau: simplesmente não é o que eu gosto. A parte curiosa é que há restaurantes cheios e há salas de cinema cheias. Mas também há restaurantes vazios e salas de cinema vazias. A diferença é que os donos do restaurante, como não têm subsídios para fazer comida que só eles gostam, ou fecham o restaurante, ou reinventam a sua forma de cozinhar. Em Portugal a comida continua a mesma, porque os cozinheiros têm a barriga cheia e porque a culpa é sempre só dos clientes que não vão lá jantar.
Fotos: DR

Funchal – “Oficina Solidária” ajuda a mobilar casas de famílias carenciadas

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A “Oficina Solidária” é um projeto de cariz social que teve início em Março de 2013, apoiado pela Sociohabitafunchal, com o objetivo de ajudar famílias mais carenciadas dos bairros do Funchal.

 Não é só dar casas, temos de dar conforto às famílias

Estive à conversa com Carolina Homem de Brederode, arquiteta na Empresa Local de Habitação Social da Câmara Municipal do Funchal desde 2003, pioneira deste projecto exemplar.

Carolina refere que “Não é só dar casas, temos de dar conforto às famílias”, uma realidade com que não somos muitas vezes confrontados dado o conforto diário dos nossos espaços.

“Tinha acabado de visitar uma casa e não queria acreditar nas condições em que a família vivia, sem móveis, sem mesas nem cadeiras, sem um sofá; a casa estava completamente vazia! Foi aí que comentei com o meu diretor e  até brincámos que seria engraçado fazer como o programa “Querido, mudei a casa”, aqui nos bairros madeirenses”.

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O projeto surgiu com a finalidade de recuperar e reutilizar mobiliário e outros artigos, quer sejam recolhidos nos Serviços de Salubridade da Câmara Municipal do Funchal, quer sejam doados por particulares ou outras entidades.

Outro objetivo é ensinar os moradores dos próprios bairros a arte da marcenaria e do estofar, de modo a que possam fazer pequenas reparações nas suas próprias casas.

A “Oficina Solidária” começou, assim, a fazer grandes ações para estas famílias, no bairro de Santo Amaro, numa pequena garagem. Além da Carolina, coordenadora, uma assistente social, que avalia as famílias mais carenciadas de cada bairro, um marceneiro e dois estofadores oriundos do Centro de Emprego e voluntários, deram início ao referido Projecto.

Rapidamente, a “OFICINA SOLIDÁRIA” cresceu e, por sua vez, o espaço que lhe deu asas tornou-se minúsculo. Passaram, então, para o antigo Matadouro, onde a Sociohabitafunchal fez excelentes remodelações e, em parceria com a Câmara do Funchal, ofereceu condições para que o trabalho seguisse em frente.

Foi realizado um leilão em que todas as 30 peças foram vendidas, tendo sido possível angariar 1400 euros para a máquina de costura industrial que pretendiam adquirir.

No 2º leilão, desta vez online, conseguiram um aspirador industrial e assim pouco a pouco vão colectando as ferramentas necessárias para que o projeto continue a avançar e, assim, realizar sonhos.

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Mais de 30 famílias já beneficiaram de ajuda, em vários bairros: Santo Amaro, Quinta Falcão, Zona Velha, entre outros. “É extremamente gratificante ver a alegria das pessoas e a maneira como querem preservar as peças. Cheguei a visitar algumas casas semanas depois e diziam que iriam manter sempre o embrulho de plástico para não as estragar”.

Atualmente, está em falta muita mão de obra, visto que o contrato do centro de emprego chegou ao fim em fevereiro e  os trabalhadores não puderam voltar a colaborar com a mesma entidade.

Não sem se deixar de notar uma grande admiração, Carolina elogia o trabalho do marceneiro e dos estofadores. Afirma que em poucas horas conseguiam desencantar verdadeiras peças de encantar, até aos olhos mais críticos.

Atualmente, segundo as suas palavras, “o projeto está a meio gás”, pois realmente precisam de muitos voluntários. “Tentamos com pouco, fazer muito”.

É triste ver uma iniciativa tão nobre, parada por falta de mão de obra, numa época em que tanto se fala de desemprego.

 

 

Fotos: C.M.Funchal/Sociohabitafunchal

Ministério da Economia do Cantão do Jura, na Suíça, entrega Prémio da Inovação a José Demétrio, CEO da Geosatis

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Nos dias de hoje o sucesso português já não deverá ser uma surpresa para muitos. Temos pois, mais uma prova do mesmo. Não que sejam necessárias provas, mas nunca será demais divulgar as ideias e feitos dos portugueses, para que o reconhecimento seja cada vez maior e para que todos não se esqueçam de que são conseguidas várias vitórias todos os dias que, muitas vezes, passam despercebidas ou não lhes é dada a devida importância.

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Desta vez, na área da tecnologia e telecomunicações, assistiu-se a um acto de reconhecimento por parte do Ministério da Economia do Cantão do Jura, na Suíça, com a entrega do Prémio da Inovação a José Demétrio, CEO da Geosatis. Foi por causa da criação de uma pulseira electrónica, que faz com que as capacidades desta tecnologia levem a um maior controlo, e a uma maior eficácia, por parte das autoridades. Isto é possível através de uma pulseira que é seguida em permanência através de um sistema de geolocalização e que dá informações mais detalhadas e em tempo real às autoridades. Informações estas que podem passar por saber se a pessoa que está a utilizá-la está acordada ou a dormir, ou qual o seu ritmo cardíaco.

Esta será mais utilizada em casos de prisão domiciliária, mas também poderá estar destinada a pessoas que já cumpriram a sua pena, mas têm de continuar a ser vigiadas. O produto terá incorporado um alarme, enviado à polícia, que os notifica que a pessoa que está a utilizar a pulseira está a entrar em zonas proibidas pelo juiz ou procurador, por exemplo, e daí dando mais eficácia aos serviços policiais.

Esta ideia já havia sido apresentada antes de entrar na fase de comercialização, e primeiramente encomendada pelas autoridades sul-africanas. Sendo considerado, pelo CEO, o ponto em que o produto “andou para a frente.”

José Demétrio teve a sua formação na área das telecomunicações, na Suíça. Além da pulseira electrónica, a empresa de José desenvolve outras ideias como aplicações para smartphones e carregadores móveis, por exemplo.

É portanto, na área da tecnologia, que agora temos mais uma vitória portuguesa, reconhecida por outros que não nós, portugueses. É mais uma área em que podemos dizer que fomos bem sucedidos. É mais um português que prova o nosso valor. Podemos apenas acrescentar que esperamos que a inovação se mantenha nas nossas mentes, tal como que cresça a nossa vontade de melhorar e que decresça o nosso receio.

Pois com vitórias como estas vem um mundo, um país, uma sociedade melhor.

Fotos: Geosatis e Rezonance.ch

 

VOKE – Da cidade para a praia, de Lisboa para o mundo!

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VOKE  foi criada em 2014 por duas jovens designers portuguesas, Inês Franco e Sofia Charola. É uma marca jovem e vibrante que acredita na capacidade de sonhar, produzir e comercializar uma linha de moda de praia capaz de se afirmar internacionalmente.

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Projectada de raiz para ocupar um posicionamento diferente e dar resposta às necessidades das clientes que procuram associar o conforto e descontracção a uma lifestyle mais irreverente e divertida. Foi especialmente pensada para mulheres confiantes de estilo savy, que não tem medo de se destacar e exigir que a sua moda de praia seja tão fashion-forward como o seu estilo de vida.

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VOKE acaba de lançar a sua segunda colecção de Swimwear – A.M.-P.M. – concebida tendo em mente o maior luxo da actualidade, o tempo. E como não há nada mais estimulante que o tempo aproveitado a viajar e conhecer novos lugares… A VOKE viajou até ao Rio de Janeiro e escolheu a maravilhosa cidade Brasileira como inspiração e local da sua campanha para o Verão 2015/2016.

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A.M.-P.M. #inrio 2015 Swimear Collection combina linhas limpas com estampas exóticas e exclusivas inspiradas nas praias e na street art da cidade do Rio de Janeiro. Cidade de encantos mil e energia contagiante, combinação perfeita entre cidade e praia que inspirou fatos de banho sofisticados com cortes ousados e bikinis sexys de silhuetas uber-chic. Uma colecção versátil pensada para incentivar diferentes formas de usar o seu fato de banho e bikini, e principalmente para aproveitar com qualidade o seu tempo de lazer.

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Os materiais utilizados nas suas peças são Lycra Xtra Life, Tule e todos os padrões são criados pela VOKE.
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Em Portugal, a modelo madeirense, Beatriz Ramos, também fotografou com a nova colecção da VOKE. BIV_6a
AS CRIADORAS

criadoras

Inês Franco nasceu em 1989 em Lisboa e licenciou-se em Design de Moda. Possui também especializações em Produção de Moda e Design Gráfico e é também criadora da marca Chewing Gum.

Sofia Charola nasceu em 1989 em Lisboa e sempre achou que o seu trabalho passaria por qualquer coisa ligada à criatividade. Por isso foi para o IADE, onde se licenciou em Design e, a seguir, um curso de especialização em Marketing. Sempre pensou que o que queria mesmo, que a cativava, era ter uma marca de biquínis e fatos de banho.

Fotos: DR