SURF 365 – Conferência “O Valor do Surf em Portugal”

Surfing_surf-2_ATA[1]Portugal, país tradicionalmente com vocação marítima “Aqui, onde a terra se acaba e o mar começa…” (Luís Vaz de Camões) e com uma extensa costa atlântica, pode “dar cartas” mas desta vez através da valorização do “mar salgado” e da modalidade do surf.

“Glorificou-nos” na época dos descobrimentos. Porém, hoje em dia, uma prancha e um fato alteraram os padrões estereotipados nacionais e o surf passou a estar na moda e tem revelado imenso potencial a nível do turismo, com um forte impacto positivo na economia portuguesa.

Segundo o EXPRESSO, “as ondas podem ser a próxima grande fonte de receitas no turismo”. Para além disso, Portugal conta com excelentes praias de norte a sul que tem ondas o ano todo e canalizam imensas pessoas, quer nacionais, quer estrangeiros. No entanto, o monopólio também está na chamada “Indústria do surf”- escolas, lojas e eventos, que envolvem milhares de pessoas e capital.

“Portugal tem sido uma das principais capitais mundiais do surf competitivo”, segundo a SURF PORTUGAL, com ênfase para a praia de Peniche, conhecida pela praia dos supertubos e, que recebeu importantes eventos da WSL (World Surf League).

Para além disso, a praia da Nazaré também potencializou este “negócio” com a onda de 27 metros surfada por McNamara. Portugal foi catapultado para um pódio elevadíssimo, podendo afirmar-se que o nosso mar está repleto de oportunidades.

Contudo, a nossa costa não é só delimitada a Centro e a Sul. Também temos praias com enormes potencialidades a Norte e que contribuem decisivamente para o futuro da modalidade e da economia do país.

Sendo assim, pode-se afirmar que “Portugal é uma espécie de praia gigantesca para praticantes de surf de todo o mundo”, de acordo com o site Turismo de Portugal.

E, como o objetivo é valorizar o surf português e aumentar a notoriedade desta modalidade no nosso país, no dia 27 de maio, irá realizar-se no Edifício Transparente, uma conferência designada “O valor do surf em Portugal”, que vai contar com profissionais de diferentes áreas, que irão partilhar as suas experiências e projetos e provar que o surf é um símbolo de Portugal e que, simultaneamente, pode ter um papel integrador e motivador da economia nacional.

O empreendedorismo, o marketing e a inclusão pelo surf podem ser ferramentas poderosas para a criação de valor.

Nesta conferência, podemos contar com vários oradores tais como Rui Fonseca, Dignis Isvarlal, Filipe Sampaio Rodrigues, Michele Costa e Elisa Rodrigues, que irão realçar o valor da onda portuguesa e o contributo desta para o desenvolvimento de Portugal e conciliar o surf com o marketing. O “Espinho Surf Destination” liderado por Gonçalo Pina e numa sessão conjunta Ricardo Laranjeira e João Soares vão apresentar o potencial da nossa costa juntamente com a aprendizagem desta modalidade.

Neste dia e porque para o surf a responsabilidade social é um foco, também será apresentado projeto social.

Foto: visitportugal.com

Para Congressos Internacionais, contacte Lisboa

lisboa_congresso1Lisboa está no top 10 do ranking das cidades do mundo mais requisitadas para congressos internacionais, em 2015, segundo os dados divulgados pela International Congress & Convention Association, ICCA.

Depois de subir três lugares, o 9º lugar que agora ocupa vem confirmar e sublinhar o facto de que a capital portuguesa é também destino de eleição para o acolhimento destes eventos.

Com 145 reuniões associativas realizadas em 2015, Lisboa encontra-se à frente de Copenhaga, Praga, Amesterdão e Bruxelas, que ocupam os lugares que lhe seguem, por esta ordem. Até agora, Lisboa não tinha subido acima do 11º lugar, ao receber 109 congressos em 2014, e esse tinha sido alcançado apenas no ranking europeu.

A capital é já um destino reconhecido em muitas outras matérias além da abordada neste artigo. Não só como destino de negócios, é já famosa como destino de férias. Não se fala só de trabalho em Lisboa: fala-se de cultura, de saber, de entretenimento, de paisagens, das mais e das menos habituais.

Neste caso, vários factores influenciam a tão boa posição conseguida: desde a “óptima qualidade/preço da hotelaria, a excelência das acessibilidades, as boas ligações aéreas a qualquer parte do mundo e a privilegiada proximidade do aeroporto”, tal como os acessos ao centro da cidade.

Mas todas estas vantagens, vão para além de um mero acaso. Este é o resultado final “de um trabalho contínuo e persistente de promoção, indispensável na valorização do mérito de Lisboa, face à forte concorrência”, afirma a Associação Turismo de Lisboa (ATL).

Como disse, Lisboa é já bem conhecida. As pessoas que nela trabalham e investem acreditam no seu potencial, lutando para que os outros a vejam como nós a vemos. É com esta paixão e crença, seja pelo trabalho ou pelo lazer, que Lisboa conseguiu alcançar este lugar no mundo. A Excelência Portugal, faz já parte deste grupo de pessoas. E fá-lo, tendo um principal objectivo: Torná-lo membro deste grupo. Já aderiu?

Trail Running: MIUT® tem desafios para todos

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O MIUT® – Madeira Island Ultra Trail é um dos maiores eventos nacionais de trail running e propõe a total travessia da ilha da Madeira no sentido noroeste-sudeste. A 8ª edição teve lugar  entre os dias 20 e 24 de abril de 2016 e integrou, pela primeira vez, o calendário do UTWT – Ultra Trail World Tour e pontuou para o Campeonato Nacional de Trail Ultra Endurance 2016.

O veterano Tobias Mews escreveu no seu livro “50 Races to Run Before you Die” (50 provas para correr antes de morrer) que o  MIUT tem algo para todos. O evento conta com quatro provas, todas elas de formato linear, non-stop: a principal – MIUT (114,9 km de distância, 7066m D+ e grau de dificuldade 3), a ULTRA (83,9 km de distância, 4630m D+ e grau de dificuldade 3), a MARATHON (43,2 km de distância, 1106m D+ e grau de dificuldade 1) e a MINI (15,6 km de distância, 375m D+ e grau de dificuldade 1).

Nesta edição, as provas MIUT, Ultra e Marathon atribuiram 5, 4 e 2 pontos, respectivamente, para a participação no “Ultra-Trail du Mont-Blanc®” 2017.

Os participantes deste evento podem comprovar in loco e de forma activa todo o deslumbramento ou, pelo menos, parte dos cenários mais espectaculares da pérola do Atlântico.

O enorme sucesso desta prova, organizada pelo Clube de Montanha do Funchal, pode ser comprovado pelo ritmo alucinante das inscrições e grande número de atletas de topo que marcaram presença. Em pouco mais de 24 horas após a sua abertura, um terço das vagas foi preenchido. O evento contou com o representativo número de 2030 participantes oriundos de 39 países.

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Para quem tem ascendência madeirense e já viveu na ilha, participar numa das provas do MIUT®” tem particular significado. E Tobias Mews tinha razão, O MIUT®  tinha algo para mim também. Estando a iniciar a incursão no trail running, a prova de 16 quilómetros afigurava-se como a distância ideal para poder participar num evento de nível mundial.

A partida da prova MINI foi dada às 12h00 do dia 23 de abril, no centro do Porto da Cruz rumo à vereda do Larano. Os primeiros quatro quilómetros incluem cerca de dois quilómetros e meio de subida até à vereda, em que, partindo de uma cota zero,atingimos aproximadamente os 325 metros de altitude.

O trilho segue em direção à Boca do Risco proporcionando vistas inesquecíveis sobre a imensidão do cristalino mar do norte a tocar a base das majestosas arribas que se erguem até aos nossos pés. Aqui encontramos vários turistas que, nos exíguos trilhos, facilitam a nossa passagem e proferem incentivos em vários idiomas.

A fase final, percorrida na levada, tem como pano de fundo a cidade de Machico, com a meta instalada junto ao Fórum Machico. Aqui, por entre centenas de pessoas e imensos aplausos, um por um, cruzamos a meta.

A sensação de desafio cumprido surge acompanhada por uma vontade enorme de usufruir mais destes trilhos. Assim nasce o desafio de percorrer os 43,2 quilómetros em 2017.

miut_3OS VENCEDORES

O norte-americano de 26 anos, Zach Miller (Nike Trail Elite) foi o grande vencedor da prova rainha MIUT com o fantástico tempo de 13:52.17 horas. O segundo lugar foi conquistado pelo espanhol Tofol Castanyer (Salomon Etixx) com o tempo de 14:12.45 horas. No feminino, Caroline Chaverot, que recentemente ganhara a Transgrancanaria, foi demolidora e alcançou o 8º lugar da classificação geral com o tempo total de 14:18:45 horas.

MIUT (115km / 7000D+)

RESULTADOS (HOMENS)

1 – Zach Miller (Nike Trail Elite) 13:52:17
2 – Tofol Castanyer (Salomon Etixx)  14:12:45
3 – Sébastien Camus (Team Garmin Adventure) 14:18:45

RESULTADOS (MULHERES)

1 – Caroline Chaverot (Team Hoka One)  15:00:55
2 – Andrea Huser (Mammut)  15:55:29
3 – Emilie Lecomte   17:25:32

ULTRA (85km / 4400D+)

RESULTADOS (HOMENS)

1 – Damien Douvry  (WAA Team) 10:21:19
2 – Gerald Bauer (Clube de Montanha do Funchal) 10:57:45
3 – Luis Fernandes (Trilhos dos Templários – Green Roc)  10:58:38

RESULTADOS (MULHERES)

1 – Magali Gigon (Entraid49)  13:06:31
2 – Aoife Quigly   13:32:09
3 – Sylvie Quittot   13:41:16

MARATHON (43km / 1100D+)

RESULTADOS (HOMENS)

1 – Francisco Freitas (ACD – Jardim da Serra)  03:51:09
2 – Nelson Graça (Run.pt)  03:58:36
3 – Fernando Gomes (Clube de Atletismo de Ferreira do Zêzere)  04:01:04

RESULTADOS (MULHERES)

1 – Amandine Ferrato (Team Trail New Balance)  04:02:39
2 – Nadège Vignand   04:56:02
3 – Carla Leite (Clube Desportivo Escola Porto da Cruz)  05:09:57

MINI (16Km / 350D+)

RESULTADOS (HOMENS)

1 – Jorge Pimenta  (RC Travel)  01:13:34
2 – Vitor Rodrigues  (Tomiauto Trail Team)  01:18:39
3 – Paulo Aguiar   01:19:50

RESULTADOS (MULHERES)

1 – Ida Tjørsvaag  (SKJALG IL)  01:22:20
2 – Vera Pinto (A.D. Amarante Trail Running)  01:42:45
3 – Elsa Freitas (Clube Desportivo Escola de Santana)  01:43:43

 

Fotos: Sílvio Silva

 

Trail Running: MIUT® has challenges for everyone

miut_1aMIUT® – Madeira Island Ultra Trail is one of the largest national trail running events and proposes the total crossing of the island of Madeira in the Northwest-Southeast direction. The eighth edition took place between 20 and 24 April 2016 and was included for the first time in the UTWT – Ultra Trail World Tour and scored for the Portuguese National Trail Ultra Endurance Championship 2016.

pt[1] versão original em português

The veteran Tobias Mews wrote in his book “50 Races to Run Before you Die”  that MIUT has something for everyone. The event has four races, all of them linear and non-stop: the main-MIUT (114.9 km; 7066m D; degree of difficulty: 3), ULTRA (83.9 km; 4630m D +; degree of difficulty: 3), MARATHON (43.2 km; 1106m D +; degree of difficulty: 1) and MINI (15.6 km; 375m D +; degree of difficulty: 1).

In this edition, MIUT, Ultra and Marathon assigned 5, 4 and 2 points, respectively, for participation in the Ultra-Trail du Mont-Blanc ® 2017.

The participants of this event can testify in loco and actively all the dazzling or, at least, some of the most spectacular scenery of the Pearl of the Atlantic.

The huge success of this event, organized by the Clube de Montanha do Funchal, can be proven by the tremendous rythm of the inscriptions and large number of top athletes who attended. In little more than 24 hours after its opening, a third of vacancies was filled. The event was attended by 2030 participants from 39 countries .

miut_2For someone with origins in Madeira Island, running one of the MIUT races has special significance. And Tobias Mews was right, the MIUT had something for me too. Being new to trail running, the 16-kilometre race appeared as the ideal distance to participate in a world-class event.

The departure of the MINI race was given to the 12:00 of the 23rd of April, in the Centre of Porto da Cruz towards the foothpath of Larano. The first four kilometres include about two and a half kilometres of the climb up the path, in which, starting from a zero quota, we reach about 325 meters above sea level.

The trail follows towards Boca do Risco offering unforgettable views of the crystalline vastness of the sea touching the base of the majestic cliffs that rise up at our feet. Here we find many tourists, in narrow trails, allowing our passage and uttering incentives in several languages.

The final phase, covered in Taken, has as its backdrop the city of Machico, with the finish-line installed next to Forum Machico. Here, among hundreds of people and a lot of applause, one by one, we crossed the finish line.
 
The feeling of challenge fulfilled appears accompanied by a huge desire to enjoy more of these tracks. For 2017, my challenge will be the 43.2 kilometers.
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THE WINNERS
The 26-year-old American, Zach Miller (Nike Elite Trail) was the big winner Queen MIUT with the fantastic time of 13:52.17 hours. The Spanish Tofol Castanyer (Salomon Etixx) took second place with a time of 14:12.45 hours. In the feminine, Caroline Chaverot, who recently won the Transgrancanaria, was shattering and reached the 8th place in the overall ranking with the total time of 14:18:45 hours.
MIUT (115 km/7000D +)
RESULTS (MEN)
1-Zach Miller (Nike Elite Trail) 13:52:17
2-Tofol Castanyer (Salomon Etixx) 14:12:45
3-Sébastien Camus (Team Garmin Adventure) 14:18:45
RESULTS (WOMEN)
1 – Caroline Chaverot (Team Hoka One) 15:00:55
2-Andrea Huser (Mammut) 15:55:29
3-Emilie Lecomte 17:25:32
Ultra (85 km/4400D +)
RESULTS (MEN)
1-Damien Douvry (WAA Team) 10:21:19
2-Gerald Bauer (Clube de Montanha do Funchal) 10:57:45
3-Luis Fernandes (Track of the Templars – Green Roc) 10:58:38
RESULTS (WOMEN)
1-Magali Gigon (Entraid49) 13:06:31
2 – Aoife Quigly 13:32:09
3-Sylvie Quittot 13:41:16
MARATHON (43 km/1100 d +)
RESULTS (MEN)
1-Francisco Freitas (ACD-Jardim da Serra) 3:51:09
2-Nelson Free (Run.pt) 3:58:36
3-Fernando Gomez (Athletic Club of Ferreira do Zêzere) 4:01:04
RESULTS (WOMEN)
1-Amandine Ferrato (Team Trail New Balance) 4:02:39
2-Nadege Vignand 4:56:02
3-Carla milk (Porto da Cruz School Sports Club) 5:09:57
Mini (16 km/350 d +)
RESULTS (MEN)
1-Jorge Pimenta (RC Travel) 1:13:34
2 – Vitor Rodrigues (Tomiauto Trail Team) 1:18:39
3-Paulo Aguiar 1:19:50
RESULTS (WOMEN)
1-Ida Tjørsvaag (IL SKJALG) 1:22:20
2-Vera Pinto (A.D. Amarante Trail Running) 1:42:45
3 – Elsa Freitas (Santana school sports club) 1:43:43
Photos: Sílvio Silva

Vinhos nacionais em Roadshow pelo mercado chinês

viniportugalDe 16 a 20 de Maio, o mercado chinês é alvo de uma campanha de promoção dos Vinhos de Portugal. O vinho nacional protagoniza um abrangente Roadshow, organizado pela ViniPortugal em três importantes cidades chinesas, e que conta com a participação de 20 empresas exportadoras.

A China é um dos mercados de promoção dos vinhos portugueses, posicionando-se como o quinto principal mercado dos vinhos nacionais, fora do espaço europeu. A ViniPortugal está a apostar na diversificação da actividade promocional dos Vinhos de Portugal, a par com a Hong Kong e Macau. Três mercados que representam perto de 15 milhões de euros em valor para as exportações nacionaisJorge Monteiro, presidente da ViniPortugal

Guangzhou recebe os vinhos de Portugal no dia 16 de Maio,  Nanjing no dia 18 e a capital Pequim no dia 20. Estas três cidades vão acolher seminários, dirigidos a profissionais da restauração e comércio especializado. Além da apresentação de uma criteriosa selecção dos nossos vinhos, os seminários serão complementados pela realização de provas de vinhos de produtores de diversas regiões do país, nas quais será evidenciada a qualidade e diversidade dos vinhos nacionais.

O Roadshow visa reforçar o conhecimento dos vinhos portugueses na China continental e potenciar relações fortes com parceiros de referência locais de modo a fomentar o aumento da presença dos vinhos nacionais neste importante mercado.

A ViniPortugal, Organização Interprofissional do sector vitivinícola, reconhecida pelo Ministério da Agricultura, que tem como missão promover a imagem de Portugal, enquanto produtor de vinhos por excelência valorizando a marca “Wines of Portugal” e contribuindo para um crescimento sustentado do valor dos vinhos portugueses, assim como da sua diversidade. Promove os vinhos portugueses em 12 mercados internacionais.

A ViniPortugal agrupa estruturas associativas e organizações de profissionais ligadas ao comércio (ANCEVE e ACIBEV), à produção (FENAVI e FEVIPOR), às cooperativas (FENADEGAS), aos destiladores (AND), aos agricultores (CAP) e às regiões demarcadas (ANDOVI).

O seu Plano de Marketing para 2016, no montante de 7,3 Milhões de euros, prevê implementar mais de 110 projectos distribuídos por 12 mercados, dos quais mais de 50 ações envolverão mais de 300 agentes económicos.

Fonte: ViniPortugal
Foto: DR

SeaBookings.com – como duas irmãs holandesas conquistaram o mar português

seabookings

Quando as irmãs Bo e Femke Irik emigraram da Holanda para Portugal, rapidamente se apaixonaram pelo mar. Movidas por essa paixão e dotadas de um forte espírito empreendedor herdado dos pais, as duas irmãs criaram a SeaBookings – uma plataforma online que permite ao turista facilmente descobrir, comparar e reservar passeios de barco e actividades náuticas.

A Femke tinha 8 e a Bo 10 anos de idade quando os seus pais decidiram trocar o estilo de vida cinzento da Holanda pela vida solarenga em Lagos, no Algarve. As irmãs rapidamente se conformaram com a emigração quando se apaixonaram pelo Atlântico durante as suas aulas de vela e surf. Após terem concluído os estudos em Lisboa e a Bo também ter a certeza de que seria em Portugal que queria se estabelecer depois de ter ido tirar o mestrado na Holanda, as irmãs decidiram aproveitar a paixão pelo mar para darem alas ao seu desejo empreendedor.

Nas ferias de verão, as irmãs faziam sempre os exames na primeira fase de forma a ter mais tempo para se dedicarem à venda de bilhetes para um dos operadores marítimos de Lagos para ganharem “uns trocos”. Este foi o primeiro contacto com aqueles que hoje são os clientes da SeaBookings: os operadores marítimos e os turistas. Foi durante esta experiência que, na perspetiva das irmãs, se tornou claro que o processo de venda de bilhetes para atividades náuticas poderia ser optimizado. Foi então que nasceu a ideia por detrás da SeaBookings.

A SeaBookings permite comparar e marcar de passeios de barco e actividades náuticas de forma fácil, quando se quiser e de onde se quiser – Femke Irik

A ideia é simples. Por um lado, as irmãs ajudam os pequenos operadores marítimo-turísticos, por exemplo um pescador de Alvor que de vez em quando leva turistas em passeios de pesca, a ganharem visibilidade online e fornecendo um novo canal de vendas. E por outro lado, a SeaBookings permite ao turista planear melhor as suas férias, comparando e marcando as suas actividades preferidas pela internet.

As irmãs Irik trabalham dia e noite para melhorar e fazer crescer a SeaBookings. Em fevereiro de 2014, quando lançaram o projecto, apenas contavam com cinco operadores na zona de Lagos. Agora a SeaBookings já disponibiliza mais de 150 passeios de barco e desportos aquáticos ao longo da costa portuguesa, desde os passeios de barco às famosas grutas de Lagos ao stand-up paddle boarding em Cascais.

A plataforma também já disponibiliza algumas actividades em Cabo Verde, o primeiro passo para a expansão global pretendida. Já muitos turistas que marcaram experiências inesquecíveis pela SeaBookings.com, principalmente de origem alemã, inglesa e holandesa. O acesso à plataforma também pode ser feito através do telemóvel.

Embora Portugal seja um excelente ponto de partida, temos o mundo aos nossos pés. A SeaBookings ambiciona tornar-se líder mundial neste nicho – Bo Irik

Para a época de 2016, a grande tendência será o passeio de barco com visita às grutas e golfinhos com partida da Marina de Albufeira. Este passeio é um dois-em-um, pois combina o prazer de navegar ao longo das formações rochosas impressionantes do Algarve com a adrenalina de procurar golfinhos selvagens no meio do Atlântico.

Foto: DR

Açores: Concurso Regional de Empreendedorismo

cre2016aO Concurso Regional de Empreendedorismo recebe inscrições até ao dia 15 de junho e procura projectos na região dos Açores com potencial de evolução para negócios inovadores, exequíveis e capazes de dar resposta às necessidades do mercado. A competição pretende estimular a capacidade de iniciativa, a criatividade e o comportamento empreendedor nos Açores, promovendo a criação de empresas que venham acrescentar valor à oferta actual da região.

A Vice-Presidência do Governo dos Açores, através da Sociedade para o Desenvolvimento Empresarial dos Açores (SDEA), promove este ano mais uma edição do Concurso Regional de Empreendedorismo.

Podem concorrer pessoas singulares com mais de 18 anos, individualmente ou em grupo, apresentando projectos que conduzam à criação, nos Açores, de negócios inovadores, exequíveis e que respondam a necessidades do mercado.

Os projectos a concurso deverão ser susceptíveis de dar origem, no mercado onde pretendem actuar, a novos produtos, processos ou sistemas, ou à introdução de melhorias significativas em produtos, processos ou sistemas já existentes, que possam ser inseridos, de forma coerente, em estratégias empresariais.

Os projectos deverão ser apresentados em formulário electrónico, disponível no sítio da Internet da SDEA, a enviar por correio electrónico a partir do dia 01 de maio e até às 24h00 do dia 15 de junho.

O Concurso decorrerá em três fases, permitindo que as ideias de negócio apresentadas na fase inicial e que transitem para as fases posteriores sejam sujeitas a um processo de desenvolvimento e consolidação, com o objectivo de garantir exequibilidade aos projectos vencedores.

Áreas prioritárias a concurso com relevância para a pontuação dos projectos (prioridades para o desenvolvimento regional):

- Agricultura, Pecuária e Indústria Agroalimentar;
- Pescas e Aquicultura;
- Meio Ambiente e Tratamento de Resíduos;
- Energias Renováveis;
- Construção ambientalmente sustentável;
- Tecnologias de Informação e Comunicação (TIC);
- Tecnologias Marinhas;
- Biotecnologia;
- Construção e Reparação Naval avançada/ecológica;
- Transporte e Logística;
- Turismo;
- Design;
- Multimédia e software;
- Indústrias criativas;
- Marketing, Comunicação e Publicidade.
Os prémios a atribuir serão no valor de, respectivamente, 25 mil, 20 mil e 15 mil euros para o primeiro, segundo e terceiro lugares, e apenas serão concedidos na condição de passarem a integrar o capital social das empresas a criar para o desenvolvimento do negócio premiado.
Aos projectos seleccionados para a segunda fase será oferecida consultoria de gestão e/ou formação em empreendedorismo, ou ainda a participação em oficinas ou eventos similares.
Fonte: SDEA
Foto: DR

Wings for Life World Run: Portugueses brilham dentro e fora de portas

wings1a2A 3ª edição da Wings for Life World Run excedeu largamente todas as expectativas, com 130,732 a correrem por quem não pode em 34 localizações dos seis continentes.  Portugal também bateu todos os recordes com as 3.000 inscrições esgotadas e vencedores dentro e fora do país. Vera Nunes (58,86 km) e António Sousa (69,40 km) foram os mais rápidos no Porto, enquanto Doroteia Peixoto e Hélder Santos subiram ao pódio no Canadá e no Dubai.

A Wings for Life World Run, a única corrida global do planeta, juntou este domingo o impressionante número de 130,732 participantes em 34 localizações dos seis continentes.

O principal objectivo desta iniciativa é apoiar a Fundação Wings for Life na angariação de fundos para a investigação científica e encontrar cura para as lesões na espinal medula – uma patologia que afecta mais de 3 milhões de pessoas em todo o mundo. No total, a iniciativa angariou 6,6 milhões de euros, totalmente destinados à investigação que é razão de existência da fundação.

Esta corrida diferencia-se pelo facto de não apresentar uma distância fixa. Em vez disso há um Carro Meta que persegue os corredores meia hora depois da partida, aumentando progressivamente a sua velocidade. Os corredores terminam a prova ao serem alcançados pelo carro.

Entre os participantes no Porto foram muitas as caras conhecidas de diferentes áreas da sociedade, como é o caso de Rosa Mota, dos apresentadores de televisão Isabel Silva, Jorge Gabriel e Pedro Fernandes, dos surfistas Tiago Pires e Vasco Ribeiro, do bodyboarder Hugo Pinheiro, do piloto Hélder Rodrigues, do atleta paralímpico Nuno Vitorino ou da vocalista Blaya, dos Buraka Som Sistema, entre outros. Já a modelo Diana Pereira foi a condutora nacional do Carro Meta.

A partida teve lugar junto à Casa da Música, rumando depois em direcção aos municípios de Vila Nova de Gaia, Espinho, Ovar, Murtosa e Aveiro.
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Foi uma experiência incrível, completamente diferente das outras provas. Não sabia o que ia acontecer depois da distância da Maratona. Passei algumas dificuldades, mas recuperei bem para um grande final. Estou muito feliz – Vera Nunes

Vera Nunes,  36 anos, atleta do Sport Lisboa e Benfica, esmagou a marca do ano passado e conseguiu correr um total de 58,86 km. Cpm esta marca, Vera Nunes garantiu também o terceiro lugar do ranking mundial. A atleta já escolheu, entretanto, a Austrália como local para disputar a edição do próximo ano. Portugal brilhou ainda no sector feminino com Doroteia Peixoto, a vencedora portuguesa do ano passado, que venceu a corrida do Canadá (55.40 km).

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O meu primeiro objectivo foi ‘empurrar’ Vera para a vitória. Depois, alcançar o primeiro. A partir daí fiz a minha corrida. Foi o primeiro ano em que consegui treinar a sério, sem lesões, e sabia que podia vencer - António Sousa

Nos homens, António Sousa, 46 anos,  vencedor em 2014 da primeira edição na Comporta, ultrapassou largamente a sua anterior marca e bateu em mais dois quilómetros a distância do vencedor do ano passado, Daniel Pinheiro. Antigo Campeão Nacional da Maratona, várias vezes Internacional por Portugal e ainda hoje detentor do record nacional dos 25.000 metros em pista, Sousa saiu duplamente vitorioso – já que Vera Nunes é treinada por si.

OS VENCEDORES GLOBAIS

Giorgio Calcaterra foi o vencedor global desta terceira edição, estabelecendo um novo record absoluto de 88,440 km. O italiano, de 44 anos, é uma enorme referência nas longas distâncias – foi por três vezes Campeão do Mundo dos 100 km – voltou a correr em Milão e depois de duas tentativas frustradas (4º classificado em 2014 e 2015) foi finalmente coroado Campeão Global da Wings for Life World Run. O português António Sousa foi 7º do ranking global, a mesma classificação que Portugal alcançou.

Kaori Yoshida, de 35 anos, correu pela noite dentro em casa e manteve no Japão o domínio no sector feminino em termos globais, depois de correr uns impressionantes 65,71 quilómetros.

A EDIÇÃO DE 2017

A Wings for Life World Run tem a sua continuidade assegurada, com a edição de 2017 agendada para o dia 7 de maio. As inscrições estão desde já abertas na página oficial do evento em www.wingsforlifeworldrun.com, com um custo de €15 que reverte integralmente para a fundação Wings for Life.

A ETAPA PORTUGUESA

Em Portugal, a Wings for Life World Run conta com o importante apoio da Fundação Vodafone, Câmara Municipal do Porto, Turismo do Porto e Região Norte, Mini, Vitalis, BDR, Hertz, Uber, Câmara Municipal de Aveiro, Câmara Municipal de Espinho, Câmara Municipal da Murtosa, Câmara Municipal de Ovar, Câmara Municipal de Vila Nova de Gaia, CP – Comboios de Portugal, Infraestruturas de Portugal, Voluntify, Federação Portuguesa de Atletismo, Universidade do Porto e Norte2020/Feder (CCDRN).

 

Fonte: WFLWR
Fotos: (1) EP; (2) (3) WFLWR

“A confissão do navegador” : Duarte Nuno Braga em entrevista

capa_confissao_NavagadorDuarte Nuno Braga nasceu em 1975 e é natural de Lisboa. O prémio literário que recebeu aos 14 anos incentivou-o a continuar a escrever. Licenciado em Engenharia Eletrotécnica, fez carreira na área das tecnologias. É autor do blogue duartenunobraga.com, onde se entrega à escrita, ao contacto com outros autores e sobretudo à partilha com os leitores. Dedica-se à formação em escrita criativa. A Confissão do Navegador é o seu primeiro romance histórico.

De que forma chegas a esta personagem histórica, Duarte Pacheco Pereira, e a incluis no teu livro?

Comecei por descobrir “A Confissão do Navegador” através da meditação. Alguns episódios narrados apareciam-me, muitas vezes, em sonhos, como se estivesse a ser chamado para desvendar segredos antigos. Comecei a investigar a vida de diversos navegadores quinhentistas até que conheci a história escondida de Duarte Pacheco Pereira. E, nesse preciso momento, não tive mais dúvidas de que era ele o capitão desta história incrível.

Duarte Pacheco Pereira poderá ser mais um herói ignorado na nossa história?

Não tenho quaisquer dúvidas disso. Duarte Pacheco Pereira terá estado duas vezes no Brasil, antes de 1500. A sua fé, aliada aos seus conhecimentos de cosmografia, foram determinantes. Portugal precisava de conseguir um caminho marítimo para a Índia, tão seguro quanto possível. As aguadas em África eram muito inseguras, devido à hostilidade dos nativos e D. João II necessitava de alternativas. É muito provável que a descoberta do Brasil tenha ocorrido em 1493. No ano seguinte, o próprio Duarte Pacheco Pereira assinava o Tratado de Tordesilhas, que estendia a linha divisória da bula papal em 270 léguas a oeste de Cabo Verde, incluindo assim aquele novo território. No mesmo tratado ficaria salvaguardado um período de carência que concederia a Castela quaisquer terras descobertas. Revelar o descobrimento do Brasil naquela altura seria algo impensável. No seu tempo, Duarte Pacheco Pereira foi um grande visionário e os seus feitos foram notáveis, mas a nossa história não lhe deu o lugar de destaque merecido.

Escrever um romance histórico implica um trabalho e um estudo extenso. O que fizeste para dar corpo ao teu romance?

Este romance demorou cerca de dois anos a completar. Foram muitas horas de biblioteca, a consultar compêndios antigos e o próprio regimento escrito por Duarte Pacheco Pereira. Tive o máximo de cuidado possível nos pormenores. Se num determinado episódio descrevi uma tempestade, é porque existem registos, nesse dia, dessa intempérie. Toda a parte ficcionada foi feita de uma forma não contraditória com os registos históricos existentes. Isto é, o rei pode não ter dado um anel a Duarte Pacheco Pereira, como é descrito no primeiro capítulo. Mas não existe um documento a dizer que não deu. Os factos históricos, por outro lado, são narrados com o maior rigor possível.

Também tive alguma sorte. No desenrolar do romance, o herói tem um amor proibido com Antónia, com quem viria a casar mais tarde. Faltava-me saber se, efectivamente, poderia ser um amor proibido. Fiquei incrédulo ao descobrir que existem indícios de que a família de Antónia terá estado exilada em Castela, por conspiração contra o rei. A nossa história é tão rica que a escrita de um romance acaba por se simplificar. (risos!)

Ganhaste um prémio quando eras mais novo. Ficar tantos anos desligado da escrita fez-te duvidar das tuas capacidades?

Não posso dizer que alguma vez tenha duvidado das minhas capacidades enquanto autor. Desde muito novo que gostava de escrever. Lembro-me de inventar notícias em pequenos bilhetes e lê-los para a família. Durante a adolescência, concorri com um conto a um prémio literário e fiquei em primeiro lugar. Recordo-me de que investi todo o prémio num rádio-transmissor. Gostei tanto daquilo que ganhei um entusiasmo pelas telecomunicações, até hoje.

A verdade é que o universo tem a incrível capacidade de nos devolver oportunidades atrás de oportunidades. E, desta vez, agarrei-a! Creio que o meu problema foi gostar sempre de fazer muitas coisas diferentes. (risos!)

De que forma a tua busca interior – fizeste cursos de meditação, aprendeste astrologia, música, palavras e poesia, viste artes ancestrais, fizeste massagem Thai – te ajudou na tua vida?

Sempre gostei da mudança e de me questionar. A minha busca interior não termina aqui. Creio que acabou de começar. Na minha perspectiva pessoal, este livro é muito mais do que uma obra sobre os descobrimentos. É um guia de auto conhecimento. Creio que muitos leitores encontrarão nele também algumas respostas. Costumo dizer que a coragem e impulsividade, quando coabitam, podem ser explosivas. A minha busca interior ajuda-me a apaziguar essa efervescência. Por outro lado, a vida é para ser vivida, certo? Só temos de encontrar um equilíbrio.

Estavas à espera de tantas solicitações após a publicação de «Duarte Pacheco Pereira – O Navegador que descobriu o Brasil»?

Confesso que não tinha consciencializado quaisquer perspectivas nesse sentido. Nem altas, nem baixas. Vivi com muito amor e dedicação todos os diferentes momentos deste livro. A pesquisa, a escrita, a revisão, a publicação e agora a divulgação. Costumo dizer que a felicidade não se encontra no horizonte, ela mora no caminho da vida. E só poderemos realmente vivenciá-la se colocarmos as expectativas de lado.

Contudo, e sem falsa modéstia, não escondo a minha satisfação por ver as atenções postas em torno desta obra, quer por parte da comunicação social, quer por parte dos leitores.

Queres falar-nos de influências? Que escritores e livros te marcam?

A maior influência é a minha própria vida e a forma como encaro as situações com que deparo. Não há escritor que não tenha um pouco de si nos seus livros. No plano da escrita espiritual, tenho de referir Paulo Coelho, que considero um mestre. No contexto do enredo e das descrições, O Equador de Miguel Sousa Tavares é um néctar. E, se isso fosse possível, gostava de tirar o curso da linguagem própria de Mia Couto.

O que queres dizer ao teu público-leitor e a quem ainda não te descobriu?

«A Confissão do Navegador» é um empolgante romance histórico que nos leva a vivenciar as emoções das viagens marítimas dos descobrimentos e da conquista das Índias. Numa época envolta em segredos, conspirações e amores proibidos, o capitão português, pejado de fé e perseverança, enfrentou a fúria dos oceanos, combateu exércitos poderosos e realizou descobertas de importância vital para o país. Porém, na rota das suas viagens, Duarte Pacheco Pereira descobriu muito mais do que poderia sequer imaginar.

Além de sugerir a leitura do meu livro, gostava de incentivar os leitores a darem uma oportunidade aos novos autores portugueses. Felizmente, existem cada vez mais pessoas a escrever – e bem!

Aproveitem as redes sociais para conhecer os autores, que estão ávidos de receber os vossos comentários e partilharem experiências. Procurem Afonso Reis Cabral, Manuel Monteiro, Célia Loureiro, Sara Rodi, Nuno Nepomuceno.

Leiam autores portugueses, ajudem a cultura portuguesa!

A Confissão do Navegador
A Confissão do Navegador
Duarte Nuno Braga

P.V.P.: 15.90
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Data de Edição: 2016
Nº de Páginas: 256
Editora: Editorial Presença

Corre o ano de 1493. D. João II convida o navegador Duarte Pacheco Pereira a conhecer Cristóvão Colombo. Joga-se o destino de Portugal e do próprio Duarte Pacheco Pereira, incumbido de uma missão secreta que o leva aos confins do Atlântico. Neste empolgante romance histórico desvenda-se a figura pouco conhecida do navegador descrito por Camões como o «Aquiles lusitano». Do perigo dos mares ao calor da Índia e da batalha, somos levados para uma época envolta em segredos, conspirações e relações proibidas. A ambição de um reino muda a vida de um homem dividido numa busca espiritual entre a lealdade e o amor.

Lisboa é a melhor cidade para se trabalhar e para se viver segundo a BBC

Lisboa_BBC2A BBC elogia a cidade que recupera da crise que afectou a zona euro e faz um notável esforço para atrair empreendedores de todo o mundo. Start-ups, surf e sol fazem de Lisboa a melhor cidade para se trabalhar e para se viver.

Os apoios existentes para a criação de novas empresas são salientados no artigo da autoria de Lennox Morrison. A autarquia, a InvestLisboa e a Startup Lisboa são apontadas como catalisadores deste ecossistema empreendedor.  A Startup Lisboa, fundada em 2011, já ajudou a criar mais de 250 empresas, nas quais cerca de 30% dos novos empresários são estrangeiros

Para a BBC, os esforços realizados pelas entidades referidas e a requalificação urbana, contribuíram para a conquista do título de European Entrepreneurial Region of the Year (Região Empreendedora Europeia do Ano).

A proximidade com o Atlântico, as praias douradas, os cerca de 220 dias de Sol por ano, a língua inglesa ser amplamente falada, e ainda os custos  no que respeita a rendas e colaboradores serem competitivos face a outras capitais europeias, são referidos como factores de atracção de Lisboa.

Fontes: BBC; Sapo24
Foto: visitlisboa.com