Safety Video da TAP vence prémio em Festival de Cinema Norte-Americano

 

neo1[1]O Safety Video da TAP, vídeo com instruções de segurança exibido a bordo dos aviões da companhia, foi novamente premiado, desta vez, com a medalha de prata na edição dos “New York Festival’s World’s Best TV & Films”. Este certame, dedicado à indústria da televisão e do cinema, que este ano se realizou em Las Vegas, reconhece o trabalho audiovisual em diferentes categorias de empresas oriundas de mais de 50 países.

A transportadora aérea nacional foi distinguida na categoria “Vendas” com o Safety Video, que, além de um vídeo de segurança, é também uma homenagem a Lisboa, retratando o percurso pela cidade de dez portugueses, dos 7 aos 70 anos, culminando com a experiência de voar pela primeira vez.

Ao longo do trajecto, e nos mais variados meios de transporte, estes passageiros vão recordando as regras de segurança e mostrando Lisboa, numa perspectiva histórica, mas também moderna, trendy e cosmopolita e um destino turístico a conhecer.

A TAP contou com a colaboração da Associação de Turismo de Lisboa como parceira deste projecto realizado no âmbito da celebração dos 70 anos da companhia, em 2015, e que se encontra em exibição a bordo da frota da Companhia.

Este é mais um prémio que vem juntar-se à lista de títulos conquistados pelo Safety Video da TAP:

  • Prémio especial na 10ª edição do Film Art & Tourism Festival “FilmAT”, em Varsóvia, Polónia – maio 2015;
  • Finalista no SILAFEST 2015 – The International Festival of Tourist an Ecology Film, na Sérvia – setembro 2015;
  • Primeiro Prémio na categoria “Mobility & Transports” e Prémio especial na categoria de “Branding & Business Award” na 8ª edição do ART&TUR – Festival Internacional de Cinema de Turismo – outubro 2015;
  • Prémio Multimédia de Turismo de Berlim – Golden City Gate (“Das Goldene Stadttor 2016 – Tourism Multimedia Award”).


Fonte: TAP
Foto: DR

 

 

 

 

Do IT, Girls! acolhe 200 estudantes universitárias na Microsoft

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A Microsoft Portugal apresenta amanhã, dia 28 de Abril, o “Do IT, Girls!”, um evento onde estudantes universitárias podem ficar a saber mais sobre a indústria tecnológica e os seus casos de sucesso.

Esta iniciativa tem por objectivo inspirar mais mulheres na área das IT, capacitá-las e dar-lhes um espaço de visibilidade dentro de um programa de mentoria na Microsoft, com possível recrutamento para a empresa. Este programa pretende a contrariar a tendência identificada pelo Fórum Económico Mundial, que estima que a diferença de género nas carreiras não acabará antes de 2133.

O “Do IT, Girls!” insere-se no âmbito da campanha corporativa internacional da Microsoft #Makewhatsnext , que visa alertar para a diferença de género nas carreiras.

O evento decorre na sede da Microsoft Portugal no Parque das Nações, com a presença de Albertina Jordão, Gestora de Programas do Centro Regional de Informação das Nações Unidas, Catarina Marcelino, Secretária de Estado para a Cidadania e a Igualdade, João Couto, Director Geral da Microsoft Portugal, bem como os responsáveis de várias empresas tecnológicas a operar em Portugal.

O painel de oradores inclui responsáveis de startups nacionais de sucesso como Filipa Neto, Co-Fundadora da Chic by Choice e Filipa Larangeira, Directora de Recursos Humanos na Uniplaces.

Agenda:

9h30: Sessão de Abertura

  • João Couto, Director Geral na Microsoft Portugal
  • Albertina Jordão, Gestora de Programas UNRIC/OIT Lisboa
  • Catarina Marcelino, Secretária de Estado da Cidadania e Igualdade

10h00: Keynote: How I’ve built a tech company without a tech background? 

  • Filipa Neto, Co-Fundadora da Chic by Choice

10h30: Mesa Redonda: As carreiras têm sexo? Moderadora:  Marisa Figueiredo, jornalista

  • Paula Panarra, Directora de Marketing e Operações na Microsoft Portugal
  • Manuel Beja, Director de Recursos Humanos na Novabase
  • Filipa Larangeira, Directora de Recursos Humanos na Uniplaces
  • Ana Teresa Freitas, Professora do Instituto Superior Técnico e Directora Geral na Heartgenetics
  • Sofia Tenreiro, Directora Geral na Cisco
  • Moderadora:  Marisa Figueiredo, jornalista

14h30: Speed Dating com mentores: Desenvolvimento de Carreira

15h15: Workshop: Marca pessoal no Linkedin

  • Clara Celestino, Manager de Recursos Humanos na Microsoft Portugal

16h00: Programas para recém-licenciados e jovens talentos

  • Clara Celestino, Manager de Recursos Humanos e Lara Próspero, CSS EMEA MACH Lead

16h30: Encerramento

  • Vânia Neto, Diretora para Educação e Responsabilidade Social na Microsoft Portugal, e Roberta Cocco, National Plan Director na Microsoft Western Europe

Fonte e foto: Microsoft Portugal

+351 : indicativo de moda made in Portugal

351_1 A +351 é uma marca 100% made in Portugal que está a dar os primeiros passos lá fora, com encomendas entre Nova Iorque e o Brasil. Recentemente, foi introduzida numa loja em Nova Iorque, a ‘Tictail Store’, em Orchard Street 90. Todas as peças são produzidas localmente, valorizando os melhores standards de qualidade da indústria têxtil portuguesa.

A personalidade vincada da marca destaca-se pela estética original e design único, com a concepção das colecções assente em linhas rectas, cortes confortáveis e diferentes texturas misturadas com pigmentos de cor e estampados com padrões desenhados especialmente para cada colecção.

 

351_3a1O processo criativo de Ana Penha e Costa é fortemente inspirado no estilo de vida ligado à cidade de Lisboa e à proximidade com o mar. A paixão pelo surf, pela música e pelas artes também se reflectem nas colecções. Influenciada pela aura de tudo o que a rodeia, a +351 oferece peças de roupa com atitude mas ao mesmo tempo um estilo descontraído para o dia-a-dia das gerações modernas actuais.

Emojis, estrelas, planetas, flores néon e listras fazem o universo paralelo que Ana quis transportar para a Colecção Primavera/Verão 2016, de forma a trazer cor e novos padrões para a cidade de Lisboa.

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A colecção está disponível na nova Loja/Atelier no nº18, da Rua Poiais de S. Bento, onde os consumidores poderão ter um contacto directo com a +351 e o com seu processo criativo. Poderá também ser encontrada no site oficial da marca (www.mais351.pt), na loja The Feeting Room, no Porto, no Espaço B, no Príncipe Real, e ainda no Hotel The Oitavos, em Cascais.

A criadora

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Ana Penha e Costa é uma apaixonada por Lisboa e pelo mundo. Trabalhou na Osklen, no Rio de Janeiro, e a ligação ao surf contribuiu para uma passagem pela Billabong, em França. Há 3 anos, lançou a +351, marca que criou com o objectivo de dar expressão ao design e produção nacionais, e que vê agora a sua 3ª colecção sair à rua.

Fotos: DR

Fisgas de Ermelo atrairam 800 participantes em prova de Trail Running

fisgas1bAs Fisgas de Ermelo representam um acidente geológico (quedas de água do rio Olo) com cerca de 400 metros e são o melhor cartão de visita do Município de Mondim de Basto. Este cenário natural de enorme beleza serviu de mote à 1ª Edição do Trail Fisgas de Ermelo.

Com base no seu elevado valor científico, didáctico, patrimonial e turístico, o Município de Mondim de Basto  organizou a candidatura das Figas do Ermelo a Património Natural da Humanidade, tendo o processo já dado entrada na Comissão Nacional da Unesco.

A beleza singular e selvagem das Fisgas de Ermelo atrai dezenas de milhares de visitantes todos os anos, que daqui saem com todos os sentidos despertos e com o desejo e a promessa de voltarem muitas outras vezes.

Fruto da aposta neste grande activo turístico, a autarquia inaugurou, este mês, o PR3 Fisgas de Ermelo, um percurso com grandes desníveis, com um nível de dificuldade elevado mas, ao mesmo tempo, desafiante e emocionante pela envolvência natural, rural e única que o caracteriza. O ponto de partida é a aldeia de Ermelo e desenvolve-se à volta do rio Olo, passando pela queda de água.

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Com todos estes ingredientes, faltava uma prova de Trail que permitisse desfrutar deste cenário único. Assim surge a 1º Edição do Trail Fisgas de Ermelo com duas corridas de 16km e 25km, no qual os atletas percorreram os trilhos do Parque Natural do Alvão, tendo como vista privilegiada as Fisgas de Ermelo, uma das maiores quedas de água da Europa, com um desnível de cerca de 400 metros, assentes em rochas quartzíticas com aproximadamente 480 milhões de anos.
Esta prova foi organizada pela AMA- Associação Mondim Atletismo, com o apoio do Município de Mondim de Basto, Junta de Freguesia de Mondim de Basto e União das Freguesias de Ermelo e Pardelhas. Esta primeira edição teve lugar este domingo, com partida às 9h30m na aldeia histórica de Ermelo, e com chegada na Vila de Mondim de Basto. Os 800 participantes esgotaram as inscrições a 5 semanas da prova.
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O trail longo 25km, percorreu trilhos até ao mítico Alto da Sr. da Graça, O monte Farinha é uma montanha do distrito de Vila Real, com uma altitude de 947 metros. No seu topo, conhecido como Alto da Senhora da Graça, localiza-se o Santuário de Nossa Senhora da Graça, e a vila de Mondim de Basto situa-se no seu sopé.

A ascensão ao Alto da Senhora da Graça, por uma estrada com inclinações até 12%, é famosa pela habitual presença na Volta a Portugal em Bicicleta. Após subirem ao ponto mais alto, os participantes desceram até á meta situada na praça do município por trilhos usados pelos peregrinos na peregrinação ao Alto da Senhora da Graça.

Por fim, o trail curto 16km, seguiu os trilhos da Levada de Piscaredo até á Vila de Mondim de Basto. A Levada de Piscaredo remonta ao século XIII, ainda no reinado de D. Afonso II. Devido à escassez de água, indispensável para a irrigação dos seus campos, os proprietários das terras de Mondim decidiram partir de suas casas rumo às Mestras, confluência dos rios Cabrão com o Cabresto, e só regressaram muitos meses depois, trazendo consigo o preciso líquido. A Levada de Piscaredo é totalmente reconstruída em lajes de granito.

fisgas1editAs fortes chuvas que se registaram este fim de semana provocaram uma subida considerável do caudal do rio, o que impossibilitou a sua travessia em segurança.  Fruto desta contigência, foi efectuado um desvio com cerca de 2km, que resultou num incremento das distâncias a percorrer pelos atletas.

Esta prova foi abrilhantada pelas presenças de Manuela Machado, uma das nossas melhores atletas da Maratona e Ester Alves, vencedora da ultramaratona costa-riquenha The Coastal Challenge 2016. As duas atletas participaram na prova de 15km, tendo Ester Alves arrecadado o primeiro lugar na classificação geral feminina (1:58:10 ) e Manuela Machado o segundo (2:02:40). Maria Santos venceu a prova dos 25km (3:19:32).

No capítulo masculino, José Rodrigues venceu a prova de 15km (1:39:19) e Leonel Cunha foi o primeiro a terminar os 25km (2:29:28).

CLASSIFICAÇÕES

15KM

Escalões Masculinos:

Seniores (18 a 39 anos)
1     JOSÉ RODRIGUES                  EXPERIENCIAR/BARCELT.   1:39:19
2     FERNANDO NEVES                    CENTRO CICLISTA DE G         1:40:51
3     BRUNO SANTOS                          CTADTRILHOS DE CINFÃES  1:41:16

Veteranos M40 (40 a 49 anos)
1      BRUNO COUTADA                      INVICTUS OPORTO TEAM     1:50:22
2     ABILIO ALMEIDA                        Individual                                     1:50:25
3     FRANCISCO PEREIRA                AIRORUN                                    1:52:55

Veteranos M50 (50 anos ou mais)
1     FERNANDO GONCALVES          FAFE RUNNERS                       1:39:42
2     FERNANDO NEVES                    AMIGOS DO PEDAL TRAIL    1:48:58
3     AVELINO MARTINS                   PETRO BASTO                            1:55:05

Escalões Femininos:

Seniores (18 a 39 anos)
1     ESTER ALVES                            LABORIAL                                   1:58:10
2     SILVIA FERNANDES                  Individual                                     2:15:22
3     INES MOREIRA                           MOINHOS RUN                          2:15:27

Veteranas F40 (40 a 49 anos)
1     SANDRA MENDES                      PROFISIO TEAM                        2:15:43
2     DEOLINDA FARIA                     AIRORUN                                     2:19:04
3     ANA PINTO                                  ALIANÇA DE GANDRA             2:24:09

Veteranas F50 (50 anos ou mais)
1     MANUELA MACHADO              CYCLONES                                   2:02:40
2     ROSA MENDES                           GONDOMAR FUTSAL CLUB   2:57:42
3     ADELAIDE VIGARIO                 GONDOMAR FUTSAL CLUB   3:00:39

25KM

Escalões Masculinos:

Seniores (18 a 39 anos)
1     LEONEL CUNHA                     LA SPORTIVA/SA TECNO       2:29:28
2     CÉSAR BARROS                          SPORT CLUBE DE BEIRA        2:32:55
3     VÍTOR COSTA                             A.D.AMARANTE TRAIL R        2:35:09

Veteranos M40 (40 a 49 anos)
1     RUI LARANJEIRA                      EXPERIENCIAR/BARCELT.    2:36:09
2     JOSÉ SILVA                                 MINHO AVENTURA                  2:38:42
3     ROBERTO GRANA                     VERMUT LODEIROS ATLH    2:45:19

Veteranos M50 (50 anos ou mais)
1      LUIS SAMPAIO                          ARRASTA O PÉ                            2:36:54
2     FRANCISCO LEMOS                 ARRASTA O PÉ                            2:54:16
3     JOSE OLIVEIRA                         PETRO BASTO                             2:59:31

Escalões Femininos:

Seniores (18 a 39 anos)
1     ESTELA MARTINS                      Individual                                     3:20:56
2     ANA VIEIRA                                 AMIGOS DO PEDAL TRAIL     3:29:21
3     ALEXANDRA OLIVEIRA          MINHO AVENTURA                  3:33:43

Veteranas F40 (40 a 49 anos)
1     MARIA SANTOS                       CHEGAMOS AO FIM                3:19:32
2     ALEXANDRA FERNANDES     NASCIDOS PARA CORRER     3:24:16
3     MANUELA FARIA                       Individual                                     3:52:10

Veteranas F50 (50 anos ou mais)
1     CARMO MARINHO                    LIGEIRINHOS                            3:46:56
2     MARIA RICARDO                      LION RUNNERS G. D.              5:04:08

 

Fontes: Associação Mondim Atletismo; Município de Mondim de Basto; Cyclones Sports; Diário de Trás-os-Montes
Fotos: Nuno Faria
(excepto 2ª fotografia)

A Excelência Portugal participou nesta prova a convite da organização.

TAP vence prémio com kits de bordo inspirados em latas de sardinhas

tap_kitsA transportadora aérea nacional recebeu o galardão de ouro dos Travel Plus Awards, na categoria “Ethically Sustainable Amenity”, atribuído aos seus kits de bordo de classe executiva, com design original.

As tradicionais latas de conserva de sardinha portuguesas serviram de inspiração a estas caixas que são oferecidas a bordo aos clientes da classe executiva nos voos de longo curso.

O júri considerou que este design, e em particular as características dos materiais utilizados na produção das caixas, permite minimizar o impacto ambiental, o que demonstra as preocupações ecológicas e de sustentabilidade da TAP.

Estes kits de executiva são mais um instrumento que a TAP encontrou para homenagear e divulgar símbolos da nossa cultura, concedendo um meritório destaque ao trabalho de diferentes artistas, criadores das imagens seleccionadas para decorar estas caixas.

Fonte: TAP
Foto: DR

INNOVMAR : CIIMAR conquista novo projeto NORTE2020

ciimar2INNOVMAR – Innovation and Sustainability in the Management and Exploitation of Marine Resources é o novo projeto de investigação científica do Centro Interdisciplinar de Investigação Marinha e Ambiental da Universidade do Porto (CIIMAR), com financiamento aprovado pelo Programa Operacional Regional do Norte (NORTE2020) através Fundo Europeu de Desenvolvimento Regional (FEDER).

O INNOVMAR procura identificar novos produtos marinhos com aplicações biotecnológicas; promover a inovação e valorização dos produtos do mar, em particular através da introdução de novas espécies de aquacultura e da avaliação da qualidade ambiental, vulnerabilidade e riscos para a gestão sustentável dos recursos naturais da costa NW e serviços dos ecossistemas – Vitor Vasconcelos, presidente da direção do CIIMAR

Constituído por três eixos de investigação distintos mas complementares: NOVELMAR – Novel marine products with biotechnological applications; INSEAFOOD – Innovation and valorization of seafood products: meeting local challenges and opportunities e ECOSERVICES – Assessing the environmental quality, vulnerability and risks for the sustainable management of NW coast natural resources and ecosystem service, o projeto pretende consolidar a investigação do CIIMAR e implementar ações estratégicas com impacto nacional e regional, contribuindo assim para o crescimento da economia azul.

O projeto, com a duração de três anos, recebeu um financiamento de cerca de 4.2 milhões de euros e prevê a contratação de 35 investigadores e técnicos.

Fonte: CIIMAR
Foto: DR

UPRunning : Corra com a Universidade do Porto

uprunningQuer correr acompanhado? Está farto de fazer sempre os mesmos percursos? Junte-se ao grupo de corrida da Universidade do Porto, o UPRunning.

A pensar nos que correm por motivos de saúde, pelo simples prazer de correr ou simplesmente porque “está na moda”, o Centro de Desporto da Universidade do Porto (CDUP-UP) acaba de lançar o UPRunning, um grupo de corrida aberto a todos os membros da comunidade.

Todas as segundas-feiras, às 18h45, o grupo de corrida arranca, sempre com pontos de partida e percursos diferentes. Os locais de partida são anunciados com antecedência no site do CDUP-UP e no grupo de Facebook do UPRunning. No dia 18, o ponto de encontro será a Praça Gomes Teixeira, junto ao Edifício da Reitoria.

U.Porto e a Wings for Life World Run

Aproveite o UPRunning para se preparar para a Wings for Life World Run, uma corrida que terá lugar dia 8 de Maio no Porto e à qual a U.Porto volta a associar-se como entidade parceira.

Pode também correr na Wings for Live pela equipa da Universidade do Porto. Adquira o Kit U.Porto na Wings for Live (15 euros) nos balcões de atendimento do CDUP-UP: CDUP na Faculdade de Desporto, CDUP-Boa Hora, Pavilhão Luís Falcão e Estádio Universitário.

Pelo terceiro ano consecutivo, o mundo vai correr por aqueles que não podem na Wings for Life World Run. Nas duas primeira edições, foram 136,677 participantes unidos nos quatro cantos do planeta numa corrida solidária com um objetivo claro – encontrar a cura para as lesões na espinal-medula. Um esforço traduzido em mais de 7 milhões de euros para a investigação científica. Portugal continua no mapa, com um percurso que volta a arrancar da Invicta.

A corrida tem partida no centro da cidade e o final pode ser um qualquer ponto entre o Porto e Aveiro, ou seja, cada atleta vai dar o seu melhor por esta causa e tentar fazer o maior numero de km possível, evitando que a meta o “alcance”. Trata-se de uma meta móvel (neste caso um carro), com uma tecnologia que vai eliminando os atletas que são alcançados pelo mesmo.

Fonte: U.Porto;noticias.up
Foto: DR

Conexão Lusófona em entrevista

conexao1Não é todos os dias que numa entrevista a quatro membros de uma associação se encontram representados três continentes de uma vez só. A Viviane e a Bruna são brasileiras, o Pedro é português e a Laura é luso-angolana. Nascida oficialmente como uma Associação Juvenil sem fins lucrativos em Julho de 2009, a Conexão Lusófona tem hoje uma equipa constituída por cidadãos de todos os países pertencentes à Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CPLP): Angola, Brasil, Cabo Verde, Guiné-Bissau, Moçambique, Portugal, São Tomé e Príncipe e Timor-Leste. O único país não representado na equipa é a Guiné Equatorial que foi aceite como membro da CPLP em 2014.

A Excelência Portugal quis descobrir mais acerca da Lusofonia e do papel da Conexão Lusófona no Mundo.

O que é a Lusofonia?
Pedro Filipe: A Lusofonia é um sentimento de pertença a uma comunidade que está unida pela mesma língua. É mais que isto: é cultural, é sociológico. É um sentimento de afinidade porque sentimos uma proximidade muito maior com alguém que fala a nossa língua e que partilha um passado comum. Necessariamente por partilhar esse passado comum partilha também uma visão do presente e do futuro.

Veja este vídeo da Conexão Lusófona com o título “O que é Lusofonia?”:
https://www.youtube.com/watch?v=Yc1Vd1NLLlU

E pensa que existe este mesmo sentimento em comunidades falantes de outra língua como é o caso da francofonia ou a anglofonia?
Pedro Filipe: Eu acredito que também exista, acho que todos nós acabamos por envolver-nos mais com comunidades e pessoas que têm algo em comum connosco, como a língua ou outros factores identitários. Creio que cada uma das comunidades a vive de forma diferente. Nós temos uma maneira muito própria de viver a Lusofonia.

A ideia surgiu como e porquê? Sentiram a necessidade de algo que ligasse as pessoas da comunidade lusófona?
Laura Vidal: Sim, a ideia surgiu como um grupo de amigos na altura em que eu andava na faculdade em Lisboa. Espontaneamente foi surgindo um grupo de pessoas que se juntavam para convívios, debates, saídas à noite. No fundo eramos jovens estudantes universitários de todos esses países (CPLP). Depois essa experiência acabou por se repetir, no meu caso particular quando fui estudar para o Brasil em que acabei por ter as mesmas vivências com outras pessoas que estavam no Rio de Janeiro a estudar e que eram também lusófonos. Obviamente que, com esta grande mistura cultural e um à vontade que havia entre nós, a tendência era que as conversas fossem muito a partilha das realidades culturais e os pontos de contacto entre os diversos países ali presentes. À medida que esses laços se foram criando e esses diálogos se foram estabelecendo houve uma consciência generalizada de que nós eramos uma geração que tínhamos um papel importante nesta aproximação. Percebemos que não havia nada de concreto a ser feito em torno da juventude e das novas gerações lusófonas. Depois de percebermos isso achámos que podíamos passar para a prática e assim criar esta associação. Quisemos transpor aquilo que inicialmente eram reuniões informais para algo mais concreto, com projetos concretos e uma linha de ação concreta.

Qual é a principal missão da Conexão Lusófona?
Viviane Carrico: Espalhar a Lusofonia pelo mundo! A missão da Conexão Lusófona é conectar todos os jovens e pessoas que tenham este sentimento de pertença que vai muito além daquilo que são os países que fazem parte da CPLP. Normalmente as pessoas, quando pensam em Lusofonia automaticamente pensam nos países da CPLP mas na verdade a Lusofonia são todas as regiões, mesmo em comunidades francófonas ou anglófonas, com pessoas que já estiveram ou estudaram em países lusófonos ou que têm algum interesse pela nossa cultura e que querem, de certa forma, entrar no meio deste caldo e participar nas nossas atividades. A Conexão Lusófonas tem várias áreas de destaque que podem ser vistas no nosso portal (www.conexaolusofona.org), o nosso meio de comunicação dentro e fora de Portugal. Temos várias áreas de intervenção como a Cultura (realizamos vários eventos ao longo do ano como o Festival da Conexão), a Educação, Política, está tudo interligado. Basicamente, a nossa missão é dar a conhecer este espírito lusófono e ser um meio, uma plataforma, para que as pessoas se encontrem, partilhem e façam acontecer.

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Os portugueses vivem a Lusofonia sem saber?
Laura Vidal: Sim. Uma das muitas missões que temos é precisamente essa. Com os nossos projetos procuramos trazer este espírito lusófono e desenvolver esse sentimento de pertença. Há pessoas que já o vivem e que, de alguma forma, estão conscientes dessa sua múltipla pertença a este espaço que já veem como um todo. Há pessoas que já tiveram contactos e experiências de vida que as remeteram para determinado país, ou gostam de um determinado estilo de música e nunca tinham parado para pensar que aquilo até tem um nome ou tem uma ideia utópica por trás. Principalmente com os nossos eventos, apercebemo-nos muito disso, que vem alguém que já conhece e que já se sente parte e lusófono mas também vêm pessoas curiosas ou que gostam de um determinado artista no festival e depois têm uma experiência e uma vivência em que numa situação prática percebem o que é isso da Lusofonia. O que eu acho que em Portugal particularmente acontece é que esse sentimento e sentido de pertença já se começa a viver. Penso que Lisboa é uma cidade onde isso se sente cada vez mais e Lisboa tem assumido esse lado identitário de mistura lusófona mas acredito que não haja essa consciência plena pelo país fora. Existem alguns pontos de contacto mas nem sempre há essa tomada de consciência e é por isso que nós aqui estamos.

A equipa da Conexão Lusófona tem quantas pessoas e de que origens?
Laura Vidal: Contabilizar-nos é sempre um problema. Há diferentes níveis de participação e envolvimento na Conexão Lusófona. Que participam e já seguiram eventos da Conexão Lusófona já estamos nos milhares: a seguir através do portal, interagir no Facebook, participar nos debates, no festival. Pessoas que trabalhem no núcleo duro da Associação, diária ou mensalmente já vamos próximos das 100 pessoas incluindo todos os países. Como isto começou de uma forma muito espontânea, estamos agora a tentar institucionalizar e formalizar mais um conjunto de procedimentos que são normais das associações mas sempre com muita atenção para que isto não ponha em causa esta naturalidade e dinâmica muito características da Conexão Lusófona.

Portugal, a nível político e social, está a dar atenção ao tema da Lusofonia?
Pedro Filipe: Sim, acho que Portugal nunca deu tanta importância ao tema da Lusofonia como hoje. É um tema que tem estado na agenda do dia. Tivemos duas eleições legislativas e presidenciais onde ambos os candidatos vencedores manifestaram intenções de alargar o âmbito da Lusofonia. Quer Marcelo Rebelo de Sousa, numa conferência organizada por nós, quer António Costa manifestaram-se favoravelmente à ideia de criar um espaço lusófono um pouco como o espaço Schengen com livre circulação, não de bens, mas pelo menos de pessoas que já seria um grande avanço. Manifestaram-se a favor de projetos como um Erasmus Lusófono, comparando como a União Europeia, e isso é um grande avanço. Se isso vai acontecer ou se vai acontecer à velocidade como esperaríamos e gostávamos não sei mas estas declarações e manifestações de vontade são importantes. Agora é necessário que se traduzam em atos concretos e em pressão política e diplomática mas, de facto, Portugal tem estado muito recetivo a esta ideia de uma nova Lusofonia.

Laura Vidal: Uma plataforma como a Conexão Lusófona, indiretamente, tem contribuído para que a agenda da Lusofonia tenha esse capital e para que seja uma prioridade na agenda política. Em muitas das nossas iniciativas, como conferências e debates, elaboramos as nossas recomendações que fazemos chegar a quem decide, não só em Portugal mas também noutros estados da CPLP. Estamos agora a começar a colher os frutos desse lado menos visível da ação da Conexão Lusófona e desse trabalho de advocacia. Quando começámos a Lusofonia era ainda muito desconhecida, até o nome fazia confusão às pessoas tendo mesmo havido alguma discussão em torno da palavra mas hoje já passámos para outra fase.

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Pensam que nos restantes países da CPLP, as pessoas conheçam a Lusofonia?
Viviane Carrico: As pessoas vivem mais do que conhecem o termo. A essência do Brasil, por exemplo, é como uma colcha de retalhos por isso para nós (brasileiros) já é inconsciente viver uma multiculturalidade e uma panóplia de origens e culturas. Na verdade esta mistura já é a identidade do Brasil.

Bruna Roboldi: No Brasil, falta é uma consciência daquilo que se passa noutros países que compõem esta mistura. Falta um pouco de interesse e de perceber que tudo o que se passa nos outros lugares é um bom exemplo e um espelho do que se passa no Brasil. Nos outros países, pelo menos naqueles em que já estive (Cabo Verde e Moçambique), a Lusofonia também é muito vivida especialmente a nível cultural como a música e o teatro. As pessoas sentem aquele sentimento de pertença como um afeto intrínseco que flui. As pessoas acabam por participar muito na cultura uns dos outros. Penso que em Moçambique fui a mais concertos angolanos do que se teria ido se estivesse mesmo em Luanda.

Que atividades organizam nos restantes países lusófonos que não Portugal?
Laura Vidal: A Conexão Lusófona não tem uma agenda por país, ou seja, somos uma rede que sempre trabalhou como um todo evitando ao máximo que haja uma agenda da Conexão Lusófona por país. O nosso plano de atividades é conjunto com atividades que podem acontecer em diversos pontos do globo. Assim, as atividades que acontecem nos outros países são muito semelhantes àquelas que acontecem em Portugal quando são viáveis e quando conseguimos recursos. Por exemplo, o Festival da Conexão ainda não aconteceu fora de Portugal apenas porque ainda não conseguimos os apoios e recursos necessários mas o nosso ciclo de debates já teve lugar em várias cidades do Brasil, Moçambique e França.

Relativamente à recente incorporação da Guiné Equatorial…
Laura Vidal: Embora às vezes haja a expectativa de algumas franjas da sociedade de que a Conexão Lusófona tome determinada posição pública e oficial sobre determinadas matérias, o que é certo é que a Conexão Lusófona é composta por pessoas que têm pensamentos diferentes em relação a esses temas. Por isso, no caso da Guiné Equatorial, ou mesmo do novo acordo autográfico, nunca anunciámos estar contra ou a favor. De facto, o que tentamos fazer através do canal de comunicação (o portal) é ser um facilitador do debate e da reflexão dentro do espaço lusófono permitindo assim que se partilhem as várias opiniões e ideias existentes. Todos nós na Conexão Lusófona somos livres de pensamento e temos total liberdade para nos expressarmos em nome individual se somos a favor ou contra. Quando sentimos que há um determinado assunto que é concordante dentro da organização, a Conexão Lusófona toma opiniões mais vincadas. Um exemplo disto é a questão da livre circulação.

Fotos: Conexão Lusófona

Lisboa é futuro, segundo o Financial Times

lx_visitportugal2Lisboa é uma das cidades europeias do futuro, de acordo com o ranking “Cidades e Regiões Europeias do Futuro 2016/17”, organizado pela FDi Intelligence Magazine, do Financial Times.

O que é que isto significa? Bem, a publicação do Financial Times, referência na área dos negócios e investimento, coloca Lisboa no 5º lugar do ranking das Melhores Cidades do Sul da Europa.

A lista, liderada por Istambul, conta com Madrid, Barcelona e Milão como cidades mais destacadas. Lisboa fica à frente de Liubliana, Roma, Ancara, Zagreb e Bilbao, e é ainda eleita, enquanto Região, entre as “Melhores Regiões do Sul da Europa”, desta vez em 10º lugar. Talvez haja muito mais para dizer, já que Lisboa mesmo que seja um bom exemplo do que é Portugal, Portugal é mais do que Lisboa. Mas passo a passo, conquistamos. Pessoa a pessoa, revista a revista, concurso a concurso, já são milhares, aqueles que sabem da existência de alguns dos nossos tesouros.

Ainda assim Lisboa consegue lugar no ranking do FDi, que reúne dados de mais de 294 cidades em 148 regiões e organiza-os em seis categorias para chegar ao ranking “Cidades e Regiões Europeias do Futuro”. As categorias incluem Recursos Humanos Ambiente de trabalho, Infra-estruturas, Rentabilidade, e Estratégia de apoio ao Investimento Directo Estrangeiro e Empreendedorismo.

Sentimo-nos muito lisonjeados pelo prémio dado pelo Financial Times à estratégia de Lisboa nos domínios da atracção de investimento, empresas e talentos. A repetição deste reconhecimento é para Lisboa um incentivo para continuarmos a trabalhar no sentido de transformarmos Lisboa numa das cidades mais competitivas, inovadoras e criativas da Europa- Duarte Cordeiro, vice-presidente da Câmara de Lisboa, em comunicado.

A cerimónia de entrega dos prémios realiza-se a 15 de Março, em Cannes, no MIPIM, a maior Feira de Investimento Imobiliário da Europa.
Isto depois de Lisboa ter sido igualmente distinguida há pouco tempo como a sétima cidade preferida pelos investidores europeus para o sector imobiliário, de acordo com o estudo da PwC/ULI “Emerging Trends in Real Estate, Europe 2016”.

Já são inúmeros os prémios, reconhecimentos, publicações e elogios feitos a Lisboa, ao Porto, a uma outra cidade, região de Portugal. Com o tempo, vão-se acumulando e podemos ser levados a pensar que já é suficiente, que basta. Mas nunca será assim. O mundo evolui, muda, transforma-se. Nada pára, nem nós podemos. E para sobreviver, viver e ser reconhecido pelos nossos feitos, é necessário, antes de mais, aceitar que a mudança é tão imprevista como é constante. A definição do nosso melhor varia de pessoa para pessoa, de ano para ano, e quem sabe, de dia para dia. O esforço para continuar a ser melhores não acaba: o futuro é o amanhã, que todos os dias é um dia diferente.

Lisboa é uma cidade do futuro, diz o Financial Times. Os portugueses são futuro, acrescenta a Excelência Portugal.

Fontes: Dinheiro Vivo, Expresso, Câmara Municipal de Lisboa, oje.pt
Foto: pressroom.visitportugal.com

bookinloop.com propões às famílias poupar €200M por ano sem impacto no bolso dos contribuintes

bookinaloopA Book in Loop, start-up recém-chegada ao sector dos manuais escolares, felicita o Governo português pela motivação em reduzir a fatura das famílias com a educação dos seus filhos, que ficou patente com a recente medida de fornecimento gratuito dos manuais para o 1º ano de escolaridade. Este passo é relevante e é dado no sentido certo, no entanto, como clamaram as estruturas representativas de pais e de professores, é necessário ir muito mais longe para resolver cabalmente o problema que as famílias enfrentam no mês de setembro perante a necessidade de gastar centenas de euros em livros e material escolar, uma vez que o 1º ano representa apenas menos de 1% das despesas totais em manuais ao longo do percurso escolar.

As famílias gastam todos os anos, em média, 216€ por aluno em manuais escolares do 5º ao 12º ano, enquanto que no ensino primário apenas gastam uma média de 42€. A isto acresce que a reutilização, além de menos necessária, é mais difícil durante o 1º ciclo de escolaridade pela idade das crianças que manuseiam os livros e a frequência com que têm espaços para preenchimento. Nestes anos, a abordagem ao problema só pode ser aquela que o governo lhe deu: a da oferta dos manuais em plena gratuitidade, o que não se compagina com a lógica de remuneração do sector privado e requer a participação do estado.

O grande desafio para os orçamentos familiares reside nos 2º e 3º ciclos do ensino básico e no ensino secundário, em que os gastos em manuais representam mais de 96% do total. A Book in Loop identificou o problema e propõe-se a resolvê-lo colocando ao serviço das famílias uma plataforma online suportada por uma rede de postos com dispersão nacional que com total comodidade e conveniência e certificação pedagógica permite poupar até 80% da despesa em manuais escolares, através dos mecanismos da sharing-economy.

Este projeto 100% português resulta da experiência de dois jovens estudantes e promete reduzir o preço dos manuais para as famílias de 216€ para cerca de 43€ sem pesar nos bolsos dos contribuintes nem causar embaraços ao Orçamento do Estado. Se aplicado à totalidade do mercado português de livros escolares, um mercado que movimenta mais de €250M todos os anos, o modelo da BiL pouparia €200M que estão a ser gastos ineficientemente.

bookinaloop2Como funciona

O processo é simples: quem tiver manuais usados em boas condições acede a bookinloop.com ou novoanoescolar.pt e vê onde se situam os pontos de recolha em que pode entregar gratuitamente os livros, ou pede à Book in Loop que os vá recolher ao domicílio. Os manuais entregues passam por um controlo de qualidade desenvolvido por uma equipa de investigadores da Universidade de Aveiro a fim de garantir as condições de utilização e, antes do início do ano lectivo, são colocados à venda no website. Nesta altura, as famílias acedem novamente à plataforma, identificam o estabelecimento de ensino e o ano escolar do(s) filho(s) e encomendam os livros, que poderão igualmente ser recolhidos num ponto ou entregues à sua porta num horário conveniente.

Quanto se poupa

Na Book in Loop há duas formas de poupar: comprando e vendendo. Ao comprar, os manuais usados são vendidos com 60% de desconto – por exemplo, se um livro custa 25 euros novo, o usado da BiL custará 10 euros. Ao vender, recebe até 20% do PVP original do livro em função das vendas, pois metade do valor da venda é equitativamente distribuído por todas as famílias que tenham entregue um manual com o mesmo ISBN. Por exemplo, se 10 famílias entregarem um determinado livro igual que seja vendido na plataforma a 10 euros, cada família receberá 50 cêntimos cada vez que um destes livros for vendido, e se for vendido todo o stock deste manual, quem o entregou receberá o valor total (os 5 euros). Esse valor ficará em conta corrente, podendo ser usado na BiL ou resgatado pelo cliente.

Fazendo contas, uma família que gaste 215€ por ano pode poupar 129€ ao comprar os livros na plataforma e pode ainda reaver 20% do que gastou nos manuais do ano anterior se decidir entregá-los, um valor na ordem dos 40 euros. Isto significa que, ao fazer o loop completo de compra e venda, uma família poderá poupar até 80% nos manuais escolares, neste caso cerca de 170 euros.

Sobre a Book in Loop

A Book in Loop é uma start-up, spin-off da Universidade de Coimbra, incubada no Instituto Pedro Nunes e na Startup Lisboa, promovida por três jovens de Coimbra e com investimento de Business Angels, dedicada a trazer as virtualidades da sharing-economy para o mercado da educação.

A BiL lançou a primeira plataforma de reutilização de manuais em Janeiro deste ano tendo já feito campanhas de recolha de livros em 60 escolas do país. Em Junho, no final do ano escolar, abrirá o período de entrega de manuais e a partir de agosto os livros estarão disponíveis para venda. Em Novembro conta iniciar o processo de internacionalização.

Fonte: Book in Loop/Startup Lisboa
Fotos: DR