Porquê amar Lisboa: Forbes dá 12 das muitas razões

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Se ainda não descobriu razões suficientes para amar Lisboa. Se ainda não deu pelos seus inúmeros tesouros. Se não levantou os olhos para apreciar tudo o que o rodeia quando está na capital, então a Forbes decidiu partilhar algumas das suas preciosidades. Mais precisamente, dar a conhecer ao mundo 12 das muitas razões para o fazer.

Embora o artigo tivesse como principal objectivo dar a conhecer ao resto do mundo aquilo que Lisboa tem de especial, e o que dentro dela vive e existe, às vezes nós, portugueses, precisamos de ouvir umas verdades. Precisamos de ser relembrados do nosso valor e do raro que é haver cidades como a de Lisboa.

São as pessoas que fazem uma cidade. E foram os portugueses que fizeram de Lisboa aquilo que ela é hoje. Para o bem, ou para o mal, cometendo erros e evitando outros, não se pode negar que criámos algo que impressiona e agrada àqueles que a visitam. Como sabemos, e segundo o artigo da Forbes, há quem queira partilhar o sonho que é Lisboa e há quem o queira manter segredo. Em qualquer um dos casos, há um orgulho imperativo dentro dos portugueses.

Muito resumidamente, o artigo começa por apresentar algumas das coisas que emanam uma beleza natural que notamos ao passear em Lisboa. Começando pela calçada presente nas ruas estreitas que serpenteiam a cidade, subindo as suas colinas, a arquitectura histórica de muitos edifícios, os palácios belíssimos e uma cultura que é tão melancólica como é alegre, passando depois pelos bairros do Chiado e do Príncipe Real e a existência dos vários restaurantes que estão dentro das últimas tendências da moda, acaba no ambiente de festa que perdura até ao final da noite nas ruas do Bairro Alto.

“É adorável passar aqui um fim-de-semana sem qualquer tipo de plano, perdermo-nos no túnel do tempo dos bairros históricos, tendo os prazeres do peixe fresco e o pôr do sol numa marisqueira junto ao mar ou o turbilhão das festas de rua que duram a noite inteira.”

Mas desta “cidade postal”, como lhe chamam, eis algumas das experiências que mais se destacaram:

José Avillez

O chef prodígio de 36 anos impressionou. Sem desenvolver muito acerca do seu restaurante “Belcanto” ou do “Mini Bar”, aquele que está a dar que falar é o “Bairro do Avillez”. Às portas do Chiado e tipicamente bairrista, os pratos tipicamente portugueses recebem twists inventivos.

O Sky Bar no Tivoli Lisboa

Observar o pôr-do-sol é praticamente um desporto nacional. Um dos melhores e mais refinados sítios para o fazer é neste bar de terraço. Este está localizado num dos muitos hotéis de cinco estrelas históricos localizado na Av. Da Liberdade (A “Fifth Avenue” de Lisboa, disse um taxista que estava a sobrevalorizar a beleza desta última).

Cervejaria Ramiro

Esta é um passo atrás no tempo: papel branco sobre toalhas de pano, painéis de madeira que parecem não terem sido renovados desde que abriu nos anos 50, os lisboetas entusiasmados a beber cerveja e a comer camarão com alho.

Cascais

Lisboa é a única capital Europeia com o acesso tão fácil às praias de areia: Uma rápida e barata viagem de comboio permite-lhe chegar ao mar para que se possa refrescar e apreciar os dias de calor.

A Vida Portuguesa

Tudo nesta loja se especializa em produtos locais, de empresas que sobreviveram ao passar do tempo e representa o melhor de Portugal. “Com tempo, a inovação e o trabalho árduo tornam-se perfeitos e indispensáveis”, diz a marca dos seus produtos, que variam de objectos para cuidado pessoal a comida gourmet. “Eles estão marcados na nossa memória e representam um modo de vida. Evocam o dia-a-dia de outros tempos e revelam a alma do país”.

O Purista Barbiére

A tendência do barbearia-bar não é único em Lisboa, mas este estabelecimento, no Bairro Alto, rende-se muito bem à decoração retro, à cerveja belga da abadia e há um leque impressionante de gins.

Palácio Chiado

Construído em 1781, este edifício magnífico é, de facto, um palácio. Depois de uma meticulosa restauração de dois anos, vale a pena uma visita, nem que seja apenas para admirar a sua arte e a arquitectura, ou para experienciar as delícias que os diferentes estabelecimentos oferecem.

Ginjinha

Tal como a Itália tem o seu café, Lisboa tem muitos, pequenos bares especializando-se nas bebidas espirituais, um conhaque Português infundido com cerejas ácidas e canela.

Parque das Nações

Contrastando com a parte histórica, esta zona é uma concentração de edifícios contemporâneos depois de ter sido selecionada para receber a Expo de 1998. Um passeio ao longo rio e os teleféricos dão-nos as melhores vistas.

Time Out Mercado de Ribeira

Pode ser difícil arranjar um lugar para sentar, mas uma vez descoberto, existe uma abundância de prazeres degustativos neste mercado, que oferecem comida surpreendentemente sofisticada, algumas partindo de estrelas da culinária como Henrique Sá Pessoa.

Sintra

O nome de uma das cidades que pertencem ao Património Mundial da UNESCO (também a uma simples viagem de comboio de Lisboa) que nos presenteia com 3 belos palácios: o Castelo dos Mouros, o Palácio Nacional e o magnificente Palácio da Pena, um triunfo da arquitectura Romântica do século dezanove que conjuga os elementos dos estilos Gótico e Renascentista.

A apreciação por transportes “diferentes”

Passear por Sintra num sidecar de uma mota é uma grande diversão mas também é prático, já que o motorista consegue passar ao lado do trânsito que se acumula ao longo da subida que nos leva ao Palácio da Pena. Da mesma forma, uma tour pelo bairro de Alfama numa Segway parecia pateta mas fez sentido, já que as ruas são demasiado íngremes para subir a pé (ou mesmo a descer) e demasiado estreitas.

Foto: visitportugal.com

O mercado de Estremoz ganha fama no outro lado do Mundo

estremozSe lhe perguntassem qual a relação entre Estremoz, uma pequena cidade situada no Alentejo, e a Austrália, um país no outro lado do globo, provavelmente não saberia responder. No entanto, a Excelência Portugal anda atenta, e por isso apresentamos-lhe a resposta.

Phil Hawkes é um jornalista que escreve para o “The Australian”. Não sabemos como é que ele foi lá parar, mas ao visitar Estremoz voltou de lá com uma história para contar. História essa que muitos portugueses conhecem, mas não necessariamente todos.

Segundo o artigo de Phil, esta cidade, que tem direito ao seu castelo e palácio, aquilo que tem de melhor é o mercado que ganha vida todos os Sábados.

Quão diferente poderá ser este mercado, comparando com todos os outros?” Esta é a questão central, e a única maneira de responder é através da descrição detalhada daquilo a que o jornalista viu e vivenciou. Ainda que admita que não é fácil explicar, Phil Hawkes voluntaria-se a fazê-lo.

Começa por descrever a imensidão dos produtos biológicos trazidos pelos genuínos agricultores (“acompanhados pelas suas mulheres robustas e os seus filhos de olhar selvagem”), notando a ausência de grossistas.

É a época dos frutos de baga e o sítio parece um motim de morangos, amoras, framboesas e mirtilos, e sabe lá deus que outras espécies. (…) Uma coisa têm todas em comum: são todas doces e deliciosas.”

E a narrativa acerca da abundância de alimentos prossegue.

“Além das variedades de produtos mais comuns, onde as batatas, as verduras, os pimentos, os alhos e as beringelas reinam, estão também presentes os animais. Galinhas, patos, pavoneiam-se e vibram com a azáfama; os coelhos e os porquinhos-da-índia (como animais domésticos, espero); e finalmente as gaiolas de pássaros de toda a espécie, criam um festim de cor e barulho, mas estes não são destinados para ir para a panela.”

Passando para outro tipo de bancas, Phil fala, mais uma vez, da grande variedade de enchidos que os vendedores trazem para mostrar e vender. Parece encantado com a ideia de que os próprios tenham, nas suas quintas, os fumeiros. Talvez pela proximidade que colocam os consumidores ao processo de produção, dando o encanto da comida caseira, ali à disposição daqueles que estiverem interessados.

E a partir daqui entramos na zona perigosa para aqueles que andam de olho no peso e na figura. O jornalista australiano passa pelos pães caseiros, robustos e rústicos, que acompanham deliciosamente os queijos de ovelha e de cabra. E, como orgulho de qualquer português, estão também presentes os pastéis de nata, que se juntam aos travesseiros e aos brioches de amêndoa. Os frutos silvestres voltam a marcar presença agora fundidos com todo o tipo de pastelaria.

Phil teve igualmente a oportunidade de visitar a feira de antiguidades, e tomou a decisão de também lhe fazer referência. “Quando o regateio começa, temos a sensação de que estamos a nadar um pouco fora de pé quanto às nossas técnicas de negociação”, conta. Mas ainda assim resume a experiência como pura diversão.

Normalmente tentaria explicar porque é que Portugal impressiona. Pois isso acontece todos os dias, a toda a gente. Mas Phil Hawkes já o compreendeu, e por isso concluo com as suas palavras.

Diferente? Bem, não está muito longe dos mercados que vemos na Austrália, à excepção das pessoas. É a vida que estas emanam: Não é uma excursão do fim-de-semana para os visitantes, mas sim uma reunião das pessoas da cidade e conterrâneos, gerações que se juntam e se unem pelo amor comum que têm ao seu país. E isso é Portugal.”

Fonte: The Australian
Foto: Moitas

Para Congressos Internacionais, contacte Lisboa

lisboa_congresso1Lisboa está no top 10 do ranking das cidades do mundo mais requisitadas para congressos internacionais, em 2015, segundo os dados divulgados pela International Congress & Convention Association, ICCA.

Depois de subir três lugares, o 9º lugar que agora ocupa vem confirmar e sublinhar o facto de que a capital portuguesa é também destino de eleição para o acolhimento destes eventos.

Com 145 reuniões associativas realizadas em 2015, Lisboa encontra-se à frente de Copenhaga, Praga, Amesterdão e Bruxelas, que ocupam os lugares que lhe seguem, por esta ordem. Até agora, Lisboa não tinha subido acima do 11º lugar, ao receber 109 congressos em 2014, e esse tinha sido alcançado apenas no ranking europeu.

A capital é já um destino reconhecido em muitas outras matérias além da abordada neste artigo. Não só como destino de negócios, é já famosa como destino de férias. Não se fala só de trabalho em Lisboa: fala-se de cultura, de saber, de entretenimento, de paisagens, das mais e das menos habituais.

Neste caso, vários factores influenciam a tão boa posição conseguida: desde a “óptima qualidade/preço da hotelaria, a excelência das acessibilidades, as boas ligações aéreas a qualquer parte do mundo e a privilegiada proximidade do aeroporto”, tal como os acessos ao centro da cidade.

Mas todas estas vantagens, vão para além de um mero acaso. Este é o resultado final “de um trabalho contínuo e persistente de promoção, indispensável na valorização do mérito de Lisboa, face à forte concorrência”, afirma a Associação Turismo de Lisboa (ATL).

Como disse, Lisboa é já bem conhecida. As pessoas que nela trabalham e investem acreditam no seu potencial, lutando para que os outros a vejam como nós a vemos. É com esta paixão e crença, seja pelo trabalho ou pelo lazer, que Lisboa conseguiu alcançar este lugar no mundo. A Excelência Portugal, faz já parte deste grupo de pessoas. E fá-lo, tendo um principal objectivo: Torná-lo membro deste grupo. Já aderiu?

Lisboa é futuro, segundo o Financial Times

lx_visitportugal2Lisboa é uma das cidades europeias do futuro, de acordo com o ranking “Cidades e Regiões Europeias do Futuro 2016/17”, organizado pela FDi Intelligence Magazine, do Financial Times.

O que é que isto significa? Bem, a publicação do Financial Times, referência na área dos negócios e investimento, coloca Lisboa no 5º lugar do ranking das Melhores Cidades do Sul da Europa.

A lista, liderada por Istambul, conta com Madrid, Barcelona e Milão como cidades mais destacadas. Lisboa fica à frente de Liubliana, Roma, Ancara, Zagreb e Bilbao, e é ainda eleita, enquanto Região, entre as “Melhores Regiões do Sul da Europa”, desta vez em 10º lugar. Talvez haja muito mais para dizer, já que Lisboa mesmo que seja um bom exemplo do que é Portugal, Portugal é mais do que Lisboa. Mas passo a passo, conquistamos. Pessoa a pessoa, revista a revista, concurso a concurso, já são milhares, aqueles que sabem da existência de alguns dos nossos tesouros.

Ainda assim Lisboa consegue lugar no ranking do FDi, que reúne dados de mais de 294 cidades em 148 regiões e organiza-os em seis categorias para chegar ao ranking “Cidades e Regiões Europeias do Futuro”. As categorias incluem Recursos Humanos Ambiente de trabalho, Infra-estruturas, Rentabilidade, e Estratégia de apoio ao Investimento Directo Estrangeiro e Empreendedorismo.

Sentimo-nos muito lisonjeados pelo prémio dado pelo Financial Times à estratégia de Lisboa nos domínios da atracção de investimento, empresas e talentos. A repetição deste reconhecimento é para Lisboa um incentivo para continuarmos a trabalhar no sentido de transformarmos Lisboa numa das cidades mais competitivas, inovadoras e criativas da Europa- Duarte Cordeiro, vice-presidente da Câmara de Lisboa, em comunicado.

A cerimónia de entrega dos prémios realiza-se a 15 de Março, em Cannes, no MIPIM, a maior Feira de Investimento Imobiliário da Europa.
Isto depois de Lisboa ter sido igualmente distinguida há pouco tempo como a sétima cidade preferida pelos investidores europeus para o sector imobiliário, de acordo com o estudo da PwC/ULI “Emerging Trends in Real Estate, Europe 2016”.

Já são inúmeros os prémios, reconhecimentos, publicações e elogios feitos a Lisboa, ao Porto, a uma outra cidade, região de Portugal. Com o tempo, vão-se acumulando e podemos ser levados a pensar que já é suficiente, que basta. Mas nunca será assim. O mundo evolui, muda, transforma-se. Nada pára, nem nós podemos. E para sobreviver, viver e ser reconhecido pelos nossos feitos, é necessário, antes de mais, aceitar que a mudança é tão imprevista como é constante. A definição do nosso melhor varia de pessoa para pessoa, de ano para ano, e quem sabe, de dia para dia. O esforço para continuar a ser melhores não acaba: o futuro é o amanhã, que todos os dias é um dia diferente.

Lisboa é uma cidade do futuro, diz o Financial Times. Os portugueses são futuro, acrescenta a Excelência Portugal.

Fontes: Dinheiro Vivo, Expresso, Câmara Municipal de Lisboa, oje.pt
Foto: pressroom.visitportugal.com

Turismo garante 7,9% do emprego, o futuro promete, e 2016 não desilude

turismo_wttc2Não, a crise não acabou. Não, nem todos os problemas do país foram resolvidos. Mas não, não estamos pior. E, pelo menos no turismo português, o futuro é brilhante. Ora veja:

Os últimos anos de boom no Turismo já se fazem sentir ao nível do emprego. Há mais empresas no sector e o número de postos de trabalho não tem parado de aumentar.

As estatísticas do World Travel & Tourism Council (WTTC), atravessam 184 países e procura perceber o impacto económico da indústria do Turismo e Transportes nas várias economias a regiões – por exemplo, G20, aliança do Pacífico ou OCDE onde Portugal também se insere. A entidade salienta que o sector está a crescer a um ritmo superior ao das próprias economias há já cinco anos.

Segundo a organização, o turismo criou 284 milhões de empregos em todo o mundo e daqui a dez anos suportará 370 milhões. Em Portugal, daqui a dez anos, o sector poderá responder por mais de um milhão de empregos.

No final do ano passado, transportes e turismo eram responsáveis por 363 mil empregos: 7,9% do emprego em Portugal, de acordo com o WTTC. Em 2016, numa altura em que já se aponta para um novo ano de recorde, este organismo com mais de 25 anos, antevê que o número de pessoas empregadas nesta área possa subir para 441 mil (mais 4,6% do que o registado no ano passado).

A contribuição total será, no entanto, bem maior: 915 mil empregos suportados por esta indústria – 22% do emprego em Portugal repartido entre agências de viagens, hotéis, empresas de transporte (excepto transporte pendular), companhias aéreas, e negócios de lazer e entretenimento para turistas.

Portugal é, por isso, o 33º país onde o Turismo Viagens mais pesa para a criação de riqueza. Em 2015, o WTTC estima que o turismo e viagens tenham gerado 11,3 mil milhões de euros para o PIB (6,4% da riqueza). O valor, antecipam, deverá acelerar em 2016 para atingir 14,6 mil milhões.

Mesmo assim, Vítor Neto, antigo secretário de Estado do Turismo, e Presidente da Comissão Organizadora da Bolsa de Turismo de Lisboa, considera que hoje “não está a verificar-se mais investimento do que na década anterior. O que aconteceu é que o turismo urbano conheceu um crescimento muito forte”, especialmente “Lisboa e Porto que conheceram ritmos de crescimento mais elevados, por exemplo, que o Algarve”. Parece então que esta evolução tem estado a acontecer mesmo à nossa frente. Claro que estamos todos cientes da fama que o Algarve há muito tem, e que continua a ter. Mas parece também que são agora outras cidades, como Lisboa e Porto, que são também reconhecidas. As cidades onde tanto acontece e muito há para conhecer. Claramente há ainda muito por descobrir, e este crescimento do turismo demonstra-nos que há cada vez mais pessoas dispostas a fazê-lo.

E os dados são consistentes com as expectativas do sector: Depois dos conflitos no Norte da Europa e entre a Ucrânia e Rússia, Portugal poderá vir a beneficiar da instabilidade vivida no centro da Europa. Também o fluxo de turistas que até aqui procurava a Turquia poderá começar a olhar para destinos como Portugal ou Espanha, onde o clima é igualmente convidativo. Estamos perante uma situação que, embora seja lamentável, preocupante e desconcertante, os portugueses são capazes de manter-se fortes e receberem aqueles que procuram o lado positivo da vida. E “sempre que a procura aumenta, há necessidade de reforçar equipas. Este ano, no Algarve por exemplo, os operadores turísticos estão a reservar mais cedo e por mais tempo, indo além de Julho e Agosto. Isso significa que é possível estender a operação hoteleira, melhorar taxas de ocupação, e dessa forma, necessitaremos sempre de contratar pessoas”, explica Gonçalo Rebelo de Almeida administrador do Grupo Vila Galé.

A acompanhar o crescimento do sector está o investimento que, de acordo com os dados da WTTC, ascendeu a 2,4 mil milhões de euros em Portugal, no ano passado. Isto significa 8,9% do investimento feito em Portugal.

A Associação da Hotelaria de Portugal admite que ao longo deste ano possam abrir 29 novos hotéis. Mas, neste sector, há mais vida para além do número de aberturas. Há que planear reabilitações e remodelações de edifícios e negócios, cá, lá e em todo o lado. Claro que isto tem uma implicação óbvia: Investir e, geralmente, muito.

O desenvolvimento do produto e a inovação também têm grande foco. Talvez até com especial Nos transportes, por exemplo, a TAP leva a cabo uma nova reestruturação de frota na sua companhia principal: vai receber 53 novos aviões. E a TAP Express já começou a renovar a sua frota para receber aviões Embraer 190 e ATR 72.

O presidente da WTTC, David Scowsill, recorda a “natureza resiliente” do sector perante ataques terroristas, epidemias, variações cambiais e desafios geopolíticos como a questão dos refugiados. Espera-se que o sector cresça 3,5% em 2016.

O optimismo espalha-se, mas é o tipo de optimismo baseado em factos reais, em acontecimentos verídicos, em feitos conseguidos. E contra factos, não há argumentos. Claro que o país não está no seu melhor. Mas, neste momento, são poucos os países que o estão. Mas Portugal, não só não está no seu pior, como está a lutar por sucesso, lançando-se mundo fora, sem que saia realmente do sítio. Aproveitamos, da melhor forma, os recursos que nos são disponibilizados, e há aqueles que se esforçam para que o sucesso seja possível. O emprego sobe, o investimento também. A pouco e pouco reconstruímos o que se perdeu, e no futuro reergueremos a confiança que uma vez detivemos e que outros depositaram em nós. Porque o futuro começou ontem, e já estamos quase no amanhã, começar a lutar por um país melhor é uma missão a que muitos já se aliaram. Resta saber se todos o sabem.

Fontes: Dinheiro vivo, Revista Sábado, wttc.org
Foto: DR

“Óscares do turismo”, será Portugal a estrela da noite? Este ano registou o maior número de nomeações

palacehotel05Portugal já não é um país distante, desconhecido, pouco falado. Não é, por norma, um local de passagem, mas sim um destino. Se precisa de ser convencido, apresentamos-lhe as provas.

Portugal tem 85 nomeações, em 49 categorias, na edição de 2016 dos World Travel Awards, também conhecidos como os “Óscares do turismo”. O ano passado Portugal arrecadou 14 prémios: tinha 78 nomeações em 48 categorias. Este ano batemos o recorde de nomeações.

Criados em 1993, os World Travel Awards  Awards resultam de uma pré-selecção de nomeados, realizada por um painel de profissionais de topo, e reconhecem os melhores exemplos de boas práticas no sector do Turismo, à escala global. A votação é realizada pelo público em geral e por mais de 200 mil profissionais de Turismo, oriundos de 160 países.

Lisboa e Porto estão nomeados, a nível europeu, para “Melhor Destino”, assim como na categoria “City Break”. Nesta categoria competem com Atenas, Berlim, Bordéus, Dublin, Genebra, Istambul, Lodz, Londres, Lyon, Madrid, Paris, Roma, São Petersburgo e Veneza.

As nomeações portuguesas são tantas que são vários os nomeados portugueses a competirem entre si. As “batalhas” mais chamativas decorrerão, decerto, no campo do WTA para melhor escapadinha urbana e para melhor destino: Lisboa e Porto estão ambas nomeadas nas duas categorias. Mas há outro curioso duelo sob os holofotes: Madeira e Açores concorrem a melhor destino insular da Europa.

Mas as categorias quase vão de A a Z, ora veja algumas delas:

“Companhias Aéreas”
A TAP bateu o seu recorde com seis nomeações. Concorre a “Melhor Companhia Aérea”, “Melhor Classe Executiva”, “Melhor Classe Económica”, ”Melhor Companhia Aérea para África”, “Melhor Companhia para a América do Sul” e “Melhor Revista de Bordo”, com a UP Magazine. O aeroporto da Portela concorre a “Melhor Aeroporto Europeu”.

“Hotéis e Resorts”
Mais de três quartos das nomeações nacionais estão na classe de “Hotéis & Resorts”. E a maior parte, concorre em várias categorias. O Vila Vita Parc é o que disputa mais prémios, somando 16. A unidades hoteleiras localizam-se maioritariamente no Algarve, Lisboa e Madeira. Mas os Açores também marcam presença com a candidatura do Terra Nostra Garden Hotel.

O Pestana Hotel Group destaca-se pelas suas 7 nomeações: O Pestana Palace Hotel & National Monument reúne três nomeações, mais precisamente nas categorias: Europe’s Leading Luxury Business Hotel, Portugal’s Leading Business Hotel e Portugal’s Leading Hotel.

Com duas nomeações surge o Pestana Porto Santo All Inclusive & Spa Beach Resort que concorre nas categorias “Europe’s Leading All-Inclusive Resort”, bem como na categoria “Portugal’s Leading Resort”. E vê ainda nomeada mais uma das suas unidades na Madeira, desta vez o Pestana Carlton Madeira Hotel que concorre ao Prémio de “Europe’s Leading Luxury Hotel.

A fechar a lista de nomeações surge o Pestana Cidadela Cascais Pousada & Art District, nomeado na categoria em que foi premiado na edição do ano passado “Portugal’s Leading Conference Hotel”.

E ainda…

Na área dos cruzeiros, o porto de Lisboa concorre a “Melhor Porto de Cruzeiros Europeu” e a Douro Azul, com sede no Porto,  vai a votos no elenco de  “Melhor Companhia de Cruzeiros Fluviais da Europa”.

Na área “Destino”, Portugal tem este ano nove nomeações para sete categorias. O Algarve quer ser o melhor destino de praia, enquanto Lisboa e Porto disputam a liderança nas escapadinhas de fim-de-semana.

E se a capital quer ser eleita a melhor nos destinos de cruzeiro, a Invicta tem a Ribeira nomeada para “Melhor Atracção Turística” juntamente com a Acrópole de Atenas, o Buckingham Palace de Londres, a Guiness Storehouse de Dublin, a Sagrada Família de Barcelona, a Torre Eiffel de Paris e o Coliseu de Roma.

A Madeira concorre a melhor destino de ilhas da Europa e o Turismo de Portugal candidata-se a renovar o título de “Melhor Organismo Europeu de Turismo”.

Os Passadiços do Paiva concorrem na categoria de “Melhor Projecto Europeu de Desenvolvimento Turístico”.

A lista é claramente longa. O número de nomeações em diferentes categorias tem vindo a crescer a cada ano que passa. Em cada edição, Portugal recebe alguns dos prémios. Este ano, certamente há de ganhar alguns mais. Mas, mesmo sem saber os resultados, posso lhe dizer que Portugal já ganhou. Como?

Neste caso, o subvalorizado “prémio de participação” vale muito. As pessoas vêm e as pessoas vão. E enquanto cá estão, vivem o que Portugal tem para lhes dar e mostrar, uns com mais possibilidades, outros com menos. Mas as experiências que cada um vive são únicas. E o que de verdade importa é que todas essas experiências que Portugal e os portugueses proporcionam ao exterior, seja através do seu trabalho e da sua dedicação, ou simplesmente por participarem e fazerem parte do ambiente e das paisagens portuguesas, levam-nos a inúmeras nomeações, concorrendo com países que terão mais possibilidades que o nosso. Valorizemos então os portugueses, o país, preservemos as paisagens e os monumentos. Cuidemos das nossas cidades, das pessoas e orgulhemo-nos de tudo isto. E façamos isto para recebermos nomeações, prémios, óscares. Mas, mais importante, que seja também porque gostamos de nós, dos outros, e do nosso país, Portugal.

Vote em Portugal até 17 de Julho: http://www.worldtravelawards.com/vote

Fontes: Público, Diário Económico, porto.pt , Pestana Hotel Group , rr.sapo.pt
Foto: Pestana Palace Hotel & National Monument

Quando o conhecimento e a beleza se juntam: A biblioteca mais bela do mundo é portuguesa

Biblioteca©%20PYO%20a[1]A biblioteca do Palácio Nacional de Mafra foi considerada a mais bela do mundo pelo conhecido portal norte-americano Book Riot, dedicado exclusivamente aos livros. Já a livraria Lello, no Porto, tinha sido também reconhecida como a mais bonita do planeta, e Portugal volta a conquistar os que o visitam com a incrível biblioteca escondida no interior deste monumento nacional.

O Book Riot descreve-a: “É encantadora e magnífica”. E o que a torna ainda mais impressionante, não só para o autor do artigo, mas para qualquer um que não esteja familiarizado, são as técnicas com que é feita a preservação dos livros e como os protegem de serem danificados por insectos: Há morcegos dentro daquela biblioteca, que ajudam na missão de preservar os estados dos livros, ao se alimentarem dos insectos que por ali andam. Estes andam (ou melhor, voam) livremente naquela área, e podem entrar e sair da biblioteca por pequenos buracos existentes perto do chão, usados para drenar a água da chuva.

Os leitores do artigo ficam surpreendidos com estes factos, e aqueles que já tiveram a oportunidade de visitar a biblioteca histórica, comentam: “Fica-se com a sensação de que estamos a viajar para o passado”. “Fiquei completamente espantado pela biblioteca, não só é um palácio, como um mosteiro”.

O artigo dá ainda destaque também para o magnífico chão coberto de mosaicos em rosa, cinzento e mármore branco e para as estantes, todas elas num estilo Rocaille, dispostas ao longo das paredes laterais, separadas por uma varanda com corrimão em madeira. Estas últimas contêm mais de 35.000 volumes, com capas forradas a couro, incluindo algumas das maiores jóias bibliográficas.

Embora o autor do artigo, Johann Thorsson, se tenha deixado levar por histórias e lendas no resto do artigo, há certas coisas que não dá para errar, e que se deve ao facto de que os olhos não mentem: Portugal tem a biblioteca mais bonita do mundo, a biblioteca do Palácio Nacional de Mafra.

Fontes: revistaport.com ; bookriot.com
Foto: palaciomafra.pt

“Startup Next” – o novo programa de pré-aceleração de startups em Lisboa

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O “Startup Next” é o programa de pré-aceleração de empresas tecnológicas da Techstars, de origem norte-americana, e vai ser lançado a 10 de dezembro, em parceria com a Caixa Capital, Beta-i e Startup Lisboa.

Os americanos juntam-se, assim, ao grupo de pessoas que sabem que vale a pena investir no que é português. Sabendo que o nosso portfólio de startups é cada vez maior, e mais variado, a confiança de que estas nos possam conduzir a um melhor futuro, e mais lucrativo, não esqueçamos, levam a que as apostas no mercado português aumentem.

Como é que vai acontecer?

Karina Costa, directora global do programa, referiu que o programa é liderado por “empreendedores com provas dadas” ou por investidores que podem dar feedback relevante com base na sua própria experiência. E Stephan Morais afirmou que o “facto de Lisboa fazer parte do programa Startup Next significa que a reputação do ecossistema local está cada vez mais consolidada à escala global”.

O que quer isto dizer?

A Techstars sendo uma aceleradora de empresas tecnológicas (e um fundo de investimento), com 22 programas presentes em várias cidades do mundo e 498 investimentos em 456 empresas, não aposta num qualquer sítio: E este sendo um dos principais programas de aceleração de empresas do mundo, “costuma estar em cidades onde a empresa pode testar a solidez do ecossistema antes de avançar com um programa de aceleração de forma estruturada” explicou Karina Costa.

Então, em que consiste o programa?

O Startup Next é um programa não-residente, onde as startups estarão juntas uma vez por semana durante seis sessões. No final, apresentam os seus projetos num Demo Day local e as equipas de topo da cidade são convidadas para um dia de apresentação nos Estados Unidos da América.

Por cá, o Startup Next Lisboa vai contar com a parceria da Caixa Capital, Startup Lisboa e Beta-i, associação para a promoção do empreendedorismo. E ainda com a experiência de 25 mentores, como Pedro Rocha Vieira e Ricardo Marvão (Beta-i), João Vasconcelos (Startup Lisboa), Walter Palma e Ricardo Torgal (Caixa Capital), Cristina Fonseca (Talkdesk), Luís Roquette Geraldes (MLGTA), Jaime Jorge (Codacy), Miguel Amaro (Uniplaces), entre outros.

As candidaturas terminaram a 26 de novembro, e assim, a apresentação dos projetos vai decorrer a 3 de fevereiro, no dia do evento anual da Caixa Capital.

Boas notícias acontecem todos os dias, apenas temos que saber dar-lhes o devido valor. Esta é mais uma boa notícia que permite à Excelência Portugal cumprir a missão a que se comprometeu: valorizar Portugal.

Mas mais importante do que nós sermos capazes de cumprir a nossa promessa, é que de facto estas notícias acontecem e o nosso país desenvolve-se, valoriza-se, e o mérito é dos portugueses. Assim, desejamos boa sorte a todos aqueles que irão participar neste programa, e a todos os outros que trabalham para um futuro melhor.

Foto: DR

Uma obra de arquitectura encantadora: o Cella Bar

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O Cella Bar é um dos estabelecimentos que dificilmente passaria despercebido estivesse em que lugar fosse. No entanto, este encontra-se na ilha do Pico, nos Açores.

A paisagem portuguesa é, de uma forma geral, uma vista bonita e encantadora. Mas nem sempre podemos estar a referir-nos às praias, aos campos ou às serras que modelam o nosso país. Desta vez referirmo-nos ao que é considerado uma “obra de arquitectura” que tem estado a encantar o mundo.

O trabalho realizado por Fernando Coelho, do atelier FCC Arquitectura, Paulo Lobo, responsável pelo design interior, e Paulo Neves, responsável pela arquitectura do exterior tem sido muito falado em publicações nacionais e internacionais. Podemos dizer que é já algo famoso.

O espaço está dividido em dois: “um restaurante numa casa de basalto, abandonada há vários anos e agora recuperada, e um bar numa arrojada estrutura de madeira.”
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Descobrimos que “a ideia partiu dos sócios e amigos Filipe Paulo, 34 anos, e Fábio Matos, 36, naturais do Pico. Queriam algo que fosse moderno e orgânico, inspirado no vinho e no mar, algo que pudesse atrair turistas para este ponto remoto da ilha.” São eles que actualmente estão responsáveis pela gestão deste edifício e negócio, e ambos são formados nessa mesma área.

Os donos, e quem por lá já passou, aconselham um fim de dia com um copo de vinho e umas tapas na esplanada. Uma vez afastado de tudo, tem uma vista descrita como “de cortar a respiração e aí, se olhar em frente, consegue até ver o Faial.

O edifício mais encantador da vila Madalena veio dar vida a um lugar que antes da sua construção era um local num estado degenerativo o que resultou em ter que ter sido feita uma restruturação do corpo do edifício original, ainda assim, preservando as suas feições distintas que lhe eram características. Acabando por ter também a adição contemporânea do espaço destinado ao bar que tem, por cima, uma varanda.
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Talvez, neste caso, as imagens falem mais alto que as palavras. Talvez seja essa a magia de uma obra arquitectónica. Talvez vá além das imagens por nós apresentadas e o melhor seja mesmo ver com os seus próprios olhos aquilo que nós, e muitos outros agora falam.

De qualquer das formas, faltava-nos a nós dar conhecimento de tal obra e de informar de que foram portugueses os autores de algo que chama tanto a atenção, de relembrar a todos que nós temos ainda a capacidade de surpreender e agradar a tantos.

12240845_1719352258295137_9150853740917808004_oFontes: NIT, Designboom, P3 Público
Fotos: Cella Bar/Fernando Guerra | SG

À procura do melhor sítio para praticar golfe? Não saia do país.

WebsiteHQL2014_014[1]Portugal liderou os vencedores dos World Golf Awards 2015 ao ganhar o título de Melhor Destino de Golfe pelo segundo ano consecutivo. A cerimónia aconteceu em Faro, dia 7 de Novembro, no hotel Conrad Algarve. Portugal renovou também o título de “Melhor Destino de Golfe Europeu” e a Quinta do Lago foi eleita “Melhor Venue de Golfe da Europa”.

    Em todo o mundo, o golfe já “constitui um segmento vital do mercado turístico global e a organização do evento estima que em 2015 esta seja a motivação principal de um total de 60 milhões de viagens para os cerca de 32 mil campos e resorts de golfe espalhados pelo mundo.”

    Por isto, é importante que Portugal tenha também um lugar de destaque neste segmento turístico. Há que realçar os pontos fortes do nosso país, que já são muitos.

    Se é fã de golfe e de toda a experiência que este envolve, esteja atento aos seguintes nomes, que receberam os seguintes prémios:

    Royal Óbidos: Melhor Campo de Golfe Português 2015;

    Pine Cliffs Resort: Melhor Hotel de Golfe Português 2015;

    PAG Serviços Golfs: Melhor Operador Turístico Português de Inbound;

    Ingolfe: Melhor Operador Turístico de Outbound.

    O prémio é atribuído segundo os votos dos subscritores da revista “Today’s Golfer”. O concurso iniciou-se em 2011, e já em 2012 e 2013 também foram destinos localizados na zona do Algarve aos quais foram atribuídos muitos destes prémios.

    “O Algarve é merecedor do prémio “Melhor Destino de Golfe”, o que é reflectido pelo incrível número de votos atribuídos a esta região. Ganhar três dos quatros anos de existência deste concurso é um óptimo recorde, e um do qual o Algarve deveria estar orgulhoso.” Diz Kevin Brown, editor na “Today’s Golfer”.

    Kevin Brown tem razão ao dizê-lo e sugiro que o repitam para vós e a outros. Ainda mais do que isso, não é só o Algarve que deveria estar orgulhoso. De Norte a Sul, os portugueses têm mais uma razão para se sentirem orgulhosos.

     

    Fontes: Associação de Turismo do Algarve, Publituris, NR Entertain
    Foto: Quinta do Lago