App LisboaHorizontal facilita e promover a circulação de bicicletas na capital com o cloud da IBM Softlayer

home_header_2[1]Os criadores da aplicação LisboaHorizontal querem tornar a capital mais plana. Kobe, Pedro e Diogo desejam que mais pessoas andem pela cidade de bicicleta e desenvolveram uma aplicação móvel com um mapa das melhores rotas para ciclistas.
Por forma a aumentar e melhorar a sua capacidade de lidar com o crescente número de clientes e transações, a IBM Portugal e a LisboaHorizontal acabam de assinar um protocolo de cooperação na área de cloud. Esta parceria prevê a utilização da plataforma cloud da IBM Softlayer, mantendo a arquitetura e os ambientes de TI da startup.

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A LisboaHorizontal é uma aplicação GPS a ser lançada na próxima Primavera e que tem por funcionalidade ajudar e aconselhar o utilizador sobre o melhor percurso para ciclistas (amadores e profissionais) dentro da cidade de Lisboa. Ao definir o trajeto mais fácil, rápido e plano, de acordo com o ponto de partida e o destino, permitindo ainda a conexão com os transportes públicos, a nova app facilita o uso da bicicleta na cidade de Lisboa, procurando evitar as famosas 7 colinas, ao mesmo tempo que promove a sustentabilidade económica e ambiental da cidade.

A ideia de negócio dos 3 empreendedores conquistou o primeiro lugar do concurso BIG Smart Cities, ou seja, 10 mil euros de investimento e um período de incubação no Vodafone Power Lab. 

O acordo inclui o acesso à plataforma cloud da IBM Softlayer, permitindo utilizar os servidores e a arquitetura da LisboaHorizontal sem qualquer impacto e sem a necessidade de proceder a alterações nas cargas/ambiente de trabalho.  Ao invés, esta passagem para a IBM Softlayer continua a respeitar a arquitetura existente, permitindo uma maior capacidade de escalabilidade, fornecendo à startup uma oportunidade de maior crescimento e uma experiência mais integrada, inovadora e personalizada para os seus utilizadores.

“Como trabalhamos com ficheiros de informação muito grandes, necessitamos de capacidades extraordinárias ao nível da CPU e da Memória Gráfica. Os Poderosos Servidores da IBM, permitem-nos reduzir o tempo de modelação e cálculo 3D da informação, de 2 meses para 2 semanas, permitindo-nos ainda em simultâneo aumentar a dimensão das áreas estudadas”, sublinha Pedro Simões Fernandes, da LisboaHorizontal.

Esta parceria surge no âmbito do Programa IBM Global Entrepreneur for Cloud Startups, lançado recentemente pela Companhia, e que tem por objetivo ajudar startups e empreendedores de todo o mundo a aproveitar o poder da cloud e da rede global da IBM, com acesso privilegiado a clientes corporativos, consultores e centros de inovação. A IBM compromete-se assim a proporcionar às startups as ferramentas necessárias para que possam criar, lançar e capitalizar o seu negócio e a próxima geração de aplicações na cloud.

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“Esta colaboração com a LisboaHorizontal é um claro exemplo de como a utilização do programa IBM Global Entrepreneur para startups pode ajudá-las a dar um passo em frente no seu início de vida, e representa, mais uma vez, o investimento que a IBM continua a fazer em Portugal, promovendo o crescimento da economia digital nacional.
Este programa terá sucesso na medida em que as startups que apoiamos tenham elas próprias sucesso, e contamos, com este anúncio, contribuir para a criação e o crescimento de ainda mais empresas portuguesas”, sustenta Gonçalo Costa Andrade, Diretor da Divisão de Cloud da IBM Portugal.

Sobre a IBM Cloud
A IBM Cloud oferece o maior portefólio de software, serviços, soluções de datacenter e consultoria da indústria para ambientes de cloud privada, pública e híbrida.
As receitas da divisão IBM Cloud totalizaram os 10,2 mil milhões de dólares em 2015. Seja através da Plataforma como um Serviço Bluemix da IBM, da plataforma de desenvolvimento de aplicações móveis, o IBM MobileFirst, ou da rede global de datacenters IBM SoftLayer – entre outras ofertas – a IBM está a apoiar empresas de todo o mundo e de todos os tamanhos a adotar, gerir e beneficiar das tecnologias de open cloud.

 

Sobre a LisboaHorizontal
A LisboaHorizontal é uma startup portuguesa que acredita na bicicleta como um meio de transporte alternativo, viável e promotor de Felicidade Individual e Coletiva, promovendo a Sustentabilidade Económica e Ambiental das Sociedades.
Mais do que a utilização das bicicletas de forma lúdica ou recreativa, o Projeto Lisboa Horizontal visa criar condições físicas e exequíveis que promovam a circulação de bicicletas na cidade de Lisboa, numa ótica utilitária e pragmática, abrangendo de forma massiva públicos-alvo que vão desde as pessoas que trabalham em Lisboa, aos turistas, passando pelos estudantes. A originalidade da ideia surge da forma como define os percursos tendo em conta a topografia da cidade e a sua interligação com os transportes públicos, tendo por base princípios de eficiência e conveniência objetiva nas deslocações dentro da cidade. A APP “Lisboa Horizontal” venceu o Concurso VODAFONE Bigsmartcities. 

Fonte: IBM
Fotos: DR

 

Portugal está a desenvolver um protótipo para monitorizar oceanos e promover gestão sustentável

Seascape in the Indian OceanUm grupo de investigadores portugueses está a criar um sistema autónomo multitrófico que monitorize de forma integrada os oceanos, permitindo assim uma gestão mais sustentável dos recursos marinhos e uma redução dos impactos de riscos ambientais.

A vida no planeta está dependente de processos oceânicos, uma vez que são eles que produzem grande parte do oxigénio disponível na Terra, regulam o clima e fornecem vários recursos vivos e não vivos, como alimentos, energia, transporte ou medicamentos. Assim, torna-se imperativo que tenhamos um conhecimento cada vez mais profundo dos nossos oceanos e saibamos como é que os organismos marinhos interagem com o meio e entre si, de modo a compreendermos como é que estes processos influenciam a estabilidade global dos oceanos – Catarina Magalhães, investigadora do CIIMAR e coordenadora do projeto MarinEye

A monitorização integrada dos oceanos que os investigadores querem levar a cabo com o projeto MarinEye (um protótipo multitrófico para monitorização oceânica) vai fornecer informações que permitem identificar alterações na biodiversidade.

Até agora não era viável observar e interpretar os diferentes componentes oceânicos (físicos, químicos, bioquímicos e biológicos) ao mesmo tempo, conjuntamente com diferentes níveis tróficos, desde microrganismos a mamíferos marinhos. Com o MarinEye, através da utilização de tecnologia avançada, vai ser possível, de modo sincronizado em termos espaciais e temporais, analisar estas questões.

O projeto está a ser desenvolvido por vários grupos de investigação portugueses provenientes do Centro Interdisciplinar de Investigação Marinha e Ambiental (CIIMAR), líder do projeto, Instituto de Engenharia de Sistemas e Computadores, Tecnologia e Ciência (INESC TEC), Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA) e Centro de Ciências do Mar e do Ambiente – Politécnico de Leiria (MARE – IP Leiria).

O projeto, que vai terminar em abril de 2017, terá vários módulos. O primeiro será um sistema de multisensores, que vai integrar diferentes sensores físico-químicos que vão medir, por exemplo, parâmetros como a temperatura, salinidade, oxigénio dissolvido, pH, entre outros, e uma plataforma de sensores óticos que vai ser validada para medição de dióxido de carbono dissolvido. O segundo módulo trata-se de um sistema de filtração autónomo, desenhado para filtrar água, retendo e preservando no filtro o DNA de diferentes classes de tamanho das comunidades de microrganismos que habitam e representam a maior biomassa dos oceanos. O terceiro módulo diz respeito a um sistema de imagem de alta resolução, que vai recolher imagens de fito e zooplâncton, para avaliar a sua abundância e biodiversidade. O último módulo trata-se de um sistema de acústica, com capacidade de fazer recolha de dados hidroacústicos, para recolher informação relativa à presença de mamíferos marinhos e estimativas de abundância de peixes.

Todos estes módulos vão depois ser conjugados num sistema integrado autónomo que vai produzir o protótipo MarinEye. Este sistema vai ainda incluir uma plataforma de integração dos diferentes tipos de dados que vão ser gerados. Associado a esta plataforma vai ainda existir um software que permitirá visualizar e sumariar os dados, além de desenvolver uma série de modelos cujo objetivo é integrar e identificar inter-relações entre os diferentes parâmetros químicos, físicos e biológicos obtidos através dos diversos módulos do MarinEye.

O tipo e a quantidade de informação que o MarinEye vai possibilitar aceder, poderá ser uma base para a construção de um sistema de gestão dos recursos marinhos mais eficiente, assegurando assim a proteção deste meio para as gerações presentes e futuras – Eduardo Silva, coordenador do Centro de Robótica e Sistemas Autónomos do INESC TEC.

Os quatro parceiros nacionais que compõem a equipa do MarinEye têm diferentes papéis. O CIIMAR é o promotor do projeto e, juntamente com o IPMA e o MARE-Politécnico de Leiria, forma uma equipa de biólogos e químicos de diversas especialidades responsáveis pela validação das variáveis obtidas com os diferentes módulos do MarinEye. O INESC TEC inclui uma equipa de investigadores na área da robótica, uma equipa especialista no desenvolvimento de sensores em fibra ótica e uma equipa de investigadores especialistas em análise de dados, que vão ser responsáveis pelo desenvolvimento das componentes de robótica, sensores óticos e software de visualização e integração de dados, respetivamente.

O projeto MarinEye (PT02_Aviso4_0017) é financiado pelo programa EEA Grants (http://www.eeagrants.gov.pt/), em cerca de 400 mil euros.

Fontes: CIIMAR e INESC TEC
Foto: globaloceancommission.org

Livro “250 Anos de Histórias” da Quinta Nova premiado com IF Design Award

quinta_nova“250 Anos de Histórias” é vencedor no iF Design Award, um dos principais concursos de design a nível mundial. O livro – criado e produzido pela agência Omdesign para a Quinta Nova Nossa Senhora do Carmo – integra a lista de vencedores desta relevante competição internacional.

Luisa Amorim destaca “este é um prémio que nos enche de orgulho pois valoriza o livro criado para divulgar a magnífica e muito rica história da Quinta Nova”. “Partilhamos este prémio com José Braga-Amaral e a Omdesign, porque acreditaram no nosso projeto e deram um relevante contributo para a criação desta obra” acrescenta a mesma responsável.

É consensual referir-se, nos dias de hoje, que as quintas do Douro são os pilares de toda a estrutura económica e social do Alto Douro Vinhateiro, mas nem sempre foi assim. No livro que comemora os 250 anos da adega da Quinta Nova (1764, uma das mais antigas do Douro), são relatadas várias histórias de um Douro antigo, de difícil acesso e anterior às exportações de vinho para o mercado britânico e por isso, muito ligado à agricultura de subsistência, produzindo até ao século XVII azeites e frutas e, depois da crise da filoxera, tabaco e sumagre destinado à curtição de peles, traduzindo bem a arte e o engenho humano, numa terra inóspita e isolada de todos.

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Esta obra traduz bem a importância da navegabilidade do rio Douro e as turbulentas viagens dos barcos rabelos, anteriores à construção das barragens, que encontravam pontos perigosos, construindo por isso capelas e pequenos santuários junto às margens, como é o caso da Capela de Nossa Senhora do Carmo.

«É assim que nasce um nome histórico, uma marca de vinhos de nome muito comprido, de uma das quintas mais emblemáticas da região – Quinta Nova de Nossa Senhora do Carmo», refere Luisa Amorim. «Mesmo que se produza vinho há mais de 2000 anos na região, há um Douro que poucos conhecem e que é muito anterior ao tempo do “Port wine”, durante o qual se transportavam nos barcos rabelos, rio abaixo, vários produtos agrícolas e, rio acima, se regressava com mantimentos e iguarias como o sal e o peixe do mar».

Mas esta quinta é muito anterior a 1764 e a pesquisa histórica confirma-a como uma grande terra pertencente à Casa Real Portuguesa, tendo sido identificado o seu primeiro proprietário em 1725. A investigação provou igualmente que a adega vinificava mais de 3.500 pipas de vinho, de parcelas e quintas vizinhas, tendo sido logo «integrada na primeira demarcação da região».

A obra foi selecionada de um grupo de 5 mil projetos inscritos, promovidos por 50 países. A cerimónia de entrega de prémios será realizada no próximo dia 26 de fevereiro, em Munique, no emblemático BMW Welt, integrada no “Munich Creative Business Week”, contando com a participação de 2 mil convidados, provenientes de mais de 20 países.

O livro “250 Anos de Histórias”, da autoria de José Braga-Amaral e prefácio de Bento Amaral, já tinha sido distinguido, em 2015, noutros dois concursos internacionais de renome, com Ouro no Creativity International Graphic Design Awards e Prata no International Design Awards.

Fonte: Quinta Nova de Nossa Senhora do Carmo
Foto:
DR

Hospital de Guimarães inova no tratamento Aneurismas da Aorta Abdominal

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O Serviço de Cirurgia Vascular do Hospital da Senhora da Oliveira, em Guimarães, acaba de colocar, pela primeira vez em Portugal, um sistema de fixação adicional numa prótese endovascular para tratar um aneurisma da aorta abdominal (AAA). Este sistema de fixação inovador permite evitar fugas de sangue, diminuindo assim um dos principais riscos associados à técnica.

O sistema de fixação consiste na colocação de uma espécie de “parafuso” que prende a endoprótese à parede da aorta, evitando assim fugas de sangue e necessidade de reintervenção em caso de movimentação do local de posicionamento original da prótese - Amílcar Mesquita, cirurgião vascular e Diretor do Serviço de Cirurgia Vascular do Hospital de Guimarães

O sistema de fixação foi colocado pela primeira vez em Portugal no Hospital de Guimarães numa mulher de 85 anos e com um aneurisma de 8 cm em perigo de ruptura.

O AAA é uma doença grave, sem sintomas, que se carateriza por uma dilatação lenta e progressiva da aorta, a maior artéria do organismo que, quando rompe, origina uma perda de sangue muito grave que pode resultar em morte súbita. Estima-se que, na Europa, 80 milhões de pessoas com mais de 65 anos estejam em risco de desenvolver um AAA.

Os indivíduos com idade superior a 60 anos, do sexo masculino, fumadores ou ex-fumadores, com hipertensão arterial, colesterol elevado, doença cardiovascular ou doença pulmonar obstrutiva crónica correm mais riscos de sofrer de um AAA.

O tratamento endovascular é uma forma menos invasiva de tratamento do AAA que a cirurgia convencional. Através de uma cirurgia minimamente invasiva, a endoprótese é colocada para reforçar a parede da aorta e ajudar a impedir que a área lesionada se rompa.

Fonte: Hospital de Guimarães
Foto: Município de Guimarães

CIIMAR certifica pescadores para realizarem amostragens científicas

cientamostra1aO CIIMAR, Centro Interdisciplinar de Investigação Marinha e Ambiental, em parceria com a Associação Pró-Maior – Segurança dos Homens no Mar – certificou recentemente, de forma gratuita e no âmbito do projeto CientAmostra, 21 pescadores profissionais do Alto Minho para a realização de campanhas de amostragem científicas.

Ao longo de várias sessões, profissionais de pesca de Castelo de Neiva e da Apúlia receberam informação teórica e prática sobre campanhas de amostragem científicas, tendo oportunidade de aprender a operar equipamentos especializados para a recolha de dados científicos. Deste modo, os pescadores certificados poderão ser futuramente contratados por diversas entidades ligadas ao ambiente, para a realização de campanhas de amostragem científica, alargando assim as suas fontes de rendimento.

O projeto CientAmostra (31-04-01-FEP0237- Certificação científica para a realização de campanhas de amostragem) foi co-financiado pelo PROMAR e pelo Grupo de Ação Costeira do Alto Minho e “nasceu da necessidade de diversificar e reestruturar as atividades económicas e sociais dos profissionais de pesca, identificado como uma das linhas prioritárias para o sector”, refere a investigadora Sandra Ramos, líder do projeto.

Os profissionais de pesca certificados estão integrados numa base de dados e poderão ser contatados e contratados através do site wwww.ciimar.up.pt/cientamostra.

Fonte: CIIMAR
Foto: usgs.gov

 

Pestana Amesterdão abre portas em 2017

Pestana Amesterdão

O maior grupo hoteleiro português reforça a sua presença nas capitais europeias, com um projecto na capital holandesa no valor de 35 milhões de euros e que abrirá portas em meados de 2017.

Decorreu na passada quinta-feira, na Câmara Municipal de Amesterdão, a cerimónia protocolar pública que assinala o início da construção do futuro Pestana Amesterdão. A cerimónia contou com a presença de José Roquette, Chief Development Officer do Pestana Hotel Group e do Vereador Sebastiaan Capel, responsável pelo Planeamento e pelo distrito de Oud Zuid onde o hotel se localiza.

O Pestana Amesterdão, na Amsteldijk, situa-se numa das zonas mais nobres e com vista sobre o principal canal da cidade, perto do mítico Amstel Hotel. A pouco mais de 1km encontram-se os famosos Museus da Cidade e o Centro de Congressos, tem também fácil acesso ao centro histórico e da vida nocturna da cidade.

A nova unidade de cinco estrelas, ideal para negócios e lazer, resulta da conjugação de um emblemático edifício histórico com dois prédios modernos. Um projecto dos reconhecidos arquitectos holandeses Villanova, que vem dar continuidade ao trabalho de recuperação de património levado a cabo pelo Pestana Hotel Group. Os interiores ficam a cargo do Studio Linse, do conceituado designer Paul Linse, que recentemente assinou o restaurante do icónico Rijksmuseum

Hoje demos mais um passo de extraordinária importância para o Pestana Hotel Group, dando continuidade à nossa estratégia de expansão que tem como um dos seus pilares estruturais o reforço da nossa presença nas principais capitais europeias. Amesterdão é um dos destinos mais procurados do mundo para lazer e negócios, tem o 4º melhor desempenho da Europa, o 8º em termos de valorização de activos hoteleiros e um lugar de destaque no top 10 do ranking do ICCA de eventos e congressos - José Roquette, Chief Development Officer do Pestana Hotel Group

O Pestana Amesterdão terá 154 quartos, dos quais 32 serão apartamentos, várias salas de reuniões e eventos, restaurante, bar, esplanada em pátio histórico, spa com piscina interior e ginásio. A restauração será uma das apostas fortes desta unidade a desenvolver em parceria com um chef de renome.

Amesterdão será a quinta cidade europeia com unidades Pestana, juntando-se a Lisboa, Barcelona, Londres e Berlim. Fora de Portugal, o maior grupo hoteleiro nacional tem hotéis em Espanha, Reino Unido, Alemanha, Estados Unidos, Cuba, Argentina, Brasil, Uruguai Venezuela, África do Sul, Moçambique, Cabo Verde, Marrocos e São Tomé e Príncipe.

Fonte: Pestana Hotel Group
Foto: DR

 

 

Festival Internacional de Cinema de Berlim – Leonor Teles venceu o Urso de Ouro da competição de curtas-metragens

leonortelesA realizadora portuguesa Leonor Teles venceu hoje o Urso de Ouro da competição de curtas-metragens, do Festival Internacional de Cinema de Berlim, com o filme “Balada de um Batráquio”. Nascida em 1992, Leonor Teles é a mais jovem vencedora de sempre de um Urso de Ouro.

“Balada de um Batráquio” disputava o urso de ouro na secção de curtas-metragens  com outros 24 filmes, onde se incluía “Freud und Friends” de Gabriel Abrantes. A película de Leonor Teles expõe comportamentos xenófobos em relação a membros da etnia cigana em Portugal.

A realizadora, que tem raízes ciganas por parte do pai, aborda, em dez minutos, os comportamentos e atitudes xenófobas para com a etnia cigana, tendo como tema de fundo a superstição de colocar sapos de louça à porta das lojas para impedir a entrada de ciganos.

O júri do Festival de Cinema de Berlim de 2016, presidido pela actriz norte-americana Meryl Streep, atribuiu o Urso de Ouro ao documentário de Gianfranco Rosi que aborda a crise dos refugiados na ilha italiana de Lampedusa (Sicília).

Portugal marcou presença com oito filmes, três dos quais na competição oficial, incluindo a longa-metragem “Cartas de guerra”, de Ivo Ferreira, baseada na correspondência de António Lobo Antunes.

Fontes: Berlinale Shorts; Público
Foto:
Berlinale Shorts

Lisboa está na moda … e por isso já chegou à Vogue

Lisboa_NatalUma das mais conhecidas revistas de moda do Mundo, a Vogue, escreve sobre Lisboa. O que não é nada estranho, dado que a nossa capital está na moda e é recomendada frequentemente pelos media estrangeiros. Neste artigo, a revista traça um roteiro por Lisboa, realçando o contraste entre a modernidade e o clássico numa capital com 760 anos.

Para o autor do texto, Chadner Navarro, os turistas vêm para a nossa Lisboa para se “perderem” em vielas sinuosas, visitas ao castelo dos mouros, experimentar a cozinha clássica e ouvir o (também clássico) fado. Mas Lisboa já não é só clássica, apresentando toques de modernidade que são cuidadosamente misturados. Fundindo ambas as experiências, o autor passa a descrever um guia que agrada aos mais clássicos mas também aos contemporâneos. Como alojamento são dadas duas sugestões:  para aqueles que querem conhecer o ambiente mais clássico aposta no Palácio Belmonte, perto do Castelo de São Jorge ou o Pestana Palace que apesar de não ser tão velho tem quartos que transportam para tempos antigos;  para os mais contemporâneos é preferível ficar no Valverde Hotel em plena Avenida da Liberdade.

Descendo esta avenida, pode fazer as suas compras nas  lojas internacionais ou nas clássicas portuguesas, como a Sapataria do Carmo ou a Luvaria Ulisses. Para encontrar algo mais moderno, suba até ao Príncipe Real onde pode encontrar a boutique da Alexandra Moura, uma designer portuguesa, poderá passar também na Underdogs Galery do artista urbano português, Vhils ou na loja a Vida Portuguesa, no Chiado ou no Intendente.

Para comer, a escolha contemporânea recai em José Avillez, no Espaço Espelho d’Água em Belém ou no The Decadente no Rossio. Como clássicos são sugeridos os tão famosos Pasteis de Belém e o restaurante Pap’Açorda, no Bairro alto, que conta com a comida tradicional portuguesa. Após o jantar e para “beber um copo” nada como experimentar uma casa de Fados ou, se preferir dançar, a discoteca Lux junto às docas. Preferindo cocktails, pode seguir para o moderno Cinco Lounge e se estiver numa disposição de ouvir música, a Casa do independente.

Fonte: Vogue
Foto: Turismo de Portugal

Profissionais do café lançam selo para promover o Café Expresso Português

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A Associação Industrial e Comercial do Café (AICC) lançou o primeiro selo de denominação do Café Expresso Português, uma nova marca que pretende diferenciar este produto e as suas características únicas, e que facilitará às marcas de café nacionais um melhor acesso aos mercados internacionais.

Com esta iniciativa inédita estamos a possibilitar ao consumidor a facilidade de reconhecimento deste tipo de café. Por outro lado, nos mercados externos, será sempre uma forma de conhecerem também a tradição portuguesa e desta forma poderem depois pedir o nosso café nos seus países de origem, facilitando a decisão de compra -Rui Miguel Nabeiro, Presidente da AICC.

“Portuguese Coffee – blends of stories” é o novo selo que a partir de agora as marcas portuguesas de café (empresas de torrefação que operem em Portugal) podem incluir nas suas embalagens, numa ação pioneira promovida pela AICC. Delta, Nestlé, Nutricafés ou Torrié são algumas das empresas/marcas de café nacionais que já decidiram adotar este selo.

O lançamento deste selo surge da necessidade de existir uma marca ou elemento aglutinador da indústria que permitisse a diferenciação do Café Expresso Português em detrimento a bebidas expresso de outras origens (países).

Face às características únicas e diferenciadoras do Café Expresso Português, quer em termos sensoriais, quer em termos sociais, a AICC decidiu investir no processo de preservação deste património nacional através da criação do selo de denominação do Café Expresso Português e que o torne como elemento distintivo.

A inclusão desde selo permite ao consumidor, sobretudo nos mercados internacionais, reconhecer facilmente as características específicas do café português e ao mesmo tempo divulgar a sua especificidade e identidade histórica. Para as empresas exportadoras, o selo permite evidenciar uma garantia deste café, asseguradas por entidade independente, contribuindo assim para a aceleração da competitividade das empresas nacionais no exterior. Em 2015, o volume de exportações do sector foi de 63 milhões de euros, o que representa um crescimento de aproximadamente 11% face a 2014. Os principais mercados de destino são Espanha, França e Grécia.

O selo “Portuguese Coffee – blends of stories” foi apresentado no âmbito do 10.º Congresso do sector, que contou com a presença do Ministro da Agricultura, Dr. Luís Capoulas dos Santos, e de mais de 15 empresas nacionais do sector.

Fonte: AIC
Foto: DR

KPMG distingue a portuguesa ebankIT como uma das 10 “estrelas emergentes” no mercado global

kpmgA portuguesa ebankIT, fintech com sede no Porto e especialista no desenvolvimento de soluções tecnológicas orientadas para o setor financeiro, foi distinguida em Londres, pela consultora KPMG, como uma das 10 “estrelas emergentes” no mercado global.

Em conjunto com a empresa de investimentos H2 Ventures, a KPMG começou por elaborar um relatório, publicado em dezembro último, no qual escolheu a ebankIT para figurar na lista das 50 fintech a acompanhar no mercado internacional.

A seleção final das 10 “estrelas emergentes”, revelada no decorrer da cerimónia de entrega de prémios ‘Fintech 100 Awards Ceremony’, realizada em Londres a 9 de fevereiro, voltou a contemplar a ebankIT, que recebeu um galardão que a classifica como membro do restrito lote “Top 10 Global Emerging Stars in “KPMG – H2 Ventures Fintech 100″ 2015/16”.

“Este prémio prestigiante revela-se um grande feito para a empresa, provando uma vez mais a qualidade das soluções omnicanal inovadoras que desenvolvemos. O nosso foco passa por, diariamente, procurar simplificar cada vez mais a interação entre os bancos e os cidadãos e é reconfortante ver a ebankIT ser descrita como uma das 10 fintechs em todo o mundo com as ideias mais ousadas e disruptivas”, refere João Lima Pinto, CEO da ebankIT.

Entre as mais recentes novidades que a empresa apresentou na última semana em Londres, na FINOVATE Europe, a maior feira mundial de soluções tecnológicas para o setor financeiro, destaque para um sistema de reconhecimento visual e por voz que permite a realização de transferências bancárias, bem como uma assistente virtual que funciona no Apple Watch.

Fundada em 2014, com sede no Porto e escritórios em Londres, a ebankIT  foi criada  com base nos quadros técnicos e nos produtos inovadores para o setor financeiro da empresa ITSector, sua principal acionista.

Fonte: KMPG
Foto: KPMG