Churchill’s promove internacionalmente novas tradições associadas ao Vinho do Porto

chuchillsA Churchill’s  lançou a campanha “Celebrate New Traditions” (Celebrar Novas Tradições) – nos diversos mercados onde está presente, incluindo em Portugal – mostrando que é possível recriar a tradição num mundo moderno.

A campanha da Churchill’s, a empresa mais jovem de vinho do Porto, está enquadrada no novo posicionamento da marca – Rethink Port Wine – , que visa associar uma imagem mais leve, ligeira e descontraída ao Vinho do Porto, alterando a percepção dos consumidores em relação a esta bebida tão tradicional.

Com um investimento de 180 mil euros, co-financiado pelo Programa 2020, a campanha “Celebrate New Traditions”, desenvolvida pela The Asteroid, contou com o trabalho do fotógrafo Ricardo Lamego e a direcção de Arte de Ana Trancoso, que trabalham habitualmente para revistas de moda como a Vogue.

São três os momentos do quotidiano que a marca propõe, mostrando pessoas de diferentes idades a beber Vinho do Porto. O primeiro tem um avô e um neto a partilharem uma garrafa, enquanto tiram uma “selfie” juntos, o segundo mostra um pai e um filho numa barbearia tradicional e o terceiro apresenta uma mulher jovem a disfrutar de um copo de Dry White Port numa esplanada, enquanto lê o New York Times.

Num sector tradicionalmente ocupado por players com centenas de anos, a Churchill´s, com apenas 35 anos de existência, afirmou-se e distinguiu-se pela produção exclusiva de vinhos de categorias premium, com uma identidade muito própria.

A empresa considera que sua forma de enfrentar este negócio com alguma irreverência e apostas mais ousadas deriva da sua juventude. O Pop Up bar que abriu em Londres e a experiência Sense The Taste – www.sensethetaste.com, e o evento Taste Discovery são algumas referências na sua forma de promover Vinho do Porto e do Douro.

Fonte: Churchill’s
Fotos: DR

Parque Natural do Faial conquista prémio EDEN Innovation Awards 2016

eden_FAIAL2O Parque Natural do Faial conquistou o primeiro prémio de ‘Experiência na Natureza’ dos galardões “EDEN Innovation Awards 2016”, na cerimónia que decorreu quarta-feira em Melliene, Malta, no âmbito do 11.º encontro da rede de Destinos Europeus de Excelência.

O Parque Natural do Faial concorreu com sete outros destinos EDEN, nomeadamente a Taiga Selvagem, na Finlândia, Naturpark Ötscher-Tormäuer, na Áustria, Kaposvar and the Zselic area, na Hungria, Zuid Limburg, na Holanda, Waimes, na Bélgica, e o Mincio Park e o Sistema Fluviale Nera Velino, ambos em Itália.

A descida acompanhada à Reserva Natural da Caldeira do Faial, iniciativa premiada na sequência da regulação que foi criada e que contemplou a promoção pública de cursos de Guias da Caldeira, registou este ano, até à data, 47 grupos operados por sete empresas locais.

A Reserva Natural da Caldeira do Faial é a mais antiga área classificada do arquipélago dos Açores, completando 45 anos a 7 de março.  Nesta reserva natural estão localizados sete de nove habitats prioritários nos Açores, bem como dois terços das espécies endémicas de plantas vasculares.

A nota de imprensa do Governo Regional salienta que este importante património natural é ainda mais valorizado pela imensa cratera de um vulcão em que se insere, com dois quilómetros de diâmetro e uma profundidade média de 400 metros.

Para além de Reserva Natural, seguindo os critérios da IUCN – International Union for the Conservation of Nature, é também área integrante da Rede de Natura 2000, do sítio Ramsar e de um geossítio prioritário do Geoparque Açores, acrescenta a nota.

Fonte: GaCS/OG
Foto: GaCS/OG

 

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Freakloset: nova marca de calçado premium 100% nacional vai desfilar em Londres

Equipa Freakloset1Freakloset é a nova marca de calçado premium 100% português que chega aos mercados nacional e internacional com uma proposta de valor única: reinventar os modelos mais clássicos, icónicos e intemporais de calçado, tornando-os totalmente personalizáveis com novas cores e novos materiais.

Este é apenas o primeiro passo rumo à expansão da marca que tem por objetivo a internacionalização, já em 2017 – Joana Lemos

A ideia partiu da jovem empreendedora de 26 anos, Joana Lemos, Designer & Founder da Freakloset, formada em Gestão e Administração de Empresas (Universidade Católica, Lisboa), com mestrado em Marketing (ESADE, Barcelona) e em Design (Parsons School of Design, Nova Iorque e IAE, Lisboa). Incentivada pela vontade de criar um produto inédito, que se adaptasse a diferentes estilos e personalidades, Joana cria aquele que seria o primeiro esboço da Freakloset, fruto da sua tese de mestrado na ESADE. Após uma rigorosa análise de mercado, decide avançar com a criação da marca em Portugal, tendo, desde então, trabalhado para encontrar os melhores materiais, o melhor processo de produção, os melhores fornecedores e o melhor design para garantir que apresentava um produto único, nacional, que primasse pela qualidade, detalhe, conforto e design.

O sucesso da sua estratégia de negócio foi desde logo comprovado com uma parceria internacional que permitirá, à Freakloset, apresentar-se ao mercado externo. Em fevereiro de 2017, esta nova marca de calçado 100% nacional desfilará na London Fashion Week, em parceria com uma reconhecida marca de roupa londrina.

Equipa FreaklosetDerby, Monk, Ankle Boot, Chelsea Boot e Loafer são alguns dos modelos disponíveis para venda online no website Freakloset e que podem ser totalmente personalizáveis, em minutos, graças ao avançado sistema 3D que permite escolher diferentes cores de pele, de tecido, de sola e de atacadores, para uma multiplicidade de opções adaptadas ao estilo de cada um. “Pegámos no design simples e intemporal destes modelos e demos-lhe um twist de modernidade atribuindo-lhes novas cores e materiais improváveis, como o neoprene”, refere Joana Lemos. “Fomos ainda mais longe na originalidade do nosso conceito e criámos um software 3D, simples e intuitivo, através do qual é possível personalizar quatro partes do sapato – pele, taloeira, atacadores e sola – para criar, em minutos, uma infinidade combinações e estilos”, acrescenta a responsável.

Para além da personalização, a Freakloset disponibiliza ainda uma coleção fixa que reúne uma série de combinações pré-definidas de acordo com as tendências da estação. A nova coleção Outono/Inverno já está .

Tivemos a sorte de nascer num país com uma forte tradição histórica de produção de calçado e isso deve ser capitalizado pela nova geração que pode ‘abraçar’ esta herança e aportar design e inovação à qualidade que já nos é reconhecida mundialmente. Marcas como Josefinas e Fly London são exemplo disso mesmo

Produzidos em Portugal, os sapatos Freakloset são feitos à mão, um a um, recorrendo às melhores e mais inovadoras técnicas de confeção que, aliadas à experiência de mais de 60 anos da equipa de artesãos, garantem a qualidade e o conforto, desde a costura até à sola. Tudo isto é reforçado com a introdução de alguns dos mais luxuosos tecidos e peles do mercado.

Para completar a experiência de compra no canal online, a aquisição da coleção fixa e a encomenda dos modelos personalizados podem ser feitas, também, no showroom Freakloset, situado no n.º 72 da Rua do Passadiço, em Lisboa, junto à Avenida da Liberdade.

Fonte: Freakloset
Foto: DR

Braga: Antigo hospital de São Marcos vai dar lugar a hotel do grupo Vila Galé

vilagaleBraga2O  mais recente projeto do  grupo Vila Galé será implementado em Braga. A futura unidade hoteleira da Vila Galé resultará da reabilitação do complexo do antigo hospital de São Marcos, desocupado desde 2011, permitindo assim revitalizar este imóvel de interesse público.

Esta aposta em Braga é importante porque permite recuperar património histórico relevante e que estava sem aproveitamento e ao mesmo tempo dar-lhe um sentido económico viável. Por outro lado, pretendemos valorizar a oferta hoteleira de Braga, com um hotel que terá condições para receber diferentes segmentos, desde congressos e incentivos, a corporate e turismo de lazer, que é a área mais forte da Vila Galé – Jorge Rebelo de Almeida, presidente do conselho de administração do grupo

Trata-se de um hotel de quatro estrelas com 127 quartos duplos, salão de convenções com cerca de 300m2, quatro salas com áreas entre 35m2 e os 60m2, dois restaurantes, bar, adega, biblioteca e piscinas exteriores para adultos e para crianças. Terá ainda spa com piscina interior, ginásio e salas de massagens, jardim interior e estacionamento.

O edifício pertence à Santa Casa da Misericórdia de Braga, que recentemente assinou um contrato de concessão com o grupo Vila Galé para instalar o Vila Galé Braga.

Esta unidade hoteleira merecerá um investimento superior a seis milhões de euros e vai criar pelo menos 40 postos de trabalho. Prevê-se que os trabalhos comecem no próximo ano, estando a abertura prevista para 2018.

De capital integralmente português, e com uma rede de 27 hotéis em Portugal e no Brasil, o grupo Vila Galé está ainda a desenvolver outros três projetos:

- Vila Galé Porto Ribeira: um hotel de charme na Ribeira, no Porto, com 67 quartos e um investimento de sete milhões de euros, em fase de licenciamento;

- Vila Galé Touros: um resort na Praia de Touros, no Rio Grande do Norte, Brasil. Em fase de licenciamento, inclui cerca de 500 quartos, três restaurantes, spa Satsanga e centro de convenções, num investimento de 28 milhões de euros;

- Vila Galé Sintra: projeto de cinco estrelas que engloba uma unidade hoteleira e apartamentos turísticos, com uma forte componente de serviços médicos.

Fonte: Grupo Vila Galé
Foto: DR

Madalena Seabra – “Percebi realmente que posso e consigo ajudar as pessoas”

nepal1aO meu nome é Madalena, tenho 23 anos e sou de Lisboa. Estudo Direito na Universidade de Lisboa mas sempre tive a ambição de fazer voluntariado fora de Portugal. O Nepal surgiu através de um primo que esteve aqui através da All Hands Nepal, logo a seguir aos terramotos.

Sinto que descobri a minha vocação aqui!
O meu primo explicou-me tudo sobre a organização e o quanto tinha gostado das pessoas que fazem parte desta, e senti que era aqui que devia ter a minha primeira experiência de voluntariado fora de Portugal.  Quando ele cá esteve, o projecto consistia basicamente em demolir casas e estruturas e fazer a limpeza de tudo o que tivesse sido destruído durante o terramoto.

Só quando cá cheguei é que percebi realmente o quanto esta comunidade precisa de ajuda, e vejo diariamente a gratidão que sentem por estarmos aqui com eles, não só a construir escolas para as suas crianças, mas também a conhecer e abraçar a sua cultura.

Nunca pensei que me fosse identificar tanto com o projecto e com as pessoas que aqui trabalham. Estamos todos aqui para que centenas de crianças possam ter um lugar seguro onde estudar, e ao vê-las todos os dias a ter aulas em contentores de metal temporários com 30 graus de temperatura conseguimos ganhar ainda mais forças para trabalhar para isso.
nepal2Acordamos todos os dias às 05h30 da manhã e é surpreendente como todos temos um sorriso na cara, mesmo que a maior parte de nós não sinta as pernas por causa do trabalho do dia anterior. Trabalhamos das 07h às 16h a fazer todo o tipo de coisas, desde tirar pregos de madeiras para as podermos reutilizar, a construir as estruturas (colunas, paredes) ou pôr cimento no que já estiver pronto para pavimentar.

O trabalho é bastante duro, alguns conseguem aguentar o dia todo, outros tiram algum tempo para descansar se sentirem que está a ser pesado demais. Todos trabalham a 110 por cento e nunca pensei que apenas duas mãos pudessem fazer uma diferença tão grande. Ajudamo-nos mutuamente, tanto fisicamente como psicologicamente, e o trabalho de equipa faz com que tudo se torne um bocadinho mais fácil.

O povo nepalês é dos povos mais acolhedores e fortes que já tive o prazer de conhecer, e há certos trabalhos em que cada voluntário trabalha com um “mason” nepalês durante o dia. Para mim foi dos melhores dias que tive aqui, porque aprendemos a comunicar com uma pessoa sem falar, só através de gestos e ganhamos outra perspectiva, sendo que todos eles e as respectivas famílias estiveram aqui durante os dois terramotos e, mesmo assim, querem ajudar a reconstruir tudo e a dar às suas crianças a educação que merecem.

Sinto que descobri a minha vocação aqui. Quero e sei que posso ajudar muitas pessoas só por oferecer um dia de trabalho, e ao estar aqui percebi que cada pessoa faz a diferença. São mais duas mãos a trabalhar, mais duas mãos a ir buscar água e a distribuir pelos voluntários, mais duas mãos a ajudar um “mason” a construir uma parede ou a aprender com ele como construir as formas de madeira para edificar a escola.
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Sinto que o trabalho que faço aqui é muito importante e útil, e quero continuar a fazê-lo para o resto da minha vida. Seja em Portugal ou fora de Portugal, percebi realmente que posso e consigo ajudar as pessoas, mesmo sem ter qualquer experiência em construção.

Os desastres naturais são uma realidade diária, e vai sempre haver algum sítio que precisa de mais mãos para trabalhar. Por isso quero oferecer as minhas, sempre que puder, onde precisarem de mim.
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Estou eternamente agradecida ao meu primo e a todos os que me receberam aqui no projecto, e sinto-me em casa na base, embora as condições não sejam as melhores.

Aprendemos a adorar banhos de água fria, a dar graças pelo prato de comida à nossa frente (que é basicamente arroz com batatas todos os dias) e a sentirmo-nos completos por ajudarmos todas estas pessoas que precisam tanto da nossa ajuda.

Os progressos são visíveis, em uma semana passámos de ter apenas as estruturas edificadas para ter todo o chão pavimentado e as paredes construídas com tijolos.

Aconselho vivamente a toda a gente a informar-se sobre a organização, que tem projectos em vários sítios por todo o mundo.
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Há sempre lugar para nós, e quanto a mim, não podia estar mais feliz por ter vindo para aqui.


Fotos: DR

Campeonato do Mundo de Trail Runing 2016 vai realizar-se em Portugal

carlosa1O VI Campeonato do Mundo de Trail Running vai realizar-se no dia 29 de Outubro de 2016 em Portugal. A prova desenrolar-se-á em trilhos do Parque Nacional Peneda-Gerês, num total de cerca de 85 Km’s, com um desnível positivo de 4500 metros.

Quanto mais ando pelo Mundo, mais gosto do Parque Nacional da Peneda Gerês. Este oferece todas as condições para termos um excelente Campeonato do Mundo. Para mim é um orgulho poder mostrar ao Mundo este espaço magnífico – Carlos Sá, Ultramaratonista Português e organizador da prova

Com um orçamento próximo dos 300 mil euros, o VI Mundial de Trail Running 2016 vai ser disputado no Parque Nacional Peneda-Gerês (PNPG), a 29 de outubro, numa organização do ultramaratonista Carlos Sá.  A cidade anfitriã será Braga, acolhendo e alojando as seleções que estarão presentes no campeonato. Porém, os Municípios envolventes do PNPG (Arcos de Valdevez, Braga, Montalegre, Ponte da Barca e Terras de Bouro) apoiarão e criarão condições logísticas para a realização do evento.

A organização do VI Mundial de Trail Running quer fazer do evento o mais bem-sucedido e participado da história. Isto foi vincado, esta terça-feira, na conferência de imprensa, realizada nos Paços do Concelho da Câmara de Braga. Com efeito, se antes só era permitida a participação de oito elementos por seleção, quatro masculinos e quatro femininos, agora alargou-se para 18, nove de cada sexo, o que poderá significar uma participação recorde de atletas se cada selecção – são esperadas entre 40 a 50 – usar o limite máximo, explicou Carlos Sá. Nesse caso, o PNPG irá receber mais do dobro de participantes em relação ao último Campeonato do Mundo realizado este ano em França, que contou com cerca de 300 atletas.

A prova terá início na madrugada do dia 29 de outubro em cima das pontes do Rio Caldo. Passa no concelho de Montalegre, na aldeia de Fafião, ao quilómetro 30. Passará no centro da vila do Gerês onde os participantes terão toda a sua logística. Estarão cerca de 50 países representados. Vão atravessar toda a serra Amarela e entrarão no território de Ponte da Barca, passando pelas portas de Mezio e terminam em Arcos de Valdevez. São cerca de 85 quilómetros e 4.500 metros de desnível acumulado.

A par da prova principal, também os amadores terão oportunidade de fazer parte deste evento. Existirão 3 provas abertas ao público nas vertentes Open Race (de maior e menor grau de dificuldade) e Open Race Estafetas.

Este evento, além da componente desportiva e cultural, tem também uma forte ligação ao turismo uma vez que se pretende dinamizar a região com um evento que se realizará, pela primeira vez, em Portugal.

O BERG Outdoor Transpeneda-Gerês 2016 Trail World Championships é organizado pela Carlos Sá Nature Events e conta com o apoio da ITRA (International Trail Running Association), Associação Internacional de Ultramaratonistas (International Association of Ultrarunners – IAU), Federação Portuguesa de Atletismo e o patrocínio principal da BERG Outdoor.

Carlos Sá, responsável pela organização do evento, conta, no seu palmarés, com notáveis resultados, dos quais se destacam: o 1º lugar na Badwater Ultra Marathon 217km non stop (Califórnia – EUA) em 2013; o World Record Aconcágua 6962m (Argentina) em 2013; 4º lugar na Marathon des Sables – 250 km’s em autossuficiência (Marrocos) – 1º melhor não Africano em 2012; assim como várias vezes top 6 no Ultra-Trail du Mont Blanc – 160 km’s (França).

 

Fonte: Organização do VI Mundial de Trail Running
Foto: DR