Melhor revisora do ano de jornal de alto impacto científico é portuguesa

Ana-Camanho-reduzida-300x200[1]

Melhor revisora do ano de  jornal de alto impacto científico é portuguesa

O processo de publicação de um artigo científico implica três grandes passos principais: 1) a escolha do jornal para onde enviar o trabalho desenvolvido (que se baseia nos objectivos do jornal, mas também na sua relevância – que é medida através do factor de impacto), 2) a primeira interacção com o editor, que pode recusar de imediato ou então enviar o trabalho para os revisores (passo 3) – que são, normalmente, cientistas cujo trabalho e mérito são reconhecidos pelos seus pares na área de trabalho. Embora esta metodologia esteja a ser cada vez mais questionada – sobretudo pela ausência de pagamento ao revisores/ tempos de resposta – continua a estar em vigor.

O jornal em causa é o “Omega, The International Journal of Management Science” da editora global Elsevier. O seu objectivo é o de dar a conhecer desenvolvimentos na área da gestão de projectos científicos, com destaque para resultados científicos inovadores e para aplicações. Pode ler-se no seu site, que o material publicado é de alta qualidade e relevância. Factos que são suportados pelo elevado factor de impacto do jornal: 3.5 – significa que em média cada artigo é referenciado por 3.2 artigos no espaço de dois anos após a sua publicação. Ora bem, esta mesma qualidade é assegurada exactamente pelos revisores, que, colocando questões, fazendo críticas, recusando artigos com pouca qualidade, permitem aumentar a qualidade e relevância do jornal.

O jornal Omega, atribuiu este ano, o prémio de melhor revisor de 2014 a onze cientistas. Desde o MIT, passando pela conceituada École Polytechnique, encontramos o nome da Professora da Faculdade de Engenharia da Universidade do Porto (FEUP) e cientista do grupo INESC TEC, Ana Camacho. Esta professora e investigadora é especializada na área da Data Envelopment Analysis e Performance Assessment, conta com inúmeros projectos de investigação, orientações de doutoramento e pós – doutoramento nas áreas da saúde, educação, retalho, indústria da construção, transportes, pescas, qualidade de vida e sustentabilidade a nível urbano e regional.

É o reconhecimento da excelência, não só no trabalho de investigação como no de revisor ou árbitro tão essencial ao escrutínio da qualidade científica dos trabalhos publicados.

 

foto: UP

Cátia Ferreira é uma das 3 finalistas do jumping Talent – Entrevista

estudar

Cátia Pinto Ferreira destacou-se na 2ª edição do jumping Talent pela sua capacidade de trabalho, dedicação e adaptação, A jovem leiriense foi uma das três finalistas do evento promovido pela Universia Portugal.
O Jumping Talent  é o concurso de talento universitário que permitiu aos 70 melhores candidatos de entre 512 inscritos a prestarem as provas mais originais para serem recrutados pelas empresas participantes. A 2ª edição do evento realizou-se a 24 de Março na Câmara de Comércio e Indústria de Lisboa.
Os critérios de selecção passam pelo bom desempenho académico, pela fluência em inglês, capacidade de iniciativa, entusiasmo e vontade de dar o salto para o futuro!

catia2

Cátia Pinto nasceu, a 8 de Fevereiro de 1992, em Leiria. Fez o ensino Básico na Escola da Maceira (actual Agrupamento de Escolas Henrique Sommer) e frequentou a Escola Secundária Domingues Sequeira do 10º ao 12º em Ciências Sócio-económicas. Ingressou numa Licenciatura em Gestão no ISEG – Instituto Superior de Economia e Gestão (Universidade de Lisboa-School of Economics and Management).
Em 2012 integrou um programa de Erasmus, na Áustria onde estudou 6 meses Business Admnistration, Management.  Em 2013 concluiu a licenciatura e decidiu continuar a sua formação académica, escolhendo o Mestrado em Contabilidade, Fiscalidade e Finanças Empresariais.
O ano passado decidiu aventurar-se em mais um programa de mobilidade internacional na República Checa, onde esteve por 10 dias. Interessa-se por temas ligados ao empreendedorismo, diversidade cultural, inovação e sustentabilidade.
Privilegia as rotinas desportivas e recorre ao exercício físico como forma de relaxamento. Já foi directora geral de uma júnior empresa, já trabalhou na área dos recursos humanos e na banca. Ah, e tem 23 anos!
 Tenho uma espécie-de-bicho-carpinteiro que não me permite parar quieta e sempre tive um gosto especial pela inovação e “fazer-diferente”

Como te caracterizas?

A nível académico e profissional sou uma apaixonada pelas actividades e experiências em que estou envolvida, dando privilégio à aprendizagem multivariada e diária. Sou tolerante e facilmente me adapto a novas culturas e espaços profissionais. Tenho uma espécie-de-bicho-carpinteiro que não me permite parar quieta e sempre tive um gosto especial pela inovação e “fazer-diferente”. Danço desde os 9 anos e desde os 16 que sou coreógrafa e líder do meu grupo de dança.

Já representei Portugal no Parlamento Europeu, em Estrasburgo, pela Escola Secundária Domingues Sequeira e já trabalhei na área de Recursos Humanos e na Banca. Mais recentemente, fui Diretora Geral de uma Júnior Empresa de Consultoria de Gestão (ISEG Junior Business Consulting), onde era responsável por liderar 33 jovens empresários e 6 departamentos; Foi uma experiência única e que me permitiu ter uma visão holística sobre a dinâmica empresarial e de como é difícil liderar e gerir uma empresa.

Fiz ainda parte da organização do BET24, um evento de empreendedorismo que alcançou cerca de 300 pessoas durante 24 horas consecutivas. Organizei a “1ª Conferência de Empreendedorismo ISEG JBC” e fui convidada a dar o meu testemunho sobre “Empreendedorismo Jovem, quando começar?”. O ano passado conheci a AFA-Associação Fazer Avançar, em Leiria e integrei um projecto espetacular: o SPEAK, onde sou voluntária.

Em suma, o meu perfil é o cruzamento das minhas vivências académicas, profissionais e pessoais. Aprender com os erros, ultrapassar e lutar contra as adversidades sem nunca desistir! Aproveitar sempre as boas oportunidades que surgem, apaixonando-me pelo que faço!… E claro: sorrir à vida e aproveitar cada momento!

Acho brilhante a aproximação num tom mais informal dos jovens universitários às empresas! Para a maioria dos estudantes recém-graduados as empresas são “um-bicho-papão” dado os formalismos pré-existentes.

Porque foste ao Jumping Talent? Como soubeste do concurso? O que te motivou a participar?

Primeira impressão que tive quando ouvir falar do Jumping Talent: “Concurso de Talentos?  As empresas vão competir pelos candidatos com maior potencial? Vão ser seleccionados os melhores perfis universitários para demonstrarem as suas competências aos coaches das respectivas empresas? – Eu quero fazer parte disto sem dúvida! ”

Acho brilhante a aproximação num tom mais informal dos jovens universitários às empresas! Para a maioria dos estudantes recém-graduados as empresas são “um-bicho-papão” dado os formalismos pré-existentes. O Jumping Talent é um quebra-gelo que permite um contacto com o meio profissional num ambiente mais descontraído. Quando recebi a chamada a dizer: “Cátia, é uma das candidatas seleccionadas!” Fiquei radiante! A oportunidade de participar neste concurso é excelente: é passar do “story-telling ao story-doing”, quero aproveitar ao máximo o evento e todos os desafios que me serão propostos.

Como foi a experiência Jumping Talent?

Foi dar um GRANDE SALTO! Para além dos prémios atribuídos aos 3 desafios em equipa, o evento tinha ainda como objectivo distinguir os 3 talentos revelação 2015, ao final do dia; No final do dia, eu fui uma das 3 escolhidas pelo júri. Recebi por parte do júri institucional uma distinção pelo desempenho ao longo do evento; destacaram a minha capacidade de comunicação, relacionamento interpessoal com os colegas e empresas, capacidade de trabalho em equipa, dinamismo e motivação. Os candidatos que chegaram à fase final constituirão a plataforma fundamental na qual as empresas participantes apoiarão os processos de selecção dos seus programas de estágio e primeiro emprego. Para além disso, eu e as 2 colegas que recebemos a distinção, ganhámos ainda uma mala de viagem e um kit de produtos L’oreal.

Foi extraordinário subir ao palco para receber a distinção como Talento Revelação 2015 (sinceramente, não o esperava). Na minha opinião o melhor prémio foi ter a oportunidade de participar num evento como este; os desafios em equipa colocaram à prova as minhas competências e permitiram-me testar os meus limites, bem como, sair da minha zona de conforto.

O desafio que mais temia era o de responder a uma questão aleatória perante os júris, em 20 SEGUNDOS; mas, passados os 20 segundos em palco constatei que até tinha corrido bastante bem. Adorei o dia desde o primeiro momento que pisei a Câmara do Comércio de Lisboa. Toda a equipa da Universia teve o cuidado de tratar minuciosamente de todas as etapas do evento; Os desafios estavam muito bem estruturados e deram um toque de autenticidade à relação empresa-estudante, estudante-empresa e houve oportunidade para networking com as empresas em painel. Foi um dia em Grande, non-stop! Muita criatividade, garra e dinamismo!

profissional apresentação
Quais são agora as tuas metas académicas e/ou profissionais de curto prazo?

Terminar a minha dissertação (TFM- trabalho final de mestrado) e estou a frequentar o Curso Internacional de Coaching, de modo a diversificar as minhas competências e adquirir ferramentas mais inovadoras que possam ser aplicadas à Gestão e a nível pessoal.

E as profissionais e/ou académicas de longo prazo?

A nível profissional ambiciono trabalhar numa área relacionada com a minha formação e alcançar os meus objectivos pessoais. A nível académico pretendo continuar a investir nas diferentes vertentes que a Gestão alcança.


Um sonho?

Inspirar pessoas e apaixonar-me completamente pelo que faço! As simples as that!

Um lema?

Acredito que devemos de Sonhar em GRANDE e realizar os sonhos à nossa medida!

Uma referência (pessoa)?

Costumo dizer que a minha Mãe é o meu braço direito e que o meu Pai é um visionário que me inspira todos os dias!

 

fotos:DR

 

iUP25k volta a premiar as melhores ideias de negócio

ip25

O perfil está traçado. “Basta” ter uma ligação à Universidade do Porto, juntar-lhe uma boa ideia de negócio, vontade de rentabilizá-la e de a fazer crescer no mercado. É tudo isso que se procura nos candidatos à sexta edição do Concurso de Ideias de Negócio da U.Porto – iUP25k, cujas candidaturas decorrem até ao próximo dia 19 de abril.

Promovido pelo UPIN – Universidade do Porto Inovação e pelo Clube de Empreendedorismo (CEdUP), o iUP25k é um instrumento de sensibilização para o empreendedorismo e criação de novas empresas que tenham por base processos de exploração de conhecimento e inovação gerados na Universidade. Procuram-se por isso empreendedores com ideias inovadoras e arrojadas, nas áreas, científica, tecnológica ou social. Em disputa está um total de prémios no valor de 25 mil euros (patrocinado pelo Banco Santander Totta), a dividir pelas três melhores ideias de negócio (15 000 euros para a melhor ideia e 5.000 euros para as duas restantes).

 

fonte : Notícias UP
http://noticias.up.pt/iup25k-volta-a-premiar-as-melhores-ideias-de-negocio/

mais informação em: http://iup25k.up.pt.

Jovem Investigadora em Eletroquímica recebeu prémio da SPE 2014

diana1cA investigadora do REQUIMTE/LAQV, Diana Fernandes, venceu o prémio de Jovem Investigadora em Eletroquímica do ano com o seu pós-doutoramento no Departamento de Química e Bioquímica da FCUP.

Diana Fernandes nasceu em Barcelos, a 12 de Fevereiro de 1980, onde viveu até concluir o 12º ano. Terminado o ensino secundário ingressou na licenciatura  em Química da Universidade de Évora. Em 2006, através de uma bolsa de investigação, muda-se para a Universidade de Aveiro  e um ano depois inicia o seu doutoramento. Após 4 anos de doutoramento candidatou-se a uma bolsa de pós doutoramento para aUniversidade do Porto, onde está desde Abril de 2011. diana1a

Com que idade sentiste o apelo pela ciência?

Não posso dizer que tenha sentido um apelo pela ciência numa idade específica. Foi uma coisa que foi acontecendo aos poucos. O facto de ter escolhido química foi devido a uma professora de explicações de química que tive no 12º ano. Até então nem sequer gostava muito da disciplina pois tive uma péssima professora do 10 ao 12º ano. Depois durante o curso existiram vários professores que me foram despertando o interesse pela ciência, que ficou ainda mais forte no estágio curricular do curso que envolvia um ano de trabalho laboratorial. Mais tarde, em Aveiro, a Doutora Helena Carapuça incentivou-me a fazer um doutoramento o que contribuiu em grande parte para hoje estar na ciência.

- Ser investigadora era um sonho ou foi obra do tempo e do percurso?

Tal como disse anteriormente foi mais obra do tempo e do percurso até porque nunca me tinha passado pela cabeça ser investigadora. Depois de terminar o curso fui trabalhar para uma empresa mas como o trabalho era um pouco repetitivo e nada desafiante decidi tentar a investigação. Fui para Aveiro para uma bolsa de investigação e aí o interesse pela ciência cresceu.

- Em que consiste o projecto que estás a desenvolver no àmbito do pós-doutoramento no Departamento de Química e Bioquímica da Faculdade de Ciências da Universidade do Porto (FCUP) ?

O projecto visa contribuir para as soluções para os actuais desafios globais de fornecimento de energia devido a graves problemas da mudança climática e da procura de novas fontes de energia renováveis. Neste contexto, o meu trabalho consiste no desenvolvimento de uma nova geração de híbridos eletrocatalisadores à base de materiais de carbono e polioxometalatos para aplicações relacionadas com a energia que incluem reacções electroquímicas relevantes como a decomposição da água nos seus constituintes O2 e H2, a redução do oxigénio para células de combustível e a reacção de redução do CO2 como uma estratégia para a redução electroquímica do efeito de estufa. Outra vertente é a aplicação destes materiais na construção de sensores para remoção de poluentes emergentes.

- Que aplicações práticas poderá ter o mesmo?

Podem existir várias. Por exemplo, o trabalho mais relacionado como os sensores poderá vir a contribuir para o desenvolvimento de uma nova geração de sistemas de tratamento de águas para consumo e residuais mais eficientes energeticamente e de menor custo. A outra parte do trabalho mais relacionada com a energia poderá vir a permitir a construção de um dispositivo para conversão eficiente de energia sem o recurso a metais nobres, baixando assim o seu custo.

- Que significado tem para ti este prémio? Pode aportar mais visibilidade e financiamento?

O prémio é importante não só porque é um reconhecimento do trabalho que desenvolvo mas também porque pode ser uma ajuda preciosa na progressão da carreira de investigação. Como é do conhecimento público, a ciência tem cada vez menos dinheiro e como consequência cada vez mais se vêem óptimos profissionais no desemprego por isso este prémio pode ter um peso significante quando concorrer a um lugar de investigador da FCT. É igualmente importante pois pode contribuir para aprovação de financiamento de projectos relacionados com o meu trabalho.

- Como encaras a investigação em Portugal? E o teu futuro?

A investigação científica já teve dias melhores pois a crise que se vive neste momento no nosso país também se estendeu à comunidade científica. Têm sido feitos cortes enormes no apoio às universidades e aos centros de investigação. São cada vez menos os projectos aprovados e além disso são atribuídas cada vez menos bolsas de doutoramento e pós-doutoramento, já para não falar nas posições como investigador. Hoje em dia é complicado fazer uma carreira científica em Portugal. Esquecendo a parte má a verdade é que aqueles que continuam a trabalhar na ciência desenvolvem trabalhos cada vez mais interessantes e importantes para a nossa sociedade. Além disso, o que se faz em Portugal em nada fica atrás do que está a ser feito fora do nosso país.

- Para além da paixão pela investigação, quais são os seus outros interesses?

Existem vários. Gosto de dedicar o pouco tempo livre que tenho ao convívio com as pessoas que me são mais próximas. Gosto também de fotografia, música, de praticar desporto, de ler e de estar envolvida em campanhas de ajuda animal.

diana1b

 

fotos: DR

 

Barro preto de Bisalhães | Candidato a Património Cultural Imaterial da UNESCO

barro_preto[1]

O Barro Preto de Bisalhães foi recentemente reconhecido como património cultural nacional, por publicação em Diário da República no dia 5 de março de 2015 e inscrição no Inventário Nacional do Património Cultural Imaterial.

Este reconhecimento foi fruto do processo desencadeado pelo Município de Vila Real, com o apoio da Junta de Freguesia de Mondrões, da Associação Empresarial NERVIR e da Direção Geral do Património Cultural, entre outros, com o objetivo de preservar e divulgar o processo de confeção do Barro Preto de Bisalhães, segundo uma técnica ancestral e com enorme significado e relevância dos pontos de vista antropológico e etnográfico.

A Câmara Municipal de Vila Real prepara-se agora, para dar mais um importante passo na defesa desta tradição, candidatando o processo de confeção do Barro Preto de Bisalhães à Lista do Património Cultural Imaterial que Necessita de Salvaguarda Urgente (UNESCO). O Município de Vila Real demonstra, uma vez mais, estar atento às tradições e cultura locais e à importância da sua preservação para as gerações futuras.

Dia 20 de março, a Assembleia da República saudou por unanimidade e aclamação o reconhecimento pelo Estado Português do Processo de Confeção da Louça Preta de Bisalhães como Património Cultural Imaterial e manifestou o seu apoio à iniciativa da Câmara Municipal de Vila Real de apresentação da candidatura a Património Cultural Imaterial da Humanidade, da UNESCO.

A edilidade vila-realense congratula-se com esta importante manifestação de apoio, levada a plenário por todos os deputados eleitos pelo distrito de Vila Real, Agostinho Santa, Ivo Oliveira, Luís Leite Ramos, Pedro Pimentel e Manuela Tender, subscrita por todos os Grupos Parlamentares e também pela Presidente da Assembleia da República, Assunção Esteves.

A candidatura à UNESCO encontra-se praticamente concluída e será formalizada até ao final do mês de março. Brevemente será apresentada publicamente, assim como a Comissão de Honra e a Comissão Científica que a suportam.
O resultado final desta candidatura será conhecido em novembro de 2016.

 

fonte: Município de Vila Real
foto: DR

Escola de Startups do UPTEC com candidaturas abertas até 31 de Março

escola_startups

A Escola de Startups do UPTEC destina-se a empreendedores com projectos de negócio de base tecnológica, científica ou criativa, que desejam criar a sua própria empresa.

O programa da Escola de Startups pretende sensibilizar os novos empreendedores para os principais desafios no processo de criação e desenvolvimento de um projecto empresarial, bem como dar a conhecer ferramentas, conceitos, estruturas e pessoas que os ajudem a validar as suas ideias no mercado.

Durante seis meses, os participantes irão trabalhar na definição do modelo de negócio, identificação de clientes/ mercado(s), melhoria de processos de design e desenvolvimento de produto, compreensão da propriedade intelectual, gestão de equipas, oportunidades de financiamento, aspectos legais e financeiras, vendas e comunicação dos seus projectos empresariais.

Na Escola de Startups, as equipas participantes têm acesso a:(1) Workshops sobre diferentes aspectos da criação e desenvolvimento de negócios;

(2) Sessões de acompanhamento individual com os mentores UPTEC;

(3) Reuniões com empreendedores senior da rede UPTEC;

(4) Eventos de networking com parceiros externos;

(5) Treino de apresentação pública de projetos (pitch);

(6) Apresentação pública dos seus projectos, no Startup Pitch Day.

 

Candidaturas abertas até 31 de Março:
www.escoladestartups.org

 

IMPRIMIR a 360º

FINAL2

Uma nova gráfica e uma forma revolucionária de imprimir nasceu no nosso país. A 360imprimir, empresa criada em Novembro de 2013, por 6 sócios, 3 engenheiros informáticos e 3 gestores veio repensar a impressão.

O grande problema das impressões é o desperdício de papel que surge e o pouco aproveitamento deste processo, encarecendo a maior parte das vezes o processo. Por isso, esta equipa desenvolve um novo software, este software pretende economizar tempo, espaço e agrupar, ao máximo, todas as encomendas feitas. Este processo permite reduzir os custos de impressão, em alguns casos até 80%.

Tudo isto é possível porque é a primeira gráfica online, o atendimento e apoio ao cliente é uma das maiores preocupações da empresa. Este processo online é o que permite à empresa agrupar vários pedidos e revolucionar este sistema.

A 360imprimir focalizou o mercado para pequenas e médias empresas, pois este processo só é eficiente com encomendas acima das 250 unidades (garantindo assim o offset). A empresa disponibiliza vários layouts e opções para que as empresas que encomendem não tenham de perder tempo com todos os passos do processo que normalmente são necessários para este tipo de situações.

Com um site muito simples e intuitivo é muito fácil, em menos de uma semana, ter cartões de visita da empresa com o layout apelativo e impressões de qualidade premium. Basta seguir as indicações do site, escolher tudo o que se pretende e quantidades, a encomenda é pré-visualizada pelo cliente online e a encomenda é enviada para onde seja pretendida.

Jorge Correia, Managing Partner da empresa, explica que existem duas fases de desenvolvimento, pró-activa e reactiva. A fase pró-activa, em que o objectivo é uma educação do cliente, para a utilização dos produtos já desenvolvidos pela empresa e uma rápida utilização do produto. E uma fase reactiva, que já envolve uma análise a todas as encomendas, correcções e reimpressão do produto quando não tem os parâmetros de qualidade que a empresa impõe a si mesma.

O principal objectivo é optimizar todo este sistema moroso e juntar todos os processos que envolvem este tipo de produtos. Aqui o design, a impressão e a entrega estão todas agrupadas num só processo.

Apesar do seu início quase familiar, a empresa em menos de 1 ano e meio aumentou para 19 colaboradores, e em poucos meses pretende aumentar este número para 26. Espera também, no espaço de 2 meses, implementar o modelo de negócio no Brasil, onde já estão a montar uma fábrica, mas avisam que todo o processo anterior à impressão continuará a funcionar só aqui em Portugal.

Uma empresa nacional que começou a prosperar rapidamente, e que esse êxito se pode verificar a cada mês. Cada vez com mais encomendas, alargando os seus horizontes além fronteiras.

Visite a empresa em www.360imprimir.pt  


Foto:
DR

Lino da Costa Pereira ou o Professor mais novo da Katholieke Universiteit Leuven

prof5

 

Lino da Costa Pereira nasceu em Barcelos há 29 anos, quando ainda não sonhava (ou já, a confirmar na entrevista em baixo) que viria a ser o Professor mais novo da Universidade Católica de Leuven (Katholieke Universiteit Leuven), na Bélgica.

Formado na FCUP (Faculdade de Ciências da Universidade do Porto) e mais tarde desenvolvendo trabalho no grupo IFIMUP (Instituto de Física de Materiais da Universidade do Porto), Lino terminou o seu doutoramento já em Leuven. Pelo caminho, acumulou uma extraordinária colecção de prémios nas mais reputadas conferências na sua área científica: semicondutores magnéticos. Fomos conversar com o Lino para conhecer melhor o seu percurso e perceber qual a sua visão do ensino e da investigação portuguesa e belga. Pena que não tenhamos espaço para mais perguntas porque estamos certos que mais respostas interessantes viriam.

E o plano é ficar pela Bélgica. A não ser que nos próximos anos se torne ainda mais difícil encontrar um bom expresso, e um dia de sol se torne ainda mais raro.


Lino, olhando para o passado recente, como vês o teu percurso ? Professor Universitário foi sempre um objectivo?

- Tem piada que em miúdo dizia que queria ser professor universitário, acho que porque gostava da escola, de aprender. Mais tarde, fui descobrindo a ciência, a física, e eventualmente a física da matéria condensada. É claro que pelo caminho experimentei outras coisas e considerei outras carreiras, em especial nos últimos anos, já que as chances de ganhar uma posição permanente são diminutas. Mas sim, sempre foi um objetivo. E atingi-lo devo-o muito a quem me apoiou pelo caminho, em particular a minha família e aqueles que mais que meus professores, foram meus mentores.

 

Como é ser o “mais novo” Professor de sempre na história da Universidade Católica de Leuven?

-  Bom, isso não é um dado oficial, foi algo que alguém conjeturou em minha defesa para a atribuição de um prémio científico. Tive de facto o privilégio de ganhar esta posição mais cedo do que é comum, graças a muita dedicação mas também à convergência de muitos outros fatores: muita sorte portanto. Foi também uma aposta do Conselho Scientífico da KU Leuven, que estou determinado a corresponder. Vê-se finalmente esta tendência a atribuir posições permanentes a investigadores mais jovens. O normal é ainda que um investigador tenha que passar por uma série de pós-doutoramentos, muitas vezes em vários países diferentes. Tem-se justificado isto com a importância da mobilidade, que é um argumento válido, mas muitas vezes levado ao exagero. Para se fixar mais talento em ciência, é preciso que haja melhores perspetivas de progressão de carreira. Isto é também, na minha opinião, uma das grandes barreiras à mulher cientista. Esta incerteza geográfica é uma dificuldade para quem tem família, em particular para a mulher. O argumento é discutível, mas o facto é inegável. A solução não passa necessariamente por criar mais posições de professor em universidades. Na França, por exemplo, o estatuto de investigador científico como posição permanente é tão comum como o de professor universitário. Em Portugal também existe, mas não o suficiente, pelo menos em áreas como Física. E na verdade, isto é um problema que afeta também a Bélgica.

 

Licenciaste-te e mais tarde realizaste parcialmente o doutoramento na FCUP (no grupo IFIMUP-IN), como achas que a tua formação influenciou o teu percurso?

- A minha licenciatura na FCUP, e em particular a projeto de final de curso no IFIMUP, foram determinantes, como é natural. Foi no IFIMUP que descobri que o meu lugar era em física da matéria condensada e física experimental. E devo-o muito ao Prof. João Pedro Araújo, um desses meus mentores de que falei antes. Foi ele quem me introduziu ao trabalho que instituições portugueses desenvolvem no ISOLDE, no CERN, em particular por intermédio do Dr. Ulrich Wahl e do Dr. Guilherme Correia do Instituto Tecnológico e Nuclear, entretanto parte do Técnico, em Lisboa. Eles são exemplo da ciência de alto nível que se faz em Portugal apesar do parco financiamento e instabilidade. Na verdade, ter conseguido esta posição em Leuven deve-se em grande parte a ter sido orientado por estas três pessoas, no seio de uma colaboração internacional e infraestrutura que criaram e mantêm através de muito esforço e dedicação. Isto sem esquecer as duas outras personalidades da ciência em Portugal que os precederam: o Prof. José Carvalho Soares em Lisboa e o Prof. João Bessa e Sousa no Porto, se bem que meu conterrâneo, de Barcelos.

 

Comparando os dois sistemas de ensino superior, o português e o belga, quais as principais diferenças (positivas e negativas) que destacas?

- Essa é uma pergunta muito difícil. Em todo o lado vive-se em clima de reforma constante, fica difícil comparar. O que te posso dizer é que no essencial são semelhantes, e que em Portugal formam-se profissionais do mais alto nível. Não sei se é mérito do sistema educativo, ou da tradição de rigor em algumas instituições de ensino, ou simplesmente do esforço de alguns professores, pais e alunos. Mas é um facto.

 

Relativamente aos dois sistemas científicos, como os comparas ao nível do trabalho prático, organização, o sistema de financiamento, entre outros aspectos?

- São semelhantes. E em ambos os países há quem faça ciência ao melhor nível. A grande diferença é o financiamento disponível. O parco financiamento em Portugal é simplesmente asfixiante. Ironicamente isto leva a que o sistema esteja sob uma pressão tal, que acaba muitas vez por levar à má gestão de um orçamento já diminuto. E a área da física tem sofrido muito particularmente nos últimos anos. Houve um série de medidas simplesmente destruidoras do tecido científico português em física. Tenho a maior admiração por quem consegue construir uma carreira científica de sucesso em Portugal. É claro que em grande parte isto se reduz a um problema económico, o qual não posso dizer saber como resolver. Mas há outras áreas onde o caminho de progresso é óbvio. Por exemplo, os sistemas de administração e burocracia portugueses são em geral demasiado pesados. Talvez tenha sido um mecanismo de proteção que foi crescendo em reação ao favorecimento e ao desleixe. Mas a verdade é que este peso nos atrasa. E dou-te um exemplo muito concreto: quando tentamos assinar acordos bilaterais entre duas universidades, uma portuguesa e uma estrangeira. Em Leuven negoceio os detalhes do acordo com um funcionário administrativo a quem foram dadas diretivas muito claras e uma margem razoável para tomar decisões além dessas diretivas. Em Portugal negoceio com juristas que se vêm obrigados a mergulhar num mar de regulamentação a cada iteração da redação do acordo. Resultado: a demora do lado português atrasa imenso ou mesmo inviabiliza o processo. Não há espaço para isto numa sociedade competitiva.

 

Pessoalmente, como é conciliar as duas tarefas, a de Professor e a de Investigador e líder de grupo ?

- Estão naturalmente ligadas. As cadeiras que dou e darei para já, a nível de mestrado e doutoramento, são muito relacionadas com a investigação que faço. Estão tão ligadas que o gabinete que ocupava antes deste período na ANU partilhava-o com alguns dos alunos que orientava; e a sala de aula, onde lecionei a minha primeira cadeira no semestre passado, era simplesmente do outro lado do corredor. Há quem investigue sem ensinar e quem ensine sem investigar, mas eu pessoalmente gosto de poder combinar as duas atividades. De qualquer das formas, a minha posição é uma “research professorship” o que significa que nos primeiros 10 anos tenho menos obrigações didáticas, podendo dedicar-me mais a desenvolver um grupo e uma linha de investigação independente. É claro que há dias muito longos e muitas semanas de sete dias, mas ninguém segue uma carreira científica para ter um emprego das 9-às-5. É como dizem: quando fazes o que gostas, não trabalhas um dia da tua vida.

 

Actualmente, quais são os temas de investigação a que mais te tens dedicado? Como vês a evolução da investigação científica na área dos novos materiais e quais os principais desafios que esta atravessa?

- O meu foco de momento são fenómenos que emergem de eletrões relativistas em sólidos, o que em termos de materiais envolve por exemplo isoladores topológicos e o famoso grafeno. É provavelmente o tema mais quente de momento em física da matéria condensada, pelo riqueza que representa em termos de física fundamental, assim como o potencial de aplicação em novos paradigmas de eletrónica. E isto liga à outra questão que pões: os desafios. Acho que estavas a falar de desafios científicos e técnicos. Mas deixa-me dizer qualquer coisa sobre o grande desafio que este tipo de ciência defronta hoje. Estamos a falar de ciência essencialmente fundamental. O potencial para aplicação existe, mas a física destes fenómenos é demasiado jovem para se pensar realisticamente em aplicações. O problema de que falo é que a opinião pública e as políticas governamentais por todo mundo têm evoluído numa direção que cria cada vez mais dificuldades à investigação fundamental. Há esta filosofia de utilitarismo da ciência. Sim, todos temos uma responsabilidade para com os desafios com que a humanidade se defronta, mas ciência não se pode reger unicamente com base nisso. Tem que haver, como sempre houve na história humana, espaço para a pura curiosidade científica: explicar o inexplicável. E sim, pelo caminho, vamos fazendo descobertas que encontram aplicação em novas tecnologias, melhorando a nossa qualidade de vida. Mas isso é apenas uma dimensão da atividade científica. A inexistência de uma perspetiva de aplicação, não pode ser um obstáculo a ciência que é por definição fundamental.
Quais as expectativas para o futuro ?

- Continuar a fazer a ciência e a contribuir para a formação de profissionais de alto nível, não só cientistas. Isto é talvez uma dimensão menos conhecida, ou menos compreendida, da investigação científica em universidades. Mestrados e doutoramentos em ciências exatas preparam muitas das mentes e líderes que determinam o nosso futuro, nos sectores público e privado.

E o plano é ficar pela Bélgica. A não ser que nos próximos anos se torne ainda mais difícil encontrar um bom expresso, e um dia de sol se torne ainda mais raro. Mas com o aquecimento global e a moda dos baristas, acho que estou para ficar.

 

foto: DR

“Diário de Bordo” de Ana Marecos

11064219_796982653721317_720994708_o


Ana Marecos é uma assistente de bordo da TAP. Escolheu este livro para escrever as suas experiências, histórias e descobertas.Um testemunho de uma vida apaixonante. O outro lado de uma vida de sonho, Como viver o dia seguinte à reforma de uma profissão repleta de ausências. Será que estamos programados para o não – programado?
Aqui podemos encontrar relatos na primeira pessoa do que é dormir num hotel com janelas para um aeroporto; estar-se num país e poucas horas depois passar por mais dois ou três. A assistente de bordo toma o pequeno-almoço em Paris e vai jantar à Venezuela. Acorda em Maputo e regressa a Lisboa para, quase de seguida, entrar em nova aventura. Nunca se sabe onde anda…
Esta é também a história de uma nova “navegadora” lusa. O livro é o único vendido a bordo da TAP, Portugália e Linhas Aéreas de São Tomé. Sendo que vai já na sua 7ª edição.
Num momento em que a TAP está na ordem do dia, a Excelência Portugal foi conhecer uma das suas Embaixadoras no ar.
11070269_798645360221713_1555289928190791711_o
Escrever um Diário é contar com uma espécie de amigo a quem contamos a nossa vida, com quem desabafamos os nossos momentos, os piores e os melhores.. Este é o Diário de uma vida passada a Voar.

Quem é a Ana Marecos?

Nasci num dia de sol, a caminho do Outono, no dia 26 de Setembro de 1967, às 12 badaladas na cidade das Sete Colinas, num país à beira mar plantado.

Fruta e chocolate são os meus pecados, animais, os meus companheiros de sempre.

Da escola, o que melhor recordo são os recreios, os intervalos das aulas, os trabalhos de grupo e os Professores que nos deixavam expressar a nossa opinião em voz alta e a valorizavam.

Da vida, o que mais reconheço é o apoio infinitamente generoso dos meus pais.

Tenho dois filhos, tão diferentes na aparência, quanto iguais na essência, nos valores: o melhor que a vida me deu.

Porquê a escolha desta profissão?

Era muito jovem e quando entrei, foi apenas para ter um emprego de Verão que me permitisse continuar a estudar. Nunca me imaginei a ficar. Apaixonei-me perdidamente pela profissão, conheci gente fantástica que me ajudou a crescer, é uma profissão para gente nobre de carácter, sempre pronta a ajudar, o nosso limiar de sacrifício vai muito além do normal, existe um enorme espírito de equipa. Somos todos diferentes: uns médicos, outros advogados, professores, psicólogos, terapeutas, bailarinos, cantores, escritores, todos mesmo TODOS sem excepção, gostamos de VOAR; é nessa multidisciplinaridade, nessa diversidade humana que me encontro e sou muito feliz.

Como nasceu o Diário de Bordo?

Desde criança que tropeço nas leituras, nos rascunhos, na necessidade de desabafar com o além, através de um pequeno diário; na fantasia de me rever em personagens, em gestos, em frases…

Aí nasceu também o secreto desejo de representar, subir ao palco, perante uma plateia imensa, devastadora, capaz de multiplicar infinitamente as emoções vividas na pequena Peça, capaz de transformar uma simples história de vida, num turbilhão de sentimentos cúmplices de uma felicidade inimitável.

O rasgo de um aplauso, entre gargalhadas e soluços, em que cada um se encontra com a sua própria essência, dentro das palavras que proferi; em que cada um possa construir as suas frases de vida e reerguer-se.

O que conta o Diário de Bordo?

Escrever um Diário é contar com uma espécie de amigo a quem contamos a nossa vida, com quem desabafamos os nossos momentos, os piores e os melhores.. Este é o Diário de uma vida passada a Voar.

Trago comigo um pouco de cada lugar, de cada paisagem, onde estive… ou imaginei estar! Um pouco de cada pessoa, de cada rosto, com quem me cruzei algures pelo mundo.

O Diário de bordo conta-nos a História de um amor único, de viagem em viagem, num relato cheio de humor, mas também de uma força poderosa que nos inspira a mudar de vida.

Uma reflexão pura e doce: a vida de uma Assistente de Bordo: uma vida simples, um entusiasmo e uma alegria contagiantes e, sem dúvida, uma lágrima teimosa de uma espécie de saudade que nos leva a fazer a mala de volta a casa.

De entre as viagens a melhor de todas é sem duvida a Viagem de regresso a casa.

10580771_798644820221767_8964112285524639956_o

Viajar tanto porquê?

Como diria Fernando Pessoa: “Somos do tamanho daquilo que vimos e não do tamanho do nosso corpo”

Importa disfrutar ao máximo do tempo, para sentirmos que ganhamos tempo e não para perdermos tempo em esperas inúteis.

Na verdade temos muito tempo, tanto tempo que cabem na vida muitas coisas que não somos capazes de viver. Falta-nos tempo ou falta-nos coragem?

O valor das coisas está na intensidade com que as vivemos, as viagens são a minha inspiração. Lidar com centenas de pessoas diariamente, do mundo inteiro, só pode gerar histórias inesquecíveis.

Dos LUGARES onde estive, recordo os MOMENTOS que vivi , viajarei sempre, voltarei até um dia!

 

 

fotos: DR
texto: Ana Marecos

Viseu abre concurso público para Hostel no centro histórico da Cidade

Ed.Munucipal Hostel

Encontra-se aberto o concurso público de concessão de obra pública para conceção, execução e exploração do futuro Hostel
O concurso foi lançado a 17 de fevereiro. Localizado na Rua do Comércio, com uma área total de construção de 1120 metros quadrados, o edifício nº 92 a 106 que servirá de alojamento local na cidade será, durante 90 dias, alvo de concurso público para apresentação de propostas, com vista à conceção, execução e exploração do equipamento.

O Município de Viseu pretende lutar contra o esvaziamento social e comercial do centro histórico, em especial na rua direita. A reabilitação nesta rua abrangerá outros edifícios.

O edil, Almeida Henriques, que foi secretário de Estado adjunto da Economia e do Desenvolvimento Regional, espera que o novo quadro comunitário de apoio (Portugal 2020) permita o incremeneto da regeneração dos centros históricos e da consequente revitalização económica.

As propostas podem ser apresentadas até 20 de Maio.

A documentação está disponível em www.viseunovo.pt

 

fotos: DR