“Running – muito mais do que correr” – entrevista a José Soares

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O exercício físico nunca esteve tanto na moda e a corrida, por ser uma actividade simples e acessível a todos, tem vindo a ganhar cada vez mais adeptos. Uns mais habituados à prática desportiva, outros que nunca tinham praticado exercício antes.

Acabei recentemente a leitura de “Running – muito mais do que correr”, um livro de José Soares publicado este ano pela Porto Editora. Tenho aplicado vários dos seus princípios e conselhos na minha prática desportiva, pelo que sugiro vivamente a sua leitura. Lê-se facilmente, a linguagem é simples e clara.

Este livro é um manual completo para quem quer começar a correr, mas também para quem corre regularmente e quer melhorar o seu rendimento, alimentar-se como um atleta ou mesmo evitar lesões.

Ao abordar questões como motivação, alimentação, suplementos, planos de treino para diferentes distâncias e prevenção de lesões, revela-se um guia essencial porque running é muito mais do que correr.

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- Quando a Porto Editora lhe lançou este desafio de escrever Running – muito mais do que correr, o que sentiu?

Um enorme desafio porque não sou um expert em running. Sou professor de fisiologia, que gosta de corrida, que percebe a relação entre o exercício e a saúde. Nada mais do que isso. Neste sentido, decidi usar a corruda como um meio e não como um fim. Por isso o livro é “Running: muito mais do que correr”… Ou seja, aborda outros aspectos que vão muito para além da corrida propriamente dita. Nutrição, prevenção de lesões, exames médicos indispensáveis, limitações, etc.

- Correr é gratuito e praticado ao ar livre. Sente que essas são vantagens para quem quer começar um desporto?

Penso que sim. Essa é a grande razão. Depois também o facto de ser de prática muito fácil e sem equipamento especial torna a corrida muito apetecível.

- Running será uma questão de moda passageira? Ou veio para ficar?

Penso que está na moda, mas presumo que vai ficar. As pessoas perceberam que mais risco do que correr é não correr. É não se mexer. Com as nossas vidas cada vez mais stressantes e sedentárias, a corrida passa a ser um excelente plano B de fácil execução…

- Foi uma surpresa agradável os destaques dos media? E o livro estar no top das principais livrarias?

Sim. Fiquei surpreendido pelo impacto que teve. Penso que existem algumas razões. O facto de estar escrito com uma linguagem muito simples, de usar muitos exemplos práticos e de usar o modelo da pergunta resposta, torna a sua leitura muito fácil. Por outro lado, reúne no mesmo livro diferentes tópicos que, normalmente, aparecem distribuídos por obras diferentes. Ou seja, reúne informação de fácil leitura e aplicação no dia-a-dia de quem corre.

- Há muitos aspectos que o livro explora além do acto simples de correr. É importante uma pessoa pesar todas as questões que o livro levanta, não é?

Claro que sim. Por exemplo, o primeiro capítulo aborda a questão dos exames médicos prévios. Mas sempre relevando o facto de que maior risco do que correr, é não correr. É estar parado! Dei uma importância muito particular também à questão da prevenção de lesões algo que preocupa muito quem corre, especialmente os que o fazem de uma forma mais intensa.

- Comecei a correr ainda antes do livro ser lançado e a sua leitura ajudou-me. Que conselho me daria, tendo em conta que passei alguns anos sem praticar nada, tive asma e estava com excesso de peso?

Um conselho baseado num ditado: “ A dose faz o veneno”. Pouco é muito pouco, muito é exagero…

 

Fotos: DR

 

 

 

Talkdesk anunciou investimento internacional de 6 milhões de dólares

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Cristina Fonseca e Tiago Paiva fundaram a Talkdesk, em 2012, direccionada para o desenvolvimento e venda de software para call centers. A startup lusa já conta com mais de 100 colaboradores e quer expandir e transformar o mercado de software utilizado nos call centers. 

A empresa já tinha conseguido, no ano passado, um investimento de 13,4 milhões de euros e voltou agora a conseguir outro a rondar 5,3 milhões de euros. Até agora o investimento total ronda o valor de 18,6 milhões de euros.

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A empresa DFJ, líder do primeiro investimento de risco, já tinha anteriormente investido em empresas bastante conhecidas do nosso dia a dia como o Twitter e o Skype. Além dos milhões angariados através do investimento feito pela Salesforce Ventures, a DFJ e a Storm Ventures, a Talkdesk será a partir de agora parceira da Salesforce, empresa de software conhecida por ter criado o CRM. Tiago Paiva diz que a parceria com esta empresa será benéfica para ambos, “Combinando as capacidades do software de call center da Talkdesk com o CRM da Salesforce, os agentes garantem que têm os dados necessários para informar de forma personalizada e efectiva os seus clientes”.

A Talkdesk  tem como principal objectivo, ajudar as PME (Pequenas e Médias Empresas) na criação de call centers de maneira rápida e eficaz. A empresa apresenta já uma carteira de clientes que inclui as conceituadas Dropbox, Chevrolet, wheather.com, entre outras…


Fotos:
DR

Portugal eleito o sexto país mais bonito do mundo pelo UCity Guides

Portugal não pára de acumular distinções como destino turístico. Desta vez o nosso país surge em sexto lugar no ranking elaborado pelo site Ucity Guides dos países mais bonitos do mundo.

O site considera que  as “imaculadas maravilhas naturais dos Açores” só por si justificariam a nossa presença na lista. Mas o portal destaca também  o “jardim flutuante” (Madeira),  as “serenas” planícies do Alentejo e a “perfeita colaboração entre a Natureza e o Homem na criação da fantasia mágica que é Sintra e o Douro”.

Além das cidades de Lisboa e Porto, são também destacados o Parque Nacional da Peneda-Gerês e as aldeias medievais de Marvão e Monsaraz. Para o site, “É impressionante como tanta beleza diversificada cabe num país tão pequenino, que parece ser um dos favoritos do sol.”.

A lista completa dos países é:

1.Itália
2.Espanha
3.França
4. Austrália
5. Grécia
6. Portugal
7. EUA
8. Brasil
9.África do Sul
10.Alemanha

Fonte: Ucity Guides
Foto: www.epochtimes.com.br (Miradouro da Vigia das Baleias)

Jornal alemão fala de um “Milagre Português”, reconhecendo o esforço feito pelos empreendedores portugueses

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Há modas que vêm para ficar. Portugal está na moda, sim, mas creio que não só já o está há muito tempo, como que não vai embora assim tão cedo. Pois é, na verdade, o nosso país. Valioso, misterioso, surpreendente, bonito, histórico. Embora tente, Portugal é quase indiscritível. Mas o que é Portugal sem os portugueses? Os portugueses também são valiosos, e há que os reconhecer. E assim, por uma razão ou por outra, alguns o vão fazendo.

No passado dia 2 de Outubro, a edição online internacional do jornal alemão Der Spiegel escolheu falar de Portugal e dos portugueses. De como nós temos conseguido superar algumas das maiores dificuldades que um país pode passar, e o facto de que sabemos como dar a volta por cima. Helene Zuber, autora do artigo, diz mesmo: “A ressurgência da economia portuguesa é uma história de sucesso incrível.” Fala de como há agora toda uma nova geração de empreendedores e startups que renovam os espíritos de quem cá vive e ajuda a lutar contras as dificuldades que nos têm sido apresentadas.

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A Mónica e o João

Helene começa por descrever o que é estar na zona da Ribeira das Naus, onde observa os casais [que] se aconchegam nos bancos, um músico que toca melodia brasileiras no saxofone na rua, o rio Tejo que corre para sul e uma estátua gigante de Jesus que se consegue avistar na outra margem. Os turistas e locais põe os seus telemóveis no ar ao tentarem apanhar as melhores paisagens.” E neste ambiente em que se encontra, Helene diz que alguns vão ao tuk-tuk verde-lima de Mónica Santos e João Reis.

O início

O artigo começa por dar destaque a estes dois portugueses que montaram o “Mariá Limão”, “uma pequena carrinha de comida que vende limonada caseira e crepes, em pleno Julho.” Originalmente, Mónica Santos, de 33 anos, tinha trabalhado como assistente social, mas perdeu o emprego durante a crise. O mesmo aconteceu a João, de 38 anos, que estudou Matemática e Marketing na faculdade. “Nenhum queria deixar o seu país, tal como muitos da sua geração fizeram.”

Como também não era uma opção a de desistir, e aceitar as coisas como estavam, o que eventualmente levaria a que voltassem a viver em casa dos pais, quando souberam que o governo português estava a permitir que as pessoas montassem negócios nos tuk-tuks, pediram um crédito de 30.000€ às suas famílias e ao banco. Daí, compraram a máquina que já faz quase parte da paisagem lisboeta e todo o equipamento de cozinha que precisavam. “Embora Mónica tenha sempre gostado de cozinhar, agora vê-se a passar 10 horas do seu dia de pé, alternando com o João no grelhador de crepes e a espremedora.”

Agora

A Mónica e João já recuperaram metade do seu investimento. Com as coisas a correrem tão bem, João está também a considerar montar uma segunda carrinha de comida na praia da sua terra de origem, na região do Algarve, pois “gostava de dar emprego aos amigos desempregados que lá vivem.”

Mas tal como diz a autora do artigo, e bem, “eles não foram os únicos a perder o emprego.” Referindo a existência de uma “energia empreendedora e um novo espírito” em Portugal, continua a falar daqueles que não chegaram a sair do país à procura de outras oportunidades, e que, em vez disso, procuraram-nas por cá.

Decidiram correr riscos e estabeleceram os seus próprios negócios, “reinventando os produtos tradicionais, abrindo hotéis com novas características e restaurante não usuais. Desenvolveram software e tornaram-se designers de moda.”

“Ao fazê-lo, transformaram Lisboa num dos mais famosos destinos de viagem ao mesmo tempo criando um crescimento económico”, diz a jornalista.

Para a segunda parte do artigo, saltamos para a Embaixada, que é descrito pela autora como “um palácio do século 18 que foi convertido num centro comercial chique no quarteirão histórico de Lisboa” e ainda que “serve como uma espécie de embaixada para os melhores produtos feitos em Portugal.” E é assim que passamos a conhecer a Raquel.

 

Raquel Guedes

O início

“Apenas sentada em casa, sem respostas” diz Raquel Guedes, de 29 anos, ao falar de como se sentia depois ter vivido vários anos da sua vida a substituir professoras que estivessem em licença de maternidade, na Faculdade de Farmácia. Mas eventualmente cansou-se desse estilo de vida, chegando à conclusão: “Se não consegues encontrar alguma coisa na tua área, então tens que ter mais alguma a acontecer [na tua vida].”

Agora

Decidiu então lançar a sua própria linha de roupa de criança. Hoje em dia, Raquel aluga a sua própria loja dentro da Embaixada.

 

Como outros exemplos de sucesso, Helene não deixou de referir os casos da incubadora Startup Lisboa, que rendeu mais 250 empreendedores e criou 800 novos empregos, e o facto do Comité de Regiões da EU distinguir Lisboa como “Região Europeia Empreendedora” de 2015. E que comparativamente com outros países e cidades europeias, embora os nossos salários sejam mais baixos, e que os financiamentos não necessitam de ser tão dispendiosos, estamos a superar rivais como Amsterdão e Barcelona. Escreve ainda sobre a mais recente notícia de que “Lisboa irá ser anfitriã, nos próximos 3 anos, do Web Summit, uma das maiores conferências do seu tipo para jovens empreendedores tecnológicos, com 40.000 convidados previstos.”

E assim, passamos para a terceira e última parte do artigo, em que nos são apresentados mais 3 grandes casos de sucessos de portugueses que tiveram que perseverar para prosperar.

 

Duarte D’Eça Leal

“A verdade é que a crise foi uma oportunidade”, diz Duarte. Tem apenas 30 anos mas gere um dos hotéis mais hip de Lisboa – um hostel de luxo que só o nome diz tudo: “Independente”.

O início

“Quando tinha 15 anos, Duarte foi para o colégio interno de Oxford e mais tarde para a faculdade na “London Business School”. Uma década depois, começou a sua carreira numa grande empresa imobiliária na Grã-Bretanha.” Ao falar desses tempos diz:“(…)Senti que me estava a faltar alguma coisa”. Decidiu que preferia investir o seu talento em Portugal e tentar implementar as suas ideias no seu local de origem. “Eu senti que Portugal tinha muito potencial”, diz Duarte D’Eça Leal. E assim, no final de 2011, ele e os irmãos renovaram o palácio localizado no Bairro Alto e abriram um hostel e suites para os viajantes.

Agora

Duarte é o dono de uma dúzia de quartos, com tudo desde beliches a quartos duplos e suites, preenchidos com mobília vintage e tecidos portugueses. Existem dois restaurantes que estão colocados dentro do “Independente”. Mesmo com o aumento de impostos, o hostel prosperou e hoje já tem mais um edifício vizinho, conseguindo empregar ao todo 120 colaboradores.

“O sucesso de Duarte é o produto da sua própria iniciativa criativa.”

 

Filipa Neto

Com apenas 25 anos, Filipa poderia ter escolhido estabelecer o seu negócio em qualquer lugar da Europa, mas ela e os seus 13 colaboradores estão instalados em Lisboa.

O início

Filipa defende que quer ficar em Portugal e ajudar a trabalhar na sua parte, promovendo o crescimento do seu país. Há um ano e meio atrás, Filipa estabeleceu a start-up “Chic by Choice”, uma empresa que disponibiliza roupas de luxo para alugar online. Em primeiro lugar, conseguiu meio milhão de euros em capital de risco para lançar a empresa, “uma grande responsabilidade para uma jovem” diz Helene. E depois disso, foi trabalhar para alcançar os seus objectivos.

Agora

Do seu escritório em Lisboa, os colaboradores da “Chic by Choice” compram e enviam Haute Couture para toda a Europa. “A empresa é tão bem sucedida que Filipa quer contratar duas novas pessoas a cada mês. E não é tudo, ela diz com um sorriso: Em Agosto, ela adquiriu um concorrente alemão.”

Talvez os portugueses comecem a perceber. Ou melhor, a aperceber. A aperceberem-se da excelência que é Portugal, que são os portugueses, das suas excelentes capacidades e que, com ou sem obstáculos, por mais difíceis que sejam, conseguimos ultrapassá-los e prosperar. É importante que percebamos aquilo que se passa à nossa volta. É importante acreditar em nós e nos outros. Somos excelentes, e podemos começar a ouvir isso de americanos, alemães, ou de pessoas de qualquer outra nacionalidade, mas por que não começar a ouvir isso de portugueses?

 

Fontes: Spiegel.de
Fotos: DR

Embaixadora de Cuba elogia entusiasmo dos parceiros lusos

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As relações diplomáticas entre Portugal e Cuba, bem como a assinatura do recente acordo com os Estados Unidos da América foram os temas principais da intervenção da Embaixadora de Cuba em Portugal, Johana Tablada de la Torre, num evento organizado pelo International Club Of Portugal em Lisboa.

A representante cubana no nosso país abordou a amizade mantida entre Portugal e Cuba ao longo das últimas décadas, tendo realçado os benefícios que as duas economias têm tido devido à cooperação empresarial. Johana de la Torre considera que “temos parceiros entusiastas em Portugal”.

Os últimos acordos assinados abrangem a protecção do investimento, dupla tributação, acordos culturais e a saúde. A Embaixadora identificou as energias eólicas e a indústria como as áreas prioritárias. No seu entendimento “Portugal foi um dos países que mudou a sua matriz energética”.  Na saúde, Portugal é o único Estado-Membro “que estabeleceu um acordo com Cuba”.

A diplomata tem esperança que a cooperação se mantenha nos próximos anos. Neste momento vivem e trabalham mais de mil cubanos em Portugal.

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Diplomacia com os Estados Unidos

Durante a intervenção também houve espaço para falar sobre a recente aproximação com os Estados Unidos. Johana de la Torre ficou satisfeita com as iniciativas de Raúl Castro e Barack Obama, mas entende que só o fim do bloqueio económico poderá trazer alterações substanciais a nível político e que tenham reflexo na qualidade de vida da população.

Fotos: DR

 

Universidade do Porto é potência no desporto universitário internacional

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A Universidade do Porto, prestigiada instituição de ensino superior, conta com uma enorme panóplia de cursos é conhecida por “albergar” alunos tanto a nível nacional como internacional. Para além do sucesso académico dos estudantes, a UP é uma “incubadora” de grandes craques que têm demonstrado grandes sucessos, também dentro como fora do país, em várias modalidades do desporto, como Rugby, Futebol, Andebol, Ginástica, Natação, etc.

Os atletas universitários, têm feito um excelente trabalho e este verão representaram o nosso país na Coreia do Sul, mais propriamente, nas Universíadas (evento multidesportivo mundial) e atingiram várias conquistas, com destaque para a ginasta Filipa Martins, que trouxe “para casa” a primeira medalha portuguesa.

Na modalidade de andebol, é de salientar, os atletas Alfredo Quintana, Manuel Eduardo Borges, Carlos Santos e Pedro Seabra Marques, que ajudaram a equipa da Seleção Nacional Universitária de Andebol, a conquistar o 1º ouro de Portugal contra a equipa da Sérvia.

Já na competição de Remo, André Pereira, terminou a sua participação com um 9º lugar na classificação final em provas com um nível de competição elevadíssimo, o que demonstra, o seu profissionalismo.

Em Ténis, a UP conquistou duas medalhas de ouro e uma de prata na edição 2014/2015 do Campeonato Nacional Universitário (CNU) de Ténis pares, que decorreu entre 25 a 27 fevereiro, na cidade da Maia.Os atletas Rita Vilaça (FDUP) e Afonso Vieira (FEP) venceram o título nacional em pares misto. A dupla Rita Vilaça e Raquel Mateus sagrou-se bicampeã nacional universitária em pares femininos, vincando novamente a sua superioridade. Em pares mistos a U.Porto venceu também a medalha de prata por Raquel Mateus e Diogo Calheiros. Rita Vilaça sagrou-se bi-campeã nacional de pares mistos 2015 e Raquel Mateus vice campeã nacional também de pares mistos.

No que concerne a Ténis de Mesa, Jorge Costa, foi um único participante português e na competição de Atletismo, a comitiva portuguesa contou com a atleta Daniela Cunha.

Perante os excelentes resultados alcançados durante a época,a 15 de julho realizou-se a VII Gala do Desporto da UP, onde foram homenageados os atletas que contribuíram para mais um ano de vitórias.

Fernando Parente, antigo estudante da universidade do Porto e atual membro da Comissão Executiva da Associação Europeia de Desporto Universitário (EUSA), foi o primeiro a ser galardão, recebendo o prémio Mérito Excelência.

Posteriormente, foram reconhecidos os “vencedores do ano”  em diversas categorias, realçando Marta Abreu na Natação e Jorge Viterbo, campeão nacional universitário de Xadrez. Já na categoria “Atletas do Ano”, Joana Mota na modalidade de Ténis de Mesa, foi distinguida como “Revelação do Ano” e Maria Teres Ribeiro no Atletismo foi galardoada com o “Reconhecimento Desportivo”.

Relativamente a outras modalidades, Natação e Futebol de 7 feminino, destacaram-se como “modalidade individual do ano” e “modalidade coletiva do ano”, respetivamente.

Na categoria de “Técnico do Ano”, Nuno Gramaxo (Rugby) foi reconhecido e Mariana Pinto (Zumba e Pilates) foi entregue o prémio de “Instrutor do Ano”.

Por último, André Viela, representando novamente o Xadrez, conquistou o prémio “Carreira Desportiva”.

E, como não podia deixar de ser, foi também entregue um reconhecimento aos atletas que participaram nas Universíadas 2015.

No entanto, os atletas da UP, não se deixaram ficar por aqui, quiseram ir “mais longe” e quanto aos Campeonatos Europeus Universitários, “motivação e dedicação” fizeram parte da “bagagem” dos atletas, que conquistaram 4 medalhas- entre as quais uma de ouro-, tendo sido o melhor ano nas competições europeias.

Luís Silva, foi o grande vencedor da medalha de ouro, representando ao melhor nível o Karaté português. Também na mesma modalidade, Inês Rodrigues alcançou a medalha de bronze.

No Rugby de 7´s feminino e futebol feminino, as atletas foram vice-campeãs europeias e campeãs europeias, respetivamente.

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Uma das atletas mais prestigiadas do Rugby que também participou no Europeu Universitário de Rugby 7 é Catarina Ribeiro (nas fotos) , capitã da Seleção de Rugby 7 da UP e bicampeã nacional universitária. A atleta recebeu, no passado dia 5 de outubro, o prémio de Jogadora do Ano atribuído pela  Federação Portuguesa de Rugby.

A Excelência Portugal falou com a atleta de 24 anos que além dtambém ajudou o Sport Clube do Porto a atingir o pódio (3.º lugar) no Campeonato Nacional de Sevens e sagrou-se vice-campeã europeia de Beach Rugby em representação de Portugal. Catarina mostrou-se extremamente feliz por poder representar a UP e o nosso país, sonha ser jogadora profissional e gostaria de ver o Rugby mais divulgado e apoiado.

Finalista do mestrado de Ensino da Faculdade de Desporto da U.Porto (FADEUP), Catarina descobriu a paixão pelo Rugby  apenas em 2012 mas tornou-se um caso meteórico de ascensão e progressão na modalidade.

Já em 2015, integrou a seleção nacional de Rugby Sevens que garantiu o 3º lugar no torneio europeu de repescagem para os Jogos Olímpicos do Rio de Janeiro, em 2016, cuja fase mundial se vai disputar no próximo ano.

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No que concerne a outras modalidades, a equipa de Basquetebol 3×3 masculino estreou-se na competição, ficando com o 9ºlugar e, individual com Pedro Catarino destacou-se na prova dos afundanços.

Em suma, depois de tantas vitórias, a U.Porto é considerada a instituição portuguesa com mais medalhas conquistadas.

Fotos:DR

 

Duches e pequenos almoços saudáveis para ciclistas da Universidade de Aveiro

binas_UAAo quererem que cada vez mais pessoas se desloquem para as suas instalações de bicicleta, sejam alunos, professores ou funcionários, a Universidade de Aveiro (UA) apresentou um projecto inovador que promove e incentiva esta prática de vida saudável.

Alunos da UA que se deslocam para a faculdade de bicicleta, questionaram-se se seria era possível tomar banho após chegar à universidade e antes de ir para as aulas. Tendo uma resposta afirmativa sugeriu-se a ideia à Plataforma Tecnológica da Bicicleta e Mobilidade Suave da instituição e em parceria com os Serviços de Acção Social da UA que também se juntaram à plataforma, a instituição passou a disponibilizar menus de pequenos almoços saudáveis e duches. O pequeno almoço tem preço de € 1,50 e quatro menus à disposição com um máximo de 20 utilizações mensais e o duche tem um preço de € 0,70. Os dois são independentes entre si. Para conseguir aceder a estes serviços os interessados apenas têm de se registar na plataforma dedicada ao efeito.

Esta iniciativa entrou em vigor este ano lectivo e já conta com dezenas de aderentes. Um estudo realizado pela universidade, também este ano, concluía que existiam pelo menos 200 pessoas que se deslocavam de bicicleta para as instalações da mesma, sendo que irá ser realizado um novo estudo para perceber se este número teve um aumento significativo ou não.

A plataforma para a Bicicleta e Mobilidade da UA conta com outros projectos como por exemplo a acção “Quintas a pedal para a UA” que desafia a comunidade académica a ir de bicicleta abdicando do carro. Projectos inovadores, saudáveis e bons para o meio ambiente.

Fonte: UA
Foto: DR

 

Quinta do Crasto à conquista do Mundo

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A Quinta do Crasto, em pleno vale do Douro, atrai cada vez mais visitantes. No ano passado foram três mil, sobretudo brasileiros, portugueses e escandinavos. O único problema: não conseguir satisfazer a procura de dormidas. Mas existem outros programas.

O visitante pode escolher provas de vinhos, almoços ou jantares. Um passeio de barco no rio Douro (parceria com a Pipadouro), uma visita à loja, onde podem comprar vinho do Douro, do Porto e ainda azeite.

O enoturismo tem crescido no nosso país e a Quinta do Crasto viu as visitas e provas aumentarem 55%. Como tal, Tomás Roquette revela que há projectos de intervenção junto à piscina (desenhada por Souto Moura), uma cobertura na zona de refeições e obras na cozinha, para que seja mais funcional. Acrescenta ainda – “Prefiro não receber muito mais gente para garantir que as que recebo, recebo bem”.

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São os vinhos e o azeite os grandes impulsionadores da quinta. Com uma representação em mais de 40 mercados, os vinhos atingiram 6,6 milhões de euros em 2014, tendo crescido 14,4% relativamente ao ano anterior. As exportações representam já 60%, destacando-se o Brasil, Canadá, EUA, Reino Unido, Suíça ou Angola como principais destinos. Também entre portas o crescimento foi de 24%, sinal de evolução da marca.

Chave deste sucesso em Portugal, revela Roquette, é a “estabilidade e confiança” que a marca dá ao consumidor. A política do melhor preço durante o ano todo, sem descontos de quantidade, também ajuda a explicar que, em anos de crise, o consumidor aposta nos valores seguros.

A qualidade é também fundamental. Foram investidos 15 milhões de euros nos últimos 10 anos, distribuídas pela vinha, adegas e instalações produtivas. O objectivo é claro: acompanhar e controlar rigorosamente a matéria-prima. Dos 250 hectares de vinhas, saem 1,2 milhões de garrafas (das quintas do Crasto, da Cabreira e de Querindelo) e ainda são arrendadas mais 30 hectares de vinha.

A Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro e o Instituto dos Vinhos do Douro e Porto, colaboram com a Quinta do Crasto para identificarem geneticamente as vinhas mais velhas, algumas com mais de 100 anos. Com isto fica garantida a identidade das vinhas.

Só assim se explica que a Quinta do Crasto seja a empresa portuguesa com mais vinhos classificados acima de 90 pontos pela Wine Spectator, ou pelo crítico Robert Parker. Motivos não faltam para celebrar.

Vai uma visita?

Fonte: Dinheiro Vivo
Fotos:
DR

ANB FEST 2015 – Festival de Empreendedorismo

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O Festival de empreendedorismo ANB FEST 2015 vai ter lugar entre 17 e 18 de outubro, no Museu Nacional de Arqueologia, no Mosteiro dos Jerónimos, em Lisboa. O lema do evento é “O DESAFIO É MUDARES A TUA VIDA!“.

ANB FEST 2015 vem apresentar à sociedade o conceito A New Beginning For Portugal (ANBFP), demonstrando que através da energia pessoal e da partilha universal, estando abertos à ajuda mútua, à mudança de atitudes e mentalidades, é possível FAZER ACONTECER uma ideia, um “sonho”, um negócio, um livro. Os participantes poderão guiar-se pelos exemplos de alguns membros com resultados de sucesso, através das experiências dos empreendedores convidados e fundamentalmente com actividades diversas em ambos os dias.

O projecto ANBFP surge com base no programa A New Beginning, entrepreneurship & Innovation criado pelo Presidente Obama nos EUA em 2010, sendo o seu conceito o de uma rede de pessoas onde cada membro, através da sua experiência de vida, dá o seu contributo para ajudar a transformar  sonhos em projectos empreendedores viáveis e sustentáveis. 

ANB FEST 2015 é um evento social, aberto ao público e sem fins lucrativos, cujas receitas se destinam exclusivamente a cobrir os custos de organização e a apoiar o projecto de inclusão social através das artes promovido pela Associação Welcome People & Arts.  Este evento conta com o apoio institucional do Museu Nacional de Arqueologia e da Embaixada dos Estados Unidos da América.

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INSCRIÇÕES

Para membros ANBFP a inscrição é de 35 EUR. Para não membros, a inscrição tem o valor de 45 EUR.

A inscrição (membro ou não) inclui:

  • participação nos 2 dias do evento;
  • coffee-breaks e almoços nos 2 dias do evento;
  • concerto Vivane & Dilana.

PROGRAMA

As actividades previstas no programa do ANB FEST 2015 incluem a participação no Jogo do Empreendedorismo com apoio dos mentores e convidados especiais, palestras motivacionais, networking e concerto.

Sábado, 17 Outubro

08:30 – 09h30 – Sessões de “aquecimento”

10:00 – 12h30 – Jogo do Empreendedorismo

12h30 – 14h00 – Almoço

14h00 – 18h00 – Jogo do Empreendedorismo

21h30 – Concerto conjunto de VIVIANE e DILANA (Salão Nobre)

Domingo, 18 Outubro

09:30 – 13h00 – Jogo do Empreendedorismo

14h30 – 17h30 – Palestras, apresentações

18h00 – Encerramento com o Bailado de Benvindo Fonseca e Batucadeiras de Cabo Verde

Como mentores e convidados especiais teremos o Embaixador e Embaixatriz dos EUA em Portugal, Catarina Furtado, Carla Rocha, Marta Mertens, Sandra Isabel Correia, Philippe e Cory Van Den Bosch, Ollie Halimapussadiah, entre outros.

 

Fonte: ANBFP
Fotos: DR

Será possível simular o complexo processo da fotossíntese nas plantas?

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Após cinco anos de complexos estudos e mais de 30 milhões de horas de cálculo em supercomputadores europeus, uma equipa internacional de cientistas, na qual participam investigadores do Departamento de Física da Universidade de Coimbra (UC), conseguiu simular o processo de captação de luz da gigantesca estrutura de moléculas – a “antena” designada por “Light-Harvesting Complex II” envolvida no primeiro passo da fotossíntese nas plantas.

Foi a primeira vez que se estudou toda a enorme estrutura (cerca de 18 mil átomos) do que podemos chamar “o motor de arranque da máquina da fotossíntese”, recorrendo exclusivamente à Mecânica Quântica.

Fernando Nogueira

Os resultados da pesquisa, já publicados online, e que serão a manchete de uma próxima edição da revista Physical Chemistry Chemical Physics (PCCP: http://pubs.rsc.org/en/content/articlelanding/2015/cp/c5cp03392f#!divAbstract), são importantes para «perceber como a Natureza resolveu o problema de captar e utilizar a energia do Sol. E fê-lo de uma forma extraordinariamente eficiente… muito melhor que os atuais painéis fotovoltaicos», avança o coordenador da equipa portuguesa, Fernando Nogueira.

Neste estudo, os investigadores identificaram, através de um cálculo sem precedentes, quem faz o quê nesta gigante e intrincada espécie de rede de clorofilas: «só uma molécula de clorofila tem o papel principal na estrutura do fotossistema. Todas as outras funcionam como “antenas” de captação de energia, transferindo-a de imediato para a molécula central que é onde se dão os passos seguintes do processo», relata o especialista em Física Computacional da UC.

A forma como se processa a transferência de energia para o centro da reação é ainda um enigma para os cientistas e, por isso, «perceber como é que estas antenas transmitem a energia para a molécula central do fotossistema é o próximo passo da investigação. Recolhemos uma enormidade de informação que é necessário destrinçar», afirma Fernando Nogueira.

 

Fonte: UC
Fotos: DR