A portuguesa Load Interactive venceu concurso internacional da NASA

11149318_1037657782913574_3484699358891320637_n[1]A Load Interactive  venceu o concurso internacional SpaceAps Challenge 2015, organizado pela NASA, na categoria de “Most innovative use of IBM Bluemix“.

O evento decorreu nos dias 11 e 12 de Abril, no ESA Business Incubation Center na cidade de Noordwijk, Holanda, com o objectivo de criar soluções open-source que endereçassem necessidades globais da vida na Terra e no espaço.

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A equipa que representou a Load criou uma aplicação móvel chamada Space Stuff que tem como objectivo interagir com os astronautas. Esta aplicação, foi criada em apenas 36 horas (hackathon), permite encontrar o astronauta através de realidade aumentada, comunicar com ele através do Twitter e saber mais acerca do perfil de cada um.

 

 

fonte: Pedro Varela/Load Interactive
foto: DR

U.Porto procura novos talentos para a investigação

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Está a chegar mais uma edição do IJUP. Todos os estudantes e investigadores da Universidade do Porto podem agora submeter os seus trabalhos de investigação (até 25 de abril) ou inscreverem-se (até 30 de abril) para participarem no Encontro de Investigação Jovem da Universidade do Porto, iniciativa que, pelo oitavo ano consecutivo, pretende dar a conhecer os novos talentos da Ciência produzida na U.Porto.

A decorrer na Reitoria da U.Porto, de 13  a 15 de maio, o IJUP constitui uma oportunidade única para os estudantes de 1.º e 2.º ciclos (licenciatura, mestrado integrado e mestrado) da Universidade, incluindo estudantes de mobilidade, apresentarem publicamente os seus trabalhos científicos perante uma plateia de colegas e docentes de todas as faculdades da U.Porto.

Os estudantes interessados em apresentar os seus projetos devem submeter, de 16 a 25 de abril, um resumo da sua comunicação na página de inserção de resumos. Os estudantes que não pretendam apresentar qualquer projeto podem, ainda assim, marcar presença no IJUP. Para isso, basta inscreverem-se até 30 de abril aqui.

 

fonte/artigo cmpleto em: http://noticias.up.pt/ijup-u-porto-procura-novos-talentos-para-a-investigacao/

foto: DR

Inês Caleiro (Guava) – Empreendedorismo além-fronteiras com assinatura portuguesa

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Apaixonada desde sempre pela moda, Inês Caleiro conta com um percurso feito no estrangeiro, tendo chegado mesmo a estagiar na conceituada Jimmy Choo. Entre Portugal e a Noruega, é atualmente CEO e diretora criativa da GUAVA. A jovem designer portuguesa partilhou o seu percurso e os desafios deste projeto. Um exemplo de empreendedorismo nacional que conquistou mercados além fronteiras.

 

Não vejo onde é que o facto de se ser empreendedor português possa trazer limitações. As limitações somos nós que as criamos e não o facto de que temos no nosso passaporte a nacionalidade portuguesa. Acredito que na sociedade global em que vivemos hoje em dia destacam-se as ideias e os resultados. O facto de ser português só nos deve trazer orgulho.

 

1 – Como foi o seu percurso académico? 

Estudei Design Gráfico no Iade e desde sempre a areá da Moda me fascinou. Decidi logo que terminei o curso de Design Gráfico seguir para Londres e tirei uma Pós Graduação na London College of Fashion em Fashion design & Accessories. Neste curso, o meu projecto foi votado o melhor e com esse mérito recebi o prémio de melhor aluna do curso e consequentemente fui convidada para estagiar na conceituada Jimmy Choo.

 

2 – Participou no programa InovContacto. Como foi esta experiência? 

A experiência do Inov Contacto foi extremamente gratificante. Experenciei não só a realidade do sonho americano, como a oportunidade de trabalhar numa das empresas de Design de Produto de luxo com forte impacto naquele mercado. A possibilidade de construir e desenvolver a marca nos EUA teve um enorme valor para o meu percurso. Conhecer a realidade de desenvolver e promover uma marca de perto é extremamente enriquecedor.

 

3 – Que portas é que esta experiência lhe abriu?

Esta experiência trouxe-me acima de tudo o desejo e a vontade de começar algo. De desenvolver uma marca e desafiar-me a mim mesma. Além obviamente de ter conhecido e criado um network de pessoas que permitiram que o meu projecto começasse a ganhar forma.

 

4 – Entretanto surgiu a GUAVA. O que é a GUAVA?

A Guava é uma marca de design de sapatos, inteiramente inspirada em arquitectura e formas geométricas. É uma marca produzida em Portugal feita com enorme dedicação pelas mãos dos nossos artesãos portugueses.

 

5 – O que é que estes sapatos têm de diferente dos que já existem no mercado?

O cunho dos nossos sapatos está nos saltos altos geométricos. A nossa imagem de marca é essencialmente a arquitectura desenhada em cada salto. Todos os saltos são feitos por nós e exclusivos da Guava.

 

6 – Em que mercados se encontra a GUAVA ? Que mercados querem alcançar?

Neste momento estamos representados essencialmente na Europa, Rússia e Arabia Saudita. Estamos a estabelecer contactos com o mercado asiático e procuramos também apostar no mercado dos EUA.

 

7 - Recentemente a GUAVA fez uma parceria com a Baguera, para a criação de uma clutch. Como surgiu e em que consistiu esta parceria?

Foi super interessante o contacto entre a Guava e a Baguera. Eu e a Branca conhecemo-nos há algum tempo, quando a Guava ainda estava nos seus primeiros meses de existência. Sempre admirei o trabalho da Branca e a vontade de colaborarmos um dia. A ideia surgiu numa conversa de what’s app onde ambas revelamos o interesse em fazermos uma colaboração e rapidamente as ideias começaram a borbulhar.

 

8 – Quais os resultados alcançados?

O impacto na impressa tem sido bom. Temos estado a ter visibilidade e procura.

 

9 – Está entre Portugal e a Noruega (Oslo), numa marca que se começa a espalhar pelo mundo. Como sente que é visto Portugal e o que é feito no nosso país? Portugal está na moda?

Creio que os portugueses têm algum receio da imagem que passamos para fora, esses receios não deveriam existir. Em todas as culturas e países existem características boas e outras menos boas. Portugal tem sabido aos poucos “mostrar-se” e isso devido a esta nova “geração” de empreendedores e “conquistadores”. Em geral do que vejo por onde passo, está a acontecer esta vaga de “entrepreneurs”, e em Portugal estamos cada vez mais bem representados, é essa geração que está a saber passar a imagem que todos nós jovens queremos que Portugal tenha lá fora. Graças a isso os comentários que ouço são positivos e de reconhecimento por o que temos em Portugal.

 

10 – Como é ser-se um empreendedor português, no contexto mundial? É uma vantagem ou levanta algumas limitações?

Não vejo onde é que o facto de se ser empreendedor português possa trazer limitações. As limitações somos nós que as criamos e não o facto de que temos no nosso passaporte a nacionalidade portuguesa. Acredito que na sociedade global em que vivemos hoje em dia destacam-se as ideias e os resultados. O facto de ser português só nos deve trazer orgulho.

 

11 – Entre Portugal e Oslo, que projetos tem para o futuro ? Quais as próximas apostas da GUAVA?

O objectivo passa por continuar a espalhar o encanto da Guava pelo mundo.

 

foto: DR

Investigador Português Pedro Vieira é o vencedor da conceituada medalha Gribov

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Investigador Português Pedro Vieira é o vencedor da conceituada medalha Gribov

É com grande orgulho que lemos no site da divisão de altas energias e partículas da Sociedade Europeia da Física, que Pedro Vieira foi o vencedor da medalha Gribov (http://eps-hepp.web.cern.ch/eps-hepp/) – atribuída a jovens  físicos (menos de 35 anos). Este prémio foi atribuído pelas suas contribuições “groundbreaking” para a determinação exacta do espectro e amplitudes de dispersão de dimensões anómalas na teoria supersimétrica de Yang- Mills, ou resumindo em teoria de campo no domínio da física teórica.

Este conceituado prémio segue a Sloan Fellowship que Pedro Vieira já tinha ganho no ano passado, cuja importância é tal que basta dizer que 42 dos premiados com esta Fellowship vieram mais tarde a ganhar o prémio Nobel, como pode ler-se no site do Perimeter Institute, onde Pedro Vieira está actualmente (http://www.perimeterinstitute.ca/node/95855).

O director do Perimeter Institute, Robert Meyers, assegura que “todos estamos contentes por ver o trabalho do Pedro reconhecido de forma tão abrangente. (…) Ele tem uma rara combinação de talento matemático e intuição física, e ele tem feito um trabalho notável. (…) Pedro é verdadeiramente um extraordinário jovem cientista”.

Pedro Vieira, licenciado em Física pela Faculdade de Ciências da Universidade do Porto, membro do respeitado Perimeter Insitute, vê assim o seu trabalho reconhecido, com a medalha e com um prémio monetário não especificado.

Vamos continuar a seguir, com orgulho, o trabalho deste jovem cientista que hoje brilha mais alto!

 

foto: DR

D’Ornellas Boots – Joana e Gonçalo D’Ornellas em entrevista

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D’Ornellas Boots constitui uma marca portuguesa de botas, que surgiu em 2013 (dois mil e treze). Uma linha de calçado de dois irmãos, sendo os seus criadores e rostos Gonçalo D’Ornellas e Vasconcelos e Joana D’Ornellas. A excepcionalidade destas botas vai de encontro à sua qualidade e singularidade, qualidades provenientes do facto destas botas serem manufacturadas por artesãos portugueses e materiais também portugueses na sua totalidade.

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Quais as motivações que vos levaram à criação da marca das botas D’Ornellas?

A razão do surgimento das botas constitui em si uma história muito engraçada. A nossa família tem por si muita ligação à experiência rural, essencialmente em torno dos cavalos. Neste mesmo sentido o primeiro modelo D’Ornellas acabou por ser desenhado pelo Gonçalo, numa óptica de possuir umas botas versáteis que pudessem ser utilizadas tanto no campo como na cidade.

De uma necessidade particular acabou por se optar por iniciar o negócio. Permitindo ao consumir a obtenção de um par de botas que se adapta no diversos contextos, desde o clássico e elegante acompanhar de um fato, ao informal das calças de ganga.

Embora este modelo inicial tenha sido desenhado tendo em mente, enquanto público-alvo, o Homem, actualmente já produzimos quer modelos masculinos, quer femininos. Obviamente com linhas de design adaptados ao género, mas com o mesmo objectivo inicial. Podendo ainda caracterizá-las enquanto:

Produto 100% Português, feito à mão a partir do melhor couro por artesãos especializados, o conforto e design destas botas torna-as na opção ideal para utilizar em diversas situações do quotidiano.


Uma vez que acabaram por desenvolver modelos para Mulher, gostaria de saber se constituí  também  interesse em desenvolver uma gama para crianças?

Para criança nunca pensamos em fazer, uma vez, que fabricamos botas a partir do número 34 (trinta e quatro), para além de meios números. Como referido começamos com botas para Homem e agora já temos modelos para mulher, aos quais tivemos uma grande receptividade.

A D’Ornellas Boots tem actualmente três modelos disponíveis: o modelo clássico de atacadores as “D’Ornellas” e, mais recentemente concebidos, uma Bota de Elásticos laterais, as “Chelsea” e uns Sapatos (com nome a divulgar futuramente).

Num prazo, e aqui sim, constituí do nosso interesse abrir o espectro, será de desenvolver uma linha de Malas, Carteiras e alguns acessórios. Mantendo assim o mesmo público-alvo, mas indo de encontro à satisfação dos interesses e necessidades dos nossos clientes.
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Onde pode o cliente obter os vossos produtos?

O cliente pode adquirir as botas D’Ornellas e entrar em contacto directo connosco no nosso Showroom em Lisboa, onde se encontram todos modelos existentes em exposição.

A aquisição pode ainda ser realizada on-line ou ainda personalizada, sob a qual nós nos disponibilizamos a deslocar ao local onde o cliente se encontra, na zona de Lisboa.

[Todos os produtos encontram-se no site, podendo acompanhar os desenvolvimentos da marca nos seguintes links: www.dornellas.pt / www.facebook.com/dornellas.boots ou ainda entrar em contacto directo, através de: www.facebook.com/joana.dornellas]

 

Em termos de alcance a marca já ultrapassou as fronteiras portuguesas, alcançando Xangai, México, Nova Iorque, França e Inglaterra. Qual o passo que se segue em termos de metas face ao estrangeiro?

Para além dos países mencionados, felizmente, D’Ornellas Boots já alcançou mais países. Sendo que actualmente já foi possível vender os produtos, através da internet para Israel, Estados Unidos, Alemanha, Espanha, Bélgica, Suíça, Brasil.

Em termos de metas, e após a abertura de portas em Portugal, a ambição é seguir este mesmo exemplo e sucesso noutras capitais mundiais. Ou seja, procurar a abertura a horizontes ainda mais diversos e desafiantes.

Quais os obstáculos que, pessoalmente, sentiram ao procurar expandir a marca para o estrangeiro?

Quando se inicia um negócio existem sempre realidades que nos são imprevistas, não sei se lhes chamaria necessariamente obstáculos. Mas é evidente que os desafios são diversos, estamos cientes de que o crescimento deverá sempre ser controlado.

Procurando o máximo de realismo possível, sem dar passos maiores do que as próprias pernas. Até porque sendo as botas fabricadas à mão, a produção nunca poderá ser em massa, isto é, não conseguimos explodir em quantidades imensas. Ainda assim, estamos a ganhar estrutura para um novo voo para a Europa o que é por si muito positivo para a marca.

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De volta a Portugal, a marca já foi convidada a estar presente em inúmeros eventos. De entre essas experiências, qual foi a mais marcantes?

Todos os convites são bem-vindos e desde já agradecemos e muito a todos aqueles que até então nos tem convidado para os mais diversos eventos de norte a sul do país. Mas fazendo referência a um marco, o mais importante do ainda breve percurso das D’Ornellas Boots, foi o convite para participar na Moda Lisboa. Foi marcante pois permitiu-nos abrir um percurso no mundo da Moda, o que em termos de uma marca de calçado é fulcral e acima de tudo, benéfico.

Já se tocou nas metas em termos de passagem de fronteiras, resta perguntar quais os novos objectivos que pretendem alcançar com o negócio nos restantes domínios.

Ao criar a marca D’Ornellas Boots começámos a percorrer um caminho mais difícil do que esperávamos. Estamos a falar de uma marca muito recente e ainda embrionária.

A D’Ornellas Boots têm vindo a evoluir tanto nas peles adquiridas, nos mesmos fornecedores de grandes marcas mundiais, evoluímos também em termos da densidade da borracha, entre outros pormenores que marcam a diferença. Optamos essencialmente por defender e apostar na qualidade, no design e no conforto.

Os projectos têm que ser desenvolvidos com paixão para vingarem, é essa paixão que tentamos pôr em tudo em que nos envolvemos, por essa razão, podemos orgulhar em dizer que a marca tem crescido e o objectivo passa por continuar nessa linha nos vários pontos já falados.

Para terminar, fugindo um pouco à formalidade, gostaria de saber a opinião de ambos de “como é trabalhar em família”.

Trabalhar em família, por vezes, não é fácil e temos que ultrapassar algumas ou mesmo muitas contrariedades. No entanto trabalhamos sempre com a total confiança e cumplicidade que nos une e nos torna num só. Se os diferentes pontos de vista e feitios nos levam a algumas divergências, também são essas características que nos complementam, abordando os desafios nos diferentes pontos de vista.

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fotos: DR

Concurso da Incubadora Taguspark leva empreendedorismo ao Festival IN

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O concurso de ideias de negócio Duck Pond, aberto ao público, decorrerá durante o Festival IN- Inovação & Criatividade nos dias 23, 24 e 25 de Abril, respectivamente, quinta-feira, sexta-feira e sábado, com início previsto para as 18h00 na cidade Unisys – Investigação & Produtividade.

O Concurso é uma iniciativa da Incubadora Taguspark, conta com o patrocínio da Fundação AIP (organizadora do festival), e visa incentivar o empreendedorismo em Portugal.

Durante cada sessão serão apresentadas entre 5 e 6 ideias de negócio pré-seleccionadas pela organização do evento, e após cada pitch os candidatos terão que responder às questões colocadas por parte do júri composto maioritariamente por empreendedores de sucesso.

A melhor ideia de cada dia irá ainda receber um prémio no valor de valor de 500€.

As inscrições encontram-se agora abertas através do preenchimento de um formulário no site do Festival-IN, já disponível no seguinte link http://incubadora.taguspark.pt/duckpond.

Filme “FOI O FIO” premiado na Alemanha

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O filme de animação “Foi o Fio” de Patrícia Figueiredo, produzido pela Filmógrafo e Cine-Clube de Avanca acaba de ser distinguido com o segundo prémio do “3º International Monstronale Festival”. Este evento, que este ano elegeu “Paixões” como temática, decorreu até este domingo na cidade alemã de Halle, sede do estado “Saxony-Anhalt” e no centro nevrálgico da chamada “Região Metropolitana Central Alemã” (Metropolregion Mitteldeutschland).

A história de “Foi o Fio” envolve 3 mulheres. Uma mulher novelo, uma velha mulher que passa os dias a olhar pela janela e uma vendedora de roupa caída dos estendais, estão unidas por um fio. As três conduzem as ações de outras personagens e o inevitável destino de uma mulher com o marido às costas.

Sobre esta obra, o júri declarou ser “Uma bela prova de linearidade, mesmo num (não) enredo aparente”.

Sendo a obra de estreia de Patrícia Figueiredo, este filme foi já exibido em 31 festivais, em Portugal mas também na Alemanha, Áustria, Bulgária, Canadá, Chile, Croácia, Espanha, França, Hungria, Índia, Marrocos, Rússia e Turquia. Este é o quinto prémio atribuído ao filme.

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Patrícia Figueiredo nasceu em 1985 e licenciou-se em Pintura pela Faculdade de Belas Artes da Universidade do Porto, tendo concluído o curso em Cracóvia (Polónia), onde frequentou o atelier de Cinema de Animação na AkademiaSztukPięknych w Krakowie. Finaliza atualmente o Mestrado em Ilustração e Animação no Instituto Politécnico do Cávado e do Ave. O seu trabalho divide-se entre a animação e a ilustração, onde participa em vários livros infantis.

Com música do compositor Joaquim Pavão e produção de António Costa Valente, a Patrícia teve a companhia na animação da Raquel Felgueiras, Íria Cabaleiro, Rodrigo Barata e da equipa constituída por António Osório, António Fonseca, Bruno Correia, Carla Tavares, Daniela Couto, João Ferreira, Maria Rebelo, Ricardo Silva, Sérgio Reis e Vânia Clara. Na produção, Eunice Castro e Rita Capucho assistiram Júlia Rocha e Álvaro Marques. Finalmente, Patrícia Figueiredo e Raquel Felgueiras montaram o filme.

“Foi o Fio” foi realizado no estúdio de cinema de animação do Cine-Clube de Avanca, com produção Filmógrafo e apoio financeiro do ICA | Secretaria de Estado da Cultura, com co-financiamento da RTP, Radiotelevisão Portuguesa.

BIP – O programa a dar gás às ideias da UP!

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O BIP – Business Ignition Programme é “um programa de iteração de modelos de negócio para tecnologias desenvolvidas no meio académico” como pode ler-se no site: http://bip.splashthat.com/. Trata-se de um curso destinado aos alunos/investigadores e comunidade académica da UP em geral com o objectivo de identificar oportunidades de mercado para potenciais produtos, ensinar e capacitar os participantes das ferramentas necessárias à comercialização de tecnologias e assim criar novas oportunidades de negócio de base tecnológica.

 

O programa que começou em 2011, tem a organização deste ano a cabo da UPIN – U.Porto Inovação, que é o gabinete de transferência de conhecimento da Universidade do Porto em parceria com a ANJE – Associação Nacional de Jovens Empresários e a Startup Pirates que asseguraram a presença de pelo menos oito tutores e mentores com experiência no ensino e no mundo empresarial de base tecnológica. A ideia-base do programa é que se constituam equipas mistas (investigadores + mentores) que ao longo de 12 semanas, uma vez por semana, vão aprimorando o seu modelo de negócio de acordo usando as metodologias que lhes são ensinadas e que foram desenvolvidas por Alexander Osterwalder – Business Model Canvas – e por Steve Blank – Customer Development.

A edição de 2015, que começou no dia 12 de Janeiro, conta com dez equipas participantes e terminou dia 6 de Abril, com a sessão de encerramento que contou com a apresentação pública de cada um dos projectos: MateRHEials, Projecto BeAux, Future NanoCoatings, Supressor de Feedback Acústico, Startmeter, Smart Heat Switch, RICLA, Janela Solar, Avatar Pipeline e Airpark. Para além das equipas participantes, a sessão contou com a presença de alguns investidores (e representantes de grupos de investidores) que assim ficaram a conhecer potenciais projectos de investimento. A sessão ocorreu na ANJE, Porto – e contou com a participação do “tubarão” João Koehler da ANJE, Fátima Ramalho da U.Porto Inovação, e Inês Santos Silva da Startup Pirates. A sessão contou ainda com a presença de alguns investidores (e representantes de grupos de investidores) que assim ficaram a conhecer potenciais projectos de investimento. O resultado foi uma sessão animada, onde se destacou a qualidade e inovação destes projectos, que se encontram em diferentes estados evolutivos

 

Cá estaremos para lhes desejar sorte e acompanhar no futuro próximo!

 

Fotos: DR

Campeã de dança, manequim e voluntária – Margarida Dias em entrevista

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Margarida Dias tem 22 anos, nasceu em Braga, onde sempre residiu e ai concluiu a Licenciatura em Serviço Social na  Universidade Católica Portuguesa – Faculdade de Ciências Sociais. Na dança tem-se destacado a nível nacional, tendo alcançando já um palmarés muito interessante. Paralelamente, a moda tem-lhe “piscado o olho” e tem desfilado com alguma frequência.

Ligada à Pastoral Universitária descobriu o voluntariado em Cabo Verde, o que se tornou numa paixão. Localmente, coordena o voluntariado da Pastoral Universitária no Projecto Homem e faz voluntariado num lar de idosos.

A Excelência Portugal quis saber mais e entrevistou a Margarida.

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Este ano de competição foi super positivo. Alcancei todos os títulos nacionais tanto em Latinas como em Clássicas
- Com que idade descobriste a dança?  Foi a tua primeira modalidade?
Descobri a dança já relativamente tarde, com 16 anos por intermédio de uma amiga que me convidou a  experimentar uma aula de dança de salão. Não foi a minha primeira modalidade. Antes fui federada em Taekwondo mas , mais tarde deixei de praticar e assim que experimentei a dança de salão tive vontade de continuar.
 
Como conseguiste conjugar a alta-competição com a licenciatura?
Durante a licenciatura não foi muito difícil de conciliar porque os treinos eram ao fim da tarde e os campeonatos aos fins de semana. Na altura entrei na tuna e isso já não deu para conciliar porque coincidiam os horários, mas com a licenciatura nunca houve problema.
- Como decorreu este na Dança? Que títulos alcançaste ?
Este ano de competição foi super positivo. Alcancei todos os títulos nacionais tanto em Latinas como em Clássicas, nomeadamente o título de Campeã Nacional, o de campeã Nacional das 10 Danças, o de campeã do Ranking Nacional e o de campeã da Taça de Portugal nos dois estilos no meu escalão – Adultos Intermédios.
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O voluntariado muda qualquer pessoa, enriquece qualquer pessoa. Haverá sensação melhor do que vermos alguém feliz por algo que fizemos ou dissemos? Por vezes não é preciso muito! Sempre que entro no Lar de idosos onde faço voluntariado fico contente.
- Em que período da tua vida descobriste o voluntariado?  
Faço voluntariado desde que me lembro. Na Secundária, iniciei um projecto com atletas de desporto adaptado – Boccia de forma a conseguir alguns apoios e de eu própria apoiar a equipa em torneios. Fiz também voluntariado numa cantina social e visitas domiciliares a idosos para lhes fazer companhia. Mais tarde Comecei a fazer voluntariado num lar de idosos. Fiz ainda, já no final da Faculdade voluntariado em Cabo Verde.
 
- Através de que Instituição praticaste voluntariado e em que cenários/países?
Conheci a Pastoral Universitária na Universidade. A Pastoral Universitária apoia estudantes universitários e promove actividades por eles e para eles. Foi assim que tive a oportunidade de ir a Cabo Verde como voluntária nesta que foi a melhor experiência que tive, apesar de que tudo o que seja feito com amor pelos outros tenha um valor inestimável.

 
- Cabo Verde tornou-se uma paixão?  O que te cativou?
Desde o início da Faculdade que comecei a conhecer a cultura cabo-verdiana. O que mais me cativou e que tive oportunidade de comprovar no próprio país foi a simplicidade e o acolhimento.  Somos sempre bem recebidos. De uma forma tão simples e tão natural que não sei se em Portugal acolhemos da mesma maneira…
 
- Em que ilhas estiveste e que projectos desenvolveste?Estivemos na ilha de Santiago e na Ilha do Maio. Acho que mais do que desenvolver projectos, estivemos lá para ensinar e aprender. Provavelmente aprendemos mais do que ensinamos. Foi muito enriquecedor conviver com as comunidades, perceber a forma como gostavam da nossa companhia.

-  O que mudou em ti depois do voluntariado?
O voluntariado muda qualquer pessoa, enriquece qualquer pessoa. Haverá sensação melhor do que vermos alguém feliz por algo que fizemos ou dissemos? Por vezes não é preciso muito! Sempre que entro no Lar de idosos onde faço voluntariado fico contente. Apesar de custar ver algumas coisas, ficam tão contentes por um simples carinho ou um olá que já vale a pena! O voluntariado torna as pessoas menos egoístas, penso eu. Pensar no outro e conseguirmos colocar-nos no seu lugar é óptimo para nós próprios e para pensarmos em como gostamos de ser tratados também.
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A moda é outra parte da minha vida. Faz-me sentir bem comigo mesma e gostar mais de mim – não que eu não goste!
- A moda também tem estado presente na tua vida. Que papel representa e que importância lhe atribuis?
 A moda é outra parte da minha vida. Faz-me sentir bem comigo mesma e gostar mais de mim – não que eu não goste! Apesar de tudo, sempre que desfilamos ganhamos mais confiança, sentimo-nos bem, pelo menos é isso que sinto. Apesar de também a ter descoberto relativamente tarde, tem-me feito sentir muito bem.
 
- Quais as tuas expectativas a nível profissional?
A nível profissional, não poderia ter escolhido um curso diferente. Ser Assistente Social era o que queria e quem me conhece sabe que é a profissão que mais me realiza. Apesar de ser uma área bastante complicada, é muito gratificante. Não descarto a possibilidade de trabalhar no estrangeiro mas penso que em Portugal é uma profissão necessária e espero que o futuro seja risonho.
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fotos: DR e Nobodymodels

“A melhor estagiária do mundo” está na Casa da Música

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No âmbito das comemorações do 10ºaniversário da icónica Casa da Música, o caderno P3 do Público encontrou a mais jovem colaboradora da equipa de 192 que constitui o quadro de pessoal desta casa da cultura. Aos 22 anos, Liliana Marinho, de acordo com a referida publicação, realizou um estágio curricular no departamento de assessoria a que se seguiu, o actual, estágio profissional  nos departamentos de comunicação e marketing.

Liliana descobriu a Casa da Música cedo, dado que fazia parte de uma banda de música em Amarante, mas foi a vinda para o Porto para estudar Jornalismo e Ciências da Comunicação na vertente de assessoria, na Universidade do Porto que lhe “abriu as portas” da casa. E a música continua a impregnar o seuo ADN, este ano completa o 8.º grau de ensino no Conservatório do Porto.

O “estatuto” de “a melhor estagiária do mundo” surgiu no decurso do estágio curricular no departamento de assessoria. Liliana Marinho recebeu um forte elogio da pessoa que a orientava e os colegas e as redes sociais fizeram o resto.

Liliana reconhece o papel fundamental que a Casa da Música representa, a par de outras instituições como Serralves, mas lamenta que os jovens ainda não as frequentem como seria desejável e acredita na necessidade de uma maior aposta no ensino da música.

Foto: DR
Fonte: P3