Instituto de Design acolhe a estreia da START POINT em Guimarães

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A Associação Académica da Universidade do Minho (AAUM), através do LIFTOFF -­‐ Gabinete do Empreendedor da AAUM, organiza em parceria com a Câmara Municipal de Guimarães, a STARTPOINT Ignition. Este evento realiza-­‐se pela primeira vez em Guimarães, tendo vindo a ser reconhecido como uma importante iniciativa para a promoção do empreendedorismo e da empregabilidade jovem. A versão Ignition da START POINT tem lugar no dia 27 de maio (quarta-­‐feira) nas instalações do Instituto de Design de Guimarães entre as 10h30 e as 20h.

Nas 3 edições anuais realizadas de Braga para a região, a START POINT conseguiu mobilizar mais de dez mil participantes. O evento tem sido um sucesso de ano para ano e prova disso mesmo é o leque de empresas inscritas para a START POINT Ignition (consultar anexo). A organização pretende assim replicar o êxito conseguido em anos transatos para outra cidade da região Minho onde a Universidade do Minho está implantada. A START POINT Ignition representa a edição de arranque da START POINT enquanto evento anual aglutinador de iniciativas e agentes fortemente relacionados com os temas da inovação, empreendedorismo e empregabilidade. O objectivo da realização desta iniciativa na Cidade Berço, é voltar a proporcionar o contacto direto entre os jovens/adultos e o mercado de trabalho, propiciando a divulgação de oportunidades profissionais, o desenvolvimento de competências e o networking dos participantes.

A START POINT Ignition em Guimarães vai ser um espaço de múltiplas atividades, composto por apoio técnico (na área do emprego e empreendedorismo) e atividades complementares como talks, formações e workshops. Durante esta iniciativa, as instalações do IDEGUI vão estar capacitadas para a realização de atividades em simultâneo, através dos seguintes espaços: Dot Conhecimento e Dot Oportunidades.

O evento voltará a assumir um formato inovador, funcionando de forma a que os seus intervenientes tenham um contacto mais pessoal e direto, numa relação de proximidade efetiva.

Para mais informações, consultar o endereço www.liftoff.aaum.pt.

 

Listagem de empresas presentes na STARTPOINT Ignition

  • ADRAVE | Agência de Desenvolvimento Regional
  • ALENTO Recursos Humanos e Consultoria Lda
  • Arts & Skills | Formação Consultoria e Inovação Lda
  • Associação Académica da Universidade do Minho
  • Associação de Antigos Estudantes da Universidade do Minho
  • Associação Industrial do Minho
  • Avepark | Parque de Ciência e Tecnologia SA
  • Banco ActivoBank SA
  • Bicminho | Oficina da Inovação – Empreendedorismo e Inovação Empresarial SA
  • Business Skills | Desenvolvimento Empresarial
  • Catim | Centro de apoio tecnológico à indústria metalomecânica
  • Centro de Negócios Ideia Atlântico
  • Centro Regional de Braga da Universidade Católica Portuguesa
  • Creativesystems, SA
  • Danke Advertising
  • Delphi Automotive Systems
  • Direção Regional do Norte do Instituto Português do Desporto e Juventude
  • Divisão de Desenvolvimento Económico da CMGuimarães
  • EDIT VALUE® Consultoria Empresarial
  • EDIT VALUE® Formação Empresarial
  • Efacec
  • Euromex | Facility Services
  • Fábrica ASA
  • Fábrica de Startups
  • Gestamp Aveiro, SA
  • GetGreen
  • Grupo Casais
  • Grupo Pinto Brasil
  • IES Social Business School
  • Inova-Ria | Associação de Empresas para uma Rede de Inovação
  • IT Sector
  • Lion of Porches
  • McDonald’s
  • Megatrónica Lda
  • Millenniumbcp Microcrédito
  • Multitendas
  • Negócios na Hora
  • Novo Banco
  • Nutrium
  • Piep | Pólot de Inovação em Engenharia de Polímeros
  • SimHome
  • Startup Braga
  • The Talent City
  • Talent Search People
  • TecMinho
  • Tiffosi
  • The Factory Tribe, Lda
  • YUPI – Youth Union of People With Initiative
  • WiC

Católica é a melhor Business School nacional no top 50 do Financial Times

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A Católica Lisbon School of Business & Economics acaba de alcançar o melhor lugar de sempre de uma Escola portuguesa no Ranking mundial do Financial Times relativo à Formação de Executivos, posicionando-se no 38º lugar, o que corresponde a uma subida de sete lugares relativamente a 2014.

O ranking divulgado esta semna avalia vários critérios da prestação das melhores Escolas de Negócios do Mundo nos programas abertos e customizados de Formação de Executivos, lista que a Escola tem liderado consecutivamente em Portugal desde 2007 mantendo-se como a única presença nacional no TOP 50.

A dimensão internacional da Escola foi particularmente bem classificada na edição deste ano. A CATÓLICA-LISBON é a Escola nacional com mais cursos e mais participantes internacionais em todos os programas – abertos e feitos à medida para as empresas. A qualidade dos parceiros internacionais da Escola foi também realçada de forma muito positiva, classificando-a como a 10ª melhor do mundo. A justificar esta nota estão as ligações privilegiadas com as melhores escolas do mundo, nomeadamente a Kellogg School of Management (EUA), HKUST Business School (Hong Kong), Ashridge Business School (Reino Unido), Bocconi University (Itália), Maastricht School of Managment (Holanda) e Fundação Dom Cabral (Brasil).

A Nova SBE é a segunda melhor classificada neste ranking. Mantém o lugar nos programas abertos (está em 60.º) e sobe quatro lugares, nos programas feitos à medida das empresas e ocupa este ano a 69.ª posição. O comunicado da escola enfatiza o 14.º lugar alcançado em localização internacional, nos programas abertos, à frente de escolas como Oxford, Stanford, London Business School ou Harvard.

A Porto Business School consegue uma melhor classificação nos programas customizados (o 70.º lugar) do que nos abertos  (73.ª posição). É também programas feitos à medida que se distingue como a 12.ª melhor escola do mundo nas parcerias internacionais, à frente das outras portuguesas.

 

 

fontes:  Católica Lisbon School of Business & Economics, Nova SBE e Porto Business School
fotos: DR

Madeira (futebol) – do 8 ao 80

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Passados 20 anos, o Clube de futebol União da Madeira volta à I Divisão. Foi neste Domingo que chegou o momento pelo que os azuis e amarelos mais ansiavam. Do 8 ao 80, já que foi exactamente com 80 pontos que o clube madeirense subiu, juntamente com Tondela, com 81 pontos, ao verdadeiro campeonato do desporto rei nacional.

Kisley, Ruben Andrade e Soares foram os nomes realçados  pelos 3 golos marcados em Marvila, na casa do clube Oriental. Segundo a opinião de vários adeptos unionistas, Soares, o jogador nº 3, além de pontuar no marcador ainda se destacou como o melhor jogador em campo.

O clube vai ser recebido à 01.30, na Câmara Municipal do Funchal, que abrirá as suas portas para o efeito; seguir-se-á uma fotografia junto à estátua do “Melhor do Mundo” e, por fim, a merecida celebração da ascensão no Café do Teatro.

O Clube Futebol União junta-se, assim, ao Marítimo e ao Nacional, perfazendo 3 equipas da pérola do atlântico, desde 1991, na I Liga do Futebol Português.

 

foto: DR

 

Câmara de Esposende premeia Artes da Universidade do Porto

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Em cerimónia realizada, dia 18, no Fórum Municipal Rodrigues Sampaio, o Município de Esposende procedeu à entrega dos Prémios Viana de Lima/Câmara Municipal de Esposende relativos ao ano letivo 2013/2014, distinguindo Maria Eduarda Souto de Moura, melhor aluna no mestrado integrado em arquitetura, e Ana Margarida Rocha, melhor aluna no mestrado em pintura.

Estes prémios, no valor unitário de 2000 euros, foram atribuídos pelo segundo ano consecutivo, no âmbito de um protocolo estabelecido entre a Câmara Municipal de Esposende e a Universidade do Porto, dando cumprimento à vontade, expressa em testamento, do Arquiteto Viana de Lima. De acordo com o protocolo, formalizado em 2010, o Município de Esposende assume a gestão da Casa das Marinhas, da autoria de Viana de Lima e propriedade da Universidade do Porto, comprometendo–se a distinguir, anualmente e durante 30 anos, os dois melhores alunos dos cursos de Arquitetura e de Belas Artes, sendo que findo esse prazo, o imóvel passa a ser propriedade municipal.

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A atribuição destes prémios, para além de cumprir a intenção declarada do Arquiteto Viana de Lima, destina–se ainda a homenagear e conservar a sua memória, enaltecendo o relevante tributo da sua obra para a história da arquitetura nacional e a cultura artística de um modo geral.

O Presidente da Câmara Municipal, Benjamim Pereira, felicitou as premiadas, assinalando que o prémio é o reconhecimento do seu trabalho, e destacou o facto de dividirem o mérito com todos quantos contribuíram para a sua formação. O Autarca expressou o desejo de que esta distinção sirva de exemplo e estímulo para outros jovens.

Considerando que as vencedoras terão agora de encarar um desafio maior, o ingresso no mercado de trabalho, num contexto difícil, Benjamim Pereira exprimiu palavras de incentivo e de esperança. Deixou agradecimentos à Universidade do Porto pela parceria que mantém como o Município e manifestou total disponibilidade para alargar o âmbito da cooperação. Referiu, aliás, que os Prémios Viana de Lima não são atribuídos pelo Município, mas por ambas as entidades, ao abrigo do protocolo estabelecido.

Benjamim Pereira destacou o “enorme altruísmo” de Viana de Lima pela cedência da Casa das Marinhas à Universidade do Porto, permitindo que o seu legado possa ser útil no plano cultural e das artes, acrescentando que o seu espírito abnegado constitui “um bom exemplo, sobretudo para os jovens”.

Na oportunidade, o Presidente da Câmara Municipal destacou a relevante aposta que o Município tem desenvolvido no plano cultural, em vários domínios, diferenciando–se, neste aspeto, de vários outros municípios que, por força da sua difícil situação financeira, não estão em condições de canalizar investimentos para a área da Cultura.

Em representação da Universidade do Porto, o Diretor da Faculdade de Belas Artes, José Paiva, louvou a iniciativa do Município, “que transporta o nome do Arquiteto Viana de Lima, conferindo–lhe prestígio e responsabilidade”. Para além da “preciosidade” dos prémios, José Paiva destacou a preocupação da Câmara Municipal de Esposende em dar um outro espaço à arte e à cultura.

José Paiva referiu ainda que, mais do que o reconhecimento do trabalho desenvolvido pelas jovens premiadas, o prémio origina um grau de responsabilidade para o futuro. Manifestou–se, contudo, otimista e convicto de que estas “vão dar respostas positivas”.

Afirmando que o tempo presente “é de grande restrição da arte e da cultura”, o Diretor da Faculdade de Belas Artes da Universidade do Porto manifestou a expetativa de que “esta cerimónia signifique que estamos juntos para criar mais presença da arte e da cultura na nossa sociedade”.

As galardoadas Maria Eduarda Souto de Moura e Ana Margarida Rocha agradeceram ao Município a distinção como valorização do seu trabalho. Eduarda Souto de Moura, licenciada em Arquitetura, aproveitou a oportunidade para expressar o seu “descontentamento com as condições atuais do setor”, dizendo que “há que ter orgulho e respeito por esta profissão”. Ana Margarida Rocha saudou a Autarquia pelos Prémios Viana de Lima, dizendo que “é de louvar iniciativas como estas que revelam particular apreço pela cultura e pelas artes”.

De acordo com o regulamento dos prémios, as premiadas entregaram ao Município uma obra/trabalho da sua autoria que irão integrar e valorizar o Fundo Viana de Lima.

 

fonte: CME

fotos: DR

A primeira empresa “CORK” que não vende cortiça, vende Portugal!

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Numa homenagem ao profundo orgulho na nossa língua, e tendo em conta que 80% da faturação tem origem internacional, este namming encerra um duplo sentido, intencionalmente intrigante, face a uma dificuldade de interpretação imediata, ele suscita a curiosidade que tem sido motivo suficiente para um contacto por parte das marcas, entre elas as que são hoje nossas clientes. Afinal, We Speak Portuguese.”20140208_00178

Qual o projeto mais motivador desenvolvido pela Corkbrand?

Para a Equipa da Corkbrand® todos os projetos são um desafio, mas a organização do evento Disco Fever em Angola, que consiste na festa 80s mais falada e divulgada de Luanda, é algo que transcende o nosso orgulho enquanto equipa.

É um projeto aliciante, um desafio que nos diverte e que nos envolve (e ao nosso cliente) de tal forma, que fica sempre um “vazio” após a noite da sua grande estreia. É um evento que assinamos desde 2012 e um sucesso garantido. Sempre inovador e diferenciado em cada ano. Um dia que assim não seja, Luanda vai sentir a diferença.”

De que forma se mantém relações com o mercado internacional?

Ao longo do ano, estamos envolvidos com os nossos clientes em diversos projetos e temos uma relação de grande proximidade.

Mesmo com os milhares de Km de distancia que nos separam em alguns casos, investimos permanentemente na nossa própria comunicação institucional e numa estratégia de reforço dos laços que nos mantém vivos e próximos na mente dos clientes, constituindo um fator de decisivo na escolha da agência com quem trabalham.

Uma grande cumplicidade com os nossos clientes fazem deles nossos parceiros, fornecedores e confidentes. Os nossos níveis de exigência e de compromisso são os mesmos para qualquer cliente em Portugal ou fora. São os nossos valores.

Este ano, 2015, foi uma honra poder representar os nossos clientes na maior feira de inovação e criatividade do país, FESTIVAL IN na FIL.”

Projetos futuros?

A Corkbrand® sempre se assumiu como uma marca discreta e que sempre fez questão de dar o destaque e o mérito aos Clientes e aos seus projetos.

2015 é um ano da nossa afirmação, investindo em comunicação eficaz, nos países onde estamos representados, com destaque em Portugal. A nossa participação no Festival IN, fez já parte do nosso plano de comunicação para 2015, baseado na proximidade e na inovação, apostando ainda na expansão para outros mercados. Estejam atentos!”

Recomendações?

Não se deixe levar pelo espírito de “empresário de sucesso” e comece por baixo.O seu novo projeto apenas vingará se tiver a capacidade de tomar as decisões certa, de forma a não comprometer a saúde, vida e a história da sua empresa.É o erro que muitos empresários cometem, que até mesmo antes do projeto arrancar já o mesmo não tem viabilidade.

Conheça o seu produto, acompanhe de perto a concorrência e conquiste os seus novos clientes com a verdade. E caso os primeiros tempos não sejam fáceis… É porque está no caminho certo. Paciência é a palavra de ordem.”

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fotos: DR

Garantia Mútua organiza 6º Fórum do Empreendedorismo

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Há 20 anos que a Garantia Mútua funciona como força impulsionadora das empresas portuguesas. Hoje, mais do que nunca, com o novo quadro de apoio Portugal 2020, estão preparados para continuar a dinamizar a economia.

Portugal vai receber 25 mil milhões de euros e as empresas são agora desafiadas a apresentarem projectos que se enquadrem neste grande desígnio nacional que é o desenvolvimento do país.

Venha descobrir a fórmula para o crescimento das PME no 6º Fórum de Empreendedorismo da Garantia Mútua, no Europarque, em Santa Maria da Feira, a 28 de maio. Mais do que um grande fórum, é um apelo à acção do tecido empresarial, mas também à Banca e às demais Instituições, pois é tempo de agarrar novas oportunidades!

As Associações Empresariais partilharão a sua visão sobre as novas oportunidades, também do Portugal 2020 e a Banca e a Garantia Mútua explicarão como financiar o presente e garantir o futuro.

Às empresas dos três grandes sectores da economia nacional – Primário, Secundário e Terciário –, será proposta uma reflexão sobre a fórmula para o seu crescimento. Na verdade, todas as empresas precisam de encontrar novos mercados e negócios, de potenciar a sua capacidade de inovação e de valorizar o seu capital humano.

 

Inscreva-se em: http://www.forumempreendedorismo.pt/?page_id=135

Fonte: Norgarante
Foto: DR

EDP é a marca portuguesa mais valiosa

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A consultora Brand Finance divulgou há pouco o raking das 500 marcas mais valiosas do mundo. A única marca portuguesa que consta nesta lista é a EDP – Energia De Portugal. Se alargássemos a escala, veríamos também contempladas no ranking a Galp Energia, o Pingo Doce, o Millenium BCP e a CGD, por esta ordem.

 

A Brand Finance é a melhor consultora de avaliação de marcas e de estratégia, conhecida pela sua independência e transparência. Em fevereiro deste ano divulgou o seu relatório anual “Global 500, 2015” sobre as 500 marcas globais com mais valor. O relatório pode ser consultado na íntegra aqui (http://www.brandfinance.com/images/upload/brand_finance_global_500_2015.pdf).

O top é liderado pela Apple que vale 128,3 mil milhões de dólares, seguida da Samsung a valer 81,7 mil milhões de dólares. Como curiosidade deixo aqui o top 10.

Concentrando-nos em Portugal, a EDP consta em 499º lugar no ranking, tendo descido mais de 20 posições desde o ano passado, mas mantendo uma classificação de AA+ e estando avaliada em 3,146 milhões de dólares (1,3 milhões de euros). A empresa liderada por António Mexia vale mais do dobro da segunda marca portuguesa.

Esta é a Galp Energia. Apesar da queda em Bolsa, fruto da instabilidade dos preços do petróleo, a Galp Energia reforçou o valor financeiro em 2015. A empresa de Carlos Gomes da Silva vale agora 1,501 mil milhões de dólares (1,3 milhões de euros).

A marca de supermercados Pingo Doce do grupo Jerónimo Martins ocupa o 3.º posto. Para tal, muito contribuiu a aposta de Pedro Soares dos Santos numa estratégia de proximidade ao cliente e lançamento de promoções. Vale 807 milhões dólares (708 milhões de euros).

Três anos depois, o banco liderado por Nuno Amado, o Millenium BCP, regressou aos lucros – 70,4 milhões de euros nos primeiros três meses deste ano, depois de prejuízos de 40,7 milhões nos primeiros três meses de 2014. Vale 605 milhões dólares (531,4 milhões de euros).

O banco estatal reduziu o seu valor, sobretudo por causa da venda da Caixa Seguros-Saúde. Com um rating de AA+, a CGD, liderada por José de Matos, está em 53.º lugar na banca mundial. Vale 594 milhões dólares (522 milhões de euros).
Foto: DR

Mãe Carmo: o sonho moçambicano

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Versatilidade é uma das palavras que melhor define Carmo Jardim. Directora de Relações Governamentais e Institucionais da Volskswagen Autoeuropa, divide o seu tempo entre o trabalho de todos os dias e um dos seus projetos de vida, a ONG SIM – Solidariedade Internacional a Moçambique. Sem filhos, é mãe de vários jovens moçambicanos por quem move mundos e fundos no sentido de lhes proporcionar melhores condições de vida e de educação. O projeto conta também com a colaboração de alguns padrinhos, que se juntam a Carmo Jardim nesta vontade de fazer a diferença na vida dos outros. ‘Mãe Carmo’, como é conhecida entre a comunidade que apoia, move-se por sorrisos e diz que criar a organização foi o concretizar de um sonho. Com orgulho no que já conquistou, mas consciente de que ainda há um longo caminho a percorrer, Carmo Jardim partilha histórias, sucessos e projectos para aquele que é um dos grandes projectos da sua vida, a ONG SIM – Solidariedade Internacional a Moçambique.
Quando e como surgiu esta paixão por Moçambique?
Moçambique está no meu coração desde que eu me conheço como gente. Não nasci lá, só por acaso… Mas foi lá que eu passei a minha infância e a minha adolescência, foi lá que cresci e me fiz mulher.
O que é que estas pessoas têm de especial?
Quando se cresce numa terra como Moçambique, ao lado daquele povo tão sacrificado e encantador, é impossível não ficar amarrado para sempre! São pessoas que atravessam os momentos mais dramáticos e as situações mais difíceis com uma enorme coragem e confiança num futuro melhor. Infelizmente parece que esses tempos melhores ainda tardam a chegar. E é por essa razão que tudo o que possamos fazer para as ajudar é sempre pouco.
Como é que surgiu a ideia de criar a ONG SIM?
Desde que regressei a Moçambique pela primeira vez depois da independência, em 1995, que pude observar as condições de extrema carência em que viviam muitas comunidades. Fui sobretudo muito sensibilizada pela marginalização chocante das comunidades de pescadores do arquipélago do Bazaruto, que eu visitara muitas vezes na minha juventude. Fui ajudando como pude, com os meus modestos recursos pessoais e o contributo de alguns amigos, e a um dado momento falando com amigos moçambicanos pensámos que uma ONG teria outras oportunidades de captação de apoios. Assim nasceu a ONG SIM, Solidariedade Internacional a Moçambique.
Que projecto é este?
É o projecto de uma vida, da minha vida. Venho de uma família de muitos irmãos, tenho muitos sobrinhos que amo como filhos e a um certo passo da minha vida decidi não ter filhos e dedicar as minhas energias a ajudar causas, ajudar aquelas pessoas, que eu mal conhecia, mas cujos sacrifícios me doíam tanto. Os recursos são escassos, mas tentamos com imaginação e perseverança ir superando os obstáculos.
Quais são as áreas/regiões de intervenção?
Por agora, e para optimizar os recursos disponíveis na solução de problemas imediatos, concentrámos o nosso trabalho na Zona Norte da Ilha do Bazaruto e no Inhassoro, província de Inhambane, nas areas da educação, da saúde e do ambiente.
De que forma apoia as crianças?
Desde o início que constatámos que o grande obstáculo à promoção social daquelas comunidades era a educação. Com condições muito precárias na escola local, Sitone, da zona norte da Ilha do Bazaruto e sem recursos financeiros para prosseguir estudos no continente, a esmagadora maioria das crianças ou não ia ás aulas ou ficava pelos primeiros anos de escolaridade. Decidimos portanto ajudar a criar condições para tornar a escola mais atractiva. Distribuímos material escolar, roupas, equipamentos desportivos e financiámos obras nas instalações. Argumento decisivo para levar as crianças a gostar da escola foi a distribuição de uma lanche diário, que temos conseguido manter de há alguns anos para cá.
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Que histórias de sucesso nos pode contar?
Nesta matéria, o grande sucesso é fazer chegar jovens à universidade. E temos já dois casos que terminam a universidade este ano, no curso de Direito da Universidade Católica da Beira, o Pedro Maluane, na Universidade da Beira, termina o curso de gestão e finanças a Lucinda Cumbe e no 2º ano de Gestão Agrária na Universidade de Vilankulo o Arnaldo Chibale. Mas para nós, cada criança que avança um ano e dá mais um passo na sua promoção pessoal, é um caso de sucesso também!
De que forma podem outras pessoas apoiar as crianças da ONG SIM?
A forma mais directa, para quem pretenda fazer um contributo pontual, é fazer donativos numa das nossas contas em Portugal ou Moçambique. Também temos o programa de apadrinhamento das crianças, que basicamente consiste em bolsas para estudarem no ensino secundário no Inhassoro, e ainda para o programa do lanche escolar. Nestes dois casos os contributos são regulares e mensais.
Trabalha na Volkswagen Autoeuropa e tem vários compromissos profissionais. Como é que encaixa a ONG SIM no seu dia-a-dia?
Da forma mais natural do mundo: quando há um momento livre, dedico-o à SIM. Quando não há, e é mesmo preciso… invento-o!
O que é que a apaixona neste projecto?
Saber que há um número imenso de pessoas a precisar da nossa ajuda e que tudo o que eu possa fazer faz alguma diferença na vida de algumas dessas pessoas. Não podemos resolver todos os problemas e as desigualdades do mundo, mas podemos fazer a nossa parte. E se cada um fizer a sua parte, podem crer que o mundo vai melhorar e estas pessoas vão ter uma vida um pouco menos dura, pelo menos.
Numa frase, “A ONG SIM é…”
Um sonho feito realidade… E um caminho ainda longo para fazer…
Que planos tem para o futuro? Onde quer chegar com esta organização?
Neste tipo de actividade não há linha de chegada. Só há ponto de partida. No futuro é continuar o que estamos a fazer, tentar juntar mais apoios para poder contribuir para a promoção social de um maior número de crianças e adolescentes, não esquecendo o apoio que também queremos dar aos mais velhos. Há sempre mais e mais a fazer… Espero que a ONG SIM se consolide como um agente activo de cooperação para o desenvolvimento e que durante muitos e muitos anos possa continuar, com mais gente e mais recursos, a obra que vem sendo realizada.
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Para mais informações sobre a ONG SIM – Solidariedade Internacional a Moçambique, pode consultar www.ongsim.org ou visitar a página de Facebook da organização.
Fotos: DR

Barcelos – Rede de Pequenos cientistas promove o ensino da ciência

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Já imaginou como seria se todos os cientistas pudessem começar bem cedo? Logo a partir dos 4 anos de idade!

É esse o mote da Rede de Pequenos Cientistas, um movimento com o Alto Patrocino da Presidência da República, que visa promover e incentivar jovens com idades entre os 4 e os 17 anos a serem cientistas.

Este movimento foi criado por 3 professoras, como um clube numa escola de Barcelos, mas que entretanto se espalhou por todo o pais, transformando  jovens em verdadeiros cientistas, questionando tudo, motivando a curiosidade e o saber.

A Rede de Pequenos Cientistas conta como padrinhos o Nobel da Medicina de 2007, Professor Oliver Smithies e Renata Gomes, considerada pelo Jornal “i” como uma das 50 personalidades que deveria regressar a Portugal e uma das mais galardoadas jovens cientistas do Reino Unido.

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Para Renata Gomes, “A nossa função consiste em apoiar não só a rede, mas como também projectos dos jovens cientistas, oferecendo-lhes o nosso conhecimento e experiência, de forma a que estes pequenos grandes futuros possam desenvolver as suas ideias e projectos. Estes pequenos cientistas podem até ganhar a Imagine Cup da Microsoft, como aconteceu com uma jovem cientista da rede!”

Anualmente a Rede realiza um concurso, chamado de Grande Laboratório, entre todas as escolas aderentes a este programa, sendo que este ano o evento irá contar com as 3 Óscares da Ciência do Reino Unido e Militares Cientistas Portugueses e Ingleses!

A par do evento, a Rede de Pequenos Cientistas vai também oferecer Bolsas de Estudo, para patrocinar os estudos universitários destes pequenos jovens, facilitando o seu futuro como jovens cientistas que são.

 

Mais detalhes sobre a Rede de Pequenos Cientistas em: 

Website: http://redepequenoscientistas.com/ 

Facebook:https://www.facebook.com/RPcientistas

Fotos: DR

As viagens de uma vida – Nelson Carvalheiro (entrevista)

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Não há muito tempo, Nelson Carvalheiro, foi declarado Travel Blogger 2014 da Europa. Um português com trinta e três anos, cujas aterragens em terras diferentes ultrapassa a idade! Nelson não fica por aí e partilha as suas experiências com o mundo: People, Travel and Food. Deixando uma marca da sua terra natal, Portugal, em cada local que conhece! As suas três paixões são: pessoas, viagens e comida; conseguindo conciliá-las numa só profissão.Nelson_Carvalheiro-1-72

Nos tempos que correm, com grandes vagas de emigração dos portugueses, embora não se encontre em Portugal, o seu caso não se deve a razões económicas, correto? Como acaba por desenvolver este percurso profissional?

Sim, de facto a razão da minha vinda para a Alemanha não é por razões económicas. Eu fui diretor de dois hotéis Boutique em Lisboa durante alguns anos, isto antes de me mudar para a Alemanha. Um dos locais era o Palácio Belmonte em Lisboa, um local muito exclusivo, é um palácio privado, com construção do século XV, de herança moura e romana e onde os preços médios rondam os mil euros por noite.

Durante este período de tempo foi quando tive a oportunidade de começar a viajar mais e o blogue foi criado no sentido de eu contar as histórias das viagens que fazia junto de hóspedes do Palácio Belmonte. Na qualidade de ser um palácio muito privado e para além de ser diretor, eu acompanhava os hóspedes de uma maneira muito pessoal, muito próxima, no sentido de mostrar o que era Lisboa e Portugal para este tipo de cliente que é high-net-worth individual que gosta do sentido de estar nas localidades, isto é, um cliente que gosta muito de viajar muito pelo mundo e conhecer o destino em profundidade.

Basicamente foi o que fiz no Palácio Belmonte, o qual me fez também começar a contar histórias. As minhas férias eram sempre feitas com estes clientes porque eles após se sentirem tão bem acompanhados em Portugal, acabavam por me convidar a visitar os seus países. Fui passar três semanas à Califórnia, estive no Brasil, Itália, entre outros destinos na Europa e, por acaso, voltando à questão, uma das pessoas que foi cliente do Palácio Belmonte e quem eu visitei, é a minha atual namorada, a Jasmin que é alemã e mora em Berlim…

A razão pela qual me mudei para Berlim é porque me apaixonei e a razão desta viagem é por amor e foi depois de alguns meses de a ter conhecido que entreguei a minha carta de demissão no Palácio Belmonte, mudei-me para Berlim e foi a altura em que comecei o blogue a partir daqui, mesmo para contar estas histórias, destas minhas viagens com estas pessoas do Palácio Belmonte mas depois ao mesmo tempo comecei a contar histórias sobre Portugal e sobre o que é que é viajar pela gastronomia.

Pedia-lhe que nos descrevesse, em breve palavras, o seu percurso académico e a forma como este lhe proporcionou exercer a atual profissão.

Em termos de universidade eu tenho o curso de engenharia, quer queira quer não. Depois quando comecei a exercer funções no Grupo Lena na parte dos hotéis, estive no Brasil, na condução de um hotel, onde depois passei para a parte de gestão. Tenho uma pós-graduação em Gestão Hoteleira e tenho um master em Hospitality Management. O que eu fiz, no intervalo de sair de Lisboa para Berlim, foi em Londres, onde estive durante dois meses, para tirar um curso de fotografias de viagens/ jornalismo de viagem. Foi aqui que aprendi a dar um bocado mais corpo e sentido às histórias que escrevo, para não ser só uma visão pessoal, para ter alguma técnica de escrita.

E o que sente ao exercer a sua profissão?

Eu sinto-o de uma maneira muito singular, porque eu não sou jornalista de formação e a única coisa que faço, e é o sentido que tenho desde que comecei a fazer o blogue, é contar histórias de viagens. É a única coisa que eu quero fazer, contar histórias que sejam inspiradoras para os meus leitores e que os motive a virem a replicar a experiência que eu tive. Como é óbvio esta pequena formação qu tive facilitou a escrita, a informação visual, a fotografia, para que estas sejam mais inspiradoras para os meus leitores.

Que idade tinha quando fez a sua primeira viagem?

Creio que a minha primeira viagem foi para a Grécia, tinha eu quatro ou cinco anos, lembro-me que eles tinham umas frutas enormes, umas cerejas que eram quase do tamanho de maças e umas melancias ainda maiores, quase do tamanho da roda de um carro. Isto deve ter sido em 1985/ 86, o que ficou foi esta pequena ideia de viajar, embora eu não tenha feito grandes viagens até cerca de 2010, fiz umas antes no meu percurso de hotelaria mas viagens profundas foi mesmo só a partir de 2010.

No seu blogue o mapa tem exatamente 49 (quarenta e nove) pins! Corresponde exatamente aos locais que visitou, ou…?

Eu creio que agora o meu story map têm atualmente cerca de setenta e nove, ou quase oitenta pins e considero mesmo, tal e qual está escrito, que é: todos os locais que eu visitei e que caem dentro destas três ou quatro formas que tenho de contar histórias. Que são os meus blogue posts, ou sítios onde eu tirei fotografias interessantes, ou pequenos detalhes que encontrei interessantes nas minhas viagens. Em vez de fazer categorias por uma pequena viagem por locais ou por destinos, usei o mapa, o que permite às pessoas verem dentro do mapa-mundo ver os locais que visitei e saberem o que escrevi sobre aqueles lugares.

Quais, dos locais que ainda não visitou, tem mais curiosidade?

Acho que o primeiro que está na minha lista de viagens é o Paquistão, mas o Paquistão é um destino ainda muito pouco conhecido que costuma ter cerca de dois milhões de visitante por ano, que representa um número relativamente baixo. Mas suscita-me curiosidade, para mim é um país muito exótico, porque mistura toda aquela que é a rota da seda, com a comunidade mongol, com a influência árabe e ainda por cima toda esta parte do pós-União Soviética que ainda está muito presente no local. Creio que é um destino que tem muito, muito potencial, simplesmente pelo facto de ser muito cru e nem sequer falamos de não haverem guias turísticos, onde nem sequer há rede de telemóvel nem qualquer informação turística.

Assim como Burma foi um dos destinos mais falados nos últimos dois/ três anos, eu creio que o Paquistão vai ser um destino muito interessante e que eu gostava de ir. Outro local muito interessante que eu gostaria de ir é as Ilhas Quirimbas, em Moçambique, que são ainda de sobremodo pouco exploradas e que se já toda a gente conhece o que é Zanzibar e toda esta parte da costa oriental africana, as Ilhas Quirimbas estão paradas no tempo.

Há sítios onde poucas coisas mudaram desde os descobrimentos. Elas eram um ponto de paragem para o Vasco da Gama e para todos os descobridores que seguiam rumo à Índia. É então um bocado de Índia misturada com Portugal, misturada com África, misturada com cultura Árabe e acho que é um sítio de sonho que eu quero ir ainda este ano.

Verifica-se que leva sempre consigo um pouco de Portugal e partilha-o com o mundo. Para além de ser atualmente Embaixador da Aptece, quais as razões que o levam a fazê-lo?

Sim exatamente, eu levo sempre um bocadinho de Portugal para todo o mundo, creio que é uma bandeira que eu tenho comigo, apesar de eu não ter uma física nem andar com um Galo de Barcelos atrás, não julgo que seja necessário. Nós somos um país que tem uma tremenda herança cultural e influência em todas as partes do mundo, não há nenhuma viagem que eu tenha feito onde não se veja a influência da cultura portuguesa, seja em Coqueiral, na Índia onde o Vasco da Gama aterrou, seja no Brasil ou mesmo cá na Europa.

Acho que é incontornável nós não falarmos de Portugal quando se fala em viagens, viagens pelo mundo, e é algo que eu tenho sempre presente quando falo com as pessoas, com os meus companheiros de viagens ou entidades de turismo com que falo. É sempre muito bom apresentar esta ideia de que tenho o orgulho de ser português, apesar de não morar em Portugal, mas que tenho esta entidade cultural bem presente.

A minha razão para ser Embaixador da Aptese… Eu sou um rapaz da quinta, os meus avós ainda têm uma quinta de produção agrícola na Marinha da Ondas, perto da Figueira da Foz e foi lá que eu cresci, foi lá que eu comecei a dar valor ao Portugal gastronómico tradicional. Quando recebi o contacto da Aptese, para trabalhar com eles, para mim foi obvio que é algo com o qual me identifico profundamente: a gastronomia.

Eu acho que a gastronomia é um grande inspirador para a viagem a um determinado destino, encaro-a como a cultura que é comestível! Algo que fica dentro de nós, que nós saboreamos, que nos despoleta muito mais emoções que qualquer visita a museus, ou olhar para um quadro ou visitar uma igreja. É algo de interesse que fica dentro do nosso corpo e nada melhor do que eu falar da nossa gastronomia portuguesa nas minhas viagens pelo mundo, tentando dizer às outras pessoas que não é uma questão da minha gastronomia ser melhor, elas são todas diferentes, mas Portugal tem o melhor peixe do mundo!

 

nelson2Afirma que em termos de pequenas ambições pessoais não conhece limites. Quais são as ambições de momento?

Creio que as minhas ambições neste momento são estabelecer o www.nelsoncarvalheiro.com como uma plataforma de inspiração de viagens. Acho que está dimensão do blogue já ultrapassou muito ser as histórias de viagem do Nelson, com a quantidade de pedidos que eu recebo todos os dias do meu email para visitar x destino, ou fazer a avaliação a x hotel, ou falar de x gastronomia… Não sou capaz de ir a todo o lado, nem é o meu objetivo, o que eu fiz foi criar uma rede de amigos que conheço pessoalmente e para quem distribuo estas viagens, das recomendações que eu tenho.

Neste momento estas pessoas, além de eu viajar, viajam por mim, porque assim conseguimos juntar uma visão crítica e honesta do território, principalmente nas viagens pela gastronomia e este grupo de pessoas que eu tive à minha volta, é mesmo com esse sentido de pessoas com quem eu me identifico nas minhas viagens… E que tem um contar histórias parecido com o meu. Como é obvio todo o conteúdo que é colocado online é sempre decorado por mim.

 

Fotos: DR