Ilha do Pico recebeu o primeiro Granfondo realizado no arquipélago

12919780_1676315502631528_4609380989948025686_n[1]Elogiar os Açores e o seu enorme potencial para a prática de desportos e turismo de natureza tem-se tornado uma constante para a Excelência Portugal. Depois do Surf, do Cannoying e do Trail Running, agora é a vez do Ciclismo. Este fim de semana, a Ilha do Pico recebeu o primeiro Granfondo alguma vez realizado no arquipélago.

Com 448 Km2 de superfície, a Ilha do Pico é a segunda maior do arquipélago e aquela onde se situa a mais alta montanha de Portugal, precisamente o Pico, que lhe deu o nome, com 2.351 m de altitude. Muitas vezes apelidada como Ilha Montanha, é um dos vértices das chamadas “ilhas do triângulo”, a que fica mais a sul do grupo central do arquipélago e apenas a 6 km do Faial.

O Azores Granfondo é o primeiro dos 5 eventos que compõem o Cyclin’Azores, um programa que está a ser desenvolvido entre a Associação de Ciclismo dos Açores e o Governo Regional dos Açores, envolvendo ainda a AZORES Airlines, visando a promoção da região enquanto destino turístico de excelência para a prática de ciclismo nas várias vertentes. Trata-se de um conceito que não é novo, mas que foi evoluindo com o evoluir do ciclismo e que alia a vertente competitiva ao lazer, proporcionando a todos os participantes momentos de descoberta e aventura.

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Levar os cerca de cem participantes e as suas bicicletas até ao Pico, para um evento desta natureza, constituiu um grande desafio do ponto de vista organizativo. A largada teve inclusive de ser realizada trinta minutos  mais tarde do que o previsto inicialmente, atendendo ao horário da primeira ligação marítima entre Horta/Madalena no Sábado de manhã.

O percurso escolhido para esta primeira edição tem a extensão de 140 Kms e, para além da volta completa à ilha, passa ainda na zona central, mesmo na base da montanha do Pico a uma cota que ronda os 1100 metros, não esquecendo a passagem pela paisagem protegida da vinha. O acumulado total do Granfondo ronda os 3.000 metros. Para os menos aventureiros foi criado também um percurso de Mediofondo com cerca de 100 Kms e que, basicamente, faz a volta à ilha.

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Os ciclistas deram um colorido inédito às estradas da fantástica Ilha do Pico. Uma vez mais, os açorianos surpreenderam pelo seu envolvimento no evento e incentivo aos participantes. Os abastecimentos, cortesia das autarquias locais, que os concorrentes da frente não usufruíram para não perder tempo, deliciavam qualquer um.

De volta ao evento em termos competitivos, os grandes vencedores desta primeira edição foram Rui Costa (Bike Mais) no Granfondo (na primeira foto) e Luís Oliveira (Grupo Desportivo Cedrense) no Mediofondo.

granfondoMas também se correu no feminino e no Granfondo Nádia Mendes (Marrazes/Gui/Brejinho/Bikezone Leiria) foi a mais rápida, seguida da atleta do  Grupo Desportivo da Feteira/Café Silva, Sónia Mendes (ambas na foto).  Andrea Costa (CD Metralhas) e Carolina Oliveira foram as vencedoras no Mediofondo. Os resultados estão disponíveis no site da ACA.

O Secretário Regional do Turismo e Transportes, Engenheiro Vítor Fraga, afirmou em declarações aos jornalistas à margem da cerimónia de entrega de prémios, que “o ciclismo é hoje reconhecido pela Organização Mundial do Turismo como uma das atividades em grande crescimento, que contribui, por um lado, para a promoção da Região, nomeadamente sendo o turismo de natureza o nosso principal produto turístico, e, por outro, para a captação de fluxos turísticos numa altura de época baixa, atenuando os efeitos da sazonalidade”.

Esta semana, Vítor Fraga já tinha afirmado que a prova de ciclismo ‘Azores Granfondo’ está “em linha” com o que é preconizado pelo Plano Estratégico e de Marketing do Turismo dos Açores, apresentado numa cerimónia presidida pelo Presidente do Governo.

Fontes: ACA; Governo Regional dos Açores
Fotos: ACA e GaCS (3ªfoto)

 

 

 

Açorianos criam aplicação educativa em forma de jogo

aventuranailhadaspalavras2aOs Açorianos Tânia Botelho e André Vieira lançaram, no dia 24 de Março, a aplicação jogável “Júlia e Gui – Uma aventura na ilha das palavras”.

Esta aplicação conta com vários jogos, acompanhados de instruções e de pistas dos personagens, para que as crianças possam aprender e/ou dominar competências ao nível da linguagem oral e escrita da forma que mais os agrada, a brincar.

Através da realização destes jogos, as crianças terão a oportunidade de otimizar competências do foro da consciência fonologia, discriminação auditiva e fala/discurso.

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A apresentação pública contou com a presença e participação da Dr.ª Cátia Silva, terapeuta da fala, que relatou a todos os presentes a sua experiência durante o período de ensaio desta aplicação e as conclusões bastante positivas retiradas da mesma.

“Júlia e Gui – Uma aventura na ilha das palavras” encontra-se disponível no Google Play e na AppStore e está destinada a smartphones e tablets com sistema operativo Android, IOS e Windows Phone.

A faixa etária recomendada situa-se entre os 2 e 12 anos de idade, sendo que, este limite pode ser alargado para crianças maiores de 12 anos devido ao caráter de intervenção que os seus conteúdos também assumem.

Fonte: Uma aventura na ilha das palavras
Fotos: DR

Açores: Fajãs de S. Jorge classificadas pela UNESCO como Reserva da Biosfera

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As Fajãs de São Jorge passam a integrar a Rede Mundial da UNESCO, na sequência da candidatura apresentada pelo Governo dos Açores.  O Conselho Internacional de Coordenação do Programa MaB – Man and the Biosphere (O Homem e a Biosfera) reunido no dia 19 de Março em Lima, no Perú, aprovou a classificação que contou com aclamação de todos os presentes. 

A partir de agora Portugal tem mais uma Reserva da Biosfera. A classificação, aprovada por unanimidade e aclamação, contempla áreas de núcleo, de transição e de tampão, abrangendo toda a ilha de S. Jorge e uma área marinha adjacente até três milhas da costa.

O processo de candidatura, desenvolvido em 2014 pela Secretaria Regional da Agricultura e Ambiente, através da Direção Regional do Ambiente, e incluiu cerca de meia centena de cartas de apoio de outros países e regiões que possuem este estatuto.

O Governo Regional dos Açores congratula-se com o sucesso da candidatura açoriana e considera que o inegável valor do património natural e cultural de S. Jorge e das suas fajãs, em particular, é merecedor desta designação internacional da UNESCO, que reconheceu também a excelência da candidatura açoriana, defendendo que os relevantes valores naturais, paisagísticos e culturais presentes nestes territórios devem ser potenciados enquanto elementos incontornáveis da animação e a promoção turística da Região, enquanto Destino de Natureza.

É de salientar que a ilha de São Jorge possui mais de setenta fajãs – pequenas planícies junto ao mar que tiveram origem em desabamentos de terras ou lava – e que nos Açores encontram-se quatro das Reservas da Biosfera existentes em Portugal, nomeadamente as ilhas do Corvo, Flores e Graciosa e, a partir de agora, também as Fajãs de São Jorge.

De acordo com o comunicado do Governo Regional, “A crescente procura das áreas protegidas enquanto espaços privilegiados de atividades e de lazer representa novas oportunidades de negócio relacionadas com essa fruição e, ao mesmo tempo, acrescenta responsabilidade aos poderes públicos e aos cidadãos em geral na gestão sustentável desses recursos”.

As Reservas Mundiais da Biosfera são porções de ecossistemas terrestres, costeiros e marinhos ou costeiros onde se procuram meios de reconciliar a conservação da biodiversidade com o seu uso sustentável. São propostas pelos países-membros da UNESCO e, quando preenchem os critérios, são reconhecidas internacionalmente.

De realçar que os Açores são uma das duas únicas regiões do mundo que possuem todas as classificações atribuídas pela UNESCO, sendo a outra a região a de Jeju, na Coreia do Sul.

Dos 195 países membros da UNESCO, apenas três possuem o pleno das classificações atribuídas por esta organização das Nações Unidas, nomeadamente Património Mundial, Reserva da Biosfera e Geoparque, sendo que os Açores, além destas, também possuem a classificação internacional Ramsar, atribuída a zonas húmidas, a que a UNESCO está associada.

No que concerne ao Património Mundial, Cultural e Natural, nos Açores existem duas áreas classificadas como Património Mundial da UNESCO, que são o Centro Histórico de Angra do Heroísmo, na Terceira, e a Paisagem Protegida da Cultura da Vinha da Ilha do Pico.

Fonte: GaCS/SRAA
Foto: GaCS/SIARAM

Azores Airlines : Nova imagem e nova aeronave com Nelly Furtado como madrinha

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O novo A330 da Azores Airlines foi baptizado, esta quarta-feira, com o nome “Ciprião de Figueiredo”, tendo como madrinha Nelly Furtado, cantora, compositora e actriz luso–canadiana reconhecida internacionalmente e vencedora de um Grammy, em 2002. A cerimónia foi presidida por Vasco Cordeiro, Presidente do Governo Regional dos Açores e a aeronave foi benzida pelo padre Duarte Melo.

O nome escolhido para a aeronave, “Ciprião de Figueiredo” importante figura histórica e autor da célebre frase: “Antes Morrer Livres do que em Paz Sujeitos”, adoptada como divisa da Região Autónoma dos Açores, pretende ser um símbolo de esperança e ambição, virtudes abraçadas pelo Grupo SATA e pela Região Autónoma dos Açores.

Esta aeronave apresenta a nova imagem da recém criada Azores Airlines. O símbolo da Companhia tem por base a cor verde, distribuída por nove matizes e formas, que representam todas as ilhas dos Açores e que, ao mesmo tempo, compõem o rabo de uma baleia. Esta é uma solução que credencia uma nova representação do Arquipélago, fixando o olhar de quem vem de fora na descoberta do verde diversificado e profundo que é marca inconfundível da paisagem açoriana. É um símbolo que faz justiça à melhor tradição e que passa a mensagem da bravura e da capacidade de acolher.

O novo avião vem reforçar o posicionamento de modernidade e inovação da Companhia Aérea Açoriana que conta já com uma longa história de 75 anos.

O Presidente do Governo dos Açores afirmou que o novo avião Airbus A330 da Azores Airlines, baptizado em Ponta Delgada, traduz bem a aposta renovada do Grupo SATA nas rotas de médio e longo curso, como é o caso das ligações com os Estados Unidos da América e Canadá.

O novo Airbus A330 constitui, assim, segundo Vasco Cordeiro, uma ferramenta ao serviço desta aposta, que se dirige não apenas ao reforço da ligação com as comunidades emigradas, mas que pretende ir mais além, abrangendo a dimensão do mercado da América do Norte.

Esta estratégia, que hoje conheceu mais um patamar de desenvolvimento, tem já produzido resultados significativos, salientou o Presidente do Governo, apontando o exemplo do número de dormidas de cidadãos oriundos deste mercado, que cresceu cerca de 110 por cento entre 2012 e 2015.

Ainda de acordo com o Presidente do Governo Regional dos Açores, a madrinha da aeronave, Nelly Furtado trouxe a este momento “notas acrescidas de orgulho nas nossas raízes” inspirando-nos com a sua história de triunfo num mundo bastante exigente e competitivo.

Estiveram presentes na cerimónia, realizada no hangar de manutenção da SATA Air Açores, no Aeroporto João Paulo II, em Ponta Delgada, cerca de uma centena de pessoas e várias entidades oficiais entre as quais o Presidente do Conselho de Administração do Grupo SATA, o Secretário Regional do Turismo e Transportes e o Director Regional dos Transportes.

O novo A330 da Azores Airlines, realizou hoje o seu primeiro voo, que partiu de Ponta Delgada para Boston às 15h00, pilotado pelo comandante Victor Lopes.

O Grupo SATA

A SATA, fundada em 1941, é, hoje, um universo de seis empresas, nomeadamente a SATA Air Açores, Azores Airlines, SATA Express, Azores Express, SATA Gestão de Aeródromos e SATA SGPS, cujo centro de decisão está localizado na Região Autónoma dos Açores, ilha de São Miguel, cidade de Ponta Delgada.

A Azores Airlines

A Azores Airlines é a nova denominação da SATA Internacional. A companhia alterou a denominação, naming e branding com vista ao reforço do seu posicionamento face ao destino Açores.

A frota da companhia é composta por três aeronaves A310, três A320 e uma A330.

Fontes: Sata e Governo Regional dos Açores (GaCS)

“Óscares do turismo”, será Portugal a estrela da noite? Este ano registou o maior número de nomeações

palacehotel05Portugal já não é um país distante, desconhecido, pouco falado. Não é, por norma, um local de passagem, mas sim um destino. Se precisa de ser convencido, apresentamos-lhe as provas.

Portugal tem 85 nomeações, em 49 categorias, na edição de 2016 dos World Travel Awards, também conhecidos como os “Óscares do turismo”. O ano passado Portugal arrecadou 14 prémios: tinha 78 nomeações em 48 categorias. Este ano batemos o recorde de nomeações.

Criados em 1993, os World Travel Awards  Awards resultam de uma pré-selecção de nomeados, realizada por um painel de profissionais de topo, e reconhecem os melhores exemplos de boas práticas no sector do Turismo, à escala global. A votação é realizada pelo público em geral e por mais de 200 mil profissionais de Turismo, oriundos de 160 países.

Lisboa e Porto estão nomeados, a nível europeu, para “Melhor Destino”, assim como na categoria “City Break”. Nesta categoria competem com Atenas, Berlim, Bordéus, Dublin, Genebra, Istambul, Lodz, Londres, Lyon, Madrid, Paris, Roma, São Petersburgo e Veneza.

As nomeações portuguesas são tantas que são vários os nomeados portugueses a competirem entre si. As “batalhas” mais chamativas decorrerão, decerto, no campo do WTA para melhor escapadinha urbana e para melhor destino: Lisboa e Porto estão ambas nomeadas nas duas categorias. Mas há outro curioso duelo sob os holofotes: Madeira e Açores concorrem a melhor destino insular da Europa.

Mas as categorias quase vão de A a Z, ora veja algumas delas:

“Companhias Aéreas”
A TAP bateu o seu recorde com seis nomeações. Concorre a “Melhor Companhia Aérea”, “Melhor Classe Executiva”, “Melhor Classe Económica”, ”Melhor Companhia Aérea para África”, “Melhor Companhia para a América do Sul” e “Melhor Revista de Bordo”, com a UP Magazine. O aeroporto da Portela concorre a “Melhor Aeroporto Europeu”.

“Hotéis e Resorts”
Mais de três quartos das nomeações nacionais estão na classe de “Hotéis & Resorts”. E a maior parte, concorre em várias categorias. O Vila Vita Parc é o que disputa mais prémios, somando 16. A unidades hoteleiras localizam-se maioritariamente no Algarve, Lisboa e Madeira. Mas os Açores também marcam presença com a candidatura do Terra Nostra Garden Hotel.

O Pestana Hotel Group destaca-se pelas suas 7 nomeações: O Pestana Palace Hotel & National Monument reúne três nomeações, mais precisamente nas categorias: Europe’s Leading Luxury Business Hotel, Portugal’s Leading Business Hotel e Portugal’s Leading Hotel.

Com duas nomeações surge o Pestana Porto Santo All Inclusive & Spa Beach Resort que concorre nas categorias “Europe’s Leading All-Inclusive Resort”, bem como na categoria “Portugal’s Leading Resort”. E vê ainda nomeada mais uma das suas unidades na Madeira, desta vez o Pestana Carlton Madeira Hotel que concorre ao Prémio de “Europe’s Leading Luxury Hotel.

A fechar a lista de nomeações surge o Pestana Cidadela Cascais Pousada & Art District, nomeado na categoria em que foi premiado na edição do ano passado “Portugal’s Leading Conference Hotel”.

E ainda…

Na área dos cruzeiros, o porto de Lisboa concorre a “Melhor Porto de Cruzeiros Europeu” e a Douro Azul, com sede no Porto,  vai a votos no elenco de  “Melhor Companhia de Cruzeiros Fluviais da Europa”.

Na área “Destino”, Portugal tem este ano nove nomeações para sete categorias. O Algarve quer ser o melhor destino de praia, enquanto Lisboa e Porto disputam a liderança nas escapadinhas de fim-de-semana.

E se a capital quer ser eleita a melhor nos destinos de cruzeiro, a Invicta tem a Ribeira nomeada para “Melhor Atracção Turística” juntamente com a Acrópole de Atenas, o Buckingham Palace de Londres, a Guiness Storehouse de Dublin, a Sagrada Família de Barcelona, a Torre Eiffel de Paris e o Coliseu de Roma.

A Madeira concorre a melhor destino de ilhas da Europa e o Turismo de Portugal candidata-se a renovar o título de “Melhor Organismo Europeu de Turismo”.

Os Passadiços do Paiva concorrem na categoria de “Melhor Projecto Europeu de Desenvolvimento Turístico”.

A lista é claramente longa. O número de nomeações em diferentes categorias tem vindo a crescer a cada ano que passa. Em cada edição, Portugal recebe alguns dos prémios. Este ano, certamente há de ganhar alguns mais. Mas, mesmo sem saber os resultados, posso lhe dizer que Portugal já ganhou. Como?

Neste caso, o subvalorizado “prémio de participação” vale muito. As pessoas vêm e as pessoas vão. E enquanto cá estão, vivem o que Portugal tem para lhes dar e mostrar, uns com mais possibilidades, outros com menos. Mas as experiências que cada um vive são únicas. E o que de verdade importa é que todas essas experiências que Portugal e os portugueses proporcionam ao exterior, seja através do seu trabalho e da sua dedicação, ou simplesmente por participarem e fazerem parte do ambiente e das paisagens portuguesas, levam-nos a inúmeras nomeações, concorrendo com países que terão mais possibilidades que o nosso. Valorizemos então os portugueses, o país, preservemos as paisagens e os monumentos. Cuidemos das nossas cidades, das pessoas e orgulhemo-nos de tudo isto. E façamos isto para recebermos nomeações, prémios, óscares. Mas, mais importante, que seja também porque gostamos de nós, dos outros, e do nosso país, Portugal.

Vote em Portugal até 17 de Julho: http://www.worldtravelawards.com/vote

Fontes: Público, Diário Económico, porto.pt , Pestana Hotel Group , rr.sapo.pt
Foto: Pestana Palace Hotel & National Monument

Columbus Trail – Trilhos de Santa Maria conquistam atletas

columbustrail9A passagem de Cristóvão Colombo por Santa Maria, entre 18 e 28 de fevereiro de 1493, serviu de mote para a criação de uma nova prova de trail açoriana, a Columbus Trail. Se a prova – com o “carimbo” da organização do Azores Trail Run – prometia, agora podemos dizer que cumpriu com Excelência.

Relatar três dias em Santa Maria não é fácil. Temos que começar pelo arquipélago em si, o que, para quem nunca tinha estado nos Açores, constitui uma experiência dentro da própria experiência.

Voar na SATA, companhia área oficial do evento, foi a primeira prova dos encantos açorianos. A hospitalidade e pequenos sabores do arquipélago, como a Kima, começam a conquistar ainda no ar.

Chegar a Santa Maria obriga a uma escala em Ponta Delgada (Ilha de São Miguel) e um voo de cerca de 18 minutos num Bombardier Q200 ou Q400. A menor altitude a que voamos, permite uma vista aérea deslumbrante, que nos faz observar detalhadamente os contornos recortados da ilha. O ambiente a bordo é de enorme familiaridade, sendo que muitos dos passageiros conhecem os membros da tripulação. Sentimo-nos em casa.

A hospitalidade mariense é comprovada logo no aeroporto. São cerca das 7 horas da manhã e dirijo-me ao balcão da SATA para levantar a bagagem que tinha vindo directa de Lisboa. Aproveito para perguntar como posso chegar ao Hotel Colombo. E a senhora que está ao meu lado interrompe dizendo: “O meu marido está a chegar e leva-o lá”. Santa Maria acabava de me conquistar.

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Depois de instalado, a “aventura” começou com uma incursão pela Vila do Porto, sede do concelho de mesmo nome e a mais antiga vila açoriana. O concelho tem 5 freguesias (Almagreira, Santa Bárbara, Santo Espírito, São Pedro e Vila do Porto) e conta com uma população de aproximadamente 5 550 habitantes.

O programa do evento não era apenas desportivo. A organização liderada por Mário Leal, da Azores Trail Run, quis dar a conhecer a história da ilha aos atletas e restantes visitantes. No Centro de Interpretação Ambiental Dalberto Pombo, inaugurado em 2009, e que alberga o espólio do naturalista que lhe dá o nome, pioneiro no estudo da diversidade geológica e biológica da ilha de Santa Maria, foi possível estabelecer contacto direto com borboletas e insectos dos Açores e do mundo, aves migratórias com rotas pela ilha, assim como conhecer o valioso património geológico que, em Santa Maria, pode ser observado: os fósseis marinhos. A visita terminou com a visualização de um documentário no auditório.

Antes da já habitual “pasta party” ao jantar (que caracteriza estas provas), ainda houve tempo para uma visita ao Forte de São Brás, construído entre finais do século XVI e inícios do século XVII, como protecção da costa contra ataques e pilhagens de piratas e corsários.

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Sábado, seis da manhã, pequeno-almoço e pequena viagem de autocarro até ao Forte de São Brás. Aqui será dada a partida para a primeira edição deste Columbus Trail que contou já com a presença de 86 atletas de 6 países. A prestigiada equipa da Salomon Internacional abrilhantou a prova com 6 dos seus elementos.

Esta prova contou com o contributo de muitos marienses e especialmente dos membros do Grande Trilho de Santa Maria. Este projecto que começou como uma iniciativa de um grupo de amigos, tornou-se na primeira GRANDE ROTA circular dos Açores, homologada de acordo com os critérios internacionais de pedestrianismo.

O Columbus Trail conta com duas distâncias: Columbus Trail (77km) e Columbus Marathon Trail (42km). A prova longa tem um desnível positivo de 3400 metros, sendo o ponto mais elevado atingido à cota de 587 metros, e o ponto de cota mais baixa situado à cota zero. A prova de 42km tem um desnível positivo de 2000 metros.

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Mário Leal, qual Capitão no Forte de São Brás, dá o sinal de partida e os atletas descem para a Ribeira de São Francisco, intrometendo-se pelos trilhos que os levarão a passar na Praia Formosa. O percurso de ambas as provas será igual até à meta dos 42km, em Santa Bárbara.

A prova circular passa por zonas balneares, caminhos rurais, zonas agrícolas, piscinas naturais, caminhos de calçada e terra e miradouros como o do Espigão, com uma vista imponente sobre a Baía de São Lourenço. Os atletas puderam testar subidas bem duras, nomeadamente na zona da Maia e de São Lourenço.

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Outros pontos de referência são a passagem por um caminho, do qual se vislumbra a cascata de Cai’Água e o Pico Alto, ponto mais alto da ilha com 587 metros de altitude e rico em vegetação endémica. Numa ilha de origem vulcânica, não se pode deixar de passar por uma caldeira. Esta parte do percurso atravessa uma área florestal onde se encontra um marco geodésico com vista privilegiada sobre a freguesia de São Pedro.

A parte final da prova grande é feita contornando a encosta, onde é possível avistar o porto comercial e o centro da Vila. O caminho de terra continua, sendo interrompido pela estrada de acesso à zona industrial, prosseguindo em direcção ao centro histórico da Vila.

Os voluntários e restante população envolveram-se de uma forma tão entusiástica, que cada concorrente se sentiu único. Podemos afirmar que toda a ilha abraçou a prova, tornado-a inesquecível. Os marienses sabem acolher como ninguém.

Os que não pretendiam alcançar notáveis marcas, deram-se ao luxo de apreciar mais pausadamente as paisagens de cortar a respiração. Quase todos conseguiram registar estes cenários idílicos em fotografia ou vídeo. As redes sociais rapidamente começaram a ser inundadas com alguns destes testemunhos multimédia.

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Ambas as metas foram cruzadas em primeiro lugar por atletas da Salomon: Tom Owens realizou os 42km em 3h32m51s e Tom Wagner cumpriu os 77 kms em 7h37m36s. As duas metas foram animadas entusiasticamente pelo speaker “oficial” da Azores Trail Run, César Lima, com quem aguardei estoicamente a chegada do último atleta da prova mais longa. Artur Alves completou os 77 kms em 14h30m19s. Seguiu-se então o porco no espeto e a cerveja.

Depois de um animado convívio no Forte de São Brás, a festa continuaria no almoço de domingo. A cerimónia de entrega de prémios contou com a presença de várias entidades, entre as quais o Secretário Regional do Turismo e Transportes, Engenheiro Vítor Fraga.

Nesta cerimónia foram distinguidos os atletas das várias categorias em competição, que incluíram os melhores atletas regionais. A participação açoriana regista uma tendência crescente e estas distinções constituem um forte incentivo à mesma.

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Se em Maio do ano passado me apaixonei pelo Faial, agora em Fevereiro foi por Santa Maria. O percurso é de uma beleza extrema, tanto em termos de natureza intocada e ainda pela beleza humana, pois os Marienses receberam os atletas de braços abertos de forma genuína. A organização, como já era de esperar, das melhores de Portugal! Açores, obrigada e até breve!
– Bo Irik, atleta da equipa Correr na Cidade

O director da prova, Mário Leal, agradeceu a presença de todos os atletas, bem como todos os que trabalharam na sua organização. Para Mário Leal, o  “Columbus Trail na ilha de Santa Maria veio demonstrar que a natureza das ilhas dos Açores deve ser vivenciada e é capaz de proporcionar experiências inesquecíveis. O Trail Running é uma actividade que se enquadra na perfeição no desenvolvimento de um turismo sustentável”.

Na sua intervenção, Vítor Fraga afirmou que o Trail Run é “uma actividade que está claramente ligada a um dos nossos principais produtos turísticos, que são os trilhos pedestres”. O Secretário Regional do Turismo e Transportes salientou também que o Trail Run foi introduzido nos Açores “com este Governo e com a ajuda preciosa de todos aqueles que têm contribuído com o seu trabalho voluntário para o desenvolvimento desta actividade”.

Neste contexto, Vítor Fraga destacou o importante papel desempenhado por Mário Leal, da Azores Trail Run. O responsável governamental recordou que o ano passado foi o melhor de sempre para o sector que tutela. O arquipélago açoriano registou o maior aumento percentual de turistas e dormidas em 2015 (mais 24% de hóspedes e 20% de dormidas), segundo dados do Instituto Nacional de Estatística (INE).

Vítor Fraga terminou a sua intervenção com o anúncio da segunda edição do Columbus Trail, em finais de fevereiro de 2017.

Até 2017 (ou antes)!


Classificação
77Km

RESULTADOS MASCULINOS
1-Tom Wagner (Salomon) 07:37:36
2-Luís Mota 08:01:11
3-José Fernández 08:35:59

RESULTADOS FEMININOS
1-Sónia Túbal (Monsanto Running Team) 10:29:27
2-Ana Duarte (Falcões Selvagens) 11:46:23
3-Carla Moreira (Team Famalicão) 13:16:36

42 kms

RESULTADOS MASCULINOS
1-Tom Owens (Salomon) 03:32:51
2-Cheraz Davide (Salomon) 03:39:58
3-Miguel Reis e Silva (Salomon)     03:47:31

RESULTADOS FEMININOS
1-Margarida Pereira (NPA/Gonçalo Velho) 05:42:12
2-Bo Irik (Correr na Cidade) 06:28:35
3-Patricia Gomes     06:36:38


Fontes: Secretaria Regional de Turismo e Transportes; Correr na Cidade
Fotos: EP

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A Excelência Portugal cobriu o Columbus Trail com o apoio da SATA
A SATA é a companhia aérea oficial do Columbus Trail

Tripix Azores oferece actividades personalizadas nas ilhas do triângulo

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Um luso-italiano nascido em Angola e uma brasileira criaram a Tripix Azores, uma  empresa de serviços personalizados de animação turística com base na Ilha do Pico e com actividades que se estendem às outras ilhas do Triângulo Açoriano, as ilhas do Faial e São Jorge. Os clientes não poupam elogios ao serviço prestado, que elogiam, nos portais especializados, como “incrível”, “excepcional”, “fantástico”, entre outros adjectivos.

Matteo Cordeiro e Rai Oliveira proporcionam uma oferta personalizada de serviços e organização de pacotes de actividades em grupos reduzidos, tais como a Subida à montanha / vulcão do Pico – com as opções diurna, nocturna e pernoita, Tours nas ilhas do Pico, Faial e São Jorge, Tours temáticos na Ilha do Pico como o Wine Tour e o Tour das Lagoas Secretas & Tubo de Lava, Treeking nas ilhas do Pico, Faial e São Jorge.

Este casal é completamente apaixonado pelos Açores e contagia os visitantes com este forte sentimento. Matteo ainda tem tempo para jogar futebol, como médio, no Futebol Clube da Madalena.

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Contamos com excelentes parceiros locais nas três ilhas, assegurando que a Tripix Azores é a melhor opção para a plena satisfação do visitante, com a garantia de que está a fornecer o melhor serviço local para os seus clientes

Os guias da empresa são “são certificados como Guias dos Parques Naturais dos Açores e Guia de Montanha do Pico e trabalham nas línguas inglesa, italiana, espanhola e portuguesa”, informa a empresa em comunicado.

Fontes: Tripix Azores; Tripadvisor; Azores Fixed; Publituris
Fotos: DR

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Presença dos Açores na BTL aposta no turismo de experiências

azores2Os Açores têm efectuado uma forte e consistente aposta na promoção turística do arquipélago e os resultados estão à vista. Para além das evidências estatísticas, a satisfação dos visitantes é o melhor indicador do sucesso da estratégia desenvolvida pelo Governo Regional da Região Autónoma.

A Região volta a marcar presença na BTL – Feira Internacional de Turismo, que decorre, em Lisboa, de 2 a 6 de março, mantendo e reforçando a aposta no turismo de experiências.

O arquipélago estará em destaque no Pavilhão 1 da FIL com o stand que foi construído especificamente para este efeito e que é utilizado desde 2014, onde sobressai a utilização de materiais endógenos, convidando os visitantes a conhecer um arquipélago de descobertas num oceano de aventuras e dando destaque às emoções e experiências que os turistas podem usufruir em cada uma das nove ilhas, sempre em estreita ligação com a natureza que distingue os Açores.

A aposta na natureza é unânime entre os açorianos. De acordo com um estudo do IPDT – Instituto de Planeamento e Desenvolvimento do Turismo feito a 1200 pessoas de todas as ilhas e divulgado em março de 2015, noventa e cinco por cento dos açorianos defende que a região deve apostar principalmente no turismo de natureza, seguindo-se o turismo náutico, cultural e paisagístico.

Ao longo dos próximos dias, o stand dos Açores na BTL será também palco para a apresentação das várias provas desportivas internacionais que decorrerão em 2016 no arquipélago, como é o caso do Azores Trail Run, do Red Bull Cliff Diving, do Azores Airlines Rallye, do Canyoning International Meeting in Azores ou do ISA World Junior Surfing Championship, entre outras.

Em 2015, o sector do turismo nos Açores teve o seu melhor ano de sempre, batemos recordes atrás de recordes e isto, naturalmente, não acontece por acaso – Vítor Fraga, Secretário Regional do Turismo e Transportes

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Mais de 55% das pessoas que visitam os Açores usufruem dos nossos trilhos pedestres e a aposta no Trail Run visa essencialmente qualificar e valorizar a nossa oferta – Vítor Fraga

Para promoção do Trail Running, a Azores Trail Run e a Correr na Cidade organizam, no domingo, pelas 16 horas, o “Free Running BTL“.Este soft trail terá uma distância de 10km e uma duração aproximada de 60 minutos. A partida terá lugar na entrada da BTL/FIL.

Os participantes serão brindados com uma t-shirt técnica e buff, podendo ainda ganhar um PACK COMPLETO com prova, deslocação e estadia para o Azores Trail Run (27 e 28 de Maio no Faial). No final haverá um abastecimento com produtos típicos dos Açores.

Vítor Fraga, que falava, no passado domingo, na cerimónia de entrega de prémios do ‘Columbus Trail Run’, afirmou que o Trail Run é “uma actividade que está claramente ligada a um dos nossos principais produtos turísticos, que são os trilhos pedestres”.

O Secretário Regional do Turismo e Transportes salientou também que o Trail Run foi introduzido nos Açores “com este Governo e com a ajuda preciosa de todos aqueles que têm contribuído com o seu trabalho voluntário para o desenvolvimento desta actividade”. Neste contexto,Vítor Fraga destacou o importante papel desempenhado por Mário Leal da Azores Trail Run.

Até ao encerramento desta feira, marcado para domingo, haverá espaço ainda para a apresentação de vários municípios açorianos, além de outros parceiros do sector do turismo.

O mercado nacional é um dos principais mercados emissores de turistas para o arquipélago, tendo vindo a revelar, após o trabalho de reposicionamento do destino efectuado pelos Açores.

Programa completo disponível em: http://btl.visitazores.com/

Fontes: Secretaria Regional do Turismo e Transportes/GaCS; IPDT
Fotos: EP

https://youtu.be/2WkWdwbxMpQ

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Columbus Trail – Correr em Santa Maria com os melhores do mundo

23[1]Os Açores estão na moda e são, inclusive, candidatos ao prémio de Melhor Destino Europeu em 2016.  A natureza paradisíaca das nove ilhas é um dos factores que mais contribui para a escolha deste destino e simultaneamente um atractivo para a prática de várias modalidades desportivas, como Surf, Bodyboard, Btt, Canyoning, Trail Running, entre outros.

Este ano, os Açores contam com uma nova prova de Trail que irá surpreender mesmo os já assíduos atletas que costumam rumar ao arquipélago. O Columbus Trail nasce já com o “carimbo” da organização do Azores Trail Run, cuja 3ªedição decorrerá no dia 28 de maio, no âmbito dos dia europeu dos Parques Naturais, e terá quatro provas, o Trail dos 10 Vulcões (22km), o Ultra Trail Faial Costa a Costa (48km), o Trail Ultra Ilha Azul (70km) e o Family Trail (10km). A caminho da 3ª edição, esta prova realizada na Ilha do Faial é já uma referência a nível nacional e internacional.

O Columbus Trail invoca a passagem de Cristóvão Colombo por Santa Maria, entre 18 e 28 de fevereiro de 1493, conforme ficou registado no diário de bordo do navegador. A prova irá realizar-se na Ilha de Santa Maria já no próximo dia 27 de Fevereiro e contará com duas distâncias: Columbus Trail (77km) e Columbus Marathon Trail (42km).

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A prova de 77km percorre toda a ilha,  numa extensão de 77 quilómetros circulares, transportando-o por zonas de interesse geomorfológico ao longo da mais antiga ilha dos Açores (aproximadamente 8 milhões de anos). Durante o percurso, estas características tornam-se evidentes através de vários fenómenos de erosão e alterações do nível da água do mar, que conferiram à ilha algumas das suas particularidades, levando-o a visitar locais de incrível beleza cénica, didáctica e científica.

A prova dos 42km tem o mesmo percurso da Columbus Trail, terminando ao km 42.

Ao longo das duas provas podem ser observadas várias espécies de aves migratórias  que escolhem os Açores como ponto de descanso/paragem, passando por Zonas Protegidas e Reservas Naturais de enorme biodiversidade e geodiversidade.

821708321_a954f4be9d_oCorra com os melhores do mundo

Esta prova contará já na sua primeira edição com a presença de seis elementos da equipa internacional da Salomon: Philipp Reiter, Thomas Wagner, Lukas Sörgel, David Wallmann, Thomas Owens e Davide Cheraz.

Inscrições

As inscrições são efectuadas no  site oficial da prova. Toda a informação poderá também ser acedida na página facebook do evento.

A ilha

A ilha de Santa Maria estende-se por 16,6 quilómetros de comprimento e 9,1 quilómetros de largura máxima, ocupando uma superfície de 97 km2, onde habitam 5 552 pessoas (dados de 2011). Santa Maria integra o Grupo Oriental do arquipélago dos Açores, juntamente com São Miguel, ilha da qual dista 81 quilómetros. O ponto mais elevado da ilha, aos 587 m de altitude, está situado no Pico Alto, a 36°58’59’’ de latitude norte e 25°05’26’’ de longitude oeste.

Como chegar

A única companhia aérea que faz ligação a todas as ilhas do arquipélago é a SATA.

A companhia açoriana concede a todos os inscritos 50% de desconto nas viagens pela SATA. As reservas devem ser efectuadas numa loja SATA ou Call Center.

As reservas através da internet não são válidas. A SATA responderá num prazo de 72 horas (contacto: carina.franco@sata.pt).

Alojamento

Recomende-se o alojamento no Hotel Colombo. No acto da reserva todos os participantes terão que utilizar o código promocional de reserva COLUMBUS2016 para usufruírem de desconto.  E-mails directos para as reservas:  sandra.rodrigues@colombo-hotel.com ou santamaria@colombo-hotel.com.

Fonte: Azores Trail Run e visitazores.com
Fotos: (1) siaram.azores.gov.pt (2) (3) Mário Leal

 


A Excelência Portugal vai cobrir o Columbus Trail
com o apoio da SATA.

 

 

 

Açores – “o antídoto para a ideia de uma Europa desfalcada de surpresas”

acores1[1]Os Açores estão definitivamente na moda. Quem o diz são os media, os turistas que visitam o arquipélago e as várias entidades que elegem as ilhas para múltiplas distinções.

Os Açores são o antídoto para a ideia de uma Europa desfalcada de surpresas – Chris Leadbeater

Chris Leadbeater do jornal britânico Telegraph assinou, a 29 de Janeiro, um artigo elogiosamente entitulado “The Azores: Europe’s answer to Hawaii”. O jornalista afirma que o arquipélago é claramente “o Havai do Atlântico, perdido em mares profundos; escarpados, lindo e selvagem”. A inconstância climática é assinalada como uma mais-valia que torna cada dia diferente.

A visita às 9 ilhas vale a pena pelo carácter distinto e charme de cada uma. A herança colonial portuguesa, ruínas de lava, cozinha intrigante, praias tranquilas e a graciosa visão de mamíferos marinhos, são alguns dos motivos para uma incursão pelo arquipélago. 
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De acordo com a análise do Inquérito à Satisfação do Turista que Visita os Açores: Verão IATA 2015, efectuado pelo Observatório do Turismo dos Açores, os turistas que visitaram os Açores no Verão do ano passado ficaram satisfeitos com a região e a grande maioria quer voltar e recomenda o destino.
Os estrangeiros já ultrapassam os portugueses em número de turistas. Dos 55,8% estrangeiros que procuram os Açores, mais de 20% são alemães. Os portugueses representam 44,2%.
A Madeira, Canárias e ilhas gregas são os destinos que mais concorrem com os Açores.
Fontes: Telegraph e Observatório de Turismo dos Açores
Fotos: Pedro Silva