Sogrape eleita como melhor empresa vitivinícola

0003D41DC3BD71[1]

A Sogrape Vinhos, a empresa de vinhos de Avintes, foi eleita pela Associação Mundial de Críticos e Jornalistas de Vinhos e Bebidas Espirituosas a melhor empresa produtora de vinho do mundo. A associação escolhe todos os anos as 100 melhores empresas produtoras de vinhos, a nível mundial, baseando-­‐se em critérios como os prémios conquistados por cada produtor em concursos internacionais realizados ao longo do ano. Neste concursos a Sogrape Vinhos arrecadou “131 prémios, num total de mais de 3.000 pontos calculados de acordo com a importância das medalhas em causa”, informa a produtora em comunicado. 1

Em 2014 a Sogrape Vinhos já tinha conquistado um excelente quarto lugar sendo que este ano a detentora de marcas como Mateus Rosé ou Gazela, chega ao primeiro lugar do pódio o “que mostra o reconhecimento internacional pelo caminho que temos prosseguido nos últimos anos e ser uma referencia ibérica de vinhos de qualidade” disse o presidente da empresa Fernando da Cunha Guedes. A Sogrape Vinho produz vinhos na Argentina, Chile, Espanha e Nova Zelândia e é presença assídua nas regiões vitivinícolas portuguesas exportando para mais de 120 mercados. 2

Na lista dos 100 melhores produtores de vinho de 2015, existem mais cinco empresa a representar Portugal, Symington Family Estates (14º), a Casa Ermelinda Freitas (22.º), a Casa Santos Lima (57.º), a Adega Cooperativa de Cantanhede (89.º) e a Companhia das Quintas (99.º). 3

 

Fontes: 1/2/3 : informações veiculadas pela Lusa
Fotos: DR

Prémio internacional atribuído a investigadora da UA transformado em Prémio “UA – BIO Somos Todos”

milene_win

“Achei que, tratando-se um dos prémios internacionais Terre de Femmes que me foram atribuídos de um prémio do público, faria sentido fazer reverter esse prémio novamente para o público através de oportunidades educativas”, explica Milene Matos, investigadora do Departamento de Biologia da Universidade de Aveiro (UA). Assim, através de uma parceria entre a UA e o projeto “BIO Somos Todos”, projeto de promoção dos valores naturais e da sustentabilidade coordenado por Milene Matos, o dinheiro do prémio garantirá a atribuição de uma bolsa que corresponde ao pagamento de propinas de um curso mestrado da UA, durante dois anos.

O Prémio “UA – BIO Somos Todos” visa contribuir para a promoção e o desenvolvimento da investigação científica no âmbito da sustentabilidade nas suas três componentes: ambiental, económica e social. Em concreto, distingue uma proposta de trabalho de investigação ao nível de mestrado, na área da sustentabilidade, que se evidencie “pelo seu caráter inovador, utilidade pública, benefícios ambientais e potencial de replicabilidade”.

Apesar de, para já, a bolsa apenas cobrir o valor de dois anos de propinas, Milene Matos espera poder vir a encontrar um mecenas que garanta a continuidade da iniciativa em anos posteriores.

O júri será presidido pelo Reitor, Manuel António Assunção, e integra Milene Matos e Carlos Fonseca, professor do Departamento de Biologia da UA.

As candidaturas estão abertas a propostas em qualquer área científica, de 15 de julho a 16 de agosto, e devem ser apresentadas em formulário próprio acessível através da página www.ua.pt/premios. Os interessados poderão obter mais informações sobre o prémio pelo e-mail biosomostodos@ua.pt .

 

Artigos relacionados:

“Biodiversidade para todos”, de Milene Matos, venceu o Prémio Internacional Terre de Femmes 2015 e o prémio atribuído pelo público

Prémio Terre de Femmes da Fundação Yves Rocher – Milene Matos é a representante portuguesa na final mundial de Paris

 

Fonte: http://uaonline.ua.pt
Foto: DR

Desafios Porto com videoclip de Miguel Araújo

desafios

O músico Miguel Araújo está a ajudar a Câmara do Porto e quatro parceiros a desafiar a cidade. A ideia, lançada pela autarquia está explicada no site www.desafiosporto.pt e qualquer portuense pode participar, desafiando os empreendedores a encontrar soluções que serão financiadas pelas empresas que se juntaram ao desafio.

Entre os suportes de comunicação criados, está um videoclip que ilustra a música que João Salcedo concebeu e Miguel Araújo protagoniza e que foi oferecida ao projeto que conta já com centenas de contribuições de pessoas que desafiam a cidade a encontrar soluções para pequenos ou grandes problemas.

Segundo Filipe Araújo, vereador da Inovação da Câmara do Porto, a ideia é “melhorar o futuro do Porto, lançando desafios que podem ser ultrapassados de forma inovadora”, lembrando que “todos os dias vivemos desafios, no caminho para o emprego, no acesso a serviços da cidade e certamente já todos nos lembramos de problemas que gostaríamos de ver resolvidos”.

A Câmara do Porto, que conta conta neste programa com a parceria da NOS, da EDP, do CEIIA e da E&Y, permite que qualquer pessoa participe no Desafios Porto que, para o vereador “é também o estímulo que muitos dos empreendedores da nossa cidade necessitam para encontrarem as soluções e a impulsionar o ecossistema de empreendedorismo de inovação, criando emprego e desenvolvimento económico”.

Os desafios podem ser colocados à Câmara Municipal até dia 1 de agosto, no site do projeto, que serão processados e apresentados até ao dia 1 de Setembro. As soluções serão depois concebidas até 2 de novembro e apresentadas a 23 desse mesmo mês, publicamente. O desenvolvimento tecnológico das soluções, que serão colocadas em prática na cidade, acontecerá até 18 de abril de 2016.

A mecânica do programa está explicada em www.desafiosporto.pt.

Fonte: Câmara Municipal do Porto

NOS Alive’15 financia bolsas de investigação na área do Cancro e da Biodiversidade

Bolsas NOS Alive-IGC15

O NOS Alive’15 volta a associar a Ciência à Música. No âmbito da parceria estabelecida com o Instituto Gulbenkian de Ciência (IGC), a Everything is New vai financiar mais duas bolsas de investigação científica, nas áreas da Genética do Cancro e Biodiversidade. Este ano, as bolsas NOS Alive-IGC’15 alargam pela primeira vez o seu raio de atuação à área de investigação do Cancro. Uma vez mais, os festivaleiros podem conhecer mais informações sobre estas bolsas no espaço do IGC no NOS Alive.

 

No primeiro dia do festival, 9 de julho, inicia-se o período de candidaturas às bolsas NOS Alive–IGC’15 que se prolonga até 11 de setembro. Jovens recém-licenciados têm a oportunidade de, durante um ano, integrarem uma equipa de investigação no IGC e desenvolverem um dos dois projetos de investigação a concurso.

O primeiro, na área da Genética do Cancro, foca-se um gene que regula o esqueleto da célula e procura investigar o papel que diferentes alterações nesse gene podem desempenhar na progressão do cancro da mama. Este projeto será desenvolvido no IGC em colaboração com um laboratório no Reino Unido.

O segundo projeto, na área da Biodiversidade, Genética de Populações e da Conservação de Espécies, tem como objetivo compreender como é que a fragmentação das florestas e perda de habitat afecta a estrutura social e diversidade genética de várias espécies de lémures e pequenos vertebrados de Madagáscar. O bolseiro que integrar este projeto poderá realizar trabalho de campo em Madagáscar ou trabalho computacional em França.

Quem quiser saber mais sobre estes projetos e a investigação que se faz no Instituto Gulbenkian de Ciência pode passar pelo espaço do IGC no NOS Alive’15 e participar em atividades científicas. Estas incluem um Quiz da Biodiversidade e um Game of Tumours, além do já conhecido speed-dating com cientistas. Os bolseiros NOS Alive das edições anteriores também estarão presentes para falar sobre a investigação que têm estado a desenvolver. Os festivaleiros podem ainda ver como se pode transformar um telemóvel num microscópio e experimentar comida molecular preparada pelo Cooking Lab.

As bolsas NOS Alive-IGC, tiveram início em 2008 e foram já atribuídas a 10 jovens. Os bolseiros das edições anteriores continuam a desenvolver projetos de investigação científica, quer em centros de investigação Portugueses (incluindo o IGC) quer no estrangeiro. Os primeiros bolseiros, João Alves e Alexandre Leitão, já concluíram o seu doutoramento e encontram-se atualmente a fazer um pós-doutoramento em Vigo, Espanha, e em Cambridge, Reino Unido, respetivamente.

O projeto de responsabilidade social que a Everything is New tem com o Instituto Gulbenkian de Ciência promove uma maior aproximação e interação entre os centros de investigação e a sociedade Portuguesa, estabelecendo formas alternativas de financiamentos para a investigação científica em Portugal que permitam a recém-licenciados iniciarem uma carreira em investigação científica.

 

Legenda: O bolseiro Gonçalo Matos a realizar trabalho laboratorial no Instituto Gulbenkian de Ciência. Créditos: Catarina Júlio, IGC.

Informação suplementar: Período de candidatura para as Bolsas de Investigação NOS Alive – Instituto Gulbenkian de Ciência: entre 9 de Julho a 11 de Setembro de 2014.

Instituto Gulbenkian de Ciência (IGC) é um dos principais institutos de investigação biomédica em Portugal. Foi fundado pela Fundação Calouste Gulbenkian com o objetivo de desenvolver investigação biomédica e ensino pós-graduado no país. O IGC funciona como instituição de acolhimento a grupos de investigação, liderados por cientistas nacionais e internacionais, possibilitando que esses desenvolvam os seus projetos autonomamente, usufruindo de instalações e serviços de excelência. Desde 1993 que o IGC desenvolve um programa intensivo de ensino pós-graduado e desde há alguns anos que tem apostado na comunicação de ciência e promoção da cultura científica em Portugal.

NOS Alive’15 tem data marcada para 9, 10 e 11 de julho, no Passeio Marítimo de Algés.

Site Oficiais

www.igc.gulbenkian.pt

http://nosalive.com/pt/

www.everythingisnew.pt

Vídeo Bolsas NOS Alive/IGC:

Contactos: Ana Mena | Comunicação de Ciência | Instituto Gulbenkian de Ciência | Tel. 21 440 7959 | anamena@igc.gulbenkian.pt

Book Experience promove aquilo que o nosso País tem de admirável

book

“A Book Experience nasceu da vontade de promover Portugal e tudo aquilo que o nosso País tem de admirável” é assim que se define este negócio que tem como intuito criar histórias sobre empresas portuguesas que tenham ideias e conteúdos inovadores.  A criadora do projeto é Leonor Vaz Pinto, que acredita que o storytelling pode fazer a diferença na comunicação das empresas numa altura em que as pessoas se preocupam mais com “sensações, emoções e relações”.

O desafio é criar histórias e produtos que marquem a diferença e que levem o consumidor a lembrar‐se deles não pelo ordinário mas pelo experiência proporcionada, transformar as marcas portuguesas para que estas criem uma relação, um laço, com o consumidor.

Desde receitas a cortiça, a empresa dá aos consumidores/leitores a possibilidade de se envolverem sensorialmente e emocionalmente com as várias histórias contadas que podem ser disponibilizadas em várias plataformas. Às marcas dá credibilidade, projecção e “word of mouth” e uma nova forma de relação com os consumidores.

São estórias de “encantar”, cheias de originalidade, que dão uma nova vida às marcas portuguesas e que promovem “a nossa bem amada “portugalidade””

 

Fonte: Book Experience

 

Projeto coordenado pelo Instituto Gulbenkian de Ciência recebe 2.6 milhões de euros

JBecker_ERA_CAPS

Um consórcio europeu e norte-americano coordenado por Jörg Becker, investigador principal no Instituto Gulbenkian de Ciência (IGC; Portugal), recebeu agora financiamento de 2.6 milhões de euros por 3 anos para estudar a evolução da reprodução sexual das plantas. O projeto é financiado pela ERA-CAPS, uma rede europeia dedicada a apoiar atividades de investigação no campo da Ciência das Plantas. Este estudo irá possibilitar a identificação de genes úteis para a indústria agrícola, com o objetivo de melhorar a reprodução de espécies de cultivo e aumentar a sua produtividade.

As plantas com semente são extremamente importantes economicamente, pois são a nossa fonte principal de alimento, fibras e outras matérias-primas industriais. No entanto, a nossa capacidade de gerar comida suficiente, ração para animais e energia está cada vez mais comprometida pela expansão da população humana, pela competição pelo uso de terra, pela rápida perda de biodiversidade e pela mudança climática global. É, portanto, crucial estudar o processo da reprodução sexual das plantas de forma a superar problemas de fertilização e aumentar o rendimento de colheitas.

O projeto agora financiado reúne vários investigadores líderes na área da reprodução das plantas. Os oito parceiros são Jörg Becker, Frederic Berger, Thomas Dresselhaus, Stefanie Sprunck, David Twell, Marek Mutwil e Jose Gutierrez-Marcos, da Europa, e Mark Johnson, dos EUA. Usando diversas espécies como modelos de estudo, desde musgos até plantas com flor, os investigadores pretendem compreender as principais etapas na evolução da reprodução das plantas, incluindo os mecanismos ancestrais de desenvolvimento dos gâmetas e fertilização.

Jörg Becker diz: “Este projeto é uma oportunidade única para maximizar sinergias e evitar duplicação de esforços de investigação. Cada parceiro traz para o projeto as suas competências técnicas únicas e complementares, o que deverá permitir uma compreensão mais profunda da evolução da reprodução sexual de espécies de plantas economicamente importantes”.

Para isso, os investigadores pretendem estudar a evolução de redes regulatórias importantes para o desenvolvimentos dos gâmetas masculino e feminino, crescimento do tubo polínico e mecanismos de fertilização em plantas com flor. Irão comparar a atividade de redes de genes em plantas terrestres primitivas, tais como musgos, com outras plantas importantes de cultura, como milho e tomate. Esta abordagem genómica comparativa irá ajudar na identificação dos principais mecanismos de reprodução das plantas e revelar se são ancestrais ou novos. O grupo de investigação de Jörg Becker, no IGC, irá focar os seus estudos no desenvolvimento de células de esperma do musgo Physcomitrella patens, e na forma como alterações que não estão escritas diretamente no DNA podem ser transmitidas mediante a fertilização.

“O nosso projeto irá fornecer a primeira análise exaustiva da evolução molecular da reprodução sexual das plantas e dar informações sobre as origens da fertilização em plantas com flor. Isto é fundamental para podermos desenvolver ferramentas para manipular a reprodução das plantas a nosso favor e melhorar a produtividade das culturas”, diz Jörg Becker.

A ERA-CAPS foi lançada em 2012, sendo o seu financiamento oriundo das respectivas agências de financiamento de cada país participante. Esta é a primeira vez que Portugal participa num projeto da ERA-CAPS, não só como parceiro mas também como coordenador. Além do Instituto Gulbenkian de Ciência (Portugal), as outras instituições participantes são: Gregor Mendel Institute (Áustria), Universidade de Regensburg (Alemanha), Universidade de Leicester (Reino Unido), MPI Molecular Plant Physiology (Alemanha), Universidade de Warwick (Reino Unido) e Universidade de Brown (EUA).

Neste projeto da ERA-CAPS, a investigação realizada no Instituto Gulbenkian de Ciência é financiada pela Fundação para a Ciência e a Tecnologia (FCT).

 

Legenda: O musgo Physcomitrella patens serve como modelo da reprodução de plantas terrestres primitivas. A imagem mostra colónias do musgo a crescer em placa em laboratório. Créditos: Roberto Keller, IGC.

Hostel no Estoril no top 10 dos mais elegantes na Europa

faubDtv59tpN5mWS_R

Segundo o jornal britânico The Guardian, o hostel Blue Boutique Hostel&Suites no Estoril entra na lista dos 10 hostels mais elegantes da Europa.

Com cerca de um ano de existência, o hostel azul situado na famosa Marginal da linha de Cascais já foi várias vezes elogiado e reconhecido internacionalmente, e esta semana foi rotulado pela sua elegância, quer devido à privilegiada localização e vista sobre o Atlântico, quer devido à arquitetura e decoração artísticas que transformaram esta antiga mansão senhorial num espaço moderno, sem perder o charme dos anos, apenas renovando-o.

O edifício tem cinco andares, pelos quais se distribuem as áreas sociais, os dormitórios, os quartos individuais ou familiares e as suítes, havendo uma clara diferença de preços, mas sem qualquer descuido na qualidade das instalações.

7DBZNbbP8iwqk6G0_R

O leque de atividades oferecido aos hóspedes procura dar a conhecer o melhor que a zona tem para oferecer: uma variedade imensa de desportos aquáticos mas também tours pela Serra de Sintra e arredores.

O Blue Boutique Hostel&Suites surge do empreendedorismo de três sócios, Juan Matias, Miguel Lino e Bernardo Amaral. Todos praticantes de desportos aquáticos e residentes na zona, que apresenta cada vez mais potencial, para além de que os hostels estão cada vez mais na moda, sendo um modelo de negócio atrativo e que tem vindo a perder a fama de pouco convidativo. Em Portugal podemos encontrar inúmeros hostels fabulosos, e que constituem uma excelente alternativa para o setor mais jovem, por exemplo.

c2133spfyTcAfafa_R

Para além do hostel português também fazem parte da lista o Generator hostels em Paris, o WellnessHostel 4000 na Suiça, o Slo-living em Lyon, o Backstay Hostel Ghent na Bélgica, o Basecamp Bonn na Alemanha, o The Hat em Madrid, o Ecomama em Amesterdão, o Wombat”s em Londres e o Loft na Islândia.

Fotos: DR

A próxima edição do TEDxLisboa irá realizar-se no dia 31 de outubro, sábado, na Aula Magna, com o mote “Elefante na Sala”

TED_Lx.jpg

A próxima edição do TEDxLisboa irá realizar-se no dia 31 de outubro, sábado, na Aula Magna, com o mote “Elefante na Sala”. Vai falar-se abertamente e sem constrangimentos sobre os elefantes que incomodam na sala.

No TEDxLisboa espalham-se as ideias que merecem ser abordadas: o elefante polémico, o elefante que envergonha, o elefante que incomoda, o elefante complicado, o elefante que divide todas as opiniões – cada Elefante na Sala. Para o novo evento encontram-se agora abertas as candidaturas a oradores (tedxlisboa.com/oradores) e voluntários (tedxlisboa.com/voluntarios).

Para os que ainda não conhecem, “TED” significa Tecnologia, Entretenimento e Design – três áreas de estudo que, em conjunto, modelam o futuro – mas na verdade, este evento é muito mais abrangente, discutindo ideias que são relevantes em qualquer área.

No espírito de que vale a pena espalhar ideias, TEDx (x=independently organized TED event), permite que comunidades em qualquer local organizem eventos não lucrativos independentes das conferências TED, mas com a mesma estrutura e filosofia, como é o caso do TEDxLisboa – até à data já foram realizados 10 000 eventos TEDx em mais de 800 cidades em todo o Mundo.

Este evento, a ter lugar na Aula Magna, irá contar com oradores a apresentar a sua ideia em palco, em menos de 18 minutos, para uma grande audiência (1400 participantes). A inscrição será obrigatória em tedxlisboa.com e a bilheteira anunciada já no mês de julho.

WETFEET – o grande projecto para revitalizar a energia das ondas

waves

WETFEET (“pés molhados”) é o nome do projecto europeu recentemente aprovado pelo programa Horizonte 2020 dedicado à energia das ondas. O projecto com orçamento global de aproximadamente 3,5 milhões de euros, é coordenado pela associação portuguesa sem fins lucrativos, o WavEC, Offshore Renewables.

O projecto terá a duração de três anos em que procurará identificar as causas do atraso do progresso da tecnologia da energia das ondas e posteriormente propor soluções viáveis para melhorar o desempenho geral de novas tecnologias, tal como se pode ler no site do projecto  e como foi noticiado pelo Jornal da  Economia do Mar.

O consórcio é composto por cinco Instituições de Ensino (Universidade de Linz na Áustria, Scuola Superiore di Studi Universitari e di Perfezionamento Sant’Anna em Itália, a Universidade de Edinburgh e a Universidade de Plymouth, no Reino Unido, e ainda o Instituto Superior Técnico, em Lisboa) e cinco empresas (INNOSEA em França, SELMAR SRL em Itália, Teamwork Technology BV, Trelleborg Ridderkerk BV na Holanda, Aurora Ventures Limited do Reino Unido e ainda a EDP Inovação S.A. Com o seu profundo conhecimento do sector, o consórcio avaliará questões como a fiabilidade dos componentes tecnológicos, a capacidade de sobrevivência dos dispositivos, os custos elevados de desenvolvimento, o moroso processo para a comercialização, bem como a escalabilidade industrial das tecnologias testadas. Uma vez identificados os problemas, o consórcio pretende desenvolver inovações tecnológicas para os solucionar, baseando-se sobretudo em dois conceitos de energia das ondas, a Coluna de Água Oscilante e o Symphony.

O WavEC conta já com uma Central de 400 kW no Pico, nos Açores que faz uso da tecnologia da Coluna de Água Oscilante, que fornece experiência de campo e actividades de monitorização importantes para a equipa do WavEC e investigadores convidados. Este projecto vem enquadrar-se na missão do WavEC  – desenvolver a energia renovável offshore através da transferência de conhecimento, disseminação e inovação.  O WavEC, Offshore Renewables é uma associação privada sem fins lucrativos, criada em 2003 para desenvolver a sua actividade segundo três eixos: a investigação aplicada, a consultoria e actividades pró-bono, nomeadamente a disseminação e promoção das oportunidades associadas ao desenvolvimento precoce da energia renovável marinha no País, junto de empresas, administração pública e público em geral e também a formação de jovens no âmbito de estágios curriculares e formação avançada, incluindo teses de mestrado e doutoramento.

A WavEC presta serviços de consultadoria nas seguintes cinco áreas temáticas: Monitorização e Tecnologia, Modelação Numérica, Economia e Indústria, Ambiente Marinho e Políticas Públicas.

 

Foto: http://khongthe.com

 

 

 

 

Turismo Solidário chega a Portugal com experiências inovadoras

impact

impacTrip (agência de viagens de Turismo Solidário), após ter passado pelo programa de incubação de empresas sociais da SCML e pelo programa Shark Tank, lanççou, esta semana,  o seu novo site repleto de experiências turísticas alternativas para REdescobrir Portugal e criar um
impacto social e ambiental positivo.
Da combinação da viagem com o voluntariado nasce este conceito turístico inovador: O turismo solidário. Dada a importância crescente da responsabilidade social e do crescimento do turismo alternativo, a Excelência Portugal quis saber um pouco mais sobre este conceito.

Equipa ImpacTrip (small)

- Como surgiu a ideia?

A ideia surgiu bastante longe de Portugal… Depois de trabalhar na Malásia, estava eu a viajar sozinha de mochila às costas pela Ásia quando percebi que havia mais pessoas como eu, que queriam conhecer profundamente os locais por onde passavam e deixar uma marca positiva nas pessoas que conheciam fazendo voluntariado. Já existiam alguns programas deste género com bastante sucesso e que faziam realmente a diferença nessas comunidades. Em Portugal não existia nada do género, e foi aí que eu pensei: “Em Portugal existem, obviamente, necessidades sociais e nós somos um país maravilhoso para se viajar” e a ideia estava formada. Durante este processo conheci o Diogo que, com experiência no sector do turismo percebeu que era uma ideia com futuro. Estivemos 1 ano a consolidar a rede de parceiros, passámos por um programa de incubação de empresas sociais do Banco de Inovação Socia, recebemos financiamento no programa da SIC do shark tank e finalmente, após muito trabalho, lançámos a impacTrip.

Escrevemos um artigo (em inglês) exatamente sobre a viagem que despoletou tudo isto.

- Qual o percurso de vida dos fundadores?

Somos uma equipa pequena mas muito motivada: Apenas eu e o Diogo.

Temos competências e experiências muito complementares e uma visão comum do que queremos alcançar pelo que tem resultado muito bem.

Eu tenho Mestrado em gestão internacional na NOVA sbe, diversas experiências internacionais (tendo vivido 3 vezes fora em 2 continentes) e em gestão de projetos. Já tinha liderado 2 projetos de empreendedorismo social antes e sou apaixonada por viagens.

O Diogo é formado em turismo e tem bastantes anos de experiência no sector. Tem competências em marketing, vendas e de gestos de marcas e é apaixonado pela Natureza e pelo desporto.

- Quem são os clientes-alvo e que experiências podem encontrar ?

Toda a gente que viaja connosco se surpreende, pelo impacto que causa Na sua viagem.

O público-alvo depende muito do programa que oferecemos. O Eco-mergulho é mais destinado a jovens, grupos de amigos e backpackers. Se falarmos em programas na Natureza de 4 dias ou 1 semana, o público-alvo passa a ser famílias e casais. Em geral, quem procura o turismo solidário vem do Norte da Europa (Escandinávia, Inglaterra, Alemanha, Holanda etc), é bastante ativo no seu país de origem e tem uma grande consciencialização social e ambiental.

Com isto não queremos dizer que o público Português não começa a procurar este tipo de turismo bem mais local e ativo. Os Portugueses têm aceite muito bem o nosso trabalho e estão a aderir bastante mais do que estávamos à espera.

Todos os viajantes podem encontrar as nossas viagens no nosso website www.impactrip.com e pesquisar qual o destino e tipo de impacto que querem causar. É muito fácil e o conceito é bem explicado no vídeo de apresentação.

– Que impacto teve a participação no Shark-Tank?

Representa uma abertura de portas muito importante, faz com que cheguemos a sítios que sozinhos teria sido muito mais difícil, faz com que sejamos mais assertivos no que fazemos e por fim faz-nos sentir que estamos no caminho certo para os nossos objetivos. A Shark Susana era o que mais queríamos e tem sido mesmo muito bom trabalhar com ela. Está sempre disponível para nós, participa ativamente nos nossos projetos, trabalha ideias connosco, enfim, tem sido incansável.

 

Fotos: DR