Pictomed – um projeto de Design Inclusivo (entrevista)

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A Pictomed constitui um projeto de Design Inclusivo com o propósito de desenvolver uma linguagem universal que permita o consumo de medicamentos de forma adequada. O projeto surge após a constatação de que as bulas dos medicamentos possuem frequentemente uma linguagem pouco acessível à compreensão do público em geral. Acresce que pessoas invisuais ou com deficiência motora encontram ainda uma panóplia maior de limitações neste mesmo sentido.

O projeto foi criado por duas jovens, de igual modo empreendedoras e criativas portuguesas, nomeadamente Sara Agostinho  e Romina Fernandes. Ambas formadas em Design Gráfico, pela Escola Superior de Artes Aplicadas, em Castelo Branco.

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Quais as motivações que levaram, duas formadas em em Design Gráfico/ Comunicação, se fundirem num projeto ligado à área da saúde? Para além de efetivamente procurarem um mundo mais inclusivo.

O projeto Pictomed surgiu em 2009, quando na cadeira de tipografia, foi proposto a ambas as promotoras um exercício, que consistia em aplicar diferentes tipografias, corpo de texto e cor, numa bula de medicamento e compreender como essas alterações influenciavam a legibilidade do documento. Quando a fundadora Romina Fernandes se deparou como este pequeno exercício afectava a  leiturabilidade da bula, questionou-se como fariam as pessoas com problemas de visão para terem acesso a uma informação com tamanha relevância.

Foi neste contexto que surgiu a ideia de criar uma solução, tentando aliar as nossas competências técnicas a uma necessidade real. O fato de não ser direcionado à nossa área de formação, não é inédito, pois em design de comunicação, é comum deparamo-nos constantemente com trabalhos de temáticas que não dominamos. Contudo tivemos desde inicio a consciência de que a área em que nos estávamos a inserir (saúde) é sensível. Todos os produtos e serviços são criados com normas mais estandardizadas, aplicando regras para o cidadão comum, a nossa motivação passou principalmente por incluir pessoas que não se enquadram normalmente nesses padrões, mas que têm os mesmos direitos à informação. Para além disso também pretendemos conferir maior qualidade de vida, pois as pessoas poderão ser mais autónomas e consequentemente mais ativas.

Estima-se que “cinquenta por cento da população mundial não toma corretamente a medicação”. Dados que não ficam à margem da atenção, de que modo se pode afirmar que a alteração (complemento) à apresentação das bulas e medicação possa contribuir para a diminuição do uso incorreto do medicamento?

Um medicamento é concebido com finalidade curativa, contudo a sua eficácia não depende meramente da sua composição mas também de outros fatores, que se traduzem numa administração correta. Sendo a bula a principal fonte de informação oficial disponibilizada, acreditamos que esta não é acessível a um conjunto de pessoas. O nosso objetivo é complementar a informação atual, para uma toma mais eficaz e rápida.

A nossa solução teve como principio a criação de pictogramas, que representam através de desenhos os conceitos tangíveis do processo de toma dos medicamentos. A linguagem visual é um forte recurso na transmissão de mensagens, facilitando assim a comunicação, pois é mais simples e direta. O nosso cérebro tem tendência para reter melhor a informação visual.

Nesse sentido a Pictomed criou um sistema de pictogramas que caracterizam aspectos como: horário, dosagem, modo de toma e patologias, etc. de modo a personalizar a terapêutica a cada pessoa. Acreditamos que este será um grande contributo para a  diminuição do uso incorreto do medicamento, pois a informação está disponibilizada em cada caixa, num formato de autocolantes, com grande dimensão e contraste. Estes estarão sempre presentes no ato da toma, relembrado assim ao consumidor qual o modo certo de tomar a sua medicação.

De que modo procuram alcançar este mesmo objetivo?

Nos últimos meses a Pictomed esteve a desenvolver o protótipo, para testar e validar em contexto real, de modo a comprovar a eficácia e funcionalidade do sistema. Para nós, como designers, é importante compreender as reais necessidades dos utilizadores, para desenvolver um produto que seja totalmente inclusivo. O nosso objetivo é que o nosso produto chegue ao público pretendido, para isso neste momento estamos à procura de recursos financeiros, por exemplo investimento e parcerias, para o desenvolvimento do produto e angariar os recursos necessários. Em paralelo a equipa da Pictomed está a preparar uma campanha de Crowdfunding, prevista para breve.

Quais as grandes vitórias alcançadas até à data? É possível verificar que se encontram presentes em Farmácias da Covilhã e Fundão, qual a área geográfica de influência que a Pictomed procura alcançar?

A primeira vitória foi o passaporte para o empreendedorismo, que deu a grande possibilidade de continuar com projeto, pois ambas as promotoras tinham um trabalho fixo e não tinham total disponibilidade para o seu desenvolvimento. Esta bolsa proporcionou a dedicação a tempo inteiro, tendo sempre como foco a Pictomed.

Outras grande vitória alcançada até hoje, foi conseguirmos mover pessoas, que acreditam no projeto e que têm contribuído para a evolução do mesmo. Todas elas com diferentes ambivalências desde: gestão, financeira, consultoria , social media, relações públicas, ciências farmacêuticas e medicina, têm acrescentado valor ao projeto, com os seus feedbacks nas diversas áreas.

E por último a mais importante de todas, tem sido ver o impacto do projeto implementado nas farmácias, as pessoas referem que é uma mais valia e que entendem melhor a terapêutica, temos testemunhos como o da D.Clementina “que giro…existem ideias realmente muito giras, esta é muito prática e necessária” ou como o da farmacêutica Catarina, (na Farmácia de Oeiras, onde foi realizado um beta testing): “O projeto é magnífico, está muito bem desenvolvido e é muito pertinente”. Para nós tem sido impressionante, a receptividade ao projeto e corresponder aos ideais para o qual foi desenvolvido.

Sendo um projeto de design inclusivo, não podemos afirmar que temos uma zona geográfica de atuação especifica, pois pretendemos que a Pictomed esteja em todo o lado. Contudo houve a necessidade de selecionar algumas farmácias para a realização dos beta testing, neste caso selecionamos a zona da capital e no interior do País, por espelharem realidades bastante diferentes e assim obtermos diferentes feedbacks.

A equipa é atualmente constituída por mais dois elementos, contando com o apoio de quatro instituições, de entre elas o Governo Português. Será de prever a longo prazo um aumento nestes setores correto? Quais os grandes objetivos a alcançar daqui em diante?

Como referimos, neste momento a nossa equipa já conta com um conjunto de elementos das mais variadas áreas. A longo prazo pretendemos aumentar a equipa, pois quanto mais diversificada for, mais valências terá o projeto. O nosso objetivo passa também por obter apoio e parcerias de instituições /associações ligadas à área da saúde.

Na próxima fase, a Pictomed pretende desenvolver a Mobile APP, pois será um grande complemento ao sistema, e ajudará sobretudo pessoas invisuais. Esta terá outras funcionalidades importantes, como por exemplo os alarmes.

O grande passo a alcançar será produção e comercialização do produto, fazendo assim chegar o sistema Pictomed junto do seu público alvo e também alcançar outros mercados internacionais. Pretendemos assim, ajudar a criar uma sociedade mais justa e informada, e este será o nosso contributo para um mundo melhor.

Por último, seguindo num outro sentido, gostava de compreender como os mundos de ambas criadoras se encontraram, assim como numa ótica de mensagem, qual o conselho que dariam para pessoas que juntas procuram desenvolver um projeto. (O que é necessário em termos informais, entre outros aspetos)

O nosso caminho cruzou-se durante a Licenciatura, e teve continuidade no Mestrado. Durante o Mestrado ambas as criadoras estavam a desenvolver projetos de Design Inclusivo para o sector da saúde e ambos tinham o mesmo intuito: investigar, desenvolver e simplificar informação para um nicho específico, e perceber como o design poderia ter um contributo tão importante na componente social. Ambas somos apaixonadas por desafios e pela nossa área de formação, sempre quisemos aliar os nossos conhecimentos a algo que fosse realmente útil para a sociedade. Após a conclusão do Mestrado, cada uma seguiu o seu rumo. Até que julho de 2014 surgiu a oportunidade de nos juntarmos e continuar a Pictomed. Mais do que colegas de trabalho somos amigas, apesar do principal fator que nos uniu nesta aventura, foi partilharmos a mesma vontade de contribuir com o nosso trabalho para melhorar a vida das pessoas.

O principal conselho que podemos deixar é fazerem aquilo que realmente gostam e que acreditam. A escolha da equipa é sem dúvida o maior desafio de qualquer projeto, pois mais que competências técnicas, é necessária paixão e empenho a cem por cento, seja qual for o seu papel. Outro conselho que podemos deixar é não ficar fechado em casa, é importante criar rotinas e ter um local específico para trabalhar. No nosso caso, optámos por uma incubadora e tem sido bastante interessante a troca de sinergias com outras startups. Por último, mas também muito importante, não tenham medo de falar sobre o vosso projeto, a partilha de ideias com pessoas das mais diversas áreas, e que provavelmente já passaram por experiências semelhantes, faz-nos “pensar fora da caixa”.

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[Para mais informações acerca da Pictomed pode consultar os seguintes links: www.pictomed.pt; www.facebook.com/Pictomed. Ou ainda entrar em contacto através de pictomed@gmail.com.]

 

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Laboratório Português de Hidrobiologia e Ecologia no topo Mundial

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O Centro de Controle e Prevenção de Doenças do Departamento de Saúde e Serviços Humanos dos Estados Unidos, distinguiu o Laboratório de Hidrobiologia e Ecologia do Instituto de Ciências Biomédicas Abel Salazar (ICBAS), sediado em Atlanta. A distinção consistiu no Certificado de Desempenho obtido no âmbito do programa Ensuring the Quality of Urinary Iodine Procedures (2014EQUIP).

Como pode ler-se no site deste instituto (http://www.cdc.gov/labstandards/equip.html), o iodo é um micronutriente que o corpo usa para criar hormonas tiroideias que são absolutamente essenciais ao crescimento, desenvolvimento e metabolismo ao longo de toda a vida de uma pessoa. Estima-se que as desordens resultantes de deficiência de iodo afectem mais de um milhar de milhões de pessoas por todo o mundo. Por exemplo, a deficiência de iodo é a maior causa (prevenível) de problemas de atraso mental no Mundo. Assim, se percebe melhor a importância de criar, testar e normalizar métodos muito precisos para a quantificação de iodo (normalmente pela urina) nas populações.

O Laboratório de Hidrobiologia e Ecologia do Instituto de Ciências Biomédicas Abel Salazar foi distinguido, passando a pertencer a um grupo restrito de entre 183 laboratórios espalhados por todo o mundo. A distinção reconhece aquele laboratório da Universidade do Porto como parceiro capaz de realizar, com sucesso, o doseamento de iodo em urina humana, através de um dos métodos certificados para o efeito. Criado em 1993 e liderado por Adriano Bordalo e Sá o Laboratório de Hidrobiologia do ICBAS desenvolve a sua actividade nas áreas do ensino de Ecologia (ao nível de licenciatura e mestrado em Ciências do Meio Aquático, incluindo em cursos europeus) e da investigação multidisciplinar em domínios que dão desde a ecologia estuarina até à cólera em África, passando por biorremediação de zonas contaminadas por hidrocarbonetos, biogeoquímica associada aos ciclos do azoto e enxofre, estados larvares e juvenis de peixes, modelização de sistemas estuarinos e na carência de iodo em seres humanos – área onde foram agora distinguidos.

Este é mais um reconhecimento à investigação de excelência realizada nas Universidades Portuguesas, que ainda esta semana foi novamente reconhecida pela instituição de ranking internacional U-Multirank (http://excelenciapt.com/site/?p=1437).

Cátia Ferreira é uma das 3 finalistas do jumping Talent – Entrevista

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Cátia Pinto Ferreira destacou-se na 2ª edição do jumping Talent pela sua capacidade de trabalho, dedicação e adaptação, A jovem leiriense foi uma das três finalistas do evento promovido pela Universia Portugal.
O Jumping Talent  é o concurso de talento universitário que permitiu aos 70 melhores candidatos de entre 512 inscritos a prestarem as provas mais originais para serem recrutados pelas empresas participantes. A 2ª edição do evento realizou-se a 24 de Março na Câmara de Comércio e Indústria de Lisboa.
Os critérios de selecção passam pelo bom desempenho académico, pela fluência em inglês, capacidade de iniciativa, entusiasmo e vontade de dar o salto para o futuro!

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Cátia Pinto nasceu, a 8 de Fevereiro de 1992, em Leiria. Fez o ensino Básico na Escola da Maceira (actual Agrupamento de Escolas Henrique Sommer) e frequentou a Escola Secundária Domingues Sequeira do 10º ao 12º em Ciências Sócio-económicas. Ingressou numa Licenciatura em Gestão no ISEG – Instituto Superior de Economia e Gestão (Universidade de Lisboa-School of Economics and Management).
Em 2012 integrou um programa de Erasmus, na Áustria onde estudou 6 meses Business Admnistration, Management.  Em 2013 concluiu a licenciatura e decidiu continuar a sua formação académica, escolhendo o Mestrado em Contabilidade, Fiscalidade e Finanças Empresariais.
O ano passado decidiu aventurar-se em mais um programa de mobilidade internacional na República Checa, onde esteve por 10 dias. Interessa-se por temas ligados ao empreendedorismo, diversidade cultural, inovação e sustentabilidade.
Privilegia as rotinas desportivas e recorre ao exercício físico como forma de relaxamento. Já foi directora geral de uma júnior empresa, já trabalhou na área dos recursos humanos e na banca. Ah, e tem 23 anos!
 Tenho uma espécie-de-bicho-carpinteiro que não me permite parar quieta e sempre tive um gosto especial pela inovação e “fazer-diferente”

Como te caracterizas?

A nível académico e profissional sou uma apaixonada pelas actividades e experiências em que estou envolvida, dando privilégio à aprendizagem multivariada e diária. Sou tolerante e facilmente me adapto a novas culturas e espaços profissionais. Tenho uma espécie-de-bicho-carpinteiro que não me permite parar quieta e sempre tive um gosto especial pela inovação e “fazer-diferente”. Danço desde os 9 anos e desde os 16 que sou coreógrafa e líder do meu grupo de dança.

Já representei Portugal no Parlamento Europeu, em Estrasburgo, pela Escola Secundária Domingues Sequeira e já trabalhei na área de Recursos Humanos e na Banca. Mais recentemente, fui Diretora Geral de uma Júnior Empresa de Consultoria de Gestão (ISEG Junior Business Consulting), onde era responsável por liderar 33 jovens empresários e 6 departamentos; Foi uma experiência única e que me permitiu ter uma visão holística sobre a dinâmica empresarial e de como é difícil liderar e gerir uma empresa.

Fiz ainda parte da organização do BET24, um evento de empreendedorismo que alcançou cerca de 300 pessoas durante 24 horas consecutivas. Organizei a “1ª Conferência de Empreendedorismo ISEG JBC” e fui convidada a dar o meu testemunho sobre “Empreendedorismo Jovem, quando começar?”. O ano passado conheci a AFA-Associação Fazer Avançar, em Leiria e integrei um projecto espetacular: o SPEAK, onde sou voluntária.

Em suma, o meu perfil é o cruzamento das minhas vivências académicas, profissionais e pessoais. Aprender com os erros, ultrapassar e lutar contra as adversidades sem nunca desistir! Aproveitar sempre as boas oportunidades que surgem, apaixonando-me pelo que faço!… E claro: sorrir à vida e aproveitar cada momento!

Acho brilhante a aproximação num tom mais informal dos jovens universitários às empresas! Para a maioria dos estudantes recém-graduados as empresas são “um-bicho-papão” dado os formalismos pré-existentes.

Porque foste ao Jumping Talent? Como soubeste do concurso? O que te motivou a participar?

Primeira impressão que tive quando ouvir falar do Jumping Talent: “Concurso de Talentos?  As empresas vão competir pelos candidatos com maior potencial? Vão ser seleccionados os melhores perfis universitários para demonstrarem as suas competências aos coaches das respectivas empresas? – Eu quero fazer parte disto sem dúvida! ”

Acho brilhante a aproximação num tom mais informal dos jovens universitários às empresas! Para a maioria dos estudantes recém-graduados as empresas são “um-bicho-papão” dado os formalismos pré-existentes. O Jumping Talent é um quebra-gelo que permite um contacto com o meio profissional num ambiente mais descontraído. Quando recebi a chamada a dizer: “Cátia, é uma das candidatas seleccionadas!” Fiquei radiante! A oportunidade de participar neste concurso é excelente: é passar do “story-telling ao story-doing”, quero aproveitar ao máximo o evento e todos os desafios que me serão propostos.

Como foi a experiência Jumping Talent?

Foi dar um GRANDE SALTO! Para além dos prémios atribuídos aos 3 desafios em equipa, o evento tinha ainda como objectivo distinguir os 3 talentos revelação 2015, ao final do dia; No final do dia, eu fui uma das 3 escolhidas pelo júri. Recebi por parte do júri institucional uma distinção pelo desempenho ao longo do evento; destacaram a minha capacidade de comunicação, relacionamento interpessoal com os colegas e empresas, capacidade de trabalho em equipa, dinamismo e motivação. Os candidatos que chegaram à fase final constituirão a plataforma fundamental na qual as empresas participantes apoiarão os processos de selecção dos seus programas de estágio e primeiro emprego. Para além disso, eu e as 2 colegas que recebemos a distinção, ganhámos ainda uma mala de viagem e um kit de produtos L’oreal.

Foi extraordinário subir ao palco para receber a distinção como Talento Revelação 2015 (sinceramente, não o esperava). Na minha opinião o melhor prémio foi ter a oportunidade de participar num evento como este; os desafios em equipa colocaram à prova as minhas competências e permitiram-me testar os meus limites, bem como, sair da minha zona de conforto.

O desafio que mais temia era o de responder a uma questão aleatória perante os júris, em 20 SEGUNDOS; mas, passados os 20 segundos em palco constatei que até tinha corrido bastante bem. Adorei o dia desde o primeiro momento que pisei a Câmara do Comércio de Lisboa. Toda a equipa da Universia teve o cuidado de tratar minuciosamente de todas as etapas do evento; Os desafios estavam muito bem estruturados e deram um toque de autenticidade à relação empresa-estudante, estudante-empresa e houve oportunidade para networking com as empresas em painel. Foi um dia em Grande, non-stop! Muita criatividade, garra e dinamismo!

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Quais são agora as tuas metas académicas e/ou profissionais de curto prazo?

Terminar a minha dissertação (TFM- trabalho final de mestrado) e estou a frequentar o Curso Internacional de Coaching, de modo a diversificar as minhas competências e adquirir ferramentas mais inovadoras que possam ser aplicadas à Gestão e a nível pessoal.

E as profissionais e/ou académicas de longo prazo?

A nível profissional ambiciono trabalhar numa área relacionada com a minha formação e alcançar os meus objectivos pessoais. A nível académico pretendo continuar a investir nas diferentes vertentes que a Gestão alcança.


Um sonho?

Inspirar pessoas e apaixonar-me completamente pelo que faço! As simples as that!

Um lema?

Acredito que devemos de Sonhar em GRANDE e realizar os sonhos à nossa medida!

Uma referência (pessoa)?

Costumo dizer que a minha Mãe é o meu braço direito e que o meu Pai é um visionário que me inspira todos os dias!

 

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iUP25k volta a premiar as melhores ideias de negócio

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O perfil está traçado. “Basta” ter uma ligação à Universidade do Porto, juntar-lhe uma boa ideia de negócio, vontade de rentabilizá-la e de a fazer crescer no mercado. É tudo isso que se procura nos candidatos à sexta edição do Concurso de Ideias de Negócio da U.Porto – iUP25k, cujas candidaturas decorrem até ao próximo dia 19 de abril.

Promovido pelo UPIN – Universidade do Porto Inovação e pelo Clube de Empreendedorismo (CEdUP), o iUP25k é um instrumento de sensibilização para o empreendedorismo e criação de novas empresas que tenham por base processos de exploração de conhecimento e inovação gerados na Universidade. Procuram-se por isso empreendedores com ideias inovadoras e arrojadas, nas áreas, científica, tecnológica ou social. Em disputa está um total de prémios no valor de 25 mil euros (patrocinado pelo Banco Santander Totta), a dividir pelas três melhores ideias de negócio (15 000 euros para a melhor ideia e 5.000 euros para as duas restantes).

 

fonte : Notícias UP
http://noticias.up.pt/iup25k-volta-a-premiar-as-melhores-ideias-de-negocio/

mais informação em: http://iup25k.up.pt.

Escola de Startups do UPTEC com candidaturas abertas até 31 de Março

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A Escola de Startups do UPTEC destina-se a empreendedores com projectos de negócio de base tecnológica, científica ou criativa, que desejam criar a sua própria empresa.

O programa da Escola de Startups pretende sensibilizar os novos empreendedores para os principais desafios no processo de criação e desenvolvimento de um projecto empresarial, bem como dar a conhecer ferramentas, conceitos, estruturas e pessoas que os ajudem a validar as suas ideias no mercado.

Durante seis meses, os participantes irão trabalhar na definição do modelo de negócio, identificação de clientes/ mercado(s), melhoria de processos de design e desenvolvimento de produto, compreensão da propriedade intelectual, gestão de equipas, oportunidades de financiamento, aspectos legais e financeiras, vendas e comunicação dos seus projectos empresariais.

Na Escola de Startups, as equipas participantes têm acesso a:(1) Workshops sobre diferentes aspectos da criação e desenvolvimento de negócios;

(2) Sessões de acompanhamento individual com os mentores UPTEC;

(3) Reuniões com empreendedores senior da rede UPTEC;

(4) Eventos de networking com parceiros externos;

(5) Treino de apresentação pública de projetos (pitch);

(6) Apresentação pública dos seus projectos, no Startup Pitch Day.

 

Candidaturas abertas até 31 de Março:
www.escoladestartups.org

 

IMPRIMIR a 360º

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Uma nova gráfica e uma forma revolucionária de imprimir nasceu no nosso país. A 360imprimir, empresa criada em Novembro de 2013, por 6 sócios, 3 engenheiros informáticos e 3 gestores veio repensar a impressão.

O grande problema das impressões é o desperdício de papel que surge e o pouco aproveitamento deste processo, encarecendo a maior parte das vezes o processo. Por isso, esta equipa desenvolve um novo software, este software pretende economizar tempo, espaço e agrupar, ao máximo, todas as encomendas feitas. Este processo permite reduzir os custos de impressão, em alguns casos até 80%.

Tudo isto é possível porque é a primeira gráfica online, o atendimento e apoio ao cliente é uma das maiores preocupações da empresa. Este processo online é o que permite à empresa agrupar vários pedidos e revolucionar este sistema.

A 360imprimir focalizou o mercado para pequenas e médias empresas, pois este processo só é eficiente com encomendas acima das 250 unidades (garantindo assim o offset). A empresa disponibiliza vários layouts e opções para que as empresas que encomendem não tenham de perder tempo com todos os passos do processo que normalmente são necessários para este tipo de situações.

Com um site muito simples e intuitivo é muito fácil, em menos de uma semana, ter cartões de visita da empresa com o layout apelativo e impressões de qualidade premium. Basta seguir as indicações do site, escolher tudo o que se pretende e quantidades, a encomenda é pré-visualizada pelo cliente online e a encomenda é enviada para onde seja pretendida.

Jorge Correia, Managing Partner da empresa, explica que existem duas fases de desenvolvimento, pró-activa e reactiva. A fase pró-activa, em que o objectivo é uma educação do cliente, para a utilização dos produtos já desenvolvidos pela empresa e uma rápida utilização do produto. E uma fase reactiva, que já envolve uma análise a todas as encomendas, correcções e reimpressão do produto quando não tem os parâmetros de qualidade que a empresa impõe a si mesma.

O principal objectivo é optimizar todo este sistema moroso e juntar todos os processos que envolvem este tipo de produtos. Aqui o design, a impressão e a entrega estão todas agrupadas num só processo.

Apesar do seu início quase familiar, a empresa em menos de 1 ano e meio aumentou para 19 colaboradores, e em poucos meses pretende aumentar este número para 26. Espera também, no espaço de 2 meses, implementar o modelo de negócio no Brasil, onde já estão a montar uma fábrica, mas avisam que todo o processo anterior à impressão continuará a funcionar só aqui em Portugal.

Uma empresa nacional que começou a prosperar rapidamente, e que esse êxito se pode verificar a cada mês. Cada vez com mais encomendas, alargando os seus horizontes além fronteiras.

Visite a empresa em www.360imprimir.pt  


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Viseu abre concurso público para Hostel no centro histórico da Cidade

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Encontra-se aberto o concurso público de concessão de obra pública para conceção, execução e exploração do futuro Hostel
O concurso foi lançado a 17 de fevereiro. Localizado na Rua do Comércio, com uma área total de construção de 1120 metros quadrados, o edifício nº 92 a 106 que servirá de alojamento local na cidade será, durante 90 dias, alvo de concurso público para apresentação de propostas, com vista à conceção, execução e exploração do equipamento.

O Município de Viseu pretende lutar contra o esvaziamento social e comercial do centro histórico, em especial na rua direita. A reabilitação nesta rua abrangerá outros edifícios.

O edil, Almeida Henriques, que foi secretário de Estado adjunto da Economia e do Desenvolvimento Regional, espera que o novo quadro comunitário de apoio (Portugal 2020) permita o incremeneto da regeneração dos centros históricos e da consequente revitalização económica.

As propostas podem ser apresentadas até 20 de Maio.

A documentação está disponível em www.viseunovo.pt

 

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Soraya Gadit ( Inocrowd) em Entrevista

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A Inocrowd corresponde a uma Startup com vista a estabelecer uma relação direta entre o mundo académico ou de alguém que tenha uma solução – Solver – e o mundo empresarial – Seeker. Procurando diminuir o GAP / distanciamento existente entre ambos.
Soraya Gadit é uma das fundadoras da Inocrowd, que surgiu a 20 de janeiro de 2011. Soraya é formada em Ciências Farmacêuticas na FFUL (Faculdade de Farmácia da Universidade de Lisboa) e tem um MBA em Finanças e Gestão da AESE acabando, neste projeto, por ser a CEO da InoCrowd. Os outros dois fundadores são Mário Lavado licenciado  em Engenharia Física e Materiais e João Moita licenciado em Tecnologias de Informação.

Uma mulher à frente duma empresa tem de ser 300% (trezentos por cento) melhor que um homem para demonstrar que realmente é eficaz.

De que modo três pessoas de áreas tão dispares acabam por enveredar num negócio deste tamanho em Portugal? Quais os elementos de união entre os fundadores?

Embora sejamos de facto de áreas muito diferentes, encontrámo-nos  num MBA em Finanças e Gestão na  AESE. De grosso modo no decorrer do MBA tivemos de fazer uma cadeira, Naves (Novas Aventuras Empresariais) que culminou no desenvolvimento da Inocrowd.

De onde surgiu a ideia geral de atuação da Inocrowd?

A InoCrowd surge da observação da existência de um “gap” entre as Universidades (Mundo Académico) e o Mundo Empresarial e da constatação de que o WEB 2.0 poderia ligar estes dois mundos. Assim criámos uma plataforma Web 2.0 a  www.inocrowd.com de forma a facilitar esta ligação.

Uma das frases marcantes das suas apresentações da Inocrowd foi, a meu ver, “Queremos por Portugal a inovar melhor”. Neste mesmo sentido poderia falar um pouco mais das forças que vos motivaram a avançar com a Inocrowd, num ano em que os efeitos da crise eram bastante difíceis em Portugal.

Exatamente por estarmos em crise é que a criação da InoCrowd fez tanto sentido. A única forma de sairmos da crise é inovarmos e para isso é necessário criarmos um ecossistema e ambiente favorável a isso, aproximando as universidades, onde está grande parte do conhecimento, a empresas.

Inocrowd em 2011 tinha em vista expansão da mesma para o estrangeiro numa ótica de Crowdsourcing (plataforma tecnológica que permite o trabalhador exercer a sua função em qualquer espaço geográfico). Este objetivo verificou-se possível?

De facto era e é, do nosso interesse, projetar a Inocrowd além-fronteiras, como também já tivemos oportunidade de o fazer. Fizemos, por exemplo, uma parceria com o Chile, no entanto, o que a experiência permitiu constatar é que evidentemente a questão de proximidade cultural é fulcral no que toca à implementação do Crowdsourcing.

Neste mesmo sentido, que países lhe parecem mais favoráveis à realização da extensão desta plataforma?

Neste momento estamos à procura de sócios nos PALOP (Países Africanos de Língua Oficial Portuguesa), essencialmente, atendendo que existe uma maior proximidade em termos culturais, sendo também o fator linguístico determinante no sucesso desta relação.

De que modo caracteriza a evolução entre 2011-215 (parceiros; taxa de sucesso; etc.)?

Neste momento temos uma taxa de sucesso de 95% (noventa e cinco por cento), conseguimos arranjar soluções num período entre as quatro e seis semanas. Esta evolução também é acompanhada por um aumento de número de Solvers (pessoas que têm uma solução). Conseguimos alcançar já perto de 350.000.000,00 pessoas em todo o mundo.

Quais as grandes vitórias alcançadas pela Inocrowd no mesmo período?

Sem dúvida que conseguirmos soluções inovadoras, por exemplo, para empresas como a Autoeuropa do Grupo Volkswagen, foi uma das grandes vitórias da InoCrowd. A InoCrowd conseguiu no espaço de seis semanas encontrar uma solução que permite a não destruição de seis carros por ano. Isto vai levar a uma redução de milhares de euros por ano no grupo todo da Volksawagen.

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Para finalizar e seguindo uma linha bastante oposta, resta-me fazer referência à recente data celebrada, o dia da mulher, sendo que se constatou que atualmente existe ainda uma baixíssima representatividade feminina em cargos de decisão/ liderança. Queria questionar-lhe se, na sua vida laboral, já se sentiu prejudicada e/ ou beneficiada por questões de género. Se sim, qual o conselho que dá às mulheres no sentido de como lidar com a situação, numa última questão e mensagem.

Sim, já infelizmente. Vivemos ainda num mundo de homens quando se fala em negócios. Uma mulher à frente duma empresa tem de ser 300% (trezentos por cento) melhor que um homem para demonstrar que realmente é eficaz. Portanto o conselho que dou é trabalhar, trabalhar e trabalhar! Só assim Eles se convencem que o Mundo dos negócios não é só para os homens. Não existe mais nada a fazer e a dizer… Só com trabalho produtivo e eficaz se consegue demonstrar que, nós mulheres, não somos diferentes dos homens, em determinadas coisas até somos melhores.

 

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O projecto Transformers vai-se transformar e deixar que mais jovens se transformem consigo

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O Projecto Transformers está a organizar o evento IGNITE TRANSFORMERS que promete deixar ainda mais colorida a primeira noite da Primavera. Vai se realizar já neste sábado, dia 21 de Março de 2015, entre as 18:30 e 22:00 no Museu da Electricidade, em Belém, e requer presença obrigatória a todos aqueles que querem transformar a sua comunidade.

O projecto nasceu em 2010 por um grupo de amigos que, a partir do break-dance, descobriu que podia integrar jovens em situações desfavorecidas e ajudá-los a encontrar um caminho mais positivo na sua vida. O projecto já conseguiu mobilizar mais de 160 mentores, os chamados transformers, das diversas formas de arte, desportos e demais actividades para orientarem mais de 1600 jovens em bairros sociais, escolas problemáticas, centro de acolhimento e de detenção.

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Esta associação acredita que estes jovens muitas vezes marginalizados não são indiferentes ao que os rodeia e simplesmente ainda não encontraram a sua própria maneira de fazer a diferença. Desta forma são dadas ferramentas para que estes possam intervir na sua comunidade e contribuir eles próprios para os desafios sociais emergentes que assistimos.

No Transformers “o lugar de todos é o lugar de cada um” e por isso cada transformer contribui com aquilo que mais gosta de fazer: teatro, fotografia, pintura, boxe, bateria, surf ou grafitti. Todos os talentos são bem-vindos desde que se faça com paixão e tenha vontade de a contagiar aos jovens.

No evento IGNITE TRANSFORMERS vão estar presentes 16 transformers com o objectivo de partilhar os seus testemunhos e histórias de vida. Espera-se ainda muitas surpresas, onde se incluem espectáculos dinamizados por jovens inseridos nos programas.

Serão também apresentadas as linhas gerais do novo modelo de actuação e o evento servirá ainda de angariação de fundos para financiar a transição do projecto para o novo modelo.

(cada bilhete individual online é 5 euros e no próprio dia é 8 euros)

 

 

 

 

 

 

 

 

https://vimeo.com/34234351

 

 

 

 

 

fotos: DR

Paixão pelos cães move empreendedora

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Raquel Colaço sabe como unir paixão e negócios. A canicultura move o espírito empreendedor desta jovem sintrense. Aos 21 anos, Raquel Colaço apresenta já um palmarés invejável como handler e avança para a prestação de um variado leque de serviços ligados à canicultura.

Numa breve conversa, a Raquel dá-nos a conhecer melhor a sua actividade e projectos futuros.

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Nome:
Raquel Vizela Colaço Dias
Data de nascimento: 02-03-1994
Naturalidade: Sintra
Formação académica: 12ºano Técnica de Produção Agrária / frequenta CET de Trinador na Universidade Lusófona
Melhor classificaçação nacional: Vencedora da maior exposição portuguesa em 2012 e 2015
Melhor classificaçação europeia: 4ºLugar no Grupo do Campeonato do Mundo na Finlândia em 2014
Melhor classificaçação mundial: 4ºlugar num grupo na maior exposição da Austrália em 2013
Viagens realizadas: Austrália, Itália, Holanda, Dinamarca, Eslovénia, Eslováquia, França, Finlândia, Roménia, Aústria, Suécia , Inglaterra , Alemanha , Bélgica, Luxemburgo e Hungria
Website: raquelcolaco.com
 

Com que idade entraste no mundo da canicultura? Tiveste apoio da família?
Lembro-me de ter cães desde de que nasci, mas a primeira vez que entrei num ring de exposição foi aos 7 anos e com um weimaraner. Foi uma experiência completamente diferente e por ser tão nova criou uma ilusão em mim que perdura até aos dias de hoje. Claro que tudo tem por base os meus pais (os meus maiores fãs), os amigos e aqueles que sempre me suportaram e me ajudaram a chegar onde cheguei. Gosto sempre de salientar que sem eles nada teria sido possível.

 O que é ser um handler?
Ser handler, é ser alguém responsável com valores e sensibilidade, que  dedica 100% do seu dia aos cães e aos seus treinos, tendo como objectivo entrar nas competições e saber valorizar o cão em questão. A valorização do  mesmo é feita através de um estalão de raça onde consta como terá de ser em proporções, orelhas, patas, etc… e é feita por um juiz qualificado para esse efeito.

Ser Handler é muito mais do que segurar uma trela em ring e vencerr é sinónimo de um grande trabalho anteriormente realizado.
 
Também és criadora? de que raças?
Sim, sou amadora, crio apenas pelo gosto de melhorar a raça principalmente no seu temperamento que é algo que falha mundialmente na raça em questão o Bracco Italiano .
 
O teu site refere workshops e treinamento. São serviços que prestas?
A minha área é sem duvida a beleza , mas a verdade é que tudo o que envolve cães me cativa. Sempre quis fazer um curso de Comportamento Canino e o ano passado frequentei o CET de Cinotecnia da Lusófona e foi este curso que me despertou mais para o treino de comportamento. Hoje em dia, desenvolvo muitas actividade ligadas aos cães, como os workshop’s, seminários, palestras e os treinos.
 
Consideras-te uma empreendedora na área da canicultura?  Tencionas expandir e profissionalizar a actividade ?
Penso que sim, até pela minha idade e pelo meu estilo de vida e a maneira como a levo. Hoje em dia o espírito empreendedor é fundamental em qualquer actividade muito mais naquelas em que não são exploradas, que é o caso da canicultura. O meu principal objectivo é expandir a minha actividade e torná-la mais profissional. Quero levar o treino a todo o lado  e demonstrar que tudo é possível com a  dose de trabalho correcta.
 
Como se comporta Portugal nesta área e como somos vistos pelos estrangeiros?
Sinceramente estamos muito desamparados nesta área e a comunicação social pouco ou nada divulga, temos grandes feitos a nível internacional, elevamos Portugal ao mais alto nível e poucas, ou quase nenhumas, noticias o mostram.
O povo português tem a fama de ser quente “latino” e como tal somos sempre bem recebidos e os estrangeiros reconhecem o nosso valor.
 
Achas que a mentalidade dos portugueses relativamente aos animais tem evoluído? Notas maior preocupação com o bem-estar e direitos dos animais?
Além de Handler sou treinadora e noto sem dúvida uma maior preocupação no bem-estar dos animais,cada vez mais, os portugueses procuram soluções saudáveis para os seus amigos de 4 patas. Esta é a visão boa,que o cão não é um objecto mas um membro da família.
 
Quais as tuas expectativas para 2015?
2015 já começou da melhor maneira com inúmeras propostas e com a vitória na maior exposição portuguesa. Vou dar vida ao meu projecto sobre “help dogs” ainda um segredo a desvendar mas que irá trazer muita felicidade a muitas pessoas.
Em suma, penso que 2015 será um ano de esperança e muito trabalho na área que mais amo, a canicultura.
 RC 4
 
fotos: DR