UP Awards- agora já pode votar no empreendedorismo

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Pela primeira vez os prémios UP vão estar nas suas mãos, ou melhor, no seu voto. A votação para escolher os empreendedores está agora aberta ao público.

Conhece algum projecto que gera valor? E pessoas que se destacam pela rede de contactos, o conhecido “networking”? Então esta pode ser a oportunidade de os premiar, começando por nomeá-los para os prémios UP, organizados pela Portugal Startups.

Os UP Awards são uma iniciativa do PortugalStartups.com que pretende celebrar o sucesso e reforçar a visibilidade do empreendedorismo nacional envolvendo o país de Norte a Sul e funcionando como elemento agregador de todas as entidades em Portugal in comunicado de imprensa

A fase de nomeações começou no início do mês e terminou no dia 27. No dia 5 de outubro serão anunciadas as shortlists e aberta a votação para os vencedores em dez áreas distintas, entre as quais estão categorias como a “Incubadora do ano”, “Acelerador do ano”, “Startup B2C do Ano”, “Startup B2B do Ano”, “Fundador do Ano”, “Universidade Mais Empreendedora” e “Jornalista de Startups do Ano”.

O concurso trata-se de uma iniciativa da Portugal Startups, numa parceria com a Câmara Municipal de Lisboa, a SAGE e a Microsoft, e pretende reconhecer aquilo que de melhor é feito no universo do empreendedorismo em Portugal, destacando não só organizações, mas também pessoas de relevância neste domínio.

Após a selecção dos nomeados feita pelo público, vão ser anunciados os finalistas (dia 5 de outubro) que estarão sujeitos a votação até dia 26 de Outubro. No dia seguinte a fecharem as votações serão anunciados os finalistas das diversas categorias. Os vencedores apenas serão divulgados um mês mais tarde, numa gala comemorativa destes prémios.

Fonte: Portugal Startups
Foto: DR

Um português entre os 100 mais influentes da tecnologia financeira mundial

Feedzai_Sebastiao_FEU2014_stage[1]É português, chama-se Nuno Sebastião e é CEO da Feedzai. Mas a estes dados pessoais e profissionais, acrescenta-se agora o facto de estar entre os 100 líderes mais influentes do mundo em tecnologia financeira. A nomeação foi feita pela Hot Topics, plataforma online de partilha de histórias do mundo tecnológico .

O português figura ao lado de nomes de importantes empreendedores de empresas como a Apple, Mastercard ou Microsoft. No processo de selecção, segundo revela o comunicado da empresa, estiveram presentes três critérios fundamentais: lançaram uma start-up ou negócio inovadores que abriram um precedente para a restante indústria,utilizam a tecnologia em benefício do sistema financeiro e são uma força motriz na sua evolução.

Fundada há quatro anos em Coimbra, a startup Feedzai liderada por Nuno, desenvolve processos que articulam inteligência artificial e machine learning no processo de análise de dados. No fundo, a empresa pretende desenvolver padrões de comportamento do consumidor nas compras que realizam, procurando assim minimizar os riscos, tanto online como offline.

Portugal foi apenas o ponto de partida para a empresa, que em pouco tempo se expandiu para os Estados Unidos, onde conta com uma vasta carteira de clientes, entre os quais a Vodafone, a Deloitte e a Ericsson.

Fontes: Feedzai e Dinheiro Vivo
Foto: finovate

 

Chic by Choice de olhos postos no futuro

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Filipa Neto e Lara Vidreiro, fundadoras do projecto, conseguiram, no espaço de um ano, grandes feitos, entre eles a conquista da liderança do mercado europeu. Hoje, além de terem no seu portefólio a compra de uma empresa alemã e dos activos de uma outra inglesa, têm 15 países para os quais enviam os seus vestidos de luxo.

A Excelência Portugal esteve à conversa com Filipa Neto, co-fundadora do projecto, do qual se sente muito orgulhosa, e com razão, as conquistas já são muitas. A empreendedora orgulha-se sobretudo de “num espaço tão curto de tempo [terem] validado todos os pontos do negócio com que [se] tinham comprometido com os investidores” e de ter “uma equipa fantástica, em que de facto [conseguem] estabelecer objectivos e executá-los”.

Filipa conta-nos os esforços que a empresa tem feito, “a Chic by Choice fez um grande trabalho no primeiro ano, ao nível de ir captar o mercado de aluguer e de convencer as pessoas a deixarem de comprar para irem alugar, ou a usarem em vez de fornecedor a que estavam habituadas a usar para alugar e passarem a transferir esses alugueres para a Chic by Choice. E acho que aí conseguimos fazer um bom trabalho pela questão da marca, do serviço, do próprio produto que temos online”.

O objectivo da Chic by Choice está distribuido em dois pontos-chave. Por um lado, quer resolver todos os problemas de excesso de inventário dos retalhistas, ou seja, pretende ser a solução dos retalhistas quando estes se deparam na situação de não conseguirem escoar o excesso de inventário. Filipa espera que “não fiquem com as mãos na cabeça, quando pensarem, «tenho 20 por cento de excesso de inventário, como é que eu me vou livrar dele?»”. A ideia é, portanto, oferecer “uma boa solução que lhes dê muito maior retorno do que alternativas que eles têm hoje, que é venderem as peças com descontos muito pesados”. Por outro lado, a Chic by Choice almeja oferecer uma boa experiência ao utilizador, diz esperar que “os clientes tenham gosto pela experiência e o acesso a estes artigos fantásticos, mas não tenham necessidade de os ter no armário”, anuncia Filipa.

É nesta mudança de paradigma, a aquisição vs experiência, que assenta toda a sharing economy e na qual a Chic by Choice participa e acredita. Neto resume as suas ambições para o futuro da empresa em 2025: “por um lado, espero termos revolucionado toda a dimensão dos retalhistas, e por outro lado, espero que os clientes se entusiasmem cada vez com a posse dos itens, e mais com a experiência de os ter um bocadinho seus, e depois ter uma coisa nova no dia a seguir. Acho que também é um estilo de vida muito interessante.”

Foto: DR

 

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Brandit à conquista dos EUA

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Fundada em 2007, a Brandit trabalha com marcas como a Sony, a Apple, a Unicef, a Nike e o Real Madrid, desenvolveu a aplicação de treino de José Mourinho e criou o site de Cristiano Ronaldo. Em Portugal já trabalhou com as 500 maiores empresas. Com escritórios em Barcelos e em Lisboa, a Brandit, empresa de digital e social media, acaba de abrir escritório nos EUA, mais concretamente em Park Avenue, na cidade de Nova Iorque.

O CEO da empresa, Pedro Araújo, explica que se trata “de um passo natural da estratégia de internacionalização do negócio” e “uma forma de assegurar uma presença ainda mais ativa junto dos clientes”. A trabalhar com o mercado americano desde 2011, altura em que a Brandit teve como primeiro cliente a National Soccer Coaches Association of America Home, a empresa portuguesa prepara-se para lançar, em parceria com a National Federation of State High School Associations (NFHS), o Tactical Boards Soccer.

“Trata-se de um produto especialmente desenvolvido para este mercado e que é destinado a professores, treinadores, pais e atletas” e que conta com o apoio da NFHS, aquela que é “a mais importante associação nacional de desporto escolar dos EUA, presente em todos os 50 estados, em mais de 19000 escolas e conta com 11 milhões de participantes nos seus programas anuais”, refere o mesmo responsável.

 

Foto: Pedro Araújo e António Martins, fundadores da Brandit

Instituto Politécnico de Coimbra volta a vencer Poliempreende

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O Politécnico de Coimbra (IPC) venceu, uma vez mais, o concurso nacional Poliempreende. Esta foi a 12.ª edição do concurso e colocou novamente em competição os melhores projectos de empreendedorismo de vinte e uma instituições de ensino superior politécnico, sendo de registar que desde a 5.ª edição do Poliempreende, data de início da participação do IPC neste concurso, este instituto já somou cinco vitórias a nível nacional e conquistou um segundo e um terceiro prémios.

Constituída pela docente do Instituto Superior de Engenharia de Coimbra (ISEC) Cristina Agreira, pelos alunos Rafael Mendes, Mickael Graça e Diogo Esteves, finalistas da licenciatura em Engenharia Eletromecânica do mesmo estabelecimento de ensino, e ainda por Ana Sançana, diplomada pela Escola Superior Agrária de Coimbra (ESAC) em Engenharia Agropecuária e colaboradora na Cooperativa Lousamel, que se constituiu como entidade parceira, a equipa apresentou a concurso o projeto “BeeAway”, o qual consiste em proteger as abelhas da sua morte e evitar possíveis picadas ao apicultor aquando da extração do mel, através do desenvolvimento de um dispositivo inovador no mundo da apicultura. Tendo como foco principal clientes do setor da apicultura e sendo de extrema importância para este sector o crescente de extração do mel e a vida saudável dos enxames, a mais-valia do BeeAway relativamente à concorrência passa por oferecer aos apicultores uma segurança e uma garantia de proteção contínua, sem recorrer a qualquer fonte de ignição de fumo. Outro dos objetivos do BeeAway é ser comercializado não só a nível nacional, mas também internacional, tendo como mercados externos prioritários Espanha e França e, numa fase mais avançada, o resto da Europa e o resto do mundo.

Ao nível regional, o Poliempreende contou com a coordenação de Sara Proença, docente da ESAC, e, como responsável no ISEC, com a colaboração de Cândida Malça, docente desta unidade de ensino.
Além do IPC, no 12.º Poliempreende foram premiados o Instituto Politécnico de Santarém, que conquistou o 2.º prémio com o projeto “Individual Training”, o Instituto Politécnico de Setúbal, que arrecadou o 3.º prémio para o seu projeto intitulado “Play4Edu” e o Instituto Politécnico de Leiria, que foi distinguido com o prémio Inovação pelo seu projeto “Movel2”.

Foram atribuídas igualmente na presente edição duas menções honrosas aos projetos “A Brincar e a Rir o Bullying vamos prevenir” e “Free O”, desenvolvidos por equipas do Instituto Politécnico de Bragança e do Instituto Politécnico do Cávado e Ave, respetivamente.

Fonte: IPC
Foto: DR

Portugal continua a colher milhões para a Investigação nos Projectos Europeus

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No passado dia 17 de Setembro, o Ministério da Educação e Ciência noticiou os resultados alcançados, até essa data, no programa de financiamento europeu Horizonte 2020.   Este programa dedicado à investigação e desenvolvimento regista já um total de cerca de 4000 projectos aprovados. Pode ler-se no site do Ministério que “com cerca de um terço dos concursos apurados, o primeiro balanço dá conta de uma captação na ordem dos 59 milhões de euros para entidades portuguesas, relativos a 107 contratos, 27 coordenações e 157 participantes.

O sistema científico alcança assim, pelo segundo ano consecutivo, resultados inéditos em termos de captação de fundos em concursos europeus competitivos.”. De facto, no ano passado Portugal captou cerca de 146 milhões de euros, tendo conseguido, pela primeira vez, captar mais financiamento do que aquele que investiu para o mesmo programa.

Se considerarmos a mesma taxa de sucesso nos restantes dois terços dos projectos que ainda estão por avaliar, Portugal pode assim conseguir captar um total de 180 milhões neste ano, aumentando assim em cerca de 20% relativamente ao ano passado. Como se pode comprovar pelo documento fornecido pelo Ministério: A taxa de sucesso em 2014 das candidaturas de projectos portugueses foi de 113,95% (306 aprovados num total de 2194 candidaturas), ligeiramente superior à média europeia de 13,78%. Este ano, a taxa situa-se nos 8,84% (107 aprovados de 1211 candidaturas) novamente ligeiramente superior à média europeia de 8,67%. No entanto, de relembrar que apenas um terço dos projectos foi avaliado até agora.

Das candidaturas efectuadas, o Ensino Superior e os Centros de Investigação foram os que mais candidaturas apresentaram 57 num total de 157 (36%) seguidos das Pequenas e Médias Empresas (18%) e das Grandes Empresas (15%), mantendo-se aproximadamente as mesmas percentagens apresentadas no ano passado.

Das 27 coordenações de projectos, 11 provêm do sub-programa “Twinning”, que tal como se pode ler no site da comissão europeia é um instrumento da para cooperação institucional entre estados-membros da União Europeia e o que chama de países-beneficiários – que não precisam de pertencer à União Europeia e onde é dada preferência aos países vizinhos da União como: Argélia, Egipto, Israel, Jordânia, Líbano, Marrocos e Tunísia.

 

Fonte: Ministério da Educação e Ciência

Olga Studios – Ambição e risco de três jovens que dominam a área da projecção de vídeo

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A Olga Studios nasceu da vontade de Rui Cardoso, Filipa Falcão e Ivo Peralta criarem uma empresa na área dos vídeos digitais, como são os vídeos a três dimensões e o vídeo mapping. Os três trabalharam juntos na mesma empresa durante quatro anos, mas as circunstâncias da vida originaram uma nova oportunidade em termos profissionais.

Há um ano foram contactados para fazer um trabalho para a Central de Cervejas e os resultados positivos valeram a criação da companhia localizada na baixa lisboeta. Rui Cardoso afirma que “não houve reuniões para montar o negócio”. A partir desse momento foi feito algum investimento que se tem mantido devido aos trabalhos que foram surgindo.

No início tiveram algum receio de apostar no projecto por causa da conjuntura no país. Filipa Falcão explicou que “sentimos menos disponibilidade das pessoas para gastar dinheiro no nosso tipo de trabalho”. No entanto, acreditam que as empresas irão investir em imagem e realizar mais eventos.

A ambição é a marca dos três jovens que pretendem crescer sustentadamente através da apresentação de vídeos em eventos corporate, mas também naqueles que são abertos ao público. A principal característica da Olga Studios é o seu site, bem como a qualidade que gera confiança no trabalho desenvolvido.

Os jovens consideram que o empreendedorismo jovem beneficia a economia do país. Ivo Peralta considera que “arriscar é positivo”. Por seu lado, Rui Cardoso tem a noção que a qualidade necessita de estar presente nas empresas que nascem em Portugal.

Fotos: DR

 

 

 

Chic by Choice: a estrada para o sucesso

3Filipa Neto, co-fundadora da empresa Chic by Choice admite que o caminho nem sempre foi fácil. A jovem empreendedora portuguesa fala sobre a recém-chegada a Londres, os desafios de ser uma mulher no mundo da tecnologia e os conselhos que deixaria a si mesma com 21 anos.

Escolhe trabalhar com os melhores, sempre. Não tentes escolher pessoas tão boas como tu, tenta captar pessoas melhores do que tu.

Ser CEO não é fácil. Filipa Neto concordará: quando se está a começar algo, sendo uma jovem inexperiente, o atrito inicial poderá ser maior do que para um homem na mesma condição. Contudo, a empreendedora revela-se optimista e deixa alguns conselhos para quem queira aventurar-se no seu próprio negócio.

“Não tenhas medo” começa Filipa, listando os conselhos que daria a si mesma com 21 anos, “eu acho que foi sempre o truque disto tudo”, continua. No inicio há sempre inquietude e receio que advém da necessidade de ter de se provar ao mundo, é normal para quem está em inicio de carreira. Porém, esta necessidade parece que é maior quando se é mulher, “no inicio temos de provar e temos de estar disponíveis, talvez até mais [que os homens]”, admite Filipa.

Ainda assim, as características femininas são pontos fortes insubstituíveis, “temos uma sensibilidade fantástica e uma boa forma de comunicar, tanto boas como más noticias, conseguimos gerir empatias”, defende Filipa, “o que é um factor muito importante em termos de negócio. No final do dia, é tudo uma questão de [saber lidar com] pessoas” conclui.

“Escolhe as pessoas certas. Acho que é o maior conselho.” prossegue, “Tanto a nível de equipa, porque não é possível montares um negócio com uma ambição tão grande, vais ter dias bons e vais ter dias maus, não é possível ter sempre dias bons, e por isso é importante encontrares um parceiro ou um fundador que seja completamente complementar. E não se trata de encontrar pessoas iguais a ti, mas sim pessoas que te complementem.”

Filipa considera que a escolha da sua co-fundadora foi acertada, e vê em Lara Vidreiro o equilíbrio complementar à sua personalidade, que acabou por ser determinante para o sucesso da sua empresa, “acho que foi isso que eu e a Lara conseguimos fazer muito bem. Conhecemo-nos há muitos anos, somos completamente diferentes em termos de personalidade, os defeitos de uma são as qualidades de outra, e isso acaba por resultar bem”.

Há que ter em conta que a escolha minuciosa das pessoas com quem se trabalha não é só a nível de co-fundador, mas também de investidores. “Escolhe bem com quem vais querer discutir os resultados da tua empresa, com quem quem vais querer debater a visão da tua empresa. Escolhe trabalhar com os melhores, sempre. Não tentes escolher pessoas tão boas como tu, tenta captar pessoas melhores do que tu.”.

Foto: DR

 

 

“Um Gumelo se faz favor”

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Se lhe dissessem que pode cultivar cogumelos frescos a partir de borras de café, se calhar não acreditaria… Mas a Gumelo -­ uma startup portuguesa que teve início em 2009 e que juntou três amigos de infância – iria provar-­‐lhe o contrário.

O conceito é criativo e surgiu quando o fundador, João Cavaleiro biólogo de formação teve acesso a um estudo produzido no México que despertou nele a curiosidade e a vontade de produzir cogumelos sustentáveis. Chamou dois dos seus amigos de infância, Tiago Marques designer e responsável pelo branding e comunicação da Gumelo e Rui Apolinário farmacêutico que colocou a visão empresarial no projecto.

Mas então o que é a Gumelo? A Gumelo é um projecto que permite criar cogumelos a partir de borras de café e que pode cultivar em casa através de um processo simples que permite o acompanhamento do microrganismo até estar pronto a ser colhido. A startup conta com cinco produtos diferentes, três cogumelos gourmet, um Pre Gumelo e ainda “O Meu Primeiro Gumelo” direccionado para os mais novos onde para além de semearem os cogumelos e acompanharem o seu crescimento, tem a oferta de lápis de cor e podem colorir o seu “vaso Gumelo”. Se comprar as caixas do “Meu Primeiro Gumelo” está a contribuir com 1€ para a Fundação do Gil.

Este projecto ecológico permite transformar do que era desperdício um alimento com alto valor nutritivo, saudáveis , ricos em proteínas, com vários benefícios para a saúde e acima de tudo saborosos sem recurso a aditivos ou conservantes.

A empresa já exporta para o Reino Unido, Suécia e continua a procurar mais mercados internacionais, sendo que Brasil, Espanha e países do Norte da Europa são apostas. Já acumulou vários prémios dois deles portugueses em 2014 “Produto do ano 2014” e “Food & Nutrition Awards 2014” em produto inovação e um internacional o terceiro lugar no “SIAL Innovation 2014 Grand Prix”. A compra dos Gumelos pode ser feita no site, em concepts stores e em lojas gourmet e no site também são disponibilizadas várias receitas, para cozinhar os seus cogumelos acabados de colher.

Pode saber mais aqui e começar a cultivar.

Fotos: DR

Xperimental Shoes à conquista dos EUA

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A marca portuguesa de sapatos para mulher, Xperimental Shoes, está presente na Capsule – New York Women’s Show. Esta presença logo após a deslocação a Milão tem como objectivo alargar a presença da marca nos EUA e outros mercados.

A Xperimental Shoes foi criada em 2012 e entrou no mercado com a colecção de Outono/Inverno 2013. Toda a produção é feita em São João da Madeira e desenhada pelas irmãs gémeas Ana e Célia Silva. Com 28 anos, as duas irmãs possuem respectivamente formação em design de produto e design de moda.

A Excelência Portugal falou com Célia Silva, antes de abertura da feira e que nos transmitiu que estiveram presentes pela primeira vez na Micam (Milão-Itália), tendo viajado com expectativas contidas. No entanto o resultado foi positivo, fidelizaram clientes antigos e exploraram novos mercados.

O mercado é muito diferente. É um mercado no qual nos sentimos confortáveis. É mais ou menos a nossa praia. – Célia Silva a propósito dos EUA

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Em relação aos EUA, onde estão presentes com a ANJE – Associação Nacional de Jovens Empresários através do projecto “Next Step”, Célia Silva considera que “O mercado é muito diferente. É um mercado no qual nos sentimos confortáveis. É mais ou menos a nossa praia.”.

Sendo a primeira presença, a marca veio expor e traz novas opções para aperfeiçoar pequenos erros e melhorar nas próximas etapas.

Para a co-fundadora da empresa, o cliente tipo da marca é a mulher de um target médio, de um perfil urbano, descontraída e confiante. As principais premissas da marca são a qualidade, conforto e o bom serviço prestado.  Estas premissas estão obviamente ligadas ao conceito e ao design que diferencia a marca.

Em jeito de balanço destas duas feiras, Célia Silva acrescente que “Os novos clientes estão entusiasmados, curiosos e confiantes. E os potenciais futuros clientes estão atentos.”.

Fotos: DR