Entrevista – Patrícia Augusta apresentou a sua primeira colecção no Portugal Fashion

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A jovem arouquense Patrícia Augusta apresentou a sua primeira colecção na 37ª edição do Portugal Fashion, evento nacional de moda que teve lugar no Porto, no final do mês de outubro.

O Portugal Fashion inclui, desde 2010, o espaço Bloom – Jovens Criadores, com o propósito de dar palco às criações de jovens promessas do mundo da moda. Foi neste espaço que a jovem criadora deu a conhecer o seu trabalho.

A Excelência Portugal esteve à conversa com esta promissora designer que nos deu a conhecer a sua colecção, as suas fontes de inspiração e os seus projectos futuros.

Trend me too | Patricia Augusta | Portugal Fashion Bloom - Celebration SS16

- A tua primeira colecção foi apresentada no Portugal Fashion. Que importância teve esta estreia num certame de tão grande relevo?

Foi importante para mim porque foi a primeira oportunidade que tive para mostrar algo que produzi, para um público com uma dimensão maior. Foram muitas horas de trabalho ao longo do processo e no fim, acabou por ser recompensado todo o esforço e todo o trabalho. Isto é muito reconfortante depois de tanta entrega e dedicação. Quando falo em esforço refiro-me não ao sentido negativo da palavra. Nesta área é preciso seguirmos um fio condutor e temos sempre que nos tentar equilibrar, para que tudo faça sentido e no fim funcione tudo de maneira harmoniosa. Por isso é importante para nós fazermos esse esforço que nos mantém focados e a aprendermos constantemente, a ficarmos mais metódicos e práticos. É uma pressão positiva.

- Que feedback recolheste da apresentação?

No geral correu tudo como o planeado, ou seja, bem. Para mim é muito importante saber o que as pessoas pensam do meu trabalho. É uma aprendizagem e tento sempre evoluir com as minhas escolhas sendo elas incorretas ou corretas. Porque acho que temos sempre como evoluir e temos que nos esforçar para o fazer. Em suma, penso que as pessoas gostaram, mas mesmo assim e fazendo autocrítica ao meu trabalho, acho que podia ter ido mais longe.

- Esta colecção representa o teu trabalho final do curso de Design de Moda do Modatex Porto. O que te inspirou na concepção da mesma?

Abandonei, não na totalidade, as referências que fui formando ao longo do curso e foquei-me mais naquilo que eu quero fazer como designer. Foi um trabalho totalmente livre. Eu gosto de trabalhar com volumes e dar-lhes uma nova reinterpretação. Mesmo que use o mesmo molde, posso fazer o impossível com ele. Eu quero testar os meus limites e penso que chegou a altura de o fazer. Nesta coleção como queria explorar mais os volumes, as trilobites começaram por ser a minha inspiração central, sendo que depois no processo natural de pesquisa cheguei ao livro de ilustrações Kunstformen der natur, do biólogo alemão Ernst Haeckel, que acabou por dar o nome à coleção. Fazia todo o sentido que fosse assim. Fui fazendo a seleção das ilustrações que mais me identifiquei e a partir daí desenvolvi silhuetas e trabalhei sobre elas. Acabei também por trabalhar muito em busto, sendo que a coleção acabou por se desenvolver mais na vertente da experimentação. Claro que o livro de ilustrações é muito mais que as ilustrações, é tudo o que o envolve, os sentimentos que me transmite, aquilo que eu retiro dele, principalmente a ligação ao mar e às formas marinhas.

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- Que materiais escolheste para a confecção?

Os materiais assim como as cores remetem para o fundo do mar e tudo o que lá podemos encontrar. Acabei por contrabalançar entre os materiais mais rígidos, como a tela, um tule estruturado e uma organza changeant semitransparente, com plissado cristal. As cores andam entre o preto, branco com apontamentos de bordeaux e cinza.

- Depois do Portugal Fashion, onde vai ser agora apresentada a colecção?

Depois de esta ter sido apresentada no Portugal Fashion e na exposição Class of’15, nas Galerias Península, no Porto, vou apresentar a minha coleção numa exposição em Arouca. Trata-se da localidade de onde sou natural, fato que muito me orgulha pois vou ter a oportunidade de apresentar a minha coleção a todos os meus amigos, à minha família e a toda a gente do local onde passei grande parte da minha vida. Foi uma oportunidade que a Câmara Municipal me deu e que aproveito uma vez mais para agradecer. Vai ser inaugurada em dezembro e vai durar cerca de um mês. Convido todos a visitarem-na.

- Além da moda, tens outras fortes apetências pela arte. Queres revelar um pouco?

O meu curso é muito completo e dá-nos a oportunidade de explorarmos áreas ligadas a este mundo e que servem para sermos mais versáteis no mercado de trabalho. Foi no curso que comecei a gostar de explorar a vertente mais artística da fotografia, que é mais uma das áreas onde quase não há limites e que gostaria de explorar cada vez mais. Eu realmente acredito que não há limites neste mundo e quero, não provar, mas contribuir para a moda de alguma forma. Neste momento estou a estagiar na Azta Group, uma empresa de desenvolvimento de produto. Trata-se de uma realidade diferente, mas onde também posso e quero evoluir muito. Noutra vertente, quem sabe não posso utilizar a moda também para ajudar os outros, até porque o voluntariado é uma ideia que tenho sempre presente. Aliás nesse ponto acho fundamental para a nossa evolução, vermos uma realidade diferente e usarmos os nossos recursos para fazermos alguém feliz ou contribuir para a evolução da mesma. Porque o voluntariado é uma troca de experiências fantástica. Tenho neste momento um primo a fazer voluntariado e ele parece-me espontaneamente feliz, para mim é também motivo de orgulho e claro, também uma inspiração.

Por fim, claro que como consumidora de arte, sou muito sensível à literatura, em especial à poesia, à música e ao cinema

- Que outros projectos tens em curso? Já estás a trabalhar na próxima colecção?

Tenho em curso a execução de uma nova colecção, tenho pensado muito nela, mas ainda não tenho nada concreto. Sobre esse ponto não quero neste momento adiantar muito, apenas posso dizer que será uma surpresa, como sempre.

Fotos: 
Backstage: Trend Me Too
Desfile: Portugal Fashion

 

Forte de Nossa Senhora da Graça, em Elvas, abre ao público após obras de requalificação

Fotografia0141O Forte de Nossa Senhora da Graça, em Elvas, abre as suas portas ao público na próxima sexta-feira, a partir das 14.00 horas, após a inauguração das obras de requalificação deste monumento nacional. 

O presidente da Câmara de Elvas garante que o forte é “o maior perímetro fortificado do mundo” e que as autoridades quiseram “preservar a memória” nesta remodelação. O forte passa a ter várias funcionalidades além de captar turistas portugueses e espanhóis. O edil garantiu que a estrutura vai permitir a realização de “casamentos na capela, encontros de empresas, workshops, exposições, além de também estar pensado para acolher serviços educativos”.

O monumento foi reabilitado para ser considerado um dos espaços mais emblemáticos, apesar da vasta oferta que a cidade pode oferecer aos turistas em termos culturais.

A tecnologia também vai ajudar aqueles que não podem visitar algumas partes do monumento através de uma aplicação móvel. As estimativas apontam para 100 mil visitas durante 365 dias.

A reabilitação do monumento surge numa altura em que a cidade de Elvas integra o projecto Euro-cidades com a vizinha Badajoz para construir uma rede cultural cujo objectivo passa por agarrar os turistas durante vários dias na região. O responsável pelo município explica que “queremos ser um destino e não um local de visita temporário”.

A obra foi possível no âmbito do protocolo de transferência assinado entre a Autarquia e o Governo, em 2014, de cerca de 30 prédios militares, localizados em Elvas, do Estado para o município, sendo o Forte da Graça o mais emblemático.

A intervenção, orçada em cerca de 6,1 milhões de euros, vai ter uma segunda fase que se traduz na adaptação do mesmo para actividades culturais, que será também, alvo de candidatura a fundos comunitários.

Foto: DR

Nota Histórico-Artistica (in http://www.patrimoniocultural.pt/)

O Forte da Graça foi mandado construir por D. José I, no monte onde se encontrava a antiga capela de Nossa Senhora da Graça. O monte da Graça é um dos pontos mais altos da região, constituindo portanto um local de grande importância estratégica. Durante o cerco de Elvas (1658-1659), no contexto da Guerra da Restauração, o exército espanhol tomou o local e nele instalou uma posição de artilharia, a partir da qual atacou severamente a cidade. A situação repetiu-se em 1762, durante a Guerra dos Sete Anos (1756-1763), quando Elvas foi novamente sitiada. Finalmente, e logo em 1763, D. José I determinou a construção de uma fortaleza que permitisse completar o circuito defensivo da cidade. Do seu planeamento foi encarregado o Marechal Wilhelm von Schaumburg-Lippe, mais conhecido como Conde de Lippe, que viera de Inglaterra no ano anterior, para dirigir a defesa do reino.

    A ermida de Santa Maria da Graça foi destruída, tendo a imagem da Virgem que guardava transitado para a capela do forte, donde veio a desaparecer mais tarde com as invasões francesas. A obra foi muito exigente para a região, tendo nela trabalhado 3 a 4 mil homens, entre 1763 e 1792. O forte ficou de imediato conhecido como Forte de Lippe, e mais tarde, em 1777, por ordem de D. Maria I, por Forte de Nossa Senhora da Graça. A edificação resistiu ao ataque das tropas espanholas durante a Guerra das Laranjas (1801), e ao bombardeamento infligido pelas tropas francesas do general Soult, no contexto da Guerra Peninsular (1811).

      O forte é uma obra-prima da arquitectura militar europeia do século XVIII, tanto pela originalidade das soluções aí apresentadas, como pela sua monumentalidade. É constituído por três linhas de defesa. A obra mais exterior consta de um caminho coberto, defendido por canhoeiras, um hornaveque(do alemão hornwerk), composto por dois meios-baluartes ligados por uma cortina, e por um fosso seco, com 10 metros de largo. Segue-se uma estrutura quadrangular com 150 m de lado, com quatro baluartes nos vértices. Os panos de muralha, ou cortinas, são cobertos por revelins e rasgados pela porta principal, denominada Porta do Dragão, a Sul, e por “portas posteriores” ou poternas, protegidas por canhoeiras. Entre as cortinas e o segundo fosso desenvolvem-se inúmeras dependências, incluindo casernas e outras edificações. O reduto propriamente dito é uma torre de planta octogonal, com pisos abobadados, constando de capela no piso térreo e Casa do Governador nos pisos nobres. Por baixo da capela existe uma notável cisterna. O reduto é defendido por três ordens de baterias em casamatas, com canhoneiras. SML

      Nota: A Excelência Portugal efectuou visita ao Forte da Graça a convite da Câmara Municipal de Elvas

      Seringa a laser: Startup da Universidade de Coimbra lança primeiro produto

      2fe421bc-3780-43c8-964e-39cb85f2274c[1]No próximo sábado, dia 28 de novembro, a LaserLeap, uma das mais recentes Startups da Universidade de Coimbra (UC), vai lançar no mercado o seu primeiro produto. A cerimónia tem lugar na Quinta das Lágrimas, pelas 18h30m.

      Fundada por um grupo de investigadores da Faculdade de Ciências e Tecnologia da Universidade de Coimbra (FCTUC), a LaserLeap Technologies é uma Startup de base tecnológica incubada no Instituto Pedro Nunes (IPN), centrada no desenvolvimento de uma tecnologia, já patenteada, de administração transdérmica e de dispositivos médicos.

      A solução LaserLeap (seringa a laser) que agora vai ser lançada no mercado permite a administração rápida e eficaz de fármacos através da pele sem utilização de seringas tradicionais.

      Trata-se de uma tecnologia de baixo custo que «assegura a entrega eficiente de cosméticos e medicamentos através da pele, sem dor e sem irritação. Baseia-se na geração de ultrassons de alta frequência, utilizando um laser portátil e um pequeno dispositivo que converte eficientemente os pulsos de luz em ondas de pressão», explica Gonçalo Sá, um dos responsáveis da Startup.

      Fonte: UC
      Foto: DR

      Portuguesa recebe €1,5M para estudar fundamentos de um novo paradigma de sistemas de redes

      Alexandra-Silva-01[1]Alexandra Martins da Silva, investigadora do Instituto de Engenharia de Sistemas e Computadores, Tecnologia e Ciência (INESC TEC) e professora associada na University College London, recebeu um financiamento de €1,5M do Conselho Europeu de Investigação para programar sistemas de redes complexos, uma área de estudo ligada à engenharia de software.

      O trabalho que Alexandra Silva vai desenvolver nos próximos cinco anos tem como objetivo projetar novas ideias provenientes de programação, lógica e verificação para a programação de redes. A bolsa do European Research Council (ERC) providencia os meios para formar um grupo de investigação composto por dois investigadores pós-doutorados e dois doutorandos.

      “O mundo está cada vez mais conectado e com redes mais complexas, pelo que aquilo que pretendemos fazer no longo prazo é facilitar as tarefas diárias das pessoas e oferecer garantias de confiabilidade dos sistemas usados”, explica a investigadora do Laboratório de Software Confiável (HASLab), o centro de I&D do INESC TEC com sede na Universidade do Minho.

      A Engenharia de Software é uma área da computação que lida com tecnologias e práticas que envolvem linguagem de programação, bancos de dados, bibliotecas, ferramentas, plataformas, padrões, processos e questões relacionadas com a qualidade de software.

      Do ponto de vista científico, esta área engloba o uso de modelos precisos e abstratos. Alexandra Silva dedica-se ao estudo de modelos abstratos, mais precisamente na área dos métodos formais que tem como objetivo especificar, desenvolver e verificar sistemas software e hardwares confiáveis.

      Todos os anos o Conselho Europeu de Investigação financia projetos de investigação que considere de excelência em qualquer disciplina científica, que tenha como objetivo alargar os conhecimentos científicos e tecnológicos, desde que os projetos venham a ser desenvolvidos numa instituição sediada na Europa, sejam inovadores e de vanguarda nas áreas científica e tecnológica e que apresentem excelência científica.

      Alexandra Silva vai desenvolver o seu projeto na University College London.

      Já em 2013, a investigadora do INESC TEC tinha sido a primeira mulher a vencer o Prémio Científico IBM com o trabalho “Coálgebra de Kleene”, onde generalizava, numa extensão nunca anteriormente pensada, um dos maiores resultados das Ciências da Computação – o teorema de Kleene. Com este trabalho, Alexandra Silva criou linguagens de especificação rigorosas para descrever/prescrever e verificar o comportamento de vários modelos de computação.

      Alexandra Silva, de 31 anos, licenciou-se em 2006 em Matemática e Ciências da Computação na Universidade do Minho e doutorou-se com distinção “cum laude” – atribuída apenas em 5% dos casos – na Universidade de Nijmegen, Holanda. Atualmente Alexandra é investigadora do INESC TEC e professora associada na University College London.

      Fonte: INESC TEC
      Foto: DR

      HeartGenetics selecionada como uma das dez melhores “startups” na Cimeira Mundial de Saúde

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      A empresa HeartGenetics, instalada no parque tecnológico Biocant, em Cantanhede, foi selecionada como uma das dez melhores “startups” na Cimeira Mundial de Saúde, que decorreu em Berlim.

      O consórcio português Centro Hospitalar e Universitário de Coimbra (CHUC) e Universidade de Coimbra emitiu um comunicado a informar que a empresa HeartGenetics, sediada em Cantanhede, distrito de Coimbra, foi selecionada como “uma das dez melhores ‘startups'”, entre cerca de 70 concorrentes de 17 países diferentes, na Cimeira Mundial de Saúde, decorreu em Outubro em Berlim.

      A HeartGenetics “desenvolve dispositivos médicos para diagnóstico in vitro focados na área da genética cardiovascular“, informou o consórcio, que agora integra a Aliança M8 – o G8 da Saúde. A empresa portuguesa recorre a testes genéticos associados a ferramentas computacionais, permitindo uma adequação “precisa da terapêutica ao perfil genético de cada indivíduo, com a elaboração automática de relatórios detalhados“. Os produtos desenvolvidos por esta “startup”, resultado de uma ligação entre genética e informática, estão “100% testados e certificados” e “têm capacidade de produzir grandes economias de escala, permitindo obter significativas reduções de custos para diferentes parceiros e em diferentes faixas do mercado“.

      Segundo o consórcio, o trabalho desenvolvido pela HeartGenetics permite “acelerar o investimento numa medicina personalizada e de precisão“, ao mesmo tempo que reduz “o valor do número de mortes devido a doenças cardiovasculares“. Na nota de imprensa também é referido que os “testes genéticos são acessíveis, precisos e permitem suportar de forma efetiva o diagnóstico médico“. A “startup” desenvolveu um “teste genético para a determinação do risco de desenvolvimento precoce de hipertensão arterial“, que, sendo utilizado no Serviço Nacional de Saúde, “permite estimar uma redução de custos associados à hipertensão arterial de 300 milhões de euros por ano“.

      A Cimeira Mundial de Saúde é a conferência anual da Aliança M8 de Centros Médicos Saúde Académico, Universidades e Academias Nacionais. Esta conferência é organizada em colaboração com autoridades nacionais, academias de ciências em mais de 67 países e está sob o patrocínio do governo alemão.

      Foto: DR

      Já T’Explico – Projeto de voluntariado jovem promove apoio escolar

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      O Já T’Explico é um projeto de voluntariado jovem desenvolvido por estudantes oriundos de várias universidades do Porto. Promovido pela Associação PartilhaCoragem, este projeto de cariz social pretende garantir apoio escolar a crianças carenciadas.

      A Excelência Portugal esteve à conversa com Mariana Quesada Bernardo, presidente da PartilhaCoragem, que nos deu a conhecer o projeto e a sua experiência pessoal no mesmo.

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      Queremos instigar o gosto pela escola; queremos que os nossos meninos reconheçam o valor da mesma e, mesmo com alguns constrangimentos, nada os impeça de chegarem onde querem - Mariana Quesada Bernardo

      - Como surgiu a ideia deste projecto e com que objectivos?

      Dizemos que a ideia surgiu no gerúndio: surgindo. Sempre nos custou pensar que havia crianças e jovens que não tiveram as oportunidades e facilidades escolares que tivemos e, com a vontade de contrariar isso, surgiu o Já T’Explico. Esse é o nosso principal objetivo – ajudar todas as crianças que, sem possibilidades financeiras, precisem de apoio extra escola.
      Não queremos alunos de excelência, com 100% a tudo – se for essa a classificação, melhor. Queremos instigar o gosto pela escola; queremos que os nossos meninos reconheçam o valor da mesma e, mesmo com alguns constrangimentos, nada os impeça de chegarem onde querem. Acreditamos que uma pessoa académica e profissionalmente concretizada, é mais feliz.

      - No teu caso concreto, este foi o primeiro apelo para o voluntariado?

      Já tinha feito algumas atividades de voluntariado, como recolha de alimentos para o banco alimentar. Mas, voluntariado aliado ao mundo do associativismo, foi o meu primeiro contacto. Em Erasmus, todos os meus amigos tinham uma experiência vasta em ações de voluntariado, não só o promovidas pela faculdade ou por instituições mas, também, promovidas por si próprios. Talvez, tenham sido eles que me inspiraram. Acredito que todos os jovens com ideias que possam contribuir para quem mais precisa, devem pô-las em prática. Aliás, deve haver mais apoio e mais informação para que tal aconteça. Uma sociedade sustentável não passa só por cuidados ambientais, por exemplo; uma sociedade sustentável, também, passa pela interajuda.

      - Este é o único projeto da Associação PartilhaCoragem? Quantos associados têm?

      Sim. Dizemos que o projeto nasceu primeiro que a associação, porque o que nos acompanha desde o início é o Já T’Explico.
      Para já, este é o nosso único projeto. Mas o futuro pode reservar muitos outros.

      - Como financiam o projeto? Com que apoios contam?

      Na maior parte das vezes, autofinanciamo-nos. Mas, já contamos com apoios como o da Junta de Freguesia de Campanhã.
      Sem ser a nível financeiro, contamos com o apoio da junta de freguesia do Bonfim, da união de freguesias do centro histórico do Porto, da biblioteca municipal de São Lázaro e da fajdp.

      - Quem são os vossos voluntários e beneficiários?

      Para além de 32 associados que trabalham na organização da associação, temos uma fantástica equipa de 51 voluntários. São estudantes universitários de diversas universidades do Porto (UP, Católica, Portucalense,…) e prestam apoio aos nosso meninos.

      - Onde são ministradas as explicações?

      Nós temos dois polos onde atuamos – Casa das Associações da FAJDP e Biblioteca Municipal de São Lázaro.

      - Além das explicações pretendem proporcionar a participação em clubes diversos. Já funcionam e quais as temáticas?

      Uma das ideias principais, é providenciar atividades extra aulas. Essas mesmas atividades serão postas em prática no segundo período.-

      O que mudou em ti com este projeto? Qual foi a melhor recompensa que recebeste?

      Sem dúvida alguma, o Já T’Explico foi a melhor coisa que me aconteceu.
      Tornei-me mais adulta, mais responsável, (ainda) mais ambiciosa. Mas, o melhor, é poder trabalhar com a equipa que trabalha diariamente para o projeto. Sem eles, este sonho, que é de todos, não seria possível. Para não falar de que não há nada melhor do que saber que os nossos meninos estão a gostar das explicações e que as mesmas os têm ajudado.

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      Beatriz Dias, responsável pelas Relações Externas do projeto, também falou com a Excelência Portugal e deu-nos a conhecer o seu envolvimento e que foi, em conjunto com a Mariana, responsável pelo seu “nascimento”.

      Esta responsável adiantou ainda que “Criamos a Associação, porque sempre nos envolvemos em projetos de voluntariado, mas surgiu a vontade de criarmos algo mais nosso, algo de raíz, que nos desse a possibilidade de deixar a nossa marca mas vidas dos jovens que queremos ajudar.” e que para ela, o voluntariado “é uma forma de ganhar tempo, de crescermos e de não esquecermos a importância de ser humilde.”.


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      Se conhece alguma criança que precise de explicações pode enviar o mail para o geral@jatexplico.pt ou contactar o Já T’Explico através do 937474150. Todas as segundas, quartas e sextas as explicações são dadas na Biblioteca de São Lázaro e às terças, quintas e sextas  na Casa das Associações.

      Uma obra de arquitectura encantadora: o Cella Bar

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      O Cella Bar é um dos estabelecimentos que dificilmente passaria despercebido estivesse em que lugar fosse. No entanto, este encontra-se na ilha do Pico, nos Açores.

      A paisagem portuguesa é, de uma forma geral, uma vista bonita e encantadora. Mas nem sempre podemos estar a referir-nos às praias, aos campos ou às serras que modelam o nosso país. Desta vez referirmo-nos ao que é considerado uma “obra de arquitectura” que tem estado a encantar o mundo.

      O trabalho realizado por Fernando Coelho, do atelier FCC Arquitectura, Paulo Lobo, responsável pelo design interior, e Paulo Neves, responsável pela arquitectura do exterior tem sido muito falado em publicações nacionais e internacionais. Podemos dizer que é já algo famoso.

      O espaço está dividido em dois: “um restaurante numa casa de basalto, abandonada há vários anos e agora recuperada, e um bar numa arrojada estrutura de madeira.”
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      Descobrimos que “a ideia partiu dos sócios e amigos Filipe Paulo, 34 anos, e Fábio Matos, 36, naturais do Pico. Queriam algo que fosse moderno e orgânico, inspirado no vinho e no mar, algo que pudesse atrair turistas para este ponto remoto da ilha.” São eles que actualmente estão responsáveis pela gestão deste edifício e negócio, e ambos são formados nessa mesma área.

      Os donos, e quem por lá já passou, aconselham um fim de dia com um copo de vinho e umas tapas na esplanada. Uma vez afastado de tudo, tem uma vista descrita como “de cortar a respiração e aí, se olhar em frente, consegue até ver o Faial.

      O edifício mais encantador da vila Madalena veio dar vida a um lugar que antes da sua construção era um local num estado degenerativo o que resultou em ter que ter sido feita uma restruturação do corpo do edifício original, ainda assim, preservando as suas feições distintas que lhe eram características. Acabando por ter também a adição contemporânea do espaço destinado ao bar que tem, por cima, uma varanda.
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      Talvez, neste caso, as imagens falem mais alto que as palavras. Talvez seja essa a magia de uma obra arquitectónica. Talvez vá além das imagens por nós apresentadas e o melhor seja mesmo ver com os seus próprios olhos aquilo que nós, e muitos outros agora falam.

      De qualquer das formas, faltava-nos a nós dar conhecimento de tal obra e de informar de que foram portugueses os autores de algo que chama tanto a atenção, de relembrar a todos que nós temos ainda a capacidade de surpreender e agradar a tantos.

      12240845_1719352258295137_9150853740917808004_oFontes: NIT, Designboom, P3 Público
      Fotos: Cella Bar/Fernando Guerra | SG

      À procura do melhor sítio para praticar golfe? Não saia do país.

      WebsiteHQL2014_014[1]Portugal liderou os vencedores dos World Golf Awards 2015 ao ganhar o título de Melhor Destino de Golfe pelo segundo ano consecutivo. A cerimónia aconteceu em Faro, dia 7 de Novembro, no hotel Conrad Algarve. Portugal renovou também o título de “Melhor Destino de Golfe Europeu” e a Quinta do Lago foi eleita “Melhor Venue de Golfe da Europa”.

        Em todo o mundo, o golfe já “constitui um segmento vital do mercado turístico global e a organização do evento estima que em 2015 esta seja a motivação principal de um total de 60 milhões de viagens para os cerca de 32 mil campos e resorts de golfe espalhados pelo mundo.”

        Por isto, é importante que Portugal tenha também um lugar de destaque neste segmento turístico. Há que realçar os pontos fortes do nosso país, que já são muitos.

        Se é fã de golfe e de toda a experiência que este envolve, esteja atento aos seguintes nomes, que receberam os seguintes prémios:

        Royal Óbidos: Melhor Campo de Golfe Português 2015;

        Pine Cliffs Resort: Melhor Hotel de Golfe Português 2015;

        PAG Serviços Golfs: Melhor Operador Turístico Português de Inbound;

        Ingolfe: Melhor Operador Turístico de Outbound.

        O prémio é atribuído segundo os votos dos subscritores da revista “Today’s Golfer”. O concurso iniciou-se em 2011, e já em 2012 e 2013 também foram destinos localizados na zona do Algarve aos quais foram atribuídos muitos destes prémios.

        “O Algarve é merecedor do prémio “Melhor Destino de Golfe”, o que é reflectido pelo incrível número de votos atribuídos a esta região. Ganhar três dos quatros anos de existência deste concurso é um óptimo recorde, e um do qual o Algarve deveria estar orgulhoso.” Diz Kevin Brown, editor na “Today’s Golfer”.

        Kevin Brown tem razão ao dizê-lo e sugiro que o repitam para vós e a outros. Ainda mais do que isso, não é só o Algarve que deveria estar orgulhoso. De Norte a Sul, os portugueses têm mais uma razão para se sentirem orgulhosos.

         

        Fontes: Associação de Turismo do Algarve, Publituris, NR Entertain
        Foto: Quinta do Lago

        Centro de Ciências do Mar da Universidade do Algarve integra projecto europeu para estimular aquacultura

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        O Centro de Ciências do Mar (CCMAR) integra o Aquaexcel 2020, um novo projecto europeu que acaba de ser lançado em Montpellier (França) e tem como objectivo facilitar e suportar o crescimento sustentável do sector aquícola.

        O Aquaexcel 2020 é um projecto financiado pelo programa Horizonte 2020, que integra um largo grupo de instituições de investigação ligadas à aquacultura, tendo como objectivo promover avanços e inovação na investigação em aquacultura na europa. Dentro deste projecto, que tem uma duração de cinco anos, um dos aspectos mais importantes é facilitar o acesso subsidiado a infraestruturas de topo, assim como a serviços especializados, quer para investigadores como académicos e empresas.

        O Aquaexcel 2020 prevê a integração de 39 estações de topo de aquacultura que vão estudar vários aspectos científicos relevantes, desde as espécies aos sistemas de cultivo. No caso do CCMAR, o Centro coordenará uma importante linha de trabalho, relacionada com a padronização e ferramentas para a aquacultura.

        O projeto prevê também o acesso a um único portal de alta qualidade, com serviços e fontes especialmente concebidas de acordo com as necessidades da comunidade europeia de aquacultores.

        Cerca de metade do orçamento do projecto, aproximadamente 9 milhões de Euros serão gastos no acesso a esta plataforma transnacional de infraestruturas de investigação e na harmonização de serviços, quer para académicos, quer para o sector privado, nomeadamente indústria e pequenas e médias empresas.

        Deste modo, fomenta-se a mobilidade e o acesso gratuito de investigadores e empresários a infraestruturas de topo que não estão disponíveis nos respectivos países de origem.

        No âmbito do projecto está ainda prevista a realização de formação, cursos presenciais e à distância nas áreas das tecnologias aquícolas e biologia.

        O novo projecto surge na continuação de uma mesma linha de investigação (Aquaexcel), mas ambiciona ir mais longe, construindo novas ferramentas de modelos e fenótipos, experiências padronizadas, linhas experimentais de novas espécies de peixes e acesso remoto a novas soluções. No fundo, esperam os investigadores, este projecto elevará a aquacultura a um novo nível em 2020.

        Cerca de metade do peixe consumido em todo o mundo vem da aquacultura. A procura de peixe está a aumentar, mas não é expectável que a pesca acompanhe este aumento devido à sobre-exploração de alguns stocks pesqueiros.

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        O aumento de uma produção sustentável, baseada na eficiência e na produção ambientalmente responsável é, por isso, um dos objectivos do projecto que acredita que o sector aquícola europeu só pode aumentar a produção se houver investigação de excelência e se os resultados forem acompanhados de inovação e crescimento industrial.

        O projecto iniciou oficialmente a 1 de outubro de 2015 e termina em outubro de 2020. As 22 organizações parceiras de doze países europeu reuniram, no início de novembro, em Montpellier (França) para o lançamento oficial do Aquaexcel 2020.

         

        Fonte: CCMAR

        Foto 1: Edifício do CCMAR – Campus de Gambelas UAlg

        Foto 2: Estação experimental do Ramalhete (Ria Formosa – Faro)

        17.º Prémio do Jovem Empreendedor atribuído a tratamento inovador de feridas crónicas

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        A startup de biotecnologia Exogenus Therapeutics, responsável por uma inovadora terapia celular aplicada à medicina regenerativa, foi a grande vencedora do 17.º Prémio do Jovem Empreendedor, distinção anual atribuída pela ANJE, com apoio do IEFP (Instituto do Emprego e Formação Profissional), ao melhor plano de negócios apresentado a concurso. Foi ainda distinguida com Menção Honrosa a DoctorGummy, startup que desenvolve medicamentos para crianças com base em guloseimas 100% naturais.
        Refira-se que os dois vencedores saíram de uma short list de seis projetos finalistas, apurados de entre as mais de 150 candidaturas ao prémio. Por esta vitória, a Exogenus Therapeutics vai receber 20 mil euros em dinheiro, mais um conjunto integrado de apoios no valor de 10 mil euros. O 17º Prémio do Jovem Empreendedor foi anunciado ontem, quarta-feira, 18 de novembro, na Alfândega do Porto, durante o jantar de gala da Feira do Empreendedor 2015.
        Fundada por Joana Simões Correia (investigadora), Ricardo Neves (investigador) e Luísa Marques (gestora e marketeer), em 2015, a Exogenus Therapeutics é uma biotecnológica incubada no Biocant Park – Centro de Inovação em Biotecnologia, em Cantanhede (Bairrada). Com capital semente da Caixa Capital, a Exogenus Therapeutics dedica-se ao desenvolvimento, pré-clínico e clínico, de terapias celulares aplicadas à medicina regenerativa, especialmente ao tratamento de lesões cutâneas.
        O primeiro produto da startup vencedora, o Exo-Wound, está em fase final de desenvolvimento e consiste num inovador tratamento de feridas crónicas, derivado de sangue do cordão umbilical. O agente ativo utilizado por esta terapia revela-se mais eficiente do que os tratamentos convencionais, pelo facto de utilizar células que não são vivas e que não induzem respostas imunitárias. O crescimento da pele é estimulado e a cura acelerada, com a segurança de um tratamento que não provoca rejeições e que, após 10 dias de aplicação, é 50% mais eficaz do que as terapias concorrentes.
        Com as suas terapias celulares, a Exogenus Therapeutics pretende revolucionar o tratamento de feridas crónicas (diabetes, hipertensão arterial, úlceras venosas, etc.) e mudar a vida de milhões de doentes em todo o mundo. Refira-se que esta startup é a valorização económica do conhecimento produzido num projeto de investigação desenvolvido em colaboração com a empresa Crioestaminal (também vencedora do Prémio do Jovem Empreendedor), o Biocant Park e o CNC – Centro de Neurociências e Biologia Celular da Universidade de Coimbra. O projeto de negócio que levou à criação da empresa, designado Nanoinspire, integrou o programa COHiTEC 2014, ação de formação em comercialização de tecnologias.
        Inovadora é também a empresa premiada com Menção Honrosa. Criada em 2014 pelo engenheiro químico Nuno Santos, seu CEO, a DoctorGummy está a entrar no mercado com um processo inovador de administração de medicamentos a crianças, com base em guloseimas 100% naturais. Sem adição de açúcar, glúten, lactose, corantes ou conservantes artificiais, as gomas desenvolvidas pela DoctorGummy incorporam o princípio ativo dos medicamentos e funcionam como excipiente. Além de facilitarem a administração medicamentosa, as gomas desta startup têm a vantagem de promover a redução do potencial de geração de cáries, agravadas pelos medicamentos.
        Sediada no Porto, a DoctorGummy conquistou o Prémio SmartEquity, atribuído na 4ª Gala Acredita Portugal. Por seu turno, Nuno Santos recebeu o Prémio do Voluntariado Europeu em 2013 e, na 1.ª edição do “Shark Tank Portugal”, em 2015, apresentou a DoctorGummy aos jurados do programa da SIC, tendo obtido financiamento de três deles, no total de 49.998 euros (16.666 euros cada um). A DoctorGummy foi também uma das duas startups vencedoras da competição HandsOn Startup Tour Cascais 2015, sendo selecionada para a grande final que decorrerá em Paris, no dia 26 de novembro.
        Para o presidente da ANJE, João Rafael Koehler, «a intensidade de inovação, a capacidade tecnológica e o potencial económico das startups vencedoras, bem como de muitos outros candidatos ao 17.º Prémio do Jovem Empreendedor, são reveladores, por um lado, da vaga de empreendedorismo baseado no conhecimento que está a ocorrer no país e, por outro, da capacidade da ANJE de atrair talento enquanto ecossistema empreendedor».
        Com efeito, «o Prémio do Jovem Empreendedor está a reunir projetos com cada vez mais qualificados e com potencial, o que é um sintoma da crescente sofisticação quer do empreendedorismo português, quer da própria ANJE como polo dinamizador de startups tecnológicas. Numa altura em que celebramos os 18 anos da Academia dos Empreendedores da ANJE, não há dúvida de que o empreendedorismo atingiu a maioridade no nosso país», conclui João Rafael Koehler.
        Na gala de entrega de prémios, a presidente do Banco Alimentar contra a Fome, Isabel Jonet, foi agraciada com o Prémio Carreira 2015 da ANJE.
        17.ª edição recebeu 147 candidaturas
        O Prémio do Jovem Empreendedor foi criado em 1998 pela Academia dos Empreendedores da ANJE, com o intuito de distinguir e valorizar projetos seed capital (ideias/protótipos que se podem tornar empresas) ou empresas em fases iniciais de desenvolvimento (startup ou early-stage). Para tanto, o certame beneficia do apoio do IEFP e atribui ao melhor plano de negócios apresentado um prémio no valor global de 30 mil euros. Prémio, esse, que contempla um prize money no valor de 20 mil euros e um conjunto integrado de apoios no valor de 10 mil euros, incluindo um ano de incubação numa das infraestruturas da Rede de Incubação da ANJE, suporte promocional, oferta de uma pós-graduação promovida pela área de formação da Associação e ainda acesso a instrumentos e programas de incentivo financeiro e de acompanhamento da atividade empresarial.
        Nesta 17.ª edição, aquele que é o mais antigo prémio nacional de empreendedorismo recebeu mais de 150 candidaturas. Destas candidaturas foram apurados seis finalistas: para além da Exogenus Therapeutics e da DoctorGummy, a short list incluía a Glexyz (plataforma virtual de teste de produtos), a Linehealth (solução inteligente para medicação e controlo de doentes crónicos),a Matter (peças de design criadas a partir de resíduos) e a Stuk.io (plataforma online que ensina a programar e criar apps).
        Fonte: ANJE
        Foto: DR