Trail Running: Madeira recebe MIUT® 2016

miut1
O MIUT® – Madeira Island Ultra Trail, que se realiza entre os dias 20 e 24 de abril de 2016, é uma prova de corrida de montanha que propõe a total travessia da ilha da Madeira no sentido noroeste-sudeste. Os participantes vão poder comprovar in loco e de forma activa todo o deslumbramento ou, pelo menos, os cenários mais espectaculares da pérola do Atlântico.
Julgamos ter efectivamente consolidado um trabalho de equipa que leva já alguns anos de experiência nesta área, um projecto que abraçámos de corpo e alma, visando única e exclusivamente o interesse público regional de promoção desta linda ilha – Nuno Gonçalves, presidente do Clube de Montanha do Funchal e director do MIUT®
Que a Madeira é terra de beleza ímpar e de inúmeros encantos e desafios, ninguém duvida. O MIUT® atravessa a ilha da Madeira no sentido noroeste-sudeste, desde o concelho do Porto Moniz até Machico, percorrendo os melhores trilhos da ilha, nomeadamente o maciço central – Encumeada – Pico Ruivo (1861 mts) – Pico do Areeiro, num circuito muito estimulante e desafiador com cerca de 115 km.
miut2
Só uma prova como o MIUT® pode efectivamente levar um evento de referência a locais como a Fajã do Barro, Curral Falso, Levada dos Cedros, Cavaca, Terra Chã, Caramujo, Relvinha, Fajã Escura, Boca das Torrinhas, Ruivo, Areeiro, Funduras, Degolada, Larano, Boca do Risco, numa travessia que não é conhecida do grande público – Nuno Gonçalves
O melhor barómetro do sucesso desta prova é o ritmo alucinante das inscrições e grande número de atletas de topo que marcam presença. Em pouco mais de 24 horas após a sua abertura, um terço das vagas foi preenchido. O evento contará com 2030 participantes de 39 nacionalidades.
A prova conta com quatro corridas: a principal (MIUT), de cerca de 115 quilómetros, com 600 vagas, a ULTRA, cerca de 85 quilómetros, com 300 vagas, a MARATHON, cerca de 40 quilómetros, com 600 vagas, e a MINI, cerca de 17 quilómetros, com 400 vagas.
Esta 8ª Edição do MIUT® tem como novidade a inclusão da Vereda do Larano, em Machico, na prova. Foram também efectuadas algumas alterações, nomeadamente nas partidas. A prova ULTRA vai partir de São Vicente, a MARATHON começa no Chão da Lagoa e a MINI arranca no Porto da Cruz.

Este ano, o evento associou-se à causa social da Liga Portuguesa contra o Cancro, contribuindo com 1€ por cada inscrição efectuada.
Fonte: MIUT
Fotos: João Santos

 

Adega Mayor reconhecida nos EUA nos 50 Great Portuguese Wines

mayorA Adega Mayor acaba de ser reconhecida na terceira edição dos 50 Great Portuguese Wines, que decorreu no dia 29 de março, nos Estados Unidos, com o vinho Reserva do Comendador Tinto 2011. Organizada pela ViniPortugal, esta iniciativa visa eleger os melhores vinhos portugueses e consolidar a sua presença neste mercado estratégico.

O vinho Reserva do Comendador Tinto 2011 foi distinguido nesta edição que reuniu 50 vinhos nacionais e que contou com um painel de selecção composto por três reputados Master Sommeliers acreditados pelo Court of Master Somemeliers, o que vem reforçar uma vez mais o reconhecimento da aposta na qualidade por parte da Adega Mayor na produção e desenho de vinhos únicos e marcantes.

Este prémio demonstra a nossa expertise em desenvolver vinhos de excelência e reforça a oferta de qualidade da marca bem como a singularidade do vinho português alentejano, produzido nas planícies de Campo Maior. É sobretudo relevante por se tratar de um mercado importante para a Adega Mayor e no qual podemos crescer de forma sustentada - Rita Nabeiro, administradora da Adega Mayor

Esta distinção integra agora a vasta lista de mais de 150 prémios nacionais e internacionais conquistados pela Adega Mayor.

Fonte: Adega Mayor
Foto: DR

Artigos relacionados:

Adega Mayor venceu prémio de melhor enoturismo nacional

Vinhos da Adega Mayor conquistaram duas medalhas de ouro no Mundus Vini 2015

 

TAP é a primeira operadora do Airbus A330neo com cabine Airspace

neo1A TAP assinou um acordo com a Airbus, no âmbito da AIX –  Aircraft Interiors Expo 2016, a decorrer em Hamburgo, através do qual a companhia aérea portuguesa se torna na primeira operadora do novo avião A330neo equipado com a nova versão de cabine Airspace da Airbus. 

Estamos extremamente orgulhosos pelo facto de a TAP ser a primeira companhia a operar a cabine Airspace da Airbus nos novos aviões A330neo. É com grande expectativa que tanto os nossos passageiros como os nossos tripulantes vão poder beneficiar de uma nova experiência de viagem proporcionada por este novo e inovador design de cabine de avião. Além do mais, a cabine Airspace representa um novo conceito sobre o qual poderemos projetar a marca TAP - Trey Urbahn, CCO (Chief Commercial Officer) da TAP

No âmbito da renovação da sua frota, a TAP fez em 2015 uma grande encomenda de aviões à Airbus, incluindo 14 aeronaves A330-900neo. Desta forma, os passageiros da companhia vão poder usufruir, pela primeira vez, de uma nova experiência de viagem a bordo dos novos A330neo com o conceito Airspace da Airbus, já a partir do final de 2017.

neo2

Na nova cabine Airspace da TAP destacam-se, entre outras novidades, a introdução de um novo espaço de acolhimento, um sistema de iluminação LED de última geração com uma infinita variação de cores, compartimentos de bagagem maiores, modernas casas de banho e sistemas de entretenimento a bordo IFE e conetividade da mais recente geração.

Estamos muito satisfeitos por confirmarmos hoje que a TAP vai tornar-se na primeira companhia a apresentar a cabine Airspace da Airbus no novo avião A330neo. Desenvolvida a pensar nos passageiros e nas companhias aéreas, a Airspace abrange quatro pilares básicos: conforto, ambiente, serviço e design, garantindo assim que as cabines de avião da Airbus continuam a ser o benchmark do setor, tanto ao nível da experiência oferecida aos passageiros como do valor proporcionado às companhias aéreas – François Caudron, Vice-Presidente Sénior de Marketing da Airbus.

A relação entre a Airbus e Portugal é já longa, datando do ano de 1987, altura em que a TAP encomendou três aeronaves Airbus do modelo A310. Atualmente, a TAP opera uma frota de 61 aviões de fabrico exclusivo Airbus – 43 aeronaves da família A320 e 18 wide-bodies – e é a maior cliente do construtor europeu em Portugal. A partir de junho próximo, a TAP vai integrar na sua frota mais dois novos A330 para reforçar e expandir a sua operação no longo curso. A companhia encomendou também à Airbus aviões da última geração das famílias A320neo e A330neo.

Os aviões A330-800neo e A330-900neo são os dois novos membros da família wide-body da Airbus lançados em julho de 2014, cujas primeiras entregas estão previstas começar no final de 2017. Além deste novo interior de cabine Airspace, o A330neo incorpora também a última geração de reatores Rolls-Royce Trent 7000 e melhorias ao nível da aerodinâmica. Com características económicas imbatíveis, versatilidade e elevada fiabilidade, o A330neo proporciona reduções de combustível da ordem dos 14% por cadeira de avião, tornando-o no avião wide-body mais eficiente.

Fonte: TAP
Fotos: Airbus

 

Prova 100k Portugal lidera ranking europeu

100k_2

A prova 100 k Portugal, que se realizou em Lousada, no passado sábado, lidera neste momento o ranking de provas da distância de 100km no continente europeu, no que respeita ao número de atletas que terminaram a mesma.

No site alemão de estatísticas de provas de longa distância – DUV,   a prova portuguesa lidera a lista de provas realizadas este ano (13 ), à frente de países como República Checa, Hungria, Grécia, Noruega, Inglaterra, entre outras.

Nem o facto de ser a primeira edição e de o tempo limite para a conclusão da prova ter sido de 15 horas, impediu que a prova portuguesa alcançasse este feito logo no primeiro ano. Acresce tratar-se de uma prova que, nestes moldes, é pioneira em Portugal.

Terminaram a prova 42 atletas, tendo a mesma sido ganha pelo português Luís Gil (Decathlon Maia), que registou uma marca de nível mundial (7h24m27s), sagrando-se vencedora no sector feminino a corredora Isabel Moleiro (SS CGD) com a marca de  10h02m33s.

100k_1

O 100 K Portugal  é um evento desportivo de corrida de resistência, realizado em circuito fechado de 2,3km, no complexo desportivo de Lousada.  Nesta 1ª edição participaram 350 atletas distribuídos por três provas:

100k Portugal – 100 km a correr
A prova tem uma extensão de 100 km e o percurso é tendencialmente plano, delineado em circuito fechado com extensão de aproximadamente 2.300m, sendo o piso maioritariamente constituído por asfalto, exceptuando-se algumas curtas secções em terra batida e tartan.

Maratona de Lousada – 42,195 metros
A prova tem uma extensão de 42,195 km e o percurso coincide totalmente com o circuito da prova 100 km a correr.

Maratona de Lousada em estafetas
A prova terá uma extensão de 42,195 km e o percurso coincide totalmente com o circuito da prova 100 km a correr. Cada equipa tem 3 atletas, sendo que o primeiro corre 14,195 km e os atletas seguintes correrm 14 km cada um.

A prova de 100 km foi aprovada para divulgação na Ultra Marathon Statistics e consta do circuito mundial da modalidade.

O evento é realizado pela marca 100 k Portugal/24h Portugal em co-organização com a Câmara Municipal de Lousada e com o Grupo Dramático e Recreativo de Retorta

Fonte: 100k Portugal;Correr por Prazer
Fotos: DR

24h Portugal 2016

 

Coimbra vai ser a anfitriã dos Jogos Europeus Universitários de 2018 (EUSA Games)

UC_EUSACoimbra será a cidade anfitriã dos Jogos Europeus Universitários 2018 (EUSA Games), em resultado de uma candidatura conjunta da Universidade de Coimbra, da Associação Académica de Coimbra, da Câmara Municipal de Coimbra e da Federação Académica de Desporto Universitário. Este evento vai trazer a Coimbra cerca de cinco mil jovens atletas, oriundos de 40 países.

A 5 de abril de 2014, o Comité Executivo da Associação Europeia de Desporto Universitário, anunciava em Denizli, na Turquia, que Coimbra era a candidatura vencedora à organização dos jogos, a que também concorria a cidade finlandesa de Tampere.

No dia em que se assinalam dois anos sobre o anúncio da candidatura vencedora, é constituído o Comité Organizador dos EUSA Games 2018. Este Comité é composto pelo Secretário-Geral Mário Santos, da Universidade de Coimbra (UC), e pelos vogais Carlos Cidade, em representação da Câmara Municipal de Coimbra (CMC), João Carocha, designado pela Associação Académica de Coimbra (AAC), e Ricardo Morgado, nomeado pela Federação Académica de Desporto Universitário (FADU).

Mas antes de receber os Jogos Europeus Universitários, com 16 modalidades em competição, envolvendo cerca de 250 universidades europeias, o Comité Organizador, hoje formalizado, assegurou a realização em Portugal de duas importantes competições universitárias. Assim, entre os dias 7 e 11 do próximo mês de junho, a UC acolhe o Campeonato do Mundo Universitário de Canoagem, seguindo-se a realização do Campeonato Europeu Universitário de Judo, Taekwondo e Karaté em 2017, também na cidade dos estudantes.

O Reitor João Gabriel Silva sublinha que os Jogos Europeus Universitários, «que trarão cerca de 5000 atletas universitários europeus a Coimbra em julho de 2018, serão o maior evento desportivo em Portugal dos próximos anos.»

De referir que a realização dos EUSA Games em Coimbra já suscitou a reabilitação dos Pavilhões 1 e 3 do Estádio Universitário de Coimbra, um investimento de cerca de 1,5 milhões de euros que melhorará para muitos anos as condições da prática desportiva em Coimbra.

Fonte: UC
Foto: DR

Cem engenheiros de todo o mundo combatem no Porto

Wireless_Battle_Mesh_900[1]

Sabe o que são redes mesh? Já teve problemas com a cobertura da rede Wi-Fi de sua casa? Alguma vez tentou fazer uma ligação wireless com os seus vizinhos? Sabia que é possível criar uma rede livre para uma cidade inteira usando apenas tecnologia wireless?

Cerca de 100 engenheiros informáticos e de telecomunicações de todo o mundo estarão na cidade do Porto, de 1 a 7 de maio, para participar na ‘Wireless Battle of the Mesh’, um evento anual que envolve a comunidade mundial na área das redes mesh sem fios e que tem como objectivo testar, comparar e melhorar o desempenho das redes mesh.

De acordo com Filipe Borges Teixeira, investigador do Instituto de Engenharia de Sistemas e Computadores, Tecnologia e Ciência (INESC TEC), responsável pela organização do evento, as redes emalhadas sem fios (redes mesh), capazes de interligar milhares de equipamentos, são complexas e apresentam vários desafios tecnológicos.

Nesse sentido, e de forma a avaliar o desempenho de cada uma das soluções open source para criar e gerir este tipo de redes, realiza-se anualmente um encontro internacional para colocar à prova as soluções em ambiente real. A nona edição da “Wireless Battle of the Mesh” realiza-se pela primeira vez em Portugal, nas instalações da Faculdade de Engenharia da Universidade do Porto (FEUP).

Apesar das redes sem fios terem uma importância cada vez maior nas nossas vidas, este acesso nem sempre é possível. Existem regiões onde por questões técnicas ou económicas o acesso à Internet é deficitário ou inexistente. Este é um dos cenários onde as redes comunitárias e as redes mesh podem assumir um papel fundamental, interligando os habitantes de zonas remotas. Estas redes podem, em ambiente urbano, permitir a criação de redes sem fios de larga escala, livres e autogeridas, como a rede guifi.net na Catalunha, com mais de 30 mil nós activos na rede - Filipe Borges Teixeira.

A “batalha” para melhorar estas redes vai reunir cerca de 100 engenheiros internacionais, que se vão juntar para testar e comparar o desempenho de protocolos de acesso à Internet sem fios existentes, utilizando uma rede de mais de 50 dispositivos, ou promover o desenvolvimento de novos protocolos.

A “Wireless Battle of the Mesh” vai receber wireless hackers, mesh developers, OpenWRT developers, WISP e comunidade Wi-Fi, assim como estudantes, académicos e entusiastas pela área vindos de todo o mundo.

O torneio, que tem um carácter social por promover a partilha de conhecimento entre participantes e a experimentação de novas ideias e tecnologias, vai ainda contemplar um conjunto de palestras e workshops, dados por vários especialistas na área, relacionados com as redes sem fios e o desenvolvimento de cada uma das soluções.

As edições anteriores da “batalha” realizaram-se em Paris (França), Bruxelas (Bélgica), Roma (Itália), Barcelona (Espanha), Atenas (Grécia), Aalborg (Dinamarca), Leipzig (Alemanha) e Maribor (Eslovénia).

A “Wireless Battle of the Mesh” é gratuita, mas sujeita a inscrição em: http://www.battlemesh.org/

Fonte: INESC TEC
Foto: DR

Duas obras de Fernando Pessoa foram lançadas na Rússia

fernandopessoa1As traduções das obras de Fernando Pessoa “O Livro do Desassossego” e “O Banqueiro Anarquista” foram lançados em simultâneo por duas editoras de Moscovo. Este evento resultou de uma colaboração entre a Biblioteca de Literatura Estrangeira de Moscovo, a Embaixada de Portugal em Moscovo, e o Camões – Instituto da Cooperação e da Língua, I. P.

A Sala Oval da Biblioteca de Literatura Estrangeira de Moscovo M.I Rudomino foi palco, no dia 29 de março de 2016, de um serão literário onde foram lançadas em simultâneo as traduções das obras de Fernando Pessoa O Banqueiro Anarquista e Outros Contos, por Anton Tchernov, nas edições Centro do Livro M.I Rudomino, e do Livro do Desassossego, por Iryna Feschchenko, na editora Ad Marginem.

No dia 31 de março, na Biblioteca Estatal Maiakovsky, de São Petersburgo, foi apresentada ao público a tradução de O Banqueiro Anarquista e Outros Contos de Fernando Pessoa, com o apoio da Fundação Cultural Luso-Russa Lusitânia, e com a participação da Directora da Casa Fernando Pessoa, do tradutor Anton Tchernov, e da Vice-Directora da Fundação Cultural Luso-Russa, Margarita Kozarovitch.

O “Livro do Desassossego”, em russo, resulta de um longo trabalho da tradutora Iryna Feshchenko-Skvortsova, residente em Portugal.  A tradução do “Banqueiro Anarquista e Outros Contos” foi da responsabilidade de Anton Tchernov  e o lançamento coube à editora da Biblioteca de Línguas Estrangeiras de Moscovo, que já conta no seu “currículo” com a edição dos Lusíadas em russo.

Fontes: Camões I.P.; Port
Foto: DR

Ilha do Pico recebeu o primeiro Granfondo realizado no arquipélago

12919780_1676315502631528_4609380989948025686_n[1]Elogiar os Açores e o seu enorme potencial para a prática de desportos e turismo de natureza tem-se tornado uma constante para a Excelência Portugal. Depois do Surf, do Cannoying e do Trail Running, agora é a vez do Ciclismo. Este fim de semana, a Ilha do Pico recebeu o primeiro Granfondo alguma vez realizado no arquipélago.

Com 448 Km2 de superfície, a Ilha do Pico é a segunda maior do arquipélago e aquela onde se situa a mais alta montanha de Portugal, precisamente o Pico, que lhe deu o nome, com 2.351 m de altitude. Muitas vezes apelidada como Ilha Montanha, é um dos vértices das chamadas “ilhas do triângulo”, a que fica mais a sul do grupo central do arquipélago e apenas a 6 km do Faial.

O Azores Granfondo é o primeiro dos 5 eventos que compõem o Cyclin’Azores, um programa que está a ser desenvolvido entre a Associação de Ciclismo dos Açores e o Governo Regional dos Açores, envolvendo ainda a AZORES Airlines, visando a promoção da região enquanto destino turístico de excelência para a prática de ciclismo nas várias vertentes. Trata-se de um conceito que não é novo, mas que foi evoluindo com o evoluir do ciclismo e que alia a vertente competitiva ao lazer, proporcionando a todos os participantes momentos de descoberta e aventura.

12524217_1676368969292848_2255143848034462011_n[1]

Levar os cerca de cem participantes e as suas bicicletas até ao Pico, para um evento desta natureza, constituiu um grande desafio do ponto de vista organizativo. A largada teve inclusive de ser realizada trinta minutos  mais tarde do que o previsto inicialmente, atendendo ao horário da primeira ligação marítima entre Horta/Madalena no Sábado de manhã.

O percurso escolhido para esta primeira edição tem a extensão de 140 Kms e, para além da volta completa à ilha, passa ainda na zona central, mesmo na base da montanha do Pico a uma cota que ronda os 1100 metros, não esquecendo a passagem pela paisagem protegida da vinha. O acumulado total do Granfondo ronda os 3.000 metros. Para os menos aventureiros foi criado também um percurso de Mediofondo com cerca de 100 Kms e que, basicamente, faz a volta à ilha.

12920424_1676379689291776_3289802795091194628_n[1]

Os ciclistas deram um colorido inédito às estradas da fantástica Ilha do Pico. Uma vez mais, os açorianos surpreenderam pelo seu envolvimento no evento e incentivo aos participantes. Os abastecimentos, cortesia das autarquias locais, que os concorrentes da frente não usufruíram para não perder tempo, deliciavam qualquer um.

De volta ao evento em termos competitivos, os grandes vencedores desta primeira edição foram Rui Costa (Bike Mais) no Granfondo (na primeira foto) e Luís Oliveira (Grupo Desportivo Cedrense) no Mediofondo.

granfondoMas também se correu no feminino e no Granfondo Nádia Mendes (Marrazes/Gui/Brejinho/Bikezone Leiria) foi a mais rápida, seguida da atleta do  Grupo Desportivo da Feteira/Café Silva, Sónia Mendes (ambas na foto).  Andrea Costa (CD Metralhas) e Carolina Oliveira foram as vencedoras no Mediofondo. Os resultados estão disponíveis no site da ACA.

O Secretário Regional do Turismo e Transportes, Engenheiro Vítor Fraga, afirmou em declarações aos jornalistas à margem da cerimónia de entrega de prémios, que “o ciclismo é hoje reconhecido pela Organização Mundial do Turismo como uma das atividades em grande crescimento, que contribui, por um lado, para a promoção da Região, nomeadamente sendo o turismo de natureza o nosso principal produto turístico, e, por outro, para a captação de fluxos turísticos numa altura de época baixa, atenuando os efeitos da sazonalidade”.

Esta semana, Vítor Fraga já tinha afirmado que a prova de ciclismo ‘Azores Granfondo’ está “em linha” com o que é preconizado pelo Plano Estratégico e de Marketing do Turismo dos Açores, apresentado numa cerimónia presidida pelo Presidente do Governo.

Fontes: ACA; Governo Regional dos Açores
Fotos: ACA e GaCS (3ªfoto)

 

 

 

Palácio Chiado : Novo espaço nobre da gastronomia lisboeta

palacio_chiado2Era uma vez, um requintado Palácio, erguido em meados de 1781, onde aristocracia e bons vivants  bailaram, se reuniram em faustosos banquetes e apreciaram obras de arte inéditas. Um Palácio distinto, quer pela esbelta arquitectura, como pela história e vivências, ao hospedar personalidades irreverentes associadas à origem de expressões como “farrobodó”  ou, a também célebre, “à grande e à francesa”. 

A história deste requintado Palácio permanece e retoma em 2016 como escape à rotina quotidiana, numa “extravagante fuga ao banal”.  Duarte Cardoso Pinto e os irmãos Gustavo e António Paulo Duarte, são os sócios responsáveis pelo novo templo da gastronomia lisboeta.

No renovado Palácio Chiado, as centenárias salas acolhem agora alternativas de alta restauração e outras de entretenimento para o dia-a-dia da capital lisboeta, e de quem a visita. Assumindo-se como um espaço de referência na cidade, cosmopolita, une história e modernidade de forma intemporal.

palacio_chiado4

No número 70 da Rua do Alecrim, as centenárias salas do Palácio Chiado acolhem agora sete alternativas de alta restauração de marcas-mãe reconhecidas. Cada marca criou uma designação exclusiva para este espaço.

A lista de restaurantes é composta pelo Meat Bar by Atalho Real; Burguers&Feikes by U-Try; Local Chiado by Your Healthy Kitchen; Páteo no Palácio by Páteo do Petisco; Espumantaria do Mar by Charcutaria do Cais; Delisbon by Charcutaria Lisboa e o Renaissance by Sushic.

palacio_chiado3

O serviço de bar ficou a cargo da parceria com o Ás de Copos e teve como pilar fundamental colocar uma pitada de extravagância em tudo o que se cria.

Quanto a preços, nos espaços do rés-do-chão, os menus rondam os 15€ por pessoa. No piso superior, já ficam entre os 25€ e 50€.

Fontes: Palácio Chiado;Nit
Fotos: DR

Porto de Cruzeiros do Funchal conquistou liderança nacional em 2015

porto_fnc_cruzeirosEm 2015, o Porto do Funchal cresceu em todas as variantes, tendo registado um aumento de 22% no movimento total de passageiros e de 9% no número de escalas ou seja, mais 15 escalas e mais 102.537 passageiros que no ano de 2014. Estes números permitiram ao porto madeirense assumir a liderança nacional com mais escalas e mais passageiros.

Também os números de embarques e de desembarques cresceram em relação ao ano anterior. No ano passado, houve 1814 embarques, mais 153, e 1904 desembarques, mais 144, em comparação com o ano de 2014.

O número de passageiros em trânsito situou-se, no ano passado, em 574.774 pessoas, mais 102.240 turistas que em 2014.

Quanto às nacionalidades, continuam a ser os ingleses e os alemães os que mais visitam a Madeira em cruzeiro. No ano passado, vieram do Reino Unido 212.248 passageiros, da Alemanha 187.534, da Itália 37.121, da Estados Unidos 31.657 e de França 16.839, entre 156 nacionalidades que estiveram no Porto do Funchal em cruzeiro.

De salientar também o crescimento do Porto de Porto Santo que em 2015 registou quatro escalas, mais uma que em 2014, e 1856 passageiros, mais 975 passageiros que no ano anterior.

Em relação a este ano, e segundo Alexandra Mendonça, presidente do Conselho de Administração dos Portos da Madeira (APRAM), em declarações veiculadas pelo Jornal da Economia do Mar, as perspectivas são animadoras, sendo que a estratégia do Porto “passa, essencialmente, pela consolidação dos resultados atingidos”. E os primeiros meses foram animadores. “O ano começou da melhor forma no Porto do Funchal, já que, no mês de Janeiro, tivemos 31 escalas, mais 11% do que no mesmo período de 2015, e 64.241 passageiros, mais 18%, em comparação com Janeiro do ano anterior”.

Questionada sobre novidades para este ano a presidente da APRAM, ainda citada pelo Jornal da Economia do Mar, destacou o registo de quatro escalas inaugurais: do “Le Lyrial”, a 12 de Abril; do “Sea Explorer I”, a 14 de Outubro; do “Koningsdam”, a 1 de Novembro; e do “Seven Seas Explorer”, a 22 de Novembro.

Fontes: APRAM; Jornal da Economia do Mar
Foto: APRAM