MESH sportswear – roupa desportiva para a mulher que ousa impressionar

mesh1A MESH sportswear é um projecto que tem cerca de 1 ano e meio e que cresceu com a ambição de oferecer às mulheres uma proposta de sportswear diferente, muito feminina e que seguisse as principais tendências da moda. Embora tenha nascido com especial enfoque no Padel – modalidade que tem atraído cada vez mais praticantes femininas no mundo, a marca já não se confina à mesma.

As amigas, Sara Leitão e Vera Eloy, consideravam que o mercado não oferecia vestuário desportivo feminino capaz de cativar a mulher que cumpre o lema da marca : “dare to impress”. A MESH veio colocar no mercado saias e vestidos coloridos e arrojados, que podem ser usados no ginásio ou fora dele.

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As duas sócias têm formação de base de Economia e Gestão da Universidade Católica, tendo a última realizado ainda uma pós-graduação de um ano em Harvard na área do empreendedorismo e ebusiness. Ambas trabalharam na área das telecomunicações (Optimus e Vodafone) e mais tarde criaram a Spoil, uma empresa líder de mercado na área da fotografia e retrato, que fez agora 10 anos de existência.

A MESH apresenta um conceito absolutamente inovador, dirigido às mulheres que querem marcar a diferença do estilo clássico e que procuram um equipamento original, divertido e muito confortável.
xMESH_banner_6.jpg.pagespeed.ic.qWl8PFGymY[1]Em declarações à Excelência Portugal, as duas responsáveis da marca confessaram ter a ambição de crescer cada vez mais no panorama internacional. Aliás, a marca arrancou primeiro no mercado internacional através da sua loja online.

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Vera Eloy e Sara Leitão

Em Portugal a MESH encontra-se à venda no El Corte Inglês, na Loja das Meias, no Clube VII, no aeroporto de Lisboa, e noutras lojas de deporto de referência no país. Online a MESH vende no site www.meshsportswear.com e na Amazon (UK, DE, ES, IT e FR).

A marca possui um showroom, em Lisboa, Rua Ruben A Leitão 4A, (Príncipe Real). Os preços rondam os 44,95€ a 89,95€.

Fonte: MESH
Fotos:
 Spoil

 

Navio Escola Sagres será a ‘Casa de Portugal’ nos Jogos Olímpicos Rio’2016

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A Marinha e o Comité Olímpico de Portugal (COP) anunciaram sexta-feira um protocolo de cooperação que visa intitular o Navio escola Sagres (NRP Sagres), enquanto embaixada nacional itinerante, a Casa de Portugal no Rio de Janeiro, apoiando o COP, os atletas portugueses e todas as empresas nacionais interessadas, durante o período dos Jogos Olímpicos, em Agosto de 2016.

O evento de apresentação deste projecto decorreu a bordo do NRP Sagres, no Cais de Cruzeiros junto de Santa Apolónia, em Lisboa, contando com as presenças do Chefe do Estado-Maior da Armada, Almirante Luís Macieira Fragoso, do Presidente do Comité Olímpico de Portugal, José Manuel Constantino, da campeã olímpica e Vice-Presidente do COP, Rosa Mota, do Secretário-Geral do COP, José Manuel Araújo, do Chefe da Missão Olímpica, José Garcia, e do Comandante do Navio escola Sagres, Manuel Gonçalves.

“Pretende-se que este seja um espaço de promoção de Portugal, da língua portuguesa e da sua cultura, assim como uma plataforma de divulgação da excelência do tecido empresarial nacional, através da promoção das empresas e dos produtos nacionais. Desta forma, está prevista a realização diária de eventos, assim como a presença regular de atletas da Missão Olímpica Portuguesa para convívio com os visitantes da Casa de Portugal e simultaneamente para contactos entre eles e a comunicação social lusa que fará a cobertura mediática dos Jogos Olímpicos”, refere o comunicado.

Para o Presidente do COP, José Manuel Constantino, “É um grande prestígio para Portugal estarmos num país estrangeiro mas conseguirmos estar em território nacional quando a bordo do Navio escola Sagres. É importante o apoio do tecido empresarial a este projecto para que seja uma iniciativa de sucesso, que simbolize a união do Portugal Desportivo com o Portugal Económico”.

O Chefe do Estado-Maior da Armada, Almirante Luís Macieira Fragoso, explicou o desenrolar do processo e as expectativas da Marinha. “Assim que o COP nos contactou começamos a trabalhar para viabilizar este projecto, procurando apoios que o concretizem. Esperamos no Brasil uma recepção entusiástica pois sempre foi esse o acolhimento que o Navio encontrou sempre que esteve no Brasil. Estamos certos que teremos muitos visitantes, tanto portugueses, como brasileiros, como de outras nações”.

O NRP Sagres estará no Rio de Janeiro entre 3 e 21 de agosto, estando prevista no seu trajecto paragens em Cabo Verde e nas cidades brasileiras de Recife e Salvador da Baía, antes da chegada à cidade-sede dos Jogos Olímpicos 2016.

O Navio escola Sagres foi construído nos estaleiros da Blohm & Voss, em Hamburgo, em 1937, tendo na altura sido baptizado de Albert Leo Schlageter. Foi o terceiro de uma série de quatro navios encomendados pela Marinha Alemã. O navio foi cedido à Marinha do Brasil no final da II Guerra Mundial, em 1948, tendo sido adquirido pela Marinha Portuguesa em 1961 para substituir a antiga Sagres.

Foi precisamente no Rio de Janeiro, a 30 de Janeiro de 1962 que decorreu a cerimónia oficial de entrega do Navio à Marinha Portuguesa. Esta aquisição visou dar continuidade à existência de um navio-escola veleiro na Marinha Portuguesa, para que pudesse ser assegurada a formação marinheira dos futuros oficiais, complementando-se assim as componentes técnica e académicas ministradas na Escola Naval.

Fonte: COP
Foto: DR

“Capital da Onda” – Entrevista a António José Correia (Presidente da Câmara Municipal de Peniche)

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Nos tempos que correm o Concelho de Peniche tem vindo a afirmar-se cada vez mais como a “Capital da Onda”, sendo tal designação sustentada pelas inegáveis condições naturais proporcionadas pela diversidade de locais de excelência para a prática de desportos da fileira da onda e pela multiplicidade de eventos que anualmente são desenvolvidos com o apoio do Município.

No passado mês de Outubro, as ondas de Peniche receberam alguns dos melhores surfistas do mundo no Rip Curl Pro Search, a 9ª etapa do ASP World Tour.

A prática do Surf não é a única fonte de exploração das ondas de Peniche, existindo aproveitamento energético (Energia das Ondas) que constitui um contributo para o seu Desenvolvimento Sustentável. O Município de Peniche tem valorizado os seus recursos naturais e dado ênfase à sustentabilidade e qualidade ambiental.

Perante esta rica conjuntura, foi feita uma entrevista ao Presidente da Câmara Municipal de Peniche, António José Correia, no sentido de nos esclarecer de que forma este Município tem beneficiado da mesma.peniche2

Começando por Peniche, a meu ver é um Concelho de excelência.


Boa tarde! Comecemos por falar sobre o Campeonato este ano?

Bom, posso-lhe dizer que todos os anos existe uma nova história, tal como na nossa vida. Neste sábado fantástico em que estou aqui a ser entrevistado por si, o campeonato foi cancelado, proporcionando-nos a possibilidade de estar aqui a conversar sobre diversas temáticas em relação ao mesmo, de forma agradável e a aproveitar a tarde de sol.

Estamos numa praia no mês de Outubro, com um clima muito favorável o que é uma dádiva, rodeados de muita gente e todos a torcermos pela luta acesa entre surfistas, tudo na maior e a correr bem. Este ano, consigo verificar que estamos a ter um campeonato muito disputado e com a sorte de estarmos com uma temperatura fantástica tanto para os surfistas como para quem nos vem visitar.

Há sempre um micro clima que promove um desafio diário pela incerteza de como o mar poderá estar no dia seguinte. Um elemento de criação de expectativas e de imprevisibilidade.

Sendo nós editores da Excelência de Portugal, o que acha que este campeonato traz de favorável para o nosso País?

Começando por Peniche, a meu ver é um Concelho de excelência. A nível de praias, são de elevada qualidade, principalmente a praia dos Super Tubos que é de bandeira azul e com uma localização de fácil acesso. Temos 9 praias de água dourada, praias que há pelo menos 5 anos têm tido a qualidade da água excelente. Com estes elementos que transmitem uma elevada segurança, os turistas vêm ate nós não só pela questão das ondas que podemos oferecer mas por todas as condições que as nossas praias têm para lhes dar.

Há sempre um micro clima que promove um desafio diário pela incerteza de como o mar poderá estar no dia seguinte. Um elemento de criação de expectativas e de imprevisibilidade.

De que forma acha que este campeonato beneficiou o seu Concelho?

Beneficiou em diversos sentidos, porque fez com que tivéssemos em atenção um maior conjunto de preocupações, na direcção de melhorar o sítio onde vivemos em diversos aspectos. Este ‘ abre olhos’ permitiu o aparecimento de investimentos de excelência no nosso Concelho.

Um deles, que considero importante referir, é o MH Hotel, com 10 milhões de euros de investimento e com uma abordagem muito interessante por parte do seu promotor. Este percebeu que a fidelização do destino pelos turistas é directamente proporcional à forma como podem integrar, interagir e identificarem-se com as experiências que o mesmo tem para lhes oferecer. Um misto de sustentabilidade ambiental, arte ancestral, renda de bilros (…) fez do hotel um criador de experiências aos que o escolhem como sítio para ficar.

Fomos também surpreendidos pelo lançamento da primeira pedra de um empreendimento privado, uma loja bandeira europeia da Rip Curl que vai criar mais um enorme motivo de interesse para os surfistas e que me leva a afirmar que Peniche tem vindo a verificar um acréscimo de atractividade.

Em suma, temos vindo a crescer ao nível de todos os indicadores, das múltiplas pessoas que vêm ate nós, do volume de negócios que durante o campeonato aumenta exponencialmente, de investimentos de nacionais e ainda de internacionais. Neste momento, até temos inquiridores da Escola Superior de Turismo para actualizar os nossos dados económicos, o que nos está a permitir verificar que o volume de facturação continua a aumentar.

Importante dizer, que mesmo os apoios que o Estado nos concede através do Turismo de Portugal ou do Centro, têm um retorno superior em termos de impostos e de uma forma quase imediata. Fora todos os outros benefícios como a sazonalidade estar a ser esbatida o que leva o turismo a não estar confinado aos meses de Verão.

Fotos: DR

 

À procura do melhor sítio para praticar golfe? Não saia do país.

WebsiteHQL2014_014[1]Portugal liderou os vencedores dos World Golf Awards 2015 ao ganhar o título de Melhor Destino de Golfe pelo segundo ano consecutivo. A cerimónia aconteceu em Faro, dia 7 de Novembro, no hotel Conrad Algarve. Portugal renovou também o título de “Melhor Destino de Golfe Europeu” e a Quinta do Lago foi eleita “Melhor Venue de Golfe da Europa”.

    Em todo o mundo, o golfe já “constitui um segmento vital do mercado turístico global e a organização do evento estima que em 2015 esta seja a motivação principal de um total de 60 milhões de viagens para os cerca de 32 mil campos e resorts de golfe espalhados pelo mundo.”

    Por isto, é importante que Portugal tenha também um lugar de destaque neste segmento turístico. Há que realçar os pontos fortes do nosso país, que já são muitos.

    Se é fã de golfe e de toda a experiência que este envolve, esteja atento aos seguintes nomes, que receberam os seguintes prémios:

    Royal Óbidos: Melhor Campo de Golfe Português 2015;

    Pine Cliffs Resort: Melhor Hotel de Golfe Português 2015;

    PAG Serviços Golfs: Melhor Operador Turístico Português de Inbound;

    Ingolfe: Melhor Operador Turístico de Outbound.

    O prémio é atribuído segundo os votos dos subscritores da revista “Today’s Golfer”. O concurso iniciou-se em 2011, e já em 2012 e 2013 também foram destinos localizados na zona do Algarve aos quais foram atribuídos muitos destes prémios.

    “O Algarve é merecedor do prémio “Melhor Destino de Golfe”, o que é reflectido pelo incrível número de votos atribuídos a esta região. Ganhar três dos quatros anos de existência deste concurso é um óptimo recorde, e um do qual o Algarve deveria estar orgulhoso.” Diz Kevin Brown, editor na “Today’s Golfer”.

    Kevin Brown tem razão ao dizê-lo e sugiro que o repitam para vós e a outros. Ainda mais do que isso, não é só o Algarve que deveria estar orgulhoso. De Norte a Sul, os portugueses têm mais uma razão para se sentirem orgulhosos.

     

    Fontes: Associação de Turismo do Algarve, Publituris, NR Entertain
    Foto: Quinta do Lago

    Madeira foi capital europeia de bodyboard feminino

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    A última etapa do European Tour of Bodyboard (ETB 2015), decorreu pela primeira vez na ilha da Madeira e no âmbito do Madeira Bodyboard Girls Experience 2015 (MBBGE). Este evento realizou-se de 6 a 11 de Outubro e a prova europeia nos últimos dois dias.

    A etapa do europeu feminino teve lugar na Praia da Fajã d’Areia em São Vicente e contou com as participações de campeãs nacionais e internacionais, com destaque para a espanhola Alexandra Rinder, Campeã Mundial 2014, a brasileira Isabela Sousa, Campeã Mundial 2013, e as portuguesas Joana Schenker e Teresa Almeida, respectivamente Campeã Europeia 2014 e Campeã Mundial dos ISA World Bodyboard Championship 2014.

    premiadasA terceira e última etapa do European Tour of Bodyboard (ETB 2015)  foi ganha pela brasileira Jessica Becker seguida pelas atletas  Isabela Sousa do Brasil e Joana Schenker de Portugal.

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    Foi uma sensação muito boa, de felicidade mas principalmente de objectivo cumprido, pois revalidar este título era a meta principal para este ano.

    Joana Schenker, 28 anos,natural do Algarve, revalidou o título de Campeã Europeia de Bodyboard Feminino ao apurar-se para as meias-finais da terceira e última etapa do European Tour of Bodyboard (ETB 2015). A bodyboarder já havia vencido as duas primeiras etapas do circuito, respectivamente em Abril no La Salie Pro Bodyboarding Festival, em França, e sagrou-se Miss Sumol Cup 2015, no passado mês de Setembro em Ílhavo, conquistas que lhe garantiram a conquista directa do título com o apuramento para as meias-finais da última etapa. A bodyboarder da Nazaré, Teresa Almeida, sagrou-se Vice-Campeã Europeia de Bodyboard Feminino.

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    Acho que faz todo o sentido a Madeira investir na promoção das ondas!

    Joana Schenker confessou à Excelência Portugal que gostava de conseguir os apoios necessários para correr o circuito mundial no próximo ano, pois sente que seria o caminho mais lógico para a sua carreira. Quanto à Ilha da Madeira considerou que “para além de ser um lugar lindo e com clima fantástico também tem um grande potencial para a prática de bodyboard. A onda onde decorreu o campeonato principalmente, é muito boa.”.

    O MBBGE é um evento anual dedicado à promoção do Bodyboard feminino e da Madeira como um destino de excelência para a prática desta modalidade. Destaca o papel da mulher no desporto, valorizando a iniciação desportiva das jovens e a sua capacitação competitiva em ambientes saudáveis, com paridade e fairplay. A organização é da ASRAM – Associação de Surf da Região Autónoma da Madeira, em parceria com o Ludens Clube Machico e com o apoio da Câmara Municipal de São Vicente e tem como mentoras as campeãs de Bodyboard Carina Carvalho e Catarina Sousa.

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    Além das campeãs, todas as atletas que desejaram puderam aperfeiçoar a sua técnica ou experimentar as emoções do Bodyboard nas ondas da Madeira e participar no Bodyboard trip do Madeira Bodyboard Girls Experience – MBBGE, que é alargado a actividades de cariz lúdico e social, como passeios e visitas guiadas, experiências gastronómicas, acções de limpeza de praias e recolha de donativos para associações sem fins lucrativos.

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    Fontes: MBBGE, DNotícias e bodyboard.pt
    Fotos: © Joana Sousa

    “Running – muito mais do que correr” – entrevista a José Soares

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    O exercício físico nunca esteve tanto na moda e a corrida, por ser uma actividade simples e acessível a todos, tem vindo a ganhar cada vez mais adeptos. Uns mais habituados à prática desportiva, outros que nunca tinham praticado exercício antes.

    Acabei recentemente a leitura de “Running – muito mais do que correr”, um livro de José Soares publicado este ano pela Porto Editora. Tenho aplicado vários dos seus princípios e conselhos na minha prática desportiva, pelo que sugiro vivamente a sua leitura. Lê-se facilmente, a linguagem é simples e clara.

    Este livro é um manual completo para quem quer começar a correr, mas também para quem corre regularmente e quer melhorar o seu rendimento, alimentar-se como um atleta ou mesmo evitar lesões.

    Ao abordar questões como motivação, alimentação, suplementos, planos de treino para diferentes distâncias e prevenção de lesões, revela-se um guia essencial porque running é muito mais do que correr.

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    - Quando a Porto Editora lhe lançou este desafio de escrever Running – muito mais do que correr, o que sentiu?

    Um enorme desafio porque não sou um expert em running. Sou professor de fisiologia, que gosta de corrida, que percebe a relação entre o exercício e a saúde. Nada mais do que isso. Neste sentido, decidi usar a corruda como um meio e não como um fim. Por isso o livro é “Running: muito mais do que correr”… Ou seja, aborda outros aspectos que vão muito para além da corrida propriamente dita. Nutrição, prevenção de lesões, exames médicos indispensáveis, limitações, etc.

    - Correr é gratuito e praticado ao ar livre. Sente que essas são vantagens para quem quer começar um desporto?

    Penso que sim. Essa é a grande razão. Depois também o facto de ser de prática muito fácil e sem equipamento especial torna a corrida muito apetecível.

    - Running será uma questão de moda passageira? Ou veio para ficar?

    Penso que está na moda, mas presumo que vai ficar. As pessoas perceberam que mais risco do que correr é não correr. É não se mexer. Com as nossas vidas cada vez mais stressantes e sedentárias, a corrida passa a ser um excelente plano B de fácil execução…

    - Foi uma surpresa agradável os destaques dos media? E o livro estar no top das principais livrarias?

    Sim. Fiquei surpreendido pelo impacto que teve. Penso que existem algumas razões. O facto de estar escrito com uma linguagem muito simples, de usar muitos exemplos práticos e de usar o modelo da pergunta resposta, torna a sua leitura muito fácil. Por outro lado, reúne no mesmo livro diferentes tópicos que, normalmente, aparecem distribuídos por obras diferentes. Ou seja, reúne informação de fácil leitura e aplicação no dia-a-dia de quem corre.

    - Há muitos aspectos que o livro explora além do acto simples de correr. É importante uma pessoa pesar todas as questões que o livro levanta, não é?

    Claro que sim. Por exemplo, o primeiro capítulo aborda a questão dos exames médicos prévios. Mas sempre relevando o facto de que maior risco do que correr, é não correr. É estar parado! Dei uma importância muito particular também à questão da prevenção de lesões algo que preocupa muito quem corre, especialmente os que o fazem de uma forma mais intensa.

    - Comecei a correr ainda antes do livro ser lançado e a sua leitura ajudou-me. Que conselho me daria, tendo em conta que passei alguns anos sem praticar nada, tive asma e estava com excesso de peso?

    Um conselho baseado num ditado: “ A dose faz o veneno”. Pouco é muito pouco, muito é exagero…

     

    Fotos: DR

     

     

     

    Universidade do Porto é potência no desporto universitário internacional

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    A Universidade do Porto, prestigiada instituição de ensino superior, conta com uma enorme panóplia de cursos é conhecida por “albergar” alunos tanto a nível nacional como internacional. Para além do sucesso académico dos estudantes, a UP é uma “incubadora” de grandes craques que têm demonstrado grandes sucessos, também dentro como fora do país, em várias modalidades do desporto, como Rugby, Futebol, Andebol, Ginástica, Natação, etc.

    Os atletas universitários, têm feito um excelente trabalho e este verão representaram o nosso país na Coreia do Sul, mais propriamente, nas Universíadas (evento multidesportivo mundial) e atingiram várias conquistas, com destaque para a ginasta Filipa Martins, que trouxe “para casa” a primeira medalha portuguesa.

    Na modalidade de andebol, é de salientar, os atletas Alfredo Quintana, Manuel Eduardo Borges, Carlos Santos e Pedro Seabra Marques, que ajudaram a equipa da Seleção Nacional Universitária de Andebol, a conquistar o 1º ouro de Portugal contra a equipa da Sérvia.

    Já na competição de Remo, André Pereira, terminou a sua participação com um 9º lugar na classificação final em provas com um nível de competição elevadíssimo, o que demonstra, o seu profissionalismo.

    Em Ténis, a UP conquistou duas medalhas de ouro e uma de prata na edição 2014/2015 do Campeonato Nacional Universitário (CNU) de Ténis pares, que decorreu entre 25 a 27 fevereiro, na cidade da Maia.Os atletas Rita Vilaça (FDUP) e Afonso Vieira (FEP) venceram o título nacional em pares misto. A dupla Rita Vilaça e Raquel Mateus sagrou-se bicampeã nacional universitária em pares femininos, vincando novamente a sua superioridade. Em pares mistos a U.Porto venceu também a medalha de prata por Raquel Mateus e Diogo Calheiros. Rita Vilaça sagrou-se bi-campeã nacional de pares mistos 2015 e Raquel Mateus vice campeã nacional também de pares mistos.

    No que concerne a Ténis de Mesa, Jorge Costa, foi um único participante português e na competição de Atletismo, a comitiva portuguesa contou com a atleta Daniela Cunha.

    Perante os excelentes resultados alcançados durante a época,a 15 de julho realizou-se a VII Gala do Desporto da UP, onde foram homenageados os atletas que contribuíram para mais um ano de vitórias.

    Fernando Parente, antigo estudante da universidade do Porto e atual membro da Comissão Executiva da Associação Europeia de Desporto Universitário (EUSA), foi o primeiro a ser galardão, recebendo o prémio Mérito Excelência.

    Posteriormente, foram reconhecidos os “vencedores do ano”  em diversas categorias, realçando Marta Abreu na Natação e Jorge Viterbo, campeão nacional universitário de Xadrez. Já na categoria “Atletas do Ano”, Joana Mota na modalidade de Ténis de Mesa, foi distinguida como “Revelação do Ano” e Maria Teres Ribeiro no Atletismo foi galardoada com o “Reconhecimento Desportivo”.

    Relativamente a outras modalidades, Natação e Futebol de 7 feminino, destacaram-se como “modalidade individual do ano” e “modalidade coletiva do ano”, respetivamente.

    Na categoria de “Técnico do Ano”, Nuno Gramaxo (Rugby) foi reconhecido e Mariana Pinto (Zumba e Pilates) foi entregue o prémio de “Instrutor do Ano”.

    Por último, André Viela, representando novamente o Xadrez, conquistou o prémio “Carreira Desportiva”.

    E, como não podia deixar de ser, foi também entregue um reconhecimento aos atletas que participaram nas Universíadas 2015.

    No entanto, os atletas da UP, não se deixaram ficar por aqui, quiseram ir “mais longe” e quanto aos Campeonatos Europeus Universitários, “motivação e dedicação” fizeram parte da “bagagem” dos atletas, que conquistaram 4 medalhas- entre as quais uma de ouro-, tendo sido o melhor ano nas competições europeias.

    Luís Silva, foi o grande vencedor da medalha de ouro, representando ao melhor nível o Karaté português. Também na mesma modalidade, Inês Rodrigues alcançou a medalha de bronze.

    No Rugby de 7´s feminino e futebol feminino, as atletas foram vice-campeãs europeias e campeãs europeias, respetivamente.

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    Uma das atletas mais prestigiadas do Rugby que também participou no Europeu Universitário de Rugby 7 é Catarina Ribeiro (nas fotos) , capitã da Seleção de Rugby 7 da UP e bicampeã nacional universitária. A atleta recebeu, no passado dia 5 de outubro, o prémio de Jogadora do Ano atribuído pela  Federação Portuguesa de Rugby.

    A Excelência Portugal falou com a atleta de 24 anos que além dtambém ajudou o Sport Clube do Porto a atingir o pódio (3.º lugar) no Campeonato Nacional de Sevens e sagrou-se vice-campeã europeia de Beach Rugby em representação de Portugal. Catarina mostrou-se extremamente feliz por poder representar a UP e o nosso país, sonha ser jogadora profissional e gostaria de ver o Rugby mais divulgado e apoiado.

    Finalista do mestrado de Ensino da Faculdade de Desporto da U.Porto (FADEUP), Catarina descobriu a paixão pelo Rugby  apenas em 2012 mas tornou-se um caso meteórico de ascensão e progressão na modalidade.

    Já em 2015, integrou a seleção nacional de Rugby Sevens que garantiu o 3º lugar no torneio europeu de repescagem para os Jogos Olímpicos do Rio de Janeiro, em 2016, cuja fase mundial se vai disputar no próximo ano.

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    No que concerne a outras modalidades, a equipa de Basquetebol 3×3 masculino estreou-se na competição, ficando com o 9ºlugar e, individual com Pedro Catarino destacou-se na prova dos afundanços.

    Em suma, depois de tantas vitórias, a U.Porto é considerada a instituição portuguesa com mais medalhas conquistadas.

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    Duches e pequenos almoços saudáveis para ciclistas da Universidade de Aveiro

    binas_UAAo quererem que cada vez mais pessoas se desloquem para as suas instalações de bicicleta, sejam alunos, professores ou funcionários, a Universidade de Aveiro (UA) apresentou um projecto inovador que promove e incentiva esta prática de vida saudável.

    Alunos da UA que se deslocam para a faculdade de bicicleta, questionaram-se se seria era possível tomar banho após chegar à universidade e antes de ir para as aulas. Tendo uma resposta afirmativa sugeriu-se a ideia à Plataforma Tecnológica da Bicicleta e Mobilidade Suave da instituição e em parceria com os Serviços de Acção Social da UA que também se juntaram à plataforma, a instituição passou a disponibilizar menus de pequenos almoços saudáveis e duches. O pequeno almoço tem preço de € 1,50 e quatro menus à disposição com um máximo de 20 utilizações mensais e o duche tem um preço de € 0,70. Os dois são independentes entre si. Para conseguir aceder a estes serviços os interessados apenas têm de se registar na plataforma dedicada ao efeito.

    Esta iniciativa entrou em vigor este ano lectivo e já conta com dezenas de aderentes. Um estudo realizado pela universidade, também este ano, concluía que existiam pelo menos 200 pessoas que se deslocavam de bicicleta para as instalações da mesma, sendo que irá ser realizado um novo estudo para perceber se este número teve um aumento significativo ou não.

    A plataforma para a Bicicleta e Mobilidade da UA conta com outros projectos como por exemplo a acção “Quintas a pedal para a UA” que desafia a comunidade académica a ir de bicicleta abdicando do carro. Projectos inovadores, saudáveis e bons para o meio ambiente.

    Fonte: UA
    Foto: DR

     

    Açores reforça aposta no Surf com os World Surfing Games em 2016

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    Este sábado, depois de terminado o SATA Azores Pro, foi anunciado por Vítor Fraga, Secretário Regional do Turismo e Transportes,  a realização nos Açores, em 2016, dos World Surfing Games, para além de mais uma edição desta etapa do mundial profissional.

    Vítor Fraga, que falava aos jornalistas na praia de Santa Bárbara, após a entrega de prémios do SATA Airlines Azores Pro, salientou que os World Surfing Games são “os jogos olímpicos do surf”, acrescentando que a presença de mais de 600 atletas oriundos de 42 países “dá mostra da dimensão que uma prova desta natureza tem e da projecção que ela trará à Região em termos daquilo que é o surf nos Açores e das potencialidades que temos para a prática desta actividade e para o desenvolvimento de um produto turístico que é o Surf hoje”.

    Os Açores assumem-se como um destino de surf, um destino de qualidade, e estes eventos servem também para isso, não só numa óptica de captação de fluxos directamente associados ao próprio evento, mas também numa óptica de promoção e de projecção da Região e de mostrarmos a qualidade que temos enquanto destino de surf

    O titular da pasta do Turismo salientou ainda que o SATA Airlines Azores Pro, cuja sétima edição terminou hoje, é um evento “onde se maximiza claramente o retorno”, frisando que este ano “atingiu mais de 200 milhões de lares, para termos uma ideia da dimensão e projecção que a Região tem com uma prova deste nível, onde estiveram envolvidas cerca de uma dezena e meia de cadeias de televisão à escala global”.

    Nesse sentido, Vítor Fraga afirmou que o objectivo“é continuar a apostar na prova”, já que a sua dimensão e qualidade “dá uma projecção muito grande à Região e à qualidade das nossas ondas para a prática de todas as modalidades associadas às ondas, não só ao nível do surf, mas também ao nível do bodyboard”.

    Fonte: Governo Regional
    Foto: DR

     

     

    Açores são um dos melhores locais do mundo para praticar Canyoning

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    O Diretor Regional do Turismo afirmou Domingo, em São Jorge, que os Açores “estão, definitivamente, no ranking dos melhores locais do mundo” para a prática do Canyoning. O Diretor Regional falava na abertura do 2.º Canynoning International Meeting Azores 2015 (CIMA), que decorre em São Jorge até 26 de setembro e reúne cerca de uma centena de participantes de diversas nacionalidades, oriundos maioritariamente de mercados considerados prioritários para os Açores, como é o caso da Alemanha, Espanha e França.

    João Bettencourt salientou que esse facto “deve-se, uma vez mais, ao sucesso das parcerias estabelecidas entre os setores público e privado, que proporcionaram a realização nos Açores de encontros internacionais, onde podemos mostrar a todos os participantes as magníficas condições que estas ilhas possuem para a prática desta modalidade”.

    O Canyoning, frisou João Bettencourt, “é um dos produtos turísticos que tem vindo a ser estruturado nos Açores e, embora recente, tem vindo a contribuir para a divulgação da Região junto de um nicho de mercado específico, que são os amantes de destinos de natureza e de aventura”.

    João Bettencourt salientou que “a procura de eventos como este contribui para a criação de dinâmicas locais, especialmente ao nível do tecido empresarial, ao proporcionar aos empresários a oportunidade não só de mostrarem a qualidade dos seus serviços, mas também de captarem e fidelizarem novos clientes, uma vez que estamos a falar de um perfil de participantes especializados, que valoriza o destino quer pelas condições naturais, quer pela qualidade dos serviços disponibilizados no mesmo”.

    “Um evento desta natureza é igualmente importante pelo seu contributo para a estruturação do produto, dado que a sua realização é antecedida por trabalhos que visam melhorar o equipamento das ribeiras e dos acessos às mesmas, pela limpeza dos trilhos e pela colocação de sinalética”, acrescentou.

    João Bettencourt destacou ainda como aspeto importante associado à realização deste encontro “a formação dada aos bombeiros de ambas cooperações de São Jorge, com a colaboração  da Proteção Civil dos Açores, versando técnicas de resgate, fundamentais não apenas para a prevenção associada a esta atividade, mas também para outros acidentes que poderão ocorrer na Região”.

    “São Jorge apresenta uma oferta capaz de satisfazer tanto os praticantes autónomos mais aventureiros, como aqueles que pretendem realizar um batismo, acompanhados pelas empresas de animação turísticas locais, em percursos mais acessíveis, mas sem perder o contato direto com a beleza natural envolvente”, afirmou o Diretor Regional, acrescentando que esta ilha “continua a ter potencial para alargar a sua já ampla oferta de ribeiras, uma vez que ainda existe um número considerável de percursos de água por explorar e por equipar”.

    João Bettencourt recordou que o CIMA “é apenas uma de diversas ações programadas na estratégia de desenvolvimento do AZORESNATUR, posicionando-nos como o melhor destino de natureza do país e um dos melhores do mundo”, desejando à organização “o maior sucesso para mais este grande evento para o turismo regional”.

     

    Fonte: Governo Regional
    Foto: Visitazores