Robôs – os novos amigos dos agricultores do Douro

O projecto, coordenado pelo Professor Raul Morais da Escola de Ciências e Tecnologia da UTAD, pretende desenvolver um protótipo de robô móvel que consiga intervir nos terrenos mais acidentados, como os da região vinícola do Douro, como nos conta a revista técnico-científica agrícola, Agrotec.

Raul Morais, doutorado em Engenharia Electrotécnica (área de microelectrónica) pela UTAD, já trabalha nesta área há muitos anos como nos apercebemos pela sua tese de doutoramento “Micro-interface Sensorial em Tecnologia CMOS com Transmissão de Dados por Rádio-frequência para Aplicações Agrícolas”, em 2004. Em 2006, conseguiu o financiamento para o projecto de recolha de dados para a vitivinicultura de precisão na Região Demarcada do Douro, projecto PTDC/EEA-ELC/73478/2006. Foi criando assim um caminho sustentado para este projecto mais recente.

Trata-se de um projecto multidisciplinar na área da Engenharia, visto incluir um vasto terreno de interesse para a instrumentação, electrónica, controlo de sistemas, tal como contou à Agrotec “a robótica móvel tem tido um maior destaque por ser uma área transversal e com aplicação em diversos campos, mas também por agregar um grande número de competências dos docentes dos cursos ancorados na Escola de Ciência e Tecnologia da UTAD. Assim, a nossa investigação nesta área tem sido direccionada para os aspectos que permitem a navegação autónoma de robôs, em terrenos de dificuldade acrescida, com o objectivo de, num futuro próximo, poder realizar operações de monitorização sensorial”. Importa referir que a vinha não é a única cultura que poderá beneficiar deste ajudante electrónico, mas também a agro-indústria, a floresta e agricultura de precisão.

Actualmente, o projecto conta já com um pequeno robô, todo-o-terreno. Este robô, equipado com várias ferramentas, desde GPS, câmaras, e outros sensores, que têm permitido, aos alunos de mestrado e doutoramento deste grupo, o desenvolvimento e optimização de diferentes algoritmos de detecção de obstáculos, trajectórias optimizadas.

Raul Morais termina, contando “Numa perspectiva de evolução a médio prazo, o passo natural é o de desenvolver ferramentas de actuação para robôs de maior porte, que possam realizar intervenções no campo sem recorrerem a operadores humanos como, por exemplo, a pulverização inteligente, o corte selectivo de matéria vegetal e a limpeza de ervas, entre outras tarefas de utilidade, nas mais variadas práticas agro-florestais”.

 

fonte: http://www.agrotec.pt/noticias/utad-desenvolve-robots-para-ajudar-agricultores-do-douro/.
foto: DR

A primeira empresa “CORK” que não vende cortiça, vende Portugal!

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Numa homenagem ao profundo orgulho na nossa língua, e tendo em conta que 80% da faturação tem origem internacional, este namming encerra um duplo sentido, intencionalmente intrigante, face a uma dificuldade de interpretação imediata, ele suscita a curiosidade que tem sido motivo suficiente para um contacto por parte das marcas, entre elas as que são hoje nossas clientes. Afinal, We Speak Portuguese.”20140208_00178

Qual o projeto mais motivador desenvolvido pela Corkbrand?

Para a Equipa da Corkbrand® todos os projetos são um desafio, mas a organização do evento Disco Fever em Angola, que consiste na festa 80s mais falada e divulgada de Luanda, é algo que transcende o nosso orgulho enquanto equipa.

É um projeto aliciante, um desafio que nos diverte e que nos envolve (e ao nosso cliente) de tal forma, que fica sempre um “vazio” após a noite da sua grande estreia. É um evento que assinamos desde 2012 e um sucesso garantido. Sempre inovador e diferenciado em cada ano. Um dia que assim não seja, Luanda vai sentir a diferença.”

De que forma se mantém relações com o mercado internacional?

Ao longo do ano, estamos envolvidos com os nossos clientes em diversos projetos e temos uma relação de grande proximidade.

Mesmo com os milhares de Km de distancia que nos separam em alguns casos, investimos permanentemente na nossa própria comunicação institucional e numa estratégia de reforço dos laços que nos mantém vivos e próximos na mente dos clientes, constituindo um fator de decisivo na escolha da agência com quem trabalham.

Uma grande cumplicidade com os nossos clientes fazem deles nossos parceiros, fornecedores e confidentes. Os nossos níveis de exigência e de compromisso são os mesmos para qualquer cliente em Portugal ou fora. São os nossos valores.

Este ano, 2015, foi uma honra poder representar os nossos clientes na maior feira de inovação e criatividade do país, FESTIVAL IN na FIL.”

Projetos futuros?

A Corkbrand® sempre se assumiu como uma marca discreta e que sempre fez questão de dar o destaque e o mérito aos Clientes e aos seus projetos.

2015 é um ano da nossa afirmação, investindo em comunicação eficaz, nos países onde estamos representados, com destaque em Portugal. A nossa participação no Festival IN, fez já parte do nosso plano de comunicação para 2015, baseado na proximidade e na inovação, apostando ainda na expansão para outros mercados. Estejam atentos!”

Recomendações?

Não se deixe levar pelo espírito de “empresário de sucesso” e comece por baixo.O seu novo projeto apenas vingará se tiver a capacidade de tomar as decisões certa, de forma a não comprometer a saúde, vida e a história da sua empresa.É o erro que muitos empresários cometem, que até mesmo antes do projeto arrancar já o mesmo não tem viabilidade.

Conheça o seu produto, acompanhe de perto a concorrência e conquiste os seus novos clientes com a verdade. E caso os primeiros tempos não sejam fáceis… É porque está no caminho certo. Paciência é a palavra de ordem.”

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fotos: DR

Garantia Mútua organiza 6º Fórum do Empreendedorismo

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Há 20 anos que a Garantia Mútua funciona como força impulsionadora das empresas portuguesas. Hoje, mais do que nunca, com o novo quadro de apoio Portugal 2020, estão preparados para continuar a dinamizar a economia.

Portugal vai receber 25 mil milhões de euros e as empresas são agora desafiadas a apresentarem projectos que se enquadrem neste grande desígnio nacional que é o desenvolvimento do país.

Venha descobrir a fórmula para o crescimento das PME no 6º Fórum de Empreendedorismo da Garantia Mútua, no Europarque, em Santa Maria da Feira, a 28 de maio. Mais do que um grande fórum, é um apelo à acção do tecido empresarial, mas também à Banca e às demais Instituições, pois é tempo de agarrar novas oportunidades!

As Associações Empresariais partilharão a sua visão sobre as novas oportunidades, também do Portugal 2020 e a Banca e a Garantia Mútua explicarão como financiar o presente e garantir o futuro.

Às empresas dos três grandes sectores da economia nacional – Primário, Secundário e Terciário –, será proposta uma reflexão sobre a fórmula para o seu crescimento. Na verdade, todas as empresas precisam de encontrar novos mercados e negócios, de potenciar a sua capacidade de inovação e de valorizar o seu capital humano.

 

Inscreva-se em: http://www.forumempreendedorismo.pt/?page_id=135

Fonte: Norgarante
Foto: DR

Barcelos – Rede de Pequenos cientistas promove o ensino da ciência

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Já imaginou como seria se todos os cientistas pudessem começar bem cedo? Logo a partir dos 4 anos de idade!

É esse o mote da Rede de Pequenos Cientistas, um movimento com o Alto Patrocino da Presidência da República, que visa promover e incentivar jovens com idades entre os 4 e os 17 anos a serem cientistas.

Este movimento foi criado por 3 professoras, como um clube numa escola de Barcelos, mas que entretanto se espalhou por todo o pais, transformando  jovens em verdadeiros cientistas, questionando tudo, motivando a curiosidade e o saber.

A Rede de Pequenos Cientistas conta como padrinhos o Nobel da Medicina de 2007, Professor Oliver Smithies e Renata Gomes, considerada pelo Jornal “i” como uma das 50 personalidades que deveria regressar a Portugal e uma das mais galardoadas jovens cientistas do Reino Unido.

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Para Renata Gomes, “A nossa função consiste em apoiar não só a rede, mas como também projectos dos jovens cientistas, oferecendo-lhes o nosso conhecimento e experiência, de forma a que estes pequenos grandes futuros possam desenvolver as suas ideias e projectos. Estes pequenos cientistas podem até ganhar a Imagine Cup da Microsoft, como aconteceu com uma jovem cientista da rede!”

Anualmente a Rede realiza um concurso, chamado de Grande Laboratório, entre todas as escolas aderentes a este programa, sendo que este ano o evento irá contar com as 3 Óscares da Ciência do Reino Unido e Militares Cientistas Portugueses e Ingleses!

A par do evento, a Rede de Pequenos Cientistas vai também oferecer Bolsas de Estudo, para patrocinar os estudos universitários destes pequenos jovens, facilitando o seu futuro como jovens cientistas que são.

 

Mais detalhes sobre a Rede de Pequenos Cientistas em: 

Website: http://redepequenoscientistas.com/ 

Facebook:https://www.facebook.com/RPcientistas

Fotos: DR

BET 24 Horas – a reportagem

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A Excelência Portugal teve a oportunidade de acompanhar o evento bet24horas na sua 3.ª edição, que terminou no passado dia 09 de maio de 2015. Um evento em que as 24 horas são, na sua totalidade, focadas somente no empreendedorismo português! Este evento tem o intuito de incentivar os jovens a serem proactivos, empreendedores. No meio de um clima de competitividade os participantes tiveram não só a oportunidade de abrir os horizontes às várias questões a ter em conta no inicio de um projecto de cariz social, startup ou na manutenção dos mesmos, como de ganhar apoios e projecção das suas ideias.
Os jovens que passaram a última etapa dos desafios foram defrontados com a necessidade de fortemente argumentar e defender as suas ideias, expostos a críticas sem papos na língua mas também aos mais honestos parabéns e ofertas de auxílio, networking! De um evento que, embora apenas alguns foram os vencedores, todos saíram a ganhar algo: experiência e conhecimento/ know how! A nossa página tem o orgulho de dar os parabéns a Romina Fernandes, que há tempos nos respondeu a uma entrevista, acerca do seu projecto conjunto com Sara Agotinho, a Pictomed. Romina Fernandes ganhou o Social Entrepreneurs Challenge/ Desafio de Empreendedorismo Social.

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Para além desta competição ocorreram, paralelamente, mais três competições! Nesta já referida, como o nome indica, concorreram projectos de cariz social e a grande conhecimento passou na passagem da ideia à prática. O prémio foi nomeadamente 1 000 euros e uma viagem à Tech Hub de Londres, para além de recolher os fundos reunidos na segunda etapa, na campanha de crowdfunding.

A segunda competição denominou-se por Challenge Social Media, que consistiu na análise de um problema de uma startup a níveis da comunicação, sendo o desafio a solução do mesmo! O prémio passou por uma viagem à Tech Hub Europeia. A terceira competição, Challenge Startup 2.0, tocou nas raízes de como desenvolver uma startup, da sua concepção ao sucesso no mercado. Com o prémio de 1 000  euros e viagem à Tech Hub de Londres. A quarta e última competição por sua vez foi a Challenge Startup 2.0 segue no mesmo sentido mas aplicando-se a startups já estabelecidas! Com um prémio de investimento de 5 000 euros e todo o conhecimento para a ampliação e projecção do negócio. Sendo que face a esta última concorrência tivemos a oportunidade de falar com dois participantes!

António Araújo e Manuel Machado Soares foram participantes no Bet 24 Horas, nomeadamente no Challenge Startup 2.0. Ambos jovens de 19 anos são sócios fundadores da empresa 100 Horas na Linha, que está no activo faz três meses. Esta empresa é especializada em serviço ao domicílio durante a noite de quinta, sexta e sábado. O serviço tem à disposição bebidas, comida, tabaco e os seus pontos de entrega são em Cascais, Lisboa e Oeiras. Estes dão o seu testemunho em forma de mensagem na matéria:

Eventos destes são de louvar! Cada vez mais têm sido feitos em Portugal eventos que promovem o empreendedorismo e agradecer ao BET por realizarem um evento deste género, que já não é a primeira vez. Aconselhamos todos os jovens a participar na próxima edição.

Presidente BET

Mas mais do que uma reflexão de participantes a Excelência Portugal falou também com o actual presidente da BET a entidade que organizou o evento! Salvador Barros acerca do que constitui o evento e da origem do mesmo:

(O Bet 24 horas é a) Oportunidade para os jovens empreendedores, isto é, jovens que têm ideias, tirarem-nas da cabeça e comecem a trabalhá-las. Portanto estas 24 horas servem para que em quatro semanas e dois momentos físicos os jovens estejam focados em empreendedorismo em vários pontos de vista. Os participantes do evento dividem-se pelas quatro competições, consoante o seu interesse, sendo o propósito específico a competição.

Quanto à entidade que impulsionou este evento:

O BET surgiu no final de 2011, naquela fase em que se falava na «geração à rasca», «geração perdida», 40% de desemprego jovem em que o mercado não atua, não os recruta… O que aconteceu entretanto é que nós quisemos contribuir para que não houvesse este pessimismo! Decidimos atuar por cima disso, ou seja, decidimos puxar pela proactividade dos jovens e foi assim que nos surgimos. E como é o que o fazemos?

Nós temos aqui uma quase fórmula mágica da forma como agimos, os “4 M’s + S”. Os termos referentes são em inglês porque temos pessoas que não são portuguesas na equipa, sendo esta língua a do elo de todos.

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O que nós queremos no fundo fazer, é ajudar os empreendedores a tirarem as ideias das suas cabeças e começarem a trabalhá-las (mindset), quando decidirem avançar com a ideia após os eventos ajudá-los de facto a encontrar a equipa perfeita (matching), ajudá-los a trabalhar em qualquer fase possível, ao máximo em termos de aconselhamento (mentoring) e depois finalmente ajudá-los a conseguir investimento junto de investidores com os quais metemos em contacto. Procuramos ajudar o empreendedor em todo o seu percurso até que já não necessite de nós e consigam assim meter as suas ideias no mercado! Dar vida aos problemas que querem resolver…”

Como tem sido a experiência na realização deste evento?

“Face ao Bet 24 Horas esta é já a sua 3.ª edição, nas outras edições o modelo era um bocado diferente. Nesta edição o processo esteve dividido em duas fases, foi uma experiência que tivemos noutros modelos de desafios que tem dado resultado, que é um compromisso com as ideias. Portanto numa primeira fase, de quatro semanas e no final os que aparecem, não há seleção, são no geral pessoas que veem por vontade própria, ou seja, a priori são os que vêem com compromisso.

Tem sido muito giro ver porque de facto as pessoas que aparecem vêem já com trabalho feito! Com qualidade e até surpreendentes com o grau de desenvolvimento. Por isso decidimos trazer este modelo para o Bet 24 Horas. Além disso a parte que achamos que acrescenta mais valor da nossa forma de actuar é o apoio e investimento como na Uniplaces, Chic By Choice, Follow Price que já conseguimos ajudar… Já ajudamos startups num levantamento superior a meio milhão de euros em quase quatro anos de actividade. Portanto tem sido muito interessante, muito reconfortante que estamos a cumprir o objectivo…”

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Fotos:  DR

Home Lovers – entrevista a Magda Tilli

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A Home Lovers nasceu quando Magda e Miguel Tilli queriam fazer uma mudança de vida. Depois de uma tentativa infrutífera no ramo imobiliário e deparados com o desemprego, decidiram ser a própria solução. Lançada no facebook, hoje esta mediadora é um caso de sucesso e uma referência no empreendedorismo.
Ajudar a encontrar a casa de sonho é o principal objectivo deste empresa que se distingue pela originalidade e pelas suas casas trendy e com alma. Conta já com 30 funcionários e espaços em Lisboa, Cascais e no Porto.
Fomos conhecer a sua casa e falar com a Magda, responsável pelo marketing. A palavra paixão foi a mais recorrente ao longo da entrevista. Nada que irá surpreender o leitor depois de a ler pois a Home Lovers deixa qualquer um apaixonado.

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Como surgiu a Home Lovers?

Em 2011, eu e o Miguel abrimos uma agência imobiliária tradicional. Passados seis meses, vimos que não estava a resultar. Foi bastante complicado porque estávamos os dois envolvidos e ficamos os dois parados. Foi aí que pensei em criar uma página no facebook, muito para ocupar o tempo que estava disponível e a paixão que continuávamos a ter pelas casas. Não tinha custos nem prejuízos. Foi muito intuitivo!

Como foi entrar num mercado à partida já sobrelotado e que acarretava algum risco?

Bem, nós já tínhamos experienciado que o modelo tradicional, com uma loja física, não ia funcionar no mercado. Quando criámos a página no facebook chamava-se inicialmente “Casas em Lisboa”, era só arrendamentos e não sabíamos concretamente o nosso conceito. Foi através de muitas tentativas e erros que se chegou a Home Lovers. Mas para entrar neste mercado para nós o que mais pesou foi a paixão. Foi a paixão pelas casas que nos fez continuar a estar neste ramo. Apenas tínhamos de mudar de direcção.

As redes sociais foram o vosso ponto de partida, neste caso, o facebook. Como foi escolher este meio?

Exactamente! Há uns anos atrás quase não havia comércio nas redes sociais e nós acompanhamos esta forte tendência crescente. Inicialmente diziam-nos que ninguém ia comprar uma casa que visse no facebook e nós viemos mostrar que é possível, se feita a abordagem certa! É muito interessante porque os nossos clientes não são apenas os últimos intermediários, os que compram as casas. Existem muitas pessoas que nos seguem e que vão vendo as casas na nossa página. Estas recomendam a outras pessoas espontaneamente, muitas vezes até com comentários nas publicações, e a divulgação decorre de uma forma muito natural.

O que de melhor se pode aproveitar destas?

Acho as redes sociais trazem, principalmente, uma enorme proximidade. Até podem não ser os compradores finais, mas é uma enorme mais valia estar tão próximo das pessoas. É um contacto não presencial mas que está muito presente. Para além disso, esta proximidade gera confiança, que é algo fundamental em qualquer marca. Existe depois a vantagem das partilhas e da divulgação, que decorre tanto virtualmente e como de “boca em boca”.

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E que o é mais difícil de lidar?

A obrigatoriedade da resposta rápida! Esta presença e facilidade das pessoas comunicarem connosco no facebook obriga-nos a ter de estar muito disponíveis a responder às perguntas e pedidos. Como as pessoas consultam as redes sociais a qualquer hora do dia, existe a tendência de perguntarem e pedirem informações fora do nosso horário de trabalho.

No início do projeto, quando éramos apenas duas pessoas, foi difícil conseguir dar sempre uma resposta com rapidez. E não tínhamos ainda um sistema de call center interno, eram os nossos números pessoais. Tínhamos pessoas a ligarem-nos ao domingo, já bem de noite! As pessoas ficam impacientes e querem muitas vezes soluções rápidas. Agora é mais fácil pois temos pessoas responsáveis por isso, mas pode ser complicado no início.

 

O que é que a Home Lovers veio acrescentar de diferente para atrair tanta atenção?

Começámos e fomos os pioneiros. Embora já haja uma maior preocupação das agências imobiliárias em estar presente nas redes sociais, termos sido os primeiros ajudou a criar uma referência. Temos também algumas características próprias. O facto de não termos uma loja mas recebermos as pessoas numa casa vai de encontro à relação que queremos ter com os nossos clientes. Temos também uma linguagem própria. A palavra imóvel não existe no nosso vocabulário! Também não temos vendedores. E tratamos o cliente sempre pelo seu nome.

Depois, viemos acrescentar um conceito diferente ao mercado. As nossas casas têm uma identidade comum.

 

Esta identidade é uma das chaves do negócio. O que é uma casa “Home Lovers”?

É uma casa pela qual nós nos apaixonámos! As nossas casas são muito diversas, temos T1 e palacetes do século XIX. Mas são todas casas onde dá gosto viver, que tem a personalidade. A localização é o segundo fator mais importante. As casas Home Lovers estão localizadas em zonas mais históricas e tradicionais mas acima de tudo zona de interesse. No início custou-nos muito rejeitar algumas casas que nos chegavam mas foi por esta seleção que conseguimos criar a nossa identidade. As casas tem um carimbo Home Lovers!

 

O facto de estarem mais perto das pessoas faz com que a escolha das casas seja mais emocional.

Claramente! Achamos que a escolha tem de ser sempre emocional. “Tenho que sentir que que pode ser minha”. O objectivo é que as pessoas sintam que possam viver nelas!

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As casas da Home Lovers parecem sempre mais alegres e acolhedoras. Como conseguem este efeito tão apelativo?

Sim, de facto damos grande atenção à forma como as casas são exposta. As casas precisam de ter movimento, de estarem habitadas, vividas. A fotografia é muito importante e investimos nesta parte desde o início. Quando vamos fotografar uma casa temos um enorme cuidado com a luz e somos muito perfeccionistas. Tentamos mostrar o potencial de viver nelas. Mas sem esquecer que uma casa inclui as pessoas e a sua vida. Muitas vezes preferimos que a estante esteja desarrumada ou o sofá com mantas porque as casas com vida são mesmo assim!

 

O que acha que os portugueses precisam para se apaixonar por uma casa?

Bem, pela minha experiência as casas de banho e a cozinha são as divisões que mais pesam na escolha entre casas. Características como os tetos trabalhados ou as madeiras também se revelam na hora de decidir.

“E pela minha, basta a mulher apaixonar-se que já não há volta a dar!” [risos.] (Miguel Tilli)

Neste momento, existe uma tendência diferente para a escolha da casa, principalmente em Lisboa. É dada uma maior importância a espaços exteriores e varandas. A luz e a própria história e contexto da casa são factores que pesam mais. Quere-se cada vez mais viver a essência do local e evitar os arredores. As famílias preferem agora estar próximas das zonas históricas e culturais, dos jardins, do mercado local. Se calhar não se importam tanto de não ter lugar de garagem pois ganham com a proximidade à cidade.

 

A própria Home Lovers é também uma casa com muitos residentes. Como é esta equipa?

Acho que também somos uma casa feliz! [Risos.] A nossa equipa é muito familiar e tentamos que cada um se sinta bem, se sinta em casa. A multidisciplinaridade é fundamental e temos pessoas de áreas diversas. Todas partilhamos a mesma paixão por esta área e temos algumas pessoas que foram nossos clientes e agora são nossos colaboradores, o que é incrível! O facto de eu o Miguel sermos um casal tem alguns contrapontos mas traz dinamismo e coerência ao projecto.

Outro aspecto que nos caracteriza é que aprendemos muito com os clientes e estamos dispostos a ouvi-los. A criação do nosso site teve origem em alguns seguidores que nos diziam que seria mais fácil organizar a pesquisa se houvesse outro suporte para além da página do facebook. É importante estarmos em sintonia e dispostos a mudar.

 

A sociedade portuguesa, em geral, julga muito os fracassos enquanto noutras o fracasso é visto como um passo necessário para o sucesso. Como foi lidar com insucesso inicial?

O primeiro choque é complicado mas depois disso temos de reagir. Como tínhamos filhos e estávamos os dois na mesma situação, não tínhamos alternativa senão seguir em frente. E esta tentativa foi fundamental para perceber o que é que não funcionava no mercado. O insucesso serve para sabermos que o caminho não é por ali e que temos de mudar de direcção. A paixão e o interesse que temos por este ramo fez com que não desistíssemos e quando vimos que podia existir uma alternativa, neste caso o facebook, decidimos apostar. E acho que fizemos bem!

 

O que espera da Home Lovers daqui a 5 anos?

Acho que é muito importante estarmos a evoluir e nunca estagnar. É preciso fazer alterações e aprender com os erros. Daí ser difícil de saber o que espero daqui a alguns anos. Sei de certeza que vamos continuar apaixonados pelas casas e com a mesma vontade de a partilhar.

Existe uma ideia de crescimento com os clientes que já experienciámos e que queremos manter. Desde os jovens que procuram a primeira casa para partilhar, depois a casa para viver com os namorados, o aparecimento dos filhos a necessidade de uma casa maior… A vida do cliente cresce com as casas e nós queremos continuar a fazer parte disso!

 

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Fotos: DR

Águas do Porto lança concurso para o desenho de garrafas oficiais da cidade

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Águas do Porto lança o concurso de ideias para desenho de garrafas para o transporte de água da torneira. O concurso é inserido no âmbito do Programa de Alteração Comportamental. No website da Águas do Porto o programa é apresentado como um

processo de mudança com quatro grandes momentos: informação, formação, alteração de atitudes e perceções e indução de novos comportamentos e consequentemente aumentar o consumo de água da rede pública do Porto.”

O concurso está aberto a profissionais e estudantes de design sem limitações de idade ou nacionalidade.

O logotipo da marca Porto terá de fazer parte da proposta final. As candidaturas podem ser submetidas até ao dia 22 de Maio e o regulamento pode ser consultado aqui .

As três melhores propostas serão premiadas com 2500, 1000 e 500 euros.

 

Fonte e Foto: Águas do Porto

Entrevista à investigadora Fátima Macedo

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A investigadora Fátima Macedo recebeu recentemente um bolsa de no valor de 140.000 dólares (cerca de 126.000 euros) pelo seu trabalho no estudo de uma doença genética rara, a Doença de Gaucher.

Fomos entrevistá-la.

 

Qual foi o seu percurso académico e científico?       

Licencie-me em Biologia pela Faculdade de Ciências da Universidade do Porto em 1996. Iniciei a minha carreira científica no IPATIMUP (Instituto de Patologia e Imunologia Molecular da Universidade do Porto), trabalhando sob a orientação da Prof. Leonor David. De seguida ingressei no programa doutoral GABBA (Programa Graduado em Áreas da Biologia Básica e Aplicada, UP), trabalhando em Imunologia com a Prof. Maria de Sousa (IBMC) e Prof. Nancy Andrews (Harvard University em Boston, USA). Desde 2005 que concílio a investigação científica com o ensino. Dá-me um grande prazer partilhar com os estudantes a minha paixão pela ciência. Atualmente, sou professora convidada na Secção Autónoma de Ciências da Saúde, Universidade de Aveiro. No campo científico sou, desde 2011, investigadora na Lysosome and Peroxisome Biology Unit (UniLiPe) do IBMC (Instituto de Biologia Molecular e Celular) no Porto, onde coordeno uma equipa de investigação que trabalha para a melhor compreensão do papel da acumulação de esfingolípidos em doenças lisossomais de sobrecarga na ativação do sistema imunológico.

O que a levou a estudar a Doença de Gaucher e em que é que consiste?

A pergunta que tem motivado a minha investigação nos últimos anos é saber de que modo os esfingolipidos condicionam a resposta de linfócitos T específicos para lípidos. A doença de Gaucher é a esfingolipidose (grupo de diferentes doenças em que há acumulação de esfingolipidos) mais frequente em todo o mundo (e neste aspeto Portugal não foge à regra), daí o meu interesse inicial no seu estudo.
Mais tarde, em 2011, foi descoberto que o principal lípido que se acumula nesta doença é capaz de ativar as células NKT (células do sistema imune) e que as células NKT são capazes de regular a atividade dos linfócitos B. Tendo em conta que os doentes Gaucher podem desenvolver mielomas e linfomas de células B, o meu interesse por esta patologia foi reforçado.

A doença de Gaucher é uma doença metabólica hereditária rara que afecta uma em cada 100000 pessoas. As manifestações clínicas desta patologia apresentam-se ao nível do sangue, órgãos internos (especialmente fígado e baço) e ossos, podendo ocorrer em qualquer idade.

 

Quais são os desafios futuros e em que aspectos este prémio vai facilitar atingir esses objectivos?

O desafio é sempre: “to do great science and to publish it before our competitors”. Este tipo de apoio financeiro é inestimável para a concretização deste objectivo.

 

foto: DR

noticia em: http://noticias.up.pt/genzyme-distingue-investigadora-do-ibmc-com-140-mil-dolares/

Manuel Ramos (Nelo) em entrevista

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Manuel Ramos, mais conhecido como Nelo, tal como os seus caiaques, foi o construtor mais medalhado nos jogos Olímpicos de Londres e é, também, considerado como o melhor construtor de caiaques do mundo.
A Excelência Portugal quis conhecer o homem e a empresa. Aqui fica a entrevista

 

Qual é a sua história com a canoagem?

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Eu fui atleta. Nasci em Angola e vim para Portugal em finais de 1975. Mais tarde, em Vila do Conde, fui para uma escola de canoagem – na altura em que ninguém conhecia a canoagem – mas na verdade fiz um bocado de uma auto-aprendizagem. Como nem havia canoagem organizada cá em Portugal comecei a competir em Espanha em ’76, até ser cá fundada a Federação Nacional de Canoagem e eu ser o primeiro campeão nacional (aí umas cinco vezes). Cheguei até a fazer um mundial e algumas provas internacionais de velocidade, que cá em Portugal não tínhamos.

A dada altura comecei a utilizar caiaques feitos por mim – comecei a trabalhar muito cedo: montei a empresa aí aos 17 ou 18 anos -, em poliéster e fibra de vidro. No início dos anos ’80 servi durante um tempo o crescimento da canoagem em Portugal já que pelo menos havia produção nacional a custos adequados ao bolso dos Portugueses.  A marca cresceu, mas como era uma modalidade curta na altura, sazonal e também porque o mercado nacional era um mercado exigente tentei fazer a minha aposta internacional. Passei por cima de Espanha para não estragar o mercado a um gestor com quem mantinha uma relação ou não baixar demasiado o preço, mas teria sido um mercado muito mais fácil já que a canoagem espanhola já tinha uma grande expressão, com provas com mais de cem anos, e havia proximidade.

A minha atitude foi aquela que acho se deve ter para se ser bom em tudo: dar passos grandes, necessariamente difíceis.  Fui para a Grã-Bretanha, onde comecei com um paleontólogo escocês que utilizava o caiaque para os seus trabalhos de investigação no Sena, Nilo, etc., e depois tentei conquistar o mercado de alta competição. Tive essa vontade: da mesma forma que competi, queria ser o melhor se estivesse nesta área. Para ser o melhor da minha zona não valeria a pena (risos). (…) Portugal é um país limitado, sem passado na canoagem, e era complicado para um gestor português impor-se num mercado em que outros países tinham expressão… mas foi essa dificuldade que me obrigou e à minha equipa a fazer um trabalho redobrado e de qualidade. Acabou por dar em chegarmos aos melhores do mundo. Foi difícil no início mas quando chegámos ao topo vínhamos com background, conhecimento, estrutura, know-how que os outros não tinham.

E como adquiriram esse conhecimento? Foi sempre por auto-aprendizagem?

Sim, sim. A grande vantagem da nossa marca é não andarmos atrás de ninguém. Naturalmente que no início tirámos ideias de outros, mas neste momento andamos à frente. Neste momento há 4, 5 fabricantes que fazem a diferença e depois há construtores que copiam os melhores barcos e os metem no mercado a um preço mais baixo.

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Que foi o que vocês se recusaram a fazer.

Naturalmente que no início copiei.  Mesmo nos primeiros Jogos Olímpicos em que ganhámos medalhas, em Atlanta, os barcos não foram desenhados por mim. Eu tinha tentado uma primeira abordagem de dois modelos que correram no Campeonato do Mundo de Maratona de Juniores – e até ganharam medalhas – mas que nos foram desautorizados no Campeonato do Mundo de Seniores porque a federação internacional entendeu que a parte de cima do barco beneficiava do vento traseiro. Acabei por ter de ganhar um pouco de arcaboiço. A seguir, nos Jogos de Sidney, já são modelos desenhados por nós que acabam por obrigar a federação internacional a mudar as regras. Fizemos 5 medalhas com barcos legais que ofereciam bastantes benefícios e obrigam à alteração da regulamentação.

E nos Jogos seguintes tornam-se fornecedores oficiais.

Somos fornecedores oficiais 4 anos depois, em Atenas – foi uma guerra tremenda com os outros fornecedores e até com a federação (…). Antes já éramos líderes em velocidade e maratona, mas com o resultado de 2004 (fomos o fabricante que mais medalhas conseguiu nuns Jogos) e tornámo-nos nos mais importantes. Depois, em Pequim, voltamos a ser fornecedores oficiais e conquistamos um número absurdo de medalhas (20 em 86). Voltamos a sê-lo em Londres e até em slalom, algo em que ninguém acreditaria porque andávamos há pouco tempo nisso (…). E tem sido esse, mais ou menos, o nosso trajecto.

Quais são as características que tornam os vossos barcos tão apreciados?  

Neste momento ganhamos praticamente tudo em caiaque, e no resto andamos taco-a-taco com outro fornecedor. Houve até uma série de finais em Londres em que só competiram barcos nossos. (…) O que nos diferencia é o conhecimento, o know-how, o serviço… uma série de circunstâncias. Fomos os primeiros a produzir barcos para todas as categorias de atletas. A nossa primeira encomenda foi para a seleção japonesa porque ninguém produzia barcos para atletas de 50kg. Haviam barcos para homens com mais de 75kg e para mulheres com menos de 75kg. Agora fazemos barcos para atletas de 50kg a 110kg, obviamente adaptados às suas características. Também fazemos um trabalho único de telemetria e um ajuste dos barcos aos atletas, razão pela qual cá temos vários centros de treino. A ideia inicial nem era essa, mas as seleções acharam a qualidade dos nossos centros tão elevada que optaram por vir para cá treinar e não só fazer ajustes. Continuamos a acompanhar as equipas que treinam noutros centros, mas só aqui vendemos 22 000 noites, o que dá para adquirir conhecimento, para recolher imensos dados de telemetria em tempo real, para fazer ajustes, para ajudar os treinadores e os atletas… É um trabalho que desenvolvemos ao longo do ano nas fases de preparação e competições (…) e que funciona como uma bola de neve. Hoje temos informação de todos os atletas que por cá passaram nos últimos 10 anos – atletas de topo- e que nas diversas competições têm acompanhamento nosso (…). Garantimos que podem estar perfeitamente descansados porque não lhes vai faltar nada. Com tudo isto garantimos que a nossa diferença para os outros é muito grande.

Falemos da modalidade em Portugal. O nosso país tem uma grande disponibilidade de recursos naturais e a fama dos desportos náuticos está a aumentar, em parte devido ao vosso contributo. Nesse cenário, prevê uma ascensão ainda maior dos atletas portugueses nos quadros internacionais?

Sim, sem dúvida. Neste momento, é provável que o desporto que mais sucesso tem seja a canoagem: nos últimos Jogos Olímpicos ganhamos uma medalha, no Campeonato da Europa do último fim-de-semana estivemos em 9 finais e arrancámos duas medalhas (…). A maior comitiva portuguesa dos próximos Jogos será a da canoagem, com certeza absoluta.

Muito graças ao vosso contributo.

Uma coisa é certa: estamos na canoagem há muitos anos, a nível internacional. Sabemos muito bem a realidade da Austrália, Japão, Alemanha, etc. e sabemos qual é o denominador comum do sucesso, que passa por massificação e objectividade. Os dirigentes portugueses absorvem um pouco do nosso conhecimento – em vez de andarem a fazer experiências têm alguma “ajuda” nossa, naturalmente. E depois, claro, ter uma empresa de renome internacional ajuda os atletas a acreditar que é possível.

Para terminarmos: quais são os projectos futuros da Nelo?

O nosso grande objectivo, obviamente, é continuarmos os melhores. Temos o nosso main business, em que somos mesmo bons, e queremos manter-nos a um grande nível, sempre inovadores, de modo a que nenhuma marca se chegue a nós. Aqui temos sempre projectos, ainda agora concluímos um no Rio de Janeiro e temos outros, pensados e solidificados, que não nos interessa largar. Depois temos projcetos em outras áreas, muitos em lume brando por levarem tempo a cimentar e por podermos não ter ainda capacidade produtiva. Estamos envolvidos no softski, no slalom e noutros em que estamos a negociar. Além do empenho na massificação da canoagem, queremos adquirir outras marcas para acrescentar valor de mercado e podermos entrar como os melhores e não como um produto de segunda escolha. Queremos ser sempre os melhores. Estamos a criar estruturas compostas pelas pessoas ligadas ao desporto. Paralelamente à formação dos colaboradores podemos adquirir estruturas já existentes. Estamos a negociar. Projectos não nos faltam, mas só avançamos com garantias de que tudo vai funcionar.

 

fotos: DR

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Evadream é a iniciativa para florir Portugal

Rua Flores 2E porque do sonho nasce muitas vezes a mudança, Tó Romano, diretor da Central Models lança um desafio a todos os portugueses: florir Portugal. A iniciativa chama-se Evadream e apresenta-nos pelo menos 10 razões para que fique claro a importância de florirmos Portugal:

  1. Um motivo para sorrirmos
  2. Sermos o País mais bonito do mundo
  3. Elevar a auto-estima dos portugueses
  4. Um elo de união entre todos
  5. Turismo em todas as regiões
  6. Qualificação dos produtos portugueses
  7. Apetência na produção nacional
  8. Oportunidades e ocupação para todos
  9. Uma nova forma de nos relacionarmos e relativizarmos
  10. Um país de afectos, bem-estar e estar bem.

Ao “excelência Portugal”, Tó Romano diz acreditar que “em cinco anos é possível mudarmos a imagem do nosso país, e assim tornarmo-nos no país mais turístico do mundo, assim como florescermos em todas as direcções

A ideia já foi abraçada pela Câmara Municipal de Lisboa que lançou o movimento “Bairros Floridos de Lisboa”, em parceria com a EGEAC, Instituto Superior de Agronomia e da Associação Nacional de Produtores de Plantas e Flores Naturais, (assinatura do protocolo pode ser vista aqui).

Movimento Lisboa

Na sua página do Facebook pode ler-se: as maiores aspirações da humanidade são a paz universal, a harmonia e o amor entre todos os seres humanos. O amor e a felicidade provêm do mundo dos afectos. A natureza e as flores têm o dom de nos atrair e de criar afectos entre os seres humanos. Vamos colocar flores nas nossas janelas?

Iniciativas de Empreendedorismo Social são excelência portuguesa.

EvadreamLogo

 

Página Oficial da iniciativa: http://www.evadream.pt/ ou https://www.facebook.com/evadream

Fotos: DR