Vhils ganha Prémio Personalidade 2015 da imprensa estrangeira

vhils-grafite[1]Depois dum processo de votação entre os sócios da AIEP – Associação da Imprensa Estrangeira em Portugal, o artista Vhils foi galardoado com o prémio Martha de Cal 2015, na tradicional festa de Natal da AIEP, que teve lugar no dia 15 de dezembro, na Sala de Arquivos da Câmara Municipal de Lisboa.

Alexandre Farto, o artista que também assina como Vhils, tem desenvolvido uma linguagem visual única com base numa estética do vandalismo derivada do seu background na pintura de graffiti e possui murais em mais de 50 cidades no mundo.

Em Janeiro, a revista Forbes divulgou a sua lista anual 30 under 30  que elege os 30 jovens com menos de 30 anos mais bem-sucedidos do mundo, em 20 categorias e Alexandre Farto (27 anos) foi eleito na categoria “Arte e Estilo”. O artista integrou esta lista com outros dois portugueses: Cristiano Ronaldo (Desporto) e Maria Pereira (Cuidados de saúde).

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Project with the ESA – European Space Agency / International Space Station Film “O Sentido da Vida” – “The Meaning of Life”

Mais de uma centena de  convidados, entre quais profissionais da comunicação e figuras ligadas a política, aplaudiram a escolha do artista cujos projectos de arte urbana levaram o nome do Portugal além fronteiras, formalmente anunciada pela Vice-Presidente e correspondente espanhola Begoña Iñiguez.

A entrega do prémio será agendada para 2016 devido aos projectos que prendem Vhils no estrangeiro até lá, o artista – que esta em Hong Kong neste momento – mostrou-se extremamente honrado pela menção, e fez questão de “alargar esta distinção a este colectivo que tudo tem feito para tornar estes projectos possíveis, assim como a esta nova geração de criativos nascidos e criados em Portugal”.

Fonte: AIEP
Fotos: DR

MESH sportswear – roupa desportiva para a mulher que ousa impressionar

mesh1A MESH sportswear é um projecto que tem cerca de 1 ano e meio e que cresceu com a ambição de oferecer às mulheres uma proposta de sportswear diferente, muito feminina e que seguisse as principais tendências da moda. Embora tenha nascido com especial enfoque no Padel – modalidade que tem atraído cada vez mais praticantes femininas no mundo, a marca já não se confina à mesma.

As amigas, Sara Leitão e Vera Eloy, consideravam que o mercado não oferecia vestuário desportivo feminino capaz de cativar a mulher que cumpre o lema da marca : “dare to impress”. A MESH veio colocar no mercado saias e vestidos coloridos e arrojados, que podem ser usados no ginásio ou fora dele.

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As duas sócias têm formação de base de Economia e Gestão da Universidade Católica, tendo a última realizado ainda uma pós-graduação de um ano em Harvard na área do empreendedorismo e ebusiness. Ambas trabalharam na área das telecomunicações (Optimus e Vodafone) e mais tarde criaram a Spoil, uma empresa líder de mercado na área da fotografia e retrato, que fez agora 10 anos de existência.

A MESH apresenta um conceito absolutamente inovador, dirigido às mulheres que querem marcar a diferença do estilo clássico e que procuram um equipamento original, divertido e muito confortável.
xMESH_banner_6.jpg.pagespeed.ic.qWl8PFGymY[1]Em declarações à Excelência Portugal, as duas responsáveis da marca confessaram ter a ambição de crescer cada vez mais no panorama internacional. Aliás, a marca arrancou primeiro no mercado internacional através da sua loja online.

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Vera Eloy e Sara Leitão

Em Portugal a MESH encontra-se à venda no El Corte Inglês, na Loja das Meias, no Clube VII, no aeroporto de Lisboa, e noutras lojas de deporto de referência no país. Online a MESH vende no site www.meshsportswear.com e na Amazon (UK, DE, ES, IT e FR).

A marca possui um showroom, em Lisboa, Rua Ruben A Leitão 4A, (Príncipe Real). Os preços rondam os 44,95€ a 89,95€.

Fonte: MESH
Fotos:
 Spoil

 

TEKEVER foi considerada a PME mais inovadora de 2015

Prémio COTEC-BPI_1Entre as 166 empresas candidatas, o Grupo Tecnológico TEKEVER foi considerado a PME mais inovadora de 2015, arrecadando o  Prémio PME Inovação COTEC-BPI, que distingue as PME que desenvolvem actividade fortemente baseada em inovação, com elevados níveis de exportações e fortes resultados económicos.

Nas palavras de Ricardo Mendes, administrador da TEKEVER, “este prémio é o resultado de um aposta real em I&D, a qual faz parte do ADN do Grupo. Fomos a primeira entidade portuguesa a vencer uma candidatura no âmbito do novo Quadro Comunitário de Apoio e gerimos uma carteira de mais de 30 milhões de euros em projectos de Investigação e Desenvolvimento”.
Outro factor valorizado pelo juri do prémio na tomada de decisão foi o elevado nível de exportação deste Grupo Tecnológico superior a 80% do volume de negócios.
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“O nosso processo de desenvolvimento de produto começa com trabalho em investigação e desenvolvimento de tecnologia base, muito em parceria com universidades e institutos internacionais. Depois, ‘produtizamos’ essa tecnologia e levamo-la para o mercado. E quando se faz isto bem, vêem-se os resultados.”, explicou Ricardo Mendes no momento de entrega do prémio.
O Prémio foi recebido pelas mãos do Exmo. Senhor Presidente da República, Anibal Cavaco Silva, no decorrer do 12.º Encontro Nacional de Inovação COTEC, que teve lugar na Culturgest em Lisboa, e atribuído pela organização em ex-aequo com a Palbit, empresa na área das ferramentas industrias.

O Grupo TEKEVER

O Grupo surge em 2001 fundado por engenheiros de informática e computação do Instituto Superior Técnico, desenvolvendo uma plataforma própria que integra tecnologias de mobilidade e de inteligência artificial para a gestão de workflows. As actividades do Grupo estão organizadas em duas grandes áreas – a de Tecnologias de Informação e a Divisão Aeroespacial, de Defesa e Segurança.

A TEKEVER é responsável pelo desenvolvimento do sistema mobile da EDP, o terceiro maior da Europa, apoiando diariamente mais 5.000 pessoas e integrando os processos de trabalho do backoffice daquela empresa. No segmento de PME, a TEKEVER desenvolveu a Mobizy, distinguida nos prémios WSA – atribuídos pela ONU – como a melhor app de negócios em 2015.
A TEKEVER desenvolve os sistemas de controlo e fabrica os aviões não tripulados (drones) que serão utilizados na vigilância marítima dos países da União Europeia no Atlântico Norte e Mediterrâneo, no âmbito de um consórcio criado pela Agência Europeia de Segurança Marítima e pela Agência Espacial Europeia. Recentemente apresentou o projecto Brainflight, fazendo uma demonstração pública inédita de um drone controlado pela mente.
A TEKEVER está ainda a afirmar-se internacionalmente no sector das comunicações espaciais e na produção de nano e microsatélites.

O principal produto da empresa na área de Espaço chama-se Gamalink, que está na base das participações da empresa em missões da Agência Espacial Europeia. Já no âmbito dos nano e microsatélites, a empresa está a ultimar o primeiro satélite feito integralmente em Portugal. Chama-se GAMASAT em homenagem a Vasco da Gama, o navegador português.

O Grupo é composto por sete empresas, com cerca de 120 colaboradores, exportando cerca de 80% de um volume de negócios próximo dos 20 milhões de euros. A empresa tem ainda subsidiárias no Reino Unido, Estados Unidos, Brasil e China.

Fontes: TEKEVER e Cotec
Fotos: DR

Tecnologia Portuguesa apresentada ao Secretário Geral da ONU e ao Secretário de Estado Norte-Americano

img_890x500$2015_12_04_14_01_36_269897[1]O CEIIA apresentou, ontem durante a tarde, o sistema mobi.me ao Secretário Geral das Nações Unidas e ao Secretário Americano, John Kerry. esta iniciativa decorreu no âmbito do Forum Caring For Climate, organizado pelo Global Compact das Nações Unidas durante a COP 21 de Paris.

Durante dois minutos, o CEIIA, posicionou o sistema mobi.me como a primeira plataforma que quantifica em tempo real a pegada ecológica da mobilidade e que permite de forma fidedigna o C02 evitado com a mobilidade. Com isto, o sistema mobi.me é uma ferramenta importante que permite, em tempo real ,os cidadãos e as organizações a alterarem comportamentos menos correctos para comportamentos mais correctos do ponto de vista de sustentabilidade.

O sistema mobi.me opera já em seis países diferentes tais como Portugal, Brasil, Espanha, Holanda, França e Inglaterra. Este momento permitiu reforçar internacionalmente a tecnologia do CEIIA, mas principalmente, posicionar o nosso país enquanto espaço que concebe e desenvolve tecnologias de baixo carbono de referência mundial.

O CEIIA foi a única entidade portuguesa presente, neste encontro, e a única entidade equiparada a PME mundial, convidada a realizar uma declaração.

Fonte: Afonso Azevedo Neves/CEIIA
Foto: DR

Lisboa quer ser a nova “capital criativa” da Europa

invest0aLisboa é referida com insistência nos media internacionais como destino de excelência, forte pólo de empreendedorismo europeu e “nova capital criativa” do velho continente. A agência Invest Lisboa atenta a este último factor de atracção acaba de lançar o seu mais recente vídeo Lisbon Your Creative Heart.

O vídeo é uma iniciativa da Invest Lisboa, agência de promoção económica de Lisboa e uma parceria entre a CML e a CCIP, com o apoio da AICEP e Baía do Tejo, com o objectivo de captar talentos das áreas criativas e artísticas para Lisboa.

O músico e produtor Makoto Yagyu (Paus + Riding Pânico), o pintor Francisco Vidal e a designer de moda e empreendedora Mónica Gonçalves foram os personagens escolhidos para demonstrar a criatividade de Lisboa. O vídeo foi produzido e dirigido pela www.todos.pt

A Invest Lisboa fez este filme por considerar que as cidades, para além de competirem pela captação de investimentos, empresas e turistas, competem cada vez mais pela captação de talentos, sejam eles empreendedores, criativos, artistas, investigadores, estudantes ou profissionais de outros sectores de actividade. A agência acredita que são os talentos que fazem a vitalidade das cidades e das economias, são os talentos que resolvem os problemas das sociedades e que Lisboa tem todas as condições para captar cada vez mais talentos e com isso melhorar a sua situação económica e qualidade de vida.

O jornal brasileiro NEXO também descobriu esta faceta da capital lusa e a jornalista Ana Freitas assina o elucidativo artigo Por que Lisboa é a nova capital criativa da Europa“. 

O artigo conta a história dos músicos Marcelo Camelo e Mallu Magalhães que se mudaram para Lisboa em 2013. Aqui aproximaram-se de um velho amigo – o baterista Fred Pinto Ferreira, de projectos como Buraka Som Sistema e Orelha Negra. Juntos, o trio formou a Banda do Mar e lançou um disco com o mesmo nome e gravado na nossa capital.

A jornalista relembra que há quem defenda até que Lisboa é a próxima Berlim e refere que incentivos económicos, preços baixos e qualidade de vida atraem jovens criativos à capital lusa. São apontados rankings e estudos internacionais que colocam Lisboa no top das melhores cidades do mundo para se viver.

A Web Summit, a arte urbana, a “cena cultural efervescente”, os incentivos para startups e os pólos tecnológicos, as características acolhedoras e a luz são destacados.

Fontes: Invest Lisboa e NEXO
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Faculdade de Arquitetura leva o Centro Histórico do Porto à China

693449_orig[1]Faculdade de Arquitetura da Universidade do Porto (FAUP) vai marcar presença na Bienal Bi-citadina de Arquitetura e Urbanismo de Shenzhen e Hong Kong 2015 (UABB 2015), que decorre de 4 de dezembro a 28 de fevereiro de 2016, na cidade de Shenzen, na China.

A participação da FAUP, coordenada pelos arquitetos e docentes Ana Neiva e Marco Ginoulhiac, e que conta com o apoio institucional da Câmara Municipal do Porto e do Atelier A+E Design, vai concretizar-se através da exposição The City, the School and the Masters que, numa aproximação ao tema proposto pela Bienal  -“Living the City” -, propõe uma reflexão em torno do Centro Histórico do Porto, classificado como Património Cultural da Humanidade, pela UNESCO, em 1996. A exposição lança um olhar sobre a história e o devir de um fragmento do coração do Porto, ilustrativo da sua identidade, das marcas geradas pelo tempo e das potencialidades que ainda encerra. Articulando a Cidade, a Escola e os seus Mestres, apresenta-se sinteticamente o mais recente sedimento na construção de um pedaço estruturante de cidade – o eixo Estação S. Bento | Ponte Luís I.

Entre os mais de quarenta projetos ensaiados para este fragmento de cidade, desde o início do século XX, nenhum alcançou completa concretização, e o espaço, que permanece expectante, tem sido objeto de discussão e leitura de modos mais ou menos abrangentes. Para enriquecer a reflexão, apresentam-se os testemunhos do Arquiteto Álvaro Siza e de estudantes da FAUP em torno de maquetes, revelando o processo de projeto da “Escola do Porto”, possibilitando simultaneamente uma discussão sobre a Cidade.

A instalação vídeo garante a atmosfera para estas conversas sobre o espaço, ao projectar a cidade real – através da captação dos seus sons, luz e gente – sincronizada com o diálogo entre os estudantes e o testemunho de Álvaro Siza. Os diferentes vídeos envolverão o visitante, tornando clara a forte ligação entre a Escola e a Cidade e levando um pouco do Porto até Shenzhen”, lê-se na proposta curatorial da exposição. A oportunidade de participação da FAUP na Bienal de Arquitectura e Urbanismo de Hong Kong e Shenzhen surge na sequência do protocolo formalizado em maio passado entre a Faculdade e o Atelier chinês A+E Design, assente num programa de estágios dirigido aos recém-licenciados e estudantes do 5º ano do Mestrado Integrado em Arquitetura da FAUP, promovido pelo Professor Marco Ginoulhiac.

Bienal Bi-citadina de Arquitectura e Urbanismo de Shenzhen e Hong Kong – UABB é, atualmente, a única Bienal dedicada aos temas do urbanismo e da arquitetura. Sediada em Shenzhen, uma das primeiras zonas económicas especiais da China, e com curadoria a cargo de Aaron Betsky, Alfredo Brillembourg, Hubert Klumpner e Doreen Heng LIUm, a UABB 2015 vai acolher 72 expositores de seis continentes em torno do tema “Re-Living The City”. A inauguração vai decorrer na antiga fábrica Dacheng Flour, na zona de Shekou, um complexo industrial construído na década de 80 que será especialmente transformado em espaço expositivo multidisciplinar para esta Bienal.

Para saber mais sobre a UABB consulte o site: http://en.szhkbiennale.org/

Fonte: UP
Foto: portopatrimoniomundial.com

 

 

“Startup Next” – o novo programa de pré-aceleração de startups em Lisboa

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O “Startup Next” é o programa de pré-aceleração de empresas tecnológicas da Techstars, de origem norte-americana, e vai ser lançado a 10 de dezembro, em parceria com a Caixa Capital, Beta-i e Startup Lisboa.

Os americanos juntam-se, assim, ao grupo de pessoas que sabem que vale a pena investir no que é português. Sabendo que o nosso portfólio de startups é cada vez maior, e mais variado, a confiança de que estas nos possam conduzir a um melhor futuro, e mais lucrativo, não esqueçamos, levam a que as apostas no mercado português aumentem.

Como é que vai acontecer?

Karina Costa, directora global do programa, referiu que o programa é liderado por “empreendedores com provas dadas” ou por investidores que podem dar feedback relevante com base na sua própria experiência. E Stephan Morais afirmou que o “facto de Lisboa fazer parte do programa Startup Next significa que a reputação do ecossistema local está cada vez mais consolidada à escala global”.

O que quer isto dizer?

A Techstars sendo uma aceleradora de empresas tecnológicas (e um fundo de investimento), com 22 programas presentes em várias cidades do mundo e 498 investimentos em 456 empresas, não aposta num qualquer sítio: E este sendo um dos principais programas de aceleração de empresas do mundo, “costuma estar em cidades onde a empresa pode testar a solidez do ecossistema antes de avançar com um programa de aceleração de forma estruturada” explicou Karina Costa.

Então, em que consiste o programa?

O Startup Next é um programa não-residente, onde as startups estarão juntas uma vez por semana durante seis sessões. No final, apresentam os seus projetos num Demo Day local e as equipas de topo da cidade são convidadas para um dia de apresentação nos Estados Unidos da América.

Por cá, o Startup Next Lisboa vai contar com a parceria da Caixa Capital, Startup Lisboa e Beta-i, associação para a promoção do empreendedorismo. E ainda com a experiência de 25 mentores, como Pedro Rocha Vieira e Ricardo Marvão (Beta-i), João Vasconcelos (Startup Lisboa), Walter Palma e Ricardo Torgal (Caixa Capital), Cristina Fonseca (Talkdesk), Luís Roquette Geraldes (MLGTA), Jaime Jorge (Codacy), Miguel Amaro (Uniplaces), entre outros.

As candidaturas terminaram a 26 de novembro, e assim, a apresentação dos projetos vai decorrer a 3 de fevereiro, no dia do evento anual da Caixa Capital.

Boas notícias acontecem todos os dias, apenas temos que saber dar-lhes o devido valor. Esta é mais uma boa notícia que permite à Excelência Portugal cumprir a missão a que se comprometeu: valorizar Portugal.

Mas mais importante do que nós sermos capazes de cumprir a nossa promessa, é que de facto estas notícias acontecem e o nosso país desenvolve-se, valoriza-se, e o mérito é dos portugueses. Assim, desejamos boa sorte a todos aqueles que irão participar neste programa, e a todos os outros que trabalham para um futuro melhor.

Foto: DR

nae – sapatos vegan (made in portugal)

nae1A nae (No Animal Exploitation) é uma marca de calçado portuguesa, com uma filosofia vegan e preocupada com a sustentabilidade ambiental: trabalha apenas com materiais alternativos ao couro, tal como a cortiça ou outras microfibras ecológicas.

O projecto nasceu em 2008 quando o casal Alejandro (espanhol) e Paula Perez (portuguesa) se conheceram na faculdade onde ambos se licenciaram em Matemática Aplicada. A opção vegan de Paula e o não usar artigos com peles animais teve uma influência determinante na detecção da oportunidade empreendedora.

A nae foi criada sob o pressuposto da não exploração animal mas aposta também no design, estilo e qualidade que já são reconhecidos do calçado português. A marca pretende ser uma alternativa para quem procura calçado português de design e que apresenta uma responsabilidade acrescida perante o meio ambiente.

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Até agora, a marca vendia apenas online e em lojas multimarca. Fruto da forte procura, a nae abre, no dia 7 de dezembro, uma loja física em Portugal. O espaço fica localizado, em Lisboa, no espaço 1.2 do Piso 1, do edifício I da Lx Factory.

A marca já vende para países como a Austrália, Áustria, Canadá, Alemanha, Itália, Holanda, Suécia, Reino Unido e Estados Unidos França e a América Latina são as próximas apostas de expansão.

Os responsáveis da marca consideram que há muitos motivos para calçar vegan e resumem a sua essência como “Consumo Ético!”. A nae utiliza sobretudo borracha natural, cortiça, linho e algodão orgânico, para além de microfibras biodegradáveis. Na próxima colecção recorrerá inclusive a micro-fibras provenientes de material reciclado como garrafas de plástico e pneus.

A empresa recorre essencialmente a fornecedores nacionais e fabrica inteiramente no nosso território.

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Fotos: DR

Jofebar celebra 30 anos com balanço anual de 30 milhões

jofebar1A Jofebar, empresa 100% portuguesa que celebra 30 anos em 2015, é especialista na produção de soluções minimalistas de janelas, com sistemas funcionais em alumínio, tendo fechado o ano 2014 com uma faturação de 30 milhões de euros associado ao sistema de janelas PanoramAH!.

Com a PanoramAH! a empresa alia a alta tecnologia suiça à produção 100% portuguesa e é líder de mercado a nível nacional e é considerada a empresa mais global internacionalmente, estando presente nos 5 continentes. Ganhou notoriedade com projetos de construção muito mediatizados, como a Casa da Música, as Casas de Ponte de Lima e o Estádio de Braga, estando agora a colaborar na construção do novo Terminal de Cruzeiros de Leixões. Apesar dos projetos em Portugal, a Jofebar tem uma grande expressão em Espanha e dedica cerca de 80% do seu trabalho ao mercado internacional, estando presente em mais de 30 países, como Angola, Bahrain, Brasil, Espanha, EUA, Grécia, Índia, Indonésia, Japão, Polónia, Reino Unido, Senegal, Singapura, Suíça, entre outros.
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Em 2015, a empresa investiu cerca de 2 milhões de euros entre a ampliação da capacidade de produção e a complementação da área de transformação dos sistemas e da produção de vidro, como parte do objetivo de concentração no lançamento de novos produtos, sendo que o mais recente foi um sistema de janela que se pode adaptar e correr em planos menos convencionais, como numa claraboia. Esta inovação foi recentemente premiada com o Best of the Best, da Red Dot, sendo a primeira vez que uma empresa portuguesa ganha a distinção máxima neste concurso.

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A Jofebar procura dar resposta a problemas reais, focando a sua atenção na arquitetura e na construção civil de prestígio, tentando ajudar arquitetos a ultrapassar as dificuldades de adaptação do processo criativo à prática. É nesse sentido que aliaram a sua elevada capacidade de produção ao rigor e precisão da tecnologia suíça, traçando o vidro estrutural como estado da arte do setor.

Fonte: Jofebar

Fotos:

1. Hurst House – Reino Unido
2. Casa da Música – Porto
3. Gymnasium Spa – Bahrain

Chic by Choice garante investimento de 1,5 milhões de euros

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A startup portuguesa Chic by Choice – que se dedica ao aluguer de vestidos de criadores internacionais – é um caso de sucesso e tem merecido elevado destaque na imprensa internacional. Mas os investidores também estão atentos e reflexo disso é o fecho de uma nova ronda de financiamento de 1,5 milhões de euros. 

A empresa fundada por Filipa Neto e Lara Vidreiro tem como accionistas a Portugal Ventures, a Faber Ventures e o The Edge Group. Nesta ronda de investimento participaram os actuais accionistas e outros investidores como Paulo Mateus Pinto, CEO La Redoute Iberia, e Nuno Miller, Head of Digital Channels da Sonae e ex-CTO da Farfetch.

Com este financiamento, a startup lusa vai poder imprimir novo fôlego à entrada nos mercados inglês e alemão. Neste último, a Chic by Choice havia já dado um passo importante, em Agosto, com a aquisição da alemã La Remia.

Aquando desta operação, Filipa Neto contou à Excelência Portugal que a mesma permitia a consolidação num já significativo mercado alemão. As fundadoras do La Remia partilharam com as empresárias portuguesas o seu entusiasmo pelas conquistas da Chic by Choice. “Elas contactaram­-nos e disseram, «olhem, estamos a gostar daquilo que vocês estão a fazer, queremos perceber um bocadinho melhor quais são os vossos planos e qual é a estratégia»”, contou Filipa. Além da empatia natural sentida entre as quatro empreendedoras, era inegável a vantagem estratégica que representaria o casamento das duas empresas. “Por um lado elas tinham todo o conhecimento do mercado local na Alemanha, e por outro, este já estava a representar, dependendo do mês, o nosso segundo ou terceiro mercado”, admitiu.

 

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