BLUECOM+ leva a Internet a zonas remotas do oceano

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O projecto pioneiro a nível mundial, liderado pelo INESC TEC, envolve também o Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA) e a MARLO AS (parceiro norueguês).

O BLUECOM+ pretende tornar possível o acesso à Internet em zonas remotas do oceano, a mais de 100 km da costa. O acesso, em banda larga e com baixo custo, recorre a  tecnologias de acesso normalizadas como o Wi-Fi e o 4G.

Este projecto baseia-se na utilização de balões de hélio ancorados, por exemplo, em bóias, embarcações ou parques eólicos, que formam uma “rede voadora” de banda larga a operar nas bandas de frequência libertadas pela televisão analógica, de modo a garantir ligações rádio de longo alcance.

O projecto, que termina em dezembro de 2016, vai permitir, por exemplo, que um utilizador numa embarcação a 100 quilómetros da costa possa aceder à Internet de banda larga usando o seu ‘smartphone’.

O BLUECOM+ pretende ser uma alternativa às comunicações via satélite. De acordo com os responsáveis do projecto, existe um grande potencial económico derivado da sua aplicação no suporte à Economia Azul, incluindo as pescas e o transporte marítimo.

Fonte: UP
Foto: DR

 

Inês Caleiro, CEO e designer da Guava, conquista Dream Award em Xangai

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Inês Caleiro, designer fundadora da Guava, foi distinguida com um Dream Award, dedicado a novos designers, dos prémios internacionais de moda e design Fashion Crowd Challenge,

Apaixonada desde sempre pela moda, Inês Caleiro conta com um percurso feito no estrangeiro, tendo chegado mesmo a estagiar na conceituada Jimmy Choo. Entre Portugal e a Noruega, é simultaneamente CEO e directora criativa da marca de calçado e acessórios.

Estar entre os top 5 jovens criadores de todo o mundo é mais do que um prémio. É uma profunda sensação de reconhecimento e felicidade. quando recebi a notícia de que tinha ganho um Dream Award nem queria acreditar. Parecia tirado de um sonho. Li e reli o e-mail várias vezes até acreditar

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A designer de 31 anos criou, em 2011, a marca que baptizou com o nome da sua fruta preferida (Goiaba). Inês é a primeira portuguesa a ser distinguida com um prémio “dedicado aos mais promissores profissionais da área e que procura projectá-los no panorama internacional de moda e design”, refere a Guava em comunicado.

Em abril de 2015, Inês Caleiro concedeu-nos uma entrevista, onde partilhou o seu percurso e os desafios deste projecto.

Visite a Guava em www.guava.shoes

 

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Instrumentos cirúrgicos desenvolvidos em Portugal patenteados no Japão

primage_14644O Japão acaba de se tornar no primeiro país a nível mundial a aprovar a patente de um conjunto de instrumentos cirúrgicos para tratamento do Síndrome do Túnel do Carpo (STC) desenvolvido em Portugal e cujo processo de patenteamento está a decorrer em mais 38 países. O autor desta inovação, o cirurgião-ortopedista Dinis Carmo, acredita que este parecer positivo alcançado no Japão poderá, em breve, “desbloquear” e acelerar os processos de patenteamento submetidos nos 28 países que compõem a União Europeia e em mais 11 países de geografias diversas, como a Austrália, Índia, Israel, Brasil, EUA, Canadá, China e México.

O Japão é um país credível, com métodos reconhecidamente rigorosos e acredito que o facto de ter concedido a patente a esta inovação no prazo de apenas 2 anos e meio se deve à eficiência e capacidade de decisão que caraterizam este país e que fazem com que seja uma das maiores potências industriais do mundo“, refere Dinis Carmo.

Entretanto, com a aprovação da patente no Japão, o cirurgião-ortopedista enuncia os próximos passos estratégicos a realizar, até que a comercialização dos instrumentos cirúrgicos naquele país seja uma realidade: “Por um lado, há que divulgar o método junto de quem pratica esta intervenção, ou seja, os cirurgiões. Nesse sentido, vamos contactar a sociedade japonesa de cirurgia da mão, bem como os principais hospitais universitários do país. Por outro lado, será fundamental celebrar um contrato de distribuição com os distribuidores de material cirúrgico locais, sendo que temos já um contacto bem estabelecido com uma empresa produtora de material cirúrgico na Coreia do Sul, a Imedicon, com uma vasta rede de distribuição internacional“, explica.

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Dinis Carmo sublinha contudo que, antes de mais, a comercialização dos instrumentos cirúrgicos à escala internacional está dependente da sua produção a nível industrial.”Neste momento estamos a trabalhar em conjunto com duas empresas nacionais – a FAMOLDE, da Marinha Grande, especialistas na confeção de moldes de plástico, e a MCM, de Braga, especialistas em metalurgia“, revela.

Quanto ao custo que a aquisição do conjunto de instrumentos cirúrgicos poderá vir a ter no Japão, o cirurgião-ortopedista esclarece que é um assunto a ser resolvido tendo em consideração os custos de produção e as recomendações dos agentes locais.”Para o universo da América do Norte, Europa e Japão estimamos um custo de cerca de 150 a 200 Euros por unidade descartável, o que é cerca de 50 a 100 Euros mais barato que outros conjuntos existentes no mercado, com a vantagem adicional de não ser necessária a utilização de qualquer outro equipamento dispendioso, como por exemplo material específico de artroscopia ou ecografia“, justifica Dinis Carmo.

O STC é uma doença caracterizada pela constrição (aperto) de um dos mais importantes nervos da mão, o nervo mediano, por debaixo de um ligamento que se encontra na região palmar da mão, zona do carpo, conhecido como o “ligamento anular do carpo” (LAC). O STC tem como consequência dores, formigueiros e adormecimentos a nível do punho, mãos e dedos, manifestando-se sobretudo no período noturno, sendo suficientemente fortes para despertarem o doente, impedindo o repouso. Contudo, os mesmos sintomas podem manifestar-se durante o dia, interferindo com as atividades diárias e o desempenho da atividade profissional. Atividades que implicam o uso repetitivo das mãos, como os teclados e os ‘ratos’ dos computadores têm vindo a ser implicadas pelo aumento do número de casos.

Segundo dados estatísticos do New York Times Health Guide (março de 2012), o número anual de casos de STC nos EUA ronda os 500 mil, sendo a segunda intervenção cirúrgica mais comum naquele país.”Como não há evidência de grandes variações na frequência desta patologia em países industrializados, tendo em conta a população japonesa, que ascende a cerca de 127 milhões de habitantes, por extrapolação, podemos calcular um número de cerca de 180 mil casos anuais“, avança Dinis Carmo.

Em Portugal, a partir do Porto, o cirurgião ortopedista já aplicou a sua técnica cirúrgica em mais de 300 pacientes, observando uma taxa de sucesso muito próxima dos 100%, sendo que a boa tolerância à intervenção permite inclusive que esta possa ser feita simultaneamente às duas mãos.

Recorde-se que a técnica cirúrgica desenvolvida por Dinis Carmo consiste em permitir a realização da intervenção cirúrgica sem cortes na palma da mão, permitindo uma cirurgia mais segura, um período pós-operatório menos doloroso, uma recuperação mais rápida, menos efeitos secundários e reações adversas, bem como uma cicatriz esteticamente próxima da perfeição, uma vez que a mesma, efetuada a nível da prega palmar distal do punho, se torna praticamente indetetável após alguns meses.

 

Fotos: DR

Investigadores da Universidade de Coimbra desenvolvem ferramenta para simplificar a administração das páginas Web

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Para ajudar a tornar a WEB mais rápida, uma equipa de investigadores do Departamento de Engenharia Informática da Universidade de Coimbra (UC) está a desenvolver uma ferramenta capaz de identificar de forma automática problemas de desempenho em websites e quais as causas que lhe estão na origem.

Para tal, a equipa tem vindo a monitorizar duas dezenas de páginas web, incluindo algumas das mais populares em Portugal e no estrangeiro, como por exemplo, SAPO, Record, Amazon e Facebook. Dois computadores consultam estas páginas de minuto a minuto e medem os tempos de resposta, com vista a identificar eventuais problemas de desempenho e quais as causas que lhe estão associadas, com origem, por exemplo, no processador, disco ou memória do servidor.

Esta abordagem mostrou-se capaz de distinguir diferentes tipos de sobrecarga e os investigadores preparam-se agora para criar algoritmos inteligentes para monitorização e deteção automática de problemas, através da colocação de pequenas extensões de código na própria página web, que auxiliam o sistema de monitorização sempre que um utilizador acede ao site.

«O tempo de resposta é crucial para quem tem negócios ou conteúdos online. Se a página demora a responder, as pessoas desistem da navegação, o que pode ser crítico em sites de vendas como a Amazon, por exemplo», ilustram Filipe Araújo, coordenador do estudo, e Ricardo Filipe, que tem vindo a realizar este trabalho no âmbito do seu doutoramento.

Por isso, o objetivo da investigação é «melhorar os tempos de resposta dos websites, através de um mecanismo de monitorização, tão pouco intrusivo quanto possível que, através de observações periódicas realizadas a partir do exterior, controle esses mesmos tempos de resposta, tal como são efetivamente sentidos pelos utilizadores comuns», sublinham os também investigadores do Centro de Informática e Sistemas da Universidade de Coimbra (CISUC).

Trata-se de uma solução que «de modo muito simples, pretende construir uma visão mais completa do desempenho dos websites, de forma a torná-los mais rápidos e interativos», concluem os investigadores.

Fonte: UC
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Fundadores da start-up portuguesa Talkdesk na lista “30 Under 30″ da Forbes

talkdesk[1]Tiago Paiva e Cristina Fonseca, fundadores da start-up portuguesa Talkdesk, estão na lista dos “30 under 30”, na categoria de tecnologia empresarial da conceituada revista norte-americana Forbes.

A Talkdesk nasceu em 2012 e está direccionada para o desenvolvimento e venda de software para call centers. A startup lusa já conta com mais de 150 colaboradores distribuídos pelos seus escritórios de Lisboa e Silicon Valley.

A start-up tem como principal objectivo, ajudar as PME (Pequenas e Médias Empresas) na criação de call centers de maneira rápida e eficaz. A empresa apresenta já uma carteira de clientes que inclui as conceituadas Dropbox, Chevrolet, wheather.com, entre outras…

A lista de 2015 contemplou  3 portugueses entre 600 nomes de várias nacionalidades. O futebolista Cristiano Ronaldo, o artista Alexandre Farto (Vhils) e a investigadora Maria Pereira foram os nossos representantes.


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3 portugueses nos “30 under 30″ da Forbes

 

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ScaleUp Porto – Uma estratégia para empresas tecnológicas

scaleup_portoA Câmara do Porto, em parceria com a Universidade do Porto, o Instituto Politécnico do Porto, o UPTEC – Parque de Ciência e Tecnologia da U.Porto e a Agência Nacional de Inovação, apresentou, no dia 17 de dezembro, a estratégia ScaleUp Porto. O objectivo é apostar num paradigma mais competitivo para a cidade e região do Porto e apoiar as startups tecnológicas locais com potencial para escalar internacionalmente.

O Município do Porto quer fixar na cidade empresas de crescimento rápido.  O edil, Rui Moreira, afirmou, na cerimónia de apresentação, que a estratégia “ScaleUp Porto.” pretende criar condições para que as pequenas empresas “ganhem outra dimensão” e, com medidas estratégicas do município, possam “sair do ninho e voar”. Neste sentido, a Câmara Municipal vai juntar os esforços dos meios académicos e empresariais.

Para Rosário Gamboa, presidente do Instituto Politécnico do Porto (IPP), é necessário que as grandes empresas possam conviver com as pequenas, encontrando “mecanismos de ensino, formal e informal” como “experiências vividas” ou obstáculos “ultrapassados”.  Sebastião Feyo, reitor da Universidade do Porto (UP), considerou que este é um trabalho de grande dimensão, que quer criar estruturas para que “gente nova” avance com empresas.

O UPTEC, um dos parceiros no projecto, acolhe 164 projectos empresariais e já graduou 32 empresas que, no seu total, já criaram cerca de 1 800 postos de trabalho qualificados.

Veniam, Kinematix, Uniplaces, Adclick, Blip.pt, Nonius Software, MOG Technologies, Gema e MOVVO são algumas das empresas com nascimento averbado no Porto e que, pelo seu rápido desenvolvimento, comprovaram a capacidade da Invicta em competir internacionalmente no sector da inovação tecnológica.

Em maio de 2016, será realizada, na cidade do Porto,  a primeira conferência Europeia dedicada ao tema de ScaleUp. Esta conferência representa um ponto de partida para a criação de uma rede Europeia para ScaleUp.

Fonte: porto.pt
Foto: ScaleUp Porto

Guimarães recebe o 4º Fórum GraPE “Graduados Portugueses no Estrangeiro”

grape2No próximo dia 28 de Dezembro Guimarães recebe a quarta edição do Fórum Anual de Graduados Portugueses no Estrangeiro (GraPE2015).

O Fórum GraPE resulta da parceria entre a AGRAFr (Association des Diplômés Portugais en France), a ASPPA (Associação de Pós-Graduados Portugueses na Alemanha), a PAPS (Portuguese American Post-graduate Society) e a PARSUK (Portuguese Association of Researchers and Students in the UK). Conta este ano com o apoio da Câmara Municipal de Guimarães e da Universidade do Minho.

Este fórum é uma iniciativa única em Portugal, de dinâmica internacional, reunindo portugueses distribuídos pelo mundo e em Portugal e promovendo o debate sobre i) a progressão das carreiras profissionais e académicas, dentro e fora de Portugal; ii) a comunidade portuguesa fora do país; iii) o papel da Diáspora na sociedade portuguesa.

Partindo da experiência de portugueses que saíram à descoberta de oportunidades pelo mundo, nas mais variadas áreas profissionais, na edição de 2015 do fórum “GraPE2015 – RE:Inventar Portugal”, pretende-se refletir sobre como podem as boas práticas internacionais contribuir para um maior avanço científico, económico e cultural do país.

Entre os vários convidados, o evento conta com a presença de Manuel Heitor (Ministro da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior), Domingos Bragança (Presidente da Câmara Municipal de Guimarães), António Cunha (Reitor da Universidade do Minho).

Informações mais detalhadas em:

http://grape.pt/2015/
https://www.facebook.com/ForumGraPE

WIME abre loja pop-up no Saldanha

wime1A startup portuguesa introduz um novo conceito que ambiciona descobrir a preferência vínica de cada um. De cara lavada e com um novo nome, a WIME revela as novidades na primeira loja pop-up que se encontra aberta ao público no Saldanha até ao inicio do próximo ano.

WIME, antigamente conhecida como O Meu Copo, alia à forte presença online, uma loja pop-up no Atrium Saldanha durante o período de Natal, até pelo menos dia 6 de Janeiro de 2016. O espaço, que pretende servir de showroom e simultaneamente salão de provas (onde o cliente é convidado a descobrir que tipo de vinho gosta), revela as seguintes novidades: um novo nome, que reflecte as intenções de expansão para mercados internacionais e um novo método de satisfação garantida para o cliente. A ideia é simples: os amantes vínicos são convidados a participar numa prova composta por quatro vinhos em que os mesmos são divididos em duas dinâmicas – complexidade / nível de fruta. Durante a prova é contado a história de cada vinho bem como todos os preciosismos dos diferentes néctares, para que depois o provador seja convidado a dar o feedback do vinho que preferiu.

wime2Essa preferência corresponde a um quadrante no mapa do paladar. Ou seja, se gostou de um Touriga Nacional da Quinta de Couquinho, por exemplo, significa que tem um paladar mais complexo e mais frutado. A WIME sugere então através de um serviço de subscrição, dois novos vinhos todos os meses, cuidadosamente curados pelo prestigiado escanção, Rodolfo Tristão, com a garantia que receberá em casa apenas os vinhos da sua preferência. Os vinhos podem ser de regiões variadas, e de castas distintas. A ideia é que se deixe surpreender e abarcar na descoberta da riquíssima oferta vínica portuguesa, com a segurança que o vinho irá sempre ao encontro do seu paladar. Se não conseguir ir ao Atrium fazer a prova, poderá fazê-la em casa através de Pack Descoberta.

No fundo, a WIME, pretende ser o sommelier privado de cada um, que além de conhecer os melhores vinhos, conhece também o seu paladar melhor que ninguém.

Fotos: Rita Palma

Vai um chocolatinho?

12112472_1042661929099751_8496122854556919424_nO chocolatinho” começou a sua história de vida, em 2013, a partir de uma pequena e confortável loja situada na freguesia de Rabo de Peixe, na ilha de São Miguel, arquipélago dos Açores. Tiago Alves, com apenas 25 anos, aproveitou a sua capacidade empreendedora para criar e desenvolver de forma autodidacta um novo conceito de Chocolate.

Dando ênfase aos sabores típicos da sua ilha materna aliado ao seu amor pela cozinha, arriscou um investimento inovador que contempla uma diversidade de sabores inigualável em bombons, trufas artesanais, e muitos outros docinhos que podemos imaginar. Tiago abraçou este projecto de corpo e alma, sendo um investimento seu e um negócio de família que tem crescido e crescido dia após dia.

“Alves Devine” é o nome dado à marca regional de chocolates criada pela “O Chocolatinho”, que tem como objectivo utilizar o máximo de sabores existentes nas ilhas dos Açores, fundindo-os com o tão aclamado chocolate Belga. Na loja podemos experimentar aproximadamente sessenta sabores diferentes, referentes não só a produtos açorianos, mas de outras origens, que passam pela pimenta da terra, pelo queijo de São Jorge, o chá verde da Gorreana, o mel dos Açores, os licores típicos da região, vinho de cheiro, lajido, o ananás dos Açores, e outros.

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Com esta brilhante ideia, Tiago alcançou um sucesso que se materializou na abertura de mais duas lojas na ilha (Ribeira Grande e Ponta Delgada). Os apaixonados, por esta variada gama de sabores, aumentam de forma exponencial e a internacionalização já é também uma realidade.

A empresa consome cerca de mil quilos de chocolate por mês e produz milhares de bombons por mês. O bombom de queijo de são Jorge é o que tem mais saída.

Após conversar com alguns consumidores deste produto, o feedback é extremamente positivo, estando todos satisfeitos com este novo conceito que nasceu na Ilha e que proporciona uma pausa mais doce para o café.

“Vai um chocolatinho?”

Fontes: Chocolatinho
Fotos: DR

Empresa portuguesa lança gin de Cereja do Fundão

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O WILD SNOW DOG Cherry Gin surge como a segunda edição/versão deste Premium Gin Português, destilado do zimbro selvagem da Serra da Estrela e acompanhado aqui pela Cereja do Fundão (a original), proveniente das encostas da Gardunha, zona de excelência da cerejeira em Portugal.

Depois da primeira edição do Wild Snow Dog – Dry Gin, a Licores Serrano, a mais antiga empresa em Portugal a trabalhar com o Zimbro, lança esta nova edição de linha frutada, usando como recursos autênticos cartões de visita da Beira Baixa. Sendo a Cereja do Fundão a estrela da companhia e a principal referência no palato, o mesmo é arredondado pelas linhas de Malápio da Serra (variedade de maçã) e Tangerina que crescem nos pomares da Cova da Beira ou pelo Medronho das míticas aldeias do xisto.

Estamos perante um produto natural. A cereja do Fundão está em maceração há mais de um ano. E por falar em cereja, a garrafa vem acompanhada por um boião com 15 cerejas para acompanhar a bebida.

A autarquia uniu-se à ideia da empresa Licores Serrano através de um protocolo que prevê, por exemplo, que a garrafa do novo gin apresente o logótipo oficial da marca “Cereja do Fundão” ou que o município integre esta bebida no referido portefólio e a divulgue nas suas acções de promoção.

Em contrapartida, a Licores Serrano só utilizará cerejas da Cerfundão (empresa de embalamento e comercialização de cereja) que é participada pela autarquia e agrega vários produtores do concelho. Parte do lucro da venda do Wild Snow Dog Cherry Gin reverterá a favor da autarquia.

Em duas semanas, a nova bebida já vendeu aproximadamente 1.400 garrafas, ao preço de 29 euros cada uma.

Fontes: Licores Serrano; Agronegócios
Foto: DR