Fundador da Farfetch vence Prémio Diáspora da COTEC

 

JN

José Neves, fundador e CEO da Farfetch, foi o vencedor da oitava edição do Prémio Empreendedorismo Inovador na Diáspora Portuguesa, promovido pela COTEC, com o alto patrocínio do Presidente da República. Concorreram 201 emigrantes.

O prémio foi entregue, esta quinta-feira, 11 de Junho, pelo Presidente da República, Aníbal Cavaco Silva.

Licenciado em Economia pela Universidade do Porto, José Neves reuniu, em 2008, os seus interesses por moda e tecnologia e lançou a Farfetch.com, uma plataforma online de comércio que agrega, promove e apoia, mais de 300 das melhores boutiques do mundo de moda multimarca, presentes em 180 países, e que não trabalham com vendas online.

O site pioneiro reúne boutiques de estilistas independentes de Paris, Nova Iorque, Milão, Bucareste, Helsínquia ou Ibiza, permitindo aos clientes comprar uma variedade incomparável de marcas e peças, oferecendo aos amantes da moda a oportunidade de satisfazer a paixão de comprar pelo mundo.

Ainda que tenha escritórios no Porto, a Farfetch.com está sedeada em Londres, onde o José Neves reside. A empresa emprega 636 pessoas em todo o mundo, sendo que mais de 300 trabalham em Portugal e 165 no Reino Unido.

O Prémio Empreendedorismo Inovador na Diáspora Portuguesa tem como objectivo central o de premiar e divulgar publicamente cidadãos portugueses que se tenham distinguido pelo seu papel empreendedor, inovador e responsável no contexto das respectivas sociedades de acolhimento e que constituam exemplos de integração efectiva nas correspondentes economias e de estímulo à cooperação entre Portugal e os respectivos países de acolhimento.

São destinatários do Prémio cidadãos portugueses que, na data da candidatura, residam no estrangeiro há mais de cinco anos.

 

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Farfetch é uma “billion dollar company”

 

Fonte: COTEC
Fotos: DR/Créditos: Robert Astley Sparke

Col-ome, uma novidade que lhe pode ser útil!

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Afinal ainda existem novas ideias por criar! Quando pensamos em algo novo e criativo a questão é sempre: “Será que já existe algo assim?” Pedro Rodrigues e Manuel Vasconcelos passaram essa barreira e juntos lançam um produto novo, criativo e útil, o Col-ome.

Trabalham ainda juntos na Nano4Life-Ibérica, que constitui a designação comercial assumida pela Oau2Work+, para a sua representação em Portugal e Espanha. Sendo que o percurso de ambos inventores se cruza em 2007, numa empresa de fabrico de equipamentos para transformação do óleo alimentar usado em biodiesel.

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[Sabia que…]

1L de Óleo (que passa numa ETAR) = €0,95 de custos (para a remoção de gorduras)

 

Na altura tivemos um certo constrangimento de que as pessoas andavam a mandar óleo para o lixo que podia ser reutilizado energeticamente (…) para além do facto da questão ambiental, o contaminar das ETARs!

Como surge a ideia de desenvolver o Col-ome?

Tudo começou aquando nos questionámos de que modo poderíamos diminuir este constrangimento de deitar o óleo pelo cano abaixo, diminuindo assim os custos que advêm às ETARs da purificação da água. Atendendo que as pessoas gostam de coisas acessíveis, simples, e com base de alguma experiência e objetos do quotidiano surge o Col-ome.

O Col-ome constitui uma embalagem original, com as qualidades acima mencionadas, para colocação do óleo alimentar utilizado, uma vez que permite que não exista a questão da utilização de um funil, ou: Onde colocar? Como colocar sem sujar?

Como caracteriza o percurso, desde a conceção da ideia, até aos dias de hoje?

Em termos gerais começámos por desenvolver os desenhos técnicos… Seguindo-se o contacto com o INEGI (Instituto de Ciência e Inovação em Engenharia Mecânica e Engenharia Industrial) que proporcionou auxílio na parte de desenvolver o protótipo, alguns testes de cargas, molde, entre outros.

Correu bem, mas existe ainda muito trabalho pela frente por ser feito, sendo que estamos atualmente ainda em fase de estudo! Estando em falta ainda pequenas alterações como a questão do suporte de modo a aperfeiçoar o produto às necessidades e realidade do consumidor!

Qual o passo que se segue para a concretização do mesmo?

O grande passo em frente diz respeito ao estudo de como comercializar o Col-ome e mais tarde essa mesma comercialização não será suficiente para terminar com o constrangimento ambiental. Mesmo que as pessoas adiram ao produto é necessário assegurar que nas várias localidades existem os devidos recipientes públicos de colocação de óleo usado, permitindo assim que o óleo não vá parar as ETARs!

Nós estimamos que, em média, pela experiência adquirida até à data, por cada habitação seja consumido, cerca de dois em dois meses 0,5 Litros de óleo no mínimo. Obviamente que varia consoante os hábitos alimentares, de pessoa para pessoa, ou mesmo em termos sazonais.

Até 2015, segundo o Decreto-lei 267/2009, existe um número mínimo de oleões a colocar por um determinado número de habitantes e a localização destes fica a cargo da entidade responsável. No entanto a quantidade de óleo que atualmente chega aos oleões é ínfima.


Nesse mesmo sentido quais os vossos objetivos futuros
?

Numa primeira fase, o foque é a implementação do Col-ome, sendo que numa segunda fase procuramos a realização de projetos-piloto em torno da colocação dos oleões em situações mais padronizadas possíveis. Comparar a quantidade obtida nos oleões entre a adesão de pessoas que utilizam o Col-ome com aquelas que não o usam a colocar o óleo nos oleões face a um local onde não existam oleões, de modo a confirmar se o objetivo é alcançado ou não.

Ligarmo-nos com esse intuito a duas entidades, como o caso das IPSS locais, ou representantes dos bombeiros para efeitos de implementação do projeto e devida gestão. Serão ações locais e esperamos certa abertura de locais, pois acaba por constituir um fator benéfico e de contenção de custos para as ETARs e poderes locais. Para além de que as pessoas adiram em prole da causa ambiental.

 

 

 

 

 

Entrevista a Sandra Correia, CEO da Pelcor

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A Pelcor é uma prestigiada marca portuguesa de produtos de moda de pele de cortiça. Sandra Correia, CEO e fundadora da Pelcor, conta-nos em entrevista o seu percurso, como venceu numa indústria masculina, como foi que alcançou o reconhecimento internacional que a Pelcor detém atualmente e quais os seus objetivos para o futuro. Prémio Mulher Mais Empreendedora da Europa em 2011, Sandra foca também temas como o papel das mulheres no mundo empresarial.

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Boa tarde Sandra, em primeiro lugar queria-lhe agradecer a sua disponibilidade para esta entrevista, acredito que a sua agenda seja muitíssimo preenchida, mas de facto quando surgiu a oportunidade de me encontrar consigo e após uma breve pesquisa sobre o seu historial não tive quaisquer dúvidas sobre o quanto posso aprender consigo, enquanto futura gestora (penso eu) mas mais abrangente ainda enquanto mulher que quer uma carreira interessante e se possível internacional e com impacto nacional, três requisitos que a Pelcor trouxe sem dúvida alguma ao seu percurso.

Se calhar antes de passarmos à Pelcor, a marca que a Sandra fundou e que tem alcançado um sucesso enorme, começamos por falar sobre si. A Sandra foi criada no mundo da cortiça e estudou Comunicação Empresarial na universidade, sempre soube que o seu caminho estava na inovação e expansão do seu negócio de família?

Não (risos). Eu quando era jovem queria ser jornalista, aliás era um sonho que tinha e por isso mesmo fui estudar Comunicação Empresarial, ou seja, publicidade, marketing, jornalismo e relações públicas, porque sempre gostei muito de comunicação e depois via os apresentadores na televisão e via repórteres na rua a fazer reportagens e… era o meu sonho, pronto, só que conforme fui fazendo os anos da faculdade comecei a aperceber-me de que afinal não era bem aquilo que eu queria, queria sim trabalhar mais na área do marketing. E foi realmente aí que eu percebi que o Marketing era a minha grande paixão. O que é que acontece, quando eu terminei a faculdade ainda trabalhei em Lisboa a vender seguros, mas eu queria pôr em prática aquilo que tinha aprendido. E então o meu pai fez-me um convite: porque é que eu não ia fazer uma experiência na fábrica e lá trabalhar durante um tempo? Foi um desafio que aceitei, como muitos outros que tenho na minha vida, e voltei para o Algarve e fui trabalhar na fábrica. E fui implementar tudo aquilo que eu tinha aprendido: boletins de comunicação interna, estabelecer a comunicação entre as pessoas, criar a newsletter da companhia… Paralelamente, ao mesmo tempo, ia para as máquinas dos trabalhadores e aprendia com eles a trabalhar a cortiça, como é que a máquina trabalhava, como é que a cortiça é antes de entrar e como é que fica depois de transformada, e como eu cresci no mundo da cortiça, comecei a sentir a cortiça como uma paixão. E pronto, a partir daí o namoro deu em casamento!

“(…) e como eu cresci no mundo da cortiça, comecei a sentir a cortiça como uma paixão. E pronto, a partir daí o namoro deu em casamento!”

Por acaso estava à espera que fosse um sim! Mas é mais interessante um não. Continuando, a Pelcor surgiu em 2003, após um período difícil vivido na Nova Cortiça e inclusivamente de excesso de matéria-prima, correto? Mas de onde lhe veio o conceito do famoso guarda-chuva em pele de cortiça?

Há vinte anos que eu trabalho nesta área, e durante dez anos, mais ou menos, fui passando estas fases todas de produção e desenvolvimento, e no fundo já dominava as áreas todas da fábrica e da empresa. Mas o mundo da cortiça é um mundo masculino, é uma indústria masculina, e como eu era uma mulher jovem, com 28/29 anos, numa indústria onde a média de idades são 50/60 anos e homens, sentia-me um bocado um “peixe fora d’água”, e tive que encontrar uma forma de me sentir melhor nesse mundo, então na altura associei-me à Associação Portuguesa das Mulheres Empresárias e fui fazer uma feira em Almeria. Por ser uma indústria masculina, tive que me impôr e impôr o meu estilo. E graças a Deus, não senti desigualdade de género. Talvez ser mulher e ser jovem fosse uma deficiência, mas também era algo a meu favor…

Diferenciador…

Exato, os homens mais velhos achavam graça, então deixavam! Deixavam eu aparecer, eu negociar, deixavam eu crescer, no fundo. Pronto, isto só para fazer aqui o meio ambiente. Quando nós tivemos em 2000 essa altura menos boa, que eu chamo de época de criatividade ou oportunidades, tivemos um excedente de matéria-prima. Eu na altura já conhecia alguns produtos em cortiça, carteiras sobretudo, umas coisas muito feias, muito artesanais. E como tínhamos cortiça a mais, porque não fazer algo diferente e mais feminino? Então, como ia estar a representar a Nova Cortiça nessa feira, pensei: vou levar o primeiro objeto que eu fizer – e o primeiro objeto foi o guarda-chuva. Porquê o guarda-chuva? Porque era um produto diferente, um produto diferenciador, também porque o fabricante dos guarda-chuvas estava perto, no Algarve, e eram pessoas que eu conhecia. E ao mostrar na feira o guarda-chuva, a apetência das pessoas foi de tal forma tão grande e…”uau”, que eu disse “pronto, aqui está, a partir daqui vou criar uma linha de acessórios de moda”, e assim nasceu a Pelcor.

A gama de produtos da Pelcor não se pode adjetivar com preços baixos, foi claro para a Sandra desde o início que a aposta seria na qualidade e que o preço se iria rever nessa alta qualidade?

Sim, de início, se calhar nos primeiros 5/7 anos, a Pelcor teve de se impôr pela qualidade, pela diferenciação, mas sobretudo teve de se impôr como uma marca que tinha que habituar as pessoas, como é que eu hei-de dizer isto…o papel da Pelcor no fundo foi abrir um novo nicho de mercado, em Portugal e lá fora, mas também entrar na cultura das pessoas e abrir um leque, uma visão nova, um novo conhecimento para as pessoas. Ou seja, as pessoas estavam habituadas a ver cortiça em rolhas, em pavimentos, mas nunca tinham pensado em cortiça como moda, e isso requeriu um grande trabalho da marca e de qualidade do produto. Quando se trabalha uma marca assim, quando se abre um setor, uma área nova, o produto nunca pode ser barato. Porquê? Porque requer estudo, requer todo o marketing à volta, requer design… Hoje, somos uma marca de moda, uma marca premium, onde realmente investimos bastante no design – temos uma diretora criativa que é a Eduarda Abbondanza, da Moda Lisboa, que nos dá toda uma visão e linguagem às coleções.

Portanto, para além de todos os custos envolvidos, apesar de a cortiça ser um material conhecidamente português, a Sandra não queria que os produtos se tornassem banais, queria sempre o fator “uau, isto é uma mala de cortiça, como é que eles fizeram?”.

Precisamente, diferenciação. E foi esse o caminho, se a Pelcor foi a primeira no mercado, antes não existia nada do género, hoje temos a Pelcor e todo o resto, que eu chamo de artesanato, que tem outra linguagem, outra marca, e ainda bem que existe porque é para outro um tipo de mercado.

Por exemplo, o que se vê muitas vezes à venda nas estações de serviço.

Sim, isso é artesanato, e foi um nicho que não existia e que graças à Pelcor foi aberto. No fundo, a Pelcor foi a pioneira, ou como eu costumo dizer, a “category one”.

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É verdade, por curiosidade, “Pelcor” é uma amálgama abreviada para “pele de cortiça”, presumo. E não é um nome português difícil de ser pronunciado por estrangeiros, foi já a pensar nisso?

Lá está, nasceu dessa analogia, pele e cortiça. Lá fora é “cork skin”. Não foi a pensar nessa facilidade, aliás se eu soubesse naquela altura o que sei hoje, tinha se calhar utilizado outro nome, se calhar não é o nome ideal, mas é um nome que não é muito usual e que fica nas pessoas, para além de que o nome hoje já ganhou a sua própria identificação e marca.

De modo a dar uma noção do nível de internacionalização da marca aos nossos leitores, pode falar um pouco sobre as conquistas lá fora? Pode-se dizer que o grande salto se deu com o convite do MoMA (Museu de Arte Moderna de Nova Iorque)?

Sim sim, foi. O convite em 2010 do MoMA para a Pelcor participar na exposição “Destination Portugal”, em que participaram variadíssimas marcas portuguesas, abriu-nos realmente a porta para a exportação. Mas é preciso um trabalho constante, e a Pelcor só começou a entrar no mercado americano passado dois anos. Ou seja, durante dois anos, se eu já estivesse preparada, com uma estrutura própria para dar seguimento, se calhar tinha entrado logo no mercado americano em 2010. E é isso que eu muitas vezes tento transmitir aos outros empreendedores, apesar de este ser um conhecimento que não vem em lado nenhum, não há nenhuma Bíblia, por mais que uma pessoa estude a vida toda nunca vai aprender como é que se faz, porque cada caso é um caso. E o meu caminho e o da Pelcor tem sido muito abrir portas, é um caminho de cabras como eu costumo dizer, porque à nossa frente não há ninguém. E agora já estou eu própria a criar a minha Bíblia!

Estamos na Europa do Norte, estamos no Japão, na China, na Austrália, nos EUA…e este último é o mercado mais desenvolvido e apetecível, porque o mercado americano gosta muito da marca, gosta muito de todo o tipo de produtos que são eco-friendly. E agora o grande desafio é potenciar a Pelcor como uma marca premium lá. Porque eu também não quero a Pelcor nos EUA apenas em lojas online que vendem tudo e mais alguma coisa, o objetivo é que a Pelcor esteja implementada nos Estados Unidos como uma Furla, uma Longchamp, uma Coach, e é para isso que estamos a trabalhar.

Quais os próximos mercados-alvo? Eu ouvi qualquer coisa sobre a América do Sul…

Sim, a América do Sul é o próximo mercado-alvo principal, porque aí temos o Brasil, temos a Argentina, o México, o Perú…e podemos ir através dos EUA.

Acontecimentos como a Madonna ser uma compradora das malas de cortiça da Pelcor, ou como a encomenda de 1500 individuais Tablemats feita por uma princesa da Arábia Saudita, ou como os desfiles na Paris Fashion Week, enchem-lhe as medidas? Deve estar muito orgulhosa de toda a sua equipa.

Sim, eu estou orgulhosa de tudo aquilo que a Pelcor tem feito. Passa muito pela resiliência, por não ter medo, concretizar, e pela equipa acreditar na minha visão, que só é possível através de uma forte comunicação interna, algo que eu prezo muito.

A Sandra já recebeu vários prémios, mas o que salta de facto à vista (até agora!) é a distinção pela parte do Parlamento Europeu como Melhor Empreendedora da Europa em 2011, seguida de outro prémio de inovação recebido em Londres, no Pure International Fashion Show. A minha pergunta é a seguinte: a Sandra acha que uma empresária deve ter consciência das dificuldades acrescidas que enfrenta por ser mulher ou deve mentalizar-se de que as oportunidades são iguais para os dois sexos e que está a competir ao mesmo nível?

Estão a competir ao mesmo nível, o facto de ser mulher ou ser homem não impede nada. O que existe está na cabeça das pessoas. Homem e mulher são iguais no sentido em que nem um vende Marte nem outro vende Vénus, vimos do mesmo mundo e vamos os dois para o mesmo mundo. O que acontece é que os homens têm características que são opositoras às características das mulheres, nem é bom ter só homens, nem é bom ter só mulheres, o ideal é a junção das duas características. As mulheres hoje têm de competir, tal e qual como os homens competem, num mundo igualitário. E ganha quem tem melhores capacidades, quem consegue capacitar-se da melhor forma, e conseguir competir ao mesmo nível, sem medos.

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Algum truque para as mulheres que hoje em dia se batem com problemas de discriminação nas empresas onde trabalham? Como por exemplo não serem nem consideradas para cargos de chefia.

Isso vai mudar. Neste momento o governo está a negociar sobre o sistema das quotas, porque atualmente temos 18 empresas (se não me engano) cotadas na bolsa e temos menos de 30% de mulheres em cargos de decisão, em conselhos de administração, etc. Esse sistema de quotas foi criado pela Noruega, porque o PM da Noruega achou que as norueguesas tinham tantas capacidades quanto os seus homens, e nos EUA esse sistema de quotas também está em vigor. Então, o que acontece é que as empresas vão ser aconselhadas até 2018 a terem 30% de mulheres no seu conselho de administração. Se até 2018 essa situação não se verificar, então o Governo português considera mesmo a hipótese de tornar obrigatória essa percentagem dentro das empresas.

As mulheres só têm realmente é de quando sentirem discriminação partilharem com as entidades que estão a ser discriminadas, e não calarem-se, porque a discriminação já é um crime, este é o primeiro ponto. O segundo ponto é imporem-se, e nas grandes empresas o sistema das quotas vai realmente levar a uma transformação na sociedade, estou plenamente confiante.

Sim, por enquanto pode ser aconselhado, até obrigatório, mas daqui a pouco tempo vai ser completamente natural, também acho.

Vai, vai, basta ver as estatísticas universitárias e 64% das licenciadas são mulheres, dados de 2014. Nós vamos ter as mulheres em peso no mercado de trabalho, inevitável, e depois isso ainda dá origem a outra coisa muito interessante que é, numa família, independentemente do tipo de família, a mulher é que geralmente tem a tomada de decisão nas compras – o que vai comprar para comer, o que vai comprar de roupas para os filhos… Se uma mulher que tem um cargo usual, ganha imaginemos 50, mas se com o sistema das quotas, as mulheres começarem a ter mais cargos de chefia, se passarem para os conselhos de administração…elas não ganham 50, elas ganham 100. E se vão ganhar mais, vão gastar mais, porque são elas que têm a decisão das compras, e se vão gastar mais a economia no seu todo vai crescer. Portanto, há todo um sistema muito interessante social e pode haver realmente uma mudança social e uma contribuição a nível económico para o país.

Nunca tinha pensado nessa perpetiva, é de facto muitíssimo interessante… Falando agora de outros projetos que a Sandra tem em mãos, após ter sido convidada para um projeto internacional de empreendedorismo promovido por Barack Obama (aliás, a única convidada(o) portuguesa), o New Beginning, decidiu trazer para Portugal a versão portuguesa desse movimento, A New Beginning For Portugal, como está a ser a adesão nacional?

Eu fiz esse programa de três semanas com mais 27 empreendedores do mundo inteiro e quando terminámos esse programa de Business, Innovation and Entrepreneurship, fomos convidados a trazer para o nosso país uma missão: o que aprendemos lá, aplicar cá. E foi isso que eu tentei fazer, convidei as pessoas a partilhar os seus sonhos comigo e com as pessoas no geral e a concretizar esses sonhos e transformá-los em negócios, com a nossa ajuda se necessário. Nós criámos então um sistema que era o Challenge 1 que consistiu em, durante três meses, as pessoas tinham que partilhar um objetivo e três metas de três áreas diferentes em prol desse objetivo, e validá-las: mente, corpo (a pessoa tem de se sentir fisicamente bem com ela própria) e espírito. E correu muito bem, éramos 200 na altura. Neste momento está a ser iniciada a segunda versão, o Challenge 2, e somos 400 membros. Em resumo, estas pessoas estão mais felizes, há marcas que foram criadas do nada, pessoas que já foram falar à televisão não sei quantas vezes, há outras empresas que já estão em fase de internacionalização e tudo. Há sucessos realmente incríveis e o projeto vai terminar dias 17 e 18 de outubro, em Lisboa, no festival ANB, onde vamos trazer empreendedores americanos que vão partilhar a sua experiência, entre outros. Palestras, workshops, concerto… Vai ser muito giro.

Muito interesante terem apostado numa visão holística, não só na parte do business, mas mas na procura de uma vida saudável, equilibrada.

É de facto essencial, para conseguirmos viver neste stress, neste mundo de energias tão grande, temos de ser um ser inteiro.

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Por fim, acha que um dos caminhos para Portugal sair de vez da crise e se livrar da imagem que esta deixou sobre o país lá fora é apostar nas empresas que, tal como a Pelcor, pegam nos recursos naturais de Portugal e se focam na qualidade e inovação e não na produção em massa?

Portugal tem de apostar nos produtos de nicho de mercado. Portugal nunca será um país de produção em massa, porque somos pequeninos e comparativamente não temos essas capacidades. Temos sim de apostar nas nossas PMEs e temos de aprender muito a nível de marketing, como vender bem os nossos produtos, as nossas marcas, e ir lá para fora para internacionalizar, exportar, sempre mantendo as qualidades que Portugal tem.

 

Fotos: DR

FEP de Prata na 1ª edição do “The Economist Undergraduate Case Competition”

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O desafio lançado pela competição, promovida pelo conceituado jornal “The Economist” e pela Kerrisdale Capital, consistia em realizar um ensaio sobre um mercado/empresa que se encontra sobreavaliado e poderá entrar em falência em 2020, tal como o título indica “Find a Zero: Which Billion Dollar Company Will be Bankrupt by 2020″. Foram 18 as equipas participantes, cada uma constituída por três alunos de licenciatura, provenientes de todos os cantos do planeta, sendo que a equipa da FEP foi a única representante da Península Ibérica.

A equipa da FEP, composta por José Maria Antunes, Inês Rocha e Maria Manuel Coutinho e orientada pela Professora Renata Blanc, dissertou sobre a extratora e distribuidora de carvão Peabody Energy. Após uma análise extensiva e decomposta em três passos, como explicado no site da competição (…), a equipa da FEP  afirmou que “após uma análise focada no comportamento da empresa (Peabody Energy), nos seus pares, nas cinco maiores tendências que acreditamos que irão atacar este sector e ainda uma análise financeira que torna mais abrangente a nossa perspectiva do problema e dá fundamentos para a nossa hipótese final: a Peabody Energy vai entrar em recessão e vai entrar em falência nos próximos cinco anos”.

Esta análise completa pode ser consultada no site (http://www.economist.com/whichmba/mba-case-studies/case-study-competition-2015/fep-school-economics-and-management-university-porto) e valeu à FEP o segundo lugar nesta competição e o prémio monetário de 5.000 dólares.

Este é mais um reconhecimento internacional da equipa da FEP International Case Team que tem vindo a acumular prémios internacionais.

 

Investigação da Universidade de Coimbra financiada pela Google

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Uma equipa de investigadores da Faculdade de Ciências e Tecnologia da Universidade de Coimbra (FCTUC) desenvolveu um novo modelo informático, relevante para a aplicação de uma nova geração de sistemas de reconstrução 3D de ambientes urbanos.

Serviços como o “Google Street View” dão uma perspetiva 3D das ruas, mas estão limitados ao ponto de vista do veículo que capturou as imagens. Proporcionando uma experiência imersiva, em que o utilizador navega livremente pelas ruas, a equipa de investigadores de Coimbra criou um sistema que obtém reconstruções 3D detalhadas de cidades.

O projeto chamou a atenção da Google, que o selecionou no âmbito de um concurso mundial de ideias muito competitivo, com taxas de aceitação na ordem dos 15 %, e posteriormente o financiou.

A pesquisa, iniciada em janeiro de 2014, reúne dois grupos de investigação do Departamento de Engenharia Eletrotécnica e de Computadores (DEEC) da UC – Instituto de Sistemas de Robótica e Instituto de Telecomunicações.

A grande novidade desta tecnologia, que se encontra em fase protótipo (demonstração disponível em: https://www.youtube.com/watch?v=OeYEwq-8TBI), afirmam os investigadores Carolina Raposo, João Barreto e Gabriel Falcão, «é que este algoritmo tem por base a utilização de planos, não só para descrever a cena, mas também para calcular o movimento da câmara. Isto faz com que os modelos em 3D sejam gerados automaticamente e armazenados de forma muito compacta (ao contrário dos métodos existentes que trabalham com nuvens de pontos), permitindo a sua rápida transmissão.»

Uma outra vantagem da utilização de planos, prosseguem os investigadores, reside no facto de «esta tecnologia ser capaz de trabalhar com um número reduzido de imagens. Isto acontece porque é frequente que o mesmo plano seja “visto” pelas câmaras em posições distantes, permitindo recuperar o movimento. Tal não se verifica com os métodos atuais que requerem que as imagens sejam adquiridas em posições fisicamente próximas e, consequentemente, necessitam de muito mais informação.»

Adicionalmente, este sistema usa arquiteturas de processamento paralelo para acelerar bastante o tempo de computação, gerando automaticamente os mapas em 3D e armazenando a informação no servidor.

 

Fonte: Universidade de Coimbra e Universia
Fotos: DR

Instituto de Design acolhe a estreia da START POINT em Guimarães

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A Associação Académica da Universidade do Minho (AAUM), através do LIFTOFF -­‐ Gabinete do Empreendedor da AAUM, organiza em parceria com a Câmara Municipal de Guimarães, a STARTPOINT Ignition. Este evento realiza-­‐se pela primeira vez em Guimarães, tendo vindo a ser reconhecido como uma importante iniciativa para a promoção do empreendedorismo e da empregabilidade jovem. A versão Ignition da START POINT tem lugar no dia 27 de maio (quarta-­‐feira) nas instalações do Instituto de Design de Guimarães entre as 10h30 e as 20h.

Nas 3 edições anuais realizadas de Braga para a região, a START POINT conseguiu mobilizar mais de dez mil participantes. O evento tem sido um sucesso de ano para ano e prova disso mesmo é o leque de empresas inscritas para a START POINT Ignition (consultar anexo). A organização pretende assim replicar o êxito conseguido em anos transatos para outra cidade da região Minho onde a Universidade do Minho está implantada. A START POINT Ignition representa a edição de arranque da START POINT enquanto evento anual aglutinador de iniciativas e agentes fortemente relacionados com os temas da inovação, empreendedorismo e empregabilidade. O objectivo da realização desta iniciativa na Cidade Berço, é voltar a proporcionar o contacto direto entre os jovens/adultos e o mercado de trabalho, propiciando a divulgação de oportunidades profissionais, o desenvolvimento de competências e o networking dos participantes.

A START POINT Ignition em Guimarães vai ser um espaço de múltiplas atividades, composto por apoio técnico (na área do emprego e empreendedorismo) e atividades complementares como talks, formações e workshops. Durante esta iniciativa, as instalações do IDEGUI vão estar capacitadas para a realização de atividades em simultâneo, através dos seguintes espaços: Dot Conhecimento e Dot Oportunidades.

O evento voltará a assumir um formato inovador, funcionando de forma a que os seus intervenientes tenham um contacto mais pessoal e direto, numa relação de proximidade efetiva.

Para mais informações, consultar o endereço www.liftoff.aaum.pt.

 

Listagem de empresas presentes na STARTPOINT Ignition

  • ADRAVE | Agência de Desenvolvimento Regional
  • ALENTO Recursos Humanos e Consultoria Lda
  • Arts & Skills | Formação Consultoria e Inovação Lda
  • Associação Académica da Universidade do Minho
  • Associação de Antigos Estudantes da Universidade do Minho
  • Associação Industrial do Minho
  • Avepark | Parque de Ciência e Tecnologia SA
  • Banco ActivoBank SA
  • Bicminho | Oficina da Inovação – Empreendedorismo e Inovação Empresarial SA
  • Business Skills | Desenvolvimento Empresarial
  • Catim | Centro de apoio tecnológico à indústria metalomecânica
  • Centro de Negócios Ideia Atlântico
  • Centro Regional de Braga da Universidade Católica Portuguesa
  • Creativesystems, SA
  • Danke Advertising
  • Delphi Automotive Systems
  • Direção Regional do Norte do Instituto Português do Desporto e Juventude
  • Divisão de Desenvolvimento Económico da CMGuimarães
  • EDIT VALUE® Consultoria Empresarial
  • EDIT VALUE® Formação Empresarial
  • Efacec
  • Euromex | Facility Services
  • Fábrica ASA
  • Fábrica de Startups
  • Gestamp Aveiro, SA
  • GetGreen
  • Grupo Casais
  • Grupo Pinto Brasil
  • IES Social Business School
  • Inova-Ria | Associação de Empresas para uma Rede de Inovação
  • IT Sector
  • Lion of Porches
  • McDonald’s
  • Megatrónica Lda
  • Millenniumbcp Microcrédito
  • Multitendas
  • Negócios na Hora
  • Novo Banco
  • Nutrium
  • Piep | Pólot de Inovação em Engenharia de Polímeros
  • SimHome
  • Startup Braga
  • The Talent City
  • Talent Search People
  • TecMinho
  • Tiffosi
  • The Factory Tribe, Lda
  • YUPI – Youth Union of People With Initiative
  • WiC

Robôs – os novos amigos dos agricultores do Douro

O projecto, coordenado pelo Professor Raul Morais da Escola de Ciências e Tecnologia da UTAD, pretende desenvolver um protótipo de robô móvel que consiga intervir nos terrenos mais acidentados, como os da região vinícola do Douro, como nos conta a revista técnico-científica agrícola, Agrotec.

Raul Morais, doutorado em Engenharia Electrotécnica (área de microelectrónica) pela UTAD, já trabalha nesta área há muitos anos como nos apercebemos pela sua tese de doutoramento “Micro-interface Sensorial em Tecnologia CMOS com Transmissão de Dados por Rádio-frequência para Aplicações Agrícolas”, em 2004. Em 2006, conseguiu o financiamento para o projecto de recolha de dados para a vitivinicultura de precisão na Região Demarcada do Douro, projecto PTDC/EEA-ELC/73478/2006. Foi criando assim um caminho sustentado para este projecto mais recente.

Trata-se de um projecto multidisciplinar na área da Engenharia, visto incluir um vasto terreno de interesse para a instrumentação, electrónica, controlo de sistemas, tal como contou à Agrotec “a robótica móvel tem tido um maior destaque por ser uma área transversal e com aplicação em diversos campos, mas também por agregar um grande número de competências dos docentes dos cursos ancorados na Escola de Ciência e Tecnologia da UTAD. Assim, a nossa investigação nesta área tem sido direccionada para os aspectos que permitem a navegação autónoma de robôs, em terrenos de dificuldade acrescida, com o objectivo de, num futuro próximo, poder realizar operações de monitorização sensorial”. Importa referir que a vinha não é a única cultura que poderá beneficiar deste ajudante electrónico, mas também a agro-indústria, a floresta e agricultura de precisão.

Actualmente, o projecto conta já com um pequeno robô, todo-o-terreno. Este robô, equipado com várias ferramentas, desde GPS, câmaras, e outros sensores, que têm permitido, aos alunos de mestrado e doutoramento deste grupo, o desenvolvimento e optimização de diferentes algoritmos de detecção de obstáculos, trajectórias optimizadas.

Raul Morais termina, contando “Numa perspectiva de evolução a médio prazo, o passo natural é o de desenvolver ferramentas de actuação para robôs de maior porte, que possam realizar intervenções no campo sem recorrerem a operadores humanos como, por exemplo, a pulverização inteligente, o corte selectivo de matéria vegetal e a limpeza de ervas, entre outras tarefas de utilidade, nas mais variadas práticas agro-florestais”.

 

fonte: http://www.agrotec.pt/noticias/utad-desenvolve-robots-para-ajudar-agricultores-do-douro/.
foto: DR

A primeira empresa “CORK” que não vende cortiça, vende Portugal!

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Numa homenagem ao profundo orgulho na nossa língua, e tendo em conta que 80% da faturação tem origem internacional, este namming encerra um duplo sentido, intencionalmente intrigante, face a uma dificuldade de interpretação imediata, ele suscita a curiosidade que tem sido motivo suficiente para um contacto por parte das marcas, entre elas as que são hoje nossas clientes. Afinal, We Speak Portuguese.”20140208_00178

Qual o projeto mais motivador desenvolvido pela Corkbrand?

Para a Equipa da Corkbrand® todos os projetos são um desafio, mas a organização do evento Disco Fever em Angola, que consiste na festa 80s mais falada e divulgada de Luanda, é algo que transcende o nosso orgulho enquanto equipa.

É um projeto aliciante, um desafio que nos diverte e que nos envolve (e ao nosso cliente) de tal forma, que fica sempre um “vazio” após a noite da sua grande estreia. É um evento que assinamos desde 2012 e um sucesso garantido. Sempre inovador e diferenciado em cada ano. Um dia que assim não seja, Luanda vai sentir a diferença.”

De que forma se mantém relações com o mercado internacional?

Ao longo do ano, estamos envolvidos com os nossos clientes em diversos projetos e temos uma relação de grande proximidade.

Mesmo com os milhares de Km de distancia que nos separam em alguns casos, investimos permanentemente na nossa própria comunicação institucional e numa estratégia de reforço dos laços que nos mantém vivos e próximos na mente dos clientes, constituindo um fator de decisivo na escolha da agência com quem trabalham.

Uma grande cumplicidade com os nossos clientes fazem deles nossos parceiros, fornecedores e confidentes. Os nossos níveis de exigência e de compromisso são os mesmos para qualquer cliente em Portugal ou fora. São os nossos valores.

Este ano, 2015, foi uma honra poder representar os nossos clientes na maior feira de inovação e criatividade do país, FESTIVAL IN na FIL.”

Projetos futuros?

A Corkbrand® sempre se assumiu como uma marca discreta e que sempre fez questão de dar o destaque e o mérito aos Clientes e aos seus projetos.

2015 é um ano da nossa afirmação, investindo em comunicação eficaz, nos países onde estamos representados, com destaque em Portugal. A nossa participação no Festival IN, fez já parte do nosso plano de comunicação para 2015, baseado na proximidade e na inovação, apostando ainda na expansão para outros mercados. Estejam atentos!”

Recomendações?

Não se deixe levar pelo espírito de “empresário de sucesso” e comece por baixo.O seu novo projeto apenas vingará se tiver a capacidade de tomar as decisões certa, de forma a não comprometer a saúde, vida e a história da sua empresa.É o erro que muitos empresários cometem, que até mesmo antes do projeto arrancar já o mesmo não tem viabilidade.

Conheça o seu produto, acompanhe de perto a concorrência e conquiste os seus novos clientes com a verdade. E caso os primeiros tempos não sejam fáceis… É porque está no caminho certo. Paciência é a palavra de ordem.”

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fotos: DR

Garantia Mútua organiza 6º Fórum do Empreendedorismo

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Há 20 anos que a Garantia Mútua funciona como força impulsionadora das empresas portuguesas. Hoje, mais do que nunca, com o novo quadro de apoio Portugal 2020, estão preparados para continuar a dinamizar a economia.

Portugal vai receber 25 mil milhões de euros e as empresas são agora desafiadas a apresentarem projectos que se enquadrem neste grande desígnio nacional que é o desenvolvimento do país.

Venha descobrir a fórmula para o crescimento das PME no 6º Fórum de Empreendedorismo da Garantia Mútua, no Europarque, em Santa Maria da Feira, a 28 de maio. Mais do que um grande fórum, é um apelo à acção do tecido empresarial, mas também à Banca e às demais Instituições, pois é tempo de agarrar novas oportunidades!

As Associações Empresariais partilharão a sua visão sobre as novas oportunidades, também do Portugal 2020 e a Banca e a Garantia Mútua explicarão como financiar o presente e garantir o futuro.

Às empresas dos três grandes sectores da economia nacional – Primário, Secundário e Terciário –, será proposta uma reflexão sobre a fórmula para o seu crescimento. Na verdade, todas as empresas precisam de encontrar novos mercados e negócios, de potenciar a sua capacidade de inovação e de valorizar o seu capital humano.

 

Inscreva-se em: http://www.forumempreendedorismo.pt/?page_id=135

Fonte: Norgarante
Foto: DR

Barcelos – Rede de Pequenos cientistas promove o ensino da ciência

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Já imaginou como seria se todos os cientistas pudessem começar bem cedo? Logo a partir dos 4 anos de idade!

É esse o mote da Rede de Pequenos Cientistas, um movimento com o Alto Patrocino da Presidência da República, que visa promover e incentivar jovens com idades entre os 4 e os 17 anos a serem cientistas.

Este movimento foi criado por 3 professoras, como um clube numa escola de Barcelos, mas que entretanto se espalhou por todo o pais, transformando  jovens em verdadeiros cientistas, questionando tudo, motivando a curiosidade e o saber.

A Rede de Pequenos Cientistas conta como padrinhos o Nobel da Medicina de 2007, Professor Oliver Smithies e Renata Gomes, considerada pelo Jornal “i” como uma das 50 personalidades que deveria regressar a Portugal e uma das mais galardoadas jovens cientistas do Reino Unido.

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Para Renata Gomes, “A nossa função consiste em apoiar não só a rede, mas como também projectos dos jovens cientistas, oferecendo-lhes o nosso conhecimento e experiência, de forma a que estes pequenos grandes futuros possam desenvolver as suas ideias e projectos. Estes pequenos cientistas podem até ganhar a Imagine Cup da Microsoft, como aconteceu com uma jovem cientista da rede!”

Anualmente a Rede realiza um concurso, chamado de Grande Laboratório, entre todas as escolas aderentes a este programa, sendo que este ano o evento irá contar com as 3 Óscares da Ciência do Reino Unido e Militares Cientistas Portugueses e Ingleses!

A par do evento, a Rede de Pequenos Cientistas vai também oferecer Bolsas de Estudo, para patrocinar os estudos universitários destes pequenos jovens, facilitando o seu futuro como jovens cientistas que são.

 

Mais detalhes sobre a Rede de Pequenos Cientistas em: 

Website: http://redepequenoscientistas.com/ 

Facebook:https://www.facebook.com/RPcientistas

Fotos: DR