Vinhos portugueses registam recorde de vendas

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O primeiro semestre do ano bateu um novo recorde nas exportações portuguesas de vinho, atingindo um máximo histórico de 328 milhões de euros, um crescimento de 4.6% face ao ano anterior.

O presidente do Instituto da Vinha e do Vinho (IVV), Frederico Falcão, destaca, em entrevista ao dinheiro vivo, que “esta trajectória de crescimento coloca o sector em vias de atingir o sexto ano consecutivo de crescimento nas exportações de vinho. Dados muito positivos e que mostram bem o resultado do trabalho das empresas do sector, da ViniPortugal e do apoio que é disponibilizado para promover os vinhos portugueses”

Já o presidente do Instituto dos Vinhos do Douro e Porto, Manuel Cabral, alerta para o facto dos vinhos desta região serem bastante permeáveis ao comportamento dos mercados de destino, como Angola e França. No entanto, Angola é já o segundo maior mercado de exportação dos vinhos do Douro. Já em França, houve uma quebra de compra nas quantidades e no valor gerado.

Boas notícias chegam dos ‘Verdes’, com vendas totais a aumentar 3%, sendo que o alvarinho cresce 10% e o loureiro 24. As exportações da região dos Vinhos Verdes atingiram os 36 milhões de euros até Junho, um aumento de 10% face a ano anterior. Manuel Pinheiro destaca a presença nos mercados dos EUA (com um aumento de 20%) e o Japão (com o crescimento de 45%).

Por fim, o Dão e Lisboa continua a dar cartas, 65% de toda a produção da região já é destinada à exportação, com os países Nórdicos, Brasil, EUA, Benelux, Angola, Rússia a destacarem-se como principais mercados, diz Vasco D’Avillez.

Boas perspectivas para a próxima vindima, com um crescimento esperado de 8% de produção, atingindo um volume de 6.7 milhões de hectolitros – são estas as previsões do Instituto da Vinha e do Vinho. 2015 será então um ano histórico e já há quem o compare com 2011, quando praticamente todas as casas de Porto foram ano vintage.

 

Fonte: Dinheiro Vivo
Foto: Conexão Lusófona

“Um Gumelo se faz favor”

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Se lhe dissessem que pode cultivar cogumelos frescos a partir de borras de café, se calhar não acreditaria… Mas a Gumelo -­ uma startup portuguesa que teve início em 2009 e que juntou três amigos de infância – iria provar-­‐lhe o contrário.

O conceito é criativo e surgiu quando o fundador, João Cavaleiro biólogo de formação teve acesso a um estudo produzido no México que despertou nele a curiosidade e a vontade de produzir cogumelos sustentáveis. Chamou dois dos seus amigos de infância, Tiago Marques designer e responsável pelo branding e comunicação da Gumelo e Rui Apolinário farmacêutico que colocou a visão empresarial no projecto.

Mas então o que é a Gumelo? A Gumelo é um projecto que permite criar cogumelos a partir de borras de café e que pode cultivar em casa através de um processo simples que permite o acompanhamento do microrganismo até estar pronto a ser colhido. A startup conta com cinco produtos diferentes, três cogumelos gourmet, um Pre Gumelo e ainda “O Meu Primeiro Gumelo” direccionado para os mais novos onde para além de semearem os cogumelos e acompanharem o seu crescimento, tem a oferta de lápis de cor e podem colorir o seu “vaso Gumelo”. Se comprar as caixas do “Meu Primeiro Gumelo” está a contribuir com 1€ para a Fundação do Gil.

Este projecto ecológico permite transformar do que era desperdício um alimento com alto valor nutritivo, saudáveis , ricos em proteínas, com vários benefícios para a saúde e acima de tudo saborosos sem recurso a aditivos ou conservantes.

A empresa já exporta para o Reino Unido, Suécia e continua a procurar mais mercados internacionais, sendo que Brasil, Espanha e países do Norte da Europa são apostas. Já acumulou vários prémios dois deles portugueses em 2014 “Produto do ano 2014” e “Food & Nutrition Awards 2014” em produto inovação e um internacional o terceiro lugar no “SIAL Innovation 2014 Grand Prix”. A compra dos Gumelos pode ser feita no site, em concepts stores e em lojas gourmet e no site também são disponibilizadas várias receitas, para cozinhar os seus cogumelos acabados de colher.

Pode saber mais aqui e começar a cultivar.

Fotos: DR

Miguel Miranda – Físico português pelo Mundo (a ganhar prémios!)

ultrafast2Foi no passado mês de Agosto, entre os dias dezasseis e vinte um, que decorreu a Conferência de Óptica Ultra-rápida na cidade chinesa Huairou, onde o Físico português Miguel Miranda foi premiado com o título de Melhor Investigador Jovem. Nesta conferência, que contou com mais de 100 palestrantes, o Dr. Miguel Miranda apresentou o seu trabalho intitulado “Generation and spatiotemporal characterization of ultrashort vortex pulses” (Geração e caracterização espaço-temporal de pulsos-vórtice ultra curtos), que lhe valeu a conquista deste prémio.

Como o físico explica no resumo do seu trabalho, a caracterização mencionada no título consistiu na introdução de uma nova técnica baseada na espectrometria das transformadas de Fourier resolvidas espacialmente. Esta é uma nova técnica para a análise de pulsos de laser muito curtos (da ordem dos femtosegundos, ou seja 0.000000000000001 segundos – caso se tenha perdido são 15 zeros).

Miguel Miranda já tinha tido o seu trabalho destacado no ano passado no Jornal científico “Laser Physics Letters”, com a publicação da qual é co-autor, “Compression of CEP-stable multi-mJ laser pulses down to 4 fs in long hollow fibers”. Este artigo foi considerado como um dos três mais influentes de 2014 na área de Óptica Não-Linear, pelos editores deste importante jornal. O Físico português já tinha realizado a sua tese de doutoramento na área de lasers ultra-rápidos, no Instituto de Física dos Materiais da Universidade do Porto (IFIMUP) da Faculdade de Ciências da Universisdade do Porto (FCUP), com o título “Sources and diagnostics for Attosecond Science” (Fontes e Diagnósticos para a Ciência dos Atosegundos) em 2012. Inclusivamente, a sua tese veio a servir como base para o primeiro produto de uma das mais jovens startups portuguesas na área dos Lasers, a Sphere Ultrafast Photonics– possivelmente a única empresa portuguesa dedicada à Óptica Ultra-rápida (http://www.sphere-photonics.com/about-us). Esta empresa, que resultou de uma colaboração entre a UP e a Universidade de Lund (Suécia) nasceu em 2013 e conta já com dois produtos, tendo tido um crescimento assinalável.

Actualmente, Miguel Miranda encontra-se a realizar o seu Pós-Doutoramento na Universidade de Lund, desde 2013. É assim, mais um Físico pelo Mundo, a demonstrar excelência Mundial na sua área e a deixar a Ciência Portuguesa orgulhosa.

Fotos: DR

Xperimental Shoes à conquista dos EUA

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A marca portuguesa de sapatos para mulher, Xperimental Shoes, está presente na Capsule – New York Women’s Show. Esta presença logo após a deslocação a Milão tem como objectivo alargar a presença da marca nos EUA e outros mercados.

A Xperimental Shoes foi criada em 2012 e entrou no mercado com a colecção de Outono/Inverno 2013. Toda a produção é feita em São João da Madeira e desenhada pelas irmãs gémeas Ana e Célia Silva. Com 28 anos, as duas irmãs possuem respectivamente formação em design de produto e design de moda.

A Excelência Portugal falou com Célia Silva, antes de abertura da feira e que nos transmitiu que estiveram presentes pela primeira vez na Micam (Milão-Itália), tendo viajado com expectativas contidas. No entanto o resultado foi positivo, fidelizaram clientes antigos e exploraram novos mercados.

O mercado é muito diferente. É um mercado no qual nos sentimos confortáveis. É mais ou menos a nossa praia. – Célia Silva a propósito dos EUA

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Em relação aos EUA, onde estão presentes com a ANJE – Associação Nacional de Jovens Empresários através do projecto “Next Step”, Célia Silva considera que “O mercado é muito diferente. É um mercado no qual nos sentimos confortáveis. É mais ou menos a nossa praia.”.

Sendo a primeira presença, a marca veio expor e traz novas opções para aperfeiçoar pequenos erros e melhorar nas próximas etapas.

Para a co-fundadora da empresa, o cliente tipo da marca é a mulher de um target médio, de um perfil urbano, descontraída e confiante. As principais premissas da marca são a qualidade, conforto e o bom serviço prestado.  Estas premissas estão obviamente ligadas ao conceito e ao design que diferencia a marca.

Em jeito de balanço destas duas feiras, Célia Silva acrescente que “Os novos clientes estão entusiasmados, curiosos e confiantes. E os potenciais futuros clientes estão atentos.”.

Fotos: DR

Arrancou hoje a Lisbon Maker Fair

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Organizada pelo Sapo, a Ciência Viva e a Câmara Municipal de Lisboa, a Lisbon Maker Faire, a mais conceituada feira de invenções e criatividade do mundo, realiza-se até 20 de setembro no Pavilhão do Conhecimento, no Parque das Nações, em Lisboa.

A Maker Faire é o maior espetáculo de “mostra e conta” do mundo. É um local onde a família e os amigos podem assistir a uma enorme mostra de invenções, criatividade e desenvoltura, e à celebração do movimento dos Makers (fazedores). É um local onde as pessoas nos mostram e partilham o que andam a fazer, aprendendo com essas experiências.

Os Makers são de todas as idades e origens. Entusiastas de tecnologia, artesãos, mecânicos, cientistas ou curiosos com uma vertente prática. O objetivo da Maker Faire é fomentar o crescimento desta comunidade providenciando um ponto de encontro para troca de experiências, contactos e informação.

A Maker Faire original foi organizada em San Mateo na Califórnia, e em 2014 celebrou o seu nono evento anual com mais de 1000 makers e 120.000 visitantes. A World Maker Faire New York, outro evento de renome, cresceu em três anos para mais de 500 makers e 55.000 visitantes. Detroit, Kansas City, Newcastle (GB), e Tóquio são também palco para Maker Faires (200+ makers), e Mini Maker Faires organizadas independentemente pela comunidade são hoje em dia levadas a cabo por todo o mundo.

Mais informação em: makerfairelisbon.com/pt/

Fonte: Lisbon Maker Faire
Fotos: DR

Vinhos da Adega Mayor conquistaram duas medalhas de ouro no Mundus Vini 2015

adega_mayor2Os vinhos Reserva do Comendador Tinto 2011 e Pai Chão 2011 seduziram o júri no concurso Mundus Vini 2015 – Summer Tasting e vieram da Alemanha com 2 medalhas de ouro. É a segunda vez consecutiva que os néctares campomaiorenses conquistam ouro em Meininger.

A edição deste ano do concurso Mundus Vini distinguiu ainda com pontuação elevada mais cinco vinhos da Adega Mayor. A saber: Solista Verdelho 2014 (84 pts), Monte Mayor Reserva Tinto 2013 (85 pts), Monte Mayor Branco 2014 (85 pts), Caiado Tinto 2014 (85 pts) e Caiado Branco 2014 (85 pts).

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Inaugurada em 2007, a Adega Mayor foi destacada, no início do ano, pelo prestigiado jornal internacional The New York Times num artigo que distinguiu o Alentejo. Numa viagem a Portugal, Eli Gottlieb, jornalista do The New York Times teve a oportunidade de conhecer o Alentejo, que enaltece como tipicamente português, referindo que se está a tornar um dos destinos de topo no Mundo. Aproveitou também a viagem para visitar a Adega Mayor, projectada pelo arquitecto Siza Vieira, e que afirma ser um espaço “hipermoderno”.

A Adega Mayor pertence ao Grupo Nabeiro e tem as suas vinhas localizadas na Herdade das Argamassas e na Herdade da Godinha, em Campo Maior. O Turismo do Alentejo distinguiu-a com o prémio Melhor oferta de Enoturismo.

    Fonte: Adega Mayor
    Fotos: DR

El Huffington Post mostra um Portugal chique que muitos espanhóis desconhecem

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Portugal é cada vez mais conhecido e reconhecido. A sua beleza bastante ou pouco evidente, a sua longa história, orgulho de todos os portugueses, a sua imensa cultura e o povo que sempre se abriu ao exterior falam por si próprios. Desta vez, foi o “El Huffington Post”, edição espanhola do conceituado jornal online que decidiu dar a conhecer melhor o país que cada vez menos precisa de introdução.
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Existe um Portugal chique que não conhece. Se é um daqueles que pensa que Portugal deixa muito a desejar em termos de bom gosto e de estar na moda, tem que tentar novamente diz o jornalista Gonzalo Teúbal Rodriguez

“Cada vez conheço mais espanhóis que se aventuram para o desconhecido, e depois de terem percorrido metade do continente asiático e parte do estrangeiro (desde a Jordânia, passando pelo Vietnam ou Zanzibar, por exemplo), agora decidiram explorar o oeste e descobriram que há vida para além de Mérida”, acrescenta.

Neste artigo, o jornalista não se acanha para falar do que mais gosta em Portugal, mas também não esconde aquilo de que menos gosta quando o visita. É desta forma que se prepara para revelar alguns dos costumes e curiosidades mais chocantes, sabendo bem que possa vir a ser acusado de exagerar na sua caracterização. Ao que posso acrescentar que, há que admitir, qualquer um pode se deixar levar quando fala daquilo que sente.

“Há silêncio em todo o lado.” Identificando-nos como pessoas que falam baixo, surpreende-se ao saber que, perguntando aos portugueses se acham os espanhóis barulhentos, maior parte responde que apenas nos parecem engraçados e alegres. Interpreta a resposta como uma visão de olhar o “copo meio cheio”, pois não se deixa enganar pela realidade que conhece.

“Uma forma diferente de entender a condução.” O autor deste artigo defende que, por detrás do eufemismo, se esconde uma realidade quando se diz, em relação à condução dos portugueses: “Conduzem como loucos”. “Embora possa parecer que é de impulso que se pensa isto, começo a reparar que é um facto cultural. (…) Em Portugal ou se conduz com iniciativa, ou não se conduz.” Acrescenta que cá se age primeiro e só depois se olha e, uma vez entendendo isto e com um bom seguro, tudo é mais fácil.

“A maioria das praias não estão destruídas pela construção destravada.” Gonzalo Rodriguez refere que teve a oportunidade de ver praias que nunca acreditaria ver por estas bandas. Adjectivando as praias da costa do Atlântico como um luxo, sabe que há uma distinção clara entre as praias do Algarve e as restantes praias portuguesas, no entanto, não deixa de ignorar o encanto destas.

Fala ainda do facto de se ter surpreendido pela arquitectura dos prédios modernos, dos acabamentos feitos nas casas mais modestas, e nas varandas que são frequentemente avistadas. Não deixa de fazer um apontamento quanto à ocasional presença de um “aroma decadente” notado em algumas cidades, mas que qualquer viajante se encantará pelo nosso gosto de ter as coisas bem feitas e a elegância presente nos restaurantes e lojas.

“Os empregados de mesa podem demorar a servir”, o que, embora possa ser aborrecido, o jornalista defende que tudo é compensado pelo facto de haver uma simpatia generalizada e, mais importante, pela alta qualidade da comida que, segundo o autor, “satisfaz qualquer paladar”.

“Não há rastos de ´antispañolismo´”. Sabe que pelo facto de Portugal ter estado sob o poder espanhol, por estar em desvantagem geográfica, dado que é bem menor que Espanha, que sempre houve a sensação de que poderia ser feita uma invasão, fosse pelas armas ou culturalmente. No entanto, não deu pela presença de um comportamento cauteloso em relação aos espanhóis. “Se existir, não é visível”, escreve, defendendo a teoria de que os movimentos “ronaldistas e ikeristas”, também têm feito a sua parte para o apaziguamento dessa atitude.

Talvez seja pela nossa evolução e aumento do orgulho português, pelo reconhecimento ao valor que temos, que deixamos de nos sentir ameaçados pelo nosso país vizinho.

Este artigo, que partilha a experiência de um jornalista espanhol nas várias visitas feitas a Portugal, ao longo dos anos, termina com este a dar algumas pistas rápidas para os espanhóis aventureiros, e a qualquer outro a que chegue o seu testemunho:

  • “Não peça uma bica no Porto, ou um fino em Lisboa, mas sim o contrário.”
  • “É barato, mas não tanto.”
  • “Quase todos os Portugueses o vão entender enquanto falar espanhol, mas não vai entender quase nada quando ouvir falar português (muitos falam espanhol, e orgulham-se de o fazer).”
  • “Não se esqueça de experimentar o vinho local. Enquanto o tempo dos nossos pais que era difícil encontrar vinhos interessantes sobre. Há muito boa e certamente barato.”
  • “Se passar pela linha da fronteira, não perca as cidades fronteiriças de Espanha e Portugal, a partir de Tui para Olivença, Tavira, Sanlúcar de Guadiana e Alcoutim, para Aldea del Obispo ou Elvas, muitas destas com fortalezas que representam o medo que ambas as partes tinham.”

Apenas nos resta dizer de que aqueles que não sabem dos nossos tesouros, menos ou mais conhecidos, óbvios ou não tanto, é por demonstrações como esta que os espanhóis ou pessoas de qualquer outra nacionalidade vão passar a saber deles. Há então que os saber estimar, não só pelos outros, mas por nós também, já que são eles que formam o país em que vivemos e do qual nos devemos orgulhar.

 

 

Fonte: El Huffington Post
Fotos: DR

Cantê Lx – O paraíso a partir de Lisboa

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Cantê Lx nasceu dos dias de sol e de praia, do mar e das viagens partilhadas por Mariana Delgado e Rita Soares. Quando das linhas da arquitectura passaram para as linhas do corpo, meia dúzia de rabiscos chegaram para perceber que da imaginação também nascem grandes paixões. O segredo deixou de o ser e a Cantê Lx é hoje uma forma de ser, de viver o original e de marcar a diferença.

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Desde 2011 que as duas transformam espírito jovem em biquínis, triquínis e fatos-de-banho exclusivos, explorando o pormenor e a criatividade que surge da combinação única de cores e padrões.

De Portugal vem a inspiração, a produção de qualidade e a saudade de ver o Verão chegar outra vez.

De coleção em coleção, o sucesso tem vivido de mãos dadas com a aventura de duas amigas que não mostram receio de arriscar e de abrir portas ao mundo, levando o espírito cool da Cantê Lx até outras paragens.

Se numa simples ideia, Mariana e Rita encontraram um caminho, nas pequenas coisas da vida viram um verdadeiro motivo para acreditar que a felicidade está ao alcance de quem faz a diferença. A Cantê Lx é a prova disso mesmo.

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A colecção SS 15 – Tropical State of Mind

Refúgios selvagens, cenários intocados, infinitas histórias de descoberta: o Verão 2015 da Cantê Lx vive-se num TROPICAL STATE OF MIND!

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Na mais pura das suas expressões, a beleza da Natureza é interpretada com a autenticidade que a marca imprime em cada colecção.

cante8Animais e frutos exóticos, folhagens tropicais e geometrias de inspiração tribal ganham vida em estampas exclusivas. A elegância natural do corte brinca com detalhes de absoluta feminilidade para desenhar silhuetas perfeitas.cante5

Na paleta de cores, uma explosão de tons frescos e vibrantes inspira o espírito descontraído que chega com dias mais quentes.

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As criadoras da Cantê Lx – Rita Soares e Mariana Delgado – e o processo de criação da marca cante9

Rita Soares e Mariana Delgado conhecem-se desde os tempos de liceu e fizeram juntas o curso de Arquitectura. Foi quando terminaram o curso e decidiram fazer uma viagem pelo Brasil que o processo de criação da Cantê Lx começou.

Assim que decidiram que iam, receberam imensos pedidos de amigas para que lhes trouxessem biquínis e fatos-de-banho. As próprias tinham essa intenção. Na altura o Brasil era a ‘meca’ dos biquínis e em Portugal não existiam marcas verdadeiramente diferenciadoras de swimwear. Perceberam então que havia uma lacuna no mercado. Esse foi o ponto de partida.

À vinda começaram a formar a ideia de criar uma marca sua. Tudo foi fazendo cada vez mais sentido e em 2011 decidiram arriscar. Nesse ano lançaram uma primeira colecção-cápsula desenhada e concebida na sua pequena loja/atelier em Belém. Foi de imediato um sucesso e nos anos seguintes foram sentido necessidade de aumentar gradualmente o número de peças para dar resposta à enorme procura. Em 2014 perceberam que para além de aumentar a colecção, precisavam de aumentar o espaço de trabalho e voltar a integrar a componente de atelier que entretanto deixou de funcionar porque tinham sempre a loja cheia de clientes.

Este ano (2015), para além de uma colecção com mais modelos, decidiram então mudar para a loja/atelier que idealizaram no Chiado e lançaram algumas novidades como a sua loja online (em www.cantelisboa.com), a linha My First Cantê para crianças e as pranchas de surf com os seus estampados exclusivos.

Fotos:
Imagens de Catálogo fotografadas em Menorca com a manequim portuguesa Jani Gabriel.

3º Congresso Internacional de Negócios da Moda – A moda mundial, vista, discutida e experimentada em Portugal

CIMO 3º Congresso Internacional de Negócios da Moda acontece este ano no Porto, trazendo a oportunidade de vivenciar
os negócios da moda por meio de uma série de atividades integradas e complementares.

A terceira edição do CINM (Congresso Internacional de Negócios da Moda) acontecerá na cidade do Porto, em Portugal, entre os dias 28 de setembro e 1 de outubro de 2015, associado aos eventos que irão movimentar a cidade nesta época: o Porto Fashion Week, o Fashion Film Festival e o Fashion People. O Congresso reúne uma série de atividades, que vão permitir aos participantes uma profunda vivência na área e o entendimento dos rumos e das oportunidades que o setor oferece.

Uma das atividades do 3o. CINM são as PALESTRAS E MESAS orientadas para questões atuais do Setor Criativo e da Moda, em que cada dia terá um responsável pela curadoria das informações e uma série de convidados, empresários e pesquisadores, para debater essas questões dentro do espírito de construir conhecimento e propor alternativas de desenvolvimento para a Moda. André Robic, diretor executivo do Instituto Brasileiro de Moda, abrirá o evento, falando sobre os principais desafios e oportunidades da moda brasileira e mundial, na seção “DE BRAÇOS ABERTOS”. A Antropóloga Carol Delgado dirigirá os trabalhos no segundo dia, denominado “GPS”, que discutirá o momento atual da moda mundial por meio de insights sobre a integração entre moda e cultura. No terceiro dia, denominado “FORMAS E VOLUMES”, o artista plástico Roni Hirsch dirigirá os trabalhos voltados á formação do novo profissional do setor, onde a base é a criatividade para desenvolver carreiras multidisciplinares. Finalmente, a diretora de marketing do IBModa, Luciane Robic, será a responsável pelos trabalhos do último dia, intitulado “FARMÁCIA”, que vai fechar a programação de palestras e mesas redondas discutindo as alternativas possíveis para as marcas, empresários e pesquisadores do setor.

Outra atividade do CINM será a APRESENTAÇÃO DE TRABALHOS CIENTÍFICOS, divididos em três formatos: artigos, estudos de caso e experimentos e experimentações, composta por seis linhas de pesquisa: Gestão de Empresas de Moda e StartUps, Estratégias para o Varejo, Gestão do Design, Conhecimento do Consumidor, Gestão da Comunicação: do Design ao VM e Gestão de Identidade de Marca para Mercados Criativos. Foram recebidos mais de 60 trabalhos e 20 foram selecionados para apresentações, com temas inovadores e de grande relevância no setor de Negócios da Moda, e que com toda certeza terão forte contribuição para o desenvolvimento de novos rumos para o setor, tanto pelos textos apresentados, como pela oportunidade de troca de idéias entre os seus autores e os participantes das mesas, um dos principais objetivos do Congresso.

Finalmente, o evento contará com atividades práticas, na forma de OFICINAS. A primeira delas, no dia 29 de setembro, será dirigida por Sylvia Demetresco, vitrinista com experiência internacional no Brasil, França e Suíça, entre outros países, e autora de mais de 10 livros. Denominada “PER-CURSO ATRAVÉS DE UM OLHAR DE VM”, terá a apresentação de cases e dos principais tópicos do que é ver e fazer vitrinas para, em seguida, percorrer espaços de destaque pelas ruas do Porto para verificar in loco a relação entre marca, loja e vitrina, desenvolvendo o olhar crítico imprescindível na profissão de quem lida com a moda. No dia 30 será a vez de Roni Hirsh, artista e designer de cenários, dirigir a “OFICINA DE DESENVOLVIMENTO DO PROCESSO CRIATIVO”, que tem como proposta resgatar conceitos e modos de viabilização de idéias e solução de problemas a partir do processo criativo. E no dia 1 de outubro a diretora de marketing do IBModa, Luciane Robic, realizará a oficina MIRA: ENSAIOS DO OLHAR, que se dará por meio de uma imersão vivencial na cultura do Porto, em lojas, ateliês, bares, praças, restaurantes e outros lugares especiais, previamente mapeados, e a partir de uma cobertura fotográfica, coletando imagens por todo o percurso, os participantes serão estimulados criativamente a aguçar os sentidos, analisando as relações entre marcas e cidade com os diferentes estilos de vida que encontraremos pelo caminho. Ao final, organizaremos todo o material coletado e transformaremos a construção desse novo olhar em repertório para utilização em futuros projetos.

O 3º Congresso Internacional de Negócios é organizado pelo IBModa (Instituto Brasileiro de Moda) e realizado pelo I-Moda (Instituto de Estudos e Desenvolvimento da Moda), em parceria com o Porto fashion Week e com o Porto Fashion Makers. Conta ainda com apoio de diversas universidades brasileiras e portuguesas, e apoio institucional da TAP e dos Hotéis Fênix, entre outros. É composto por uma Comissão Organizadora com importantes nomes da moda brasileira e portuguesa, e por uma Comissão Científica formada por mais de trinta PhDs do setor de negócios da moda atuantes em universidades de todo o mundo. Teve suas duas primeiras edições, em 2011 e 2013, no Rio de Janeiro, e agora parte para outras cidades ao redor do mundo, levando a discussão do setor para cidades que tenham em seu DNA o gosto, a linguagem e a produção de moda.

O 3º CINM será realizado na Alfândega do Porto entre os dias 28 de setembro e 1º. de outubro de 2015. Mais informações sobre a programação e as inscrições podem ser obtidas no sítio http://cinm.org.br/cinm/.

As inscrições custam até 250 euros com descontos progressivos, e estudantes universitários ou de pós-graduação têm desconto de meia entrada.

Fonte: Organização
Foto: DR

Empresa de Cervejas da Madeira – mais de 130 anos de excelência

ECM_FinalCom um vasto portfólio de bebidas e mais de 130 anos de existência, a Empresa de Cervejas da Madeira (ECM) é a maior empresa regional de produção e distribuição de bebidas da Região Autónoma da Madeira.

A “Laranjada” foi o primeiro refrigerante a ser produzido em Portugal. Nasceu ainda no tempo da monarquia, em 1872, sendo mais velha que a Coca-cola (1886). Esta bebida continua a ser uma referência da ilha madeirense e não há festa tradicional sem um “cocktail de laranjada”, uma mistura de vinho ou cerveja com o refrigerante.

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Em 1969, a ECM fez nascer a marca Brisa, com uma vasta gama de sabores. Um ano mais tarde, a empresa introduziu o sabor maracujá, tendo sido o primeiro refrigerante no mundo à base de sumo de maracujá puro. É fabricado a partir de sumo de maracujá roxo (Passiflora edulis) e água levemente carbonatada.

As suas qualidades fazem-na uma bebida refrescante, agradável e óptima para matar a sede. Isenta de corantes e com uma percentagem de sumo de 9%, é excelente para misturar quer com vodka, quer com gin. Assim sendo, mantém-se como uma das bebidas mais badaladas na pérola do atlântico.

Não admira que, ao longo dos anos, a marca Brisa já tenha conquistado 59 medalhas da Monde Selection, em Bruxelas, sendo que só a Brisa Maracujá totaliza 14 Medalhas de GRANDE Ouro e 10 de Ouro.

Tive o prazer de conhecer a fábrica através de uma visita guiada por Carina Silva, colaboradora no Departamento de Marketing. Aqui tive a oportunidade de ver como era feita a famosa Brisa Maracujá, como era engarrafada e comercializada. Explicaram-me que há recipientes sem retorno como é exemplo as latas de 0.33 cl e por outro lado, as garrafas de 0,33 cl são reutilizáveis até cerca de 12 vezes, consoante o estado.

É de referir que a ECM foi a primeira cervejeira nacional a receber a Certificação Ambiental ISO 14001 e no panorama regional foi também a primeira do ramo Alimentar (Industrial) a receber este mesmo certificado.

À conversa com Tomé Mendes, gestor de produção, fiquei a conhecer em mais pormenor outro sabor local, a cerveja Coral.

Afinal, “nada está completo até se ouvir o som da carica de uma cerveja”, certo?

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Fotos: ECM