Ilha do Pico recebeu o primeiro Granfondo realizado no arquipélago

12919780_1676315502631528_4609380989948025686_n[1]Elogiar os Açores e o seu enorme potencial para a prática de desportos e turismo de natureza tem-se tornado uma constante para a Excelência Portugal. Depois do Surf, do Cannoying e do Trail Running, agora é a vez do Ciclismo. Este fim de semana, a Ilha do Pico recebeu o primeiro Granfondo alguma vez realizado no arquipélago.

Com 448 Km2 de superfície, a Ilha do Pico é a segunda maior do arquipélago e aquela onde se situa a mais alta montanha de Portugal, precisamente o Pico, que lhe deu o nome, com 2.351 m de altitude. Muitas vezes apelidada como Ilha Montanha, é um dos vértices das chamadas “ilhas do triângulo”, a que fica mais a sul do grupo central do arquipélago e apenas a 6 km do Faial.

O Azores Granfondo é o primeiro dos 5 eventos que compõem o Cyclin’Azores, um programa que está a ser desenvolvido entre a Associação de Ciclismo dos Açores e o Governo Regional dos Açores, envolvendo ainda a AZORES Airlines, visando a promoção da região enquanto destino turístico de excelência para a prática de ciclismo nas várias vertentes. Trata-se de um conceito que não é novo, mas que foi evoluindo com o evoluir do ciclismo e que alia a vertente competitiva ao lazer, proporcionando a todos os participantes momentos de descoberta e aventura.

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Levar os cerca de cem participantes e as suas bicicletas até ao Pico, para um evento desta natureza, constituiu um grande desafio do ponto de vista organizativo. A largada teve inclusive de ser realizada trinta minutos  mais tarde do que o previsto inicialmente, atendendo ao horário da primeira ligação marítima entre Horta/Madalena no Sábado de manhã.

O percurso escolhido para esta primeira edição tem a extensão de 140 Kms e, para além da volta completa à ilha, passa ainda na zona central, mesmo na base da montanha do Pico a uma cota que ronda os 1100 metros, não esquecendo a passagem pela paisagem protegida da vinha. O acumulado total do Granfondo ronda os 3.000 metros. Para os menos aventureiros foi criado também um percurso de Mediofondo com cerca de 100 Kms e que, basicamente, faz a volta à ilha.

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Os ciclistas deram um colorido inédito às estradas da fantástica Ilha do Pico. Uma vez mais, os açorianos surpreenderam pelo seu envolvimento no evento e incentivo aos participantes. Os abastecimentos, cortesia das autarquias locais, que os concorrentes da frente não usufruíram para não perder tempo, deliciavam qualquer um.

De volta ao evento em termos competitivos, os grandes vencedores desta primeira edição foram Rui Costa (Bike Mais) no Granfondo (na primeira foto) e Luís Oliveira (Grupo Desportivo Cedrense) no Mediofondo.

granfondoMas também se correu no feminino e no Granfondo Nádia Mendes (Marrazes/Gui/Brejinho/Bikezone Leiria) foi a mais rápida, seguida da atleta do  Grupo Desportivo da Feteira/Café Silva, Sónia Mendes (ambas na foto).  Andrea Costa (CD Metralhas) e Carolina Oliveira foram as vencedoras no Mediofondo. Os resultados estão disponíveis no site da ACA.

O Secretário Regional do Turismo e Transportes, Engenheiro Vítor Fraga, afirmou em declarações aos jornalistas à margem da cerimónia de entrega de prémios, que “o ciclismo é hoje reconhecido pela Organização Mundial do Turismo como uma das atividades em grande crescimento, que contribui, por um lado, para a promoção da Região, nomeadamente sendo o turismo de natureza o nosso principal produto turístico, e, por outro, para a captação de fluxos turísticos numa altura de época baixa, atenuando os efeitos da sazonalidade”.

Esta semana, Vítor Fraga já tinha afirmado que a prova de ciclismo ‘Azores Granfondo’ está “em linha” com o que é preconizado pelo Plano Estratégico e de Marketing do Turismo dos Açores, apresentado numa cerimónia presidida pelo Presidente do Governo.

Fontes: ACA; Governo Regional dos Açores
Fotos: ACA e GaCS (3ªfoto)

 

 

 

Surf: Impacto do Moche Rip Curl ultrapassou os 10 milhões de euros

90_grd[1]A edição de 2015 do Moche Rip Curl Pro Portugal, etapa do principal Circuito Mundial de Surf (WSL CT) realizada em Peniche, na praia de Supertubos, teve um impacto económico de 10,6 milhões de euros.

Peniche é um bom exemplo de como os desportos de ondas – e toda uma estrutura física, humana e políticatêm permitido desenvolver e valorizar a economia local e posicionar internacionalmente a cidade e o recurso mar

Segundo um estudo realizado pelo Núcleo de Investigação em Surfing do Grupo de Investigação em Turismo da Escola Superior de Turismo e Tecnologia do Mar, a edição de 2015 gerou cerca de 1,3 milhões de euros em receita fiscal através de impostos indirectos e 9,3 milhões de euros de impacto directo. Estes valores reflectem as despesas realizadas pelos cerca de 100 mil visitantes que estiveram presentes em Peniche durante os 10 dias da prova. Os estrangeiros contribuíram com mais de 5 milhões de euros despendidos durante o evento.

Os números divulgados pelo estudo não incorporam nem o patrocínio dos sponsors nem o retorno em termos de projecção mediática.

O surf afirma-se, cada vez mais, como uma grande fonte de receitas no turismo. De acordo com um estudo da Associação Nacional de Surfistas (ANS), o impacto económico do surf em Portugal deverá atingir os 400 milhões de euros anuais. Este estudo citado pelo Expresso incorpora a indústria do surf , o turismo associado ao surf e o contributo dado pelos mais de 212 mil surfistas residentes no nosso país (dados de 2012).

Foto: C.M.Peniche

“Eat Love With Love” : Blog de receitas saudáveis já deu origem a 3 livros

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Com 30 anos, a luso-americana Samanta Mc Murray acaba de lançar o seu terceiro livro “Sopas com Segredos” e contém uma legião de fãs nas redes sociais, que seguem todos os dias as suas receitas maravilhosas e o seu estilo de vida. O seu blog demonstra não só como é possível cozinhar pratos que melhoram o nosso bem-estar como realça a importância do exercício físico aliado à alimentação.  

Samanta McMurray, fundadora do Blog “Eat Love With Love” e escritora da sua própria linha de livros compostos por receitas saudáveis, conta-nos a sua história de vida e o que a levou a desenvolver este projecto tão bem-sucedido nos últimos anos em Portugal.

A cozinha é, para Samanta, uma paixão que nasceu de forma espontânea e inicialmente como hobbie. Licenciada em arquitectura, entrou mais tarde em choque com o seu projecto desenvolvido. Com espírito alegre e sonhador, perseguiu aquilo que o coração ditava e acabou por criar o seu “Eat Love with Love”, que aos poucos foi ganhando estrutura e fama.

Quando era pequena, Samanta sentia uma particular tendência para engordar e praticava muito desporto, mas não considerava a sua alimentação regrada, afirmando que não se alimentava convenientemente. Por isso, o seu peso não estava de acordo com o que tinha idealizado. Através de informação online, começou a despertar o interesse pela área de nutrição, e percebeu que uma alimentação saudável é importante nos mais diversos níveis. Comer bem, tornou-se, não só uma fonte de bem-estar, mas também uma forma de cuidar da sua saúde.

A partir desse momento, Samanta percebeu que o nosso organismo só está em forma tendo como base uma alimentação cuidada, equilibrada e de acordo com as necessidades de cada um. Mais tarde, através do seu Blog, conseguiu expor a sua alimentação diária para mostrar aos seus seguidores que existem maneiras fáceis de criar refeições saudáveis. O seu lema para a cozinha diária é mesmo “descomplicar”.

No seu Blog, apresenta essencialmente cozinhados com os seus produtos preferidos – legumes, fruta, sementes e super alimentos, tal como a spirulina e a clorella. Para além de comida, também temos o outro lado da Samanta: a que se interessa pelo exercício físico. Isso faz parte da sua rotina diária.

Posteriormente, veio a criar uma conta no Instagram – @eatlovewithlove, onde podemos ver fotografias de comidas, expostas de uma forma especial, artística e deliciosa. O seu sucesso foi de tal forma que a começou a escrever, sendo que, neste momento, já podemos ter acesso ao seu terceiro livro “Sopas com Segredos”, que precedeu a “Sumos com Segredos” e a “Manhãs com Segredos”, sobre pequenos-almoços.

A dada altura, a sua paixão por alimentação fez com que Samanta procurasse maneiras de fotografar aquilo que cozinhava de forma profissional. Como tal, entrou em contacto com Vanessa Ress, autora de um dos blogs preferidos dela – “V. K. Rees”, vencedor do melhor blog de fotografia pela Saveur, em 2013.

Dado este passo, Samanta foi recebida cordialmente por Vanessa Ress na cidade de Nova Iorque para um estágio de fotografia com duração de três meses. Este curso ajudou-a a aperfeiçoar e a melhorar o seu projecto Eat Love.

Com o aumento do seu sucesso, principalmente nas redes sociais, foi convidada a elaborar ‘dicas de Samanta’, para a revista CARAS. Quatro volumes gratuitos, a serem distribuídos aos compradores durante quatro semanas seguidas, fazendo referência a receitas de pequeno-almoço, snacks, sopas e delícias para todas as horas.

Foi uma surpresa positiva para Samanta, dando força ao trabalho que tinha vindo a desenvolver até então, e como forma de chegar a mais pessoas, ajudando-as a criar hábitos de vida mais saudáveis, principalmente em relação à alimentação.

O segredo está em cinco palavrinhas mágicas: Vontade, Paciência, Persistência, Consistência, e Equilíbrio!

Numa entrevista, Samanta afirma: “Demorei muito tempo a perceber que estava enganada quanto ao conceito de vida saudável e ainda hoje estou a aprender dia após dia com experiências, pessoas e tudo aquilo que me rodeia. A única certeza que tenho é que não há dietas milagrosas, não há resultados rápidos e se há são meramente temporários. O segredo está em cinco palavrinhas mágicas: Vontade, Paciência, Persistência, Consistência, e Equilíbrio!

Vontade porque sem ela ninguém nos vai convencer de nada;
Paciência porque não é de um dia para o outro que os resultados se vêm.
Persistência porque de vez em quando a teimosia é uma virtude!
Consistência porque a repetição mais cedo ou mais tarde tornar-se-á num hábito!
Equilíbrio porque o exagero nunca foi saudável.”

Na sua rotina diária, Samanta costuma elaborar uma data de refeições para si e para o seu marido, mais especificamente confeccionadas no forno, com muitos legumes, e opta por peixe ou carne desde que ambos sejam de produção biológica. Os seus temperos preferidos são o azeite e o alho, ou molho de soja e limão. Quando cozinha para grupos, ou seja, quando recebe os seus amigos em casa e necessita fazer uma dose maior de comida, acaba por se direccionar mais para pratos como chili com carne ou caril.

Em ambos os casos, podemos afirmar que Samanta é uma fantástica anfitriã, mantendo sempre os seus convivas satisfeitos. O único pormenor (que afirma ser tema de conversa como crítica), é o facto de não usar sal na comida – opta por ervas aromáticas e pimenta como condimento alternativo.

livros_sam2Ao perguntarmos qual a refeição que considera essencial no nosso dia-a-dia, esta refere sem hesitar o pequeno-almoço. O seu pequeno-almoço é, invariavelmente, papas de aveia cozidas em leite de origem vegetal. Uma ideia que não agrada a todos devido ao seu sabor peculiar, mas existe sempre a opção de acrescentar iogurte grego natural ou sumo de laranja, para modificar o sabor ou a consistência deste prato.

Para além de se alimentar de forma saudável, Samanta também é a favor do treino e baseia-se na premissa de corpo são, mente sã.
Afirma que os praticantes de desporto não se podem descuidar no que comem antes e depois de cada treino, deixando-nos umas dicas sobre que ‘snacks’ são os mais indicados. Antes de treinar, aconselha papas de aveia ou iogurte natural com mel e fruta, não sendo produtos de origem animal (por ser de digestão menos fácil); outra opção poderá ser uma banana ou uma tosta de arroz com doce ou frutos secos.

Para o pós-treino (e se não coincidir com almoço ou jantar), fala no batido de proteína. Se coincidir, introduz a proteína mesmo na própria refeição – frango ou atum, acompanhado de quinoa ou batata-doce, e uma salada para quem gosta.

No seu último livro, dá um destaque especial a Sopas, que afirma comer praticamente em todas as refeições. Das sopas que elabora, fala principalmente das de curgete com hortelã, abóbora com couve-flor, e tudo o que confira à sopa uma textura suave. Se decidir fazer a sopa de refeição, aposta numa base de caldo de legumes com batata-doce, feijão, quinoa ou frango desfiado.

Dentro da alimentação saudável, Samanta não é extremista e não dispensa um docinho ou outro no seu padrão alimentar, desde que não seja composto por açúcar branco. Procura sempre substituir o açúcar branco por mel, xarope de agave ou açúcar de coco, pois considera que o sabor fica delicioso. Existem várias sobremesas saudáveis, o único senão é serem calóricas – portanto devemos ser sempre moderados. Como exemplos, fala-nos do cacau em pó 100%, dos gelados com fruta e iogurte. Estas são opções que não são desfavoráveis para o nosso organismo.

Em geral, Samanta fala da importância dos hábitos que cada indivíduo cria desde pequeno, sendo ideal criar rotinas, pois os gestos que são repetidos persistem com o passar do tempo. Habituar os mais novos a ter uma alimentação diversificada, com foco nos alimentos que beneficiam o seu crescimento e desenvolvimento equilibrados.

A prioridade de Samanta é aliar a alimentação saudável, criativa e diversificada à preocupação estética na forma como apresenta os seus pratos e ao seu amor por toda esta temática. Isso leva-a a querer partilhar connosco o seu estilo de vida saudável e contagiante.
O seu grande apoio, que a acompanha desde o início do projecto, é o marido Pedro Barata. Médico Oncologista, dá-lhe a motivação necessária para que esta se dedique inteiramente (e com tempo) à sua paixão.

Com a preocupação cada vez mais presente com os cuidados de saúde e com a imagem, denota que gradualmente as pessoas procuram informações sobre comida saudável e dietas diversas. A consciencialização dos indivíduos em relação à alimentação é a prioridade de Samanta, esperando que os hábitos alimentares se vão alterando para melhor… com o passar do tempo.

Fotos: DR

Columbus Trail – Trilhos de Santa Maria conquistam atletas

columbustrail9A passagem de Cristóvão Colombo por Santa Maria, entre 18 e 28 de fevereiro de 1493, serviu de mote para a criação de uma nova prova de trail açoriana, a Columbus Trail. Se a prova – com o “carimbo” da organização do Azores Trail Run – prometia, agora podemos dizer que cumpriu com Excelência.

Relatar três dias em Santa Maria não é fácil. Temos que começar pelo arquipélago em si, o que, para quem nunca tinha estado nos Açores, constitui uma experiência dentro da própria experiência.

Voar na SATA, companhia área oficial do evento, foi a primeira prova dos encantos açorianos. A hospitalidade e pequenos sabores do arquipélago, como a Kima, começam a conquistar ainda no ar.

Chegar a Santa Maria obriga a uma escala em Ponta Delgada (Ilha de São Miguel) e um voo de cerca de 18 minutos num Bombardier Q200 ou Q400. A menor altitude a que voamos, permite uma vista aérea deslumbrante, que nos faz observar detalhadamente os contornos recortados da ilha. O ambiente a bordo é de enorme familiaridade, sendo que muitos dos passageiros conhecem os membros da tripulação. Sentimo-nos em casa.

A hospitalidade mariense é comprovada logo no aeroporto. São cerca das 7 horas da manhã e dirijo-me ao balcão da SATA para levantar a bagagem que tinha vindo directa de Lisboa. Aproveito para perguntar como posso chegar ao Hotel Colombo. E a senhora que está ao meu lado interrompe dizendo: “O meu marido está a chegar e leva-o lá”. Santa Maria acabava de me conquistar.

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Depois de instalado, a “aventura” começou com uma incursão pela Vila do Porto, sede do concelho de mesmo nome e a mais antiga vila açoriana. O concelho tem 5 freguesias (Almagreira, Santa Bárbara, Santo Espírito, São Pedro e Vila do Porto) e conta com uma população de aproximadamente 5 550 habitantes.

O programa do evento não era apenas desportivo. A organização liderada por Mário Leal, da Azores Trail Run, quis dar a conhecer a história da ilha aos atletas e restantes visitantes. No Centro de Interpretação Ambiental Dalberto Pombo, inaugurado em 2009, e que alberga o espólio do naturalista que lhe dá o nome, pioneiro no estudo da diversidade geológica e biológica da ilha de Santa Maria, foi possível estabelecer contacto direto com borboletas e insectos dos Açores e do mundo, aves migratórias com rotas pela ilha, assim como conhecer o valioso património geológico que, em Santa Maria, pode ser observado: os fósseis marinhos. A visita terminou com a visualização de um documentário no auditório.

Antes da já habitual “pasta party” ao jantar (que caracteriza estas provas), ainda houve tempo para uma visita ao Forte de São Brás, construído entre finais do século XVI e inícios do século XVII, como protecção da costa contra ataques e pilhagens de piratas e corsários.

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Sábado, seis da manhã, pequeno-almoço e pequena viagem de autocarro até ao Forte de São Brás. Aqui será dada a partida para a primeira edição deste Columbus Trail que contou já com a presença de 86 atletas de 6 países. A prestigiada equipa da Salomon Internacional abrilhantou a prova com 6 dos seus elementos.

Esta prova contou com o contributo de muitos marienses e especialmente dos membros do Grande Trilho de Santa Maria. Este projecto que começou como uma iniciativa de um grupo de amigos, tornou-se na primeira GRANDE ROTA circular dos Açores, homologada de acordo com os critérios internacionais de pedestrianismo.

O Columbus Trail conta com duas distâncias: Columbus Trail (77km) e Columbus Marathon Trail (42km). A prova longa tem um desnível positivo de 3400 metros, sendo o ponto mais elevado atingido à cota de 587 metros, e o ponto de cota mais baixa situado à cota zero. A prova de 42km tem um desnível positivo de 2000 metros.

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Mário Leal, qual Capitão no Forte de São Brás, dá o sinal de partida e os atletas descem para a Ribeira de São Francisco, intrometendo-se pelos trilhos que os levarão a passar na Praia Formosa. O percurso de ambas as provas será igual até à meta dos 42km, em Santa Bárbara.

A prova circular passa por zonas balneares, caminhos rurais, zonas agrícolas, piscinas naturais, caminhos de calçada e terra e miradouros como o do Espigão, com uma vista imponente sobre a Baía de São Lourenço. Os atletas puderam testar subidas bem duras, nomeadamente na zona da Maia e de São Lourenço.

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Outros pontos de referência são a passagem por um caminho, do qual se vislumbra a cascata de Cai’Água e o Pico Alto, ponto mais alto da ilha com 587 metros de altitude e rico em vegetação endémica. Numa ilha de origem vulcânica, não se pode deixar de passar por uma caldeira. Esta parte do percurso atravessa uma área florestal onde se encontra um marco geodésico com vista privilegiada sobre a freguesia de São Pedro.

A parte final da prova grande é feita contornando a encosta, onde é possível avistar o porto comercial e o centro da Vila. O caminho de terra continua, sendo interrompido pela estrada de acesso à zona industrial, prosseguindo em direcção ao centro histórico da Vila.

Os voluntários e restante população envolveram-se de uma forma tão entusiástica, que cada concorrente se sentiu único. Podemos afirmar que toda a ilha abraçou a prova, tornado-a inesquecível. Os marienses sabem acolher como ninguém.

Os que não pretendiam alcançar notáveis marcas, deram-se ao luxo de apreciar mais pausadamente as paisagens de cortar a respiração. Quase todos conseguiram registar estes cenários idílicos em fotografia ou vídeo. As redes sociais rapidamente começaram a ser inundadas com alguns destes testemunhos multimédia.

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Ambas as metas foram cruzadas em primeiro lugar por atletas da Salomon: Tom Owens realizou os 42km em 3h32m51s e Tom Wagner cumpriu os 77 kms em 7h37m36s. As duas metas foram animadas entusiasticamente pelo speaker “oficial” da Azores Trail Run, César Lima, com quem aguardei estoicamente a chegada do último atleta da prova mais longa. Artur Alves completou os 77 kms em 14h30m19s. Seguiu-se então o porco no espeto e a cerveja.

Depois de um animado convívio no Forte de São Brás, a festa continuaria no almoço de domingo. A cerimónia de entrega de prémios contou com a presença de várias entidades, entre as quais o Secretário Regional do Turismo e Transportes, Engenheiro Vítor Fraga.

Nesta cerimónia foram distinguidos os atletas das várias categorias em competição, que incluíram os melhores atletas regionais. A participação açoriana regista uma tendência crescente e estas distinções constituem um forte incentivo à mesma.

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Se em Maio do ano passado me apaixonei pelo Faial, agora em Fevereiro foi por Santa Maria. O percurso é de uma beleza extrema, tanto em termos de natureza intocada e ainda pela beleza humana, pois os Marienses receberam os atletas de braços abertos de forma genuína. A organização, como já era de esperar, das melhores de Portugal! Açores, obrigada e até breve!
– Bo Irik, atleta da equipa Correr na Cidade

O director da prova, Mário Leal, agradeceu a presença de todos os atletas, bem como todos os que trabalharam na sua organização. Para Mário Leal, o  “Columbus Trail na ilha de Santa Maria veio demonstrar que a natureza das ilhas dos Açores deve ser vivenciada e é capaz de proporcionar experiências inesquecíveis. O Trail Running é uma actividade que se enquadra na perfeição no desenvolvimento de um turismo sustentável”.

Na sua intervenção, Vítor Fraga afirmou que o Trail Run é “uma actividade que está claramente ligada a um dos nossos principais produtos turísticos, que são os trilhos pedestres”. O Secretário Regional do Turismo e Transportes salientou também que o Trail Run foi introduzido nos Açores “com este Governo e com a ajuda preciosa de todos aqueles que têm contribuído com o seu trabalho voluntário para o desenvolvimento desta actividade”.

Neste contexto, Vítor Fraga destacou o importante papel desempenhado por Mário Leal, da Azores Trail Run. O responsável governamental recordou que o ano passado foi o melhor de sempre para o sector que tutela. O arquipélago açoriano registou o maior aumento percentual de turistas e dormidas em 2015 (mais 24% de hóspedes e 20% de dormidas), segundo dados do Instituto Nacional de Estatística (INE).

Vítor Fraga terminou a sua intervenção com o anúncio da segunda edição do Columbus Trail, em finais de fevereiro de 2017.

Até 2017 (ou antes)!


Classificação
77Km

RESULTADOS MASCULINOS
1-Tom Wagner (Salomon) 07:37:36
2-Luís Mota 08:01:11
3-José Fernández 08:35:59

RESULTADOS FEMININOS
1-Sónia Túbal (Monsanto Running Team) 10:29:27
2-Ana Duarte (Falcões Selvagens) 11:46:23
3-Carla Moreira (Team Famalicão) 13:16:36

42 kms

RESULTADOS MASCULINOS
1-Tom Owens (Salomon) 03:32:51
2-Cheraz Davide (Salomon) 03:39:58
3-Miguel Reis e Silva (Salomon)     03:47:31

RESULTADOS FEMININOS
1-Margarida Pereira (NPA/Gonçalo Velho) 05:42:12
2-Bo Irik (Correr na Cidade) 06:28:35
3-Patricia Gomes     06:36:38


Fontes: Secretaria Regional de Turismo e Transportes; Correr na Cidade
Fotos: EP

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A Excelência Portugal cobriu o Columbus Trail com o apoio da SATA
A SATA é a companhia aérea oficial do Columbus Trail

Surfada de Salvador Couto destacada pela Surfing Magazine

salvador_coutoA Surfing Magazine, publicação norte-americana de referência de surf, destacou, na sua página na rede social Facebook, uma fotografia do atleta Salvador Couto, esperança do surf nacional. O local pouco invulgar da surfada, um colossal tubo em Espinho, documenta a excelência a diversidade dos spots das praias portuguesas para a prática deste desporto.

A fotografia foi captada pela lente do fotógrafo To Mané, o mesmo que fotografou a famosa onda gigante de Mc Namara na Nazaré. O Post  já ultrapassou os 35000 likes e mais de 100 partilhas.

O atleta nortenho de 15 anos, a surfar desde os 9, está atualmente nomeado no “Moche Winter Waves”, que visa premiar as melhores ondas surfadas em Portugal durante o Inverno de 2015/2016.

Foto: To Mané

 

Presença dos Açores na BTL aposta no turismo de experiências

azores2Os Açores têm efectuado uma forte e consistente aposta na promoção turística do arquipélago e os resultados estão à vista. Para além das evidências estatísticas, a satisfação dos visitantes é o melhor indicador do sucesso da estratégia desenvolvida pelo Governo Regional da Região Autónoma.

A Região volta a marcar presença na BTL – Feira Internacional de Turismo, que decorre, em Lisboa, de 2 a 6 de março, mantendo e reforçando a aposta no turismo de experiências.

O arquipélago estará em destaque no Pavilhão 1 da FIL com o stand que foi construído especificamente para este efeito e que é utilizado desde 2014, onde sobressai a utilização de materiais endógenos, convidando os visitantes a conhecer um arquipélago de descobertas num oceano de aventuras e dando destaque às emoções e experiências que os turistas podem usufruir em cada uma das nove ilhas, sempre em estreita ligação com a natureza que distingue os Açores.

A aposta na natureza é unânime entre os açorianos. De acordo com um estudo do IPDT – Instituto de Planeamento e Desenvolvimento do Turismo feito a 1200 pessoas de todas as ilhas e divulgado em março de 2015, noventa e cinco por cento dos açorianos defende que a região deve apostar principalmente no turismo de natureza, seguindo-se o turismo náutico, cultural e paisagístico.

Ao longo dos próximos dias, o stand dos Açores na BTL será também palco para a apresentação das várias provas desportivas internacionais que decorrerão em 2016 no arquipélago, como é o caso do Azores Trail Run, do Red Bull Cliff Diving, do Azores Airlines Rallye, do Canyoning International Meeting in Azores ou do ISA World Junior Surfing Championship, entre outras.

Em 2015, o sector do turismo nos Açores teve o seu melhor ano de sempre, batemos recordes atrás de recordes e isto, naturalmente, não acontece por acaso – Vítor Fraga, Secretário Regional do Turismo e Transportes

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Mais de 55% das pessoas que visitam os Açores usufruem dos nossos trilhos pedestres e a aposta no Trail Run visa essencialmente qualificar e valorizar a nossa oferta – Vítor Fraga

Para promoção do Trail Running, a Azores Trail Run e a Correr na Cidade organizam, no domingo, pelas 16 horas, o “Free Running BTL“.Este soft trail terá uma distância de 10km e uma duração aproximada de 60 minutos. A partida terá lugar na entrada da BTL/FIL.

Os participantes serão brindados com uma t-shirt técnica e buff, podendo ainda ganhar um PACK COMPLETO com prova, deslocação e estadia para o Azores Trail Run (27 e 28 de Maio no Faial). No final haverá um abastecimento com produtos típicos dos Açores.

Vítor Fraga, que falava, no passado domingo, na cerimónia de entrega de prémios do ‘Columbus Trail Run’, afirmou que o Trail Run é “uma actividade que está claramente ligada a um dos nossos principais produtos turísticos, que são os trilhos pedestres”.

O Secretário Regional do Turismo e Transportes salientou também que o Trail Run foi introduzido nos Açores “com este Governo e com a ajuda preciosa de todos aqueles que têm contribuído com o seu trabalho voluntário para o desenvolvimento desta actividade”. Neste contexto,Vítor Fraga destacou o importante papel desempenhado por Mário Leal da Azores Trail Run.

Até ao encerramento desta feira, marcado para domingo, haverá espaço ainda para a apresentação de vários municípios açorianos, além de outros parceiros do sector do turismo.

O mercado nacional é um dos principais mercados emissores de turistas para o arquipélago, tendo vindo a revelar, após o trabalho de reposicionamento do destino efectuado pelos Açores.

Programa completo disponível em: http://btl.visitazores.com/

Fontes: Secretaria Regional do Turismo e Transportes/GaCS; IPDT
Fotos: EP

https://youtu.be/2WkWdwbxMpQ

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A Onda da Nazaré: um estímulo para a aprendizagem

nazare1O filme “The Nazaré Wave” é o principal resultado do projecto “A Onda da Nazaré: um estímulo para a aprendizagem”. Este projecto tem como objectivo contribuir para a literacia sobre os Oceanos e cativar a atenção do público em idade escolar para a importância da integração do conhecimento científico na gestão sustentável dos Oceanos.

Este projecto foi desenvolvido no âmbito das actividades de outreach promovidas pela Faculdade de Ciências da Universidade de Lisboa e foi financiado pelo Mecanismo Financeiro do Espaço Económico Europeu no âmbito do Programa PT02 – Gestão Integrada das Águas Marinhas e Costeiras.

A excelência Portugal quis conhecer melhor este projecto e falou com a sua principal mentora, Mafalda Carapuço, que nos concedeu esta entrevista.

Visita de estudo à Nazaré

Visita de estudo à Nazaré

- Como começou este projecto?

O projecto “A Onda da Nazaré: um estímulo para a aprendizagem” começou no âmbito da iniciativa “Semana Ciência e Tecnologia: Um planeta, a nossa casa”, promovida pelo Programa Ciência Viva. No decorrer desta iniciativa tive a possibilidade de fazer uma apresentação na Faculdade de Ciências da Universidade de Lisboa (FCUL), sobre a onda da Nazaré. No seguimento desta apresentação, o Prof. Adérito Cunha da Escola Básica e Secundária de Gama Barros (EBSGB), convidou-me para ir à escola fazer esta mesma apresentação. Os alunos gostaram do tema e do formato da apresentação que era suportada em curtas-metragens de animação científica que ilustravam os processos físicos associados à geração, propagação e rebentação das ondas. Nesta sessão, perguntei-lhes ainda assim o que deveria ser feito para melhorar a apresentação – os alunos sugeriram a introdução de mais animações e manifestaram vontade em contribuírem para a apresentação. Nasceu assim o projecto “A Onda da Nazaré: um estímulo para a aprendizagem”.

- Como foi constituída a equipa?

A equipa do projecto foi, numa primeira fase, constituída por quatro pessoas. Por mim, aluna de doutoramento em geologia da FCUL, onde tenho desenvolvido a minha investigação na área da transferência do conhecimento científico entre os cientistas e a sociedade. Pelos meus orientadores, professores Rui Taborda e César Andrade da FCUL responsáveis pela coordenação científica do projecto. Pelo Prof. Adérito Cunha enquanto responsável pela coordenação das actividades ligadas com a EBSGB.

Com o desenvolvimento do projecto a equipa cresceu substancialmente e juntaram-se à equipa inicial as professoras Sandra Lobo e Lúcia Jorge, os alunos das turmas 10ºCT1 e 10ºCT2 EBSGB (2015/2016) e Rui Pereira na elaboração das curtas-metragens de animação científica.

- Qual a motivação inicial?

A motivação inicial foi potenciar a transferência do conhecimento científico e investigar de que forma temas com maior mediatismo e disponibilizados de uma forma apelativa – como o filme sobre a Onda da Nazaré – poderiam ser importantes em estimular a vontade de aprender ciência. E, consequentemente, que os jovens sentissem que o conhecimento científico lhes permite terem um papel mais activo na sociedade. Mas, confesso, que com o passar do tempo e ao estabelecer uma relação de maior proximidade com os alunos, a motivação ficou também [muito] condicionada com a vontade de fazer com que os alunos acreditassem que os sonhos podem de facto ser concretizados quando existe determinação e dedicação. E espero ter conseguido transmitir esta mensagem porque, no fundo, foi também o que aconteceu comigo ao longo deste processo.

Filmagens

Filmagens

- Porquê a Nazaré?

Não há assim tantos exemplos como o caso da Nazaré.  A Onda funciona bem, graças ao seu mediatismo e capta o interesse dos alunos.

- Garret McNamara tornou-se um mediático embaixadora da Onda da Nazaré. Como conseguiram a sua participação?

No filme “The Nazaré Wave”, e graças ao apoio do Município da Nazaré, conseguimos contar com a participação dos surfistas Garrett McNamara, Carlos Brule e Maya Gabeira. É impossível não destacar a disponibilidade do Garrett McNamara para participar numa “conversa” via skype com os alunos no dia das filmagens em estúdio.

Neste mesmo dia o Presidente da Câmara da Nazaré, Dr. Walter Chicharro, teve igualmente a simpatia de nos visitar e dar uma palavra de apoio aos alunos e ao projecto. O autarca salientou “a importância da presença da onda da Nazaré numa iniciativa que vai no sentido da aprendizagem das ciências”, ambas de grande relevância para a própria “economia do país”.

- Que importância tem a participação no Ocean Science Meeting?

As ondas da Nazaré vão ser um dos temas do Ocean Sciences Meeting 2016, um congresso que irá debater vários temas ligados às ciências, de 21 e 26 de fevereiro de 2016, em New Orleans (Estados Unidos).

A tipologia dos produtos finais do projecto “A Onda da Nazaré: um estímulo para a aprendizagem” concorre para que o impacto do projecto tenha continuidade para além do seu encerramento formal. Neste sentido, a divulgação do projecto, e em particular do filme “A Onda da Nazaré” em diferente contextos é da maior importância. A participação no 2016 Ocean Science Meeting é muito motivador uma vez que se trata de um fórum de excelência em tópicos relacionados com os Oceanos e com grande enfoque nas áreas das educação e outreach.

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Ante-estreia

Fotos: DR


Mais informações sobre o projecto em:
website do projeto: http://nazarewave.fc.ul.pt/links.html
página de facebookhttps://www.facebook.com/nazarewaveproject

 

Columbus Trail – Correr em Santa Maria com os melhores do mundo

23[1]Os Açores estão na moda e são, inclusive, candidatos ao prémio de Melhor Destino Europeu em 2016.  A natureza paradisíaca das nove ilhas é um dos factores que mais contribui para a escolha deste destino e simultaneamente um atractivo para a prática de várias modalidades desportivas, como Surf, Bodyboard, Btt, Canyoning, Trail Running, entre outros.

Este ano, os Açores contam com uma nova prova de Trail que irá surpreender mesmo os já assíduos atletas que costumam rumar ao arquipélago. O Columbus Trail nasce já com o “carimbo” da organização do Azores Trail Run, cuja 3ªedição decorrerá no dia 28 de maio, no âmbito dos dia europeu dos Parques Naturais, e terá quatro provas, o Trail dos 10 Vulcões (22km), o Ultra Trail Faial Costa a Costa (48km), o Trail Ultra Ilha Azul (70km) e o Family Trail (10km). A caminho da 3ª edição, esta prova realizada na Ilha do Faial é já uma referência a nível nacional e internacional.

O Columbus Trail invoca a passagem de Cristóvão Colombo por Santa Maria, entre 18 e 28 de fevereiro de 1493, conforme ficou registado no diário de bordo do navegador. A prova irá realizar-se na Ilha de Santa Maria já no próximo dia 27 de Fevereiro e contará com duas distâncias: Columbus Trail (77km) e Columbus Marathon Trail (42km).

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A prova de 77km percorre toda a ilha,  numa extensão de 77 quilómetros circulares, transportando-o por zonas de interesse geomorfológico ao longo da mais antiga ilha dos Açores (aproximadamente 8 milhões de anos). Durante o percurso, estas características tornam-se evidentes através de vários fenómenos de erosão e alterações do nível da água do mar, que conferiram à ilha algumas das suas particularidades, levando-o a visitar locais de incrível beleza cénica, didáctica e científica.

A prova dos 42km tem o mesmo percurso da Columbus Trail, terminando ao km 42.

Ao longo das duas provas podem ser observadas várias espécies de aves migratórias  que escolhem os Açores como ponto de descanso/paragem, passando por Zonas Protegidas e Reservas Naturais de enorme biodiversidade e geodiversidade.

821708321_a954f4be9d_oCorra com os melhores do mundo

Esta prova contará já na sua primeira edição com a presença de seis elementos da equipa internacional da Salomon: Philipp Reiter, Thomas Wagner, Lukas Sörgel, David Wallmann, Thomas Owens e Davide Cheraz.

Inscrições

As inscrições são efectuadas no  site oficial da prova. Toda a informação poderá também ser acedida na página facebook do evento.

A ilha

A ilha de Santa Maria estende-se por 16,6 quilómetros de comprimento e 9,1 quilómetros de largura máxima, ocupando uma superfície de 97 km2, onde habitam 5 552 pessoas (dados de 2011). Santa Maria integra o Grupo Oriental do arquipélago dos Açores, juntamente com São Miguel, ilha da qual dista 81 quilómetros. O ponto mais elevado da ilha, aos 587 m de altitude, está situado no Pico Alto, a 36°58’59’’ de latitude norte e 25°05’26’’ de longitude oeste.

Como chegar

A única companhia aérea que faz ligação a todas as ilhas do arquipélago é a SATA.

A companhia açoriana concede a todos os inscritos 50% de desconto nas viagens pela SATA. As reservas devem ser efectuadas numa loja SATA ou Call Center.

As reservas através da internet não são válidas. A SATA responderá num prazo de 72 horas (contacto: carina.franco@sata.pt).

Alojamento

Recomende-se o alojamento no Hotel Colombo. No acto da reserva todos os participantes terão que utilizar o código promocional de reserva COLUMBUS2016 para usufruírem de desconto.  E-mails directos para as reservas:  sandra.rodrigues@colombo-hotel.com ou santamaria@colombo-hotel.com.

Fonte: Azores Trail Run e visitazores.com
Fotos: (1) siaram.azores.gov.pt (2) (3) Mário Leal

 


A Excelência Portugal vai cobrir o Columbus Trail
com o apoio da SATA.

 

 

 

Pestana Vila Sol eleito Best Golf Resort de Portugal

O Pestana Vila Sol Premium Golf & Spa Resort acaba de ser distinguido com o prémio Best Golf Resort de Portugal. O galardão foi atribuído pelos leitores da Today’s Golfer, a mais vendida revista de golfe do Reino Unido, que destaca o layout excepcional do campo de golfe do Pestana Vila Sol, desenhado pelo lendário Donald Steel.

Os TG Awards, que anualmente atribuem 21 prémios no Reino Unido, Espanha, França e Portugal, são altamente respeitados no meio internacional do golfe. A categoria Melhor Resort de Golfe em Portugal foi, segunda a revista, a mais disputada da história dos prémios, com o Pestana Vila Sol a dividir o galardão ex-aequo com outras 3 unidades.

De acordo com Pedro Lopes; Corporate Regional Director, Algarve: “Esta distinção é para nós um motivo de grande orgulho, uma vez que comprova a qualidade e excelência das unidades hoteleiras e dos campos de golfe sob gestão do Pestana Hotel Group”.

O Pestana Vila Sol Golf & Spa Resort é o local ideal para quem procura uma atmosfera tranquila entre os magníficos jardins, pinhais e dois campos de golfe, com todos os serviços e comodidade de um resort de 5 estrelas.

Com 72 hectares de paisagem natural, o hotel e os 2 campos de golfe geridos pelo Pestana Hotel Group proporcionam o melhor de dois mundos: a privacidade e tranquilidade absoluta no meio da natureza perfeita para praticante ou apenas para descanso e o fácil acesso ao movimentado centro de Vilamoura.

Fonte: Pestana Hotel Group
Foto: DR

Marina de Vilamoura volta a ser eleita Marina Internacional do Ano

A Marina de Vilamoura, no Algarve, foi considerada Marina Internacional do Ano 2016 pela The Yacht Harbour Association (TYHA). O anúncio foi feito no London Boat Show, em Londres.

Vilamoura, que já é um dos principais destinos turísticos do sul do país, é condecorada pelo segundo ano consecutivo e volta a ser eleita, pelos utentes com embarcação, a melhor entre as melhores galardoadas com cinco âncoras. Isolete Correira, Diretora da Marina de Vilamoura, recebeu o galardão no London Boat Show, em representação de Vilamoura World, a entidade Master Developer do plano de intervenção que prevê um investimento de mil milhões de euros no resort.

Isolete Correira, Diretora da Marina de Vilamoura, afirma: “Ganhar o reconhecimento de Marina Internacional do Ano pela segunda vez num período de dois anos é uma honra enorme e estamos muito orgulhosos por receber um prémio como este. É uma prova do trabalho árduo e profissionalismo que é levado a cabo diariamente pela equipa que gere a marina. A partir de 2016, os visitantes vão poder usufruir de ainda melhores instalações, de vantagens exclusivas para membros da nova comunidade V Club, de Wi-Fi de alta velocidade e de melhoramentos nas estradas em redor da marina.”

Paul Taylor, Presidente de Vilamoura World, observa: “Vilamoura já é um destino de eleição a nível internacional e a Marina é o ponto de atração por excelência. A Marina é o principal foco de investimento deste Masterplan de desenvolvimento do resort e 2016 vai assistir à chegada de novas lojas, bares e restaurantes e ainda a um grande avanço na criação do novo Yacht Club. É um orgulho ter tantas marcas fantásticas conosco, como por exemplo a Sunseeker que anunciou hoje o primeiro escritório em Portugal, com localização em Vilamoura em março deste ano. É um prazer ainda ver Luís Figo abrir o seu novo bar em 2016 na marina e Parilla abrir um restaurante também aqui.”

Fonte: Marina de Vilamoura
Foto: Tivoli Marina