Portugueses entre os mais influentes do mundo em evento no Dubai

pip1O World Government Summit é um evento para a partilha de conhecimento, envolvendo áreas como o Governo, Tecnologia e Inovação. Funciona como um ponto de troca de ideias e experiências que agrega vários agentes destas áreas, fomentando o desenvolvimento humano.

Nesse sentido, o World Government Summit reúne, mais de 400 líderes de 90 países, incluindo também académicos, investigadores e representantes de organizações internacionais, e irá contar com presenças de renome como Rania Al Abdullah,  Rainha da Jordânia, Richard Branson, CEO & Fundador da Virgin e ainda HE Ban Ki Moon, Secretário Geral da Organização das Nações Unidas, criando uma oportunidade para construir redes de contacto colaborativas.

A 4ª edição do World Government Summit é assim composta por duas exposições principais, sendo que uma é a apresentação de projetos no Pavilhão da Inovação, onde estarão projetos governamentais de todo o mundo relacionados com inovação, bem como a entidade portuguesa Patient Innovation.

O projeto Patient Innovation, liderado pela Católica-Lisbon School of Business and Economics, é o resultado de uma cooperação internacional que inclui pessoas e instituições empenhados em ajudar a promover a difusão de inovações e conhecimento para melhorar a vida das pessoas.

O objetivo desta exposição específica, é informar, promovendo novas formas de pensar através da experiência, e inspirar os visitantes a contactar com os inovadores. Nesse sentido, o Patient Innovation leva consigo mais um projeto português.

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Esse projeto é o Feelipa Color Code, o código de cor para pessoas com deficiência visual, que teve origem no ano de 2009, quando a autora, Filipa Nogueira Pires, aquando do Mestrado em Design de Produto da FA-UTL e em parceria com o Centro Helen Keller (uma escola dedicada à integração de alunos com problemas visuais e com outras necessidades educativas), iniciou uma investigação com o objectivo de tornar a cor acessível ao maior número de pessoas possível, em particular às pessoas com algum tipo de deficiência visual.

O World Government Summit decorre de 8 a 10 de Fevereiro no Dubai.

Fonte: We Love Social
Fotos: DR

 

Arquitectura – Três projectos portugueses conquistam prémio da ArchDaily

cella_archdailyTrês projectos dos sete portugueses que se encontravam entre os finalistas do Prémio Edifício do Ano 2016, promovido pela Archdaily, plataforma online dedicada à arquitectura, são os vencedores nas categorias de Arquitectura de Lazer & Serviços, Arquitectura Pública e Remodelação. 

Fundada em 2008, a Archdaily é uma plataforma online dedicada à arquitectura que regista 350 mil visitas diárias e atribui anualmente este galardão internacional. Os projectos são seleccionados pela sua relevância na inovação espacial, social, material e técnica. A votação é realizada online pelo público especializado da área da arquitectura que visita a plataforma sediada em Nova Iorque.

Nesta sétima edição, estiveram disponíveis para votação cerca de 3.000 projectos a nível mundial, distribuídos por 14 categorias: Arquitectura Pública, Arquitectura Comercial, Arquitectura de Lazer & Serviços, Casas, Edifícios Habitacionais, Remodelação, Arquitectura Industrial, Arquitectura Educacional, Arquitectura Hospitalar, Escritórios, Arquitectura Cultural, Arquitectura Desportiva, Arquitectura de Interiores e Arquitectura Religiosa.

A votação dos vencedores do prémio Edifício do Ano 2016 decorreu até esta segunda-feira e o anúncio dos vencedores foi feito hoje no website da Archdaily.

Um bar na ilha do Pico, uma casa em Guimarães e uma cozinha comunitária num bairro da Costa da Caparica são os três projectos nacionais vencedores da edição deste ano, de um total de sete que estavam nomeados entre os cinco finalistas de cada categoria.

Arquitectura de Lazer & Serviços: Cella Bar / FCC Arquitectura + Paulo Lobo

 Cella Bar - FCC Arquitectura + Paulo Lobo. Image © Fernando Guerra | FG+SG

Cella Bar – FCC Arquitectura + Paulo Lobo. Image © Fernando Guerra | FG+SG

Remodelação: Casa em Guimarães / Elisabete de Oliveira Saldanha

Casa em Guimarães / Elisabete de Oliveira Saldanha. Image © Fernando Guerra | FG+SG

Casa em Guimarães / Elisabete de Oliveira Saldanha. Image © Fernando Guerra | FG+SG

Arquitetura Pública: Cozinha Comunitária das Terras da Costa / ateliermob + Colectivo Warehouse

 Cozinha Comunitária das Terras da Costa / ateliermob + Colectivo Warehouse © Fernando Guerra | FG+SG


Cozinha Comunitária das Terras da Costa / ateliermob + Colectivo Warehouse
© Fernando Guerra | FG+SG

Fontes: Archdaily e DN
Fotos: Archdaily

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O encanto do Porto em 36 horas – New York Times (d)escreve pela segunda vez o fascínio da Invicta

Já se sabe que a capital portuguesa tem estado cada vez mais no mapa e é considerada uma das melhores capitais Europeias, mas o que certo, é que Lisboa tem “concorrência” no seu país. A norte, mais precisamente a cerca de 300 km de Lisboa, temos o Porto, e a cidade invicta tem conquistado muitos “corações”. O jornal norte-­‐americano New York Times (NYT) vai mais longe e na sua rubrica “36h em…”, diz que “é difícil encontrar algo que não se goste no Porto”

Nestas 36 horas na cidade Invicta, o ponte de partida é a Estação de São Bento, onde o autor destaca os azulejos característicos do nosso país e que se candidataram a Património Cultural da UNESCO. Segue para o rio onde aproveita para elogiar (e comprar…) o típico vinho do Porto, descrevendo bons sítios para degustar e experimentar, para comida destaca o chef José Avilez e a cozinha portuguesa, bem como Pedro Lemos e a o seu “Stash – The sandwich room”. A cozinha portuguesa é também elogiada no sem número de pastelarias e confeitarias, bem como ou todos os outros locais de petiscos espalhados pela cidade. A os seus mercados com galerias que nos dão ”lembranças que ficamos orgulhosos de mostrar em casa”.

Dos monumentos a Sé do Porto, diz que é de “fotografar por dentro e por fora” com vista sobre os “estonteantes edifícios dos séculos XVIII e XIX”, a Torre dos Clérigos, são 225 degraus em espiral que levam a estonteantes vistas panorâmicas sobre a cidade, o Centro Português de Fotografia na antiga cadeia da Relação também faz parte do percurso e, não se pode sair do Porto sem atravessar a ponte Dom Luís até Vila Nova de Gaia. Os bares e a qualidade da vida nocturna no Porto também são destacados nesta rubrica, pelo relaxe e pelo ambiente casual sempre brindados com um bom vinho.

Diz o autor que “do centro histórico do Porto, os bares alternativos e as boas vibrações da cidade” são mais do que suficientes para nos rendermos ao charme portuense, a facilidade com que chegamos aos sítios, a grandeza da história combinada como “cool” da cidade, são motivos mais do que suficientes para ficar mais do que apenas 36 horas.

Fonte: NY Times
Fotos: (1) visitportugal.com (2) visitportoandnorth.travel

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Açores – “o antídoto para a ideia de uma Europa desfalcada de surpresas”

acores1[1]Os Açores estão definitivamente na moda. Quem o diz são os media, os turistas que visitam o arquipélago e as várias entidades que elegem as ilhas para múltiplas distinções.

Os Açores são o antídoto para a ideia de uma Europa desfalcada de surpresas – Chris Leadbeater

Chris Leadbeater do jornal britânico Telegraph assinou, a 29 de Janeiro, um artigo elogiosamente entitulado “The Azores: Europe’s answer to Hawaii”. O jornalista afirma que o arquipélago é claramente “o Havai do Atlântico, perdido em mares profundos; escarpados, lindo e selvagem”. A inconstância climática é assinalada como uma mais-valia que torna cada dia diferente.

A visita às 9 ilhas vale a pena pelo carácter distinto e charme de cada uma. A herança colonial portuguesa, ruínas de lava, cozinha intrigante, praias tranquilas e a graciosa visão de mamíferos marinhos, são alguns dos motivos para uma incursão pelo arquipélago. 
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De acordo com a análise do Inquérito à Satisfação do Turista que Visita os Açores: Verão IATA 2015, efectuado pelo Observatório do Turismo dos Açores, os turistas que visitaram os Açores no Verão do ano passado ficaram satisfeitos com a região e a grande maioria quer voltar e recomenda o destino.
Os estrangeiros já ultrapassam os portugueses em número de turistas. Dos 55,8% estrangeiros que procuram os Açores, mais de 20% são alemães. Os portugueses representam 44,2%.
A Madeira, Canárias e ilhas gregas são os destinos que mais concorrem com os Açores.
Fontes: Telegraph e Observatório de Turismo dos Açores
Fotos: Pedro Silva

Home Lisbon Hostel – O melhor Hostel do mundo é lisboeta

Home-Hostel-Lisbon[1]Os Hoscars, prémios que distinguem os melhores Hostels a nível mundial, atribuíram, na sua décima terceira edição,  o primeiro lugar ao Home Lisbon Hostel.

Este Hostel foi considerado não só o melhor “hostel médio” do mundo, mas também como o mais popular, como é possível verificar na lista de Hoscars publicada pelo Hostelworld. A unidade hoteleira lisboeta repete as vitórias conquistadas no ano passado nas mesmas categorias em que agora é distinguido.

O título de melhor estabelecimento deste sector de alojamento de baixo custo deveu-se aos viajantes de diversas nacionalidades que expressaram as suas avaliações, comentários e opiniões pessoais no site Hostelworld. Quanto à sua popularidade, esta foi apurada através do número de reservas feitas por unidade e da média das avaliações dos hóspedes.

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Nas 50 cidades consideradas de topo pelo Hostelworld, o hostel lisboeta alcançou uma avaliação de 98%. O segundo lugar é também nacional e pertence ao Yes! Porto Hostel (96%).

O facto de ter um lugar cativo no coração desta maravilhosa cidade confere uma mais-valia aos seus hóspedes, possibilitando o seu deslocamento com facilidade, tanto a pé como através de meios de transporte que se encontram nas suas redondezas. Tanto a zona do Castelo como do Bairro Alto poderão ser facilmente conhecidas, incluindo os seus pontos históricos e de diversão que ambos têm para oferecer, tanto de dia como de noite.

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O Home Lisbon Hostel tem como máxima para todos os indivíduos que o escolhem para estadia, o usufruto de um “tempo perfeito” nas suas instalações e com quem lá trabalha. Através da recuperação deste edifício histórico, tornou-se possível proporcionar aos turistas uma área de banhos e uma cozinha totalmente renovadas para que não haja tempos de espera e para que os seus utilizadores estejam à-vontade nas suas lides diárias.

Como prova das incríveis instalações existentes, encontramos um grande salão que proporciona o convívio entre hóspedes, momentos de descanso e de diversão fora dos seus quartos. Em relação aos espaços para pernoitar, as camas confortáveis e os quartos espaçosos com varanda ou grandes janelas sobre a cidade, conferem um ambiente acolhedor.

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Para além dos serviços habituais existentes num Hostel com prestígio, o Home Lisbon Hostel também oferece a utilização gratuita de Playstation, de DVDs variados e de serviço de lavandaria. Como cereja no topo do bolo, o pão servido com o café da manhã é confeccionado em casa diariamente.

Podemos assim afirmar que é o Hostel mais indicado para quem procura sentir-se no seu lar mesmo estando longe de casa. O alojamento transmite um ambiente confortável e muito familiar. A interacção positiva existente entre as pessoas e o seu staff, cativa os turistas.

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Outra variante referida como extraordinária pelos seus clientes, são as refeições caseiras elaboradas pela Mãe do proprietário, intitulada de “Mamma”, sendo indicadas como “deliciosas” e a “não perder”. Esta e muitas outras experiências, tornam o Home Lisbon Hostel memorável para quem teve oportunidade de lá ficar alojado.

Fontes: Home Lisbon Hostel e Económico
Fotos: DR

 

Cientistas portuguesas descobrem forma de tornar o parasita da malária vulnerável

maria_manuel_motaUma equipa de investigadores do Instituto de Medicina Molecular (iMM) descobriu um mecanismo através do qual o parasita da malária fica vulnerável à toxicidade do ferro presente no corpo humano, impedindo-o de se multiplicar.

Apesar dos esforços redobrados por parte da comunidade internacional para a erradicação da malária, esta doença continua a ter um enorme impacto global, com cerca de metade da população mundial em risco de ser infetada. Durante a infeção do hospedeiro humano, os parasitas Plasmodium, agentes da doença, possuem duas fases distintas do seu ciclo, cada uma num ambiente celular muito diferente. Durante a fase hepática, um único esporozoíto do género Plasmodium invade um hepatócito (célula do fígado) e, enquanto aí se encontra, supostamente sem ser detetado pelo hospedeiro, dá origem a milhares de novos parasitas, os quais iniciarão a fase subsequente de infeção sanguínea. Apesar de apenas 10 a 20 novos parasitas serem gerados dentro de cada eritrócito infetado por cada ciclo de divisão, os ciclos consecutivos de lise e re-infeção causam uma resposta potente do hospedeiro, bem como os sintomas típicos da malária.

A equipa liderada pela investigadora Maria Manuel Mota, diretora executiva do iMM e vencedora de vários prémio sendo o mais recente o prémio pessoa em 2013, descobriu um novo transportador de ferro presente no parasita da malária. Uma vez bloqueado, o transportador faz com que o ferro em excesso se torne letal, abrindo portas para o desenvolvimento de novos fármacos.

O ferro é essencial à vida, mas também é extremamente tóxico. É o que acontece no nosso corpo, as células precisam de ferro e todos os organismos precisam de ferro, mas quando ele está em excesso causa danos muito muito graves, e o parasita da malária não é diferente disso: precisa de ferro mas se tiver em excesso morre“, explicou à Lusa a investigadora.

O que a investigação mostrou foi que este novo transportador é essencial ao parasita para que este consiga armazenar o ferro que está a mais e guardá-lo num sítio que não permite que se torne tóxico. Esta descoberta é “muito importante“, porque em determinadas circunstâncias o parasita da malária pode estar em locais que tenham ferro em excesso, o que pode fazer com que seja letal ou muito grave para o parasita.

O que nós mostramos é que se tivermos um parasita da malária que não tem este transportador – nós conseguimos fazer um parasita que não tem este transportador -, o que acontece é que este parasita não se consegue desenvolver bem“, disse Maria Mota.

Para desenvolver esta investigação, a equipa de investigadores usou uma estirpe mutante de levedura, na qual a sequência para uma determinada proteína transportadora de ferro foi removida do DNA. Devido à incapacidade de produzir esta proteína transportadora de ferro, a estirpe de levedura mutante não conseguiu crescer na presença deste micronutriente. Partindo desta experiência, os investigadores criaram parasitas de malária mutantes aos quais retiraram o gene da proteína em questão. Consequentemente, estes parasitas continham um teor de ferro elevado dentro dos glóbulos vermelhos, o que, devido à sua toxicidade, resultou num número reduzido de parasitas.

O impacto desta descoberta para o futuro é conseguir desenvolver fármacos que consigam inibir este transportador. “Se bloquearmos este transportador, o parasita vai começar a acumular ferro, o que o torna tóxico, e não se vai conseguir desenvolver bem“, acrescentou. Por outro lado já existem fármacos que estão dependentes dos níveis de ferro. Deste modo, um dos estudos a serem desenvolvidos a seguir “é ver como a presença ou não deste transportador afecta a função e a eficiência desses fármacos“.

 

Fonte: rr.sapo.pt
Foto: FLAD

Lisboa será Capital Ibero-americana da Cultura em 2017

HT_lisboa_Q40_[1]A cidade de Lisboa vai ser a Capital Ibero-americana da Cultura em 2017, na sequên­cia de uma can­di­da­tura apro­vada por una­ni­mi­dade esta terça-feira (dia 2), anun­ciou em comu­ni­cado a Câmara Municipal de Lisboa.

A pro­gra­ma­ção será desen­vol­vida a par­tir das ins­ti­tui­ções cul­tu­rais da Câmara de Lisboa, EGEAC e Casa da América Latina, com coor­de­na­ção glo­bal e coe­rên­cia pro­gra­má­tica  asse­gu­ra­das pelo pro­gra­ma­dor António Pinto Ribeiro.

A can­di­da­tura de Lisboa, apre­sen­tada na qua­li­dade de mem­bro da União das Cidades Capitais Ibero-Americanas (UCCI), foi apro­vada por una­ni­mi­dade e será for­mal­mente rati­fi­cada em Junho de 2016, na cidade de La Paz, Bolívia.

A cidade de Lisboa sucede, assim, a outras cida­des da América Central e do Sul, bem como de Espanha, que nos últi­mos anos foram res­pon­sá­veis pela rea­li­za­ção desta iniciativa.

Este acon­te­ci­mento será o mote para a pro­mo­ção de um ano artis­ti­ca­mente ino­va­dor, em que se terão em conta quer os pro­ces­sos his­tó­ri­cos e a troca de conhe­ci­men­tos que enqua­dram as rela­ções entre estas cida­des da Europa e das Américas, quer a exis­tên­cia de uma pro­du­ção atual, artis­ti­ca­mente dife­ren­ci­ada e intrin­se­ca­mente plu­ral”, sali­enta a autar­quia em comu­ni­cado. Acrescenta ainda que “todas as outras ins­ti­tui­ções cul­tu­rais da cidade são, natu­ral­mente, con­vi­da­das a par­ti­ci­par nesta iniciativa”.

Fonte: EGEAC
Foto: visitportugal.com

Desafios da internacionalização do sector têxtil discutidos em seminário promovido pelo Modatex

itvO Modatex promove no próximo dia 24 de fevereiro, no âmbito do Modtissimo, o seminário “Como preparar a sua equipa para vencer no mercado internacional no contexto do sector têxtil e vestuário?”. O evento, que pretende também assinalar o mês do Comércio Internacional na Indústria Têxtil e Vestuário no Modatex e o início das comemorações do 5º aniversário do centro de formação, terá lugar no Auditório do Aeroporto Francisco Sá Carneiro, pelas 16h30.

Dirigida a empresários, quadros superiores e técnicos do sector do têxtil e do vestuário, esta discussão procurará analisar, a partir de diferentes perspetivas, os desafios relacionados com a internacionalização, tendo como oradores convidados Miguel Dias, fundador e Diretor Geral da CEO WORLD, e Thierry Bayle, fundador e Diretor Geral da Global Fashion Management, que partilharão com o público algumas das formas de alcançar com sucesso os mercados internacionais.

O seminário abordará também as questões relacionadas com a formação e com a aprendizagem contínua como formas de alcançar novos mercados. A diretora do Modatex, Sónia Pinto, falará sobre a importância da qualificação de recursos humanos nas empresas que procuram a internacionalização.

Respondendo às necessidades específicas do sector ITV, o Modatex criou ações formativas na área do comércio internacional totalmente vocacionadas para esta área. A primeira ação decorreu no Porto e terminou em junho de 2015, tendo garantido a empregabilidade de todos os formandos. Decorrem neste momento mais duas ações no Porto e em Barcelos e em maio terá início um novo curso na Vila das Aves. Um empresário e um dos formandos destas ações darão o seu testemunho sobre este assunto.

Oradores:

Thierry Bayle: 20 anos de experiência no sector da Moda com marcas internacionais com maior enfoque na Europa e Estados Unidos. Colaborou com marcas internacionais como Alberta Feretti, Calvin Klein, DKNY, DVF, Kenzo, Monnalisa, Moschino, Parah, Sergio Rossi, Versace, bem como PMEs e jovens designers. Defende que é necessário “sair da caixa”, de forma a estarmos sempre um passo à frente da concorrência. Está regularmente presente na imprensa e nas feiras do sector.

Miguel Dias: Viveu a falência de uma empresa familiar no sector do calçado. Escalou a escada corporativa numa agência de branding, onde começou a organizar documentos para a contabilidade a tempo parcial, até ter sido convidado para assumir a liderança da empresa pelo fundador três anos mais tarde, com 24 anos. Era o mais jovem da equipa e o único não licenciado. Abandonou a licenciatura em Economia e reiniciou outra em Gestão de Empresas em horário pós-laboral, terminando com a melhor classificação do ano. Com 26 anos, fundou uma rede global de fundadores e CEOs – CEO WORLD -, contando com membros em cinco continentes. É convidado regularmente para partilhar a sua curta e intensa história de vida com plateias multiculturais em diferentes partes do mundo. Escreve regularmente em diferentes publicações nacionais e internacionais. É autor do livro (em formato vídeo e organizado por temporadas) “Despede. Torna-te o CEO da tua vida” (Título original: “Fire. Become the CEO of your life.”).

O Modatex:

Centro de Formação Profissional da Indústria Têxtil, Vestuário, Confecção e Lanifícios surgiu com base num protocolo celebrado entre o Instituto de Emprego e Formação Profissional (IEFP,I.P.), a Associação Têxtil e Vestuário de Portugal (ATP), a Associação Nacional das Indústrias de Vestuário e Confecção (ANIVEC/APIV) e a Associação Nacional dos Industriais de Lanifícios (ANIL).

Sedeado no Porto e com delegações em Lisboa e Covilhã, polos em Barcelos, Vila das Aves e extensões em Lousada, Pinhel e Marco de Canaveses, tem como objetivo contribuir para a melhor coordenação estratégica e operacional da formação no sector, responder de forma eficaz às necessidades de qualificação, aperfeiçoamento e reconversão das pessoas e das organizações e apoiar tecnicamente a Indústria Têxtil e de Vestuário.

Fonte:  Modatex
Foto: DR

QSP Summit celebra 10 anos e traz a Portugal Kenichi Ohmae – o “Mr. Strategy”

qspsummit“The New Global Age” será o tema da edição 2016 da conferência – QSP Summit. Realizar-se-á no dia 10 de Março, às 9h00, no Centro de Congressos da Exponor, e contará com mais de mil conferencistas.

A edição 2016 terá como orador principal Kenichi Ohmae, mundialmente conhecido como “Mr. Strategy” – um dos grandes gurus mundiais. De acordo com o Financial Times, Ohmae é o único guru de gestão do Japão. O The Economist já o elegeu como um dos cinco gurus em gestão em todo o mundo. Conta com 180 livros publicados, muitos dos quais dedicados à análise empresarial e sociopolítica.

Kenichi abordará as seguintes temáticas:

  • A concorrência no século XXI está dependente da forma como se irá alavancar a multiplicidade, o espaço cibernético e o alcance global
  • A chave para criar novos negócios é aprender com os adolescentes, cujos cromossomas incluem já o funcionamento do smartphone (“para quem o smartphone é o terceiro braço”)
  • A gestão das potencialidades inexploradas do espaço cibernético permite a criação de novos negócios por pessoas sem capital e sem ativos
  • Há três alavancas que podem ser utilizadas, no caso de não haver recursos: crowdsourcing, crowdfunding, cloud computing
  • Num mundo sem fronteiras, conhecer os consumidores e concorrentes em mercados-chave na Europa, EUA, Japão, China e Índia é a chave da sobrevivência

A conferência receberá também Walter Susini – VP Global Creative Strategy Content and Design na Unilever; Amitava Chattopadhyay, professor de Marketing do INSEAD e Professor Regente de Inovação Empresarial na GlaxoSmithKline; David Shing, profeta do mundo digital da AOL; Jeanniey Mullen, Presidente, Grupo de Liderança Feminina da “Internet Marketing Association” (IMA) e ex-vice-presidente da Barnes & Nobles; Scott Moore, fundador e Presidente da M32 Partners, e ex-vice-presidente da Best Buy.

O QSP Summit é uma das grandes conferências da Europa de marketing e gestão, bem como um espaço de reflexão sobre temas relevantes, procurando antecipar oportunidades e indicar caminhos para a resolução de novos desafios. Esta edição também vai ao encontro deste desígnio. A 10ª edição, sob o tema “ The New Global Age”, contará com alguns dos mais reputados especialistas mundiais sobre a Nova Era da Globalização e respetivos desafios de mercado. Uma edição recheada de prestigiados oradores, visionários, especialistas e líderes que marcam a atualidade. O QSP Summit contará ainda com The Business Trends Forum, oito worklabs temáticos, áreas de exposição, num intenso dia de partilha de conhecimento, networking e debate.

O evento incluirá também um importante debate sobre as tendências – “The Business Trends Forum”- que reunirá alguns dos maiores empresários portugueses: António Amorim- Presidente e CEO da Corticeira Amorim; Fernando da Cunha Guedes, Administrador da Sogrape; Filipe de Botton, CEO da Logoplaste; Paulo Azevedo, Chairman e Co-CEO Sonae; e a moderação de António Lobo Xavier, partner da MLGTS e administrador da Sonaecom; NOS; BPI; Mota-Engil e Riopele

O QSP Summit conta ainda com uma área de exposição com muita interatividade e networking.

Fonte: QSP Summit
Foto: DR

 

O inventor: projeto europeu quer criar tecnologia vanguardista de apoio às indústrias criativas

1357928764_15[1]Investigadores de seis países europeus e uma empresa de software uniram-se em consórcio para desenvolver uma tecnologia vanguardista de apoio às indústrias criativas, através da simulação da criatividade humana nos computadores. É coordenado por uma universidade de Londres (Queen Mary University of London) e envolve uma equipa de investigadores da Faculdade de Ciências e Tecnologia da Universidade de Coimbra (FCTUC).

O projeto denominado ConCreTe – Concept Creation Technology (tecnologia para a criação de conceitos) é financiado pela União Europeia em mais de três milhões de euros e teve início em 2013.

Os investigadores estão a desenvolver programas de software que possam ter o desempenho criativo dos humanos. Para alcançar esse objetivo, «baseamo-nos em modelos cognitivos dos humanos. Estamos a construir um sistema de grande complexidade que, entre outras fases, pretende simular os mecanismos da consciência humana com vista a ter no final uma tecnologia apta a interagir com o mundo externo», explica Amílcar Cardoso, coordenador da equipa nacional.

Uma tecnologia «que seja capaz, por exemplo, de pesquisar e ler na internet, de consultar bases de dados, de arriscar caminhos improváveis e de produzir conteúdos que nunca nos passaria pela cabeça. É também importante que este sistema tenha sentido autocrítico», exemplifica o investigador.

De modo mais simples, com base nos mecanismos da mente humana, o projeto já com dois protótipos de mistura de ideias e invenção de conceitos, «visa ter um sistema computacional viciado no trabalho, que gosta de explorar caminhos fora do habitual e mesmo improváveis para efetuar as suas tarefas e, no final, surpreender os humanos com ideias extraordinárias mas exequíveis», ilustra o docente do Departamento de Engenharia Informática da FCTUC.

Por outro lado, esta ambiciosa pesquisa de «exploração do potencial criativo dos recursos computacionais para a sociedade pretende contribuir para um salto qualitativo na área da criatividade computacional», conclui Amílcar Cardoso.

Fonte: UC
Foto: DR