Surfistas portuguesas “conquistam” a Austrália

ck_final

Camilla Kemp (na foto),  Carina Duarte ,  Carol Henrique e Teresa Bonvalot rumaram à Austrália para para apanhar ondas boas e surfar com os melhores surfistas do mundo! Camila diz que “é nesta altura que estão todas cá por causa do WCT que se vai realizar daqui a uns dias.”. Antes estiveram em Manly e Newcastle para os dois eventos WQS. No Burton Automotive Womens Clasic, Carina Duarte e Teresa Bonvalot foram até à ronda 3, Camilla Kemp e Carol Henrique caíram na ronda 2.
A Excelência Portugal quis conhecer melhor  duas das nossas maiores representantes no surf feminino e entrevistou-as na terra dos kangurus. As duas responderam às mesmas perguntas e aqui ficam as respostas.

 

CAMILA KEMP (Cascais-18 anos)
A Excelência Portugal dá a conhecer todo o enorme talento, criatividade e saber que temos para oferecer cá dentro e lá fora!! Eu tenho muito orgulho em estar aqui!

 

- Com que idade te iniciaste no Surf? Tiveste alguma influência?
Começei a surfar aos 10 anos, porque o meu irmão mais velho surfava.

 
- Como conseguiste conjugar a alta-competição com os estudos?
Foi difícil, principalmente no 12º ano, mas consegui!

 

- Como vês o Surf em Portugal e no feminino em particular?  Achas que a modalidade já despertou o interesse dos patrocinadores? 

O surf está definitivamente “na moda” e despertou o interesse dos patrocinadores. Só que em menor escala para as atletas femininas, como em todos os desportos, acho eu…

 

- Achas importante o papel de surfistas como o Tiago Pires ou o fenómeno McNamara na afirmação de Portugal como destino de Excelência para o Surf?

É muito importante para a promoção de Portugal como destino de Excelência para o Surf. Tanto um, como o outro, foram e são promotores de excelência para o nosso país como destino de qualidade.

 
- Achas possível viver do surf no nosso país?

Acho que sim. Os nossos melhores surfistas fazem-no e penso que a indústria do surf pode oferecer muitos nichos de mercado.

 
- Qual a tua surf-trip de sonho?
Fiz muitas viagem de que me vou lembrar para sempre! Adorei a minha primeira viagem com a selecção nacional para o Panamá! Uma equipa fantástica num sítio fantástico! Neste momento também estou a fazer uma surf-trip de sonho! Sempre sonhei em viajar para a Austrália e este ano finalmente consegui!

- Qual a percepção dos atletas estrangeiros relativamente ao nosso país? Acreditam que somos um país de Excelência?
Todas as atletas que encontro conhecem Portugal, realçam um ou outro pico como o seu preferido e têm opiniões muito positivas do nosso país!  A começar pela qualidade das ondas, a simpatia das pessoas, as nossas paisagens e a nossa comida.

 
- Quais as tuas expectativas para 2015?

Espero poder participar no maior número de WQS possível e ter bons resultados!!

 

cd

CARINA DUARTE (Mafra-21 anos)
Achas possível viver do surf no nosso país? 
É possível apenas para 3 pessoas. E para as raparigas nem pensar.

- Com que idade te iniciaste no Surf? Tiveste alguma influência?

Foi aos 8 anos e sinceramente não sei qual a influência porque ninguém da minha família praticava desporto e nem sequer se falava de surf. Mas felizmente, de uma forma ou outra, vim parar às aulas de surf do meu ex-treindor Álvaro Botelho!

- Como conseguiste conjugar a alta-competição com os estudos?

Há alturas complicadas de conciliar mas com vontade é possível e faz-nos crescer e aprender a gerir o nosso tempo. O que eu acho mesmo importante é terminar o 12º ano independentemente da média final. Entretanto, com algumas alterações em termos de patrocínios, depois de um ano parada, optei por iniciar os estudos superiores.
 

- Como vês o Surf em Portugal e no feminino em particular?  Achas que a modalidade já despertou o interesse dos patrocinadores?

O surf em portugal tem evoluído a uma velocidade extraordinária! Quando comecei, em 2002, havia poucos a competir fora do país e raparigas a surfar era mentira! Hoje em dia isso mudou, o surf português está ao nível da europa e jaá temos surfistas com nível tão bom ou melhor  que muitos outros no mundo. No feminino acho que estamos num bom caminho!
O surf tem despertado o interesse de todos, mas ninguém quer realmente investir, as marcas estão a optar por patrocinar os campeonatos e muitas deixaram os atletas (é uma realidade mundial), qualquer dia podemos chegar ao cúmulo de existirem campeonatos sem atletas, ou só com a meia dúzia que tem patrocínio…
 

- Achas importante o papel de surfistas como o Tiago Pires ou o fenómeno McNamara na afirmação de Portugal como destino de Excelência para o Surf?

Acho muito bom o facto de termos tido o Tiago Pires durante tantos anos no World Tour. Foi sem dúvida uma grande ajuda para mostrar o nosso país ao mundo. Quanto ao McNamara foi óptimo termos alguém com a imagem que ele tem para ajudar a revelar um grande tesouro de  Portugal. Mas acho que é exagerado pensarmos que agora se queremos publicitar as ondas de portugal temos que usar a imagem dele. Pagarem a um estrangeiro para fazer o mesmo que um Português podia fazer é desnecessário, utilizá-lo para fazer publicidade, na televisão portuguesa, a uma marca que deixou de apoiar o surf hà mais de 8 anos é ridículo.

- Achas possível viver do surf no nosso país?

É possível apenas para 3 pessoas. E para as raparigas nem pensar.

- Qual a tua surf-trip de sonho?

Por momentos não me ocorre nenhuma, nas que estou a ter faço de tudo para serem as melhores, por isso prefiro não imaginar uma mas sim viver as minhas ao máximo!
 
- Qual a percepção dos atletas estrangeiros relativamente ao nosso país? Acreditam que somos um país de Excelência?
Principalmente com as notícias da Nazaré e com o campeonato mundial em Peniche e o WJSC na Ericeira, os outros surfistas ficam sempre entusiasmados quando revelo que sou Portuguesa. E muitos já foram e adoraram ou então sonham em lá ir.  E sim…. Somos um país de excelência!

- Quais as tuas expectativas para 2015?

Os objectivos ainda dependem um pouco da quantidade de capital para poder competir lá  fora, mas a nível nacional é atingir o título.

 

 

fotos: DR

 

 

Português bateu reorde mundial em natação adaptada

natação

 

Filipe Santos (O2 Portimão) foi o português em maior evidência no terceiro dia de competição do 7.º Campeonato do Mundo DSISO para nadadores com Síndrome de Down, que está decorrer em Morelia no México, ao bater o recorde da Europa Master 1 para portadores de Trissomia 21 nos 100 metros Estilos, com a marca de 1.26.38.

O anterior máximo europeu de Masters 1 (25-34 anos) era de 1.27.36 e tinha sido estabelecido pelo italiano Marco Mazocchi em dezembro de 2008, em Albufeira.

Diana Torres (CDA Porto) voltou a estar em destaque, ao obter dois sextos lugares, respetivamente nos 50m Costas, com 48.70 (recorde pessoal) e nos 1.500m Livres (32.50.38). Na prova mais longa participaram também Carina Moreira, do Clube de Natação da Maia (sétima, com 34.00.48) e Adriana Reis, da Feira Viva (oitava, com 34.03.40).

Destaque ainda para o sexto lugar de José Vieira (Louletano D.C.) nos 50 metros Bruços com 43.91 (melhor marca da época) e para os sétimos lugares de Ana Castro (CN Maia) nos 200m Mariposa com 4.11.16 e de João Vaz (Sporting C.P.) nos 200m Costas com 3.29.22.

Outros resultados: Diogo Santos (Feira Viva), 12.º classificado nos 200m Costas com 3.50.89; João Soldado (Sporting C.P.), 12.º nos 50m Bruços com 46.88; José Ribeiro (CN Maia), 10.º nos 200m Costas com 3.40.58; João Vaz, 10.º nos 100m Estilos com o recorde pessoal de 1.31.26.

 

fonte: FPDD
foto:DR

 

Lisboa mais uma vez escolhida para stopover da Volvo Ocean Race

Volvo Ocean Race 3

Lisboa mais uma vez escolhida para stopover da Volvo Ocean Race

A maior e mais antiga regata à volta do mundo vai parar outra vez na capital portuguesa! O evento vai estar carregado de celebrações que por um lado vão gerar um bom impacto económico, e por outro vão fortificar os laços entre os portugueses e o mar.

Esta grande regata, feita com escalas, arrancou no passado outubro em Alicante, Espanha, fica em Lisboa durante 14 dias, entre 25 de maio e 7 de junho, e termina a 27 de junho em Gotemburgo, na Suíça. A passagem por Lisboa vai ser a última oportunidade para as sete equipas de retirar os barcos da água e proceder à sua manutenção.

José Pedro Amaral, Stopover Diretor Volvo Ocean Race Lisbon , afirma, segundo a Imagens de Marca, que esta passagem por Lisboa coloca Portugal no palco mundial da vela, promovendo o nosso turismo, a nossa economia e a nossa cultura. Nesses 14 dias, vai ser possível assistir gratuitamente a concertos, exposições, feiras e atividades, tudo subordinado ao tema do mar, e a organização garante ainda o contacto direto com as equipas e respetivas embarcações.

O mar há muito que é uma peça fundamental na história de Portugal. Tendo sido um pouco ignorado e deixado de lado, certamente na segunda metade do século XX, temos assistido a uma reconsciencialização da importância vital do mar português. Apesar de muito ter de vir a ser feito em relação ao aproveitamento dos recursos marítimos, nomeadamente em relação à pesca, na área do turismo marítimo os sucessos já começam a “vir ao de cima”, e a passagem da Volvo Ocean Race por cá é um grande exemplo disso mesmo. De certa maneira também se podem emglobar os eventos importantíssimos a nível mundial ligados ao surf que cada vez mais têm como destino Portugal, mas sobre isso vou falar noutro artigo!

É assim uma oportunidade de renovar a ligação de Portugal e dos portugueses com o mar, como acrescenta José Pedro Amaral, e também de sensibilizar e incentivar as pessoas a serem mais recetivas a este nobre desporto que é a vela.

Em termos numéricos/monetários, podemos antecipar que o investimento necessário ronda a ordem dos 4 milhões de euros, mas o presidente da Câmara de Lisboa, António Costa, estimava já em Fevereiro de 2013, ao Público,   que apesar de este investimento poder ser visto como avultado, o impacto financeiro pode chegar aos 20-25 milhões de euros.

 

foto:DR

Rita Vilaça em entrevista

ent_top_2

Rita Vilaça é uma das nossas jovens tenistas que mais se tem destacado. Aos 21 anos, a atleta bracarense conjuga a alta competição com a frequência do 4.º ano da licenciatura em Criminologia da Faculdade de Direito da Universidade do Porto. e de um estágio curricular no Observatório de Economia e Gestão de Fraude sediado na Faculdade de Economia da Universidade do Porto.

A atleta tem participado em vários torneios internacionais com vista ao incremento do seu nível competitivo e progressão no ranking internacional. Em 2014, Rita Vilaça participou em três torneios no Brasil, dois na Croácia, dois em Espanha, um na Tunísia e três torneios em Portugal. Nestes últimos inclui-se o Portugal Open. Este ano, a tenista bracarense sagrou-se
campeã nacional de pares femininos e de pares mistos no campeonato nacional absoluto de séniores.

A EXCELÊNCIA PORTUGAL quis saber mais e entrevistou a atleta.

3ball_small- Com que idade ingressaste no ténis?

R: Com 8 anos. Os meus pais procuraram que eu praticasse uma modalidade desportiva – e entre a natação e o ténis, preferi o ténis.

- O facto de residires em Braga provocou algum constrangimento?

R: Sendo a minha cidade natal, sinto um carinho especial por todas as pessoas ao qual a associo e a todas as vivências que aí tive e tenho. No entanto, tenho consciência que o facto de residir numa cidade descentralizada limitou algum progresso na minha carreira desportiva. Nomeadamente o acesso a centros de treino, treinos com maior variedade de atletas, bem como a visibilidade para a aquisição de patrocínios.

- Como consegues conjugar uma atividade desportiva tão intensa com os estudos?

R: É um constante desafio conciliar o aumento das minhas qualificações académicas com a minha carreira desportiva. Estou ciente que ainda não atingi o nível que ambiciono em termos tenísticos pois não só optei por estudar como também já me encontro a realizar o estágio curricular no Observatório de Economia e Gestão de Fraude. Se falar parece fácil, na prática é muito mais difícil. Agilizo o horário académico com o horário desportivo e planeio antecipadamente as minhas ausências. Admito ser possível devido ao apoio familiar, bem como dos professores, treinadores, amigos e mesmo, apenas conhecidos, que obtenho a força e motivação necessárias. Atrevo-me a afirmar que apenas sou a estudante que sou pela atleta que existe em mim e vice-versa.

P1450490

- Já participaste no Portugal Open. Que importância tem este torneio para o ténis nacional?  Como sentiste a possibilidade da sua não realização?

R: Tive a oportunidade e gratificação de participar por diversas vezes no Portugal Open e como tal, não posso deixar de referir o prestígio e realização pessoal que o evento acarreta para os jogadores. Quer as atletas portuguesas que um dia participaram no evento, mas também, atletas que no futuro marcariam presença, com a não realização do Portugal Open, ver-se-ão na impossibilidade de participar num WTA e sem o torneio que mais motivação atribuí ao Ténis português.

- Como vês o ténis nacional atualmente e como vêm os atletas estrangeiros com quem te deparas?

R: O ténis nacional tem alcançado feitos importantes não só com o aparecimento de atletas Portugueses de referência internacional, como o caso do João Sousa, como também de profissionais deste desporto, por exemplo, de juiz árbitros e treinadores que são internacionalmente reconhecidos. Paralelamente a isto, nos últimos anos tem aumentado significativamente o número de torneios ITF realizados em Portugal. Este facto é percecionado não só pelos atletas portugueses, como pelos estrangeiros.

No entanto, realço que infelizmente isto verifica-se apenas na vertente masculina pois a vertente feminina tem tido uma tendência contrária. Isto prejudica praticantes da modalidade que não têm possibilidade de viajar para o estrangeiro e também não motiva as jogadoras que procuram começar ou introduzir-se neste meio. Não podendo competir em Portugal, temos que procurar essa oportunidade no estrangeiro o que, mais uma vez, acarreta custos e que na presença de um orçamento limitado, faz com que, o número de torneios que se possa jogar seja inferior e até mesmo reduzido.

- Qual o/a tenista nacional de todos os tempos que mais admiras?

R: Não posso deixar de referir o atleta nacional que mais tem evoluído nos últimos tempos, o João Sousa. Sem desprestigiar os diversos atletas nacionais que todos os anos têm levado o nome de Portugal além-fronteiras.

- Num país que quase só dá atenção ao futebol, tens conseguido patrocínios?

R: Não. Atualmente encontro-me numa fase onde a participação em torneios internacionais é imprescindível para que o meu nível competitivo consiga ser alavancado conjuntamente com o ranking internacional e que me proporcione alcançar resultados positivos. Para conseguir participar nestes torneios os encargos financeiros são avultados pelo que frequentemente realizo pedidos na expetativa que me possam de alguma forma patrocinar este tipo de iniciativa. O patrocínio pode ser através da aquisição de equipamento, vestuário, comparticipação nas deslocações e estadas, entre outros. Para ajudar à divulgação e visibilidade dos patrocinadores, em 2014, foi elaborada a minha página oficial: https://www.facebook.com/ritavilacaofficial

RV7

- Singulares ou pares? ou ambos?

R: Singulares. No entanto, os jogos de pares, apesar de também serem uma forma de obter ritmo, são competições que trabalham outros aspetos do meu jogo, tais como os aspetos mentais, podendo posteriormente ser aplicados às competições de singulares. Assim, encaro estes jogos como um complemento, onde de alguma forma partilho o jogo com um parceiro dentro das quatro linhas o que é algo que não se encontra nos desportos individuais (vertente de singulares). A participação nos quadros de pares encontra-se associada à necessidade de colmatar algumas despesas, uma vez que, apesar de reduzido, o price money sempre ajuda.

- Este ano apostaste forte em torneios do circuito ITF. como avalias os resultados?

R: A aposta em torneios do circuito ITF tem sido realizada nos últimos anos. Em 2014, voltei a apostar neste circuito e foi positivo na medida que sinto que estou a ganhar mais confiança e a desempenhar cada vez melhor aquilo que tenho treinado. Não deixa de ser um processo evolutivo e que as próprias vitórias e derrotas são construtivas.

- Quais as tuas expectativas para 2015?

R: As minhas expetativas vão-se ajustando às minhas prestações nos torneios e também aos patrocínios que conseguir estabelecer no início deste ano, uma vez que o sucesso na obtenção de patrocínios permite a escolha dos torneios a participar.

 

RV4

Fotos:
DR
Rita Vilaça

Agradecimentos:
Btennis.pt
Paulo Moroso
www.facebook.com/ritavilacaofficial

 

Cristiano Ronaldo anunciou no Facebook que a sua linha de calçado CR7 Footwear já está à venda.

cr7

O jogador português dos merengues anunciou este domingo na sua página na rede social Facebook que a sua linha de calçado CR7 Footwear já está à venda. Preços variam entre 100 e 550 euros.

Legendary Tigerman e Rita Redshoes são os autores da música da campanha publicitária mundial associada à marca de calçado com o nome de Cristiano Ronaldo. O anúncio é realizado por Rodrigo Areias

Os sapatos vão ter a etiqueta “Portugal Footwear” e são fabricados em Guimarães.  A CR7 Footwear conta com sapatos mais clássicos, de pele, e mais casuais, como ténis. Está também disponível uma linha júnior, para crianças.

De acordo com o JN, os sapatos vão poder ser adquiridos em “60 a 80 pontos de venda em Portugal”, em 20 países e também online.

 

site oficial em: http://www.cr7footwear.com/en/
fotos: DR

Kinematix ajuda a avaliar desportistas de topo

WALKiNSENSEA Kinematix desenvolve dispositivos inteligentes que permitem extrair conhecimento acerca do movimento e postura para melhorar o funcionamento do corpo, a performance dos atletas e/ou evitar lesões. A tecnologia desta startup portuense já foi utilizada pelo Chelsea FC para avaliar o seu plantel.

A empresa comercializa quatro dispositivos/produtos:

FITiNSENSE – mede a pressão da planta do pé, fornecendo ao mesmo tempo imagens em tempo real acerca dos movimentos e posição corporais dos utilizadores. Com a informação adquirida, este sistema inovador faculta relatórios personalizados que permitirão ajustar o calçado a cada cliente, melhorando a experiência de compra;

WALKiNSENSE – monitoriza em ambiente real os movimentos dos membros inferiores do corpo relativamente à distribuição do peso na planta do pé. Este dispositivo permite quantificar o tempo que os jogadores passam em acções repetitivas para se poder mudar os planos de treino, bem como detectar problemas que podem ser resolvidos através da costumização das palmilhas das botas, por exemplo, para aliviar a dor ou tentar equilibrar diferenças biomecânicas entre uma perna e outra;

MOViNSENSE – mede a posição e o tempo dos doentes acamados, evitando feridas ou queda. auxiliando as equipas de enfermagem a prevenir o aparecimento das úlceras de pressão;

 

ORTHOMONiTOR – dispositivo wearable que, inserido em ortóteses e próteses, faz uma análise contínua acerca da atividade dos pacientes. Este dispositivo permite ter acesso a novas opções e conhecimento útil para o tratamento de úlceras causadas pelo pé diabético, reabilitação após um AVC e outras disfunções ao nível da postura e mobilidade.

O desenvolvimento é feito, quase na totalidade, no Porto e o hardware é produzido na Polónia, Portugal, Espanha e China. Sediada em Portugal, a empresa tem subsidiárias nos Estados Unidos e no Reino Unido, assim como um escritório na Holanda.

A Kinematix (ex-Tomorrow Options) foi incubada em 2007 pelo INESC Porto e pela FEUP, e criada no âmbito do MIETE – Mestrado em Inovação e Empreendedorismo Tecnológico, que resulta de uma parceria entre as Faculdades de Engenharia e Economia da Universidade do Porto (FEUP e FEP).

 

fontes: Kinemarix, Notícias UP e Negócios
fotos: DR

Universidade do Porto distingue exemplos de cidadania entre os estudantes

UP

 

O Prémio Cidadania Activa distinguirá os melhores projectos e acções desenvolvidos no ano civil de 2014 em quatro categorias:  Solidariedade;  Empreendedorismo;  Pedagógica e Desporto e /ou Ambiente.

Estão abertas as candidaturas à segunda edição do Prémio Cidadania Activa da Universidade do Porto, galardão que, pelo segundo ano consecutivo, vai distinguir os estudantes da U.Porto que se diferenciem positivamente ao nível da participação em actividades extracurriculares que desenvolvam prácticas de cidadania activa.

São elegíveis para este prémio os estudantes de todos os ciclos de estudos da Universidade do Porto ou antigos estudantes que tenham frequentado a Universidade no período a que se reporta o prémio. No entanto, as candidaturas terão de ser apresentadas por outro membro da comunidade académica (estudantes, alumni, docentes, investigadores ou funcionários não docentes) que não o próprio nomeado.

O prazo para submissão de candidaturas termina a 9 de fevereiro de 2015, devendo as mesmas ser realizadas através do envio para o email cidadaniativa@reit.up.pt da identificação do candidato, da categoria a que concorre e de uma justificação detalhada da proposta de candidatura. As candidaturas serão depois analisadas com base na relevância, importância e sustentabilidade do projecto e/ou acções desenvolvidas por cada um dos estudantes nomeados.

O estudante vencedor em cada uma das categorias a concurso será galardoado com um diploma comprovativo da atribuição do prémio, a menção mesmo no suplemento ao diploma académico e um prémio pecuniário no valor de mil euros.

A entrega dos prémios aos vencedores decorrerá a 22 de março, durante a sessão comemorativa do “Dia da Universidade do Porto”.

Mais informações em www.up.pt/cidadaniativa.

Os vencedores de 2014

A primeira edição do Prémio Cidadania Activa da Universidade do Porto distinguiu os estudantes Diogo Cruz, estudante da Faculdade de Economia e membro da U.DREAMBernardo Pequito dos Santos, também estudante da FEP e director do StartUp BUZZAry Ferreira da Cunha, estudante de doutoramento da Faculdade de Direito e primeiro presidente da Sociedade de Debates da U.Porto (SdDUP) e Nuno Loureiro, da Faculdade de Ciências da U.Porto (FCUP) e vice- presidente da comissão organizadora do Campeonato Europeu Universitário de Voleibol de Praia.

Paulo Gonçalves terminou o Rali Dakar no segundo lugar

Paulo Gonçalves

O português Paulo Gonçalves (Honda) conquistou o segundo lugar das motos no Dakar 2015, tendo o primeiro lugar sido arrecadado pelo espanhol Marc Coma (KTM). Esta é a 5ª vitória do piloto espanhol no Dakar.

Na sua página no Facebook, o piloto luso manifestou o seu contentamento com o segundo lugar. Paulo Gonçalves afirmacomeçou  que “foi um lugar muito disputado” e que tem de estar contente por si próprio e pelo trabalho da equipa HRC.

Os pilotos nacionais Ruben Faria e Hélder Rodrigues (Honda) garantiram os 6º e 12º lugares da classificação respectivamente.
foto: DR

3 portugueses nos “30 under 30″ da Forbes

forbes30under30A revista Forbes divulgou a sua lista anual 30 under 30  que elege os 30 jovens com menos de 30 anos mais bem-sucedidos do mundo, em 20 categorias. A lista contempla  3 portugueses entre 600 nomes de várias nacionalidades.

O futebolista Cristiano Ronaldo, o artista Alexandre Farto e a investigadora Maria Pereira são os nossos representantes:

Cristiano Ronaldo (29 anos) foi o segundo atleta mais bem pago do mundo, em 2014, sendo o primeiro dos 30 da categoria “Desporto. A revista traça o percurso do futebolista luso, destacando a conquista, por três vezes, da Premier League, ao serviço do Manchester United e a sua transferência milionária, em 2009, para o Real Madrid.

Alexandre Farto (27 anos) foi eleito na categoria “Arte e Estilo”. O artista que também assina como Vhils, tem desenvolvido uma linguagem visual única com base numa estética do vandalismo derivada do seu background na pintura de graffiti e possui murais em mais de 50 cidades no mundo.

Na categoria Cuidados de Saúde surge Maria Pereira (29 anos). A investigadora licenciada em Ciências Farmacêuticas pela Universidade de Coimbra, contribuiu na Gecko Biomedical (EUA) para o desenvolvimento de um novo adesivo que permite reparar mais facilmente defeitos cardiovasculares que afectam bebés.

Fonte: Forbes
Fotos: Forbes/DR

Teresa Almeida: “Somos realmente um país de excelência !”

Teresa Almeida

A atleta portuguesa conquistou, a 12 de Dezembro, a medalha de ouro no Campeonato do Mundo de Bodyboard da ISA realizado no Chile. Há 16 anos que o título feminino não vinha para Portugal.

A Excelência Portugal quis saber mais e entrevistou a atleta.

Teresa Almeida


Nome:
Teresa Almeida

Data de nascimento: 21.05.1992
Naturalidade: Alcobaça
Praias/ondas preferidas: Praia do Norte – Nazaré
Formação académica: Licenciada em Ciências do Desporto
Tempo de Bodyboard: 9 anos
Melhor classificaçação no circuito nacional: Campeã nacional Sub 18 (2010) e Vice-campeã nacional open (2013)
Melhor classificaçação europeia: Vice-campeã europeia júnior (2011) e Vice-campeã europeia open (2014)
Melhor classificaçação mundial: Campeã mundial ISA (2014)
Viagens realizadas: Açores, Madeira, Espanha, França, Marrocos, Indonésia e Chile

Patrocínios: Boogie Chicks, CC Board Center, Onda wetsuits

 

- Com que idade começaste a praticar Bodyboard? Foi o teu primeiro desporto?
Iniciei-me no bodyboard aos 13 anos, no entanto não foi o meu primeiro desporto. Já tinha praticado natação, ténis, ski e snowboard.

 
- O facto de residires na Nazaré teve influência? Como vês a Nazaré após o fenómeno McNamara?
O facto de surfar na Nazaré influenciou o meu percurso e a minha evolução no bodyboard. Temos das melhores ondas para treinar e um nível dentro de água que puxa muito por mim.
Vejo que é muito mais falada e conhecida por todo o Mundo, mesmo por aqueles que não praticam desportos de ondas. Hoje em dia, já são raros os dias bons na Praia Norte em que não há ninguém na água.
 
 
- Como conseguiste conjugar a alta-competição com a licenciatura e mestrado?
Até á licenciatura foi sempre fácil conciliar. Acho que quando fazemos aquilo que gostamos, arranjamos sempre tempo para tudo. Com esforço, organização e estabelecendo bem as prioridades, consegui sempre cumprir com todas as minhas obrigações. Este ano, ao estar a estagiar, no último ano de mestrado, as coisas ficaram mais difíceis e, de modo a fazer as duas coisas da melhor forma, optei por fazer uma pausa no estágio.
 
 
- Também praticas snowboard. Que papel tem esta modalidade nos teus planos futuros?
Esta modalidade é mais uma diversão. Claro que quero evoluir cada vez mais e fazer algumas competições, mas o bodyboard estará sempre em primeiro plano.
 
 
- Como vês o Bodyboard em Portugal? Achas que a modalidade já despertou o interesse dos ptarocinadores? O título já te abriu portas nesta área?
O bodyboard está com um nível altíssimo. Temos atletas a surfar cada vez melhor e a nível competitivo temos óptimos resultados. Penso que não, a modalidade necessita de mais apoio, pois somos um desporto com uma óptima imagem para as marcas. Agumas portas parecem estar a querer abrir, vamos ver…
 
 
- Na final derrotaste três atletas, entre as quais a Neymara Carvalho, brasileira, de 38 anos, que já foi seis vezes campeã mundial. como te sentiste?
Senti-me super feliz e concretizada por poder disputar um titulo com uma pessoa que sempre foi uma referência para mim desde que comecei a surfar … quanto mais conseguir ganhar-lhe !
 
 
- Qual a percepção dos atletas estrangeiros relativamente ao nosso país? Acreditas que somos um país de Excelência?
Cada vez mais, o nosso país e as nossas ondas são reconhecidas lá fora. Eles começam a dar-nos valor. Muitos deles já conhecem as nossas melhores ondas e começam a viajar para cá para as poder surfar.
Somos realmente um país de excelência ! Um país pequeno, que em poucos kms de costa, consegue ter uma diversidade de ondas muito grande e isso permite um grande leque de opções de surf.
 
 
- Quais as tuas expectativas para 2015?
Espero um ano de altas ondas e muita evolução do meu surf principalmente!
A nível competitivo, irei fazer o circuito nacional e europeu e, se possível, irei fazer o circuito mundial.