Massas Milaneza Wok reconhecidas internacionalmente na área da inovação

milanezaA nova gama de massas Milaneza Wok, especialmente preparada para se confecionar no Wok, foi selecionada para integrar o restrito núcleo de produtos inovadores do SIAL Innovation Selection 2016, em Paris. Este reconhecimento confere acesso direto das massas Milaneza Wok ao prémio SIAL Innovation Awards 2016. O SIAL é um dos maiores e mais reconhecidos certames internacionais de oferta de produtos alimentares.

É com muito orgulho que vemos a gama Milaneza Wok ser reconhecida pelo exigente SIAL Innovation Selection 2016. As massas Milaneza Wok são produtos totalmente inovadores, criados para responder às tendências do mercado e à crescente procura dos consumidores por uma alimentação equilibrada, conveniente, versátil e diferente - Graça Amorim, Administradora da Cerealis com os pelouros de I&D e Marketing

Há mais de 83 anos a inovar e a surpreender os consumidores, a Milaneza é a marca líder de massas em Portugal, com 91% de notoriedade total e uma forte relação afetiva com os consumidores portugueses. A marca está hoje presente em diferentes categorias – massas secas, massas refrigeradas, soluções de refeição preparadas e pizzas congeladas. A Milaneza é uma marca do Grupo Cerealis, um dos mais importantes grupos agro-alimentares portugueses.

As novas massas Milaneza Wok não necessitam de pré-cozedura – “do pacote para o Wok”. São massas muito práticas de confecionar, rápidas e versáteis, promovendo a junção da massa no Wok com legumes, leguminosas, carne, peixe ou marisco, potenciando assim todo o sabor dos ingredientes. Ao utilizar o Wok as refeições são, naturalmente, mais saudáveis, uma vez que utiliza menos gordura, mais ingredientes frescos e menos sal. A nova gama de massas Milaneza Wok está disponível nos formatos espirais e macarrão.

A decisão do Comité de Júri do SIAL Innovation Selection 2016 é um reconhecimento do mérito e do perfil inovador das massas Milaneza Wok, uma vez que acompanha a evolução da vida moderna e dos hábitos alimentares saudáveis e equilibrados dos consumidores atuais.

Os grandes vencedores dos prémios SIAL Innovation Awards 2016 são conhecidos no final do mês de setembro, numa cerimónia que decorre em Paris.

Fonte: Cerealis
Foto: DR

REALFEVR: Startup nacional quer mudar o universo das Fantasy Leagues em Portugal, e no mundo

gameqA REALFEVR é a primeira plataforma online de Fantasy Leagues com registo gratuito que permite o acesso a estatísticas em tempo real e a única que oferece a possibilidade de jogar, em simultâneo, e com um só registo, várias competições nacionais e internacionais. O sucesso deste projeto, desenhado por cinco jovens portugueses apaixonados por futebol e por tecnologia, valeu-lhes um investimento de 1 milhão de euros e um acordo exclusivo com o reconhecido jornal desportivo espanhol AS que aposta na internacionalização deste projeto para Espanha, América do Sul e Estados Unidos.

Liga Espanhola, Liga Portuguesa, Liga Europa e Champions League são algumas das competições que já estão disponíveis na plataforma REALFEVR, sendo que o plano de crescimento da empresa passa pela inclusão de outras competições e outros desportos, tais como o Surf, o Golf, o Rugby, o Basquete e a Fórmula 1, e também pela integração em boxes de televisão e em consolas de jogos. A aposta na informação estatística tem por objetivo, ainda, tornar a REALFEVR num agregador de conteúdos desportivos essenciais para inúmeros canais e empresas.

Queríamos criar algo que ainda não existia no mercado nacional, uma plataforma que concentrasse, num só local, todas as competições de relevo. Fomos mais longe na inovação e tornámos o acesso à plataforma gratuito, criámos uma app mobile de suporte ao website e uma parceria com uma das maiores empresas mundiais de estatísticas para oferecer informação relevante de apoio à decisão de jogo - Tiago Dias, sócio fundador da REALFEVR

A REALFEVR foi pensada para se adequar a todo o tipo de jogadores, dos mais “light” aos mais aficionados, pois disponibiliza vários modelos de jogo adequados às suas necessidades e vontades. Atualmente, a plataforma soma mais de 25.000 utilizadores registados, com uma taxa de fidelização na ordem dos 90%, e espera ultrapassar, em breve, os 250 mil utilizadores.

“É uma clara aproximação ao modelo de ligas de fantasia dos Estados Unidos, onde há diversos programas de televisão dedicados exclusivamente a estas ligas e uma infinidade de conteúdos online com milhões de visualizações”, referiu Tiago Dias.

Com a REALFEVR, os chamados “treinadores de bancada” têm uma oportunidade única para passarem da teoria à prática e desafiarem os seus amigos e colegas para verem quem consegue criar e gerir a melhor equipa de futebol.

Fonte: REALFEVR
Foto: DR

 

Oiôba – Os biquínis desenhados por arquitectos portuenses

carlotasardinhacapaJá ouviu falar de arquitectos que desenham biquínis e fatos de banho ?  Sim, existem, são portugueses e criaram uma marca com um espírito positivo, divertido e colorido.

É uma marca positiva , natural e divertida. Pretendemos transmitir uma ideologia saudável , vibrante e alegre. Desenvolvemos produtos com cortes básicos mas que de destacam pela cor e criatividade. Tentamos introduzir sempre na nossa marca uma vertente cultural e artística , tanto pela comunicação/marketing que usamos como na criação de parcerias com jovens artistas. A cultura também está presente nos eventos que promovemos – Pedro Sousa, co-fundador da Oiôba

inespaisO início desta aventura masculina no mundo do beachwear feminino remonta a 2011. Após um intercâmbio no Brasil, os arquitectos Pedro Sousa e Rui Roncha criaram a marca “Oibiquini”. Nesta fase, as peças eram produzidas na cidade maravilhosa e comercializadas através de uma página pessoal no Facebook.

carlotasardina2Em 2015, os jovens arquitectos formados na Faculdade de Arquitetura da Universidade do Porto “mergulham” a fundo no projecto, criam a nova marca “Oiôba”,  Vladimiro Leopoldo (mais um arquitecto) entra “a bordo” e as peças passam a ser confecionadas a 100% em Portugal.

A marca  só era vendida através do  website  mas, este verão, abriu a sua primeira loja física, nas Galerias Lumière, na Baixa do Porto.

oioba3aSurpreendido? A história não termina aqui, a marca vai lançar uma coleção de fitness a 15 de setembro.

Fonte: Oiôba
Fotos: DR

Loja
Galerias Lumière, na Rua José Falcão, 157
4050-317
Porto

Website
http://oioba.com

Facebook
https://www.facebook.com/oibiquini

 

Fundação Bill e Melinda Gates financia cientistas do Instituto Gulbenkian de Ciência

grupo_MiguelSoaresNos próximos dois anos, o grupo de investigação liderado por Miguel Soares, no Instituto Gulbenkian de Ciência, irá receber 400 mil dólares para investigar se uma determinada molécula de açúcar expressa pelo agente causador da malária, o Plasmodium,  deve ser incluída como parte de uma nova vacina para a malária. Esta é a segunda vez que Miguel Soares e a sua equipa são reconhecidos pela Fundação Gates.

Só em 2015, foram registados 200 milhões de casos de malária em todo o mundo. A Fundação Gates estabeleceu um objetivo claro: um mundo livre de malária até 2020. Para atingir esta ambiciosa meta, a Fundação desenvolve iniciativas altamente competitivas onde cientistas propõem caminhos arrojados e pioneiros para alcançar uma vacina contra a malária.

Há menos de dois anos, a equipa de Miguel Soares descobriu que o glicano α-gal, uma molécula de açúcar que é expressa por componentes bacterianos existentes na microbiota do intestino humano, pode desencadear um mecanismo natural de defesa conferindo uma elevada proteção contra a transmissão de malária. Agora, a Fundação Bill e Melinda Gates convidou Miguel Soares a usar estas descobertas para ajudar no desenvolvimento de uma vacina contra a malária.

O nosso objetivo é perceber se esta molécula de açúcar pode ser usada como alvo para a vacina da malária. Usando a plataforma de ensaios da Fundação Bill e Melinda Gates, vamos investigar se anticorpos específicos contra o  α-gal conseguem prevenir a transmissão de malária – Miguel Soares

Um importante resultado deste projeto é que “irá guiar a decisão da Fundação num futuro investimento sobre o uso de glicanos como candidatos a uma vacina de malária que bloqueie a transmissão do Plasmodium”, afirma Miguel Soares.

Este projeto vai ser desenvolvido em colaboração com o Prof. Henrique Silveira no Instituto de Higiene e Medicina Tropical e com a Malaria Vaccine Initiative.

Miguel Soares foi também o vencedor do Prémio Pfizer 2015 em Investigação Básica (59ª edição), com o trabalho «Microbiota Control of Malaria Transmission».

Fonte: IGC
Foto:
Grupo de investigação liderado por Miguel Soares, no Instituto Gulbenkian de Ciência. Créditos: Sandra Ribeiro, IGC.

Juliana Oliveira – “Sou CEO de uma start-up de metalomecânica”

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“Como?” “Desculpa?” “Jura??!!” ou uma bela gargalhada, são só algumas das reações que ouço quando digo qual a minha ocupação profissional. Ora… Aqui temos três questões: 1. Sou mulher; 2. Sou CEO de uma start-up; 3. Além de ser mulher, a minha start-up é de metalomecânica!

“Uauuuu… Mas o que é que se passou na cabeça desta miúda?! Despediu-se de uma multinacional, vestia fato com camisa branca, era a “Sra. Dra.” sentada numa secretaria limpa, para criar a sua própria empresa, calçar umas botas de biqueira de aço e subir a camiões do lixo para perceber se o cilindro hidráulico está com fugas de óleo ou não?!”

Pois é! A minha start-up até podia ser um blog sobre alimentação saudável ou viagens; uma empresa de organização de eventos, um hotel ou um restaurante na baixa do Porto; uma nova marca de fatos de banho, toalhas de praia ou almofadas; uma loja de decoração ou uma aplicação sobre exercício físico! Isso sim, era feminino!

Para além do lado pouco feminino da metalomecânica… start-up que é start-up tem que ter uma “app”; start-up produz bens transaccionáveis com uma forte componente tecnológica; start-up cria postos de trabalho de mão-de-obra qualificada; start-up de sucesso é notícia quando nasce!

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Então e se uma empresa fundada em 2016 (start-up, certo?) não tiver uma “app”, porque simplesmente não faz sentido?

Se essa empresa vender serviços, num sector estável, onde está a dar que falar (em Portugal e na Europa) pela excelência do serviço prestado, não é inovadora? Qual é o nome que podemos dar à arte de transformar um sector totalmente tradicional no mercado, se não “inovação”?

E se essa empresa contratar mão-de-obra que apesar de não ser “qualificada” é altamente motivada, porque acredita no projecto de uma mulher que (imagine-se!!!) criou uma empresa de metalomecânica. Essa mulher que está a criar postos de trabalho para pessoas que com 50 anos estariam no desemprego e sem perspectivas de futuro ou reforma; ou para pessoas com 30 anos, o 9º ano (feito nas novas oportunidades) e um histórico complicado de vida; ou para desempregados de longa-duração com 3 filhos para sustentar?  Isso não merecia ser notícia??!!

Não!! Então? Falta a “app”, o produto “inovador”, desenvolvido pela mão-de-obra qualificada!

Sou orgulhosamente CEO de uma empresa fundada em 2016 na área da metalomecânica! A minha start-up não é de todo convencional no mundo inconvencional das start-ups (ninguém diria mas já nasceu inovadora).

Mas o que importa? O sector no qual trabalhamos? Qual o nosso género? O que importa é sermos felizes, é a vontade com que saímos da cama de manhã para fazer aquilo que gostamos, tornar o mundo dos que nos rodeiam melhor, fazer do nosso dia um dia de conquistas e luta! e no final vencer!

Se não vencermos? Vencemos sempre! Nem que seja aprendendo aquilo que não se faz! Sim! Porque não temos que nos queixar, não temos que lamentar, temos que agir! Quando fazemos o que amamos e quando acreditamos naquilo que fazemos, tudo vai correr como desejamos (ou melhor ainda)!

Acredito na sorte, mas acredito mais no trabalho! E quando digo que tenho uma empresa de metalomecânica, normalmente desejam-me sorte! Mas que sorte?! Eu lá ganho dinheiro com sorte?!! Desejem-me trabalho! Muito trabalho! Muito óleo para me sujar, muitas pessoas para contratar, muitas reuniões para ter, muitos equipamentos para comprar, é isso que quero que me desejem! Trabalho para mim e para os que estão comigo!

E quando me virem com olheiras, cansada, suja com óleo, tinta e afins, por favor não digam “estavas tão bem na multinacional! Não te chateavas e tinhas o teu horário!”. Não se preocupem, que como mulher que sou, tenho um bom corrector de olheiras e o perfume Chanel na carteira!

Foto: DR

Juliana Oliveira é CEO da OLIMEC

 

“ElaPedala” quer equipar as mulheres destemidas que praticam ciclismo e triatlo

elapedala1A ElaPedala quer equipar as mulheres destemidas que praticam ciclismo e triatlo com vestuário/equipamento e acessórios modernos e de alta qualidade. Criada por e para triatletas e ciclistas pelo mundo fora, a marca oferece produtos que não são apenas divertidos e chiques, como também tecnicamente desenvolvidos e ultra resistentes.

A marca tem as suas raízes na carreira desportiva de Abigail Smith. A triatleta americana, a viver em Portugal, tinha dificuldade em encontrar roupa original, com estilo e conforto. Viver num país incomparável com as paisagens e a gente da comunidade atlética sem igual, foi o ímpeto para tornar o sonho em realidade.

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Bonitas e fantásticas. É desta forma que nós, mulheres ciclistas, nos vemos quando pedalamos na estrada, na montanha ou no ginásio, demonstrando aos rapazes que embora sejamos constituídas de forma diferente, somos igualmente hábeis nas duas rodas.

A ElaPedala surge num momento em que um número crescente de mulheres começam verdadeiramente a descobrir o ciclismo e o triatlo. Abigail Smith acredita que”que as mulheres podem ser ferozes e fabulosas na bicicleta”. “Compreendemos que pedalar também é fisicamente, emocionalmente e financeiramente exigente, razão pela qual pretendemos que a ElaPedala proporcione designs fantásticos e inovadores sem comprometer a excelência técnica e a acessibilidade, tanto para profissionais experientes como para os novos praticantes”, acrescenta a criadora.

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A marca já veste reputadas atletas portuguesas como Sheila Marques, campeã nacional 2015 de Duatlo em Age Group 30/34 e Ana Filipa (Pipa) Santos, campeã nacional 2015 de triatlo de longa distância 2015, Karin Omberg e Tuxa Negri.

Fotos: Vítor Bastos

A Noocity venceu a 8.ª edição do Prémio Nacional Indústrias Criativas

noocity_premioA Noocity dedica-se ao desenvolvimento de soluções práticas e eficientes para a agricultura urbana.O objectivo da startup portuense é incentivar a prática de hábitos e rotinas mais ecológicos e saudáveis, tornando o dia a dia dos cidadãos urbanos modernos mais fácil e agradável.

As soluções da startup permitem a qualquer pessoa o cultivo do seu próprio alimento saudável. Apresenta, designadamente, a Noocity Growbed, uma cama de cultivo com sistema de autorrega, fácil de montar e de baixa manutenção, onde se pode plantar, em qualquer lugar, uma grande variedade de legumes, frutos e ervas. Interpretando uma das tendências mais positivas do mercado global, a Noocity – Urban Ecology foi anunciada nesta quarta-feira, no Super Bock CLAB, em Lisboa, como a grande vencedora da 8.ª edição do Prémio Nacional Indústrias Criativas.

A ideia surgiu na primavera de 2013 quando os amigos José Ruivo, Pedro Monteiro e Samuel Rodrigues resolveram montar uma horta num pátio de um prédio no centro da cidade do Porto.  Por não encontrarem produtos adequados para agricultura urbana decidiram cultivar os seus próprios alimentos, juntaram esforços e experiências em arquitectura e permacultura e resolveram construir os seus equipamentos.

No verão do mesmo ano já partilhavam legumes e ervas aromáticas que cresciam aos montes numa série de caixas e sistemas onde antes só havia cimento. Os protótipos foram evoluindo e os três perceberam que poderiam transformá-los em produtos, a ideia amadureceu, tomou forma e em Setembro do mesmo ano nasce oficialmente a Noocity Ecologia Urbana.

O nome Noocity surge da mistura entre o prefixo NOO que representa a consciência colectiva e a palavra CITY que faz referencia ao universo urbano. A empresa quer ajudar a trazer a produção de alimentos para dentro de casa, desenvolvendo equipamentos eficientes e acessíveis que permitem que as pessoas produzam comida nas cidades de forma simples e ecológica.

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A Noocity para mim, tem sido sobretudo um desafio, um projecto em que acredito bastante, por se tratar, em certa medida, de um novo tipo de indústria, mais sustentável. Tem sido um prazer e é um orgulho fazer parte deste projecto inteiramente desenvolvido em Portugal.

– Leonor Babo (Responsável pela área de comunicação)


Ao conquistar o galardão principal, a Noocity recebe 25 mil euros para investir no desenvolvimento do seu projecto. Torna-se também a representante de Portugal na Creative Business Cup. Realizada anualmente, esta competição internacional das indústrias criativas reúne os projectos vencedores de concursos de âmbito nacional realizados nos respectivos países de origem.

A 8.ª edição do Prémio, uma iniciativa da Unicer com a Fundação de Serralves, fica também marcada pela atribuição de uma Menção Especial à Bio Boards. O júri do concurso quis, deste modo, reconhecer um projecto que assume o desafio de produzir skates, pranchas de surf e outros produtos com o mínimo impacto ambiental. A configuração única de uma das suas criações, que permite sensações reais de surf em terra, e a opção pela cortiça portuguesa são aspectos que diferenciam a Bio Boards.

Das quatro categorias a concurso, o júri decidiu também atribuir o Prémio Conteúdos e Novos Media à Book in Loop, uma plataforma online, suportada por uma rede de postos com dispersão nacional, que otimiza o tempo de vida dos livros escolares. Permite reduzir o impacto financeiro do arranque do ano escolar nos orçamentos familiares; reduzir o impacto ambiental da utilização de livros escolares e educar os jovens para os valores da poupança e da boa gestão dos recursos.

Fontes: Noocity; Prémio Nacional Indústrias Criativas
Fotos: DR

https://youtu.be/dUX1aGdADb4

 

The Europas : Melhor startup europeia na categoria de moda é portuguesa

chicbychoice_startupsA Chic by Choice venceu o prémio The Europas, na categoria de moda. Esta distinção vem juntar-se a outras,  como o bronze conquistado há um mês, em Barcelona, na 6ª Edição dos Prémios Europeus de E-commerce.

Filipa Neto e Lara Vidreiro, fundadoras do projecto, conseguiram, no espaço de dois ano, grandes feitos, entre eles a conquista da liderança do mercado europeu. Hoje têm no seu portefólio a compra de uma empresa alemã e dos activos de uma outra inglesa.

A Excelência Portugal esteve à conversa com Filipa Neto, co-fundadora do projecto, do qual se sente muito orgulhosa, e com razão, as conquistas já são muitas. A empreendedora orgulha-se sobretudo de “num espaço tão curto de tempo terem validado todos os pontos do negócio com que se tinham comprometido com os investidores” e de ter “uma equipa fantástica, em que de facto conseguem estabelecer objectivos e executá-los”.

Filipa conta-nos os esforços que a empresa tem feito, “a Chic by Choice fez um grande trabalho no primeiro ano, ao nível de ir captar o mercado de aluguer e de convencer as pessoas a deixarem de comprar para irem alugar, ou a usarem em vez de fornecedor a que estavam habituadas a usar para alugar e passarem a transferir esses alugueres para a Chic by Choice. E acho que aí conseguimos fazer um bom trabalho pela questão da marca, do serviço, do próprio produto que temos online”.

O objectivo da Chic by Choice está distribuido em dois pontos-chave. Por um lado, quer resolver todos os problemas de excesso de inventário dos retalhistas, ou seja, pretende ser a solução dos retalhistas quando estes se deparam na situação de não conseguirem escoar o excesso de inventário. Filipa espera que “não fiquem com as mãos na cabeça, quando pensarem, «tenho 20 por cento de excesso de inventário, como é que eu me vou livrar dele?»”. A ideia é, portanto, oferecer “uma boa solução que lhes dê muito maior retorno do que alternativas que eles têm hoje, que é venderem as peças com descontos muito pesados”. Por outro lado, a Chic by Choice almeja oferecer uma boa experiência ao utilizador, diz esperar que “os clientes tenham gosto pela experiência e o acesso a estes artigos fantásticos, mas não tenham necessidade de os ter no armário”, anuncia Filipa.

É nesta mudança de paradigma, a aquisição vs experiência, que assenta toda a sharing economy e na qual a Chic by Choice participa e acredita. Neto resume as suas ambições para o futuro da empresa em 2025: “por um lado, espero termos revolucionado toda a dimensão dos retalhistas, e por outro lado, espero que os clientes se entusiasmem cada vez com a posse dos itens, e mais com a experiência de os ter um bocadinho seus, e depois ter uma coisa nova no dia a seguir. Acho que também é um estilo de vida muito interessante”.

Foto: DR
Entrevista: Carlota Perestrello

 

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Açores: “Arquipélago – Centro de Artes Contemporâneas” distinguido com o Prémio FAD de Arquitectura

centro_artes1O Prémio FAD de Arquitectura 2016 galardoou o Arquipélago – Centro de Artes Contemporâneas localizado na Ribeira Grande, na ilha de São Miguel nos Açores, desenhado pelos Arquitectos: João Mendes Ribeiro e Menos é Mais Arquitectos – Cristina Guedes e Francisco Vieira de Campos.

Trata-se de um projecto ambicioso em termos arquitectónicos. A ampliação em dois volumes completa o edifício mantendo a coerência entre as novas construções e a pré-existência do século XIX, a antiga fábrica de álcool e de tabaco. A forma cuidada de utilizar e conjugar os materiais utilizados contribui para a subtil alquimia fazendo desta casa das artes um lugar acolhedor. A delicadeza que não põe em causa a complexa e forte identidade do lugar, e a recuperação da arte de construir são algumas questões que devem ser destacadas num projecto que devolve a presença do passado ao presente e ao futuro. Na cidade da Ribeira Grande, na ilha de São Miguel – Açores, surge, assim, um pólo de criação e cultura, direccionado ao incentivo das residências artísticas nacionais e internacionais, articuladas com toda a comunidade – Arquitecto Moisés Gallego, presidente do júri

O Arquipélago – Centro de Artes Contemporâneas pretende ser um espaço de referência para a reflexão e o conhecimento aos níveis das diferentes áreas artísticas e, deste modo, criar uma variedade de públicos que sintam e se interessem pela arte e cultura contemporâneas, de acordo com a mutabilidade permanente que caracteriza a actual sociedade.

Do ponto de vista de uma política cultural nacional e internacional centrada, primordialmente, na criação, difusão e produção artística, o Arquipélago – Centro de Artes Contemporâneas pretende ser um “ponto de convergência” de diversas culturas assentes em quatro eixos geográficos: Ilhas Atlânticas, Américas, Europa e África, sem esquecer a importância da Diáspora.

centro_artesAvelino Meneses, Secretário Regional da Educação e Cultura, numa reacção à atribuição deste galardão de reconhecido prestígio internacional aos projectistas do Centro de Artes Contemporâneas, ocorrida no dia 8 de junho, em Barcelona, salientou que este prémio, à semelhança de um conjunto de outras distinções já alcançadas, coloca os Açores, ao nível das suas estruturas culturais, “num patamar de excelência”.

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O Prémio FAD de Arquitectura, fundado em 1958 pelo arquitecto Oriol Bohigas e concedido pela Foment de les Artes i el Disseny (FAD), de Barcelona, é considerado o prémio de arquitectura de referência para Portugal e Espanha, distinguindo obras localizadas na Península Ibérica e nas ilhas pertencentes aos dois países.

Na edição de 2016, o Prémio FAD contou com 416 candidaturas e, entre os 10 finalistas, estavam a concurso, para além do Arquipélago – Centro de Artes Contemporâneas, mais quatro projectos portugueses, nomeadamente o Museu Nacional dos Coches, dos arquitectos Paulo Mendes da Rocha e Ricardo Bak Gordon, o Mercado Municipal de Abrantes, da ARX – Portugal Arquitectos, a Casa de Oeiras, do arquitecto Pedro Domingos, e o Teatro-Auditório de Llinars del Valles, do arquitecto Álvaro Siza (com Aresta+GOP).

Fontes: GaCS/SREC ; Arquipélago – Centro de Artes Contemporâneas
Foto: José Campos

Bluepharma representa Portugal na final dos European Business Awards

bluepharma2A Bluepharma vai representar Portugal na Gala Final dos European Business Awards, a realizar-se no dia 17 de junho em Milão, Itália. A farmacêutica chegou à final depois de um processo de 16 meses, iniciado em 2015, com a inscrição de 32.000 empresas, das quais 678 foram nomeadas campeãs nacionais, em setembro de 2015.

Enquanto Campeã Nacional e após se submeter à votação do público, através da publicação de um vídeo institucional na página oficial da organização, a Bluepharma foi distinguida com o título de “Ruban d’Honneur” na categoria Importação/Exportação. A votação do público gerou, nesta edição, mais de 227.000 votos de todo o mundo.

Com mais de 70 medicamentos no mercado, a Bluepharma tem um laboratório próprio de Investigação e Desenvolvimento e é a primeira empresa do setor da indústria farmacêutica em Portugal com certificação da autoridade americana Food and Drug Administration (FDA). As exportações, para mais de 40 países, representam já mais de 85 por cento do volume de negócios da empresa.

A Gala, que irá decorrer no Hotel Marriott Milan, será antecedida pela conferência 100% Growth, na qual empresários terão a oportunidade de discutir e definir metodologias para duplicar a dimensão dos seus negócios. Está prevista a presença de personalidades do mundo académico, políticos, embaixadores e empresários das mais bem-sucedidas organizações da Europa, muitos dos quais integraram o painel de jurados dos European Business Awards.

Na edição de 2015/2016, todos os mercados membros da UE estiveram representados, além da Turquia, Noruega, Suíça, Sérvia e da Antiga República Jugoslava da Macedónia. O volume de negócios combinado ultrapassa € 1.2 triliões e empregam mais de 2.5 milhões de pessoas.

Os European Business Awards foram criados em 2007 com o objetivo de apoiar o desenvolvimento de uma comunidade empresarial europeia mais forte e bem-sucedida.

Foto: Bluepharma