Fundadores da start-up portuguesa Talkdesk na lista “30 Under 30″ da Forbes

talkdesk[1]Tiago Paiva e Cristina Fonseca, fundadores da start-up portuguesa Talkdesk, estão na lista dos “30 under 30”, na categoria de tecnologia empresarial da conceituada revista norte-americana Forbes.

A Talkdesk nasceu em 2012 e está direccionada para o desenvolvimento e venda de software para call centers. A startup lusa já conta com mais de 150 colaboradores distribuídos pelos seus escritórios de Lisboa e Silicon Valley.

A start-up tem como principal objectivo, ajudar as PME (Pequenas e Médias Empresas) na criação de call centers de maneira rápida e eficaz. A empresa apresenta já uma carteira de clientes que inclui as conceituadas Dropbox, Chevrolet, wheather.com, entre outras…

A lista de 2015 contemplou  3 portugueses entre 600 nomes de várias nacionalidades. O futebolista Cristiano Ronaldo, o artista Alexandre Farto (Vhils) e a investigadora Maria Pereira foram os nossos representantes.


Artigos relacionados:

Talkdesk anunciou investimento internacional de 6 milhões de dólares

3 portugueses nos “30 under 30″ da Forbes

 

Foto: DR

Há um novo núcleo cultural em Lisboa. Meet: o Polo Cultural das Gaivotas

imagem capa

O edifício da antiga Escola das Gaivotas disponibiliza, desde ontem, um conjunto de espaços e serviços que acolherão agentes culturais e artísticos. Além disso, terá espaços de ensaio para música, dança ou outros projectos e ainda uma sala para formações ou reuniões.

Os ocupantes deste espaço cultural intervêm nas mais variadas áreas artísticas, como por exemplo; no teatro, como é o caso de Griot, uma companhia de actores que explora as implicações da emergente identidade afro-europeia, ou do Teatro do Elétrico, que habitualmente expõe o seu trabalho em digressão e que, este mês, (re)apresenta a peça Mãe com Açúcar. Ocupam também a casa, projectos na área musical – como é o caso da Filho Único, uma Associação Cultural, promotora de música contemporânea que respeite ‘critérios construtivos de produção artística’ e de procure a ‘progressão estética’; ou até dança, no caso de P.O.R.K., a associação empenhada na criação, produção e difusão de dança contemporânea que actua sobretudo em palcos internacionais.

O espaço que sofreu uma extensa renovação – mas que respeitou duas intervenções anteriores de Vhils – quer ainda dedicar um espaço que servirá de posto de atendimento especializado para o sector cultural, que dará apoio a nível técnico e logístico.

2 vhils

O Polo Cultural foi inaugurado, no dia 8 de Janeiro, numa cerimónia presidida pelo presidente da Câmara Municipal de Lisboa, Fernando Medina, e a vereadora da Cultura, Catarina Vaz Pinto.

Fotos: DR

 

ScaleUp Porto – Uma estratégia para empresas tecnológicas

scaleup_portoA Câmara do Porto, em parceria com a Universidade do Porto, o Instituto Politécnico do Porto, o UPTEC – Parque de Ciência e Tecnologia da U.Porto e a Agência Nacional de Inovação, apresentou, no dia 17 de dezembro, a estratégia ScaleUp Porto. O objectivo é apostar num paradigma mais competitivo para a cidade e região do Porto e apoiar as startups tecnológicas locais com potencial para escalar internacionalmente.

O Município do Porto quer fixar na cidade empresas de crescimento rápido.  O edil, Rui Moreira, afirmou, na cerimónia de apresentação, que a estratégia “ScaleUp Porto.” pretende criar condições para que as pequenas empresas “ganhem outra dimensão” e, com medidas estratégicas do município, possam “sair do ninho e voar”. Neste sentido, a Câmara Municipal vai juntar os esforços dos meios académicos e empresariais.

Para Rosário Gamboa, presidente do Instituto Politécnico do Porto (IPP), é necessário que as grandes empresas possam conviver com as pequenas, encontrando “mecanismos de ensino, formal e informal” como “experiências vividas” ou obstáculos “ultrapassados”.  Sebastião Feyo, reitor da Universidade do Porto (UP), considerou que este é um trabalho de grande dimensão, que quer criar estruturas para que “gente nova” avance com empresas.

O UPTEC, um dos parceiros no projecto, acolhe 164 projectos empresariais e já graduou 32 empresas que, no seu total, já criaram cerca de 1 800 postos de trabalho qualificados.

Veniam, Kinematix, Uniplaces, Adclick, Blip.pt, Nonius Software, MOG Technologies, Gema e MOVVO são algumas das empresas com nascimento averbado no Porto e que, pelo seu rápido desenvolvimento, comprovaram a capacidade da Invicta em competir internacionalmente no sector da inovação tecnológica.

Em maio de 2016, será realizada, na cidade do Porto,  a primeira conferência Europeia dedicada ao tema de ScaleUp. Esta conferência representa um ponto de partida para a criação de uma rede Europeia para ScaleUp.

Fonte: porto.pt
Foto: ScaleUp Porto

Guimarães recebe o 4º Fórum GraPE “Graduados Portugueses no Estrangeiro”

grape2No próximo dia 28 de Dezembro Guimarães recebe a quarta edição do Fórum Anual de Graduados Portugueses no Estrangeiro (GraPE2015).

O Fórum GraPE resulta da parceria entre a AGRAFr (Association des Diplômés Portugais en France), a ASPPA (Associação de Pós-Graduados Portugueses na Alemanha), a PAPS (Portuguese American Post-graduate Society) e a PARSUK (Portuguese Association of Researchers and Students in the UK). Conta este ano com o apoio da Câmara Municipal de Guimarães e da Universidade do Minho.

Este fórum é uma iniciativa única em Portugal, de dinâmica internacional, reunindo portugueses distribuídos pelo mundo e em Portugal e promovendo o debate sobre i) a progressão das carreiras profissionais e académicas, dentro e fora de Portugal; ii) a comunidade portuguesa fora do país; iii) o papel da Diáspora na sociedade portuguesa.

Partindo da experiência de portugueses que saíram à descoberta de oportunidades pelo mundo, nas mais variadas áreas profissionais, na edição de 2015 do fórum “GraPE2015 – RE:Inventar Portugal”, pretende-se refletir sobre como podem as boas práticas internacionais contribuir para um maior avanço científico, económico e cultural do país.

Entre os vários convidados, o evento conta com a presença de Manuel Heitor (Ministro da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior), Domingos Bragança (Presidente da Câmara Municipal de Guimarães), António Cunha (Reitor da Universidade do Minho).

Informações mais detalhadas em:

http://grape.pt/2015/
https://www.facebook.com/ForumGraPE

WIME abre loja pop-up no Saldanha

wime1A startup portuguesa introduz um novo conceito que ambiciona descobrir a preferência vínica de cada um. De cara lavada e com um novo nome, a WIME revela as novidades na primeira loja pop-up que se encontra aberta ao público no Saldanha até ao inicio do próximo ano.

WIME, antigamente conhecida como O Meu Copo, alia à forte presença online, uma loja pop-up no Atrium Saldanha durante o período de Natal, até pelo menos dia 6 de Janeiro de 2016. O espaço, que pretende servir de showroom e simultaneamente salão de provas (onde o cliente é convidado a descobrir que tipo de vinho gosta), revela as seguintes novidades: um novo nome, que reflecte as intenções de expansão para mercados internacionais e um novo método de satisfação garantida para o cliente. A ideia é simples: os amantes vínicos são convidados a participar numa prova composta por quatro vinhos em que os mesmos são divididos em duas dinâmicas – complexidade / nível de fruta. Durante a prova é contado a história de cada vinho bem como todos os preciosismos dos diferentes néctares, para que depois o provador seja convidado a dar o feedback do vinho que preferiu.

wime2Essa preferência corresponde a um quadrante no mapa do paladar. Ou seja, se gostou de um Touriga Nacional da Quinta de Couquinho, por exemplo, significa que tem um paladar mais complexo e mais frutado. A WIME sugere então através de um serviço de subscrição, dois novos vinhos todos os meses, cuidadosamente curados pelo prestigiado escanção, Rodolfo Tristão, com a garantia que receberá em casa apenas os vinhos da sua preferência. Os vinhos podem ser de regiões variadas, e de castas distintas. A ideia é que se deixe surpreender e abarcar na descoberta da riquíssima oferta vínica portuguesa, com a segurança que o vinho irá sempre ao encontro do seu paladar. Se não conseguir ir ao Atrium fazer a prova, poderá fazê-la em casa através de Pack Descoberta.

No fundo, a WIME, pretende ser o sommelier privado de cada um, que além de conhecer os melhores vinhos, conhece também o seu paladar melhor que ninguém.

Fotos: Rita Palma

Vai um chocolatinho?

12112472_1042661929099751_8496122854556919424_nO chocolatinho” começou a sua história de vida, em 2013, a partir de uma pequena e confortável loja situada na freguesia de Rabo de Peixe, na ilha de São Miguel, arquipélago dos Açores. Tiago Alves, com apenas 25 anos, aproveitou a sua capacidade empreendedora para criar e desenvolver de forma autodidacta um novo conceito de Chocolate.

Dando ênfase aos sabores típicos da sua ilha materna aliado ao seu amor pela cozinha, arriscou um investimento inovador que contempla uma diversidade de sabores inigualável em bombons, trufas artesanais, e muitos outros docinhos que podemos imaginar. Tiago abraçou este projecto de corpo e alma, sendo um investimento seu e um negócio de família que tem crescido e crescido dia após dia.

“Alves Devine” é o nome dado à marca regional de chocolates criada pela “O Chocolatinho”, que tem como objectivo utilizar o máximo de sabores existentes nas ilhas dos Açores, fundindo-os com o tão aclamado chocolate Belga. Na loja podemos experimentar aproximadamente sessenta sabores diferentes, referentes não só a produtos açorianos, mas de outras origens, que passam pela pimenta da terra, pelo queijo de São Jorge, o chá verde da Gorreana, o mel dos Açores, os licores típicos da região, vinho de cheiro, lajido, o ananás dos Açores, e outros.

Captura%20de%20ecrã%202015-04-5,%20às%2017.36.06[1]

Com esta brilhante ideia, Tiago alcançou um sucesso que se materializou na abertura de mais duas lojas na ilha (Ribeira Grande e Ponta Delgada). Os apaixonados, por esta variada gama de sabores, aumentam de forma exponencial e a internacionalização já é também uma realidade.

A empresa consome cerca de mil quilos de chocolate por mês e produz milhares de bombons por mês. O bombom de queijo de são Jorge é o que tem mais saída.

Após conversar com alguns consumidores deste produto, o feedback é extremamente positivo, estando todos satisfeitos com este novo conceito que nasceu na Ilha e que proporciona uma pausa mais doce para o café.

“Vai um chocolatinho?”

Fontes: Chocolatinho
Fotos: DR

Atracção de talentos – Invest Lisboa lança vídeo promocional de Lisboa

LX_video_Factory2A Invest Lisboa, com o apoio da AICEP e Baía do Tejo, lançou o vídeo “Lisbon Welcoming Talents“, realizado por Manuel Gomes da Costa, em que 12 estrangeiros residentes em Lisboa testemunham as vantagens de Lisboa para viver, estudar, trabalhar e desenvolver novos negócios.

Após o recente lançamento do vídeo promocional Lisbon Your Creative Heart dirigido a artistas e criativos, a cidade de Lisboa continua a sua estratégia de captação de talentos com o lançamento deste novo vídeo. O vídeo conta com música original de Luísa Gonçalves e Jean Marc Chartier (também ele um estrangeiro residente em Lisboa).

À medida que o mundo se torna cada vez mais global cresce a competição pela atracção de talentos e é decisivo complementar as acções de captação de investimentos e empresas com acções específicas de captação de talentos, de todo o mundo, sejam eles empreendedores, criativos, artistas, investigadores, estudantes ou profissionais de outros sectores de actividade. Porque são os talentos que dão vitalidade às cidades e às economias, são os talentos que resolvem os problemas das sociedades. Lisboa já foi uma das cidades mais globais do mundo e oferece excelentes condições para viver, trabalhar e empreender pelo que deve incrementar a  captação de cada vez mais talentos de forma a melhorar a sua situação económica e a qualidade de vida da sua população.

Fontes: Invest Lisboa e CCIP
Foto: DR

Artigos relacionados:
Lisboa quer ser a nova “capital criativa” da Europa

 

Empresa portuguesa lança gin de Cereja do Fundão

gin_de_cereja_licores_serrano18820c01[1]

O WILD SNOW DOG Cherry Gin surge como a segunda edição/versão deste Premium Gin Português, destilado do zimbro selvagem da Serra da Estrela e acompanhado aqui pela Cereja do Fundão (a original), proveniente das encostas da Gardunha, zona de excelência da cerejeira em Portugal.

Depois da primeira edição do Wild Snow Dog – Dry Gin, a Licores Serrano, a mais antiga empresa em Portugal a trabalhar com o Zimbro, lança esta nova edição de linha frutada, usando como recursos autênticos cartões de visita da Beira Baixa. Sendo a Cereja do Fundão a estrela da companhia e a principal referência no palato, o mesmo é arredondado pelas linhas de Malápio da Serra (variedade de maçã) e Tangerina que crescem nos pomares da Cova da Beira ou pelo Medronho das míticas aldeias do xisto.

Estamos perante um produto natural. A cereja do Fundão está em maceração há mais de um ano. E por falar em cereja, a garrafa vem acompanhada por um boião com 15 cerejas para acompanhar a bebida.

A autarquia uniu-se à ideia da empresa Licores Serrano através de um protocolo que prevê, por exemplo, que a garrafa do novo gin apresente o logótipo oficial da marca “Cereja do Fundão” ou que o município integre esta bebida no referido portefólio e a divulgue nas suas acções de promoção.

Em contrapartida, a Licores Serrano só utilizará cerejas da Cerfundão (empresa de embalamento e comercialização de cereja) que é participada pela autarquia e agrega vários produtores do concelho. Parte do lucro da venda do Wild Snow Dog Cherry Gin reverterá a favor da autarquia.

Em duas semanas, a nova bebida já vendeu aproximadamente 1.400 garrafas, ao preço de 29 euros cada uma.

Fontes: Licores Serrano; Agronegócios
Foto: DR

MESH sportswear – roupa desportiva para a mulher que ousa impressionar

mesh1A MESH sportswear é um projecto que tem cerca de 1 ano e meio e que cresceu com a ambição de oferecer às mulheres uma proposta de sportswear diferente, muito feminina e que seguisse as principais tendências da moda. Embora tenha nascido com especial enfoque no Padel – modalidade que tem atraído cada vez mais praticantes femininas no mundo, a marca já não se confina à mesma.

As amigas, Sara Leitão e Vera Eloy, consideravam que o mercado não oferecia vestuário desportivo feminino capaz de cativar a mulher que cumpre o lema da marca : “dare to impress”. A MESH veio colocar no mercado saias e vestidos coloridos e arrojados, que podem ser usados no ginásio ou fora dele.

xMESH_banner_3.jpg.pagespeed.ic.F9Xb0czRFR[1]
As duas sócias têm formação de base de Economia e Gestão da Universidade Católica, tendo a última realizado ainda uma pós-graduação de um ano em Harvard na área do empreendedorismo e ebusiness. Ambas trabalharam na área das telecomunicações (Optimus e Vodafone) e mais tarde criaram a Spoil, uma empresa líder de mercado na área da fotografia e retrato, que fez agora 10 anos de existência.

A MESH apresenta um conceito absolutamente inovador, dirigido às mulheres que querem marcar a diferença do estilo clássico e que procuram um equipamento original, divertido e muito confortável.
xMESH_banner_6.jpg.pagespeed.ic.qWl8PFGymY[1]Em declarações à Excelência Portugal, as duas responsáveis da marca confessaram ter a ambição de crescer cada vez mais no panorama internacional. Aliás, a marca arrancou primeiro no mercado internacional através da sua loja online.

Mesh

Vera Eloy e Sara Leitão

Em Portugal a MESH encontra-se à venda no El Corte Inglês, na Loja das Meias, no Clube VII, no aeroporto de Lisboa, e noutras lojas de deporto de referência no país. Online a MESH vende no site www.meshsportswear.com e na Amazon (UK, DE, ES, IT e FR).

A marca possui um showroom, em Lisboa, Rua Ruben A Leitão 4A, (Príncipe Real). Os preços rondam os 44,95€ a 89,95€.

Fonte: MESH
Fotos:
 Spoil

 

FORA Sunglasses – óculos de sol FORA de tudo

fora1FORA Sunglasses nasceu em julho de 2013 e quer mostrar que Portugal tem muita luz lá FORA. Miguel Barral e João Veiga, ambos de 25 anos, são os empreendedores responsáveis por esta marca de óculos de sol.

Os dois jovens formados na área de economia e de gestão hoteleira entraram no mundo dos óculos com uma marca de revenda de óculos vintage. Com a experiência adquirida, formaram então uma equipa e atiraram-se para o mercado com uma marca Portuguesa de óculos.

Esta marca pretende alcançar um público transversal à idade, estilo ou preconceitos, e rasga em modelos únicos desenhados à mão, concentrando-se em usar os melhores materiais existentes. Com lentes CR39 e em 100% de acetato italiano, garantem a qualidade para a protecção da luz do nosso país e todos os outros.

Todos os óculos são feitos à mão, numa fábrica no Norte do país e exibem orgulhosamente, nas hastes, a menção “handmade in Portugal”.

fora3

FORA, por ser for a da caixa, fora de tudo. FOR A hero FOR A dreamer FOR A rocker, são alguns dos modelos da sua primeira colecção.

Todos os óculos são feitos à mão, numa fábrica no Norte do país e exibem orgulhosamente, nas hastes, a menção “handmade in Portugal”.

A marca possui um showroom, em Lisboa, na Avenida Álvares Cabral, 28A, estando também presente na EntreTanto (Lisboa), Óptica Bombarda(Porto) e Dê Luso’s (Madeira).

Os preços rondam os 98€ a 160€, exceptuando a edição especial desenhada por Luís Carvalho.

Fonte: FORA
Foto: © Bernardo Coelho