The Luxury Network Lisbon – A capacidade para atrair as melhores marcas de luxo para servir o consumidor português

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A The Luxury Network Lisbon foi lançada há seis meses em Portugal com a ajuda da embaixada do Reino Unido para atrair as grandes marcas de luxo mundiais. A plataforma de marketing de afinidade neste tipo de negócios está presente em 30 países nos diversos continentes. O nosso país foi a próxima aposta da empresa britânica devido ao clima económico que se tem vindo a verificar.

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O CEO da companhia, Nuno Duarte Lopes, explicou ao Excelência Portugal que o objectivo passa por “proporcionar às marcas uma plataforma para estarem à frente do cliente final”. No entanto, também existe o propósito das empresas de luxo “trabalharem umas com as outras”.

Nuno Duarte Lopes garante que “as nossas estratégias permitem às marcas acederem aos clientes de património elevado”. Neste clube privado só têm lugar os principais responsáveis das grandes marcas.

Os eventos realizados são essenciais para concretizar grandes negócios. Os clientes não são os VIPS, mas as pessoas de património elevado que têm capacidade para comprar os produtos. O CEO assegura que “só trabalhamos com clientes que podem consumir os artigos de luxo”.

Neste momento a empresa conta com 12 membros, mas Nuno Duarte Lopes pretende chegar aos cem. No mês de Outubro está agendado um evento que promete fazer crescer a rede de contactos e fornecer ao mercado português o melhor serviço nesta área.

A empresa surge em Portugal numa altura em que os indicadores económicos são positivos. A economia cresce e o desemprego é menor. Os motivos são suficientes para as pessoas comprarem mais produtos de luxo. Nuno Duarte Lopes considera que “a recuperação económica é mérito do governo e dos empresários”.

Bohemian Swimwear – A marcar o verão desde 2012

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A Bohemian Swimwear é uma marca de biquínis portuguesa criada por Erica Bettencourt, no verão de 2012. A marca conta já com três colecções e várias colaborações sob a forma de colecções cápsula com Maria Guedes (2013), Vanessa Martins (2014) e Jessica Athayde (2015), devidamente organizadas por ano de lançamento.

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A marca conta com alguns pontos de venda espalhados pelo país, sendo que o grosso das vendas é, ainda hoje, feito por internet, via Facebook, Instagram e através da loja online. O crescimento da Bohemian enquanto marca tem sido feito de forma muito natural e espontânea; no entanto, este ano conta já com uma novidade, a abertura do seu primeiro espaço oficial, no Príncipe Real que funciona em regime de showroom e loja.

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A  Bohemian Swimwear  apresenta, em 2015, a coleção de verão inspirada nas várias tonalidades do Oceano, com influências orgânicas e boémias. A preocupação com um ambiente sustentável resultante da utilização de produtos 100% orgânicos e o conceito de “fair trade” fazem com que Bohemian Swimmwear  se redescubra a cada estação.

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A coleção caracteriza-se como original e exótica. Este ano a coleção vai introduzir tricôt orgânico em 5 modelos, o que vai de encontro com as atuais preocupações da mulher moderna que passam por um estilo de vida saudável e ambientalista. A Bohemian Swimwear pretende dirigir-se a todas as mulheres. A marca quer que a mulher portuguesa se sinta confortável e confiante com o seu próprio corpo, através de cortes e de cores que a favorecem e alimentam a sua alma.

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Este ano a atriz portuguesa Jessica Athayde assina uma coleção cápsula para a marca portuguesa e cria uma linha de três peças muito versáteis e práticas, das quais é também a estrela da campanha. Uma coleção que une a moda ao desporto, ideal para qualquer mulher que gosta de si. Um biquíni que também pode ser usado como top para o ginásio, um fato de banho com um corte slim e uns calções de desporto são as peças  que fazem parte desta coleção exclusiva, fruto da parceria entre a atriz e a marca de estilo boémio.

 

Fotos:
Mariana Palos fotografada por Carlos Pinto
Helena Coelho fotografada por Carlos Pinto
Jessica Atahyde fotografada por Miguel Angêlo

 

Investigador da Universidade de Coimbra distinguido com o “Young Scientist Award” pelo desenvolvimento de “app” capaz de detetar emoções

E se o telemóvel fosse capaz de identificar as emoções do ser humano?

Pode parecer ficção, mas não. Na realidade, já é possível graças à aplicação Happy Hour desenvolvida (para o sistema operacional Android) por uma equipa de investigadores do Departamento de Engenharia Informática da Faculdade de Ciências e Tecnologia da Universidade de Coimbra (FCTUC), coordenada por Jorge Sá Silva.

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A originalidade do projeto “Happy Hour – Improving Mood With An Emotionally Aware Application” valeu a David Nunes, de 27 anos de idade, o prémio “Young Scientist Award” na Conferência Internacional IEEE-I4CS – Inovação para Serviços Comunitários, que decorreu recentemente na Alemanha.

Com a aplicação Happy Hour, que se encontra em fase de protótipo, o telemóvel não só identifica o estado de espírito dos seus utilizadores, como também seleciona e apresenta informação, em tempo real, sobre os espaços verdes de interesse mais próximos (como parques ou jardins). A aplicação promove, assim, caminhadas e exercício físico como forma de melhorar a situação emocional de quem a utiliza.

O objetivo do desenvolvimento desta revolucionária “app” que se enquadra na promissora área da “Internet das Coisas”, conta David Nunes, “é mudar o paradigma. As tecnologias devem compreender o ser humano e adaptar-se às suas necessidades e desejos. Embora seja um desafio de enorme complexidade, o futuro passa por aqui.” Esta tecnologia resulta de quatro anos de investigação e passou por várias etapas. Primeiro, a equipa reuniu um conjunto de tecnologias e informação (camisola inteligente, telemóvel, informação sobre o estado do tempo, etc.) que lhe permitisse obter e processar toda a informação essencial para desenhar a aplicação. A partir daqui, os investigadores utilizaram um algoritmo de aprendizagem para avaliar quatro estados emocionais pré-definidos: euforia, aborrecimento, calma e ansiedade.

A aplicação, que atualiza o estado emocional de hora a hora e envia para correção e validação do utilizador, socorre-se igualmente de sensores do telemóvel para identificar, localizar e perceber o ambiente onde indivíduo está inserido.

Fonte: UC
Foto: UC

 

 

 

 

Zomato escolhe Lisboa para sede da empresa na Europa

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A empresa detentora da aplicação Zomato escolheu Lisboa como sua sede europeia e o português Miguel Ribeiro, que lançou a aplicação em Portugal, torna-se agora responsável pelos mercados europeus. A Zomato está agora à procura de um líder para as operações em Portugal.

A Zomato é já bastante conhecida e utilizada em Portugal. É uma aplicação usada para poder encontrar os restaurantes e informação relativa aos mesmos, que correspondam aos critérios do próprio utilizador, sejam estes uma determinada localização, o tipo de cozinha que confecciona, ou a avaliação que os clientes dão, entre outros.

O facto de Portugal ser um país com uma forte vertente tecnológica, onde as pessoas aderem com entusiasmo a novas aplicações, foi um dos factores decisivos para a escolha de Lisboa  diz Miguel Ribeiro num comunicado enviado às redacções.

“A localização geográfica e os fáceis acessos aos principais aeroportos europeus tornam Portugal num país apetecível para investir”, acrescentou o agora responsável pelas áreas de vendas, marketing e operações em Portugal, Reino Unido, Itália, Irlanda, República Checa, Eslováquia e Polónia, bem como a expansão para outros países da Europa.

A empresa multinacional indiana não só achou Lisboa como o local certo para assentar as suas raízes, mas acredita que é aqui que irá encontrar bons candidatos para ocupar o lugar de líder para a equipa que conta com 45 colaboradores em Lisboa e no Porto, sendo este “alguém inspirador, que arregace as mangas e se foque nos resultados e crescimento da Zomato em Portugal”.

A Zomato é uma aplicação para smartphones que disponibiliza informação sobre mais de um milhão de restaurantes em 22 países e tem mais de 80 milhões de visitas por mês. É por isso um marco importante e relevante, o de concentrarem as suas atenções agora na nossa capital.

Foto: DR

 

Chic by Choice e a super-equipa internacional

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Chic by Choice escolhe Lisboa como sede das operações e residência da sua equipa, que já conta com o significativo número de colaboradores estrangeiros. Londres é segunda residência para Filipa Neto, co-fundadora, que divide o seu tempo entre as capitais.

se o mercado está lá fora, tens de ir ter com o mercado – Filipa Neto

A empresa de aluguer de vestidos de luxo, Chic by Choice, aposta numa equipa poliglota para os seus escritórios de Lisboa e Londres, e nem a co-fundadora se vê isenta de estilo de vida de nómada digital. Filipa intercala o tempo entre as duas capitais onde a empresa possui escritórios.

Na equipa lisboeta, “neste momento, temos 20 a 30 por cento” de colaboradores estrangeiros, “dependendo do mês”, admite Filipa,já que existe uma certa rotatividade de trabalhadores na empresa. O entendimento entre todos é essencial para um bom funcionamento, “a partir do momento em que entre uma pessoa que venha doutro país, de outra nacionalidade e que não comunique em português, obrigatoriamente toda a equipa já tem de falar inglês”.

É este nível de acolhimento que coloca os colaboradores à vontade. Como acontece com a alemã Stefanie “que está na parte de content & communication e também de operações”, a ucraniana Margarita, que “faz tudo o que seja customer support – e é excelente nisso”, e da francesa Félicia que ajuda “em tudo o que é conteúdos do site em francês”. Em Londres está a britânica Rachel, que colabora com a fundadora “na gestão de tudo o que esteja relacionado com as marcas”.

Filipa vê-se muitas vezes obrigada a deslocar-se para os escritórios londrinos, onde se encontra uma importante componente de business development. A fundadora reconhece a importância deste ‘nomadismo’. “Se queres construir uma empresa global, tens de estar lá fora, não há volta a dar. Eu senti que, se não desse este passo, não iria estar a fazer todos os esforços para que a empresa tivesse sucesso”.

É com base nesta necessidade que Filipa afirma que, “se o mercado está lá fora, tens de ir ter com o mercado. Tens de perceber de que é que os clientes estão à procura, o que é que os teus parceiros procuram”. No entanto, reconhece que, ao dividir as operações da empresa em duas cidades, isso se torna positivo, já que “o que é interessante é que temos todas as operações cá, desde a área de tecnologia a área de design, customer support, operações – todas essas áreas – marketing, têm pessoas em Portugal. Apesar de o mercado ser internacional, e não vejo qualquer impacto negativo nesse sentido, isso é uma coisa que nos dá um certo brio, até”, conclui a empreendedora.
Foto: DR

Junior Cup – Câmaras municipais do Porto e Matosinhos apostam na divulgação e promoção do surf no norte do país

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Arranca este fim de semana, 12 e 13 de setembro, o Junior Cup – Campeonato Nacional Surf Esperanças 2015, uma aposta das câmaras municipais do Porto e Matosinhos na divulgação e promoção do surf no norte do país. Os atletas devem apresentar-se para o check in às 07h30, na Praia Internacional do Porto. O início do campeonato está previsto  para as 8 horas da manhã. Para além da vertente competitiva, o campeonato vai contar com eventos paralelos e a atribuição do prémio Best Wave.

O Campeonato Nacional de Surf Esperanças 2015 assinala uma aposta conjunta entre as  câmaras municipais do Porto e Matosinhos na organização deste evento, com o objetivo de unir esforços para a promoção do potencial do surf das duas cidades e das suas praias. Desde a Praia Internacional do Porto até Perafita em Matosinhos são vários quilómetros de costa marítima que proporcionam alguns spots de surf de qualidade e consistência.

O apoio institucional dos municípios do Porto e Matosinhos vem assim corroborar a cada vez mais crescente dinâmica que tem vindo a existir nas provas de surf a norte do país. De referir que as más condições do mar ditaram o adiamento do campeonato para este fim de semana, altura em que as condições meteorológicas vão estar reunidas para um bom espetáculo de surf.

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As condições naturais da nossa frente marítima são um ativo que temos sabido valorizar e potenciar, nomeadamente com a realização das mais diversas manifestações desportivas, como é o caso da vertente do surf. Uma modalidade que continua em franca expansão e tem vindo a ganhar cada vez maior expressão na cidade. A iniciativa ‘Porto com Onda’, que realizamos ao longo do último mês de maio, é disso um bom exemplo, como o é também a realização do Junior CupRui Moreira, presidente da Câmara Municipal do Porto, também  antigo praticante de desportos marítimos

Segundo o “El País”, Matosinhos tem a melhor praia urbana do país para a prática de surf. E a “National Geographic Traveller” coloca-a no Top 10 português das melhores praias para quem gosta de fazer surf. Matosinhos está, pois, na crista da onda. E são bem-vindos todos os que queiram vir surfá-la - Guilherme Pinto, presidente da Câmara Municipal de Matosinhos

Mais de 60 atletas lutam nas praias de Matosinhos e Porto pelo título de campeão nacional nas categorias sub 16 e sub 18, no Junior Cup – Campeonato Nacional Surf Esperanças 2015. Ao surfista que fizer a melhor onda em cada uma das categorias será atribuído o prémio Best Wave pela Surfskate.

Durante o campeonato decorrem ainda algumas atividades paralelas como uma ação de surf adaptado e, no sábado, a partir das 16 horas, acontece a Somersby Sunset Party, no recinto do evento, na Praia Internacional do Porto, ao som do Hudi Surf Bar.

De ressalvar que o Holiday Inn Express Porto Exponor, localizado em Matosinhos, a 10 minutos do local da prova, é o hotel oficial deste evento, oferecendo tarifas especiais para atletas e acompanhantes, mediante a apresentação da promocode JUNIOR CUP 2015.

O Junior Cup – Campeonato Nacional de Surf Esperanças 2015 assinala uma aposta conjunta entre as câmaras municipais do Porto e Matosinhos na organização deste evento, com o objetivo de unir esforços para a promoção do potencial do surf das duas cidades e das suas praias.

O Junior Cup – Campeonato Nacional de Surf Esperanças 2015 é organizado pela Onda Pura – Produção de Eventos, com o apoio da Federação Portuguesa de Surf e da Associação Onda do Norte com a colaboração das Câmaras Municipais do Porto e de Matosinhos. Conta ainda com os apoios da Somersby, Hospital de Santa Maria – Porto, Açaí Amazon, Grycan, BART!, Surfskate, Temako Sushi, Mixpão, Frubis, Holiday Inn Express Porto Exponor, Vitalmassage, Matosinhos Sport, Sushi Temako, Porto Lazer, e com os media partners Surf Portugal, Surftotal e rádio Nova Era.

Fonte: Organização
Foto: Tó Mané

Duarte Nuno Vieira eleito Diretor da Faculdade de Medicina da Universidade de Coimbra

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Duarte Nuno Vieira, professor  foi eleito, por unanimidade, Diretor da Faculdade de Medicina da Universidade de Coimbra (FMUC). Professor catedrático da FMUC e professor visitante em várias outras universidades portuguesas, europeias e sul-americanas, bem  como na Universidade para a Paz das Nações Unidas, Duarte Nuno Vieira é Presidente do Conselho Europeu de Medicina Legal, Presidente do Conselho Forense Consultivo do Procurador do Tribunal Penal Internacional, Presidente da Rede Ibero-Americana de Instituições de Medicina Legal e Ciências Forenses, Presidente da Associação Portuguesa de Avaliação do Dano Corporal e Vice-Presidente da Confederação Europeia de Especialistas em Avaliação e Reparação do Dano Corporal.

Duarte Nuno Vieira tem integrado múltiplas missões internacionais realizadas em países da Europa, América Latina, Médio-Oriente, África, Australásia e Ásia, sobretudo no âmbito dos direitos humanos, sob os auspícios da ONU, Cruz Vermelha Internacional, Comissão Europeia e Amnistia Internacional.

De entre as muitas distinções nacionais e internacionais que recebeu, destaca-se o Douglas Medal Award, o mais prestigiado prémio mundial no âmbito das ciências forenses. Ainda na qualidade de especialista forense, foi anunciado este mês que o professor catedrático irá integrar o comité executivo do grupo de trabalho de Patologia e Antropologia Forenses do comité permanente da Interpol, que se dedica à identificação de vítimas de desastres em massa.

 

Fonte: Gabinete de Imprensa da Universidade de Coimbra
Foto: DR

A start-up portuguesa Xhockware lançou uma inovadora aplicação de retalho que reduz o tempo de espera à saída dos supermercados

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A start-up portuguesa Xhockware desenvolveu uma aplicação para smartphones (Android e iOS) com o nome de YouBeep, que permite aos consumidores gerir todo o processo de compra, “tornando a experiência mais divertida, personalizada e conveniente.”

Em casa, os consumidores podem criar listas de compras baseadas em promoções, e sincronizá-la com outros. Se estiver noutro local da cidade, poderão encontrar quais os supermercados mais próximos da sua localização, conseguir recompensas apenas por entrar na loja e beneficiar de descontos baseados na localização. Na loja, os clientes apenas têm de adicionar os produtos directamente da prateleira. “O YouBeep é muito simples de utilizar porque permite que o cliente registe os produtos à medida que os vai colocando no carrinho, tenha acesso ao valor final da conta e processe o seu pagamento junto a uma caixa registadora”, comenta João Paulo Rodrigues, CEO da Xhockware.

A empresa Xhockware foi fundada no Porto, em Fevereiro de 2014 e é especializada em tecnologias de retalho. A empresa tem como principal objectivo criar soluções inovadoras para problemas deste sector, para as queixas mais comuns acerca das compras em supermercados ou mercearias. Para, desta forma, melhorar a experiência de “ir às compras” por parte dos consumidores e diminuir os custos para os retalhistas. É esta combinação software-hardware que confere à tecnologia vantagem competitiva, já que permite que seja utilizada por qualquer retalhista do mundo e por qualquer utilizador com smartphone.

A aplicação permite reduzir o tempo de checkout em 50% e já se encontra implementada em 5 lojas nas zonas de Cascais, Lisboa, Porto e Torres Vedras. Em cada loja onde se encontra já se encontra em utilização por mais de 10% dos clientes.” O YouBeep está actualmente a ser testado na cadeia de supermercados Lidl e Pingo Doce, com resultados iniciais a ultrapassarem as expectativas.

Este projecto proporciona benefícios para todos aqueles que estejam envolvidos na actividade. Ideias como esta permitem facilitar o dia-a-dia, fazendo com que sejam eliminados certos obstáculos que nos podem incomodar, tornando certo tipo de tarefas menos desagradáveis. Saber utilizar as tecnologias a que hoje temos acesso e direccioná-las para resolver problemas ainda não resolvidos é algo precioso e é bom reconhecer que temos portugueses que o sabem fazer.

 

Como usar a YouBeep

1) O utilizador entra na aplicação, selecciona o botão de compras e faz scan ao código QR à entrada da loja.

2) Para fazer compras o utilizador só tem de ler os códigos de barras dos produtos antes de os arrumar no carrinho de compras.

3) O checkout pode ser feito numa caixa disponível para utilizadores YouBeep. Para finalizar as compras basta ler o código QR.

4) Os pagamentos podem ser feitos através das modalidades habituais em cadeias de retalho.

 

Fontes: European Market Magazine, Telemoveis.com e Xockware.com
Foto: DR

A revista Forbes reconheceu Portugal como o país que mais recentemente descobriu o seu espírito empreendedor

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A revista Forbes reconheceu Portugal como o país que mais recentemente descobriu o seu espírito empreendedor. É certo e sabido que nos últimos anos, em que a crise na Europa tem estado presente, que as medidas de austeridade aplicadas alteraram o nosso modo de viver. Talvez o primeiro pensamento que nos venha à cabeça é de que complica tudo. No entanto, tem-se verificado um outro cenário, talvez menos provável: há a criação de oportunidades a muitas pessoas para criarem os seus próprios negócios, “que servem de combustível ao crescimento de incubadoras e aceleradores tecnológicos.”

“Não há outro lugar onde a transformação tenha sido tão impressionante como em Portugal, um país famoso pelos seus exploradores marítimos, rico em História e em cultura e, agora, inspirador na maneira como acolhe as empresas”, escreve a Forbes.

Uma mente empreendedora sabe aproveitar as lacunas existentes no mercado, colocando-se em vantagem em relação aos outros, e tal como diz a jornalista Alison Coleman, os empreendedores portugueses souberam usar a sua “criatividade engenhosa” para as preencher. “A revista destaca ainda o apoio do governo ao empreendedorismo, com a aposta na agência Portugal Ventures e o seu fundo de 450 milhões de euros para apoio a startups inovadoras e também focadas nos sectores económicos mais tradicionais.”

O nascimento de incubadoras como a Startup Lisboa e de eventos ligados ao empreendedorismo, tais como o Lisbon Challenge, têm também ajudado na construção deste novo espírito de descobridores. As incubadoras, têm providenciado um maior boost, oferecendo às empresas inexperientes os espaços para os escritórios que sejam necessários e o apoio empresarial que estas necessitam para que consigam “levantar voo”. No caso dos aceleradores tecnológicos, permitem que sejam dados a conhecer mais rapidamente e a um maior número e variedade de pessoas e de empresas, os negócios que estão em fase de lançamento e que podem necessitar de investimentos para um maior desenvolvimento do projecto.

Este rápido desenvolvimento do empreendedorismo português, pode parecer vir de surpresa, mas é facilmente explicado pelo facto de que já faz algum tempo desde que as empresas prometedoras têm vindo a ganhar fundos e a lançar os seus produtos a nível internacional. A reportagem diz que esta evolução tem vindo a ser disfarçada pela questão de que este é um comportamento generalizado pelos países Europa e pelo facto de haverem outros países que tem tido um desenvolvimento mais rápido, levando a que os resultados finais impressionantes do nosso país possam surpreender alguns.

Não deverá, no entanto, ser surpresa para aqueles que já são capazes de reconhecer o valor que Portugal tem e que sempre teve, seja desde a época dos descobrimentos ou nos dias de hoje.

 

Fontes: Dinheiro Vivo, Forbes
Foto: DR

Ver com “olhos de ouvir” – Estudo liderado pela UC revela forte plasticidade cerebral em pessoas surdas

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Os surdos congénitos apresentam uma grande neuroplasticidade (capacidade do cérebro se modificar) de longo prazo, fazendo com que o seu córtex auditivo aloje propriedades visuais típicas do córtex visual, revela um estudo internacional liderado pelo investigador Jorge Almeida, da Faculdade de Psicologia e de Ciências da Educação da Universidade de Coimbra (UC).

Os resultados da pesquisa, já aceite para publicação na Psychological Science, revista internacional de referência na área da psicologia, poderão ser determinantes “para explorar novas abordagens terapêuticas para tratar lesões cerebrais e doenças neurodegenerativas baseadas na neuroplasticidade, e serão centrais para o desenvolvimento de novas gerações de implantes cócleares mais eficazes”, nota o coordenador do estudo.

Os atuais dispositivos”, clarifica o investigador, “estão pensados para explorar a organização típica do córtex auditivo, mas o estudo provou alterações na estrutura, passando o córtex auditivo a deter informação relativa à visão. Será assim necessário repensar a conceção dos implantes cocleares de modo a que estes explorem também a nova organização cerebral.”

Financiado pela Fundação BIAL e por uma bolsa Marie-Curie (na primeira fase), o estudo foi realizado ao longo dos últimos quatro anos e envolveu um grupo de surdos congénitos e um grupo de normo-ouvintes (pessoas sem surdez) Chineses.

Para perceber os mecanismos de receção e reação do córtex auditivo, ambos os grupos foram sujeitos a diferentes estímulos visuais durante a realização de uma ressonância magnética, tendo os investigadores verificado que, no caso dos surdos, o córtex auditivo herda o tipo de processos e potencialmente organização que vemos no córtex visual dos normo-ouvintes.

Estas modificações neuroplásticas “deverão ser responsáveis pela perceção visual periférica superior normalmente apresentada por surdos congénitos”, explica Jorge Almeida.

Entender os “mecanismos que o sistema nervoso central dispõe para se “reprogramar”, modificando o funcionamento do cérebro, é essencial para o desenvolvimento de modelos que expliquem o fenómeno de neuroplasticidade a longo-prazo, ou seja, a compreensão do modo como o cérebro se transforma e adapta a longo prazo, e para a aplicação de terapias baseadas nestes modelos”, conclui o líder do estudo, que contou ainda com a participação de investigadores da Universidade do Minho, de duas universidades Chinesas e uma dos Estados Unidos da América.

A equipa pretende agora avançar com novos estudos em Portugal para explorar mais aprofundadamente a neuroplasticiadade na surdez, nomeadamente como forma de compensação da modalidade sensorial afetada.

 

Fonte: Gabinete de imprensa da Universidade de Coimbra
Foto: DR