O inventor: projeto europeu quer criar tecnologia vanguardista de apoio às indústrias criativas

1357928764_15[1]Investigadores de seis países europeus e uma empresa de software uniram-se em consórcio para desenvolver uma tecnologia vanguardista de apoio às indústrias criativas, através da simulação da criatividade humana nos computadores. É coordenado por uma universidade de Londres (Queen Mary University of London) e envolve uma equipa de investigadores da Faculdade de Ciências e Tecnologia da Universidade de Coimbra (FCTUC).

O projeto denominado ConCreTe – Concept Creation Technology (tecnologia para a criação de conceitos) é financiado pela União Europeia em mais de três milhões de euros e teve início em 2013.

Os investigadores estão a desenvolver programas de software que possam ter o desempenho criativo dos humanos. Para alcançar esse objetivo, «baseamo-nos em modelos cognitivos dos humanos. Estamos a construir um sistema de grande complexidade que, entre outras fases, pretende simular os mecanismos da consciência humana com vista a ter no final uma tecnologia apta a interagir com o mundo externo», explica Amílcar Cardoso, coordenador da equipa nacional.

Uma tecnologia «que seja capaz, por exemplo, de pesquisar e ler na internet, de consultar bases de dados, de arriscar caminhos improváveis e de produzir conteúdos que nunca nos passaria pela cabeça. É também importante que este sistema tenha sentido autocrítico», exemplifica o investigador.

De modo mais simples, com base nos mecanismos da mente humana, o projeto já com dois protótipos de mistura de ideias e invenção de conceitos, «visa ter um sistema computacional viciado no trabalho, que gosta de explorar caminhos fora do habitual e mesmo improváveis para efetuar as suas tarefas e, no final, surpreender os humanos com ideias extraordinárias mas exequíveis», ilustra o docente do Departamento de Engenharia Informática da FCTUC.

Por outro lado, esta ambiciosa pesquisa de «exploração do potencial criativo dos recursos computacionais para a sociedade pretende contribuir para um salto qualitativo na área da criatividade computacional», conclui Amílcar Cardoso.

Fonte: UC
Foto: DR

IBM Portugal lança 26ª edição do Prémio Científico IBM

A IBM Portugal acaba de anunciar a abertura das candidaturas ao Prémio Científico IBM 2015. O prazo termina a 31 de Março e podem concorrer jovens investigadores portugueses, ou residentes em Portugal há pelo menos 3 anos, com menos de 36 anos.

O Prémio Científico, instituído em 1990 pela IBM Portugal, é já considerado uma distinção única no país. Pretende reconhecer trabalhos de elevado mérito no campo das Ciências da Computação, estimulando jovens investigadores a investirem e a divulgarem os seus projetos científicos. O objetivo é impulsionar e promover a divulgação de novas ideias em Portugal e fomentar o relacionamento entre as comunidades empresariais, académica e investigação científica.

Os trabalhos,  desenvolvidos com rigor e inovação científica, têm obrigatoriamente de ser submetidos em Língua Portuguesa e em nome individual. Serão posteriormente avaliados por um júri constituído por um grupo de cientistas portugueses de elevado prestígio internacional e reconhecidamente líderes das principais áreas do conhecimento a que o Prémio Científico IBM está associado, e por um representante da Companhia IBM Portuguesa.

Este ano, a IBM Portugal lança a 26ª edição do concurso que já premiou 27 investigadores ao longo das últimas décadas, orgulhando-se de desempenhar um papel determinante na investigação em Portugal e de ter ajudado à aplicação prática de muitos dos trabalhos premiados, promovendo a implementação de soluções inovadoras que ajudem a responder aos desafios das nossas sociedades e contribuam para um mundo melhor e em constante evolução.

Em 2015, aquando dos 25 anos do Prémio Científico IBM, Sua Excelência o Presidente da República Aníbal Cavaco Silva presidiu à cerimónia, reconhecendo a iniciativa da IBM como um contributo inquestionável para o desenvolvimento do sistema científico e tecnológico nacional.

Mais informações em http://www-05.ibm.com/pt/pc/premio.html

Fonte: IBM
Foto: Presidência da Repúbllica

Cubi – empreendedorismo na moda aos 19 anos

Uma marca de roupa totalmente nacional que começou apenas por um site de vendas de páreos. A criadora da marca, Maria Roquete, com apenas 19 anos, criou uma empresa feita de cores e criatividade.

A Cubi é feita de amor! Peças únicas e especiais – Maria Roquete

Como estudante de design no IADE, Maria faz deste projecto um negócio paralelo à sua formação, com produtos feitos no nosso país e com peças feitas à mão com toda a sua dedicação. Depois do sucesso de vendas alcançado só com páreos, a criadora decidiu aumentar o número e variedade das peças que faziam parte da sua gama de produtos.

A Cubi foi fundada, em 2015, por Maria Roquete e  o número de fãs tem crescido de forma exponencial nas redes sociais Facebook e Instagram. Por enquanto, só podem ser feitas encomendas on-line, sendo possível escolher páreos, fatos de banho, casacos, vestidos e tops.

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Ao conversar com Maria, esta demonstrou ser uma jovem criativa com uma vontade imensa de fazer coisas novas e diferentes. Tudo começou sem ser planeado. Primeiro descobriu os páreos que tiveram uma enorme adesão após a sua exposição no site.  A parir dai, a criadora aproveitou para mostrar alguns dos trabalhos que já andava a desenvolver até então.

No início, Maria não definiu um target de vendas e sente que a idade não é sinónimo da existência de padrões de compra. Por outro lado, denota que a sua marca está muito virada para o sexo feminino, tendência que vai combater com a criação de peças masculinas.

Os preços variam entre os treze e os trinta euros, nunca havendo lugar a saldos, pois a Maria considera que o valor, por si só, já é reduzido.

A jovem designer afirma que a sua inspiração é predominante no Verão, por ser a época com a qual mais identifica, por vezes utilizando peças desta estação para as transformar em algo utilizável no Inverno. Neste momento, o projecto é exclusivamente seu, contando por vezes com a ajuda de familiares.

O primeiro Lookbook foi feito no Village Underground, um espaço que representa a essência da Cubi pela sua vivacidade e capacidade de transformação, pelas suas cores, texturas e formas.

Em relação ao futuro, o objectivo da criadora passa por desenvolver a marca e produzir cada vez mais novidades. O sonho de Maria passa por deixar de vender apenas online e avançar para um espaço físico, uma loja!

Fotos: DR

Braga anunciou candidatura da Semana Santa a Património Imaterial da Humanidade pela UNESCO

semana_santaA autarquia bracarense espera submeter até ao final de 2016 a candidatura da Semana Santa de Braga a Património Imaterial da Humanidade. Processo arrancou hoje com declaração como património municipal.

“É dizer que em Braga há algo que merece ser preservado, que tem que ser valorizado e reconhecido por todos”, afirmou Ricardo Rio na conferência de apresentação do programa da Semana Santa 2016 de Braga , na Catedral da Arquidiocese de Braga.

O presidente do município acrescentou que o “desiderato”, o desejo, de propor a classificação deste conjunto de celebrações pela UNESCO (Organização das Nações Unidas para a Educação, Ciência e Cultura) é uma questão de “justiça” e “não de vaidade” porque é um dos momentos de “grande vivência comunitária”.

O edil adiantou que o registo no inventário nacional de património cultural imaterial já está elaborada e vai contar com o apoio do ministro da Cultura, João Soares, com quem já teve uma reunião. Meados de 2016 será a data possível para a candidatura avançar.

[A Semana Santa] é um momento de grande fé, de uma grande dinâmica cultural e de uma grande capacidade de atratividade turística – Ricardo Rio, Presidente da Câmara Municipal de Braga

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Por sua vez, o presidente da Comissão das Solenidades da Semana Santa de Braga, o cónego Luís Miguel Rodrigues, considerou que a candidatura a Património Imaterial da Humanidade responsabiliza os responsáveis e vai levar a que sejam capazes de “fazer mais e melhor”.

Os momentos altos desta semana grande são as tradicionais procissões – da Burrinha, Teofórica, Ecce Homo com os Farricocos e do Enterro – os Calvários de Rua e a Cerimónia do Lava-pés.

Segundo o sítio online da Diocese de Braga, o sacerdote presidente da Comissão das Solenidades da Semana Santa destacou o “acontecimento religioso com implicações sociais e económicas nos diversos setores da cidade”, na conferência de imprensa onde participaram o presidente da Associação Comercial de Braga e o delegado em Braga da Entidade Regional de Turismo Porto e Norte de Portugal.

O programa completo das Solenidades da Semana Santa de Braga pode ser consultado em www.semanasantabraga.com.

Fonte: Agência Ecclesia
Foto: DR

Azores Wine Company – Os melhores brancos de Portugal são dos Açores

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Classificada como Património Mundial pela UNESCO em 2004, a paisagem vinícola da Ilha açoriana do Pico é composta por dois sítios – o lajido da Criação Velha e o lajido de Santa Luzia.  Na sua singularidade, a cultura vinícola açoriana data do final do séc. XV tendo sido amplamente favorecida pelas características locais: o solo vulcânico pleno de nutrientes; o micro-clima seco e quente favorável à maturação das castas.

Actualmente, o desenvolvimento do potencial vitivinícola dos Açores é uma aposta do Governo Regional constituindo um indubitável contributo à economia e ao turismo – à criação de emprego e riqueza regionais. Segundo os dados referidos ao jornal Açores9, os apoios públicos à recuperação e desenvolvimento das vinhas duplicaram desde 2012, passando de 500 mil euros para mais de um milhão de euros em 2014. Em entrevista ao mesmo jornal, Vasco Cordeiro, actual Presidente do Governo Regional dos Açores, afirmou que este é um projecto exemplar capaz de elevar a região a um “patamar de excelência”.

Fruto da sua elevada qualidade, o vinho produzido no Pico chegou a ser servido aos czares da Rússia e no Vaticano.

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São destacadas: a exclusividade e identidade muito própria dos vinhos; uma boa mineralidade; boa acidez e a boa capacidade de envelhecimentoAntónio Maçanita à RTP Açores

António Maçanita, fundador da Azores Wine Company, integra um limitado mas crescente número de jovens enólogos dedicados à recuperação e restabelecimento da vinicultura açoriana com projecção e reconhecimento internacional. A Azores Wine Company, fundada apenas em 2014, encontra-se já em ampla expansão, gozando de inúmeras nomeações por mérito de produção e singularidade. Da colecção de castas raras – Rare Grapes Collection – denotam-se o Arinto dos Açores, o Verdelho e o Terrantez do Pico.

Facto reconhecido pela região, é a qualidade de renovar e, simultaneamente, salvaguardar algumas variadades de castas que se encontram ameaçadas pela parca produção local, bem como pelo mercado insustentável. Aliada a estas necessidades, a Azores Wine Company desenvolve-se a par com o enoturismo, pretendendo aumentar a produção de 13 mil garrafas de vinho para 250 mil por ano exportadas para a Bélgica, Canadá, França e Holanda. A empresa integra já um limitado círculo de restaurantes detentores de estrelas Michelin.

Pretende-se um crescimento consistente, mas, sobretudo, a prática da qualidade. Fazer bem, mesmo quando ao bem não corresponda o espectável.

Em exclusivo na Wine Advocate, pela mão de Robert Parker, a Azores Wine Company é também destacada como a única empresa portuguesa com três vinhos brancos em posição de excelência no respectivo ano de lançamento. Em destaque na revista classificaram-se os melhores brancos portugueses de origem açoriana: o Verdelho – “o Original” 2014, o Arinto dos Açores 2014, Arinto dos Açores – “Sur Lies” 2014. António Maçanita foi ainda um dos quatro nomeados para a categoria “Enólogo do Ano 2015” pela revista Wine – A essência do Vinho, cujo resultado será divulgado ainda este mês.

 

Fontes: Governo dos Açores, Público, Açores9, Visit Portugal e Revista Wine
Fotos: DR

 

 

 

 

 

Madeira – “A ilha da eterna Primavera” segundo a CNN

A CNN publicou esta quarta-feira um artigo sobre a Madeira. O jornalista Paul Ames elenca 19 motivos pelos quais deve visitar a “A ilha da eterna Primavera”.

O autor do artigo afirma que a Madeira sempre teve um problema de imagem. A nossa “pérola do Atlântico” era vista como um destino de idosos. Embora este destino continue a ser muito popular junto dos turistas mais velhos, a chegada dos voos “low cost” trouxe consigo os visitantes mais jovens jovens.

A Madeira parecer ser a ilha que tem tudo. A CNN destaca a “eterna” primavera, as montanhas que nascem do azul e profundo oceano, as frutas exóticas e os  os vinhos únicos.

As caminhadas nas levadas através da Laurissilva, os raios de sol no Porto Santo, as piscinas naturais do Porto Moniz, a poncha e as lapas são algumas das 19 razões apontadas.

Fonte: CNN
Foto: DR

Pestana Vila Sol eleito Best Golf Resort de Portugal

O Pestana Vila Sol Premium Golf & Spa Resort acaba de ser distinguido com o prémio Best Golf Resort de Portugal. O galardão foi atribuído pelos leitores da Today’s Golfer, a mais vendida revista de golfe do Reino Unido, que destaca o layout excepcional do campo de golfe do Pestana Vila Sol, desenhado pelo lendário Donald Steel.

Os TG Awards, que anualmente atribuem 21 prémios no Reino Unido, Espanha, França e Portugal, são altamente respeitados no meio internacional do golfe. A categoria Melhor Resort de Golfe em Portugal foi, segunda a revista, a mais disputada da história dos prémios, com o Pestana Vila Sol a dividir o galardão ex-aequo com outras 3 unidades.

De acordo com Pedro Lopes; Corporate Regional Director, Algarve: “Esta distinção é para nós um motivo de grande orgulho, uma vez que comprova a qualidade e excelência das unidades hoteleiras e dos campos de golfe sob gestão do Pestana Hotel Group”.

O Pestana Vila Sol Golf & Spa Resort é o local ideal para quem procura uma atmosfera tranquila entre os magníficos jardins, pinhais e dois campos de golfe, com todos os serviços e comodidade de um resort de 5 estrelas.

Com 72 hectares de paisagem natural, o hotel e os 2 campos de golfe geridos pelo Pestana Hotel Group proporcionam o melhor de dois mundos: a privacidade e tranquilidade absoluta no meio da natureza perfeita para praticante ou apenas para descanso e o fácil acesso ao movimentado centro de Vilamoura.

Fonte: Pestana Hotel Group
Foto: DR

O peixe-lua dos Açores que deu a volta ao mundo

peixe-lua[1]Miguel Pereira está a correr mundo. Tudo isto porque levou uma GoPro para o fundo do mar, em vez da sua câmara fotográfica habitual, que avariou.

Sorte nesse dia, pois conseguiu filmar um gigante peixe-lua no fundo do mar, durante 15 minutos. O vídeo tem dado a volta ao mundo, pela sua beleza e espectáculo natural. Tudo isto foi filmado nos Açores.

Quanto ao peixe, não pareceu muito incomodado, continuando a fazer a sua vida, normalmente.

O peixe-lua é o maior peixe ósseo do mundo, podendo crescer até aos 6 metros e pesar novecentos quilos. Alimenta-se de zooplâncton e pequenos peixes. Vive nas zonas temperadas e quentes dos Oceanos Atlântico e Pacífico.

Fontes Dinheiro Vivo
Foto:

 

Fine&Candy : Hala Salem Achilas, a Libanesa que ilustra a marca portuense

São cadernos, blocos e agendas carregadas de símbolos. A ilustradora Hala Salem Achilas colabora com a marca portuguesa Fine&Candy, pintando flamingos, cupcakes ou palmeiras.

Hala Achilas avança ao Público que “é uma colecção feliz, com mistura de cores e símbolos californianos típicos mas também sofisticados. Como a Fine&Candy é uma marca de artigos de papelaria de luxo, foi possível deixar a imaginação voar com cores. Ainda assim, o estilo e a produção artesanal dão aos cadernos uma outra dimensão”.

Hala Achilas descobriu a marca portuguesa há dois anos e gostou muito dos seus produtos e estética.

O trabalho da ilustradora é conhecido em todo o mundo, tendo colaborado com casa de moda internacionais, com revistas como a Harper’s Bazaar, Vogue, Elle Decor ou a Nylon.

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As cores, o universo divertido, as viagens, natureza, pedras semi-preciosas, amuletos ou olhos são algumas das suas imagens de marca.

Prossegue dizendo que há “cada vez mais e mais pessoas atraídas pelo papel”. “É uma relação diferente daquela que se tem com as centenas de aplicações que existem hoje em dia”, defende. Num pequeno caderno, é possível “escrevinhar notas e ideias, fazer listas” e “todos os utilizam de forma muito pessoal, alguns personalizam com autocolantes, com fitas para assinalar eventos importantes. O papel transmite um sentimento diferente e mais íntimo”, acrescenta.

A Fine&Candy nasceu em 2009, no Porto. Apresenta quatro colecções anuais, de acordo com as estações do ano, mas ao longo do ano apresenta colecções de edição limitada, como a Hala Achilas. Os seus cadernos são produzidos manualmente em fábricas e gráficas do norte do país e são permitidas personalizações.

Os cadernos e agendas Candy Coast estão à venda na loja Fine&Candy no Porto (Rua de Tanger, 1356) e nas lojas revendedoras da marca.

 

Fonte: Público (Lifestyle)
Fotos: DR

Compal tem 60.000€ para apoiar projectos de empreendedorismo frutícola

compalEstão abertas até 18 de fevereiro as candidaturas para a quarta edição da Academia do Centro de Frutologia Compal, que pretende fomentar a inovação na fruticultura nacional e estimular a colaboração e criação de parcerias para o desenvolvimento de novos negócios.

As candidaturas podem ser feitas em www.centrofrutologiacompal.pt. Do total de candidaturas submetidas, serão escolhidos os projectos de 12 empreendedores para participar na Academia. Os três melhores projectos finais recebem uma bolsa de 20.000€.

Para responder às necessidades da nova geração de empresários agrícolas, a edição 2016 da Academia do Centro de Frutologia Compal terá um programa de formação mais robusto, reflexo da preocupação com o reforço de alguns módulos, entre os quais o de marketing. Fruticultura, gestão agrícola, associativismo, tecnologia e sustentabilidade são alguns dos módulos em sala que se mantêm, assim como a forte aposta na formação prática através de sessões em terreno. Para além da formação teórica e prática, estes empreendedores terão ainda oportunidade de integrar uma rede de networking, abrindo portas para novas colaborações e parcerias.

Podem candidatar-se empreendedores que pretendam criar ou expandir o seu negócio frutícola. Os seus projectos devem incidir em, pelo menos, uma das seguintes frutas: Alperce, Ameixa, Ameixa Rainha Cláudia, Cereja, Clementina, Diospiro, Figo, Laranja, Limão, Maçã, Melancia, Melão, Meloa, Marmelo, Pêssego e/ou Pera Rocha.

“Esta iniciativa surgiu em 2012 para colmatar as principais necessidades identificadas no sector agrícola, entre as quais a crescente aposta da nova geração de empresários agrícolas no reforço das competências de gestão” afirma José Jordão, Presidente do Centro de Frutologia Compal.

A Academia é composta por vários membros que apoiam e participam nesta iniciativa, entre os quais entidades do sector agrícola, instituições académicas, organizações de produtores, instituições bancárias, empresas de tecnologias e energia.

Fonte: COMPAL
Foto: DR