Porto recebe a 3ªedição do CINM – Congresso Internacional de Negócios da Moda

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O CINM – Congresso Internacional de Negócios da Moda terá lugar em paralelo com o Porto Fashion Week, entre os dias 28|09 a 01|10.  O evento contará com mais de 25 palestrantes, 4 oficinas, apresentação de trabalhos e muito networking.

Moda é roupa? Também, mas não só. Moda é aquilo que as pessoas usam, comem, falam. Os lugares que frequentam, as pessoas que admiram. É a forma do carro e das construções, as cores e os brilhos dos anúncios, a comida e a decoração dos restaurantes, as profissões e os estilos de vida, os temas dos filmes e dos games. Moda está intrinsecamente associada ao Mercado Criativo, e talvez a moda como vestuário seja um dos principais vectores deste mercado, uma vez que a cadeia de criação e produção de vestuário é muito mais rápida do que a maioria das outras actividades deste mercado. Produzir uma colecção de moda é muito mais rápido do que construir um carro ou um edifício.

O CINM – Congresso Internacional de Negócios da Moda propõe-se a analisar e debater a moda nos seus aspectos mais amplos, dando aos participantes a oportunidade de reflectir sobre as suas carreiras e as suas empresas e elaborar estratégias de crescimento. Na Primeira Edição em 2011, no Parque Lage, o CINM teve a preocupação de apresentar e debater o momento da moda/vestuário brasileira, com a abordagem focada nas técnicas mais tradicionais de gestão e do design. Na sua segunda edição, em 2013, na Firjan, a Comissão Científica voltou-se para questões um pouco mais abstractas da administração de empresas de vestuário e também do Mercado Criativo, promovendo um debate entre empresas novas com novas propostas x empresas já bem posicionadas na indústria do vestuário abordando o e-commerce e apresentando empresas também não voltadas ao vestuário.

No momento do planeamento desta edição, foi considerado que o sector do Mercado Criativo já tem consolidado, na sua maior parte as técnicas tradicionais de gestão. É hora de entender com maior profundidade como escolher linguagens para comunicar com o público da empresa e se diferenciar dos concorrentes, e como fazer a gestão de empresas do Século XXI, por meio de redes partilhadas de fornecedores, consumidores, parceiros e de meios de comunicação. Mais do que tridimensional, o mundo do Mercado Criativo é multidimensional. Entender e interagir entre essas dimensões é fundamental para as empresas do Século XXI.

Tanta inovação no conteúdo não poderia deixar de contaminar também o formato do 3º CINM. Cada dia do CINM terá um chairman, que desenvolveu um tema especial sobre o qual os trabalhos se direccionarão, a partir de uma questão específica. Na parte da manhã, ele e os seus convidados farão palestras mostrando como lidam com a questão colocada com convidados nacionais e internacionais, e debaterão essas ideias com o público. Na parte da tarde serão realizadas oficinas para experimentar, na prática, as soluções propostas.

 

Fonte: CINM
Fotos: DR

Portugal é o melhor destino da Europa segundo os leitores do USA Today

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Os leitores do USA Today elegeram Portugal como melhor destino europeu. Este é o segundo ano consecutivo em que o nosso país é contemplado com o primeiro lugar na lista anual dos dez melhores países europeus.

A votação foi efectuada através do site 10Best.com pertencente ao terceiro maior jornal norte-americano em termos de tiragem.

“Portugal é menos icónico do que outros países mais conhecidos, mas oferece um vasto leque de oportunidades para os viajantes: aldeias charmosas, comida fantástica, música regional fascinante, descobertas culturais, uma costa belíssima e até surf de classe mundial”, diz o site 10Best.com.

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A lista completa do Top 10 é a seguinte:

  1. Portugal
  2. Itália
  3. Áustria
  4. Alemanha
  5. Reino Unido
  6. Espanha
  7. Irelanda
  8. França
  9.  Islândia
  10. Suiça

A maior surpresa foi a Islândia que deixou para trás a Grécia, Noruega e outros países “mais exóticos” e entrou no top 10.

De acordo com o site, os nomeados são seleccionados por especialistas da indústria de viagens.

Fonte: http://www.10best.com/awards/travel/best-european-country/
Fotos: DR

“Coolfriend em Lisboa” a app que chegou ao primeiro lugar na App Store da Apple (entrevista a Júlia Vilaça)

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Júlia Vilaça, 26 anos, licenciada em gestão de empresas é CEO e fundadora do ByCool World. Esta visionária bracarense é responsável por colocar a app “CoolFriend em Lisboa” em primeiro lugar na App Store da Apple. Lançada há menos de uma semana, a app “CoolFriend em Lisboa” já ultrapassou apps referência na categoria “viagens” como o TripAdvisor, Booking e FourSquare.

Esta cool empreendedora “vestiu a camisola” da Excelência Portugal e falou connosco.

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 A popularidade foi tal em Braga, que decidi levar o mesmo conceito para Lisboa

Como surgiu esta ideia de negócio? Este projecto nasceu dentro de outra empresa e tornou-se autónomo. Conta-nos como decorreu todo este processo.

O By Cool World surgiu de um problema pessoal: a dificuldade em planear uma viagem quando me deparava com demasiada informação, desagregada pela internet. A partir daí decidi dar a conhecer o melhor da minha cidade – Braga. Nessa altura criei o Braga Cool, uma publicação online que dá a conhecer o melhor de Braga em áreas como comer, dormir, sair, comprar, visitar, conviver e até trabalhar. A popularidade foi tal em Braga, que decidi levar o mesmo conceito para Lisboa, com o site Lisboa Cool.

O projeto By Cool World nasceu com o apoio da Bloomidea, uma empresa de marketing digital bracarense. Hoje em dia o By Cool World já uma empresa spin-off.

Inicialmente o conceito foi aplicado apenas num website e redes sociais?  Braga foi o “balão de ensaio” natural e Lisboa a “prova de fogo”?

O By Cool World começou em Braga com o website Braga Cool, que de facto foi o nosso “balão de ensaio” que teve excelentes resultados fazendo-nos dar o salto para Lisboa, a cidade “prova de fogo” para consolidar o conceito e provar o modelo de negócio e alavancar para o resto do mundo.

Qual foi o feedback e como surgiu a app para Lisboa?

O Braga Cool cresceu de uma forma muito orgânica e natural, rapidamente nos tornamos num opinion maker em termos de lifestyle na cidade de Braga. Sempre que falamos de um espaço, nos dias seguintes esse mesmo espaço vê a afluência ao seu espaço aumentar instantaneamente. Em Lisboa também está a correr muito bem, já temos mais de 60.000 fãs.

A app surgiu mais uma vez da mesma dificuldade que sentia em planear uma viagem, no trabalho e tempo que isso requer, e como já mencionei anteriormente, no problema de me deparar com inúmera informação, desagregada e diferente pela internet. Lisboa é o sítio perfeito para implementar esta app, com este conceito.

somos o amigo que conhece melhor do que ninguém a cidade

O que podemos encontrar na app? A quem se destina? Para que plataformas está disponível?

A app “CoolFriend em Lisboa” apresenta apenas o melhor de Lisboa, em formato de roteiro, para os que visitam a cidade. Ou seja, não é necessário preocupar-se nem em pesquisar onde ir, ou a que horas o deve fazer! Está tudo pronto à sua espera, basta dizer quando vai visitar a cidade, e o estilo de viagem que pretende.

Mais do que uma ferramenta, somos o amigo que conhece melhor do que ninguém a cidade – nós visitamos, experimentamos e captamos a sua essência. Fazemos a curadoria dos espaços para garantir que levamos os nossos amigos até às melhores experiências em Lisboa. Na app “CoolFriend em Lisboa” garanto que estão apenas as melhores experiências da cidade, geradas para si de acordo com o tempo e a localização, em apenas escassos segundos.

A aplicação encontra-se disponível para download em e .

Quantas pessoas estão envolvidas no projecto e em que áreas?

No total somos 5: dois developers, 1 designer, 1 fotógrafo e eu própria.

Como descreves a sensação de, em menos de uma semana, estar em primeiro lugar na App Store da Apple, ultrapassando gigantes como o TripAdvisor, Booking e FourSquare?

Cool J Foi uma situação inesperada, mas muito bem-vinda. Foi muito bom ver o nosso trabalho reconhecido e receber o apoio e feedback positivo por parte dos utilizadores.

E agora Nova Iorque? É um “salto” considerável. Como vão financiar a expansão?

Sim, a próxima cidade será Nova Iorque e para tal estamos à procura de investimento.

É esta dedicação, amor e esforço nos que fazemos que nos distingue dos concorrentes. Afinal o que faz projetos de sucesso, não são as ideias, mas quem as executa

Como tencionam fazer a diferença face a concorrentes globais e com elevados recursos disponíveis?

O By Cool World não é só mais uma app, é um amigo verdadeiro, que quer partilhar com os seus amigos apenas o melhor, que quer ajudar os seus amigos da melhor forma, que faz tudo por eles.

Nós visitamos e experimentamos todos os espaços para sugerir apenas os melhores, os únicos, os que realmente vão dar a conhecer a essência da cidade. Nós organizamos estas experiências da melhor forma para proporcionar dias incríveis na cidade aos nossos amigos.

É esta dedicação, amor e esforço nos que fazemos que nos distingue dos concorrentes. Afinal o que faz projetos de sucesso, não são as ideias, mas quem as executa.

Fotos: DR

Constituição de empresas regista crescimento considerável

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Um estudo da IGNIOS revela que nos primeiros seis meses de 2015, “o tecido empresarial português mostrou níveis de dinamismo elevados, com a constituição de empresas a atingir valores máximos relativamente aos últimos dois anos. “.

 

O primeiro semestre de 2015 registou a constituição de 21.094, o que “representa um crescimento de 11,9% face ao 1º semestre de 2014 e de 6,8% face ao mesmo período de 2013, anos em que as constituições não superaram as 20.000 empresas.”.

Os distritos que registam mais constituições de empresas são  Lisboa (28%), Porto (18,5%), Braga (8,2%), Setúbal (6,2%) e Aveiro (5,9%), Em termos comparativos com 2014,  apenas Aveiro aumentou o seu peso no total (em 2014 era de 5,7%).  Lisboa concentrava 29,3% das constituições de empresas em 2014.

Em termos sectoriais, “o  Comércio Automóvel lidera os aumentos mais significativos das Constituições em termos relativos (+20,1%)” e a Hotelaria e Restauração lidera os aumentos em termos absolutos (+394)”.  O Comércio a Retalho registou mais  241 constituições  (+10,1%). A Agricultura também cresceu, para 1.153 empresas (+16,1%).  Os Outros Serviços continuam dominar (40,7%)  e apresentam um crescimento de 14,6%.

No que concerne ao Capital social das novas empresa, 84,2% não ultrapassou os 5.000 €, o que representou um peso relativo superior ao de 2014 (82,9%).

 

No período do estudo,  registaram-se 4.147 insolvências.  Desde 2013, que estas revelam uma tendência estacionária, após os crescimentos expressivos do período 2008 -2013.

 

Fonte: IGNIOS
Foto: C.M. Redondo

O melhor doutoramento do mundo em empreendedorismo é de um português

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O prémio de melhor tese de doutoramento do mundo na área de empreendedorismo foi atribuído, pela primeira vez, a um português. Sérgio Costa, investigador do Instituto de Engenharia de Sistemas e Computadores, Tecnologia e Ciência (INESC TEC), professor auxiliar convidado na Faculdade de Ciências da Universidade do Porto (FCUP) e investigador visitante na Universidade de Gent (Bélgica), recebeu o galardão no passado dia 10 de agosto, em Vancouver (Canadá), no Encontro Anual da Academy of Management.

Em comunicado, o INESC TEC acrescente que o “Heizer Best Dissertation Award da Entrepreneurship Division da Academy of Management é considerado o prémio mundial mais importante na área de empreendedorismo”.

O investigador português foi um dos três finalistas e venceu com a tese de doutoramento intitulada Business Model Change in Early-Stage University Spin-offs, desenvolvida na Universidade de Strathclyde (Reino Unido).  O  trabalho premiado foi orientado por Jonathan Levie (Universidade de Strathclyde, Reino Unido) e Marina Biniari (Universidade de Aalto, Finlândia).

Na tese de doutoramento, o investigador português “aborda a evolução dos modelos de negócio em spin-offs universitárias, utilizando uma metodologia indutiva e longitudinal, com recolha de dados em tempo real nas fases iniciais de desenvolvimento deste tipo de empresas, algo inédito na área da gestão”.

“O meu objetivo era abrir o debate e gerar algumas proposições sobre como mudam os modelos de negócio. A minha tese sugere que empresas cujas equipas fundadoras detenham um elevado conhecimento de gestão e de mercado, e possuam elevada experiência em empreendedorismo apresentam, em geral, menos alterações ao modelo de negócio e uma performance superior”, refere Sérgio Costa.

A tese premiada sugere que “empresas cujas equipas fundadoras detenham um elevado conhecimento de gestão e de mercado, e possuam elevada experiência em empreendedorismo apresentam, em geral, menos alterações ao modelo de negócio e uma performance superior”.

Sérgio Costa sugere também que empresas com elevada performance tendem a interagir mais cedo, mesmo antes da sua constituição, e mais intensivamente com vários stakeholders para iterar os seus modelos de negócio pretendidos. Adicionalmente, estas empresas tendem a estabelecer mais parcerias e com um espectro mais alargado de atores (privados e públicos), no sentido de acederem a mais recursos.

Sérgio Costa pretende dar continuidade ao estudo no INESC TEC, que está a desenvolver uma base de dados com a população de todas as spin-offs universitárias portuguesas. Esta iniciativa está a ser articulada com as bases de dados existentes em Itália, Noruega e Reino Unido”, adianta o investigador.

 

Fonte: INESC TEC
Fotos: DR

Judo – Mariana Esteves em entrevista

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Mariana Esteves tem 19 anos, estuda Ciências do Desporto e pratica Judo..  A atleta lusa conquistou, a 25 de Julho,  a medalha de ouro da Taça da Europa na categoria de -52kg, na prova disputada em Praga.  Foi uma final discutida em português uma vez que no tatâmi estiveram frente a frente Mariana e a atleta brasileira Jessica Lima . Mariana neste combate obteve a vitória por ippon.

Desportista nata e uma esperança do Judo nacional, Mariana tem como referências, na modalidade, Telma Monteiro,  Joana Ramos  e Ana Cachola

A Excelência Portugal quis conhecer melhor a atleta e aqui fica a entrevista

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Nome: Mariana Esteves

Data de nascimento: 02-04-1996

Naturalidade: Lsboa

Clube: Oficinas de São José

Formação académica: 1º ano do curso Ciências do Desporto

Tempo de Judo: 14 anos

Melhor classificaçação  nacional: Campeã Nacional de Cadetes (2 vezes); Campeã Nacional de Juniores (2 vezes) 1º Lugar nos Masters de Seniores em 2014; 3º lugar no Campeonato Nacional de Seniores de 2014

Melhor classificaçação europeia: 7º Lugar no Campeonato Europeu de Cadetes de 2012; 9º lugar no Campeonato Europeu de Juniores de 2014; 1º lugar nas European Cup Juniores de Coimbra, Corunha e Praga em 2015

Melhor classificaçação mundial: 9º Lugar nos Campeonatos mundial de Juniores de 2014 marianaesteves8

A dita “sociedade civil”, em Portugal, não tem estado disponível para participar em projectos desportivos de alto rendimento que não lhe dê visibilidade imediata

 

- Com que idade começaste a praticar Judo? Foi o teu primeiro desporto?

Começei a praticar Judo com 5 anos de idade nas actividades extra curriculares do meu colégio. Na altura já praticava natação, equitação e também ballet.

- No atletismo conseguiste obter bons resultados? O que te fez abandonar?

No meu ponto de vista, considero que foram bons resultados visto que quase sempre ficava no top 10. Mas em termos dos tempos que obtinha não eram nada do outro mundo.  O Judo!  Tive que optar entre as duas modalidades desportivas para poder estar ao nível que ambiciono. Era impossível estar a esse nível nas duas. Ao deixar o Atletismo fiquei com a disponibilidade para treinar Judo. Era uma ou outra. Tive que fazer opções.

- Quem são as tuas judocas portuguesas de referência?

As minhas judocas portuguesas de referência são a Telma Monteiro, a Joana Ramos e a Ana Cachola. Poderia dizer que são as seniores de elite e que estão na luta pelos Jogos Olímpicos de 2016 por serem um exemplo de trabalho e dedicação.

- Como conjugas a alta-competição com a licenciatura ?

Não é fácil mas quem corre por gosto não cansa! Para poder treinar duas vezes por dia tenho que prescindir de algumas aulas. E com provas e estágios internacionais acabo também por perder algumas semanas de aulas. A minha sorte é ter colegas que me ajudam a acompanhar a matéria.

É preciso uma grande força de vontade e ter tudo muito bem planeado: treinos, aulas, descansar e ainda ter tempo para estudar.

-  Como vês o Judo, nomeadamente o feminino, em Portugal? Achas que há mais visibilidade graças a atletas como a Telma Monteiro?

Em Portugal, não há uma mentalidade desportiva aberta. O desporto rei é o Futebol e todos os outros são pequenos desportos. Aos poucos e poucos espero que isso se venha a alterar.

O Judo feminino tem crescido ao longo deste anos, não só nos Seniores como também nos Juniores. É verdade que a Telma Monteiro tem vindo a dar uma maior visibilidade ao Judo português, é rara a pessoa que nunca tenha ouvido o nome dela. É uma atleta de referência não só a nível nacional como também a nível internacional.

- Existem apoios suficientes? Já foste “assediada” por algum Clube grande?

Em termos de apoios e tendo em conta os resultados que temos obtido eu diria que não. A dita “sociedade civil”, em Portugal, não tem estado disponível para participar em projectos desportivos de alto rendimento que não lhe dê visibilidade imediata e desta forma fica-se totalmente dependente de financiamentos estatais. O Judo é um desporto que tem dado diversas medalhas a Portugal em todo o tipo de provas, mas isso não tem feito grande diferença. Situação caricata ocorre quando temos empresas portuguesas a patrocinar selecções de Judo não nacional. Eu entendo bem que as empresas tenham o seu projecto de comunicação próprio e que não entendam o Judo nacional como veículo que lhes permita atingir os seus fins mas que isto custa custa!. Temos todos de ser capazes de demonstrar que o Judo nacional é um bom veículo para as empresas pois o Judo é muito mais que um desporto. É uma forma de estar na vida. Outro exemplo já referido na comunicação social é o local do treino federativo.

Acresce ainda que embora estejam legisladas, as condições de apoio aos atletas de alto rendimento, até em instituições do próprio Estado esta legislação não é cumprida criando dificuldades gigantes em termos do ensino publico universitário só transpostas pela enorme força de vontade dos próprios atletas.  Não é o meu caso mas de outros companheiros de selecção aos quais só posso dar os meus parabéns.

Considero que no Judo o conceito de “Clube grande”, que transita de outras modalidades, não se aplica.. Condições de treino há em muitas instituições e nesta modalidade embora individual todos os resultados obtidos decorrem de uma conjunção de factores, a saber, treinadores+ companheiros de clube e de treino+condições de treino+apoio médico+coordenação com a estrutura familiar que vai muito além do conceito de “Clube grande”.

- A final foi discutida em português com a atleta brasileira Jessica Lima. Teve um significado especial?

Posso dizer que sim. O Brasil é um país que dá muito valor ao desporto e o Judo é um deles. Tem inúmeros apoios e tem atletas muito fortes, tanto masculinos como femininos, tanto juniores como seniores. Dá um especial significado disputar a final com a campeã pan-americana e conseguir a medalha de ouro.

- Quais são as tuas expectativas para este ano?

Até ao final deste ano, as minhas prioridades são o Campeonato de Europa e o Campeonato do Mundo. No ano passado classifiquei-me em 9º lugar em ambos e gostaria de melhorar estes resultados.

 

Fotos: DR

Vai à praia? A Chiado Editora tem uma biblioteca à sua espera

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A Chiado Editora decidiu tornar a leitura mais fácil em algumas praias portuguesas e numa missão de democratizar o acesso ao livro e à cultura,  instalou  bibliotecas em quatro praias portuguesas – Carcavelos (Casa da Praia), Tamariz, praia urbana do Torel e Ribeira Grande (Açores) – disponibilizando, gratuitamente, 300 títulos dos mais variados géneros.

A leitura na praia é um hábito de muitos portugueses, mas obrigava à prévia escolha da obra e ao seu transporte. Agora pode limitar-se ao transporte da sua toalha de praia e escolher um livro numa destas inovadoras bibliotecas.

Da literatura infantil ao romance histórico, passando pela poesia e a ficção, estão disponíveis livros, de consulta gratuita, para todas as preferências e idades. A iniciativa teve início a 1 de Agosto e termina a 31 do mesmo mês.

irisA Excelência Portugal falou com Irís Pitacas, Editora-Executiva da Chiado Editora. De acordo com esta responsável, a iniciativa está a ser um sucesso e o seu conceito inovador  tem sido alvo de muitos elogios.

A editora pretende fazer chegar os seus autores a todo o lado, mostrar que um livro pode estar em qualquer lugar e promover simultâneamente o hábito da leitura.

No final do mês, a editora realizará um estudo quanto aos livros mais lidos, perfil dos leitores, etc … No entanto, já foi possível apurar que estes espaços são frequentados maioritariamente por adultos e jovens.

 

CHIADO EDITORA

Chancela do Break Media Group, a Chiado Editora é especializada na edição de autores portugueses e brasileiros contemporâneos. Em 2014 publicou 100 novos títulos por mês, 30 deles no Brasil, e a sua vocação lusófona tem-na levado ao cruzamento dos mercados de língua portuguesa e também à publicação de autores angolanos em Portugal e no Brasil.

 

Fotos: DR

 

Porto – Destino turístico de excelência

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A Condé Nast Traveler, um dos mais prestigiados guias de turismo mundial, escolheu o Porto como um dos destinos turísticos de excelência a visitar durante este verão. A publicação destaca o património arquitetónico e cultural da cidade, a gastronomia e as vistas privilegiadas sobre o Douro, que deixam qualquer um de boca aberta.

Já o velho ditado diz que “Coimbra canta, Braga reza, Lisboa diverte-se e o Porto trabalha”…mas será mesmo assim?! Intitulando a cidade como a “capital do norte de Portugal”, a Condé Nast Traveler destaca o património arquitetónico, cultural e paisagístico da cidade, as estórias contadas por cada azulejo que revestem os edificios, as águas vibrantes do Douro que se fundem com as águas salgadas do mar, salientando que já Luís de Camões dizia que o Porto era o “eterno nome de Portugal”.

Dona de seis pontes que proporcionam vistas privilegiadas sobre a cidade, a publicação destaca, na cidade, as caves do vinho do Porto, toda a zona ribeirinha, as suas tradições e gentes, as ruelas íngremes e serpenteantes de um Porto que se faz subindo e descendo…Desde lá de cima, da Catedral da Sé até à Torre dos Clérigos e parando, para retomar o fôlego, enquanto se visita a Livraria Lello ou se fazem umas compras na rua de Cedofeita.

O Porto continua à espera de ser descoberto, com surpresas ao virar da esquina, boa gastronomia, hospitalidade das suas gentes e um vasto património material e imaterial. Por isso, não é de estranhar que a Conde Nást Traveler tenha lançado o repto e deixado no ar a sugestão de que o Porto “é uma cidade para ser vivida com os pés assentes na terra…e com as papilas gustativas” que se deixem levar nos sabores típicos portuenses.

Fonte/Texto: www.porto.pt  (Portal de Notícias do Porto)
Foto: Gabinete de Comunicação da Câmara Municipal do Porto

PECADO FATAL no CHICHESTER FILM FESTIVAL (entrevista a Sara Barros Leitão)

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Sobe para 34 o número de eventos cinematográficos onde a longa metragem PECADO FATAL marca presença. Desta vez é Inglaterra. O filme de Luís Diogo, PECADO FATAL, que a Filmógrafo e o Cine-Clube de Avanca coproduziu, integra a selecção oficial do “24º Chichester International Film Festival”, que se realiza nesta cidade do Sudeste de Inglaterra na segunda metade de Agosto.

PECADO FATAL é um dos 10 filmes europeus seleccionados numa secção onde entre os outros 9 filmes estão TANGERINES (nomeado para o Óscar de melhor filme estrangeiro este ano), MARSHLAND – LA ISLA MÍNIMA (o grande vencedor dos Goya deste ano, incluindo melhor filme, realizador e argumento), MY MOTHER, o último de Nani Moretti, (que há dois meses competiu em Cannes onde venceu o Prémio do Júri Ecuménico), SUMMER (que competiu, entre outros, no prestigiado festival norte americano de Chicago) ou THE GRUMP (nomeado para melhor filme e melhor realizador nos Jussi Awards, os Óscares Finlandeses).

Recorde-se que, no ano passado, o Festival de Cinema de Chichester premiou entre outros, filmes como PRIDE (nomeado para o Globo de Ouro de melhor comédia) ou IDA (Óscar para o melhor filme estrangeiro este ano).

Com 7 prémios em 2014, PECADO FATAL transformou-se na longa-metragem de ficção portuguesa mais premiada no ano passado. Em 2015 recebeu 2 novos prémios e foi nomeado para 3 prémios SOPHIA e para os Globos de Ouro de melhor atriz. Curiosamente, todos as distinções foram atribuídas em sucessivos e diferentes países (Brasil, Bulgária, Cabo Verde, Canadá, Croácia, Itália, São Tomé e Príncipe e Portugal).

Protagonizado por Sara Barros Leitão, Miguel Meira e João Guimarães, este filme conta uma história de equívocos e paixão que vive no limbo de um pecado irrevelável. Um rapaz e uma rapariga apaixonam-se. Miguel leva Lila para uma noite de sexo rápido na casa de um amigo. Dado que a rapariga ainda dorme, ele sai de casa, deixando-a ao cuidado de Nuno e os acontecimentos precipitam-se.

Luís Diogo, embora seja natural de Castelo Branco, nasceu na Guiné-Bissau e vive em Paços de Ferreira, onde rodou esta sua longa-metragem.
Formado em artes visuais pela ESE de Castelo Branco e tendo estudado cinema na ESAP do Porto, tem orientado e coordenado acções de formação em escrita cinematográfica, nomeadamente no Festival de Cinema AVANCA.

 

A PROTAGONISTA (em entrevista)

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Sara Barros Leitão, nasceu no Porto em 1990 e formou-se em Interpretação pela Academia Contemporânea do Espectáculo. Ao longo do seu percurso, teve como professores António Capelo, João Paulo Costa, Maria do Céu Ribeiro, Nuno Pino Custódio, Luís Madureira, Sandra Mladenovic ou Kuniaki Ida.

Trabalha regularmente em Televisão, e o seu trabalho na mini-série “Mulheres de Abril” valeu-lhe a nomeação para Melhor Actriz Secundária nos Prémios Áquila 2014 e nos prémios Fantastic Televisão 2014. Atualmente interpreta “Inês” na produção da SP/SIC “Poderosas”.

Em Cinema destacam-se as longas-metragens “Aristides Sousa Mendes – O Cônsul de Bordéus” e “Pecado Fatal”, com o qual foi nomeada para Melhor Actriz Cineuphoria 2015, Melhor Actriz de Cinema pelos Prémios Sophia 2015 e também pelos Globos de Ouro. Participou em dezenas de curtas metragens nos últimos anos, das quais se destaca o filme “SARA”, com o qual ganhou o Prémio de Melhor Actriz no Festival CLAP 2012.

É uma voz assídua nas locuções publicitárias para rádio e dobragens de filmes e desenhos animados, mas é em Teatro que se sente completamente feliz.

Estreou-se com o papel de “Julieta”, na tragédia “Romeu e Julieta”, dirigida por Eduardo Alonso e produzida pelo Teatro do Bolhão. Trabalhou com encenadores como Victor Hugo Pontes, Natália Luiza ou Joaquim Nicolau, e passou por companhias como Teatro do Bolhão, Teatro Meridional, Teatro Rápido, Palco 13, Plataforma 285, Teatro do Vestido, etc.

Apesar de acreditar que o Teatro não são só palavras, a literatura assume um papel fundamental na sua vida. Neste momento, desdobra-se entre o trabalho como actriz, formadora, a direcção artística da companhia Carruagem e a licenciatura em Estudos Clássicos na Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa.

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- O que te fascinou na história e levou a aceitar o convite?A personagem Lila tem uma força incrível, era algo muito diferente do que alguma vez me foi proposto. Não encaixava nada no perfil de personagens que normalmente me apresentam, por causa da aparência. Esta era uma jovem mulher com força, com mágoa, com personalidade vincada, que sabia o que queria. Foi por isso que quis fazê-la.
- Que importância teve para ti a participação em “Pecado Fatal”?

Teve a importância de todos os projectos que abraço: a aprendizagem. O que me move na vida é aprender, e sem dúvida que fazer este filme foi uma enorme aprendizagem profissional e pessoal.

– Esperavas o sucesso internacional que o filme obteve e continua a obter?

Não, de todo. Houve até alturas em que pensei que o filme não iria ter força para sair da gaveta, sendo uma produção altamente independente. Por isso, fico sempre surpreendida com cada nova conquista.

- Consideras que não obstante os constrangimentos financeiros temos cinema de Excelência? Como vês o cinema no nosso país?
A excelência só se conquista se existir pluralidade, diversidade. Em Portugal só fazemos dois ou três géneros de filmes, com dois ou três realizadores e produtores. Enquanto não ultrapassarmos esta barreira de produção, será impossível atingir a excelência. Seria muito presunçoso dizer que dos quatro ou cinco filmes que se fazem em Portugal por ano, há pelo menos um deles que é sempre de excelência. Só o facto de se produzirem tão poucos filmes é sinónimo de que estamos longe disso.
- Porque achas que o público não acorre às salas para ver filmes nacionais de qualidade ? Teremos um défice de cultura cinematográfica?
Não há pessoas a verem filmes portugueses porque as pessoas não gostaram dos filmes portugueses que viram antes. Parece-me muito simples. E isto não é um problema das pessoas, nem do seu gosto. É assim e pronto. Eu vivo, em grande parte, da bilheteira dos meus espectáculos, se o público não gostar do género de espectáculos que a minha companhia faz, não vai voltar a sair de casa para ter uma má experiência, pois não? Se eu vou a um restaurante e não gosto, não volto lá tão cedo. Se da segunda vez que voltar, continuar a não gostar, não volto mais de certeza. Não vou pagar por uma coisa que não me agrada. Não quer dizer que o restaurante seja mau: simplesmente não é o que eu gosto. A parte curiosa é que há restaurantes cheios e há salas de cinema cheias. Mas também há restaurantes vazios e salas de cinema vazias. A diferença é que os donos do restaurante, como não têm subsídios para fazer comida que só eles gostam, ou fecham o restaurante, ou reinventam a sua forma de cozinhar. Em Portugal a comida continua a mesma, porque os cozinheiros têm a barriga cheia e porque a culpa é sempre só dos clientes que não vão lá jantar.
Fotos: DR

VOKE – Da cidade para a praia, de Lisboa para o mundo!

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VOKE  foi criada em 2014 por duas jovens designers portuguesas, Inês Franco e Sofia Charola. É uma marca jovem e vibrante que acredita na capacidade de sonhar, produzir e comercializar uma linha de moda de praia capaz de se afirmar internacionalmente.

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Projectada de raiz para ocupar um posicionamento diferente e dar resposta às necessidades das clientes que procuram associar o conforto e descontracção a uma lifestyle mais irreverente e divertida. Foi especialmente pensada para mulheres confiantes de estilo savy, que não tem medo de se destacar e exigir que a sua moda de praia seja tão fashion-forward como o seu estilo de vida.

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VOKE acaba de lançar a sua segunda colecção de Swimwear – A.M.-P.M. – concebida tendo em mente o maior luxo da actualidade, o tempo. E como não há nada mais estimulante que o tempo aproveitado a viajar e conhecer novos lugares… A VOKE viajou até ao Rio de Janeiro e escolheu a maravilhosa cidade Brasileira como inspiração e local da sua campanha para o Verão 2015/2016.

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A.M.-P.M. #inrio 2015 Swimear Collection combina linhas limpas com estampas exóticas e exclusivas inspiradas nas praias e na street art da cidade do Rio de Janeiro. Cidade de encantos mil e energia contagiante, combinação perfeita entre cidade e praia que inspirou fatos de banho sofisticados com cortes ousados e bikinis sexys de silhuetas uber-chic. Uma colecção versátil pensada para incentivar diferentes formas de usar o seu fato de banho e bikini, e principalmente para aproveitar com qualidade o seu tempo de lazer.

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Os materiais utilizados nas suas peças são Lycra Xtra Life, Tule e todos os padrões são criados pela VOKE.
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Em Portugal, a modelo madeirense, Beatriz Ramos, também fotografou com a nova colecção da VOKE. BIV_6a
AS CRIADORAS

criadoras

Inês Franco nasceu em 1989 em Lisboa e licenciou-se em Design de Moda. Possui também especializações em Produção de Moda e Design Gráfico e é também criadora da marca Chewing Gum.

Sofia Charola nasceu em 1989 em Lisboa e sempre achou que o seu trabalho passaria por qualquer coisa ligada à criatividade. Por isso foi para o IADE, onde se licenciou em Design e, a seguir, um curso de especialização em Marketing. Sempre pensou que o que queria mesmo, que a cativava, era ter uma marca de biquínis e fatos de banho.

Fotos: DR