A SummerBeach é uma marca portuguesa criada em 2010 que tem como visão trazer a paixão, o calor e o lifestyle do vestuário das praias da América do Sul para Portugal. Para isso dispõe, todos os anos, de uma vasta colecção de biquínis e fatos de banho fabricados com uma variedade de lycras brasileiras de alta qualidade.
A SummerBeach foi criada pela Sara Galvão, após, com apenas 19 anos, ter trabalhado durante 2 meses numa numa fábrica de vestuário de praia, em Salvador da Bahia, em 2009. Toda a inspiração que este projecto lhe trouxe fez com que desde cedo começasse a trazer algumas peças para mostrar às amigas em Portugal.
A Sara é uma gestora, licenciada pela faculdade Nova de Lisboa, com grande espírito empreendedor, dinamismo e resiliência. Ao longo da sua vida esteve envolvida em diversos projectos, começando pela ginástica onde foi atleta de alta competição, representando a selecção nacional, passando mais tarde por um estágio em Marketing na Colômbia e mais recentemente pela coordenação de uma equipa para a organização do Salão Internacional do Sector Alimentar e Bebidas (SISAB).
Todos os modelos são bastante simples, desde cai-cais e triângulos, todos com caixa para segurar o peito e com padrões muito variados, diferentes de tudo o que há no mercado português.
Enquanto que na colecção 2014 apostaram nos tons pastel, na colecção de 2015 o tema escolhido inclui cores mais vibrantes, étnicas e tropicais, tendo dado o nome de países da América do Sul e Central a todas as peças.
Diferencia-se pelo preço qualidade, tendo biquinis desde os 15€ até 43€ o conjunto. E os fatos de banho entre 35€ e os 63€. A SummerBeach garante que cada peça tem uma durabilidade mínima, de cerca, de 3 verões, através de uma utilização cuidada e seguindo todas as instruções dadas pela marca.
Para comprar biquinis e fatos de banho SummerBeach podem recorrer à página de facebook www.facebook.com/summerbeachportugal ou ao showroom em Belém, na Rua de Pedrouços, nº70-3ºanndar (perto da Pastelaria “Careca”).
Fotos:Dida Photography
Modelos:
Margarida Santos
Heloise Silveira
Beatriz Gonçalves da Cunha
Marta Líbano Monteiro
Andreia Campos, 33 anos, nascida no Porto, estudou Gestão na FEP e trabalhou na Siemens AG. Depois de ter trabalhado em cidades como Pequim e Cidade do México, juntou-se à Parfois, uma empresa portuguesa de acessórios de moda como mais de 600 lojas, como Marketing Manager.
Dotada de um forte espírito empreendedor e com área digital e a moda no seu ADN, co-fundou a Gleam em 2013, um projecto pela qual se apaixonou quando foi lançado pela Faber Ventures nesse mesmo ano.
A Excelência Portugal convidou a CEO da Gleam a “vestir” a nossa camisola e a partilhar este cativante projecto.
Nós queremos mudar a maneira como a indústria tradicional da moda se relaciona com o consumidor nos mercados emergentes, ajudando as marcas a conhecer o seu público e trazendo novas formas de interacção com a comunidade de moda local e global.
A Gleam (www.gleamworld.com) junta a sua plataforma de inteligência de moda a uma aplicação proprietária de curadoria de moda. Para os consumidores, a aplicação mobile ajuda-os a estarem a par das últimas tendências, e para os compradores de moda, a plataforma da Gleam oferece dados de consumo sobre o que as pessoas realmente querem, ajudando os compradores, merchandisers e marketers a tomarem decisões em tempo-real relativamente a produto e a comunicação, com foco nos mercados emergentes.
A aplicação de moda Gleam conta com mais de 360.000 utilizadores, está disponível em iOS e Android e regista uma publicação diária de 400 das melhores imagens curadas provenientes de mais de 1.000 fontes de moda (catálogos de marcas, editoriais de moda e blogs globais e locais). Os conteúdos para mulher, homem e criança são adaptados à geografia de cada utilizador e permitem aos seus utilizadores criar um closet de sonho explorando as mais reconhecidas marcas internacionais dentro da aplicação, partilhar os looks preferidos com a rede de amigos assim como seguir os “Top Gleamers” em qualquer parte do mundo, e por fim estar à distância de um clique de comprar as ultimas novidades no mundo da moda
Segundo Andreia Campos, a plataforma gera mais de 100 mil datapoints diários, em likes, compras e partilhas, que se tornam a valiosa “matéria-prima” para a plataforma de inteligência. É por aqui que a Gleam quer marcar a diferença.
O projecto contou com um investimento de um milhão de euros pela Faber Ventures e Portugal Ventures e elegeu como mercados prioritários a América-Latina, Emirados Árabes Unidos, Espanha e Reino Unido. A China, um mercado que a CEO conhece bem, é também uma aposta em análise.
Next step: México
A inteligência sobre os hábitos de compras e tendências na indústria da moda no México, é ainda uma identidade desconhecida – e é aqui que a Gleam pode acrescentar valor às marcas que estão de olho neste mercado emergente.
55% dos mais de 360.000 utilizadores da Gleam estão na América Latina. Apesar de não serem a primeira empresa a ver potencial na América Latina, a maior parte das empresas focou-se no Brasil, onde as vendas são enormes; contudo, os lucros são significativamente impactados devido às enormes taxas de importação, levando as empresas a procurar outras regiões para estimular o crescimento.
Comparativamente a outros países da América Latina, o México é um país particularmente bem posicionado. Os acordos com mais de 45 países em três continentes, assim como a alteração das suas taxas aduaneiras, mostram que o México está mais aberto para transacções comerciais com o exterior. Uma análise de 2013 feita pela Earnst&Young prevê que, às taxas atuais, o número de famílias com vencimento anual acima dos US$50.000 vai crescer para os 7.1 milhões de pessoas até 2020. Isto significa que a classe média do México vai crescer 50% em menos de uma década.
Este cenário/panorama é naturalmente atractivo para os negócios relacionados com luxo, tecnologia e moda; todos a procurar capitalizar sobre este crescimento. No entanto, a inteligência sobre os hábitos de compras e tendências na indústria da moda no México, é ainda uma identidade desconhecida – e é aqui que a Gleam pode acrescentar valor às marcas que estão de olho neste mercado emergente.
A Gleam desenvolveu até agora uma comunidade de mais de 100.000 utilizadores no México e vai dedicar a maior parte do seu orçamento de marketing e crescimento para esta região, planeando abrir um escritório no México ainda este ano.
Sete colecções da Vista Alegre foram nomeadas para os German Design Award 2016, os prémios internacionais do Conselho Alemão do Design que elegem anualmente os melhores produtos no panorama internacional do design.
Os vencedores serão conhecidos no decorrer da feira Ambiente, de 12 a 16 de Fevereiro do próximo ano, em Frankfurt.
As colecções nomeadas são as seguintes:
Caribe
Para esta nova coleção de porcelana desenvolvida pela Vista Alegre, a Christian Lacroix imaginou uma decoração de exuberância tropical. Flores, penas, samambaias e libelinhas posam ao estilo de um herbário barroco sobre um conjunto de porcelana branca com recortes e frisos, evocando os bordados ingleses imaculados das anáguas vestidas pelas belas de Salvador da Bahia.
Lavish
Em anos de prosperidade, a fantasia, o luxo e a ostentação integram o imaginário coletivo de uma forma natural. Com a sua forma geometrizada, num movimento ascendente, a linha Lavish representa o glamour através da associação de tratamentos de superfície diferentes, contrastando mate e brilhante, relevos a branco e decalques a cor.
Marés White
Assinada pelo designer alemão Carsten Gollnick, a coleção Marés é um tributo à ancestral ligação portuguesa ao mar, honrando em particular a população costeira que se dedica à captura do marisco, atividade intimamente ligada à cultura nacional. Os elementos formais evocam o oceano nos seus diversos estados, o vento ondulando sobre a superfície, as dunas na linha costeira e outras formações de areia. Merece um destaque especial a textura única e inovadora obtida, que se assemelha à areia moldada pelo vento em relevos e contornos dinâmicos. Uma gama que combina fortes aspetos emocionais com a funcionalidade.
Printemps
Uma peça simultaneamente subtil e arrebatadora, criada por Carsten Gollnick. O novo centro de mesa criado por Carsten Gollnick desafia as técnicas de produção de porcelana, em termos de forma e dimensão. Dezoito peças idênticas colocadas lado a lado, sustentadas por uma construção em arame e fixadas num eixo, numa construção arquitetural.
Transatlântica
Brunno Jahara recria os laços que unem Brasil e Portugal. Brunno Jahara, um dos mais reputados designers brasileiros da atualidade, criou o serviço Transatlântica para a Vista Alegre no ano em que se comemora O Ano de Portugal no Brasil. Esta nova decoração atravessa o grandioso Atlântico para evidenciar a união de sangue entre dois mundos, numa original interpretação multicultural.
Triadic
Jogo de Cores, Formas e Volumes. Triadic inspira-se no Ballet Triádico de Oskar Schlemmer, pintor, escultor, designer e coreógrafo ligado à Bauhaus. Seis jarras e um centro de mesa criam um jogo de formas, cores e volumes, evocando figuras humanas num teatro de marionetas divertido e sofisticado.
Odeon
Odeon ostenta uma base em mármore negro que contrasta com o brilho luminoso do cristal laboriosamente trabalhado. Um trabalho digno de contemplação, onde a beleza surge realçada pelas suas grandes dimensões.
Na passada terça-feira, realizou-se, no Salão Nobre dos Paços do Concelho, a cerimónia oficial de entrega do dossiê da candidatura das Festas do Povo de Campo Maior a Património Cultural Imaterial da Unesco. O dossier foi simbolicamente entregue ao presidente da Câmara Municipal de Campo Maior, Ricardo Pinheiro, por António Ceia da Silva, presidente da Entidade Regional de Turismo do Alentejo, o organismo que lidera a candidatura.
O dossier será agora entregue pela Câmara Municipal de Campo Maior ao Ministério dos Negócios Estrangeiros, que formalizará a candidatura junto da UNESCO.
As Festas do Povo consistem na decoração das ruas de Campo Maior, sobretudo o Centro Histórico, com flores de papel e outros objectos em cartão e papel, feitos pela população. Trata-se de um evento tradicional único, e que já alcançou uma notoriedade elevada a nível nacional e internacional.
É uma celebração que, por tradição, só acontece quando o povo quer, pois a sua realização depende do voluntariado e da força de vontade dos campomaiorenses. A preparação é feita rua a rua, sendo que o trabalho desenvolvido em cada uma delas fica em segredo, mesmo para amigos e familiares dos moradores, e só é dado a conhecer na noite da “enramação”.
As últimas Festas do Povo tiveram lugar em 2011 e trouxeram a Campo Maior cerca de 1 milhão de pessoas, vindas de todo o país, da vizinha Espanha, da comunidade emigrante e até mesmo de outros países europeus. Foram decoradas 104 ruas com flores de papel, o equivalente a uma distância de aproximadamente 20 km. No total, foram utilizadas perto de 30 toneladas materiais e o trabalho voluntário de cerca de 7500 pessoas, números que demonstram a vitalidade e importância que este evento tem para as gentes de Campo Maior.
A História
Alguns indicadores históricos remetem a génese destas comemorações para a Festa em honra do padroeiro da vila, S. João Baptista, realizada pela primeira vez em 1893 e organizada por uma Comissão Popular. Essa Festa, em honra de S. João Baptista, realizou-se anualmente até 1898. Estima-se que, posto este período, só voltou a acontecer em 1921, por vontade do povo, e que tenha surgido daí o nome de Festas do Povo. A festa realizava-se no início de Setembro e durava quatro dias. O papel apareceu como elemento decorativo e a iluminação eléctrica permitia que a Festa decorresse noite dentro. Tanto em Portugal como em Espanha, os impactos foram sentidos nos concelhos que mais perto estavam da Festa.
O actual modelo de Festas realizou-se por 20 vezes. Em apenas 15 anos, entre 1989 e 2004, o número de visitantes das Festas do Povo duplicou. O sucesso de todas as edições deve-se à surpreendente diversidade da decoração das ruas, de beleza inigualável. A arte das flores de papel e as Festas do Povo de Campo Maior são um Património cultural único no Mundo.
A realização das Festas, embora tenha sido progressivamente adaptada à evolução social e histórica, manteve-se, desde o início, fiel ao espírito associativo, altruísta, artístico, e hospitaleiro, que constituem a forma de estar dos campomaiorenses.
A organização
Os moradores de cada rua reúnem-se e após terem inscrito a sua rua junto da Associação das Festas, elegem um coordenador geral dos trabalhos ao qual se dá o nome de “Cabeça de rua”.
O “Cabeça” de cada rua é responsável pela orientação, distribuição das tarefas e escolha do local para a realização dos trabalhos. A par das toneladas de papel, da cola, dos arames, das cartolinas, da esferovite, dos agrafos, encontra-se todo um trabalho de preparação que, durante meses, é organizado com a finalidade da concretização das festas com sucesso.
Ao longo de vários meses, durante todo o processo de execução das flores e enfeites de papel, existe uma forte cooperação entre os moradores de cada rua. Estes preparativos começam a fazer parte do quotidiano dos campomaiorenses, sendo também um excelente momento para os responsáveis autárquicos e outras personalidades da vila se empenharem, pois patrocinam de várias formas todos os eventos socioculturais que decorrem durante a semana das Festas, contribuindo para a promoção do desenvolvimento social e económico da vila.
Trabalha-se noites e noites a fio e discutem-se projectos, ideias e métodos a seguir. É de referir que, durante estas noites, o trabalho não é a única palavra de ordem. O convívio entre os moradores de cada rua e, como não podia deixar de ser, “ as saias” enchem as casas onde os trabalhos decorrem.
De uma forma geral, são as mulheres que começam a trabalhar o papel. Nas noites frias de Inverno, umas já muito experientes, outras a iniciarem-se nesta arte de trabalhar o papel e sempre acompanhadas pelo olhar atento das mais velhas, iniciam o minucioso fabrico das flores e enfeites de papel. Cortando e recortando, começam a surgir os primeiros “torcidos, trapaças e franjas” e outros enfeites, que irão enfeitar as ruas e que servem de base a toda a sua decoração. O espaço doméstico que serve de local para a realização dos trabalhos não é sempre o mesmo e a mistura desses diversos espaços vem contribuir para um reforço dos laços existentes.
Aos homens cabem os trabalhos mais pesados, nomeadamente, a carpintaria e toda a montagem desse mesmo material. São eles também com a ajuda de algumas mulheres que, na noite da “enramação”, carregam flores e penduram-nas, sob o olhar atento de todos e sob a orientação do “cabeça”.
Na noite que antecede o inicio dos festejos, erguem-se os paus, pintados ou cobertos com folhas de papel, que sustentam os tectos das ruas e todos os outros ornamentos. “Enramar” uma rua numa noite não é tarefa fácil e parece quase impossível, mas tudo tem de estar pronto antes do Sol nascer. Para isso, recorre-se à ajuda de amigos e familiares que vêm de fora. Nesta noite, poucos são os campomaiorenses que se deitam, pois ninguém quer deixar de participar no espectáculo da “enramação” e no início das Festas das Flores.
A Festa
Quando os Campomaiorenses terminam a enramação da rua, juntam-se para a primeira arruada antes da chegada dos forasteiros. Cantando às saias vão conhecer as outras ruas de pandeireta e castanholas na mão (por vezes antes da arruada, todos juntos, carregam energias com um pequeno almoço bem Alentejo na rua).
Ao romper do Sol, chega a abertura das festas: ouvem-se pandeiretas e castanholas e começa-se a bailar e cantar as “saias”. Para tornar as festas mais animadas e diversificadas, são convidados vários artistas do distrito a participar com a sua música neste evento. A gastronomia típica da zona também ganha especial destaque durante os festejos.
O elevado número de visitantes que o evento atraí promove a interacção cultural entre os indivíduos. As Festas das Flores constituem uma forte ligação entre as culturas. A localização privilegiada de Campo Maior torna o evento num eixo entre a Cultura Portuguesa e a Espanhola, bem como uma ligação estreita entre as diversas regiões do país.
As Festas do Povo são o resultado de um trabalho que exigiu muitas horas de preparação, muitos custos e, sobretudo, muita força de vontade e companheirismo
Fotos: DR
Fonte: Associação das Festas do Povo de Campo Maior, Centro Cultural Campo Maior e Câmara Municipal de Campo Maior
A KAOS surgiu, em Julho de 2014, pela mão de Marta Sequeira, com o objectivo de preencher uma falha no mercado de swimwear em Portugal, ou seja, fatos-de-banho com preços acessíveis, em pouca quantidade, originais, com qualidade de manufactura e recomendados para vários tipos de corpos e idades.
A marca aposta no conforto e na elegância e pretende atingir níveis internacionais. A KAOS procura evidenciar a silhueta de modo a que qualquer cliente se sinta uma estampa e ao mesmo tempo graciosa com o que está a vestir, sendo esta linha multifacetada pois a maioria dos modelos podem ser usados de variadas maneiras.
Os fatos-de-banhos ainda são confeccionados por tradicionais costureiras, mas é intenção da marca industrializar a produção de forma a obter custos de produção inferiores, visto que um dos grandes objectivos da KAOS são os preços acessíveis.
Um factor que está presente em todas as peças é qualidade das lycras, conforto, grande resistência, bons acabamentos e que nunca sejam transparentes.
A coleção da KAOS, este ano, é inspirada nas praias portuguesas de Norte a Sul, pela sua beleza, singularidade e exclusividade tal e qual como a KAOS. A linha de 2015 é abusa de cores básicas que combinadas se tornam contagiantes… “Simple is Better”. A colecção está disponível apenas através da página da marca no Facebook.
Este ano as modelos da colecção foram Rita Albuquerque, Beatriz Moniz Ramos e Madalena Ayres e o catálogo foi produzido em parceria com a Fairy Tail e a Dida Photograghy.
Marta Sequeira, nascida em Lisboa, em 1994, estudante de Ergonomia na Faculdade de Motricidade Humana é o rosto e criadora da KAOS. Apesar de não estar ligada à área sempre gostou de desenhar e a praia é a sua perdição, por isso foi só juntar o útil ao agradável. De momento, a responsável está sozinha neste projecto, mas pretende criar sociedade com alguém criativo, jovem e empenhado, para que a KAOS evolua o que merece.
Depois de ganhar o duplo prémio internacional Terre de Femmes no passado mês de abril, a bióloga Milene Matos, da Universidade de Aveiro, reforça a intenção de devolver ao público, na forma de oportunidades educativas, o prémio que resultou da votação pública. Após o encerramento das candidaturas a uma bolsa de mestrado, em parceria com a Universidade de Aveiro, a bióloga anuncia agora a criação do Fundo Escolar BIO Somos Todos.
Este Fundo visa contribuir para a promoção da consciência ambiental e social em crianças portuguesas até aos 14 anos. Consiste num subsídio de regresso às aulas no valor de 200€ para crianças do 1º ciclo e 250€ para crianças do 2º ciclo, de modo a aliviar o regresso às aulas que infelizmente muitas famílias enfrentam com dificuldades.
Até 13 de setembro, as crianças terão de apresentar um projeto a desenvolver ao longo do ano letivo, que ajude o ambiente ou a sua comunidade, e o subsídio será entregue à(s) proposta(s) mais original(is). O júri é constituído pelo Prof. Doutor Amadeu Soares, diretor do Departamento de Biologia da Universidade de Aveiro, pela bióloga Milene Matos e por Nelson Matos, responsável do Departamento Planeamento e Gestão Florestal e Ambiental da Fundação Mata do Buçaco.
Portanto se conhece uma criança dinâmica, solidária e empreendedora, incentive-a a apresentar um projeto. Desde plantar flores, apanhar lixo, poupar água ou distribuir livros, todas as ideias contam!
As Belinhas é uma marca (registada) Portuguesa de produtos feitos em folha de palma e totalmente personalizados à mão com artigos bastante típicos do nosso país. Este é um projecto que nasceu há cerca de 8 meses, em Lisboa, pela mão de duas pessoas inseparáveis, mãe e filha. Desde então, têm andado por todo o país e até mesmo pelo Mundo (Inglaterra, Luxemburgo, Suiça, Dubai, Canadá…).
O principal negócio são as as cestas de palhinha bem como, as clutchs. Todas elas personalizadas com rendas totalmente portuguesas e/ou crochet todo ele feito à mão. Os artigos diferem-se de todos os outros da mesma gama pois, não há nenhuma igual à outra desde o seu forro interior bem como, ao amor com que são feitas. Como não gostam de tintas nem de colas, tudo é cosido à mão com linhas portuguesas para que, os artigos tenham uma maior durabilidade.
Entre os artigos têm também chapéus e malas, e mais recentemente uma linha para criança. Poucos meses passaram e têm vindo a conquistar o sexo feminino. Neste momento, apenas vendem online e a maior parte dos pedidos são feitos por encomenda, pois a cliente quer escolher o tamanho da cesta, as alças, as rendas…para que, tudo fique como idealizou!
Este projecto nasceu de uma brincadeira e tem vindo a tornar-se algo mais sério. A mãe dedica-se a tempo inteiro às Belinhas, a filha é gestora numa plataforma electrónica de contratação. Difícil conciliar as vidas e o a trabalhos? Sim! Mas quando se recebem sorrisos em troca tudo vale a pena!
O projecto tem dado nas vistas e até já marcou presença no programa Grande Tarde da SIC.
AS CRIADORAS
Isabel Almeida – Nasceu em 1964, em Luanda. Desde sempre que teve a paixão de fazer as suas próprias roupas e os seus próprios acessórios. Desde imaginar os seus próprios modelos e depois passá-los para a realidade é um instante. A criatividade não falta a Isabel mas, acima de tudo aprecia produtos de qualidade e de muito bom gosto. Criadora e produtora dos artigos As Belinhas.
Joana Almeida – Nasceu em 1991, em Lisboa. Licenciada em Gestão e Engenharia Industrial, trabalha numa empresa de sistemas de informação mas, sempre teve uma paixão por moda, essencialmente por malas. Abraçou o projeto d’As Belinhhas como forma também, de desenvolver o conhecimento a nível da gestão e das vendas. Além de responsável de vendas e marketing d’As Belinhas, também é a fotógrafa da marca.
Beatriz Moniz Ramos é madeirense, mas aos 20 anos é já uma cidadã do mundo. Viaja desde criança e já estudou dança em Londres e Nova Iorque. Frequenta a Licenciatura em Publicidade e Marketing na Escola Superior de Comunicação Social, em Lisboa, Cidade onde viveu os últimos 2 anos. Mas além dos estudos deu a cara por várias marcas nacionais, integra um projecto inédito também na área da moda e … seguem-se seis meses no Brasil.
Quando quero muito uma coisa, luto ate ao fim. E quando consigo, faço o meu melhor.
Passaste os últimos dois anos em Lisboa e entraste no mundo da moda de uma forma meteórica. Como se desenrolou este processo?
É verdade, o mundo da moda apesar de competitivo sempre foi um fascínio para mim. Desde pequenina que sempre gostei de tudo o que tinha a ver com moda, sobretudo fotografia. Na madeira, com 14 /15 anos fui convidada a entrar numa agência de modelos e desde ai que realizei algumas campanhas, como uns mupis para a Brisa Maracujá e para cerveja Coral, uma publicidade televisiva para uma compota de banana, etc… Quando vim para Lisboa fui convidada para integrar a Next Models e desde ai que tenho evoluído imenso a nível fotográfico.
O desporto é uma grande paixão. Já praticaste várias modalidades e inclusive foste campeã regional numa delas. Quais foram e o que te levou ao abandono?
Sou uma pessoa muito ligada ao desporto, desde muito nova que pratico desporto. E é impensável para mim não praticar desporto. Não consigo estar parada. Já pratiquei varias modalidades como andebol, basquetebol, natação e ténis, mas sem dúvida que a minha paixão sempre foi a ginástica rítmica. Pratiquei 6 anos esta modalidade, da qual fui campeã regional 3 anos consecutivos. Só parei por força de uma lesão no joelho esquerdo. Foi com grande tristeza que abandonei duas das coisas que mais adorava fazer na vida, ginástica e dança. Depois disto tudo, só me é permitido o ginásio e exercícios mais localizados para o joelho.
Aos 15 anos já estudavas inglês e dança em Londres. Sempre foste decidida e autónoma? Como reagia a família? apoiava?
É verdade. Semre fui assim, sempre sonhei muito alto e quando cheguei aos meus 14/15 anos comecei a lutar pelos meus sonhos e por aquilo de que mais gostava. A minha família sempre me apoiou, eles já me conheciam e sabiam que não me ia calar enquanto não conseguisse realizar essa (pequena) parte de um sonho. Quando quero muito uma coisa, luto ate ao fim. E quando consigo, faço o meu melhor.
Um ano depois foi dança em Nova Iorque. Como foi dançar numa conceituada escola da Big Apple?
Passado um ano decidi alargar os meus horizontes, atravessar o oceano e frequentar uma das escolas mais conceituadas de dança , em Manhattan. Depois da experiência em Londres, de conhecer novas culturas, novas pessoas e um mundo diferente daquilo a que estava habituada, não podia parar. Escolhi Nova Iorque para o passo seguinte. Uma cidade com uma beleza inexplicável e um mundo que não pára um único segundo. Adorei, foi das melhores experiências da minha vida. A escola era óptima , todos os meus professores de dança já tinham participado em videoclips de grandes artistas como a katy Perry, beyoncé, etc… E dava-nos oportunidades para tal. Infelizmente foi aqui que o meu problema no joelho se agravou e mal cheguei a Portugal fui operada.
Tens um projecto que te vai levar pelo mundo. Queres contar ?
Entrei recentemente num projecto que se chama Bikini Bag. Partilho este projecto com uma amiga, Rossana de Brito, que idealizou o mesmo. Basicamente este projecto é uma plataforma onde representamos todas as marcas de bikinis portuguesas (obrigatoriamente produzidos em Portugal). Este primeiro ano, pretendemos percorrer quase todas as praias de Portugal só com bikinis na mala. Quem sabe para o ano já estaremos a representar marcas internacionais. Quando a Rossana me falou neste projecto, não hesitei. De momento, já recebemos várias propostas de aplicações e agências para parcerias Estabelecemos parceria com uma aplicação americana chamada Hotel Tonight, onde em menos de um minuto conseguimos reservar um hotel em qualquer parte do mundo. O nosso site atingiu, em duas semanas, 30 mil visualizações, o que nos dá enorme confiança.
Estiveste também para integrar uma novela. A representação atrai-te? Vais apostar nessa área no Rio de Janeiro?
Sim, estive para entrar numa novela portuguesa, no entanto surgiram alguns problemas e não se concretizou. Posso dizer que despertou um bichinho da representaçáo em mim e quem sabe agora, no Rio de Janeiro, não tente qualquer coisinha.
O voluntariado é um desejo. O que te motiva ?
É um desejo sim, já tive várias amigas minhas que o fizeram e aconselham vivamente. É uma experiência que marca a nossa vida e eu quero concretizá-la . Quero descobrir os dois lados do mundo. Quero perceber como se vive dos dois lados e contribuir para um mudo melhor.
Qual é o teu segredo para conjugar tantas actividades?
Não tenho segredo, simplesmente sou persistente e quando quero uma coisa luto por ela, muito.
Mas as aventuras não terminam aqui, O que mais ambicionas fazer?
Neste momento, a minha prioridade é o intercâmbio no Rio de Janeiro e terminar o curso, uma vez que estou no meu último ano. Estou seriamente a pensar concluir a licenciatura no Brasil. Estou ciente que lá terei muitas oportunidades de vida e sobretudo vou crescer imenso.
Existe o homem da tua vida. Aquele que te marcou e que transportas contigo em três tatuagens. Queres partilhar?
O homem da minha vida é único. O meu querido avô (falecido) que me acompanhou toda a vida, que me educou e aturou muita birra minha. Não era uma criança fácil e a minha família dizia que ele era o único que tinha a paciência para me “aturar” (risos). É sem duvida a pessoa mais brilhante, culta e activa que eu já conheci. Tudo o que sei hoje em dia, foi ele que me ensinou. Era meu avô, um segundo pai e o meu padrinho de baptismo. Era o meu melhor amigo. Infelizmente, teve uma doença e passados dois anos faleceu. Era muito jovem e muito ligado ao desporto (aprendi com ele a minha paixão com o desporto) e a doença matou-lhe por completo os músculos. Foram os piores dois anos da minha vida, vê-lo sofrer daquela maneira. Mas por mais incrível que pareça , ele nunca mostrou à família que estava triste ou mal com a doença. Ele era demasiado forte e era isso que queria transmitir à família toda.
Fiz três tatuagens em sua homenagem. Uma delas tem o seu nome tatuado “MONIZ” e outra a nossa data de nascimento. Sim, porque nós fazíamos anos no mesmo dia. Éramos um só. E nunca me vou esquecer do que ele me ensinou. É sem duvida a pessoa mais importante para mim.
A Flutua® (www.flutua.pt e facebook.com/flutua) é uma marca portuguesa de swimwear criada em 2014 que tem como principal objectivo a criação de peças distintas e originais desenhadas e produzidas exclusivamente em Portugal, assumindo a qualidade como uma das suas principais apostas.
As suas peças (Ethos Colection) são inspiradas na natureza e no espírito livre de uma mulher única e contemporânea que valoriza os pequenos momentos que completam o dia-a-dia. Destaca-se por linhas simples que pretendem reforçar a natureza e a simplicidade das formas femininas. A variedade e vivacidade de cores associadas aos tons quentes da natureza e místicos do mar aparecem nas peças criadas, realçando a essência da simplicidade.
Procura oferecer peças não só marcadas por tendências mas também pelo sentido prático e elegante, associados desde sempre à mulher.
A Flutua® assenta o seu negócio no comércio electrónico. Uma vez que é sempre verão em diferentes partes do globo, mulheres de todo o mundo com um gosto simplista e elegante são o seu principal público-alvo.
Actualmente, a Flutua® tem como sócias duas irmãs: Maria e Ana Sarmento e está já a preparar a sua 2ªcolecção para 2015/2016.
As sócias:
Maria Sarmento, 23 anos, é licenciada em design gráfico pela Faculdade de Belas Artes da Universidade do Porto tendo completado os seus estudos na Universidade de Buenos Aires onde frequentou disciplinas de moda e modelação.
Ana Sarmento, 19 anos, é finalista do curso de design de moda na ESAD – Escola Superior de Artes e Design do Porto.
A Cerveja LETRA é uma das primeiras marcas portuguesas de cerveja artesanal que conta já com reconhecimento nacional e internacional. Venceu o prémio Agricultura 2013 como melhor start-up e apostou sempre na inovação. A LETRARIA, o primeiro Brew Pub Português, é o seu projecto mais recente.
A cervejeira minhota procura dar a conhecer, através de um conceito inovador, os métodos de produção da cerveja artesanal com visitas guiadas promovidas pelos próprios cervejeiros.
A Cerveja LETRA é uma cerveja produzida, em Vila Verde, uma vila com tradição de plantação de lúpulo há mais de 30 anos, pelos cervejeiros Francisco Pereira e Filipe Macieira, através de métodos de fabrico artesanais e ingredientes 100% naturais – água, maltes e lúpulos – que lhe conferem um carácter único e especial, resultado das suas propriedades organolépticas, que a distinguem das cervejas actualmente produzidas e consumidas em Portugal: mais turva, mais aromática e muito mais intensa.
Francisco e Filipe, ambos formados pela Universidade do Minho, instituição com quem mantêm ainda hoje colaboração,desde sempre partilharam o fascínio de abrirem as portas ao público. A Letraria veio assim completar o conceito que imaginaram de forma a possibilitar uma experiência “do malte até ao copo”, em que a partilha e o conhecimento andam lado a lado com o degustar de uma cerveja de qualidade. A marca acrescenta assim uma nova dimensão ao mostrar o seu processo de fabrico,interagindo com o público, clientes e produtores de forma a dar o seu contributo para dinamizar a produção da cerveja artesanal em Portugal.
Esta atitude interactiva e didáctica procura também despertar o interesse dos consumidores e incentivá-los para a degustação da cerveja artesanal. “Os apreciadores procuram novos aromas, sabores e texturas, não só na cerveja mas nos produtos em geral, onde a qualidade é o principal factor de selecção.”, acrescenta Filipe. A Cerveja LETRA procura cada vez mais ser uma referência de qualidade no sector das cervejas artesanais e atingir toda a área de Portugal continental com cerveja em barril e garrafa assim como atrair o máximo de interessados à LETRARIA, dinamizando o espaço e criando parcerias.
Na LETRARIA podem-se experimentar todas as Letras disponíveis, inclusive a edição mais recente, LETRA F ( India Pale Ale) e a edição especial LETRA E (Belgian Dark). Se quiser petiscar pode começar por se deliciar com uns croquetes com queijo e batata brava, experimentar uma Sandwiche de MALTE (com salada e molho iogurte) e terminar com uma tarte Stout com gelado.
As visitas guiadas acontecem aos sábados pelas 17h e o espaço está aberto de segunda a sábado a partir das 17h e aos domingos a partir das 16h. Este “BrewPub” Português privilegia a ligação das Cervejas LETRA com uma gastronomia variada e um ambiente descontraído que só um pub permite ter.