CORAL: Cerveja madeirense conquista mercado chinês

coral_chinaA notícia de que a cerveja Coral já se encontra a ser comercializada no mercado chinês faz manchete na edição de hoje do Diário de Notícias da Madeira. A exportação iniciou-se em Outubro de 2015 e em Abril foram enviados 40 contentores de cerveja para o maior mercado mundial.

A cerveja CORAL nasceu em 1969 e conta com 22 medalhas de ouro atribuídas pela Monde Selection. Este concurso atribui prémios aos produtos que mais se destacam em termos de qualidade organoléptica, por comparação com outros produtos da mesma categoria. A selecção é feita por um júri de especialistas, nomeados pelos seus conhecimentos profissionais.

A cerveja madeirense é produzida pela Empresa de Cervejas da Madeira (ECM), uma empresa com um vasto portfólio de bebidas e mais de 130 anos de existência.

A ECM tem vindo a desenvolver esforços para que os seus produtos estejam à disposição das comunidades portuguesas em todo o mundo. Sendo a mobilidade uma característica da população madeirense, estima-se que actualmente existam cerca de 1 milhão de madeirenses espalhados pelo mundo, com a tradição de preferência pelos produtos da ECM.

A China é o mais recente mercado conquistado pela cerveja madeirense.

Fonte: Diário de Notícias da Madeira; ECM
Foto: ECM

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AZOR Gin nasce inspirado no arquipélago dos Açores

Azor_GinAZOR, é este o nome do mais recente Gin Nacional. Azor de Açor, a ave que deu o nome aos Açores e agora ao Gin. Tal como o nome indica traz no seu interior todo o espírito do arquipélago nomeadamente com uma das suas frutas mais características, o ananás.

O AZOR Gin é uma marca da recente criada empresa “Drinks & Flavours, Lda.” que têm como uma das suas sócias fundadoras a “Master destiller” Marta Pinto. Este novo gin pretende homenagear os descobrimentos Portugueses, em especial a descoberta do arquipélago dos Açores.

Estamos perante um gin premium com notas frutadas destilado em Portugal continental com as melhores especiarias e produtos regionais do arquipélago dos Açores, sujeito a 5 destilações individuais. O ananás dos Açores ocupa um lugar de destaque, sendo notória também a presença do cardamomo, do limão galego e do zimbro. No total, são 19 os botânicos utilizados na destilação do AZOR.

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Marta Pinto

A produção tem lugar numa unidade de destilação, na região da Nazaré, criada propositadamente para este projecto e sob a direcção de Marta Pinto, a única destiladora Portuguesa e uma das poucas a nível mundial.

É aconselhado que seja servido apenas com duas vagens de cardamomo. É também sugerida a mistura de manjericão na bebida final.

De acordo com a criadora do AZOR,  a primeira produção esgotou rapidamente.

Fonte: AZOR;templeofgin
Foto: DR

Todos os anos nascem 35.000 startups em Portugal

chicbychoice_startupsDe acordo com um estudo da Dun & Bradstreet, referente a março de 2016, todos os anos são criadas 35.000 startups em Portugal.  Estes dados demonstram a enorme vitalidade do empreendedorismo nacional.

Estes dados não são os únicos a confirmarem a elevada dinâmica do ecossistema português de startups. Um estudo do Startup Europe Partnership revela a existência de 40 scaleups- startups com um investimento de pelo menos um milhão de dólares nos últimos cinco anos. Em conjunto estas empresas já angariaram mais de 166 milhões de euros junto de venture capitals.

Exemplo deste forte ímpeto empreendedor luso é a “Chic by Choice”. Criada por Filipa Neto e Lara Vidreiro, a empresa possibilita, através de uma plataforma ‘online’, o aluguer de vestidos e acessórios de moda.  Com cerca de dois anos de vida, a startup portuguesa já é líder do mercado europeu.

O estudo da Dun & Bradstreet  refere também que 2,5% das startups existentes em Portugal com menos de um ano são tecnológicas, e 2,4% das empresas jovens (entre um e cinco anos) também são tecnológicas. Estes dois indicadores ganham maior relevância quando comparados com as empresas tecnológicas com mais tempo no mercado: só 1,8% tem mais de seis anos.

Fonte: startupmag
Foto: Chic by Choice

 

ICNAS testa novo método de avaliação do risco cardiovascular

icnas_grandeUm estudo piloto realizado no ICNAS – Instituto de Ciências Nucleares Aplicadas à Saúde da Universidade de Coimbra (UC) – mostrou que o radiofármaco fluoreto de sódio marcado com fluor-18, usado classicamente na deteção de metástases ósseas, parece ser eficaz na identificação precoce da doença cardiovascular.

Uma equipa multidisciplinar, liderada pela docente e investigadora Maria João Ferreira, da Faculdade de Medicina da UC (FMUC), aplicou este método de imagem não invasiva em indivíduos com risco cardiovascular, seguidos na consulta externa de Cardiologia do Centro Hospitalar e Universitário de Coimbra (HUC-CHUC). Foi verificada a possibilidade de identificar placas ateroscleróticas em processo de microcalcificação ativa, mais vulneráveis e por isso mais sujeitas a rotura, o que parece relacionar-se com o risco de se associarem a quadros agudos como o enfarte do miocárdio ou o acidente vascular cerebral. O seu reconhecimento pode condicionar tratamentos que visam a sua estabilização e, consequentemente, a diminuição do risco de eventos cardiovasculares.

Os resultados obtidos neste estudo piloto “são muito promissores e parecem apoiar esta nova aplicação deste “velho” marcador, mas há ainda muito trabalho a ser desenvolvido. Para tal será indispensável a continuação do esforço de uma equipa onde a investigação básica e clínica interagem de forma profícua”, repara Maria João Ferreira. A investigadora acrescenta que “a importância deste conhecimento poderá, num futuro que se antevê próximo, relacionar-se com o risco cardiovascular do indivíduo e por isso com a sua orientação terapêutica.”

Apostar em novos métodos de diagnóstico precoce das doenças do foro cardíaco é muito relevante porque, salienta docente da FMUC, “a doença cardiovascular, nas suas várias componentes, é uma das principais causas de morte que, de acordo com estatísticas Europeias, é responsável por cerca de 42% das mortes nos homens e 51% nas mulheres.”

A especialista afirma ainda que esta doença “Trata-se por isso de uma entidade clínica associada a enormes custos, de difícil contabilização, que urge tratar e sobretudo prevenir. O diagnóstico precoce, bem como a estratificação de risco são dois pilares importantes em qualquer estratégia que vise lidar com esta doença”.

Fonte: UC
Foto: DR

Directora do Programa de Doutoramento para PALOP homenageada pelo Governo de Cabo Verde

PCGDJoana Gonçalves de Sá, Directora do Programa de Pós-Graduação Ciência para o Desenvolvimento (PGCD) e investigadora principal no Instituto Gulbenkian de Ciência (IGC), foi homenageada, dia 19 de abril, na Cidade da Praia pelo então Primeiro-Ministro de Cabo Verde, José Maria Neves, numa cerimónia que visou distinguir algumas personalidades e organizações por altos contributos para o avanço e consolidação do Ensino Superior e da Ciência naquele país. Os homenageados foram condecorados com o Primeiro Grau da Medalha de Mérito Educativo.

Esta homenagem do Governo de Cabo Verde é completamente inesperada, mas deixa-me muito honrada. Este Programa começou como uma iniciativa do IGC e tem conseguido gerar uma dinâmica de generosidade e empenho tal, por parte da comunidade científica de língua portuguesa, que nos tem permitido oferecer educação de nível europeu a alguns dos jovens mais promissores dos PALOP. Para que o PGCD fosse uma realidade tivemos de ultrapassar muitos obstáculos e é uma grande satisfação vê-lo reconhecido pelo Governo de Cabo Verde. É de louvar o trabalho que aqui tem sido desenvolvido em prol do ensino superior e da ciência, nos últimos anos – Joana Gonçalves de Sá

O Governo cabo-verdiano reconheceu assim o carácter inovador do PGCD e o importante papel desempenhado por Joana Gonçalves de Sá na sua liderança. O PGCD é um programa de doutoramento em ciências da vida, destinado a estudantes dos PALOP e de Timor Leste, cujo ano lectivo decorre na Cidade da Praia, no campus da Universidade de Cabo Verde (Uni-CV). Promovido pelo IGC e apoiado pelo Ministério do Ensino Superior, Ciência e Inovação de Cabo Verde, o PGCD irá ajudar a formar cerca de 80 estudantes dos PALOP e de Timor-Leste e leva anualmente cerca de 100 cientistas internacionais a Cabo Verde. Estes cientistas, para além de darem aulas no Programa, participam muitas vezes noutras iniciativas, como palestras públicas, debates alargados ou programas de divulgação científica. Para além disso, o PGCD tem favorecido o desenvolvimento de projectos de investigação conjuntos, entre a comunidade científica internacional e os investigadores em Cabo Verde e no resto dos PALOP.

Também Pedro Lourtie, Professor do Instituto Superior Técnico, Fernando Fragateiro,  Professor da Faculdade de Medicina da Universidade de Coimbra, e Stefan Oschmann, CEO da farmacêutica Merck, foram homenageados nesta cerimónia pelo contributo que têm dado à Educação e Ciência em Cabo Verde. Pedro Lourtie colabora com Cabo Verde há muitos anos, tendo assessorado a criação da Uni-CV. Já Fernando Fragateiro foi o impulsionador do recém-inaugurado curso de medicina que decorre na Uni-CV em colaboração com a Universidade de Coimbra. Stefan Oschmann liderou o processo de apoio ao PGCD que permitiu que as aulas do Programa tivessem lugar na cidade da Praia.

Fonte: IGC
Foto: Sandra Ribeiro

Investigadores da Universidade de Coimbra desenvolvem programa focado no comportamento alimentar e regulação emocional

UC_CAREUma equipa de investigadores da Universidade de Coimbra está a desenvolver o programa CARE, um programa focado no comportamento alimentar e regulação emocional.

O programa CARE visa «ajudar as participantes que experienciam estas dificuldades a desenvolverem novas formas de lidar com a sua alimentação, com o seu corpo e com as suas emoções, com vista a uma melhoria do seu bem-estar e a uma relação mais compassiva e equilibrada com elas mesmas – Cristiana Duarte, investigadora

Após o sucesso do programa BEfree (programa de intervenção em grupo para dificuldades do comportamento alimentar), uma equipa de investigadores do CINECC – Centro de Investigação do Núcleo de Estudos e Intervenção Cognitivo-Comportamental da Faculdade de Psicologia e de Ciências da Educação da Universidade de Coimbra (FPCEUC) – está agora a desenvolver o programa CARE.

Este é um programa breve, de três semanas, focado no comportamento alimentar e regulação emocional, para realizar em casa através do suporte de materiais fornecidos pelos investigadores.

Rata-se de uma abordagem inovadora na qual os participantes vão contactar com práticas de meditação focadas na gestão equilibrada da alimentação e peso, na libertação de estados emocionais negativos e na promoção de bem-estar.

O programa aceita candidaturas de participantes do sexo feminino, com idades compreendidas entre 18 e 55 anos, que pretendam lidar com dificuldades relacionadas com o controlo do comportamento alimentar e com a sua imagem corporal.

As inscrições são gratuitas e devem ser feitas através do correio electrónico: estudocare@gmail.com

Fonte: UC
Foto: DR

Kaku Swimwear: Frederica e Leonor Sá Pinto lançaram nova marca de biquínis e fatos de banho

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Frederica e Leonor, respectivamente mulher e filha do treinador Ricardo Sá Pinto, lançaram uma nova marca de biquínis e fatos de banho, a Kaku Swimwear.

A marca nasceu de uma grande paixão entre mãe e filha por biquínis e fatos de banho, um desejo que se realizou ao fim de vários meses de trabalho e empenho. Queriam criar “um novo conceito para praia… chic… zen… cool, mas ao mesmo tempo bastante clean e sexy”.

A Kaku Swimwear é uma marca totalmente portuguesa que se tenta diferenciar pela simplicidade dos seus padrões mas, com pequenos detalhes, torna os seus fatos de banho especiais. Para a campanha de promoção da primeira colecção, a manequim escolhida foi Pimpinha Jardim.
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Frederica e Leonor criam “peças que dão gosto usar nos melhores momentos da vida… as férias!” e que possam agradar a diversos gostos.
As novidades estão à venda online no site da marca.

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As empreendedoras

Com a filha mais nova na ginástica acrobática, Frederica começou por desenhar os maillots para as suas competições, tendo sido mais tarde convidada a colaborar como directora criativa de uma marca nacional de sportswear e beachwear. 

Leonor é uma grande cavaleira e ingressará no próximo ano no curso superior de Medicina dentária.

Frederica e Leonor comungam da mesma paixão pelo vestuário de praia e resolveram aventurar-se na criação de uma nova marca de swimwear.

Fotos: DR

Sogrape reeleita a melhor produtora de vinhos do mundo

70-anos-4-fases-de-crescimento_2[1]Pelo segundo ano consecutivo, a Sogrape Vinhos foi considerada a melhor produtora vitivinícola a nível mundial, repetindo assim a distinção que já lhe fora atribuída em 2015 pela World Association of Writers and Journalists of Wines and Spirits (WAWWJ).

A distinção do 1º ano foi sem dúvida surpreendente e memorável, mas sermos distinguidos pela segunda vez consecutiva trouxe-nos uma alegria ainda maior! Sermos duas vezes eleitos a melhor empresa de vinhos do mundo veio consolidar uma prova do elevado reconhecimento internacional que o desempenho da Sogrape e qualidade dos seus vinhos tem merecido, o que lhe vale uma posição de grande destaque como referência ibérica de vinhos de qualidade – Fernando da Cunha Guedes, CEO da Sogrape

O ranking das 100 melhores produtoras mundiais é elaborado pela organização mundial dos críticos e jornalistas especializados, respeitando critérios de selecção muito rigorosos, nomeadamente a avaliação dos prémios conquistados por cada produtor num conjunto seleccionado de certames internacionais realizados ao longo do ano.

A WAWWJ distinguiu também a Casa Santos Lima (8º lugar) e a Symington Family Estates (10º lugar). O Sandeman Porto Tawny 40 Years Old foi o vinho português mais bem classificado no ranking.

A Sogrape, empresa familiar nascida em plena segunda Grande Guerra, produz marcas como Casa Ferreirinha, Sandeman, Mateus e Gazela  e as suas vendas estendem-se por mais de 120 mercados.

Fonte: Sogrape
Foto: DR