O Projeto “Managing inflammation in diabetic retinopathy by adenosine A2A receptor blockade“, apresentado pela Doutora Raquel Santiago, ganhou o GOAP – Global Ophthalmology Awards Program, promovido pela Bayer HealthCare.
este projecto poderá contribuir para o desenvolvimento de novas abordagens terapêuticas para o tratamento da retinopatia diabética
A Excelência Portugal falou com a investigadora que nos transmitiu que a retinopatia diabética é uma das complicações mais frequentes da diabetes e que este projecto poderá contribuir para o desenvolvimento de novas abordagens terapêuticas para o tratamento da mesma.
De acordo com Raquel Santiago, as células da microglia em situações normais contribuem para a homeostasia do sistema nervoso central, nomeadamente da retina. Durante a diabetes, estas células tornam-se reactivas e podem conduzir à morte das células da retina. Resultados obtidos no seu laboratório e de outros grupos de investigação já mostraram que o bloqueio dos receptores A2A de adenosina consegue prevenir a reactividade destas células, com efeitos protectores para os neurónios. Com este projecto pretendem estudar se o controlo da neuroinflamação mediada pelas células da microglia através do bloqueio do receptor A2A de adenosina consegue prevenir as alterações na retina induzidas pela diabetes.
Raquel Santiago, pós-doc da FMUC no Retinal Dysfunction and Neuroinflammation Lab do IBILI, liderado pelo Inv. Doutor Francisco Ambrósio, irá a Nice em setembro, para receber o Prémio no valor de 50 mil dólares.
Terceiro no campeonato do mundo de Moto3, Miguel Oliveira tem à sua frente uma segunda metade da temporada onde é um dos candidatos predominantes à vitória nas 9 corridas que faltam até ao fim da época.
A lesão sofrida nos treinos livros para o Grande Prémio da Alemanha não tirou optimismo ao piloto da Red Bull KTM Ajo. Na próxima semana, Miguel Oliveira vai correr em Indianápolis, três semanas apenas depois de ter fraturado o quarto metacarpo da sua mão esquerda. Enfrenta a segunda parte da temporada com confiança, motivado pela sua boa performance nas últimas etapas do campeonato.
Em primeiro lugar, como é que te estás a sentir? Em que fase da recuperação estás neste momento?
“Estou a sentir-me melhor a cada dia. Neste momento, estou a seguir um plano de recuperação que me permite ganhar movimento na minha mãe esquerda e força nos dedos. Com a fratura que eu tive, é um bocadinho cedo achar que estou em perfeitas condições para Indy, mas estou a trabalhar arduamente todos os dias para que possa abordar a corrida tão em forma quanto possível.”
Apesar deste incidente, achas que ainda podes lutar pelo título?
“Sim, claro. Isto é motociclismo de competição, logo enquanto for matematicamente possível, vou continuar a trabalhar com a minha equipa sempre com o título em mente. È verdade que tivemos alguma falta de sorte nalgumas corridas, mas acho que estivemos a muito bom nível em muitos dos Grandes Prémios e ainda temos 9 corridas para lutar pela vitória.”
Qual é a análise que fazes desta primeira metade da temporada?
“Acho que foi uma primeira metade da temporada em que começámos muito fortes mas não conseguimos completar todas as corridas. Tivemos alguma falta de sorte, já que terminar as duas primeiras corridas ter- nos-ia deixado muito mais acima na classificação geral. De qualquer forma, a análise geral é muito positiva. Temos 2 vitórias nas últimas 3 corridas e acho que isso é o que mais conta. A primeira vitória em Mugello, depois em Assen, foram excelentes. E a mota tem estado sempre a rodar na sua performance máxima.”
Foi difícil lidar com este começo de temporada?
“Claro, depois de não conseguir terminar 2 corridas de seguida, fiquei um bocado triste, porque queria acabar uma corrida. Consegui chegar à pole position na Argentina, onde comecei bem mas acabei em quarto. Depois voltámos à Europa com um pódio em Jerez, depois o azar de Le Mans e depois a vitória em Mugello, o quinto lugar na Catalunha e outra vitória em Assen. Desde que voltámos à Europa que temos sido bastante competitivos, a acabar sempre no Top Five.”
O pódio em Jerez, foi um ponto de viragem na tua temporada? Ou a vitória em Mugello foi mais importante?
“Nós precisávamos do pódio em Jerez para nos dar confiança. A partir de Jerez, começámos a acreditar mais nas nossas capacidades. Nós sabíamos que éramos muito rápidos e que estávamos a ser muito consistentes, mas por alguma razão nas corridas não estávamos a conseguir fazer o nosso trabalho até ao fim. Em Mugello deu-se uma mudança muito grande, porque saímos para a pista para ganhar.”
O que é que melhorou na mota desde a primeira corrida até agora?
“Acima de tudo, o que melhorou foi a configuração da mota, porque não introduzimos nenhuma peça nova. Temos estado a testar partes novas, mas o que já temos mostrou sempre um melhor desempenho.”
Quando te referes à configuração da moto, sentes-te mais confortável?
“Sim, já nos adaptámos, mas depende tudo muito da pista. Os circuitos variam muito e as condições são muito diferentes e quando chega a hora da corrida temos sempre que improvisar um bocadinho. Há alguns circuitos onde, em circunstâncias normais, eu consigo ser muito forte”
Como é que avalias o nível de competição nesta época do campeonato do mundo de Moto3?
“Muito alto. Estamos todos a correr muito rápido, com tempos por volta mais velozes que os do ano passado. O Danny Kent, que é o líder da nossa série, tem tido vida fácil, e agora nós temos que lhe complicar um bocadinho as coisas.”
Achas que consegues fazer isso?
“Obviamente, depende de mim, mas também da sorte que ele possa ter. Neste desporto não estamos sozinhos em pista e tudo pode acontecer – tanto a ele como a mim, como ficou demonstrado na Alemanha. Mas o melhor é mesmo continuar a focar-me no meu próprio trabalho, para conseguir estar na frente e ganhar corridas.”
Olhando para o que resta da temporada, há circuitos que gostes mais ou menos do que aqueles onde já correste esta época?
“São todos muito diferentes. Há alguns circuitos onde, em circunstâncias normais, eu consigo ser naturalmente muito forte, e teremos que trabalhar ainda mais arduamente para ganhar vantagem. A mota está a corresponder bem e temos que entrar em cada circuito a acreditar que vai tudo correr bem, com um mindset totalmente positivo.”
Quais são os circuitos que melhor se adaptam a ti?
“Silverstone, Misano, Motegi, Phillip Island e Malásia: estes são alguns circuitos que eu gosto bastante e onde consegui sempre ser rápido.”
Como é que olhas para o Campeonato do Mundo?
“Não me preocupa. Estamos aqui para sonhar com título e lutar por ele. Vai ser difícil, mas acho mesmo que posso sonhar com o título. De qualquer forma, temos que pensar corrida a corrida.”
Ganhar o título será a única coisa que te deixará satisfeito esta época?
“Não, claro que não. Ficarei muito feliz com a temporada se conseguir lutar pelo título até ao fim e der tudo. Se não ganhar, então pelo menos será porque o vencedor teve uma época brilhante.”
E como é que olhas para o Campeonato Mundial de MotoGP?
“Acho que se consegue perceber uma diferença muito grande entre as Yamaha e as Honda. O Marquez também não teve as coisas a correrem-lhe tão bem quando ele provavelmente esperaria – mas é essa a beleza deste desporto. Todos os anos qualquer um pode evoluir, tanto pilotos como motas. E bom vermos o nosso ídolo na frente e só por isso a época tem valido a pena.”
De acordo com dados de 2013, as mulheres criam 35% dos negócios em Portugal. Os dados são do Global Entrepreneurship Monitor 2013 e colocam Portugal acima da média europeia (33,3%).
Rita Cabral, 24 anos, é uma dessas mulheres que ousaram sair da sua zona de conforto e criar a sua própria Empresa. Natural do Porto, estudante de gestão pela Universidade Católica de Lisboa, é a CEO e co-founder da Tradeizi, uma startup que pretende aproximar compradores e vendedores, em diferentes geografias, através de uma inovadora plataforma B2B.
A Excelência Portugal visitou a Tradeizi e falou com a sua CEO.
O nosso objectivo é poder conciliar as vantagens dos serviços electrónicos com o atendimento personalizado
Como surgiu a ideia de negócio?
A ideia que depois dá origem à Tradeizi surge de um amigo meu, que quando volta de uma feira na China, percebe que não havia nenhum local onde em tempo real pudesse verificar que empresas compradoras existiam. No fundo seria uma espécie de “facebook para empresas”.
O modelo inicial de negócio sofreu alterações? Contaram com o apoio de algum programa de Aceleração da Startups?
O modelo inicial sofreu imensas alterações, aliás ainda agora sofre alterações. Cada vez que falamos com potenciais clientes surgem novas ideias. Talvez por acreditar que o cliente tem sempre razão, e que por essa razão só devemos ter “amor” ao nosso objetivo e visão, tudo o resto tem de se adaptar à realidade, e assim, o nosso modelo de negócios e até mesmo o serviço que oferecemos, vai sendo alterado.
Claro que estas alterações e mentalidade só surgiram com o tempo, mas posso dizer que foi graças ao programa da Beta-i o “Beta-start” que foi possível esta evolução mais rápida. Nestes programas, mais do que modelos de negócio, ensinam que não devemos ser obstinados, acreditar é uma coisa, teimosia é outra. Para mim o truque está em “ir”, ou seja, falar com o máximo de pessoas possível e fazer todas as perguntas que imaginemos. Sim, vamos ter respostas que não queríamos ouvir, mas são essas mesmo que nos ajudam a evoluir.
Como obtiveram financiamento e como está distribuído o capital da sociedade ?
Através de um dos clássicos 3F’s – “family”. Os meus pais financiaram-me e eu entrei com o capital social. Também por essa razão tenho a maioria do capital. O resto do capital está distribuído pelo Miguel Barbosa Viana e pela etNos. A etNos (www.etnos.co) é a empresa que desenvolve e faz o design da plataforma.
Quem é o cliente-alvo da Tradeizi?
O cliente-alvo são as pequenas empresas da indústria do vinho, sejam eles produtores, distribuidores, importadores, etc. No fundo são todas as empresas que querem vender e comprar vinho.
Quais as geografias onde maioritariamente procuram parceiros comerciais?
Estamos a dividir em duas partes, os produtores e os compradores. Relativamente aos produtores, queremos ajudar sobretudo os portugueses e os do Novo Mundo (Chile, Argentina, África do Sul, etc.). E estamos a procurar compradores de países em expansão, por exemplo China, Angola, Rússia.
Como funciona a plataforma? Que opções existem para o cliente e que serviços oferecem?
A plataforma funciona através de um sistema de subscrição mensal. O utilizador escolhe, dependendo das funcionalidades e o valor que pretende pagar, o pacote que mais se adequa à sua empresa. Claro que disponibilizamos uma modalidade gratuita para as empresas poderem testar algumas funcionalidades.
Oferecemos três tipos de serviços: um sistema de matchmaking, que de acordo com as características do produtor, seja o seu catálogo, quantidades produzidas, qualidade do produto e para onde pretende exportar, recomenda potenciais empresas compradoras;
Disponibiliza um guia de exportação, onde é feita uma análise dos principais procedimentos relacionados com o país de destino, seja a realidade económica com as oportunidades e obstáculos que a economia apresenta, os certificados e taxas envolvidas para exportar, contactos relevantes e outras informações importantes;
E ainda, de forma a optimizar a comunicação das marcas, desenvolvemos um business network onde as empresas podem partilhar informação para o mercado desejado, em tempo real. Quando ganham um prémio no seu produto, vão estar presentes numa feira ou mesmo quando têm um novo produto no catálogo.
o facto de nós sermos focados numa única indústria permite um acompanhamento e informação muito mais personalizada
O que distingue a Tradeizi de plataformas de terceiros, nomeadamente as ligadas ao sector bancário?
Confesso que não conheço bem as plataformas do sector bancário, mas o facto de nós sermos focados numa única indústria permite um acompanhamento e informação muito mais personalizada. Claro que nossas funcionalidades também são bastante diferentes das plataformas de e-commerce que existem no mercado. O nosso sistema de matching permite conhecer em tempo real quais os compradores mais indicados para cada produtor, e vice-versa.
A Tradeizi tem dado grande enfoque ao sector vinícola. A especialização nesta área é uma objectivo prioritário ou pretendem abordar o mercado de uma forma universal?
A especialização no sector vinícola neste momento é um objectivo prioritário. A nossa estratégia passa pelo profundo conhecimento do sector e onde os nossos serviços possam de facto fazer a diferença, e esta é uma indústria que demonstra poder beneficiar da Tradeizi.
A nossa visão a longo prazo é chegar a outras indústrias, queremos ajudar as pequenas empresas, e embora as realidades e dificuldades que cada indústria atravessa possam parecer muito diferentes, na verdade se olharmos num sentido mais macro é fácil identificar as semelhanças. Por esta razão, acreditamos poder crescer para mais sectores com alguma facilidade.
Quantas pessoas estão envolvidas no projecto e em que áreas?
Neste momento somos 5 pessoas, embora só 3 a tempo inteiro. Somos dois da área de gestão, responsáveis por todo o planeamento estratégico, de comunicação e área comercial; dois engenheiros informáticos, que desenvolvem tudo o que tenha a ver com a plataforma, website e outros desafios informáticos; e um designer, responsável por pôr as coisas apelativas.
Além dos serviços prestados de forma electrónica, a Tradeizi fornece ou pretende vir a disponibilizar algum serviço directo junto dos potenciais compradores ou fornecedores?
O nosso objectivo é poder conciliar as vantagens dos serviços electrónicos com o atendimento personalizado. Acreditamos ser crucial que as empresas vejam uma cara e que confiem em nós para os diversos desafios. Aliás, só através do contacto directo nos é possível melhorar e adaptar a plataforma à realidade.
Claro que o serviço informático tem muitas vantagens, não só permite ao cliente obter a informação com mais rapidez, como também nos permite escalar o serviço e poder alcançar mais empresas.
A Tradeizi tem planos de expansão/internacionalização?
Claro que sim.
Estamos a começar com produtores portugueses, mas já temos contactos de muitas outras empresas interessadas, em países como Chile, Argentina, EUA, Brasil, Austrália, entre outros. Estes contactos são tanto do lado do produtor como importadores/exportadores.
O Laboratório de Investigação Pedagógico (LIP) é um projeto que surgiu da necessidade de fomentar a consciencialização, formação e prevenção do cancro na população jovem, nomeadamente em jovens a frequentar a escolaridade obrigatória. Esta iniciativa partiu do Departamento de Investigação da Liga Portuguesa Contra o Cancro – Núcleo Regional do Norte (LPCC – NRN) e conta com o apoio de vários investigadores e Bolseiros da Instituição da área do cancro para dar formação aos alunos das escolas da região Norte de Portugal.
Esta formação tem em consideração os programas de educação para a saúde das escolas, bem como pedidos efetuados por parte das mesmas, de modo a conseguir responder às necessidades dos alunos. Deste modo, as atividades do LIP podem ser divididas em três modalidades:
Os “Sábados Científicos” , que consistem na deslocação dos jovens à LPCC-NRN, de forma autónoma, durante três sábados para obterem uma mini-formação na área da oncobiologia;
A “Escola vai ao LIP”, que consiste na deslocação dos jovens à LPCC-NRN, durante a semana, para realizar atividades laboratoriais na área da oncobiologia, assistir a uma palestra sobre diversos temas relacionados com o cancro e visitar da LPCC-NRN, nomeadamente a Unidade de Rastreio de Cancro da Mama entre outros;
O “LIP vai à escola” , que consiste na deslocação dos investigadores às escolas a fim de realizar palestras e atividades no contexto escolar.
Em funcionamento deste 25 de Janeiro de 2014, o LIP já contribuiu para a formação de cerca de 1786 jovens e este ano tornou-se parceiro oficial do projeto “Universidade Júnior”, da responsabilidade da Universidade do Porto. A “Universidade Júnior” é, atualmente, o maior programa nacional de iniciação de jovens ao ambiente universitário e este ano contou com a participação de mais 5500 jovens, durante o mês de Julho. A LPCC-NRN associou-se a este projeto, abrindo as portas do LIP para receber 64 jovens nas 4 semanas de atividade. A atividade realizada teve como título “ Porque somos todos diferentes? Dá célula normal à célula tumoral…!” e permitiu aos alunos a realização de trabalhos experimentais que tinham como objetivo a melhor compreensão dos mecanismos subjacentes ao funcionamento do organismo humano e a sua relação com os processos inerentes ao desenvolvimento de cancro.
O LIP possui um blogue (http://liplpcc.blogspot.pt/ ) e uma página de facebook (https://www.facebook.com/lip.lpcc) onde se encontram divulgadas todas as atividades realizadas e as escolas que estiverem interessadas em desenvolver atividades em conjunto podem entrar em contacto através do email: liplpcc@gmail.com.
O projeto UIM foi criado em 2006 a partir da iniciativa conjunta da Universidade do Porto (Portugal) e da Universidade de Oviedo (Espanha), tendo sido posteriormente valorizado com a participação da Escola Naval. Estas três entidades trabalham em equipa num sentido único: o de proporcionar a jovens universitários uma experiência de formação rica e diversificada, envolvida num ambiente multidisciplinar e em cooperação, onde a componente principal é dar plena propriedade ao lema da UIM “Conhecimento e Aventura”.
O Curso da Universidade Itinerante desdobra-se em três ciclos principais: O Ciclo de Preparação, o Ciclo de Realização e o Ciclo de Conclusão. No Ciclo de Preparação efetuam-se não só encontros entre as três entidades organizadoras e os estudantes universitários, mas também ações de formação em ambiente académico; o Ciclo de Realização tem como principais componentes os momentos de Navegação e de Formação Académica quer a bordo do Navio, quer nos locais visitados quando atracados; o Ciclo da Conclusão caracteriza-se pelo desenvolvimento e apresentação de trabalhos/projetos realizados pelos alunos, de acordo com a temática anual de cada campanha da UIM. A avaliação positiva do projeto (analisada por um júri da UP) pode equivaler à creditação de 6 ECTS no currículo académico dos alunos das Universidades do Porto e Oviedo, ou nas demais instituições que validem o CURSO UIM.
Em 2015, a campanha da UIM é organizada pela U.Porto e pela Escola Naval e contempla dois cursos/rotas . A primeira “expedição” arrancou a 2 de agosto e, até 15 de agosto, vai passar pelo Porto, Berlengas, Porta Santo, Funchal e Lisboa. A segunda decorre entre 14 e 22 de agosto e fará o percurso Lisboa – Casablanca – Portimão.
Antes da partida do “Creoula“, os dez anos da Universidade Itinerante do Mar foram assinalados nesta sexta-feira, 31 de julho, no Novo Terminal de Cruzeiros do Porto de Leixões (APDL).