+351 : indicativo de moda made in Portugal

351_1 A +351 é uma marca 100% made in Portugal que está a dar os primeiros passos lá fora, com encomendas entre Nova Iorque e o Brasil. Recentemente, foi introduzida numa loja em Nova Iorque, a ‘Tictail Store’, em Orchard Street 90. Todas as peças são produzidas localmente, valorizando os melhores standards de qualidade da indústria têxtil portuguesa.

A personalidade vincada da marca destaca-se pela estética original e design único, com a concepção das colecções assente em linhas rectas, cortes confortáveis e diferentes texturas misturadas com pigmentos de cor e estampados com padrões desenhados especialmente para cada colecção.

 

351_3a1O processo criativo de Ana Penha e Costa é fortemente inspirado no estilo de vida ligado à cidade de Lisboa e à proximidade com o mar. A paixão pelo surf, pela música e pelas artes também se reflectem nas colecções. Influenciada pela aura de tudo o que a rodeia, a +351 oferece peças de roupa com atitude mas ao mesmo tempo um estilo descontraído para o dia-a-dia das gerações modernas actuais.

Emojis, estrelas, planetas, flores néon e listras fazem o universo paralelo que Ana quis transportar para a Colecção Primavera/Verão 2016, de forma a trazer cor e novos padrões para a cidade de Lisboa.

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A colecção está disponível na nova Loja/Atelier no nº18, da Rua Poiais de S. Bento, onde os consumidores poderão ter um contacto directo com a +351 e o com seu processo criativo. Poderá também ser encontrada no site oficial da marca (www.mais351.pt), na loja The Feeting Room, no Porto, no Espaço B, no Príncipe Real, e ainda no Hotel The Oitavos, em Cascais.

A criadora

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Ana Penha e Costa é uma apaixonada por Lisboa e pelo mundo. Trabalhou na Osklen, no Rio de Janeiro, e a ligação ao surf contribuiu para uma passagem pela Billabong, em França. Há 3 anos, lançou a +351, marca que criou com o objectivo de dar expressão ao design e produção nacionais, e que vê agora a sua 3ª colecção sair à rua.

Fotos: DR

TAP vence prémio com kits de bordo inspirados em latas de sardinhas

tap_kitsA transportadora aérea nacional recebeu o galardão de ouro dos Travel Plus Awards, na categoria “Ethically Sustainable Amenity”, atribuído aos seus kits de bordo de classe executiva, com design original.

As tradicionais latas de conserva de sardinha portuguesas serviram de inspiração a estas caixas que são oferecidas a bordo aos clientes da classe executiva nos voos de longo curso.

O júri considerou que este design, e em particular as características dos materiais utilizados na produção das caixas, permite minimizar o impacto ambiental, o que demonstra as preocupações ecológicas e de sustentabilidade da TAP.

Estes kits de executiva são mais um instrumento que a TAP encontrou para homenagear e divulgar símbolos da nossa cultura, concedendo um meritório destaque ao trabalho de diferentes artistas, criadores das imagens seleccionadas para decorar estas caixas.

Fonte: TAP
Foto: DR

INNOVMAR : CIIMAR conquista novo projeto NORTE2020

ciimar2INNOVMAR – Innovation and Sustainability in the Management and Exploitation of Marine Resources é o novo projeto de investigação científica do Centro Interdisciplinar de Investigação Marinha e Ambiental da Universidade do Porto (CIIMAR), com financiamento aprovado pelo Programa Operacional Regional do Norte (NORTE2020) através Fundo Europeu de Desenvolvimento Regional (FEDER).

O INNOVMAR procura identificar novos produtos marinhos com aplicações biotecnológicas; promover a inovação e valorização dos produtos do mar, em particular através da introdução de novas espécies de aquacultura e da avaliação da qualidade ambiental, vulnerabilidade e riscos para a gestão sustentável dos recursos naturais da costa NW e serviços dos ecossistemas – Vitor Vasconcelos, presidente da direção do CIIMAR

Constituído por três eixos de investigação distintos mas complementares: NOVELMAR – Novel marine products with biotechnological applications; INSEAFOOD – Innovation and valorization of seafood products: meeting local challenges and opportunities e ECOSERVICES – Assessing the environmental quality, vulnerability and risks for the sustainable management of NW coast natural resources and ecosystem service, o projeto pretende consolidar a investigação do CIIMAR e implementar ações estratégicas com impacto nacional e regional, contribuindo assim para o crescimento da economia azul.

O projeto, com a duração de três anos, recebeu um financiamento de cerca de 4.2 milhões de euros e prevê a contratação de 35 investigadores e técnicos.

Fonte: CIIMAR
Foto: DR

Lisboa é futuro, segundo o Financial Times

lx_visitportugal2Lisboa é uma das cidades europeias do futuro, de acordo com o ranking “Cidades e Regiões Europeias do Futuro 2016/17”, organizado pela FDi Intelligence Magazine, do Financial Times.

O que é que isto significa? Bem, a publicação do Financial Times, referência na área dos negócios e investimento, coloca Lisboa no 5º lugar do ranking das Melhores Cidades do Sul da Europa.

A lista, liderada por Istambul, conta com Madrid, Barcelona e Milão como cidades mais destacadas. Lisboa fica à frente de Liubliana, Roma, Ancara, Zagreb e Bilbao, e é ainda eleita, enquanto Região, entre as “Melhores Regiões do Sul da Europa”, desta vez em 10º lugar. Talvez haja muito mais para dizer, já que Lisboa mesmo que seja um bom exemplo do que é Portugal, Portugal é mais do que Lisboa. Mas passo a passo, conquistamos. Pessoa a pessoa, revista a revista, concurso a concurso, já são milhares, aqueles que sabem da existência de alguns dos nossos tesouros.

Ainda assim Lisboa consegue lugar no ranking do FDi, que reúne dados de mais de 294 cidades em 148 regiões e organiza-os em seis categorias para chegar ao ranking “Cidades e Regiões Europeias do Futuro”. As categorias incluem Recursos Humanos Ambiente de trabalho, Infra-estruturas, Rentabilidade, e Estratégia de apoio ao Investimento Directo Estrangeiro e Empreendedorismo.

Sentimo-nos muito lisonjeados pelo prémio dado pelo Financial Times à estratégia de Lisboa nos domínios da atracção de investimento, empresas e talentos. A repetição deste reconhecimento é para Lisboa um incentivo para continuarmos a trabalhar no sentido de transformarmos Lisboa numa das cidades mais competitivas, inovadoras e criativas da Europa- Duarte Cordeiro, vice-presidente da Câmara de Lisboa, em comunicado.

A cerimónia de entrega dos prémios realiza-se a 15 de Março, em Cannes, no MIPIM, a maior Feira de Investimento Imobiliário da Europa.
Isto depois de Lisboa ter sido igualmente distinguida há pouco tempo como a sétima cidade preferida pelos investidores europeus para o sector imobiliário, de acordo com o estudo da PwC/ULI “Emerging Trends in Real Estate, Europe 2016”.

Já são inúmeros os prémios, reconhecimentos, publicações e elogios feitos a Lisboa, ao Porto, a uma outra cidade, região de Portugal. Com o tempo, vão-se acumulando e podemos ser levados a pensar que já é suficiente, que basta. Mas nunca será assim. O mundo evolui, muda, transforma-se. Nada pára, nem nós podemos. E para sobreviver, viver e ser reconhecido pelos nossos feitos, é necessário, antes de mais, aceitar que a mudança é tão imprevista como é constante. A definição do nosso melhor varia de pessoa para pessoa, de ano para ano, e quem sabe, de dia para dia. O esforço para continuar a ser melhores não acaba: o futuro é o amanhã, que todos os dias é um dia diferente.

Lisboa é uma cidade do futuro, diz o Financial Times. Os portugueses são futuro, acrescenta a Excelência Portugal.

Fontes: Dinheiro Vivo, Expresso, Câmara Municipal de Lisboa, oje.pt
Foto: pressroom.visitportugal.com

bookinloop.com propões às famílias poupar €200M por ano sem impacto no bolso dos contribuintes

bookinaloopA Book in Loop, start-up recém-chegada ao sector dos manuais escolares, felicita o Governo português pela motivação em reduzir a fatura das famílias com a educação dos seus filhos, que ficou patente com a recente medida de fornecimento gratuito dos manuais para o 1º ano de escolaridade. Este passo é relevante e é dado no sentido certo, no entanto, como clamaram as estruturas representativas de pais e de professores, é necessário ir muito mais longe para resolver cabalmente o problema que as famílias enfrentam no mês de setembro perante a necessidade de gastar centenas de euros em livros e material escolar, uma vez que o 1º ano representa apenas menos de 1% das despesas totais em manuais ao longo do percurso escolar.

As famílias gastam todos os anos, em média, 216€ por aluno em manuais escolares do 5º ao 12º ano, enquanto que no ensino primário apenas gastam uma média de 42€. A isto acresce que a reutilização, além de menos necessária, é mais difícil durante o 1º ciclo de escolaridade pela idade das crianças que manuseiam os livros e a frequência com que têm espaços para preenchimento. Nestes anos, a abordagem ao problema só pode ser aquela que o governo lhe deu: a da oferta dos manuais em plena gratuitidade, o que não se compagina com a lógica de remuneração do sector privado e requer a participação do estado.

O grande desafio para os orçamentos familiares reside nos 2º e 3º ciclos do ensino básico e no ensino secundário, em que os gastos em manuais representam mais de 96% do total. A Book in Loop identificou o problema e propõe-se a resolvê-lo colocando ao serviço das famílias uma plataforma online suportada por uma rede de postos com dispersão nacional que com total comodidade e conveniência e certificação pedagógica permite poupar até 80% da despesa em manuais escolares, através dos mecanismos da sharing-economy.

Este projeto 100% português resulta da experiência de dois jovens estudantes e promete reduzir o preço dos manuais para as famílias de 216€ para cerca de 43€ sem pesar nos bolsos dos contribuintes nem causar embaraços ao Orçamento do Estado. Se aplicado à totalidade do mercado português de livros escolares, um mercado que movimenta mais de €250M todos os anos, o modelo da BiL pouparia €200M que estão a ser gastos ineficientemente.

bookinaloop2Como funciona

O processo é simples: quem tiver manuais usados em boas condições acede a bookinloop.com ou novoanoescolar.pt e vê onde se situam os pontos de recolha em que pode entregar gratuitamente os livros, ou pede à Book in Loop que os vá recolher ao domicílio. Os manuais entregues passam por um controlo de qualidade desenvolvido por uma equipa de investigadores da Universidade de Aveiro a fim de garantir as condições de utilização e, antes do início do ano lectivo, são colocados à venda no website. Nesta altura, as famílias acedem novamente à plataforma, identificam o estabelecimento de ensino e o ano escolar do(s) filho(s) e encomendam os livros, que poderão igualmente ser recolhidos num ponto ou entregues à sua porta num horário conveniente.

Quanto se poupa

Na Book in Loop há duas formas de poupar: comprando e vendendo. Ao comprar, os manuais usados são vendidos com 60% de desconto – por exemplo, se um livro custa 25 euros novo, o usado da BiL custará 10 euros. Ao vender, recebe até 20% do PVP original do livro em função das vendas, pois metade do valor da venda é equitativamente distribuído por todas as famílias que tenham entregue um manual com o mesmo ISBN. Por exemplo, se 10 famílias entregarem um determinado livro igual que seja vendido na plataforma a 10 euros, cada família receberá 50 cêntimos cada vez que um destes livros for vendido, e se for vendido todo o stock deste manual, quem o entregou receberá o valor total (os 5 euros). Esse valor ficará em conta corrente, podendo ser usado na BiL ou resgatado pelo cliente.

Fazendo contas, uma família que gaste 215€ por ano pode poupar 129€ ao comprar os livros na plataforma e pode ainda reaver 20% do que gastou nos manuais do ano anterior se decidir entregá-los, um valor na ordem dos 40 euros. Isto significa que, ao fazer o loop completo de compra e venda, uma família poderá poupar até 80% nos manuais escolares, neste caso cerca de 170 euros.

Sobre a Book in Loop

A Book in Loop é uma start-up, spin-off da Universidade de Coimbra, incubada no Instituto Pedro Nunes e na Startup Lisboa, promovida por três jovens de Coimbra e com investimento de Business Angels, dedicada a trazer as virtualidades da sharing-economy para o mercado da educação.

A BiL lançou a primeira plataforma de reutilização de manuais em Janeiro deste ano tendo já feito campanhas de recolha de livros em 60 escolas do país. Em Junho, no final do ano escolar, abrirá o período de entrega de manuais e a partir de agosto os livros estarão disponíveis para venda. Em Novembro conta iniciar o processo de internacionalização.

Fonte: Book in Loop/Startup Lisboa
Fotos: DR

TAP é a primeira operadora do Airbus A330neo com cabine Airspace

neo1A TAP assinou um acordo com a Airbus, no âmbito da AIX –  Aircraft Interiors Expo 2016, a decorrer em Hamburgo, através do qual a companhia aérea portuguesa se torna na primeira operadora do novo avião A330neo equipado com a nova versão de cabine Airspace da Airbus. 

Estamos extremamente orgulhosos pelo facto de a TAP ser a primeira companhia a operar a cabine Airspace da Airbus nos novos aviões A330neo. É com grande expectativa que tanto os nossos passageiros como os nossos tripulantes vão poder beneficiar de uma nova experiência de viagem proporcionada por este novo e inovador design de cabine de avião. Além do mais, a cabine Airspace representa um novo conceito sobre o qual poderemos projetar a marca TAP - Trey Urbahn, CCO (Chief Commercial Officer) da TAP

No âmbito da renovação da sua frota, a TAP fez em 2015 uma grande encomenda de aviões à Airbus, incluindo 14 aeronaves A330-900neo. Desta forma, os passageiros da companhia vão poder usufruir, pela primeira vez, de uma nova experiência de viagem a bordo dos novos A330neo com o conceito Airspace da Airbus, já a partir do final de 2017.

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Na nova cabine Airspace da TAP destacam-se, entre outras novidades, a introdução de um novo espaço de acolhimento, um sistema de iluminação LED de última geração com uma infinita variação de cores, compartimentos de bagagem maiores, modernas casas de banho e sistemas de entretenimento a bordo IFE e conetividade da mais recente geração.

Estamos muito satisfeitos por confirmarmos hoje que a TAP vai tornar-se na primeira companhia a apresentar a cabine Airspace da Airbus no novo avião A330neo. Desenvolvida a pensar nos passageiros e nas companhias aéreas, a Airspace abrange quatro pilares básicos: conforto, ambiente, serviço e design, garantindo assim que as cabines de avião da Airbus continuam a ser o benchmark do setor, tanto ao nível da experiência oferecida aos passageiros como do valor proporcionado às companhias aéreas – François Caudron, Vice-Presidente Sénior de Marketing da Airbus.

A relação entre a Airbus e Portugal é já longa, datando do ano de 1987, altura em que a TAP encomendou três aeronaves Airbus do modelo A310. Atualmente, a TAP opera uma frota de 61 aviões de fabrico exclusivo Airbus – 43 aeronaves da família A320 e 18 wide-bodies – e é a maior cliente do construtor europeu em Portugal. A partir de junho próximo, a TAP vai integrar na sua frota mais dois novos A330 para reforçar e expandir a sua operação no longo curso. A companhia encomendou também à Airbus aviões da última geração das famílias A320neo e A330neo.

Os aviões A330-800neo e A330-900neo são os dois novos membros da família wide-body da Airbus lançados em julho de 2014, cujas primeiras entregas estão previstas começar no final de 2017. Além deste novo interior de cabine Airspace, o A330neo incorpora também a última geração de reatores Rolls-Royce Trent 7000 e melhorias ao nível da aerodinâmica. Com características económicas imbatíveis, versatilidade e elevada fiabilidade, o A330neo proporciona reduções de combustível da ordem dos 14% por cadeira de avião, tornando-o no avião wide-body mais eficiente.

Fonte: TAP
Fotos: Airbus

 

Cem engenheiros de todo o mundo combatem no Porto

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Sabe o que são redes mesh? Já teve problemas com a cobertura da rede Wi-Fi de sua casa? Alguma vez tentou fazer uma ligação wireless com os seus vizinhos? Sabia que é possível criar uma rede livre para uma cidade inteira usando apenas tecnologia wireless?

Cerca de 100 engenheiros informáticos e de telecomunicações de todo o mundo estarão na cidade do Porto, de 1 a 7 de maio, para participar na ‘Wireless Battle of the Mesh’, um evento anual que envolve a comunidade mundial na área das redes mesh sem fios e que tem como objectivo testar, comparar e melhorar o desempenho das redes mesh.

De acordo com Filipe Borges Teixeira, investigador do Instituto de Engenharia de Sistemas e Computadores, Tecnologia e Ciência (INESC TEC), responsável pela organização do evento, as redes emalhadas sem fios (redes mesh), capazes de interligar milhares de equipamentos, são complexas e apresentam vários desafios tecnológicos.

Nesse sentido, e de forma a avaliar o desempenho de cada uma das soluções open source para criar e gerir este tipo de redes, realiza-se anualmente um encontro internacional para colocar à prova as soluções em ambiente real. A nona edição da “Wireless Battle of the Mesh” realiza-se pela primeira vez em Portugal, nas instalações da Faculdade de Engenharia da Universidade do Porto (FEUP).

Apesar das redes sem fios terem uma importância cada vez maior nas nossas vidas, este acesso nem sempre é possível. Existem regiões onde por questões técnicas ou económicas o acesso à Internet é deficitário ou inexistente. Este é um dos cenários onde as redes comunitárias e as redes mesh podem assumir um papel fundamental, interligando os habitantes de zonas remotas. Estas redes podem, em ambiente urbano, permitir a criação de redes sem fios de larga escala, livres e autogeridas, como a rede guifi.net na Catalunha, com mais de 30 mil nós activos na rede - Filipe Borges Teixeira.

A “batalha” para melhorar estas redes vai reunir cerca de 100 engenheiros internacionais, que se vão juntar para testar e comparar o desempenho de protocolos de acesso à Internet sem fios existentes, utilizando uma rede de mais de 50 dispositivos, ou promover o desenvolvimento de novos protocolos.

A “Wireless Battle of the Mesh” vai receber wireless hackers, mesh developers, OpenWRT developers, WISP e comunidade Wi-Fi, assim como estudantes, académicos e entusiastas pela área vindos de todo o mundo.

O torneio, que tem um carácter social por promover a partilha de conhecimento entre participantes e a experimentação de novas ideias e tecnologias, vai ainda contemplar um conjunto de palestras e workshops, dados por vários especialistas na área, relacionados com as redes sem fios e o desenvolvimento de cada uma das soluções.

As edições anteriores da “batalha” realizaram-se em Paris (França), Bruxelas (Bélgica), Roma (Itália), Barcelona (Espanha), Atenas (Grécia), Aalborg (Dinamarca), Leipzig (Alemanha) e Maribor (Eslovénia).

A “Wireless Battle of the Mesh” é gratuita, mas sujeita a inscrição em: http://www.battlemesh.org/

Fonte: INESC TEC
Foto: DR

Hotelaria: Joana Arvelos representou Portugal no encontro internacional “Young Hoteliers Summit”

arvelos1Joana Arvelos, estudante do 2º ano curso de Gestão Hoteleira da Universidade Europeia, venceu a primeira edição do “Hospitality Challenge”, uma iniciativa da Terra Internacional, com um projecto de aplicação de gestão de reclamações para hotéis através de emojis a partir de um tablet ou smartphone.

A primeira edição do Portuguese Future Hoteliers Summit organizada pela Terra International com o apoio do Young Hoteliers Summit e da École Hôteliére de Lausanne, decorreu no Monte da Quinta Resort nos dias 27, 28 e 29 de novembro de 2015. Nesta iniciativa que pretende incentivar a colaboração entre estudantes e líderes da indústria hoteleira, como motor de geração e concretização de novas ideias, participaram nove universidades de norte a sul do país, e 27 estudantes criteriosamente seleccionados pelas universidades, onde licenciaturas de turismo, hotelaria e hospitalidade são leccionadas.

O projecto “The Experience App” foi o passaporte que abriu as portas a Joana Arvelos para representar Portugal, em Março de 2016, no “Young Hoteliers Summit”, uma competição internacional disputada por estudantes de várias nacionalidades oriundos das mais conceituadas escolas superiores de hotelaria do mundo, na prestigiada escola suíça École Hôteliére de Lausanne.

Por outro lado, Inês Fino, também estudante da Universidade Europeia, membro da equipa que ficou em segundo lugar, conquistou a oportunidade de estagiar no Monte da Quinta, no Algarve.

A Excelência Portugal falou com Joana Arvelos e ficou a conhecer uma das nossas maiores promessas na área da gestão hoteleira.

Ia ter a oportunidade de representar Portugal pela primeira vez no Young Hoteliers Summit, isso significou tudo para mim!

Que significado teve a tua participação na 1ª edição do Portugal’s Future Hoteliers Summit?

Tudo começou numa aula de Marketing Turístico e Hoteleiro, onde a minha professora nos apresentou o Young Hoteleirs Summit (YHS) em Lausanne e a iniciativa da primeira edição do Portugal´s Future Hoteliers Summit (PFHS). Sempre fui uma pessoa criativa e por isso a ideia de ter um challenge ligado à indústria que mais gosto pareceu-me uma ideia excelente. Além disso, era uma oportunidade para conhecer pessoas do mundo hoteleiro e aprender com eles.

Passei por um processo de selecção, enviei o meu CV e fiz uma carta de motivação onde expliquei por que motivo era tão importante para mim participar no PFHS. Nessa carta expliquei que as minhas origens são algarvias e que tive o privilégio de observar o mundo do turismo de uma maneira muito próxima. Desde muito nova soube que esta é a área indicada para mim.

Depois desta primeira fase de selecção fui chamada para uma entrevista com duas professoras da minha Universidade. Uns dias depois recebi o email a dizer que ia representar a Universidade Europeia no Portugal´s Future Hoteliers Summit. Fiquei tão contente e isso para mim já foi uma vitória!

No último fim de semana de novembro começou, aquilo que espero que seja, o início da minha carreira no mundo da hotelaria. Estive ao lado de pessoas bastante profissionais e que na verdade, espero um dia vir a ocupar um cargo tão importante como o deles.

Já no YHS fomos colocados em grupos de três elementos perfazendo nove grupos. Destes nove grupos apenas cinco teriam a oportunidade de apresentar a sua ideia. Tivemos apenas uma noite para colocar a nossa ideia numa página e preparar a possível apresentação. Às 15:40h de domingo o projecto tinha de ser enviado para a organização, para o júri decidir quais seriam os cinco grupos a apresentar.

Quando soube que o meu grupo ia apresentar já estava prestes a subir ao palco. A adrenalina e a felicidade que senti naquele momento fizeram com quem fossem os melhores dez minutos da minha vida. Quando chegou a altura de saber os resultados e ouvi o meu nome e o dos meus colegas para recebermos o primeiro prémio a emoção aumentou ainda mais. As lágrimas caíam, mas estavam carregadas de orgulho e de alegria.

IMG_4944-Vencedores[1]Em que consistiu a tua apresentação?

No PFHS tivemos um challenge que neste caso era encontrar um sistema eficiente de gestão de reclamações que fosse influenciado pelo mundo tecnológico que temos hoje.

A minha ideia começou com a palavra do ano de 2015 pelo Dicionário Oxford, que na verdade não foi uma palavra mas sim um emoji. Acho que isso consegue descrever o mundo tecnológico onde agora vivemos. Inspirei-me por essa “palavra” e juntamente com o meu colega de grupo,  Tiago Castro do ESEIG,  começámos a ter muitas ideias que se resumiram numa aplicação bastante diversificada.

Com esta aplicação os hóspedes têm um contacto muito próximo com todos os departamentos do hotel, o que facilita a gestão não só de reclamações, mas também de elogios que acreditamos ser um ponto muito importante para o bom funcionamento do hotel. E claro, que os emojis estão bem presentes nesta aplicação.

Em que consiste o teu projecto/app? Que feedback tiveste da mesma?

Acreditamos que o nosso projecto tem tudo para funcionar. A aplicação pode ser utilizada por todo o tipo de clientes em diversos hotéis. Não só é uma aplicação de gestão de reclamações e de elogios, como também visa poupar recursos onde os hotéis gastam muito. Todas as informações relativas ao hotel e à região onde estes se encontram passarão a estar presentes nesta aplicação, evitando a utilização de papel. Temos assim também uma vertente económica e ecológica.

Outro ponto fulcral da aplicação é a possibilidade de o hotel gerar receitas, pois há uma secção que permite ao hóspede comprar bilhetes para os locais turísticos, fazendo assim com que o hotel receba uma percentagem de todas as compras efectuadas na aplicação.

Tanto eu como o meu colega Tiago, neste momento queremos que alguém invista em nós e nas nossas ideias, pois o feedback tem sido fantástico! Já recebemos várias propostas para colocar a nossa aplicação no mundo real, por isso o que precisamos é de alguém que realmente queira investir neste projecto.

É óptimo quando o nosso projecto é reconhecido e se as pessoas desta indústria acham que é realmente aplicável, o meu desejo é um dia poder utilizar a minha própria aplicação numa estada num hotel em qualquer parte do país, ou além fronteiras e poder dizer ”EU concebi isto!”.

Esta distinção possibilitou-te a apresentação do teu projecto em outras instituições?

Tive o enorme prazer de juntamente com o Tiago fazer a nossa apresentação na Escola Superior de Estudos Industriais e de Gestão em Vila do Conde, onde o Tiago está a terminar a sua licenciatura. Brevemente também irei fazer na Universidade Europeia, e sinto um carinho muito especial, pois vou falar de todo o meu percurso na minha própria universidade.

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Que expectativas tinhas relativamente ao prémio conquistado – representar a Universidade Europeia no Young Hotelier’s Summit 2016?

Antes de ir para o YHS, na Escola de Hotelaria de Lausanne, sinceramente não sabia muito bem o que esperar. Sempre foi muito importante para mim ter os pés bem assentes na terra e não criar demasiadas expectativas para não acabar desiludida.

Agora que já regressei, posso dizer que foi uma experiência que nunca irei esquecer. Tive a possibilidade de fazer excelentes contactos e de estar ao lado de directores dos maiores grupos hoteleiros do mundo. Foi muito gratificante, aprendi muitas coisas sobre o mundo onde quero trabalhar e assisti a excelentes palestras e workshops dados pelos próprios directores.
Desta vez não voltei com o primeiro prémio, mas fui a primeira portuguesa a participar no YHS. Eu e o Tiago representámos Portugal pela primeira vez no YHS, e isso é o melhor prémio que poderia conquistar. Foi uma honra.

Acho importante que Portugal seja aproveitado no seu todo. As pessoas tendem a sobrelotar o litoral do país, mas o interior do nosso país também tem tudo para proporcionar as melhores experiências a quem nos visita.

Quais são as tuas ambições na indústria do turismo? Como vês este sector estratégico no nosso país? Somos um destino de Excelência?

Ao longo destes meses percebi não só que é esta a indústria que quero realmente trabalhar, como também as apresentações em público têm sido muito importantes para mim.

Há pessoas que receiam expor-se perante o público e têm pavor às apresentações. Eu sinto o contrário, gosto de expor, partilhar as minhas ideias e motivar quem me ouvir. Comunicar e partilhar as minhas ideias, fazer com que quem me ouça se sinta inspirado para vingar na sua área, seja ela qual for.

Desde que comecei a minha licenciatura que tenho o prazer enorme de promover a Universidade onde estudo nas escolas secundárias e é uma óptima sensação quando consigo motivar um estudante a ingressar a minha Universidade, principalmente no meu curso.

Imagino-me a trabalhar nos vários departamentos dos hotéis que me permitam um constante contacto com o público.

Portugal é sem dúvida um destino de Excelência e é o país onde gostaria de gerir o meu hotel de sonho, promovendo produtos nacionais de qualidade num restaurante próprio. É esse o meu maior objectivo e espero concretizá-lo.

Acredito que temos tudo para fazer do turismo, o sector com mais receitas de Portugal. Somos as portas da Europa, temos o clima, as paisagens, a gastronomia, a cultura e a arte de bem receber. Os ingredientes estão todos cá, só falta investir mais no que temos.

Fotos: DR

Dois cientistas do Instituto Gulbenkian de Ciência ganham bolsas de mais de 1 milhão de dólares

ig_bolseirosAna Domingos, investigadora principal do grupo de Obesidade e Ivo Telley, investigador principal do grupo de Princípios Físicos da Divisão Nuclear, no Instituto Gulbenkian de Ciência (IGC; Portugal), receberam agora bolsas de Jovem Investigadores do Programa Human Frontier, no valor de 1,05 e 1,35 milhões dólares respetivamente, por um período de 3 anos. Os projetos apresentados envolvem 3 ou 4 equipas de investigação de diferentes pontos do globo e são coordenados pelos cientistas em Portugal. Apenas 7 projetos Jovem Investigadores Human Frontier foram financiados este ano.

O programa internacional da organização Human Frontier, (International Human Frontier Science Program Organization –HFSPO) financia cientistas e projetos científicos de “investigação básica ou fundamental que tenham um potencial inovador excepcional e criativo, em diferentes áreas das ciências da vida”. Este financiamento é altamente competitivo, sendo a taxa de aprovação destas bolsas de apenas 3%.

Para encontrar uma cura para a obesidade temos que estar na fronteira da investigação em obesidade o que muitas vezes requer interdisciplinaridade e estarmos dispostos a correr riscos – a Human Frontier apenas financia projetos que tenham estas características – Ana Domingos

Ana Domingos, Portuguesa, estuda os mecanismos neuronais responsáveis pela degradação da gordura. Recentemente, a equipa de investigação liderada por Ana Domingos publicou um estudo na prestigiante revista científica Cell onde estabelecendo, pela primeira vez, que o tecido adiposo é inervado. “Nós determinámos que a ativação de neurónios simpáticos entre adipócitos promove a degradação da gordura e consequentemente a perda de massa gorda. Este resultado representa uma nova estratégia para a indução da perda de gordura e em última instância, pode traduzir-se numa nova terapia anti-obesidade que poderia ultrapassar os problemas relacionados com o emprego de fármacos no cérebro”, refere Ana Domingos.

Este financiamento permite que o nosso grupo aqui no IGC e os três parceiros trabalhem num aspecto importante da biologia que não foi ainda abordado mas que sempre suscitou muito interesse. A nossa equipa oferece uma combinação perfeita de experiência para tornar este ambicioso projeto um sucesso. É uma grande honra ver esta ideia reconhecida e ter os meios para a testar - Ivo Telley

Ivo Telley, Suíço, estuda o posicionamento do núcleo e o papel que aí tem o esqueleto da célula, durante as primeiras fases do desenvolvimento da mosca da fruta. No projeto agora financiado, Ivo Telley propõe investigar o rearranjo espacial de diferentes moléculas dentro das células e o seu impacto durante o desenvolvimento do plano corporal do animal. Em particular, “estudamos como é que ocorre o seu posicionamento e porque é que as mesmas moléculas vão sempre para os mesmos locais, ou seja, como e porque é que o sistema é tão robusto”, explica Ivo Telley. A maior limitação para compreenderem estes mecanismos prende-se com a complexidade de uma célula ou organismo. Por isso, neste projeto, Ivo Telley junta forças com os grupos de Martin Loose (Institute of Science and Technology, Austria), Sebastian Maurer (Center for Genomic Regulation, Spain) e Timothy Saunders (Mechanobiology Institute, Singapore) para “reconstruir” bioquimicamente a organização espacial e temporal das moléculas numa célula artificial e visualizar o processo usando tecnologia de microscopia de ponta e de alta resolução.

Pode ler-se no comunicado da organização que a “International Human Frontier Science Program Organization (HFSP) irá atribuir cerca de 34 milhões de dólares para as 32 equipas de 2016. Os candidatos passaram por um rigoroso processo de seleção ao longo de um ano numa competição global que começou com 871 cartas de intenção envolvendo cientistas em 64 países diferentes em todo o mundo. Para além dos 7 financiamentos Jovens Investigadores (envolvendo 22 cientistas) foram atribuídas 25 financiamentos de programa (envolvendo 78 cientistas).”

O Programa Human Frontier:

O Programa Human Frontier é um programa internacional de apoio à investigação implementado pela International Human Frontier Science Program Organization (HFSPO), sediada em Estrasburgo (França). Este programa tem como objectivos promover a colaboração intercontinental e experiência em investigação interdisciplinar e de fronteira, focada nas ciências da vida. Esta organização recebe apoio financeiro dos governos ou conselhos da Austrália, Canadá, França, Alemanha, Índia, Itália, Japão, República da Coreia, Nova Zelândia, Noruega, Singapura, Suíça, Reino Unido, EUA e União Europeia.

Fonte/Texto: IGC
Fotos: Sandra Ribeiro

Açorianos criam aplicação educativa em forma de jogo

aventuranailhadaspalavras2aOs Açorianos Tânia Botelho e André Vieira lançaram, no dia 24 de Março, a aplicação jogável “Júlia e Gui – Uma aventura na ilha das palavras”.

Esta aplicação conta com vários jogos, acompanhados de instruções e de pistas dos personagens, para que as crianças possam aprender e/ou dominar competências ao nível da linguagem oral e escrita da forma que mais os agrada, a brincar.

Através da realização destes jogos, as crianças terão a oportunidade de otimizar competências do foro da consciência fonologia, discriminação auditiva e fala/discurso.

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A apresentação pública contou com a presença e participação da Dr.ª Cátia Silva, terapeuta da fala, que relatou a todos os presentes a sua experiência durante o período de ensaio desta aplicação e as conclusões bastante positivas retiradas da mesma.

“Júlia e Gui – Uma aventura na ilha das palavras” encontra-se disponível no Google Play e na AppStore e está destinada a smartphones e tablets com sistema operativo Android, IOS e Windows Phone.

A faixa etária recomendada situa-se entre os 2 e 12 anos de idade, sendo que, este limite pode ser alargado para crianças maiores de 12 anos devido ao caráter de intervenção que os seus conteúdos também assumem.

Fonte: Uma aventura na ilha das palavras
Fotos: DR