Primeiro Gin Tinto do mundo é português

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Começou esta semana a ser distribuído, no mercado nacional o Tinto Red Gin Premium, o primeiro gin tinto do mundo, produzido por uma empresa de Valença.

Com um custo, por garrafa, de 29.80 euros, as primeiras 5.000 garrafas já estão vendidas. O empresário, João Gueterres, já tem ingredientes em maceração para poder produzir mais cinco mil litros da bebida.

João Guterres tem 63 anos de idade e está ligado ao sector há cinco décadas. Cerca de 600 das primeiras 5.000 garrafas seguem para Angola, existindo vários contactos da Bélgica, da Holanda e também do Luxemburgo.

O Gin Tinto “made in Valença” tem 14 ingredientes, com destaque para o aneto, loureiro, nevêda, folha de Salgueiro, flor de sabugueiro, ervas de São Roberto, erva cidreira, Lúcia Lima, folha de eucalipto, o alecrim, alfazema, e o cítrico da casca da laranja verde, papoilas e amoras silvestres e perico, um fruto típico de Valença.

 

foto: DR
fonte: Rádio Geice

Pictomed – um projeto de Design Inclusivo (entrevista)

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A Pictomed constitui um projeto de Design Inclusivo com o propósito de desenvolver uma linguagem universal que permita o consumo de medicamentos de forma adequada. O projeto surge após a constatação de que as bulas dos medicamentos possuem frequentemente uma linguagem pouco acessível à compreensão do público em geral. Acresce que pessoas invisuais ou com deficiência motora encontram ainda uma panóplia maior de limitações neste mesmo sentido.

O projeto foi criado por duas jovens, de igual modo empreendedoras e criativas portuguesas, nomeadamente Sara Agostinho  e Romina Fernandes. Ambas formadas em Design Gráfico, pela Escola Superior de Artes Aplicadas, em Castelo Branco.

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Quais as motivações que levaram, duas formadas em em Design Gráfico/ Comunicação, se fundirem num projeto ligado à área da saúde? Para além de efetivamente procurarem um mundo mais inclusivo.

O projeto Pictomed surgiu em 2009, quando na cadeira de tipografia, foi proposto a ambas as promotoras um exercício, que consistia em aplicar diferentes tipografias, corpo de texto e cor, numa bula de medicamento e compreender como essas alterações influenciavam a legibilidade do documento. Quando a fundadora Romina Fernandes se deparou como este pequeno exercício afectava a  leiturabilidade da bula, questionou-se como fariam as pessoas com problemas de visão para terem acesso a uma informação com tamanha relevância.

Foi neste contexto que surgiu a ideia de criar uma solução, tentando aliar as nossas competências técnicas a uma necessidade real. O fato de não ser direcionado à nossa área de formação, não é inédito, pois em design de comunicação, é comum deparamo-nos constantemente com trabalhos de temáticas que não dominamos. Contudo tivemos desde inicio a consciência de que a área em que nos estávamos a inserir (saúde) é sensível. Todos os produtos e serviços são criados com normas mais estandardizadas, aplicando regras para o cidadão comum, a nossa motivação passou principalmente por incluir pessoas que não se enquadram normalmente nesses padrões, mas que têm os mesmos direitos à informação. Para além disso também pretendemos conferir maior qualidade de vida, pois as pessoas poderão ser mais autónomas e consequentemente mais ativas.

Estima-se que “cinquenta por cento da população mundial não toma corretamente a medicação”. Dados que não ficam à margem da atenção, de que modo se pode afirmar que a alteração (complemento) à apresentação das bulas e medicação possa contribuir para a diminuição do uso incorreto do medicamento?

Um medicamento é concebido com finalidade curativa, contudo a sua eficácia não depende meramente da sua composição mas também de outros fatores, que se traduzem numa administração correta. Sendo a bula a principal fonte de informação oficial disponibilizada, acreditamos que esta não é acessível a um conjunto de pessoas. O nosso objetivo é complementar a informação atual, para uma toma mais eficaz e rápida.

A nossa solução teve como principio a criação de pictogramas, que representam através de desenhos os conceitos tangíveis do processo de toma dos medicamentos. A linguagem visual é um forte recurso na transmissão de mensagens, facilitando assim a comunicação, pois é mais simples e direta. O nosso cérebro tem tendência para reter melhor a informação visual.

Nesse sentido a Pictomed criou um sistema de pictogramas que caracterizam aspectos como: horário, dosagem, modo de toma e patologias, etc. de modo a personalizar a terapêutica a cada pessoa. Acreditamos que este será um grande contributo para a  diminuição do uso incorreto do medicamento, pois a informação está disponibilizada em cada caixa, num formato de autocolantes, com grande dimensão e contraste. Estes estarão sempre presentes no ato da toma, relembrado assim ao consumidor qual o modo certo de tomar a sua medicação.

De que modo procuram alcançar este mesmo objetivo?

Nos últimos meses a Pictomed esteve a desenvolver o protótipo, para testar e validar em contexto real, de modo a comprovar a eficácia e funcionalidade do sistema. Para nós, como designers, é importante compreender as reais necessidades dos utilizadores, para desenvolver um produto que seja totalmente inclusivo. O nosso objetivo é que o nosso produto chegue ao público pretendido, para isso neste momento estamos à procura de recursos financeiros, por exemplo investimento e parcerias, para o desenvolvimento do produto e angariar os recursos necessários. Em paralelo a equipa da Pictomed está a preparar uma campanha de Crowdfunding, prevista para breve.

Quais as grandes vitórias alcançadas até à data? É possível verificar que se encontram presentes em Farmácias da Covilhã e Fundão, qual a área geográfica de influência que a Pictomed procura alcançar?

A primeira vitória foi o passaporte para o empreendedorismo, que deu a grande possibilidade de continuar com projeto, pois ambas as promotoras tinham um trabalho fixo e não tinham total disponibilidade para o seu desenvolvimento. Esta bolsa proporcionou a dedicação a tempo inteiro, tendo sempre como foco a Pictomed.

Outras grande vitória alcançada até hoje, foi conseguirmos mover pessoas, que acreditam no projeto e que têm contribuído para a evolução do mesmo. Todas elas com diferentes ambivalências desde: gestão, financeira, consultoria , social media, relações públicas, ciências farmacêuticas e medicina, têm acrescentado valor ao projeto, com os seus feedbacks nas diversas áreas.

E por último a mais importante de todas, tem sido ver o impacto do projeto implementado nas farmácias, as pessoas referem que é uma mais valia e que entendem melhor a terapêutica, temos testemunhos como o da D.Clementina “que giro…existem ideias realmente muito giras, esta é muito prática e necessária” ou como o da farmacêutica Catarina, (na Farmácia de Oeiras, onde foi realizado um beta testing): “O projeto é magnífico, está muito bem desenvolvido e é muito pertinente”. Para nós tem sido impressionante, a receptividade ao projeto e corresponder aos ideais para o qual foi desenvolvido.

Sendo um projeto de design inclusivo, não podemos afirmar que temos uma zona geográfica de atuação especifica, pois pretendemos que a Pictomed esteja em todo o lado. Contudo houve a necessidade de selecionar algumas farmácias para a realização dos beta testing, neste caso selecionamos a zona da capital e no interior do País, por espelharem realidades bastante diferentes e assim obtermos diferentes feedbacks.

A equipa é atualmente constituída por mais dois elementos, contando com o apoio de quatro instituições, de entre elas o Governo Português. Será de prever a longo prazo um aumento nestes setores correto? Quais os grandes objetivos a alcançar daqui em diante?

Como referimos, neste momento a nossa equipa já conta com um conjunto de elementos das mais variadas áreas. A longo prazo pretendemos aumentar a equipa, pois quanto mais diversificada for, mais valências terá o projeto. O nosso objetivo passa também por obter apoio e parcerias de instituições /associações ligadas à área da saúde.

Na próxima fase, a Pictomed pretende desenvolver a Mobile APP, pois será um grande complemento ao sistema, e ajudará sobretudo pessoas invisuais. Esta terá outras funcionalidades importantes, como por exemplo os alarmes.

O grande passo a alcançar será produção e comercialização do produto, fazendo assim chegar o sistema Pictomed junto do seu público alvo e também alcançar outros mercados internacionais. Pretendemos assim, ajudar a criar uma sociedade mais justa e informada, e este será o nosso contributo para um mundo melhor.

Por último, seguindo num outro sentido, gostava de compreender como os mundos de ambas criadoras se encontraram, assim como numa ótica de mensagem, qual o conselho que dariam para pessoas que juntas procuram desenvolver um projeto. (O que é necessário em termos informais, entre outros aspetos)

O nosso caminho cruzou-se durante a Licenciatura, e teve continuidade no Mestrado. Durante o Mestrado ambas as criadoras estavam a desenvolver projetos de Design Inclusivo para o sector da saúde e ambos tinham o mesmo intuito: investigar, desenvolver e simplificar informação para um nicho específico, e perceber como o design poderia ter um contributo tão importante na componente social. Ambas somos apaixonadas por desafios e pela nossa área de formação, sempre quisemos aliar os nossos conhecimentos a algo que fosse realmente útil para a sociedade. Após a conclusão do Mestrado, cada uma seguiu o seu rumo. Até que julho de 2014 surgiu a oportunidade de nos juntarmos e continuar a Pictomed. Mais do que colegas de trabalho somos amigas, apesar do principal fator que nos uniu nesta aventura, foi partilharmos a mesma vontade de contribuir com o nosso trabalho para melhorar a vida das pessoas.

O principal conselho que podemos deixar é fazerem aquilo que realmente gostam e que acreditam. A escolha da equipa é sem dúvida o maior desafio de qualquer projeto, pois mais que competências técnicas, é necessária paixão e empenho a cem por cento, seja qual for o seu papel. Outro conselho que podemos deixar é não ficar fechado em casa, é importante criar rotinas e ter um local específico para trabalhar. No nosso caso, optámos por uma incubadora e tem sido bastante interessante a troca de sinergias com outras startups. Por último, mas também muito importante, não tenham medo de falar sobre o vosso projeto, a partilha de ideias com pessoas das mais diversas áreas, e que provavelmente já passaram por experiências semelhantes, faz-nos “pensar fora da caixa”.

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[Para mais informações acerca da Pictomed pode consultar os seguintes links: www.pictomed.pt; www.facebook.com/Pictomed. Ou ainda entrar em contacto através de pictomed@gmail.com.]

 

fotos: DR

Laboratório Português de Hidrobiologia e Ecologia no topo Mundial

ICBAS

O Centro de Controle e Prevenção de Doenças do Departamento de Saúde e Serviços Humanos dos Estados Unidos, distinguiu o Laboratório de Hidrobiologia e Ecologia do Instituto de Ciências Biomédicas Abel Salazar (ICBAS), sediado em Atlanta. A distinção consistiu no Certificado de Desempenho obtido no âmbito do programa Ensuring the Quality of Urinary Iodine Procedures (2014EQUIP).

Como pode ler-se no site deste instituto (http://www.cdc.gov/labstandards/equip.html), o iodo é um micronutriente que o corpo usa para criar hormonas tiroideias que são absolutamente essenciais ao crescimento, desenvolvimento e metabolismo ao longo de toda a vida de uma pessoa. Estima-se que as desordens resultantes de deficiência de iodo afectem mais de um milhar de milhões de pessoas por todo o mundo. Por exemplo, a deficiência de iodo é a maior causa (prevenível) de problemas de atraso mental no Mundo. Assim, se percebe melhor a importância de criar, testar e normalizar métodos muito precisos para a quantificação de iodo (normalmente pela urina) nas populações.

O Laboratório de Hidrobiologia e Ecologia do Instituto de Ciências Biomédicas Abel Salazar foi distinguido, passando a pertencer a um grupo restrito de entre 183 laboratórios espalhados por todo o mundo. A distinção reconhece aquele laboratório da Universidade do Porto como parceiro capaz de realizar, com sucesso, o doseamento de iodo em urina humana, através de um dos métodos certificados para o efeito. Criado em 1993 e liderado por Adriano Bordalo e Sá o Laboratório de Hidrobiologia do ICBAS desenvolve a sua actividade nas áreas do ensino de Ecologia (ao nível de licenciatura e mestrado em Ciências do Meio Aquático, incluindo em cursos europeus) e da investigação multidisciplinar em domínios que dão desde a ecologia estuarina até à cólera em África, passando por biorremediação de zonas contaminadas por hidrocarbonetos, biogeoquímica associada aos ciclos do azoto e enxofre, estados larvares e juvenis de peixes, modelização de sistemas estuarinos e na carência de iodo em seres humanos – área onde foram agora distinguidos.

Este é mais um reconhecimento à investigação de excelência realizada nas Universidades Portuguesas, que ainda esta semana foi novamente reconhecida pela instituição de ranking internacional U-Multirank (http://excelenciapt.com/site/?p=1437).

Universidades portuguesas reconhecidas entre as melhores do mundo

Universidade NovaSeis universidades nacionais destacaram-se com nota máxima nos rankings do U-Multirank 2015: Aveiro, Coimbra, Lisboa, Minho, Nova de Lisboa e Porto

A segunda edição do ranking global U-Multirank foi recentemente divulgada e estas seis universidades obtiveram nota máxima – 10 valores – estando bem posicionadas comparativamente com as 1200 instituições de ensino superior de 85 países diferentes que este estudo engloba.
O U-Multirank é um estudo compilado e financiado pela Comissão Europeia no montante de 2 milhões de euros e o seu sistema de classificação é inovador, pois permite classificações multidimensionais, baseadas numa gama muito mais alargada de fatores do que as outras classificações internacionais.
Segundo a página da Comissão Europeia em Portugal, “A ideia é evitar classificações simplistas que possam originar confusões nas comparações entre as instituições de diferentes tipos ou esconder diferenças significativas ao nível da qualidade dos cursos da mesma Universidade”. Assim, em http://www.u-multirank.eu o utilizador tem a possibilidade de construir uma classificação personalizada baseada nas suas necessidades específicas.
A ferramenta de análise comparativa do desempenho das instituições baseia-se em 31 indicadores, organizados em 5 grupos distintos: ensino e aprendizagem, investigação, transferência de conhecimento, orientação internacional e envolvimento regional. Os autores salientam que cada instituição pode apostar em áreas de especialização diferentes, pelo que não pretendem fazer um “ranking das melhores do mundo”.
De acordo com a análise divulgada, no geral as seis universidades nacionais destacam-se sobretudo na investigação, enquanto falham na transferência de conhecimento e no ensino/aprendizagem.
Um especial destaque para a Universidade Nova de Lisboa (na imagem do topo encontra-se a Faculdade de Economia), que para além de ser a minha universidade, é a universidade portuguesa com maior número de pontuações máximas, com 13 critérios classificados na categoria A.

Apesar de o ensino superior português ainda ter muito que trilhar, é muito positivo este reconhecimento internacional por um novo estudo que tem sido bastante bem acolhido pela comunidade académica. Parabéns às Universidades!

Universidade Lisboa

Universidade de Lisboa

Universidade Minho

Universidade do Minho

Universidade Coimbra

Universidade de Coimbra

Universidade Aveiro

Universidade de Aveiro

Universidade Porto

Universidade do Porto

 

Melhor revisora do ano de jornal de alto impacto científico é portuguesa

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Melhor revisora do ano de  jornal de alto impacto científico é portuguesa

O processo de publicação de um artigo científico implica três grandes passos principais: 1) a escolha do jornal para onde enviar o trabalho desenvolvido (que se baseia nos objectivos do jornal, mas também na sua relevância – que é medida através do factor de impacto), 2) a primeira interacção com o editor, que pode recusar de imediato ou então enviar o trabalho para os revisores (passo 3) – que são, normalmente, cientistas cujo trabalho e mérito são reconhecidos pelos seus pares na área de trabalho. Embora esta metodologia esteja a ser cada vez mais questionada – sobretudo pela ausência de pagamento ao revisores/ tempos de resposta – continua a estar em vigor.

O jornal em causa é o “Omega, The International Journal of Management Science” da editora global Elsevier. O seu objectivo é o de dar a conhecer desenvolvimentos na área da gestão de projectos científicos, com destaque para resultados científicos inovadores e para aplicações. Pode ler-se no seu site, que o material publicado é de alta qualidade e relevância. Factos que são suportados pelo elevado factor de impacto do jornal: 3.5 – significa que em média cada artigo é referenciado por 3.2 artigos no espaço de dois anos após a sua publicação. Ora bem, esta mesma qualidade é assegurada exactamente pelos revisores, que, colocando questões, fazendo críticas, recusando artigos com pouca qualidade, permitem aumentar a qualidade e relevância do jornal.

O jornal Omega, atribuiu este ano, o prémio de melhor revisor de 2014 a onze cientistas. Desde o MIT, passando pela conceituada École Polytechnique, encontramos o nome da Professora da Faculdade de Engenharia da Universidade do Porto (FEUP) e cientista do grupo INESC TEC, Ana Camacho. Esta professora e investigadora é especializada na área da Data Envelopment Analysis e Performance Assessment, conta com inúmeros projectos de investigação, orientações de doutoramento e pós – doutoramento nas áreas da saúde, educação, retalho, indústria da construção, transportes, pescas, qualidade de vida e sustentabilidade a nível urbano e regional.

É o reconhecimento da excelência, não só no trabalho de investigação como no de revisor ou árbitro tão essencial ao escrutínio da qualidade científica dos trabalhos publicados.

 

foto: UP

Cátia Ferreira é uma das 3 finalistas do jumping Talent – Entrevista

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Cátia Pinto Ferreira destacou-se na 2ª edição do jumping Talent pela sua capacidade de trabalho, dedicação e adaptação, A jovem leiriense foi uma das três finalistas do evento promovido pela Universia Portugal.
O Jumping Talent  é o concurso de talento universitário que permitiu aos 70 melhores candidatos de entre 512 inscritos a prestarem as provas mais originais para serem recrutados pelas empresas participantes. A 2ª edição do evento realizou-se a 24 de Março na Câmara de Comércio e Indústria de Lisboa.
Os critérios de selecção passam pelo bom desempenho académico, pela fluência em inglês, capacidade de iniciativa, entusiasmo e vontade de dar o salto para o futuro!

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Cátia Pinto nasceu, a 8 de Fevereiro de 1992, em Leiria. Fez o ensino Básico na Escola da Maceira (actual Agrupamento de Escolas Henrique Sommer) e frequentou a Escola Secundária Domingues Sequeira do 10º ao 12º em Ciências Sócio-económicas. Ingressou numa Licenciatura em Gestão no ISEG – Instituto Superior de Economia e Gestão (Universidade de Lisboa-School of Economics and Management).
Em 2012 integrou um programa de Erasmus, na Áustria onde estudou 6 meses Business Admnistration, Management.  Em 2013 concluiu a licenciatura e decidiu continuar a sua formação académica, escolhendo o Mestrado em Contabilidade, Fiscalidade e Finanças Empresariais.
O ano passado decidiu aventurar-se em mais um programa de mobilidade internacional na República Checa, onde esteve por 10 dias. Interessa-se por temas ligados ao empreendedorismo, diversidade cultural, inovação e sustentabilidade.
Privilegia as rotinas desportivas e recorre ao exercício físico como forma de relaxamento. Já foi directora geral de uma júnior empresa, já trabalhou na área dos recursos humanos e na banca. Ah, e tem 23 anos!
 Tenho uma espécie-de-bicho-carpinteiro que não me permite parar quieta e sempre tive um gosto especial pela inovação e “fazer-diferente”

Como te caracterizas?

A nível académico e profissional sou uma apaixonada pelas actividades e experiências em que estou envolvida, dando privilégio à aprendizagem multivariada e diária. Sou tolerante e facilmente me adapto a novas culturas e espaços profissionais. Tenho uma espécie-de-bicho-carpinteiro que não me permite parar quieta e sempre tive um gosto especial pela inovação e “fazer-diferente”. Danço desde os 9 anos e desde os 16 que sou coreógrafa e líder do meu grupo de dança.

Já representei Portugal no Parlamento Europeu, em Estrasburgo, pela Escola Secundária Domingues Sequeira e já trabalhei na área de Recursos Humanos e na Banca. Mais recentemente, fui Diretora Geral de uma Júnior Empresa de Consultoria de Gestão (ISEG Junior Business Consulting), onde era responsável por liderar 33 jovens empresários e 6 departamentos; Foi uma experiência única e que me permitiu ter uma visão holística sobre a dinâmica empresarial e de como é difícil liderar e gerir uma empresa.

Fiz ainda parte da organização do BET24, um evento de empreendedorismo que alcançou cerca de 300 pessoas durante 24 horas consecutivas. Organizei a “1ª Conferência de Empreendedorismo ISEG JBC” e fui convidada a dar o meu testemunho sobre “Empreendedorismo Jovem, quando começar?”. O ano passado conheci a AFA-Associação Fazer Avançar, em Leiria e integrei um projecto espetacular: o SPEAK, onde sou voluntária.

Em suma, o meu perfil é o cruzamento das minhas vivências académicas, profissionais e pessoais. Aprender com os erros, ultrapassar e lutar contra as adversidades sem nunca desistir! Aproveitar sempre as boas oportunidades que surgem, apaixonando-me pelo que faço!… E claro: sorrir à vida e aproveitar cada momento!

Acho brilhante a aproximação num tom mais informal dos jovens universitários às empresas! Para a maioria dos estudantes recém-graduados as empresas são “um-bicho-papão” dado os formalismos pré-existentes.

Porque foste ao Jumping Talent? Como soubeste do concurso? O que te motivou a participar?

Primeira impressão que tive quando ouvir falar do Jumping Talent: “Concurso de Talentos?  As empresas vão competir pelos candidatos com maior potencial? Vão ser seleccionados os melhores perfis universitários para demonstrarem as suas competências aos coaches das respectivas empresas? – Eu quero fazer parte disto sem dúvida! ”

Acho brilhante a aproximação num tom mais informal dos jovens universitários às empresas! Para a maioria dos estudantes recém-graduados as empresas são “um-bicho-papão” dado os formalismos pré-existentes. O Jumping Talent é um quebra-gelo que permite um contacto com o meio profissional num ambiente mais descontraído. Quando recebi a chamada a dizer: “Cátia, é uma das candidatas seleccionadas!” Fiquei radiante! A oportunidade de participar neste concurso é excelente: é passar do “story-telling ao story-doing”, quero aproveitar ao máximo o evento e todos os desafios que me serão propostos.

Como foi a experiência Jumping Talent?

Foi dar um GRANDE SALTO! Para além dos prémios atribuídos aos 3 desafios em equipa, o evento tinha ainda como objectivo distinguir os 3 talentos revelação 2015, ao final do dia; No final do dia, eu fui uma das 3 escolhidas pelo júri. Recebi por parte do júri institucional uma distinção pelo desempenho ao longo do evento; destacaram a minha capacidade de comunicação, relacionamento interpessoal com os colegas e empresas, capacidade de trabalho em equipa, dinamismo e motivação. Os candidatos que chegaram à fase final constituirão a plataforma fundamental na qual as empresas participantes apoiarão os processos de selecção dos seus programas de estágio e primeiro emprego. Para além disso, eu e as 2 colegas que recebemos a distinção, ganhámos ainda uma mala de viagem e um kit de produtos L’oreal.

Foi extraordinário subir ao palco para receber a distinção como Talento Revelação 2015 (sinceramente, não o esperava). Na minha opinião o melhor prémio foi ter a oportunidade de participar num evento como este; os desafios em equipa colocaram à prova as minhas competências e permitiram-me testar os meus limites, bem como, sair da minha zona de conforto.

O desafio que mais temia era o de responder a uma questão aleatória perante os júris, em 20 SEGUNDOS; mas, passados os 20 segundos em palco constatei que até tinha corrido bastante bem. Adorei o dia desde o primeiro momento que pisei a Câmara do Comércio de Lisboa. Toda a equipa da Universia teve o cuidado de tratar minuciosamente de todas as etapas do evento; Os desafios estavam muito bem estruturados e deram um toque de autenticidade à relação empresa-estudante, estudante-empresa e houve oportunidade para networking com as empresas em painel. Foi um dia em Grande, non-stop! Muita criatividade, garra e dinamismo!

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Quais são agora as tuas metas académicas e/ou profissionais de curto prazo?

Terminar a minha dissertação (TFM- trabalho final de mestrado) e estou a frequentar o Curso Internacional de Coaching, de modo a diversificar as minhas competências e adquirir ferramentas mais inovadoras que possam ser aplicadas à Gestão e a nível pessoal.

E as profissionais e/ou académicas de longo prazo?

A nível profissional ambiciono trabalhar numa área relacionada com a minha formação e alcançar os meus objectivos pessoais. A nível académico pretendo continuar a investir nas diferentes vertentes que a Gestão alcança.


Um sonho?

Inspirar pessoas e apaixonar-me completamente pelo que faço! As simples as that!

Um lema?

Acredito que devemos de Sonhar em GRANDE e realizar os sonhos à nossa medida!

Uma referência (pessoa)?

Costumo dizer que a minha Mãe é o meu braço direito e que o meu Pai é um visionário que me inspira todos os dias!

 

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iUP25k volta a premiar as melhores ideias de negócio

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O perfil está traçado. “Basta” ter uma ligação à Universidade do Porto, juntar-lhe uma boa ideia de negócio, vontade de rentabilizá-la e de a fazer crescer no mercado. É tudo isso que se procura nos candidatos à sexta edição do Concurso de Ideias de Negócio da U.Porto – iUP25k, cujas candidaturas decorrem até ao próximo dia 19 de abril.

Promovido pelo UPIN – Universidade do Porto Inovação e pelo Clube de Empreendedorismo (CEdUP), o iUP25k é um instrumento de sensibilização para o empreendedorismo e criação de novas empresas que tenham por base processos de exploração de conhecimento e inovação gerados na Universidade. Procuram-se por isso empreendedores com ideias inovadoras e arrojadas, nas áreas, científica, tecnológica ou social. Em disputa está um total de prémios no valor de 25 mil euros (patrocinado pelo Banco Santander Totta), a dividir pelas três melhores ideias de negócio (15 000 euros para a melhor ideia e 5.000 euros para as duas restantes).

 

fonte : Notícias UP
http://noticias.up.pt/iup25k-volta-a-premiar-as-melhores-ideias-de-negocio/

mais informação em: http://iup25k.up.pt.

Jovem Investigadora em Eletroquímica recebeu prémio da SPE 2014

diana1cA investigadora do REQUIMTE/LAQV, Diana Fernandes, venceu o prémio de Jovem Investigadora em Eletroquímica do ano com o seu pós-doutoramento no Departamento de Química e Bioquímica da FCUP.

Diana Fernandes nasceu em Barcelos, a 12 de Fevereiro de 1980, onde viveu até concluir o 12º ano. Terminado o ensino secundário ingressou na licenciatura  em Química da Universidade de Évora. Em 2006, através de uma bolsa de investigação, muda-se para a Universidade de Aveiro  e um ano depois inicia o seu doutoramento. Após 4 anos de doutoramento candidatou-se a uma bolsa de pós doutoramento para aUniversidade do Porto, onde está desde Abril de 2011. diana1a

Com que idade sentiste o apelo pela ciência?

Não posso dizer que tenha sentido um apelo pela ciência numa idade específica. Foi uma coisa que foi acontecendo aos poucos. O facto de ter escolhido química foi devido a uma professora de explicações de química que tive no 12º ano. Até então nem sequer gostava muito da disciplina pois tive uma péssima professora do 10 ao 12º ano. Depois durante o curso existiram vários professores que me foram despertando o interesse pela ciência, que ficou ainda mais forte no estágio curricular do curso que envolvia um ano de trabalho laboratorial. Mais tarde, em Aveiro, a Doutora Helena Carapuça incentivou-me a fazer um doutoramento o que contribuiu em grande parte para hoje estar na ciência.

- Ser investigadora era um sonho ou foi obra do tempo e do percurso?

Tal como disse anteriormente foi mais obra do tempo e do percurso até porque nunca me tinha passado pela cabeça ser investigadora. Depois de terminar o curso fui trabalhar para uma empresa mas como o trabalho era um pouco repetitivo e nada desafiante decidi tentar a investigação. Fui para Aveiro para uma bolsa de investigação e aí o interesse pela ciência cresceu.

- Em que consiste o projecto que estás a desenvolver no àmbito do pós-doutoramento no Departamento de Química e Bioquímica da Faculdade de Ciências da Universidade do Porto (FCUP) ?

O projecto visa contribuir para as soluções para os actuais desafios globais de fornecimento de energia devido a graves problemas da mudança climática e da procura de novas fontes de energia renováveis. Neste contexto, o meu trabalho consiste no desenvolvimento de uma nova geração de híbridos eletrocatalisadores à base de materiais de carbono e polioxometalatos para aplicações relacionadas com a energia que incluem reacções electroquímicas relevantes como a decomposição da água nos seus constituintes O2 e H2, a redução do oxigénio para células de combustível e a reacção de redução do CO2 como uma estratégia para a redução electroquímica do efeito de estufa. Outra vertente é a aplicação destes materiais na construção de sensores para remoção de poluentes emergentes.

- Que aplicações práticas poderá ter o mesmo?

Podem existir várias. Por exemplo, o trabalho mais relacionado como os sensores poderá vir a contribuir para o desenvolvimento de uma nova geração de sistemas de tratamento de águas para consumo e residuais mais eficientes energeticamente e de menor custo. A outra parte do trabalho mais relacionada com a energia poderá vir a permitir a construção de um dispositivo para conversão eficiente de energia sem o recurso a metais nobres, baixando assim o seu custo.

- Que significado tem para ti este prémio? Pode aportar mais visibilidade e financiamento?

O prémio é importante não só porque é um reconhecimento do trabalho que desenvolvo mas também porque pode ser uma ajuda preciosa na progressão da carreira de investigação. Como é do conhecimento público, a ciência tem cada vez menos dinheiro e como consequência cada vez mais se vêem óptimos profissionais no desemprego por isso este prémio pode ter um peso significante quando concorrer a um lugar de investigador da FCT. É igualmente importante pois pode contribuir para aprovação de financiamento de projectos relacionados com o meu trabalho.

- Como encaras a investigação em Portugal? E o teu futuro?

A investigação científica já teve dias melhores pois a crise que se vive neste momento no nosso país também se estendeu à comunidade científica. Têm sido feitos cortes enormes no apoio às universidades e aos centros de investigação. São cada vez menos os projectos aprovados e além disso são atribuídas cada vez menos bolsas de doutoramento e pós-doutoramento, já para não falar nas posições como investigador. Hoje em dia é complicado fazer uma carreira científica em Portugal. Esquecendo a parte má a verdade é que aqueles que continuam a trabalhar na ciência desenvolvem trabalhos cada vez mais interessantes e importantes para a nossa sociedade. Além disso, o que se faz em Portugal em nada fica atrás do que está a ser feito fora do nosso país.

- Para além da paixão pela investigação, quais são os seus outros interesses?

Existem vários. Gosto de dedicar o pouco tempo livre que tenho ao convívio com as pessoas que me são mais próximas. Gosto também de fotografia, música, de praticar desporto, de ler e de estar envolvida em campanhas de ajuda animal.

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fotos: DR

 

Escola de Startups do UPTEC com candidaturas abertas até 31 de Março

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A Escola de Startups do UPTEC destina-se a empreendedores com projectos de negócio de base tecnológica, científica ou criativa, que desejam criar a sua própria empresa.

O programa da Escola de Startups pretende sensibilizar os novos empreendedores para os principais desafios no processo de criação e desenvolvimento de um projecto empresarial, bem como dar a conhecer ferramentas, conceitos, estruturas e pessoas que os ajudem a validar as suas ideias no mercado.

Durante seis meses, os participantes irão trabalhar na definição do modelo de negócio, identificação de clientes/ mercado(s), melhoria de processos de design e desenvolvimento de produto, compreensão da propriedade intelectual, gestão de equipas, oportunidades de financiamento, aspectos legais e financeiras, vendas e comunicação dos seus projectos empresariais.

Na Escola de Startups, as equipas participantes têm acesso a:(1) Workshops sobre diferentes aspectos da criação e desenvolvimento de negócios;

(2) Sessões de acompanhamento individual com os mentores UPTEC;

(3) Reuniões com empreendedores senior da rede UPTEC;

(4) Eventos de networking com parceiros externos;

(5) Treino de apresentação pública de projetos (pitch);

(6) Apresentação pública dos seus projectos, no Startup Pitch Day.

 

Candidaturas abertas até 31 de Março:
www.escoladestartups.org

 

IMPRIMIR a 360º

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Uma nova gráfica e uma forma revolucionária de imprimir nasceu no nosso país. A 360imprimir, empresa criada em Novembro de 2013, por 6 sócios, 3 engenheiros informáticos e 3 gestores veio repensar a impressão.

O grande problema das impressões é o desperdício de papel que surge e o pouco aproveitamento deste processo, encarecendo a maior parte das vezes o processo. Por isso, esta equipa desenvolve um novo software, este software pretende economizar tempo, espaço e agrupar, ao máximo, todas as encomendas feitas. Este processo permite reduzir os custos de impressão, em alguns casos até 80%.

Tudo isto é possível porque é a primeira gráfica online, o atendimento e apoio ao cliente é uma das maiores preocupações da empresa. Este processo online é o que permite à empresa agrupar vários pedidos e revolucionar este sistema.

A 360imprimir focalizou o mercado para pequenas e médias empresas, pois este processo só é eficiente com encomendas acima das 250 unidades (garantindo assim o offset). A empresa disponibiliza vários layouts e opções para que as empresas que encomendem não tenham de perder tempo com todos os passos do processo que normalmente são necessários para este tipo de situações.

Com um site muito simples e intuitivo é muito fácil, em menos de uma semana, ter cartões de visita da empresa com o layout apelativo e impressões de qualidade premium. Basta seguir as indicações do site, escolher tudo o que se pretende e quantidades, a encomenda é pré-visualizada pelo cliente online e a encomenda é enviada para onde seja pretendida.

Jorge Correia, Managing Partner da empresa, explica que existem duas fases de desenvolvimento, pró-activa e reactiva. A fase pró-activa, em que o objectivo é uma educação do cliente, para a utilização dos produtos já desenvolvidos pela empresa e uma rápida utilização do produto. E uma fase reactiva, que já envolve uma análise a todas as encomendas, correcções e reimpressão do produto quando não tem os parâmetros de qualidade que a empresa impõe a si mesma.

O principal objectivo é optimizar todo este sistema moroso e juntar todos os processos que envolvem este tipo de produtos. Aqui o design, a impressão e a entrega estão todas agrupadas num só processo.

Apesar do seu início quase familiar, a empresa em menos de 1 ano e meio aumentou para 19 colaboradores, e em poucos meses pretende aumentar este número para 26. Espera também, no espaço de 2 meses, implementar o modelo de negócio no Brasil, onde já estão a montar uma fábrica, mas avisam que todo o processo anterior à impressão continuará a funcionar só aqui em Portugal.

Uma empresa nacional que começou a prosperar rapidamente, e que esse êxito se pode verificar a cada mês. Cada vez com mais encomendas, alargando os seus horizontes além fronteiras.

Visite a empresa em www.360imprimir.pt  


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