BICMINHO reconhecido como referência na União Europeia na área da bioeconomia

bicminho_O anúncio formal foi feito dia 11 de fevereiro, em Dublin, na Irlanda, no âmbito da Conferência Internacional ‘Bioeconomy Impact 2016’, um evento internacional que visa desafiar os investigadores europeus da área da bioeconomia a discutir sobre o valor e o impacto económico das suas pesquisas, nomeadamente ao nível da criação de riqueza e de novos empregos.

A bioeconomia será o grande motor de crescimento económico da Europa nos próximos anos – Nuno Gomes, CEO do BICMINHO

O BICMINHO vai assim desenvolver ações de mentoring,  business coaching e consultoria especializada a dois dos oito projetos de investigação na área da bioeconomia com elevado potencial de mercado: FOODSCAN, da Alemanha e PROteINSECT, do Reino Unido. FOODSCAN é um projeto que visa desenvolver um bio-sensor portátil e automatizado completamente inovador para detetar resíduos químicos e de pesticidas nas produções agrícolas e agroindústrias.  Por outro lado, o PROteINSECT desenvolveu uma tecnologia que permite a exploração de insetos como uma fonte sustentável de proteínas para alimentação animal.

A bioeconomia será o grande motor de crescimento económico da Europa nos próximos anos. Ao dar resposta às necessidades de uma população crescente, ao mesmo tempo que protege o nosso ambiente e os nossos recursos naturais, a bioeconomia será determinante para ajudar a Europa conseguir um crescimento económico  sustentável, inteligente e inclusivo, gerador de riqueza e de novos empregos”, afirma com convicção Nuno Gomes, CEO do BICMINHO, eleito no final de 2015 Presidente do Bioeconomy Special Interest Group da European Business and Innovation Centre Network e Perito Externo da CCDR-N para o sector agroalimentar do Grupo de Trabalho para a Competitividade Industrial da Macrorregião RESOE.

A Bioeconomia é um sector de elevado potencial e em forte crescimento, e de grande relevância para a melhoria competitiva da Euro-Região Norte de Portugal – Galiza, com forte influência sobre muitos sectores industriais e económicos. Segundo dados da Organização para Cooperação e Desenvolvimento Económico a Bioeconomia movimenta no mercado mundial cerca de €2 triliões de euros e gera cerca de 22 milhões de empregos, assumindo-se portanto como a única economia alternativa para o século XXI para a União Europeia.

Fonte: BICMINHO
Foto: DR

Portugueses entre os mais influentes do mundo em evento no Dubai

pip1O World Government Summit é um evento para a partilha de conhecimento, envolvendo áreas como o Governo, Tecnologia e Inovação. Funciona como um ponto de troca de ideias e experiências que agrega vários agentes destas áreas, fomentando o desenvolvimento humano.

Nesse sentido, o World Government Summit reúne, mais de 400 líderes de 90 países, incluindo também académicos, investigadores e representantes de organizações internacionais, e irá contar com presenças de renome como Rania Al Abdullah,  Rainha da Jordânia, Richard Branson, CEO & Fundador da Virgin e ainda HE Ban Ki Moon, Secretário Geral da Organização das Nações Unidas, criando uma oportunidade para construir redes de contacto colaborativas.

A 4ª edição do World Government Summit é assim composta por duas exposições principais, sendo que uma é a apresentação de projetos no Pavilhão da Inovação, onde estarão projetos governamentais de todo o mundo relacionados com inovação, bem como a entidade portuguesa Patient Innovation.

O projeto Patient Innovation, liderado pela Católica-Lisbon School of Business and Economics, é o resultado de uma cooperação internacional que inclui pessoas e instituições empenhados em ajudar a promover a difusão de inovações e conhecimento para melhorar a vida das pessoas.

O objetivo desta exposição específica, é informar, promovendo novas formas de pensar através da experiência, e inspirar os visitantes a contactar com os inovadores. Nesse sentido, o Patient Innovation leva consigo mais um projeto português.

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Esse projeto é o Feelipa Color Code, o código de cor para pessoas com deficiência visual, que teve origem no ano de 2009, quando a autora, Filipa Nogueira Pires, aquando do Mestrado em Design de Produto da FA-UTL e em parceria com o Centro Helen Keller (uma escola dedicada à integração de alunos com problemas visuais e com outras necessidades educativas), iniciou uma investigação com o objectivo de tornar a cor acessível ao maior número de pessoas possível, em particular às pessoas com algum tipo de deficiência visual.

O World Government Summit decorre de 8 a 10 de Fevereiro no Dubai.

Fonte: We Love Social
Fotos: DR

 

Arquitectura – Três projectos portugueses conquistam prémio da ArchDaily

cella_archdailyTrês projectos dos sete portugueses que se encontravam entre os finalistas do Prémio Edifício do Ano 2016, promovido pela Archdaily, plataforma online dedicada à arquitectura, são os vencedores nas categorias de Arquitectura de Lazer & Serviços, Arquitectura Pública e Remodelação. 

Fundada em 2008, a Archdaily é uma plataforma online dedicada à arquitectura que regista 350 mil visitas diárias e atribui anualmente este galardão internacional. Os projectos são seleccionados pela sua relevância na inovação espacial, social, material e técnica. A votação é realizada online pelo público especializado da área da arquitectura que visita a plataforma sediada em Nova Iorque.

Nesta sétima edição, estiveram disponíveis para votação cerca de 3.000 projectos a nível mundial, distribuídos por 14 categorias: Arquitectura Pública, Arquitectura Comercial, Arquitectura de Lazer & Serviços, Casas, Edifícios Habitacionais, Remodelação, Arquitectura Industrial, Arquitectura Educacional, Arquitectura Hospitalar, Escritórios, Arquitectura Cultural, Arquitectura Desportiva, Arquitectura de Interiores e Arquitectura Religiosa.

A votação dos vencedores do prémio Edifício do Ano 2016 decorreu até esta segunda-feira e o anúncio dos vencedores foi feito hoje no website da Archdaily.

Um bar na ilha do Pico, uma casa em Guimarães e uma cozinha comunitária num bairro da Costa da Caparica são os três projectos nacionais vencedores da edição deste ano, de um total de sete que estavam nomeados entre os cinco finalistas de cada categoria.

Arquitectura de Lazer & Serviços: Cella Bar / FCC Arquitectura + Paulo Lobo

 Cella Bar - FCC Arquitectura + Paulo Lobo. Image © Fernando Guerra | FG+SG

Cella Bar – FCC Arquitectura + Paulo Lobo. Image © Fernando Guerra | FG+SG

Remodelação: Casa em Guimarães / Elisabete de Oliveira Saldanha

Casa em Guimarães / Elisabete de Oliveira Saldanha. Image © Fernando Guerra | FG+SG

Casa em Guimarães / Elisabete de Oliveira Saldanha. Image © Fernando Guerra | FG+SG

Arquitetura Pública: Cozinha Comunitária das Terras da Costa / ateliermob + Colectivo Warehouse

 Cozinha Comunitária das Terras da Costa / ateliermob + Colectivo Warehouse © Fernando Guerra | FG+SG


Cozinha Comunitária das Terras da Costa / ateliermob + Colectivo Warehouse
© Fernando Guerra | FG+SG

Fontes: Archdaily e DN
Fotos: Archdaily

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Roteiro de Arquitectura divulga os Açores através do melhor da arquitectura contemporânea

Home Lisbon Hostel – O melhor Hostel do mundo é lisboeta

Home-Hostel-Lisbon[1]Os Hoscars, prémios que distinguem os melhores Hostels a nível mundial, atribuíram, na sua décima terceira edição,  o primeiro lugar ao Home Lisbon Hostel.

Este Hostel foi considerado não só o melhor “hostel médio” do mundo, mas também como o mais popular, como é possível verificar na lista de Hoscars publicada pelo Hostelworld. A unidade hoteleira lisboeta repete as vitórias conquistadas no ano passado nas mesmas categorias em que agora é distinguido.

O título de melhor estabelecimento deste sector de alojamento de baixo custo deveu-se aos viajantes de diversas nacionalidades que expressaram as suas avaliações, comentários e opiniões pessoais no site Hostelworld. Quanto à sua popularidade, esta foi apurada através do número de reservas feitas por unidade e da média das avaliações dos hóspedes.

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Nas 50 cidades consideradas de topo pelo Hostelworld, o hostel lisboeta alcançou uma avaliação de 98%. O segundo lugar é também nacional e pertence ao Yes! Porto Hostel (96%).

O facto de ter um lugar cativo no coração desta maravilhosa cidade confere uma mais-valia aos seus hóspedes, possibilitando o seu deslocamento com facilidade, tanto a pé como através de meios de transporte que se encontram nas suas redondezas. Tanto a zona do Castelo como do Bairro Alto poderão ser facilmente conhecidas, incluindo os seus pontos históricos e de diversão que ambos têm para oferecer, tanto de dia como de noite.

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O Home Lisbon Hostel tem como máxima para todos os indivíduos que o escolhem para estadia, o usufruto de um “tempo perfeito” nas suas instalações e com quem lá trabalha. Através da recuperação deste edifício histórico, tornou-se possível proporcionar aos turistas uma área de banhos e uma cozinha totalmente renovadas para que não haja tempos de espera e para que os seus utilizadores estejam à-vontade nas suas lides diárias.

Como prova das incríveis instalações existentes, encontramos um grande salão que proporciona o convívio entre hóspedes, momentos de descanso e de diversão fora dos seus quartos. Em relação aos espaços para pernoitar, as camas confortáveis e os quartos espaçosos com varanda ou grandes janelas sobre a cidade, conferem um ambiente acolhedor.

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Para além dos serviços habituais existentes num Hostel com prestígio, o Home Lisbon Hostel também oferece a utilização gratuita de Playstation, de DVDs variados e de serviço de lavandaria. Como cereja no topo do bolo, o pão servido com o café da manhã é confeccionado em casa diariamente.

Podemos assim afirmar que é o Hostel mais indicado para quem procura sentir-se no seu lar mesmo estando longe de casa. O alojamento transmite um ambiente confortável e muito familiar. A interacção positiva existente entre as pessoas e o seu staff, cativa os turistas.

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Outra variante referida como extraordinária pelos seus clientes, são as refeições caseiras elaboradas pela Mãe do proprietário, intitulada de “Mamma”, sendo indicadas como “deliciosas” e a “não perder”. Esta e muitas outras experiências, tornam o Home Lisbon Hostel memorável para quem teve oportunidade de lá ficar alojado.

Fontes: Home Lisbon Hostel e Económico
Fotos: DR

 

IBM Portugal lança 26ª edição do Prémio Científico IBM

A IBM Portugal acaba de anunciar a abertura das candidaturas ao Prémio Científico IBM 2015. O prazo termina a 31 de Março e podem concorrer jovens investigadores portugueses, ou residentes em Portugal há pelo menos 3 anos, com menos de 36 anos.

O Prémio Científico, instituído em 1990 pela IBM Portugal, é já considerado uma distinção única no país. Pretende reconhecer trabalhos de elevado mérito no campo das Ciências da Computação, estimulando jovens investigadores a investirem e a divulgarem os seus projetos científicos. O objetivo é impulsionar e promover a divulgação de novas ideias em Portugal e fomentar o relacionamento entre as comunidades empresariais, académica e investigação científica.

Os trabalhos,  desenvolvidos com rigor e inovação científica, têm obrigatoriamente de ser submetidos em Língua Portuguesa e em nome individual. Serão posteriormente avaliados por um júri constituído por um grupo de cientistas portugueses de elevado prestígio internacional e reconhecidamente líderes das principais áreas do conhecimento a que o Prémio Científico IBM está associado, e por um representante da Companhia IBM Portuguesa.

Este ano, a IBM Portugal lança a 26ª edição do concurso que já premiou 27 investigadores ao longo das últimas décadas, orgulhando-se de desempenhar um papel determinante na investigação em Portugal e de ter ajudado à aplicação prática de muitos dos trabalhos premiados, promovendo a implementação de soluções inovadoras que ajudem a responder aos desafios das nossas sociedades e contribuam para um mundo melhor e em constante evolução.

Em 2015, aquando dos 25 anos do Prémio Científico IBM, Sua Excelência o Presidente da República Aníbal Cavaco Silva presidiu à cerimónia, reconhecendo a iniciativa da IBM como um contributo inquestionável para o desenvolvimento do sistema científico e tecnológico nacional.

Mais informações em http://www-05.ibm.com/pt/pc/premio.html

Fonte: IBM
Foto: Presidência da Repúbllica

Cubi – empreendedorismo na moda aos 19 anos

Uma marca de roupa totalmente nacional que começou apenas por um site de vendas de páreos. A criadora da marca, Maria Roquete, com apenas 19 anos, criou uma empresa feita de cores e criatividade.

A Cubi é feita de amor! Peças únicas e especiais – Maria Roquete

Como estudante de design no IADE, Maria faz deste projecto um negócio paralelo à sua formação, com produtos feitos no nosso país e com peças feitas à mão com toda a sua dedicação. Depois do sucesso de vendas alcançado só com páreos, a criadora decidiu aumentar o número e variedade das peças que faziam parte da sua gama de produtos.

A Cubi foi fundada, em 2015, por Maria Roquete e  o número de fãs tem crescido de forma exponencial nas redes sociais Facebook e Instagram. Por enquanto, só podem ser feitas encomendas on-line, sendo possível escolher páreos, fatos de banho, casacos, vestidos e tops.

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Ao conversar com Maria, esta demonstrou ser uma jovem criativa com uma vontade imensa de fazer coisas novas e diferentes. Tudo começou sem ser planeado. Primeiro descobriu os páreos que tiveram uma enorme adesão após a sua exposição no site.  A parir dai, a criadora aproveitou para mostrar alguns dos trabalhos que já andava a desenvolver até então.

No início, Maria não definiu um target de vendas e sente que a idade não é sinónimo da existência de padrões de compra. Por outro lado, denota que a sua marca está muito virada para o sexo feminino, tendência que vai combater com a criação de peças masculinas.

Os preços variam entre os treze e os trinta euros, nunca havendo lugar a saldos, pois a Maria considera que o valor, por si só, já é reduzido.

A jovem designer afirma que a sua inspiração é predominante no Verão, por ser a época com a qual mais identifica, por vezes utilizando peças desta estação para as transformar em algo utilizável no Inverno. Neste momento, o projecto é exclusivamente seu, contando por vezes com a ajuda de familiares.

O primeiro Lookbook foi feito no Village Underground, um espaço que representa a essência da Cubi pela sua vivacidade e capacidade de transformação, pelas suas cores, texturas e formas.

Em relação ao futuro, o objectivo da criadora passa por desenvolver a marca e produzir cada vez mais novidades. O sonho de Maria passa por deixar de vender apenas online e avançar para um espaço físico, uma loja!

Fotos: DR

Azores Wine Company – Os melhores brancos de Portugal são dos Açores

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Classificada como Património Mundial pela UNESCO em 2004, a paisagem vinícola da Ilha açoriana do Pico é composta por dois sítios – o lajido da Criação Velha e o lajido de Santa Luzia.  Na sua singularidade, a cultura vinícola açoriana data do final do séc. XV tendo sido amplamente favorecida pelas características locais: o solo vulcânico pleno de nutrientes; o micro-clima seco e quente favorável à maturação das castas.

Actualmente, o desenvolvimento do potencial vitivinícola dos Açores é uma aposta do Governo Regional constituindo um indubitável contributo à economia e ao turismo – à criação de emprego e riqueza regionais. Segundo os dados referidos ao jornal Açores9, os apoios públicos à recuperação e desenvolvimento das vinhas duplicaram desde 2012, passando de 500 mil euros para mais de um milhão de euros em 2014. Em entrevista ao mesmo jornal, Vasco Cordeiro, actual Presidente do Governo Regional dos Açores, afirmou que este é um projecto exemplar capaz de elevar a região a um “patamar de excelência”.

Fruto da sua elevada qualidade, o vinho produzido no Pico chegou a ser servido aos czares da Rússia e no Vaticano.

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São destacadas: a exclusividade e identidade muito própria dos vinhos; uma boa mineralidade; boa acidez e a boa capacidade de envelhecimentoAntónio Maçanita à RTP Açores

António Maçanita, fundador da Azores Wine Company, integra um limitado mas crescente número de jovens enólogos dedicados à recuperação e restabelecimento da vinicultura açoriana com projecção e reconhecimento internacional. A Azores Wine Company, fundada apenas em 2014, encontra-se já em ampla expansão, gozando de inúmeras nomeações por mérito de produção e singularidade. Da colecção de castas raras – Rare Grapes Collection – denotam-se o Arinto dos Açores, o Verdelho e o Terrantez do Pico.

Facto reconhecido pela região, é a qualidade de renovar e, simultaneamente, salvaguardar algumas variadades de castas que se encontram ameaçadas pela parca produção local, bem como pelo mercado insustentável. Aliada a estas necessidades, a Azores Wine Company desenvolve-se a par com o enoturismo, pretendendo aumentar a produção de 13 mil garrafas de vinho para 250 mil por ano exportadas para a Bélgica, Canadá, França e Holanda. A empresa integra já um limitado círculo de restaurantes detentores de estrelas Michelin.

Pretende-se um crescimento consistente, mas, sobretudo, a prática da qualidade. Fazer bem, mesmo quando ao bem não corresponda o espectável.

Em exclusivo na Wine Advocate, pela mão de Robert Parker, a Azores Wine Company é também destacada como a única empresa portuguesa com três vinhos brancos em posição de excelência no respectivo ano de lançamento. Em destaque na revista classificaram-se os melhores brancos portugueses de origem açoriana: o Verdelho – “o Original” 2014, o Arinto dos Açores 2014, Arinto dos Açores – “Sur Lies” 2014. António Maçanita foi ainda um dos quatro nomeados para a categoria “Enólogo do Ano 2015” pela revista Wine – A essência do Vinho, cujo resultado será divulgado ainda este mês.

 

Fontes: Governo dos Açores, Público, Açores9, Visit Portugal e Revista Wine
Fotos: DR

 

 

 

 

 

Portugueses criam 1º sistema 3D do mundo para ajudar doentes epilépticos

epilepsiaUma equipa liderada por portugueses criou o primeiro sistema do mundo que usa tecnologia vídeo-3D, com baixo custo, para extrair movimentos durante crises epilépticas. Este novo sistema pode ajudar os profissionais de saúde no processo de diagnóstico e na definição de terapêuticas, não só em epilepsia, mas também noutras doenças neurológicas, como por exemplo na doença de Parkinson.

O objetivo passa agora por disponibilizar este sistema, que está a ser testado há um ano no Centro de Epilepsia do Departamento de Neurologia da Universidade de Munique, a outras unidades de monitorização de epilepsia e colaborar com elas para o bem dos doentes. O facto de se tratar de um sistema de baixo custo faz com que tenha potencial de generalizar o seu uso em unidades de diagnóstico e tratamento de epilepsia em todo mundo, mesmo nos países em desenvolvimento.

O sistema não requer nenhum tipo de intervenção nem no doente nem na cama onde estes doentes são monitorizados, uma vez que junta vídeo de grande qualidade (HD) a um radar de infravermelhos de alta velocidade para obter 30 imagens 3D por segundo. Os sensores 3D foram sincronizados com a atividade cerebral (EEG) do doente monitorizado e estão a ser utilizados em ambiente real hospitalar, em Munique
(Alemanha), num centro médico que serve 8 milhões de habitantes só nesta área da neurologia.

“O nosso sistema 3D consegue extrair trajetórias de movimento corporal muito mais rápido do que os sistemas 2D anteriormente utilizados e, em conjunto com o EEG, oferece mais informação quantitativa para o diagnóstico e decisões terapêuticas em epilepsia”, explica João Paulo Cunha, coordenador do Centro de Investigação em Engenharia Biomédica (C-BER) do Instituto de Engenharia de Sistemas e Computadores,
Tecnologia e Ciência (INESC TEC), responsável pelo projeto.

Este trabalho desenvolvido por investigadores do INESC TEC, da Universidade de Aveiro, da Universidade de Munique e da Universidade Técnica de Munique foi publicado na passada sexta-feira, dia 22 de Janeiro, na revista PLoS ONE, uma publicação que na área de “Life Sciences & Earth Sciences” do Google Scholar só é superada em termos de métricas de impacto científico pelas revistas Nature, Science e PNAS.

“A publicação deste nosso novo desenvolvimento na PLoS ONE é o reconhecimento de todo o trabalho que temos vindo a desenvolver nesta linha de I&D e pode ser uma porta para que mais portugueses consigam publicar as suas descobertas nesta que é uma das mais reconhecidas revistas a nível mundial”, conclui o docente da Faculdade de Engenharia da Universidade do Porto (FEUP).

Fonte: INESC TEC
Foto: DR

Fine&Candy : Hala Salem Achilas, a Libanesa que ilustra a marca portuense

São cadernos, blocos e agendas carregadas de símbolos. A ilustradora Hala Salem Achilas colabora com a marca portuguesa Fine&Candy, pintando flamingos, cupcakes ou palmeiras.

Hala Achilas avança ao Público que “é uma colecção feliz, com mistura de cores e símbolos californianos típicos mas também sofisticados. Como a Fine&Candy é uma marca de artigos de papelaria de luxo, foi possível deixar a imaginação voar com cores. Ainda assim, o estilo e a produção artesanal dão aos cadernos uma outra dimensão”.

Hala Achilas descobriu a marca portuguesa há dois anos e gostou muito dos seus produtos e estética.

O trabalho da ilustradora é conhecido em todo o mundo, tendo colaborado com casa de moda internacionais, com revistas como a Harper’s Bazaar, Vogue, Elle Decor ou a Nylon.

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As cores, o universo divertido, as viagens, natureza, pedras semi-preciosas, amuletos ou olhos são algumas das suas imagens de marca.

Prossegue dizendo que há “cada vez mais e mais pessoas atraídas pelo papel”. “É uma relação diferente daquela que se tem com as centenas de aplicações que existem hoje em dia”, defende. Num pequeno caderno, é possível “escrevinhar notas e ideias, fazer listas” e “todos os utilizam de forma muito pessoal, alguns personalizam com autocolantes, com fitas para assinalar eventos importantes. O papel transmite um sentimento diferente e mais íntimo”, acrescenta.

A Fine&Candy nasceu em 2009, no Porto. Apresenta quatro colecções anuais, de acordo com as estações do ano, mas ao longo do ano apresenta colecções de edição limitada, como a Hala Achilas. Os seus cadernos são produzidos manualmente em fábricas e gráficas do norte do país e são permitidas personalizações.

Os cadernos e agendas Candy Coast estão à venda na loja Fine&Candy no Porto (Rua de Tanger, 1356) e nas lojas revendedoras da marca.

 

Fonte: Público (Lifestyle)
Fotos: DR

Compal tem 60.000€ para apoiar projectos de empreendedorismo frutícola

compalEstão abertas até 18 de fevereiro as candidaturas para a quarta edição da Academia do Centro de Frutologia Compal, que pretende fomentar a inovação na fruticultura nacional e estimular a colaboração e criação de parcerias para o desenvolvimento de novos negócios.

As candidaturas podem ser feitas em www.centrofrutologiacompal.pt. Do total de candidaturas submetidas, serão escolhidos os projectos de 12 empreendedores para participar na Academia. Os três melhores projectos finais recebem uma bolsa de 20.000€.

Para responder às necessidades da nova geração de empresários agrícolas, a edição 2016 da Academia do Centro de Frutologia Compal terá um programa de formação mais robusto, reflexo da preocupação com o reforço de alguns módulos, entre os quais o de marketing. Fruticultura, gestão agrícola, associativismo, tecnologia e sustentabilidade são alguns dos módulos em sala que se mantêm, assim como a forte aposta na formação prática através de sessões em terreno. Para além da formação teórica e prática, estes empreendedores terão ainda oportunidade de integrar uma rede de networking, abrindo portas para novas colaborações e parcerias.

Podem candidatar-se empreendedores que pretendam criar ou expandir o seu negócio frutícola. Os seus projectos devem incidir em, pelo menos, uma das seguintes frutas: Alperce, Ameixa, Ameixa Rainha Cláudia, Cereja, Clementina, Diospiro, Figo, Laranja, Limão, Maçã, Melancia, Melão, Meloa, Marmelo, Pêssego e/ou Pera Rocha.

“Esta iniciativa surgiu em 2012 para colmatar as principais necessidades identificadas no sector agrícola, entre as quais a crescente aposta da nova geração de empresários agrícolas no reforço das competências de gestão” afirma José Jordão, Presidente do Centro de Frutologia Compal.

A Academia é composta por vários membros que apoiam e participam nesta iniciativa, entre os quais entidades do sector agrícola, instituições académicas, organizações de produtores, instituições bancárias, empresas de tecnologias e energia.

Fonte: COMPAL
Foto: DR