Ana Ferraz vence Prémio Nação Inovadora

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O júri do Prémio Nação Inovadora escolheu a investigadora barcelense Ana Patrícia Ferraz como vencedora deste prémio promovido pela Audi e a SIC Notícias. O resultado foi divulgado esta segunda-feira. 

Após a primeira fase que contou com 25 candidatos, Ana Patrícia Ferraz chegou à final com Gonçalo Fortes, fundador e CEO da Prodsmart e Miguel Neiva, designer fundador da Color Add.

Fico muito satisfeita por terem reconhecido o meu trabalho. Foram oito anos de investigação, trabalho e dedicação para chegar a uma solução que poderá ajudar a salvar vidas – Ana Patrícia Ferraz

Inovar e construir algo diferente, que contribuísse para a qualidade de vida das pessoas. É o lema de Ana Patrícia Ferraz que a levou à conquista do campeonato nacional e mundial da Microsoft Imagine Cup, na Rússia, há dois anos (na categoria de cidadania). Sempre com com o foco firmemente colocado na área da saúde.

Foi durante a licenciatura em Informática para a Saúde do Instituto Politécnico do Cávado e  Ave (onde leccionou) que começou a desenvolver um protótipo de um sistema para a determinação de testes pré-transfusionais de sangue, que desempenham um papel essencial nas situações de emergência médica. O protótipo realiza em cerca de 5 minutos os testes ABO e Rh, permitindo que se administre sempre um tipo de sangue compatível quando se faz uma transfusão. Ana acredita vivamente que este sistema pode salvar vidas.

Atualmente encontra-se a concluir o doutoramento em Engenharia Electrónica e Computadores na Universidade do Minho, além de ser mestre em Bioinformática pela mesma Universidade. É autora e co-autora de 13 publicações internacionais em jornais e conferências da especialidade.

Fonte: Nação Inovadora
Foto: Licínio Almeida, da Audi, com Ana Patrícia Ferraz e Francisco Maria Balsemão, do grupo Impresa (DR)

BLC3: Incubadora de Oliveira do Hospital no Top 10 Europeu

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A BLC3, de Oliveira do Hospital, acaba de ser distinguida com o prémio Top University Business Incubator numa competição que envolveu 117 incubadoras europeias. Com o nono lugar, a BLC3 foi a única incubadora portuguesa a aceder ao top ten deste ranking.

O Top University Business Incubator é considerado o ranking de referência das melhores incubadoras de empresas ligadas ao meio universitário. O prémio de 2015 foi atribuído pela UBI Global e pela I3P – Incubadora de Empresas Inovadoras do Politécnico de Turim numa conferência internacional realizada a 26 e 27 de outubro em Turim, em Itália.

Associação BLC3 – Plataforma para o Desenvolvimento da Região Interior Centro, BLC3, é uma associação sem fins lucrativos, localizada em Oliveira do Hospital, que desenvolve atividades de (1) investigação e intensificação tecnológica de excelência, (2) incubação de ideias e empresas e (3) apoio ao tecido económico. about1[1]

João Nunes, Engenheiro Mecânico, aos 28 anos teve a iniciativa de criar a BLC3 como medida de combate a desertificação e envelhecimento da população na região interior centro e em 2010 foi-lhe dada a possibilidade de avançar com o projeto. Esta é a primeira e única entidade em Portugal criada para o desenvolvimento e industrialização das Biorrefinarias (2ª e 3ª geração) e da Bioeconomia e “Smart Regions”. Atualmente com 33 anos, o João é o Presidente e CEO da entidade.

A BLC3 funciona em duas valências: Centro de Tecnologia e Inovação e Incubadora de Empresas. A primeira remete para a valorização dos recursos endógenos através da tecnologia, contando com 22 projetos de I&DT (exemplo de alguns apresentado à frente), correspondendo à criação de 25 postos de trabalho (jovens investigadores com mestrado e doutoramento). No espaço da Incubadora, a BLC3 conta com 18 empresas/projetos incubados que correspondem a 31 postos de trabalho. É importante relembrar que o principal problema da região interior do país, está na fixação de jovens, uma vez que cada vez menos existem ofertas adequadas aos seus níveis de formação. A BLC3 contudo está a contrariar essa tendência e pretende continuar a captar jovens para as regiões mais periféricas.

As linhas estratégicas da BLC3 pretendem promover o desenvolvimento da Bioeconomia e “Smart Regions”:

  • Desenvolver e ligar o conhecimento aos problemas e oportunidades dos territórios;
  • Fixar massa crítica e jovens;
  • Alavancar a atividade económica através dos seus recursos;
  • Melhorar a qualidade de vida das populações; e
  • Promover o uso sustentável do espaço territorial de forma SMART e eficiente.

A BLC3 dispõe de uma estrutura e rede de excelência internacional composta por 55 entidades de 9 países europeus e mais de 115 investigadores e cientistas de excelência. Destaca-se, como por exemplo, o Conselho Superior de Investigação Científica de Espanha (CSIC), Escola Superior de Tecnologia e Gestão de Oliveira do Hospital, Escola Superior de Hotelaria e Turismo do Estoril, Instituto de Biologia Experimental e Tecnológica (IBET), Instituto Superior de Ciência Sociais e Políticas, Instituto de Tecnologia Química e Tecnológica (ITQB), Laboratório Nacional de Energia e Geologia (LNEG), Universidade de Coimbra, Universidade de Jaén, Universidade do Minho, Universidade do País Basco, National Research Council (CNR), entre muitas outras entidades tecnológicas e também empresarias.


Estrutura e Operacionalização

 

BLC3 | Centro Tecnológico e de Inovação

A BLC3 desenvolve as suas principais atividades (investigação e intensificação tecnológica) no seu Centro Tecnológico e de Inovação (CTI). O CTI é constituído por 4 pilares de desenvolvimento de atividades de I&DT+i: (1) Cidadania; (2) Energia e Território; (3) Ambiente e Qualidade de Vida; e (4) Agricultura e Tecnologias Alimentares, com um vetor de base Bioeconomia e “Smart Regions”.

BLC3 | Centro de Incubação de Ideias e Empresas

No Centro de Incubação de Ideias e Empresas (CIE) existe a aposta de industrializar os conceitos investigados e desenvolvidos e de fixar massa crítica resultante da atividade do Centro Tecnológico e de Inovação. O CIE é constituído também por uma Incubadora de Ideias e Empresas, Incubadora | BLC3, para o apoio e dinamização do surgimento, fixação e desenvolvimento de novas ideias e empresas na região.

A Incubadora|BLC3 está integrada na RIERC (Rede de Incubadoras de Empresas da Região Centro de Portugal), participa em redes nacionais de mentorismo de projetos de empreendedorismo e tem ligação a uma rede internacional de excelência ao nível da investigação e inovação criada pela BLC3.

BLC3 | Centro de Apoio a Projetos e Ideias Inovadores

O Centro de Apoio a Projetos e Ideias Inovadores (CAPI) apoia o desenvolvimento de projetos e ideias inovadores, dando suporte ao Centro Tecnológico e de Inovação e ao Centro de Incubação de Ideias e Empresas e articula a estrutura da BLC3 com as Áreas de Acolhimento Empresarial. É o principal elo de ligação entre a BLC3 e comunidade em geral. As principais atividades são a gestão de projetos, seleção e identificação de fontes de investimento e financiamento, promoção de fundos estruturais, de investimento e comunitários. Está integrado no CAPI o Departamento de Bioeconomia e de Apoio ao Tecido Económico e o Gabinete de Apoio à Propriedade Intelectual e Industrial (GABI).

BLC3 | Área de Acolhimento Empresarial

Fruto do forte caracter e missão de industrializar conhecimento e tecnologia, com foco para o mercado, a BLC3 apresenta como último pilar da plataforma, a ligação e articulação com as Área de Acolhimento Empresarial, para que seja possível promover aceleração e o “scale up” dos projetos do Centro Tecnológico e de Inovação e do Centro de Incubação de Ideias e Empresas. Por último, numa abordagem, de fora para dentro, apoia à dinamização de Área de Acolhimento Empresarial e promove a ligação e o contato entre BLC3/empresas, Empresas/Empresas e Regiões/Regiões.

Prémios:

  • 2013 – Prémio Excelência: Tecnologia e Inovação, atribuído pela Caixa de Crédito Agrícola de Oliveira do Hospital
  • 2014 – 2º lugar nacional nos Prémios Europeus de Promoção Empresarial (European Enterprise Promotion Awards – EEPA) na área de “Apoio ao desenvolvimento de mercados ecológicos e à eficiência de recursos”..
  • 2015 (Outubro): Top 10 University Business Incubator (Europe)
  • 2015 (Novembro) World Top 25 University Business Incubators

 

Projetos:

Centro Bio: Bioindústrias, Biorrefinarias e Bioprodutos (Infraestrutura Tecnológica)

O projeto “Centro BIO: Bioindustrias, Biorrefinarias e Bioprodutos” consiste na criação de uma nova infraestrutura tecnológica numa área emergente a nível internacional e pioneira em Portugal – as Bioindústrias, Biorrefinarias e Bioprodutos.

O projeto foi co-financiado pelo QREN, no âmbito do Programa Mais Centro e da União Europeia através do Fundo Europeu de Desenvolvimento Regional, no valor de 3,019 milhões de euros.

BioREFINA-TER (biorrefinação do Território)

O BioREFINA-Ter é um projeto multidisciplinar de I&D que está desenhado para desenvolver, em rede, a adaptação de tecnologias avançadas para efetuar a conversão de resíduos de exploração florestal e agrícola, de solos sem aptidão agrícola, em biocombustíveis de 2ª geração substitutos do gasóleo e da gasolina.

Já conseguiu congregar uma rede internacional de conhecimento composta por 32 entidades de I&D de cinco países europeus. Conta atualmente com uma rede de I&DT de 32 entidades de 5 países europeus.

i-DUCA (Inovação Educacional para o Desenvolvimento Sustentável: infanto-juvenil)

Assim o projeto pretende fomentar/contribuir para o desenvolvimento sustentável nos seus principais domínios (Económico, Social e Ambiental) preconizando: 1) a promoção do valor próprio, através da promoção do bem-estar (físico e mental) e competências, assim como, a estimulação e o desenvolvimento pessoal dos alunos tendo em consideração os valores da região onde são naturais: 2) valorização económica dos recursos endógenos, através da qualificação de capital humano; 3) fomentar nos jovens um espirito empreendedor e inovador, através da promoção da criatividade e outros mecanismos; 4) o recurso às tecnologias de informação/ informática com o objetivo de monitorizar/acompanhar o desenvolvimento das competências supracitadas e auxiliar no desenvolvimento de ferramentas e métodos para avaliar as mesmas e estimular os alunos.

Wastewater-pro (aproveitamento e valorização de efluentes de queijarias)

Os efluentes das queijarias são uma problemática e dificuldade existente e que muito preocupa todos os agentes económicos, diretos e indiretos, das zonas afetadas. Por um lado, as dificuldades em tratar e minimizar os impactes ambientais destes efluentes, e por outro, a significativa importância desta atividade para a região e sector primário.

No seguimento de 2 anos de trabalho de investigação e estudo por parte de alguns colaboradores da BLC3 o projeto de aproveitamento e valorização dos efluentes das queijarias encontra-se em fase de patente, com potencial enorme para a região, quer ao nível da possibilidade de produção novos produtos, como da minimização muito significativa dos problemas ambientais originados por este tipo de efluentes, perspetivando-se uma melhoria na qualidade de vida das populações afetadas, dos recursos hídricos e dos solos.

Projeto Jovens Agricultores

Este projeto é o resultado do Clube de Jovens Agricultores criado no Centro Tecnológico e de Inovação. Até à data representa já um investimento de cerca de 1,7 milhões de euros e a plantação de aproximadamente 60 hectares de macieiras e pereiras de S. Bartolomeu. Representa a primeira estrutura profissional de jovens agricultores que se está a criar na região de Arganil, Oliveira do Hospital, Tábua e Seia.

Fruit ECO-Drying Line (linha de desidratação automática e ecoeficiente de fruta)

Numa altura em que o mundo revela uma grande apetência pelos frutos secos – altamente valorizados nos mercados internacionais –, o projeto da BLC3 visa inovar, com um novo “modus operandi”, e valorizar uma das maiores riquezas regionais da região: a pera de S. Bartolomeu, também conhecida por Pera Passa, que quase desapareceu por falta de investimento tecnológico. O projeto de I&DT, financiado pelos fundos comunitários e com um valor de investimento de 603.623,10 Euros prevê a criação de uma unidade piloto que descasca, desidrata, espalma e embala as peras, automatizando todo o circuito que vai desde a produção até à entrada na cadeia comercial, com o objetivo de tornar esta linha ecoeficiente, por forma a tornar o processo competitivo.

Valor Queijo (valorização do queijo Serra da Estrela)

O principal objetivo deste projeto de I&DT, com o apoio dos fundos estruturais QREN/MaisCentro e com um investimento total de 533.524,98 Euros, é a valorização de um queijo DOP, através do desenvolvimento de um projeto de investigação aplicada para a construção de um protótipo de fabrico de unidoses de queijo de pasta mole.

Com a finalidade de valorizar a cadeia de valor, tanto para os produtores de leite como para as queijarias, que fabricam aquela iguaria serrana de Denominação de Origem Protegida a partir de leite de ovelha da raça Bordaleira Serra da Estrela, o projeto terá as seguintes fases: a) Criação de um “kit” analítico que diferencie o queijo produzido com o leite da raça Bordaleira Serra da Estrela daquele que incorpora leite importado de Espanha ou de raças de outras regiões geográficas; b) Eliminação dos bolores, que dificultam a conservação do queijo após os 35 a 40 dias de cura; c) Fatiagem do produto em doses individuais para responder aos novos padrões de consumo, com embalamento no auge da qualidade, através de uma embalagem que mantenha a textura da fatia e permita a sua conservação, sem bolores.

Value MicotecTruf (cogumelos silvestres e truficultura)

Explorar o potencial económico dos valores e dos co-produtos dos ecossistemas florestais é o objetivo do projeto biotecnológico que a BLC3 está a desenvolver conjuntamente com o Centro de Ecologia Funcional da Universidade de Coimbra e a Voz da Natureza – uma empresa incubada na BLC3 com atividade na área da investigação científica e tecnológica para o desenvolvimento de produtos inovadores.

O projeto visa desenvolver, na região interior centro do país, a produção de cogumelos silvestres nativos e investigar as condições propícias para a produção de trufas – fungos do solo que formam cogumelos subterrâneos. Este projeto foi financiado pelos fundos comunitários e tem um investimento global de 465.554,18 Euros. A executar durante os próximos dois anos, o ValueMicotecTruf contribuirá não só para a fitossanidade dos ecossistemas, como permitirá diminuir o risco dos grandes incêndios.

UpTextil

O setor têxtil da região Beira Serra é um importante setor empregador e de atividade económica. Neste contexto, a BLC3 está a dinamizar um cluster têxtil para o a valorização do setor, para o desenvolvimento de novos produtos e ligação ao Sistema Científico e Tecnológico. Este cluster é composto por 9 empresas da região Centro

Esta união permite que haja um aumento de capacidade de gerar valor acrescentado nas linhas de produção atual, pela produção de produtos com maior valor acrescentado.

Projeto S-MOBIL (Mobilidade Elétrica)

O S-MOBIL é um projeto de mobilidade elétrica assente em S pilares: “Smart”, “Small”, “Self”, “Security” e “Sustainable”. Este projeto encontra-se em fase de desenvolvimento piloto e está a criar um novo modelo de negócio de mobilidade elétrica “low cost” e com capacidade de responder aos desafios inerentes aos sistemas de mobilidade elétrica.


Fotos:
DR

 

 

IKI MOBILE – a nova marca portuguesa de telemóveis

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A IKI Mobile é a nova marca portuguesa de telemóveis, tablets e acessórios, que está pronta para conquistar o mercado português, apresenta smartphones de última geração, com um sistema operativo Android, a preços competitivos. A vasta gama estará disponível a preços que variam ente os 14,90€ e os 229,90€.

A IKI Mobile foi apresentada oficialmente por Tito Cardoso, CEO, numa cerimónia realizada, no dia 18 de novembro, no Pavilhão de Portugal, no Parque das Nações, em Lisboa onde foi revelado o showroom e a apresentação em primeira mão dos smartphones e smartwatchs da IKI, num grande evento de lançamento da autoria da PMP Produções. Foi neste dia, às 17h, que o site oficial ficou disponível com as gamas da marca e os respetivos preços.

No que se refere à sua gama IKI Mobile apresenta um vasto leque de modelos que possibilita ao consumidor optar pelo produto que melhor se adapta ao seu estilo de vida.

Quanto às especificações, a marca apostou na diversificação com processadores MTK Mediatek, do Dual Core ao Octa Core, Câmara com Resolução a variar até aos 13MP e outras características que combinadas oferecem ao cliente produtos direcionados, eficazes e fiáveis na utilização diária em ambiente profissional, lazer e pessoal. Com o slogan “IKI Mobile, o poder nas suas mãos” a empresa promete que todos os clientes poderão usufruir do poder das tecnologias mais avançadas que combinam com as melhores especificações, design e performance, sempre com um preço acessível e competitivo.

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No seu discurso, Tito Cardoso explica o porquê desta aposta “conhecidos por criar e concretizar ideias, decidimos conceber uma linha de smarphones e acessórios transversais a todas as idades, géneros e culturas, apostando sempre na elegância” e seguidamente, refere o conceito da marca e da criação do logotipo que simboliza a comunicação entre duas pessoas “a IKI Mobile ao proporcionar o recurso à melhor tecnologia e ao design mais arrojado, torna a comunicação de tal forma fluída, segura e confiante que os intervenientes, os dois “i” e o próprio ato (comportamento) de comunicar se fundem num só “k”. Assim se criou o logotipo IKI.”

Referente à expansão da marca o CEO afirma que “Portugal é símbolo de qualidade, temos tido provas disso em qualquer parte do mundo, pelo que criar uma marca com o símbolo nacional, não é apenas um orgulho enorme, é uma oportunidade. Dessa forma, a IKI Mobile, pretende que Portugal conquiste novamente o mundo. Tentaremos ter a mesma coragem, navegaremos os mesmos mares e, com orgulho, levaremos a marca de Portugal para os quatro cantos do mundo, através da tecnologia atual, os nossos telemóveis, os nossos acessórios, o nosso produto. Isto é a IKI Mobile.”

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Entrevista – Patrícia Augusta apresentou a sua primeira colecção no Portugal Fashion

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A jovem arouquense Patrícia Augusta apresentou a sua primeira colecção na 37ª edição do Portugal Fashion, evento nacional de moda que teve lugar no Porto, no final do mês de outubro.

O Portugal Fashion inclui, desde 2010, o espaço Bloom – Jovens Criadores, com o propósito de dar palco às criações de jovens promessas do mundo da moda. Foi neste espaço que a jovem criadora deu a conhecer o seu trabalho.

A Excelência Portugal esteve à conversa com esta promissora designer que nos deu a conhecer a sua colecção, as suas fontes de inspiração e os seus projectos futuros.

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- A tua primeira colecção foi apresentada no Portugal Fashion. Que importância teve esta estreia num certame de tão grande relevo?

Foi importante para mim porque foi a primeira oportunidade que tive para mostrar algo que produzi, para um público com uma dimensão maior. Foram muitas horas de trabalho ao longo do processo e no fim, acabou por ser recompensado todo o esforço e todo o trabalho. Isto é muito reconfortante depois de tanta entrega e dedicação. Quando falo em esforço refiro-me não ao sentido negativo da palavra. Nesta área é preciso seguirmos um fio condutor e temos sempre que nos tentar equilibrar, para que tudo faça sentido e no fim funcione tudo de maneira harmoniosa. Por isso é importante para nós fazermos esse esforço que nos mantém focados e a aprendermos constantemente, a ficarmos mais metódicos e práticos. É uma pressão positiva.

- Que feedback recolheste da apresentação?

No geral correu tudo como o planeado, ou seja, bem. Para mim é muito importante saber o que as pessoas pensam do meu trabalho. É uma aprendizagem e tento sempre evoluir com as minhas escolhas sendo elas incorretas ou corretas. Porque acho que temos sempre como evoluir e temos que nos esforçar para o fazer. Em suma, penso que as pessoas gostaram, mas mesmo assim e fazendo autocrítica ao meu trabalho, acho que podia ter ido mais longe.

- Esta colecção representa o teu trabalho final do curso de Design de Moda do Modatex Porto. O que te inspirou na concepção da mesma?

Abandonei, não na totalidade, as referências que fui formando ao longo do curso e foquei-me mais naquilo que eu quero fazer como designer. Foi um trabalho totalmente livre. Eu gosto de trabalhar com volumes e dar-lhes uma nova reinterpretação. Mesmo que use o mesmo molde, posso fazer o impossível com ele. Eu quero testar os meus limites e penso que chegou a altura de o fazer. Nesta coleção como queria explorar mais os volumes, as trilobites começaram por ser a minha inspiração central, sendo que depois no processo natural de pesquisa cheguei ao livro de ilustrações Kunstformen der natur, do biólogo alemão Ernst Haeckel, que acabou por dar o nome à coleção. Fazia todo o sentido que fosse assim. Fui fazendo a seleção das ilustrações que mais me identifiquei e a partir daí desenvolvi silhuetas e trabalhei sobre elas. Acabei também por trabalhar muito em busto, sendo que a coleção acabou por se desenvolver mais na vertente da experimentação. Claro que o livro de ilustrações é muito mais que as ilustrações, é tudo o que o envolve, os sentimentos que me transmite, aquilo que eu retiro dele, principalmente a ligação ao mar e às formas marinhas.

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- Que materiais escolheste para a confecção?

Os materiais assim como as cores remetem para o fundo do mar e tudo o que lá podemos encontrar. Acabei por contrabalançar entre os materiais mais rígidos, como a tela, um tule estruturado e uma organza changeant semitransparente, com plissado cristal. As cores andam entre o preto, branco com apontamentos de bordeaux e cinza.

- Depois do Portugal Fashion, onde vai ser agora apresentada a colecção?

Depois de esta ter sido apresentada no Portugal Fashion e na exposição Class of’15, nas Galerias Península, no Porto, vou apresentar a minha coleção numa exposição em Arouca. Trata-se da localidade de onde sou natural, fato que muito me orgulha pois vou ter a oportunidade de apresentar a minha coleção a todos os meus amigos, à minha família e a toda a gente do local onde passei grande parte da minha vida. Foi uma oportunidade que a Câmara Municipal me deu e que aproveito uma vez mais para agradecer. Vai ser inaugurada em dezembro e vai durar cerca de um mês. Convido todos a visitarem-na.

- Além da moda, tens outras fortes apetências pela arte. Queres revelar um pouco?

O meu curso é muito completo e dá-nos a oportunidade de explorarmos áreas ligadas a este mundo e que servem para sermos mais versáteis no mercado de trabalho. Foi no curso que comecei a gostar de explorar a vertente mais artística da fotografia, que é mais uma das áreas onde quase não há limites e que gostaria de explorar cada vez mais. Eu realmente acredito que não há limites neste mundo e quero, não provar, mas contribuir para a moda de alguma forma. Neste momento estou a estagiar na Azta Group, uma empresa de desenvolvimento de produto. Trata-se de uma realidade diferente, mas onde também posso e quero evoluir muito. Noutra vertente, quem sabe não posso utilizar a moda também para ajudar os outros, até porque o voluntariado é uma ideia que tenho sempre presente. Aliás nesse ponto acho fundamental para a nossa evolução, vermos uma realidade diferente e usarmos os nossos recursos para fazermos alguém feliz ou contribuir para a evolução da mesma. Porque o voluntariado é uma troca de experiências fantástica. Tenho neste momento um primo a fazer voluntariado e ele parece-me espontaneamente feliz, para mim é também motivo de orgulho e claro, também uma inspiração.

Por fim, claro que como consumidora de arte, sou muito sensível à literatura, em especial à poesia, à música e ao cinema

- Que outros projectos tens em curso? Já estás a trabalhar na próxima colecção?

Tenho em curso a execução de uma nova colecção, tenho pensado muito nela, mas ainda não tenho nada concreto. Sobre esse ponto não quero neste momento adiantar muito, apenas posso dizer que será uma surpresa, como sempre.

Fotos: 
Backstage: Trend Me Too
Desfile: Portugal Fashion

 

Seringa a laser: Startup da Universidade de Coimbra lança primeiro produto

2fe421bc-3780-43c8-964e-39cb85f2274c[1]No próximo sábado, dia 28 de novembro, a LaserLeap, uma das mais recentes Startups da Universidade de Coimbra (UC), vai lançar no mercado o seu primeiro produto. A cerimónia tem lugar na Quinta das Lágrimas, pelas 18h30m.

Fundada por um grupo de investigadores da Faculdade de Ciências e Tecnologia da Universidade de Coimbra (FCTUC), a LaserLeap Technologies é uma Startup de base tecnológica incubada no Instituto Pedro Nunes (IPN), centrada no desenvolvimento de uma tecnologia, já patenteada, de administração transdérmica e de dispositivos médicos.

A solução LaserLeap (seringa a laser) que agora vai ser lançada no mercado permite a administração rápida e eficaz de fármacos através da pele sem utilização de seringas tradicionais.

Trata-se de uma tecnologia de baixo custo que «assegura a entrega eficiente de cosméticos e medicamentos através da pele, sem dor e sem irritação. Baseia-se na geração de ultrassons de alta frequência, utilizando um laser portátil e um pequeno dispositivo que converte eficientemente os pulsos de luz em ondas de pressão», explica Gonçalo Sá, um dos responsáveis da Startup.

Fonte: UC
Foto: DR

HeartGenetics selecionada como uma das dez melhores “startups” na Cimeira Mundial de Saúde

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A empresa HeartGenetics, instalada no parque tecnológico Biocant, em Cantanhede, foi selecionada como uma das dez melhores “startups” na Cimeira Mundial de Saúde, que decorreu em Berlim.

O consórcio português Centro Hospitalar e Universitário de Coimbra (CHUC) e Universidade de Coimbra emitiu um comunicado a informar que a empresa HeartGenetics, sediada em Cantanhede, distrito de Coimbra, foi selecionada como “uma das dez melhores ‘startups'”, entre cerca de 70 concorrentes de 17 países diferentes, na Cimeira Mundial de Saúde, decorreu em Outubro em Berlim.

A HeartGenetics “desenvolve dispositivos médicos para diagnóstico in vitro focados na área da genética cardiovascular“, informou o consórcio, que agora integra a Aliança M8 – o G8 da Saúde. A empresa portuguesa recorre a testes genéticos associados a ferramentas computacionais, permitindo uma adequação “precisa da terapêutica ao perfil genético de cada indivíduo, com a elaboração automática de relatórios detalhados“. Os produtos desenvolvidos por esta “startup”, resultado de uma ligação entre genética e informática, estão “100% testados e certificados” e “têm capacidade de produzir grandes economias de escala, permitindo obter significativas reduções de custos para diferentes parceiros e em diferentes faixas do mercado“.

Segundo o consórcio, o trabalho desenvolvido pela HeartGenetics permite “acelerar o investimento numa medicina personalizada e de precisão“, ao mesmo tempo que reduz “o valor do número de mortes devido a doenças cardiovasculares“. Na nota de imprensa também é referido que os “testes genéticos são acessíveis, precisos e permitem suportar de forma efetiva o diagnóstico médico“. A “startup” desenvolveu um “teste genético para a determinação do risco de desenvolvimento precoce de hipertensão arterial“, que, sendo utilizado no Serviço Nacional de Saúde, “permite estimar uma redução de custos associados à hipertensão arterial de 300 milhões de euros por ano“.

A Cimeira Mundial de Saúde é a conferência anual da Aliança M8 de Centros Médicos Saúde Académico, Universidades e Academias Nacionais. Esta conferência é organizada em colaboração com autoridades nacionais, academias de ciências em mais de 67 países e está sob o patrocínio do governo alemão.

Foto: DR

Uma obra de arquitectura encantadora: o Cella Bar

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O Cella Bar é um dos estabelecimentos que dificilmente passaria despercebido estivesse em que lugar fosse. No entanto, este encontra-se na ilha do Pico, nos Açores.

A paisagem portuguesa é, de uma forma geral, uma vista bonita e encantadora. Mas nem sempre podemos estar a referir-nos às praias, aos campos ou às serras que modelam o nosso país. Desta vez referirmo-nos ao que é considerado uma “obra de arquitectura” que tem estado a encantar o mundo.

O trabalho realizado por Fernando Coelho, do atelier FCC Arquitectura, Paulo Lobo, responsável pelo design interior, e Paulo Neves, responsável pela arquitectura do exterior tem sido muito falado em publicações nacionais e internacionais. Podemos dizer que é já algo famoso.

O espaço está dividido em dois: “um restaurante numa casa de basalto, abandonada há vários anos e agora recuperada, e um bar numa arrojada estrutura de madeira.”
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Descobrimos que “a ideia partiu dos sócios e amigos Filipe Paulo, 34 anos, e Fábio Matos, 36, naturais do Pico. Queriam algo que fosse moderno e orgânico, inspirado no vinho e no mar, algo que pudesse atrair turistas para este ponto remoto da ilha.” São eles que actualmente estão responsáveis pela gestão deste edifício e negócio, e ambos são formados nessa mesma área.

Os donos, e quem por lá já passou, aconselham um fim de dia com um copo de vinho e umas tapas na esplanada. Uma vez afastado de tudo, tem uma vista descrita como “de cortar a respiração e aí, se olhar em frente, consegue até ver o Faial.

O edifício mais encantador da vila Madalena veio dar vida a um lugar que antes da sua construção era um local num estado degenerativo o que resultou em ter que ter sido feita uma restruturação do corpo do edifício original, ainda assim, preservando as suas feições distintas que lhe eram características. Acabando por ter também a adição contemporânea do espaço destinado ao bar que tem, por cima, uma varanda.
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Talvez, neste caso, as imagens falem mais alto que as palavras. Talvez seja essa a magia de uma obra arquitectónica. Talvez vá além das imagens por nós apresentadas e o melhor seja mesmo ver com os seus próprios olhos aquilo que nós, e muitos outros agora falam.

De qualquer das formas, faltava-nos a nós dar conhecimento de tal obra e de informar de que foram portugueses os autores de algo que chama tanto a atenção, de relembrar a todos que nós temos ainda a capacidade de surpreender e agradar a tantos.

12240845_1719352258295137_9150853740917808004_oFontes: NIT, Designboom, P3 Público
Fotos: Cella Bar/Fernando Guerra | SG

17.º Prémio do Jovem Empreendedor atribuído a tratamento inovador de feridas crónicas

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A startup de biotecnologia Exogenus Therapeutics, responsável por uma inovadora terapia celular aplicada à medicina regenerativa, foi a grande vencedora do 17.º Prémio do Jovem Empreendedor, distinção anual atribuída pela ANJE, com apoio do IEFP (Instituto do Emprego e Formação Profissional), ao melhor plano de negócios apresentado a concurso. Foi ainda distinguida com Menção Honrosa a DoctorGummy, startup que desenvolve medicamentos para crianças com base em guloseimas 100% naturais.
Refira-se que os dois vencedores saíram de uma short list de seis projetos finalistas, apurados de entre as mais de 150 candidaturas ao prémio. Por esta vitória, a Exogenus Therapeutics vai receber 20 mil euros em dinheiro, mais um conjunto integrado de apoios no valor de 10 mil euros. O 17º Prémio do Jovem Empreendedor foi anunciado ontem, quarta-feira, 18 de novembro, na Alfândega do Porto, durante o jantar de gala da Feira do Empreendedor 2015.
Fundada por Joana Simões Correia (investigadora), Ricardo Neves (investigador) e Luísa Marques (gestora e marketeer), em 2015, a Exogenus Therapeutics é uma biotecnológica incubada no Biocant Park – Centro de Inovação em Biotecnologia, em Cantanhede (Bairrada). Com capital semente da Caixa Capital, a Exogenus Therapeutics dedica-se ao desenvolvimento, pré-clínico e clínico, de terapias celulares aplicadas à medicina regenerativa, especialmente ao tratamento de lesões cutâneas.
O primeiro produto da startup vencedora, o Exo-Wound, está em fase final de desenvolvimento e consiste num inovador tratamento de feridas crónicas, derivado de sangue do cordão umbilical. O agente ativo utilizado por esta terapia revela-se mais eficiente do que os tratamentos convencionais, pelo facto de utilizar células que não são vivas e que não induzem respostas imunitárias. O crescimento da pele é estimulado e a cura acelerada, com a segurança de um tratamento que não provoca rejeições e que, após 10 dias de aplicação, é 50% mais eficaz do que as terapias concorrentes.
Com as suas terapias celulares, a Exogenus Therapeutics pretende revolucionar o tratamento de feridas crónicas (diabetes, hipertensão arterial, úlceras venosas, etc.) e mudar a vida de milhões de doentes em todo o mundo. Refira-se que esta startup é a valorização económica do conhecimento produzido num projeto de investigação desenvolvido em colaboração com a empresa Crioestaminal (também vencedora do Prémio do Jovem Empreendedor), o Biocant Park e o CNC – Centro de Neurociências e Biologia Celular da Universidade de Coimbra. O projeto de negócio que levou à criação da empresa, designado Nanoinspire, integrou o programa COHiTEC 2014, ação de formação em comercialização de tecnologias.
Inovadora é também a empresa premiada com Menção Honrosa. Criada em 2014 pelo engenheiro químico Nuno Santos, seu CEO, a DoctorGummy está a entrar no mercado com um processo inovador de administração de medicamentos a crianças, com base em guloseimas 100% naturais. Sem adição de açúcar, glúten, lactose, corantes ou conservantes artificiais, as gomas desenvolvidas pela DoctorGummy incorporam o princípio ativo dos medicamentos e funcionam como excipiente. Além de facilitarem a administração medicamentosa, as gomas desta startup têm a vantagem de promover a redução do potencial de geração de cáries, agravadas pelos medicamentos.
Sediada no Porto, a DoctorGummy conquistou o Prémio SmartEquity, atribuído na 4ª Gala Acredita Portugal. Por seu turno, Nuno Santos recebeu o Prémio do Voluntariado Europeu em 2013 e, na 1.ª edição do “Shark Tank Portugal”, em 2015, apresentou a DoctorGummy aos jurados do programa da SIC, tendo obtido financiamento de três deles, no total de 49.998 euros (16.666 euros cada um). A DoctorGummy foi também uma das duas startups vencedoras da competição HandsOn Startup Tour Cascais 2015, sendo selecionada para a grande final que decorrerá em Paris, no dia 26 de novembro.
Para o presidente da ANJE, João Rafael Koehler, «a intensidade de inovação, a capacidade tecnológica e o potencial económico das startups vencedoras, bem como de muitos outros candidatos ao 17.º Prémio do Jovem Empreendedor, são reveladores, por um lado, da vaga de empreendedorismo baseado no conhecimento que está a ocorrer no país e, por outro, da capacidade da ANJE de atrair talento enquanto ecossistema empreendedor».
Com efeito, «o Prémio do Jovem Empreendedor está a reunir projetos com cada vez mais qualificados e com potencial, o que é um sintoma da crescente sofisticação quer do empreendedorismo português, quer da própria ANJE como polo dinamizador de startups tecnológicas. Numa altura em que celebramos os 18 anos da Academia dos Empreendedores da ANJE, não há dúvida de que o empreendedorismo atingiu a maioridade no nosso país», conclui João Rafael Koehler.
Na gala de entrega de prémios, a presidente do Banco Alimentar contra a Fome, Isabel Jonet, foi agraciada com o Prémio Carreira 2015 da ANJE.
17.ª edição recebeu 147 candidaturas
O Prémio do Jovem Empreendedor foi criado em 1998 pela Academia dos Empreendedores da ANJE, com o intuito de distinguir e valorizar projetos seed capital (ideias/protótipos que se podem tornar empresas) ou empresas em fases iniciais de desenvolvimento (startup ou early-stage). Para tanto, o certame beneficia do apoio do IEFP e atribui ao melhor plano de negócios apresentado um prémio no valor global de 30 mil euros. Prémio, esse, que contempla um prize money no valor de 20 mil euros e um conjunto integrado de apoios no valor de 10 mil euros, incluindo um ano de incubação numa das infraestruturas da Rede de Incubação da ANJE, suporte promocional, oferta de uma pós-graduação promovida pela área de formação da Associação e ainda acesso a instrumentos e programas de incentivo financeiro e de acompanhamento da atividade empresarial.
Nesta 17.ª edição, aquele que é o mais antigo prémio nacional de empreendedorismo recebeu mais de 150 candidaturas. Destas candidaturas foram apurados seis finalistas: para além da Exogenus Therapeutics e da DoctorGummy, a short list incluía a Glexyz (plataforma virtual de teste de produtos), a Linehealth (solução inteligente para medicação e controlo de doentes crónicos),a Matter (peças de design criadas a partir de resíduos) e a Stuk.io (plataforma online que ensina a programar e criar apps).
Fonte: ANJE
Foto: DR

A FAHR 021.3 foi distinguida com o Universal Design Award no Taipei International Design Award 2015

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A FAHR 021.3 foi distinguida com o Universal Design Award no Taipei International Design Award 2015 com o projeto Estrutura de São João. 

A competição anual, organizada pelo Taipei City Government, pretende incentivar o desenvolvimento económico através do design universal, e tornar a cidade um ponto de referência e qualidade nesta área.

A Estrutura de São João é “um projecto que reúne a comunidade através de um design universal em benefício de um contexto social”, salientou o júri do concurso. Distinguindo-se pelas instalações arquitectónicas que criam realidades inesperadas e provocantes, a FAHR 021.3 viu o seu projecto ser galardoado por se tratar de, segunda o júri, “uma solução de baixo custo com um grande impacto visual que integra a comunidade local de uma forma envolvente”.

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Estrutura de São João

De acordo com o Departamento de Desenvolvimento Económico, Taipei City Government, desde 2008, foram submetidas 13,335 candidaturas e a edição de 2014 teve a participação de 65 países, no concurso que já é um ícone internacional.

A FAHR 021.3 é uma prática colaborativa que foca o seu trabalho entre as disciplinas de arte e arquitectura. Os arquitectos Filipa Frois Almeida e Hugo Reis do colectivo FAHR 021.3 foram entrevistados, em Abril, a propósito do projecto Metamorfose.

Leia aqui: Metamorfose muda face do antigo prédio da Oliva no Porto

 

Fotos: DR

Universidade do Porto aposta no Mar

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O Polo do Mar do Parque de Ciência e Tecnologia da Universidade do Porto (UPTEC MAR) tem como missão estrutural a incubação de projectos empresariais ligados às Ciências e Tecnologias do Mar, beneficiando da proximidade das estruturas e equipamentos do Porto de Leixões e da investigação avançada desenvolvida na Universidade do Porto.

Localizado no antigo edifício da Sanidade Marítima do Porto de Leixões, em Leça da Palmeira, o complexo  ficou concluído nos finais de 2012 e disponibiliza cerca de 2000 m2 e tem capacidade para albergar 32 empresas.

O projecto UPTEC MAR propõe-se valorizar os resultados de investigação decorrentes da actividade dos vários centros de I&D que a Universidade do Porto irá albergar no interior do Porto de Leixões. O exemplo mais claro disso será, porventura, a transferência das instalações do CIIMAR (Centro Interdisciplinar de Investigação Marinha e Ambiental) para para o novo terminal de Cruzeiros de Leixões, o que potenciará a atracção de negócios e empresas para este Polo.

As empresas actualmente associadas ao UPTEC MAR agregam várias áreas de actividade no domínio da economia do Mar como a biotecnologia marinha, aquacultura, energia das ondas, robótica marinha, software, ambiente, turismo e náutica de recreio.

Fonte: UPTEC
Foto: DR