Matilde Campilho foi quem mais vendeu livros no evento literário FLIP

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“Jóquei”, o primeiro livro de poesia da portuguesa Matilde Campilho foi o livro mais vendido na Festa Literária Internacional de Paraty (FLIP).  De acordo com a “Folha de São Paulo”, a poesia de Matilde Campilho arrebatou a audiência que se encontrava na Tenda dos Autores na passada quinta-feira.

Esta foi a primeira participação de Matilde Campilho neste certame literário e foi considerada um sucesso. Matilde Campilho, a única presença portuguesa, conseguiu repetir o feito alcançado por Valter Hugo Mãe que em 2011 também foi o autor que registou mais vendas na FLIP.

O segundo e terceiro lugar couberam respectivamente a Mário Andrade (homenageado desta edição) com uma caixa de três livros e a Sidarta Ribeiro com “Límiar”.

Matilde Campilho nasceu em Lisboa em 1982. Em 2010 foi viver para o Brasil, e desde então mora entre o Rio de Janeiro e Lisboa. Publicou poemas nos jornais brasileiros A Folha de São Paulo e O Globo, assim como em algumas revistas online. “Jóquei” é o seu primeiro livro.

Matilde Campilho já fez 1001 coisas, todas ligadas à escrita. Em entrevista ao Jornal i, em Julho de 2014, afirmava que “”É bom poder dizer que adoro o meu trabalho. Ser poeta é do cacete”.

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Jóquei
Autora: Matilde Campilho
Editora: Tinta da China
N.º de páginas: 135.
ISBN: 978-989-671-213-6.
Ano de publicação: 2014

 

 


Assista ao Retrato de Matilde Campilho por Clara Cavour

 

Fotos: DR

Professor António Damásio – “ New Perspectives on Human Nature from Neurobiology: Feelings, Decisions and Automation”

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No passado dia 1 de Julho, um dos mais prestigiados cientistas portugueses, António Damásio, deslocou-se ao Salão Nobre da Reitoria da Universidade do Porto para falar dos avanços da Neurobiologia, área pela qual é mundialmente reconhecido e que já lhe valeu inúmeros prémios e distinções internacionais. O convite foi feito pela Sonae em parceria com a Universidade do Porto e o evento contou com a presença de Paulo Azevedo (CEO da Sonae) e do Professor Alexandre Castro Caldas (Diretor do Instituto de Ciências da Saúde da Universidade Católica Portuguesa), bem como de outros convidados ilustres.   

Relativamente aos avanços da Neurobiologia, António Damásio começou por dizer que, apesar de ser uma matéria estudada há mais de duas décadas, estão sempre a surgir novos dados “que às vezes modificam a maneira como se pensa o problema”. De entre os vários temas que têm sido alvo de desenvolvimento nos últimos anos, o investigador optou por falar da Homeostasia. Damásio começou por explicar que “A homeostasia, ou homeostase, é a regulação da vida”  para, de seguida, reforçar a ideia de que é preciso “conhecer em pormenor a forma como a regulação da vida funciona” e perceber o impacto que isso tem nos seres humanos do século XXI.

De modo a explicar a importância da homeostasia, Damásio relembrou alguns dos trabalhos que desenvolveu no âmbito da neurociência cognitiva no  Brain and Creativity Institute, instituto que fundou juntamente com a sua esposa Hanna na Califórna, e que tem como objetivo o estudo da atividade cerebral e as suas relações com as emoções, memórias e mecanismos de decisão. De entre as várias áreas que estuda e algumas das publicações que fez, salientou a distinção entre emoção e sentimento que, apesar de ser algo já estabelecido há bastante tempo, ainda gera confusão: “As pessoas acham que é a mesma coisa, ou seja, tanto faz dizer emoção como sentimento, e há consequências muito graves do ponto de vista intelectual quando não se faz essa distinção.”  Para tornar estes conceitos mais claros à vista de todos, Damásio esclareceu a diferença entre emoção e sentimento: uma emoção é um programa de ação e um sentimento é a leitura mental que o individuo faz desse programa de ação.

Damásio começou por explicar no que consistia um programa de ação dizendo que era o conjunto de movimentos involuntários que ocorrem no corpo do ser humano, desde o batimento cardíaco ao funcionamento do sistema gastrointestinal, e que esses movimentos podem ou não ser do gosto do ser humano que os experiencia.

De seguida, passou então para a definição de sentimento, dizendo que é algo que não é objetivo nem visível, exceto para o individuo que o sente: “O sentimento é a experiência mental da emoção. O sentimento é o outro lado da história, é o lado que tem a ver com a forma como temos  perceção daquilo que se passa no nosso corpo, em matéria emocional e em matéria de afeto”.

De modo a reforçar a diferença entre os dois conceitos que acabara de explicar, o investigador deu um exemplo prático:

“Eu posso ter um sentimento, é meu, é privado,  posso dizer às pessoas que estou a ter o sentimento X, mas não posso dar às pessoas a visão desse sentimento. Enquanto que na emoção, as pessoas podem ver uma parte dessa emoção se eu a manifestar no rosto ou se a manifestar nos movimentos. Se, por exemplo, desatar a correr por esta sala fora, cheio de medo, vocês vêm que eu estou a ter uma emoção, mas o sentimento dessa emoção é meu e só meu e não é de mais ninguém”.

António Damásio concluiu a palestra dando ênfase à influencia dos sentimentos e das emoções  na maneira como gerimos o nosso comportamento . No que diz respeito ao que se passa na mente do ser humano, Damásio defende que  não são só emoções, não são só comportamentos, passam-se coisas na mente que só são vistas pelo dono dessa mente” .  A sua atual investigação centra-se nestes temas e está prevista a publicação de um novo livro para breve.

António Damásio é, atualmente, diretor do Departamento de Neurologia da Universidade de Iowa, onde é Professor Catedrático, e também leciona no Salk Institute em La Jolla, na Califórnia.  

 

 

Foto: DR

Teresa Almeida vai realizar circuito mundial de Bodyboard da APB

image2(2)A atleta portuguesa que conquistou, a 12 de Dezembro de 2014, a medalha de ouro no Campeonato do Mundo de Bodyboard da ISA realizado no Chile, regressa agora a este país da América do Sul para a 1ª etapa feminina do APB World Bodyboard Tour 2015.

Teresa Almeida falou com a Excelência Portugal e deu-nos a conhecer os seus projectos para este ano. A atleta do Clube de Desportos Alternativos da Nazaré vai realizar na íntegra o circuito mundial da APB (que inclui 2 provas em território nacional – Sintra e Nazaré). No plano nacional quer lutar pelo título e ser seleccionada para representar o nosso país, no campeonato da ISA, de forma a defender o título conquistado em 2014. Só Dora Gomes havia arrecadado o mesmo título em 1999.

Teresa Almeida foi distinguida, em Junho, pelo CNID (Associação de Jornalistas de Desporto) , nos prémios com que distingue jornalistas, atletas, treinadores e equipas que se destacaram ao longo da época.  A Campeã Mundial de Bodyboard foi galardoada na categoria “Atletas do ano”.

11377215_817530328325182_1393440787268269938_n[1]Conheça o perfil da campeã:

Nome: Teresa Almeida
Data de nascimento: 21.05.1992
Naturalidade: Alcobaça
Praias/ondas preferidas: Praia do Norte – Nazaré
Formação académica: Licenciada em Ciências do Desporto
Tempo de Bodyboard: 9 anos
Clube: Clube de Desportos Alternativos da Nazaré
Melhor classificaçação no circuito nacional: Campeã nacional Sub 18 (2010) e Vice-campeã nacional open (2013)
Melhor classificaçação europeia: Vice-campeã europeia júnior (2011) e Vice-campeã europeia open (2014)
Melhor classificaçação mundial: Campeã mundial ISA (2014)
Viagens realizadas: Açores, Madeira, Espanha, França, Marrocos, Indonésia e Chile
Patrocínios: Crédito Agrícola, Ekena Bay, Boogie Chicks, JANGAWETSUITS, e  CC BOARDCENTER

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Teresa Almeida distinguida como Atleta do Ano pelos prémios CNID

Teresa Almeida: “Somos realmente um país de excelência !”

 

Fotos: DR

NOS Alive’15 financia bolsas de investigação na área do Cancro e da Biodiversidade

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O NOS Alive’15 volta a associar a Ciência à Música. No âmbito da parceria estabelecida com o Instituto Gulbenkian de Ciência (IGC), a Everything is New vai financiar mais duas bolsas de investigação científica, nas áreas da Genética do Cancro e Biodiversidade. Este ano, as bolsas NOS Alive-IGC’15 alargam pela primeira vez o seu raio de atuação à área de investigação do Cancro. Uma vez mais, os festivaleiros podem conhecer mais informações sobre estas bolsas no espaço do IGC no NOS Alive.

 

No primeiro dia do festival, 9 de julho, inicia-se o período de candidaturas às bolsas NOS Alive–IGC’15 que se prolonga até 11 de setembro. Jovens recém-licenciados têm a oportunidade de, durante um ano, integrarem uma equipa de investigação no IGC e desenvolverem um dos dois projetos de investigação a concurso.

O primeiro, na área da Genética do Cancro, foca-se um gene que regula o esqueleto da célula e procura investigar o papel que diferentes alterações nesse gene podem desempenhar na progressão do cancro da mama. Este projeto será desenvolvido no IGC em colaboração com um laboratório no Reino Unido.

O segundo projeto, na área da Biodiversidade, Genética de Populações e da Conservação de Espécies, tem como objetivo compreender como é que a fragmentação das florestas e perda de habitat afecta a estrutura social e diversidade genética de várias espécies de lémures e pequenos vertebrados de Madagáscar. O bolseiro que integrar este projeto poderá realizar trabalho de campo em Madagáscar ou trabalho computacional em França.

Quem quiser saber mais sobre estes projetos e a investigação que se faz no Instituto Gulbenkian de Ciência pode passar pelo espaço do IGC no NOS Alive’15 e participar em atividades científicas. Estas incluem um Quiz da Biodiversidade e um Game of Tumours, além do já conhecido speed-dating com cientistas. Os bolseiros NOS Alive das edições anteriores também estarão presentes para falar sobre a investigação que têm estado a desenvolver. Os festivaleiros podem ainda ver como se pode transformar um telemóvel num microscópio e experimentar comida molecular preparada pelo Cooking Lab.

As bolsas NOS Alive-IGC, tiveram início em 2008 e foram já atribuídas a 10 jovens. Os bolseiros das edições anteriores continuam a desenvolver projetos de investigação científica, quer em centros de investigação Portugueses (incluindo o IGC) quer no estrangeiro. Os primeiros bolseiros, João Alves e Alexandre Leitão, já concluíram o seu doutoramento e encontram-se atualmente a fazer um pós-doutoramento em Vigo, Espanha, e em Cambridge, Reino Unido, respetivamente.

O projeto de responsabilidade social que a Everything is New tem com o Instituto Gulbenkian de Ciência promove uma maior aproximação e interação entre os centros de investigação e a sociedade Portuguesa, estabelecendo formas alternativas de financiamentos para a investigação científica em Portugal que permitam a recém-licenciados iniciarem uma carreira em investigação científica.

 

Legenda: O bolseiro Gonçalo Matos a realizar trabalho laboratorial no Instituto Gulbenkian de Ciência. Créditos: Catarina Júlio, IGC.

Informação suplementar: Período de candidatura para as Bolsas de Investigação NOS Alive – Instituto Gulbenkian de Ciência: entre 9 de Julho a 11 de Setembro de 2014.

Instituto Gulbenkian de Ciência (IGC) é um dos principais institutos de investigação biomédica em Portugal. Foi fundado pela Fundação Calouste Gulbenkian com o objetivo de desenvolver investigação biomédica e ensino pós-graduado no país. O IGC funciona como instituição de acolhimento a grupos de investigação, liderados por cientistas nacionais e internacionais, possibilitando que esses desenvolvam os seus projetos autonomamente, usufruindo de instalações e serviços de excelência. Desde 1993 que o IGC desenvolve um programa intensivo de ensino pós-graduado e desde há alguns anos que tem apostado na comunicação de ciência e promoção da cultura científica em Portugal.

NOS Alive’15 tem data marcada para 9, 10 e 11 de julho, no Passeio Marítimo de Algés.

Site Oficiais

www.igc.gulbenkian.pt

http://nosalive.com/pt/

www.everythingisnew.pt

Vídeo Bolsas NOS Alive/IGC:

Contactos: Ana Mena | Comunicação de Ciência | Instituto Gulbenkian de Ciência | Tel. 21 440 7959 | anamena@igc.gulbenkian.pt

Boogie Chicks – Campeãs formam futuras campeãs

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A Escola de Bodyboard feminino BOOGIE CHICKS está integrada na Aqua Carca, Associação Novos Desportos Aquáticos cujo objetivo consiste na promoção de novas modalidades aquáticas e ensinar um novo estilo de vida saudável e divertida aos jovens praticantes.

Conjugam-se, assim, as regras de uma modalidade desportiva “bodyboard”, com as regras da nossa civilização que os ajudará a crescer como pessoas e desportistas. Esta Associação contempla o ensino misto e o ensino feminino. A Escola de Bodyboard feminino BOOGIE CHICKS destina-se a todas as raparigas que pretendam aprender a fazer Bodyboard.

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Normalmente, as raparigas têm mais dificuldades em praticar este desporto, uma vez que não existe um mercado totalmente direcionado para elas e a oferta no que diz respeito a escolas da modalidade no país ainda é pouca.

Assim, para promover o bodyboard feminino em Portugal, é na vertente do Bodyboard e diretamente com raparigas que a Escola BOOGIE CHICKS funciona.

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Praticando bodyboard há mais de 20 anos, tendo passado por algumas destas dificuldades e não menosprezando o género masculino, Catarina Sousa decidiu avançar com o projeto de uma escola de Bodyboard dedicada exclusivamente ao feminino de que tanto apoio necessita.

A Escola Boogie Chicks fica localizada na praia de Carcavelos, junto ao restaurante Pastorinha e funciona durante todo o ano com aulas de iniciação, aperfeiçoamento dos 4 aos 84 anos, ATL´s de férias, festas de aniversário e despedidas de solteira. A vertente competitiva é uma recente aposta da Escola, onde treinos na praia, piscina e trampolins fazem parte da formação das jovens atletas.

Este ano festejam 10 anos de existência e contam com mais de 40 raparigas que treinam semanalmente na escola e com uma equipa fantástica de treinadoras:

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Catarina Vilarinho de Carvalho Machado de Sousa
Data de Nascimento:
22 Abril 1977
Signo: Touro
Local de Nascimento: Oeiras
Patrocínios:Roxy, Eastpak, Escola Boogie Chicks, Linha Pura e Vintageform
Melhores classificações:
7x Campeã Nacional
4x Campeã da Europeia
1º e única Portuguesa até à data a vencer uma prova do Circuito Mundial – Sintra Portugal Pro 2009

Ainda não terminou a carreira de atleta, mas neste momento dedica-se muito mais à carreira de treinadora de atletas, entre as quais:
Marta Fernandes – Campeã Europa 2009
Teresa Almeida – Campeã Mundial 2014
Teresa Padrela – vencedora da ultima etapa do Circuito Nacional de Bodyboard Esperanças 2014 e  Campeã Regional Carcavelos 2015

 

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Teresa Almeida

Data de nascimento: 21.05.1992
Naturalidade: Alcobaça
Praias/ondas preferidas: Praia do Norte – Nazaré
Formação académica: Licenciada em Ciências do Desporto
Tempo de Bodyboard: 9 anos
Clube: Clube de Desportos Alternativos da Nazaré
Melhor classificaçação no circuito nacional: Campeã nacional Sub 18 (2010) e Vice-campeã nacional open (2013)
Melhor classificaçação europeia: Vice-campeã europeia júnior (2011) e Vice-campeã europeia open (2014)
Melhor classificaçação mundial: Campeã mundial ISA (2014)
Viagens realizadas: Açores, Madeira, Espanha, França, Marrocos, Indonésia e Chile
Patrocínios: Crédito Agrícola, Ekena Bay, Boogie Chicks, JANGAWETSUITS, e  CC BOARDCENTER

 

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Nome:
Marta Leitão
Data de nascimento: 22.10.1982
Naturalidade: Lisboa
Praias/ondas preferidas: Cova do Vapor
Formação académica: Licenciada em Jornalismo
Tempo de Bodyboard: 11 anos
Clube: Ludens Clube Machico
Melhor classificaçação no circuito nacional: 1º lugar Boogie Chicks Pro 2015
Melhor classificaçação europeia: Top 3 em 2013, 1º lugar ETB Marracos em 2013
Melhor classificaçação mundial: Top 14 em 2013 (5º lugar na Venezuela, 9º lugar no Brasil) e 2014
Viagens realizadas: Hawaii, Porto Rico, Chile, Brasil, Venezuela, Maldivas, Ilhas Cook, Ilhas Canárias, Costa Rica, República Dominicana, Miami, México, Cuba, Cabo Verde, Açores, Madeira, Espanha, França, Marrocos…
Patrocínios: Baby-G Portugal

 

 

Fotos: DR

 

Maria Wurst – delicioso empreendedorismo luso-germânico

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Maria Wurst nasce da amizade entre Francisca e Ina: uma é portuguesa, a outra é alemã; uma é morena, outra é loira. Ambas são sonhadoras e dotadas de um talento especial para o espírito empresarial.
Maria Wurst percorre o país de Norte a Sul e a Excelência Portugal foi conhecer este delicioso projecto numa das suas paragens.
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INA KOELLN  – 29 anos

O meu nome é Katharina Kölln, mas desde pequena que sou tratada por Ina (graças a um dos meus 4 irmãos que não tinha paciência para articular o meu nome todo).  Nasci em Freiburg , uma cidade bastante „eco“, no sul da Alemanha.
Com 16 anos, passei o meu primeiro ano no estrangeiro, a estudar, no sul de França. Foi nesta altura que descobri a minha paixão pelas viagens e aventuras.
Viajei com a mochila às costas durante um ano e fui viver para Paris, onde estudei design de vestuário masculino.
Seguiu-se Londres, onde comecei a trabalhar num pequeno atelier de moda e num bar à noite.
Foi nesta cidade que conheci a minha grande amiga e agora sócia, Francisca Meneses. Partilhámos uma casa na altura e depois de fazermos várias viagens à Alemanha e a Portugal, decidi viver em Lisboa. Depois de ultrapassadas as primeiras dificuldades de adaptação, lancei, em 2013, a minha marca INA KOELLN de malas e acessórios. E pouco tempo depois nasceu a nossa Maria Wurst, que era já uma ideia antiga nossa, mas que ainda não tinha encontrado o timing certo … até hoje!

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FRANCISCA MENESES – 28 anos

Aos 5 anos perguntaram-me “o que queres ser quando fores grande?” E eu respondi de forma convicta, “DONA!”. Aos 10 já tomava conta dos meus irmãos gémeos e aos 12 fui sub-guia de uma patrulha de escuteiros. Escolhi o curso de Marketing e Publicidade como licenciatura e após o curso rumei a Londres de mochila às costas, onde conhecia a minha actual sócia Ina Koelln. Realizei um curso de Inglês aplicado ao marketing enquanto trabalhava em part-time. Ainda nesse ano, fui seleccionada para o programa de estágios internacionais INOV CONTACTO e o destino foi Cabo Verde, ilha do Sal.

Regressei a Portugal e na dificuldade de procura de emprego, fiz um curriculum em formato de vídeo que teve resultados imediatos. Trabalhei 2 anos numa agência de publicidade e em Dezembro de 2012 decidi abraçar o projecto da minha vida – a Maria Wurst.

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Como surgiu a ideia deste negócio? 

Este projecto nasce de uma amizade, em Londres, entre uma Portuguesa e uma Alemã. Foi no regresso de uma viagem, a Freiburg, que o nosso sonho ganhou forma. Mais precisamente, a forma de uma salsicha. “E se trouxéssemos o prato mais típico da Alemanha para Portugal?” Os portugueses são exigentes com o que comem. Querem pratos deliciosos, baratos e de qualidade – e até já se renderam à street-food.
Por isso, não fizemos a coisa por menos. O nosso orgulho são as nossas salsichas: feitas à mão por um talhante alemão, com carnes DOP de uma herdade alentejana. É um conceito inovador em Portugal e com fortes capacidades de crescimento.

Já existia alguma experiência empresarial por parte de alguma das duas?

Sempre trabalhámos por conta de outrem, ganhámos experiência e sentido de responsabilidade. Posteriormente, a Ina cria a sua própria marca de roupa, com matérias-primas portuguesas e em simultâneo nasce a Maria Wurst.

Como definem o conceito da Maria-Wurst?

Proporcionar uma experiência diferente aos Portugueses – Oferecer uma especialidade alemã com qualidade. Satisfação do cliente, SEMPRE!

Quais as maiores dificuldades que sentiram no arranque?

Apesar do investimento ser relativamente baixo, há sempre dificuldades. É preciso ter pulso, muita coragem e dedicação. Nem toda a gente tem uma historia para contar. Nem toda a gente tem um produto forte e inovador. Nós temos e por isso, decidimos avançar.

Que impacto teve a participação no Shark-Tank? Já obtiveram financiamento?

Impacto extremamente positivo. As pessoas reconhecem-nos e procuram-nos. Temos várias pessoas interessadas em participar no negócio.

Vocês têm participado em muitos eventos e festivais de Norte a Sul. Este “road-show” tem sido uma forma de dar a conhecer o projecto. Como tem sido o feedback? 

O feedback tem sido motivador, daí rumarmos diversas vezes ao Norte e Sul do país.

A oferta de produtos tem evoluído/sido ajustada?

Temos os mesmos produtos, com alguma mudança na receita (consistência e sabor) e a ideia é acrescentar alguns extras, como a típica e saborosa salada de batata.

Quais são os projectos futuros para a marca (franchising, etc …) ?

Para já consolidar a Marca e tornar a Maria Wurst uma referência na gastronomia alemã.

 

Fotos: DR

Francisco Lufinha bateu o Recorde Mundial da “Maior Viagem de Kitesurf sem paragens”

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Francisco Lufinha bateu, esta segunda-feira, o Recorde Mundial da “Maior Viagem de Kitesurf sem paragens”, superando a sua anterior marca de 564 km’s. Embora não tenha alcançado a Madeira, Francisco Lufinha conseguiu, numa viagem de 47h37,  esticar o seu recorde até às 472 milhas náuticas (874km).

Lufinha havia iniciado, no Domingo,  às 16h30, a travessia, desde o Cais das Colunas, num percurso de cerca de 1000 kms entre Lisboa e a Madeira.

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Francisco Lufinha é um jovem Português de 31 anos, completamente apaixonado por desportos náuticos. Com apenas 15 dias, foi levado para um barco pelos seus pais e nunca mais conseguiu, nem quis, desligar-se do mar. Natural de Lisboa, aos onze anos iniciou-se na Vela, onde durante sete anos de competição ganhou regatas nacionais e regionais e representou Portugal em diversas provas europeias. Para além da Vela também praticou Ski Aquático, Wakeboard e Windsurf, mas foi o Kitesurf que o cativou, por ser uma mistura dos seus desportos favoritos. Em 2005 sagrou-se campeão nacional e em 2006 vice-campeão, alcançando também nesse ano um 5º lugar na regata do circuito mundial PKRA em Portimão.

Em paralelo com a vida desportiva, Francisco Lufinha concluiu em 2007 o Mestrado em Engenharia e Gestão Industrial no IST, o que o levou a trabalhar como auditor na Deloitte, como analista de marketing estratégico no banco BES, co-gestor do projecto do velejador oceânico solitário Francisco Lobato, CTO na ConsultaClick.com (co-fundador), director geral do resort Dakhla Attitude em Marrocos, skipper de iates privados, entre outros. A sua vida está repleta de experiências diferentes e vive desafiando-se a si próprio, através de novas e arriscadas aventuras que o fazem sentir-se vivo e superar-se a cada desafio.

Fotos: DR

 

Book Experience promove aquilo que o nosso País tem de admirável

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“A Book Experience nasceu da vontade de promover Portugal e tudo aquilo que o nosso País tem de admirável” é assim que se define este negócio que tem como intuito criar histórias sobre empresas portuguesas que tenham ideias e conteúdos inovadores.  A criadora do projeto é Leonor Vaz Pinto, que acredita que o storytelling pode fazer a diferença na comunicação das empresas numa altura em que as pessoas se preocupam mais com “sensações, emoções e relações”.

O desafio é criar histórias e produtos que marquem a diferença e que levem o consumidor a lembrar‐se deles não pelo ordinário mas pelo experiência proporcionada, transformar as marcas portuguesas para que estas criem uma relação, um laço, com o consumidor.

Desde receitas a cortiça, a empresa dá aos consumidores/leitores a possibilidade de se envolverem sensorialmente e emocionalmente com as várias histórias contadas que podem ser disponibilizadas em várias plataformas. Às marcas dá credibilidade, projecção e “word of mouth” e uma nova forma de relação com os consumidores.

São estórias de “encantar”, cheias de originalidade, que dão uma nova vida às marcas portuguesas e que promovem “a nossa bem amada “portugalidade””

 

Fonte: Book Experience

 

Projeto coordenado pelo Instituto Gulbenkian de Ciência recebe 2.6 milhões de euros

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Um consórcio europeu e norte-americano coordenado por Jörg Becker, investigador principal no Instituto Gulbenkian de Ciência (IGC; Portugal), recebeu agora financiamento de 2.6 milhões de euros por 3 anos para estudar a evolução da reprodução sexual das plantas. O projeto é financiado pela ERA-CAPS, uma rede europeia dedicada a apoiar atividades de investigação no campo da Ciência das Plantas. Este estudo irá possibilitar a identificação de genes úteis para a indústria agrícola, com o objetivo de melhorar a reprodução de espécies de cultivo e aumentar a sua produtividade.

As plantas com semente são extremamente importantes economicamente, pois são a nossa fonte principal de alimento, fibras e outras matérias-primas industriais. No entanto, a nossa capacidade de gerar comida suficiente, ração para animais e energia está cada vez mais comprometida pela expansão da população humana, pela competição pelo uso de terra, pela rápida perda de biodiversidade e pela mudança climática global. É, portanto, crucial estudar o processo da reprodução sexual das plantas de forma a superar problemas de fertilização e aumentar o rendimento de colheitas.

O projeto agora financiado reúne vários investigadores líderes na área da reprodução das plantas. Os oito parceiros são Jörg Becker, Frederic Berger, Thomas Dresselhaus, Stefanie Sprunck, David Twell, Marek Mutwil e Jose Gutierrez-Marcos, da Europa, e Mark Johnson, dos EUA. Usando diversas espécies como modelos de estudo, desde musgos até plantas com flor, os investigadores pretendem compreender as principais etapas na evolução da reprodução das plantas, incluindo os mecanismos ancestrais de desenvolvimento dos gâmetas e fertilização.

Jörg Becker diz: “Este projeto é uma oportunidade única para maximizar sinergias e evitar duplicação de esforços de investigação. Cada parceiro traz para o projeto as suas competências técnicas únicas e complementares, o que deverá permitir uma compreensão mais profunda da evolução da reprodução sexual de espécies de plantas economicamente importantes”.

Para isso, os investigadores pretendem estudar a evolução de redes regulatórias importantes para o desenvolvimentos dos gâmetas masculino e feminino, crescimento do tubo polínico e mecanismos de fertilização em plantas com flor. Irão comparar a atividade de redes de genes em plantas terrestres primitivas, tais como musgos, com outras plantas importantes de cultura, como milho e tomate. Esta abordagem genómica comparativa irá ajudar na identificação dos principais mecanismos de reprodução das plantas e revelar se são ancestrais ou novos. O grupo de investigação de Jörg Becker, no IGC, irá focar os seus estudos no desenvolvimento de células de esperma do musgo Physcomitrella patens, e na forma como alterações que não estão escritas diretamente no DNA podem ser transmitidas mediante a fertilização.

“O nosso projeto irá fornecer a primeira análise exaustiva da evolução molecular da reprodução sexual das plantas e dar informações sobre as origens da fertilização em plantas com flor. Isto é fundamental para podermos desenvolver ferramentas para manipular a reprodução das plantas a nosso favor e melhorar a produtividade das culturas”, diz Jörg Becker.

A ERA-CAPS foi lançada em 2012, sendo o seu financiamento oriundo das respectivas agências de financiamento de cada país participante. Esta é a primeira vez que Portugal participa num projeto da ERA-CAPS, não só como parceiro mas também como coordenador. Além do Instituto Gulbenkian de Ciência (Portugal), as outras instituições participantes são: Gregor Mendel Institute (Áustria), Universidade de Regensburg (Alemanha), Universidade de Leicester (Reino Unido), MPI Molecular Plant Physiology (Alemanha), Universidade de Warwick (Reino Unido) e Universidade de Brown (EUA).

Neste projeto da ERA-CAPS, a investigação realizada no Instituto Gulbenkian de Ciência é financiada pela Fundação para a Ciência e a Tecnologia (FCT).

 

Legenda: O musgo Physcomitrella patens serve como modelo da reprodução de plantas terrestres primitivas. A imagem mostra colónias do musgo a crescer em placa em laboratório. Créditos: Roberto Keller, IGC.

Hostel no Estoril no top 10 dos mais elegantes na Europa

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Segundo o jornal britânico The Guardian, o hostel Blue Boutique Hostel&Suites no Estoril entra na lista dos 10 hostels mais elegantes da Europa.

Com cerca de um ano de existência, o hostel azul situado na famosa Marginal da linha de Cascais já foi várias vezes elogiado e reconhecido internacionalmente, e esta semana foi rotulado pela sua elegância, quer devido à privilegiada localização e vista sobre o Atlântico, quer devido à arquitetura e decoração artísticas que transformaram esta antiga mansão senhorial num espaço moderno, sem perder o charme dos anos, apenas renovando-o.

O edifício tem cinco andares, pelos quais se distribuem as áreas sociais, os dormitórios, os quartos individuais ou familiares e as suítes, havendo uma clara diferença de preços, mas sem qualquer descuido na qualidade das instalações.

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O leque de atividades oferecido aos hóspedes procura dar a conhecer o melhor que a zona tem para oferecer: uma variedade imensa de desportos aquáticos mas também tours pela Serra de Sintra e arredores.

O Blue Boutique Hostel&Suites surge do empreendedorismo de três sócios, Juan Matias, Miguel Lino e Bernardo Amaral. Todos praticantes de desportos aquáticos e residentes na zona, que apresenta cada vez mais potencial, para além de que os hostels estão cada vez mais na moda, sendo um modelo de negócio atrativo e que tem vindo a perder a fama de pouco convidativo. Em Portugal podemos encontrar inúmeros hostels fabulosos, e que constituem uma excelente alternativa para o setor mais jovem, por exemplo.

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Para além do hostel português também fazem parte da lista o Generator hostels em Paris, o WellnessHostel 4000 na Suiça, o Slo-living em Lyon, o Backstay Hostel Ghent na Bélgica, o Basecamp Bonn na Alemanha, o The Hat em Madrid, o Ecomama em Amesterdão, o Wombat”s em Londres e o Loft na Islândia.

Fotos: DR