Ordem dos Psicólogos lança iniciativa destinada a estudantes de Psicologia

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A Academia OPP é uma iniciativa da Ordem dos Psicólogos Portugueses (OPP) destinada a todo os estudantes que se encontram a realizar a sua formação em Psicologia (1.º e 2.º ciclos ou mestrado integrado) em instituições de ensino superior portuguesas. A Academia OPP é o projecto que pretende aproximar o aluno do futuro da profissão de Psicólogo/a, dando-lhe oportunidades de pensar o seu percurso e de o aproximar da entidade que em Portugal regula a profissão.

O dia da “Academia OPP” será constituído por três sessões:

  • “Do curso à profissão: Uma Ordem próxima” – Uma sessão destinada aos estudantes do 1º ano, que apresenta a OPP e explica qual a sua utilidade e finalidade;
  • “Unidade da diversidade: Uma Ordem próxima” – Direccionada para os estudantes do 3º ano, esta sessão tem como objectivo aprofundar os temas relacionados com a profissão de Psicólogo;
  • “Cria o Teu Estágio: Uma Ordem próxima” – Esta sessão é reservada aos estudantes finalistas do mestrado de Psicologia e pretende explicar e apresentar o estágio profissional de acesso à OPP. Pretende-se que este seja um espaço dinâmico de debate e que sejam partilhadas estratégias de procura de estágios profissionais.

Ainda no âmbito da “Academia OPP”, será lançado o “Prémio Inovação na Intervenção Psicológica”, que pretende promover novas formas de realizar intervenções psicológicas em Portugal, criando oportunidades que estimulem a inovação e a criatividade na melhoria da Saúde Psicológica da população portuguesa.

Este programa terá uma periodicidade anual/bianual e destina-se a estudantes de Psicologia portugueses. É composto por duas actividades principais, cujo objectivo geral consiste em promover e premiar a inovação, o método, a criatividade e o rigor científico em projectos de Intervenção Psicológica. Os vencedores poderão vir a participar no Summer Camp da OPP (Julho de 2015) ou a beneficiar de uma experiência de estágio de curta duração numa organização internacional.

Para mais informações, clique aqui

foto: DR

Eco³ – uma micro casa que vai inovar o alojamento do turismo de natureza

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Com inspiração nos elementos naturais, formato de cubo e recurso à cortiça, um novo projecto de arquitectura modular chamou a atenção no Startup Pitch Day do UPTEC – Parque de Ciência e Tecnologia da Universidade do Porto. Trata-se do modulo habitacional Ecocubo (Eco3), da autoria do arquitecto António Fernandes, especialmente vocacionado para alojamento de turismo de Natureza.

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Com uma área útil entre os 7 e 14 metros quadrados, o módulo revestido a cortiça assume-se como uma opção de baixo custo, flexível e podendo funcionar de forma autónoma. O revestimento é uma das características marcantes do Ecocubo, sendo que a concretização material do projecto conta já com o apoio da corticeira Amorim.

Para António Fernandes, o Ecocubo permite “exprimir os valores da Portugalidade, da inovação tecnológica e sustentabilidade”. Apresentado como marca de identificação de construção ecológica, o projecto quer assumir-se como mais-valia no sector do turismo de Natureza. Com recurso a elementos pré-fabricados, o módulo habitacional está também vocacionado para vários tipos de usos.

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A concretização material conta com o conhecimento especializado de parceiros como a corticeira Amorim, a empresa de eficiência energética Edigreen, e o UPTEC – Parque de Ciência e Tecnologia da Universidade do Porto. O Ecocubo frequentou durante 6 meses o Programa de Aceleração de Startups do UPTEC e reuniu as preferências do júri no evento final do Programa, o Startup Pitch Day, tendo recebido a menção honrosa na área das Indústrias criativas.

 

fonte: http://uptec.up.pt/noticia/eco3-micro-habitacao-que-vai-mudar-o-alojamento-do-turismo-de-natureza

fotos: DR

Jovem investigadora da U.Porto premiada pela AllTech

RitaAzeredo4Rita Azeredo nasceu a 6 de Janeiro de 1989 e transporta consigo carismáticos genes nortenhos aliados a uma paixão pelo azul, a cor que a une ao mar e ao futebol.

Aos 26 anos, Rita Azeredo é estudante do doutoramento em Biologia  da Faculdade de Ciências da Universidade do Porto (FCUP), a desenvolver investigação no Centro Indisciplinar de Investigação Marinha e Ambiental da Universidade do Porto (CIIMAR) (laboratório NUTRIMU), e antiga estudante do Instituto de Ciências Biomédicas Abel Salazar (ICBAS).

A investigadora do CIIMAR venceu o 1.º prémio AllTech Young Scientist Awards na categoria regional Europa/África/Rússia para estudantes graduados e está entre os 8 investigadores de todo o mundo que vão disputar o prémio final.

A Excelência Portugal quis saber mais. E o que encontrámos?
Uma investigadora que aparece de mota e que em nada se assemelha ao estereótipo do habitante de um laboratório. A partir daqui, estavam criadas todas as condições para uma entrevista ainda mais interessante.

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 Desde criança que me encanto com a Natureza, com a complexidade dos organismos e com os recursos que o Homem pode explorar
- Quando tomaste consciência que a ciência seria o teu caminho?
Acho que nunca considerei outra opção. Desde criança que me encanto com a Natureza, com a complexidade dos organismos e com os recursos que o Homem pode explorar. A vida que o mar esconde é imensa, distante e sempre atraiu a minha atenção de uma forma especial. A licenciatura em Ciências do Meio Aquático no ICBAS acabou por ser o impulso forte que me deu a certeza de querer continuar a estudar a vida marinha. Sendo a aquacultura uma actividade emergente que junta a biologia marinha e a indústria vi nela a oportunidade ideal para crescer profissionalmente.
 
- Como vês Portugal no teu campo de investigação?  Dada a nossa situação geográfica, a nossa Zona Económica Exclusiva e as pretensões de extensão da nossa plataforma continental, estamos a fazer o suficiente?
Não há dúvida que Portugal reúne condições únicas para a implementação e desenvolvimento de aquaculturas. Temos uma orla costeira enorme e água com excelente qualidade, com influência das águas do Mediterrâneo e do Atlãntico. A extensão da nossa ZEE não é de todo limitante para esta indústria. Os entraves são de outras naturezas. Infelizmente, dada a complexidade dos processos para o arranque de uma empresa que tanto caracterizam o nosso país e a grande competitividade com Países vizinhos tais como a Espanha, Grécia e Itália, o sucesso de uma aquacultura em Portugal dificilmente é garantido. Por outro lado, existem diversos grupos de investigação de Norte a Sul que se focam nesta temática e que colaboram directamente com as aquaculturas existentes dando o apoio e o feedback essenciais para a sustentabilidade dessas empresas. Assim, julgo que o que é necessário é simplificar processos de licenciamento, subsidiar e apoiar de diversas formas o desenvolvimento desta actividade que poderia contribuir significativamente para o crescimento económico do nosso Pais, à semelhança de outros tais como a Noruega ou a Escócia.
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Acho que fomos grandes nos padrões dos séculos XV a XVII mas podemos também ser maiores do que somos na actualidade se soubermos tirar partido da nossa situação assim como os nossos antepassados souberam fazer há umas centenas de anos
- Concordas que sempre que Portugal se virou para o mar prosperou e que o nosso futuro passa por ele?
Sem dúvida! Não há dúvidas de que a nossa situação geográfica nos lançou ao mar, nos fez chegar tão longe e nos fez crescer em dimensões imperiais. Acho que fomos grandes nos padrões dos séculos XV a XVII mas podemos também ser maiores do que somos na actualidade se soubermos tirar partido da nossa situação assim como os nossos antepassados souberam fazer há umas centenas de anos. No passado o mar representava caminho livre para as descobertas, agora temos de nos focar nos recursos que nele podemos explorar. Desde a energia das ondas ao fundo oceânico e as suas fontes geotérmicas, passando pela pesca. Podemos promover a nossa auto-sustentabilidade se soubermos explorar o que o mar tem para nos dar.
 
- Em que consiste a tua investigação/projecto? 
Trabalho em nutrição, e especialmente na manipulação das dietas em aqucultura de modo a modular a resposta imunitária dos peixes. Simplificando, depois de alimentar os peixes com dietas que contenham quantidades de um dado aminoácido superiores ao requerimento básico, avalia-se a sua resistência à doença e conclui-se se esse aminoácido contribuiu ou não para elevar as defesas imunitárias do animal. Eu trabalho especificamente com robalo e tenho estudado o efeito de três aminoácidos: arginina, meteonina e triptofano. Os resultados têm apontado para diferentes efeitos o que seria de esperar já que cada um deles actua por mecanismos distintos. A este tipo de dietas (suplementadas com um determinado ingrediente) chamamos dietas funcionais.
 
- Que aplicações práticas poderá ter o mesmo?
As dietas funcionais são usadas em aquacultura e têm como grande objectivo enaltecer, melhorar, estimular uma dada característica ou função no organismo dos peixes. No presente caso, as dietas suplementadas com aminoácidos poderão ser usadas como medida preventiva contra eventuais episódios de doença que, em contextos de cultivo extensivo, são muito comuns. Paralelamente à vacinação, a aplicação destas dietas permite assim evitar grandes perdas na produção e evitar ao mesmo tempo o uso de antibióticos ou outras substâncias químicas.
 
- Que significado teve para ti este prémio e o que poderá mudar na tua carreira? 
Além da grande surpresa que foi ver o meu trabalho classificado como o melhor a nível regional, claro que este prémio é muito recompensador, provando que a investigação que meu grupo e eu fazemos em conjunto é trabalho de muita qualidade e importância. Além disso prova que, apesar de sermos um país pequeno, cujos recursos em termos científicos infelizmente ainda estão aquém do ideal, somos capazes de fazer investigação de grande valor e que é reconhecido internacionalmente.
 
- Temos assistido a uma grande numero de cientistas portugueses residentes ou “emigrados” a conquistarem importantes prémios. O seu trabalho é aproveitado pelas empresas? Existe a tão proclamada ligação do meio académico ao meio empresarial?
Acho que, se o contacto indústria/meio académico ainda é escasso se deve ao facto de a própria indústria de aquacultura estar ainda pouco explorada no nosso País. Contudo considero que as actuais empresas ligadas à produção de peixe estão bastante disponíveis, estabelecendo diversas colaborações com as Universidades. Existem hoje-em-dia diversos programas de estágio e bolsas a decorrer nessas empresas que acabam por ser benéficas para ambas as partes.
 
- Como encaras o teu futuro?
Admito que com algumas preocupações. Tanto a indústria como a investigação em Portugal na minha área, são sectores um tanto ou quanto precários. Não ter um plano, um caminho definido a seguir às vezes assusta, mas faço por não pensar muito nisso. Foco-me no presente e nas oportunidades que vão surgindo e preparo-me o melhor possível para os cenários que vou encontrando. E quando trabalhamos e nos dedicamos, as oportunidades aparecem.
 
- Para além da paixão pela investigação, quais são os seus outros interesses?

Sempre que há sol e companhia, adoro sair de mota. Fazer passeios pelo País em duas rodas é das coisas que mais me dá prazer. Mas tiro imenso proveito de outros pequenos prazeres: estar com a minha enorme família, viajar com o meu namorado, ler muito e dedicar-me (quando há tempo para isso) a pequenos trabalhos manuais.
fotos: DR

A portuguesa Load Interactive venceu concurso internacional da NASA

11149318_1037657782913574_3484699358891320637_n[1]A Load Interactive  venceu o concurso internacional SpaceAps Challenge 2015, organizado pela NASA, na categoria de “Most innovative use of IBM Bluemix“.

O evento decorreu nos dias 11 e 12 de Abril, no ESA Business Incubation Center na cidade de Noordwijk, Holanda, com o objectivo de criar soluções open-source que endereçassem necessidades globais da vida na Terra e no espaço.

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A equipa que representou a Load criou uma aplicação móvel chamada Space Stuff que tem como objectivo interagir com os astronautas. Esta aplicação, foi criada em apenas 36 horas (hackathon), permite encontrar o astronauta através de realidade aumentada, comunicar com ele através do Twitter e saber mais acerca do perfil de cada um.

 

 

fonte: Pedro Varela/Load Interactive
foto: DR

U.Porto procura novos talentos para a investigação

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Está a chegar mais uma edição do IJUP. Todos os estudantes e investigadores da Universidade do Porto podem agora submeter os seus trabalhos de investigação (até 25 de abril) ou inscreverem-se (até 30 de abril) para participarem no Encontro de Investigação Jovem da Universidade do Porto, iniciativa que, pelo oitavo ano consecutivo, pretende dar a conhecer os novos talentos da Ciência produzida na U.Porto.

A decorrer na Reitoria da U.Porto, de 13  a 15 de maio, o IJUP constitui uma oportunidade única para os estudantes de 1.º e 2.º ciclos (licenciatura, mestrado integrado e mestrado) da Universidade, incluindo estudantes de mobilidade, apresentarem publicamente os seus trabalhos científicos perante uma plateia de colegas e docentes de todas as faculdades da U.Porto.

Os estudantes interessados em apresentar os seus projetos devem submeter, de 16 a 25 de abril, um resumo da sua comunicação na página de inserção de resumos. Os estudantes que não pretendam apresentar qualquer projeto podem, ainda assim, marcar presença no IJUP. Para isso, basta inscreverem-se até 30 de abril aqui.

 

fonte/artigo cmpleto em: http://noticias.up.pt/ijup-u-porto-procura-novos-talentos-para-a-investigacao/

foto: DR

Concurso da Incubadora Taguspark leva empreendedorismo ao Festival IN

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O concurso de ideias de negócio Duck Pond, aberto ao público, decorrerá durante o Festival IN- Inovação & Criatividade nos dias 23, 24 e 25 de Abril, respectivamente, quinta-feira, sexta-feira e sábado, com início previsto para as 18h00 na cidade Unisys – Investigação & Produtividade.

O Concurso é uma iniciativa da Incubadora Taguspark, conta com o patrocínio da Fundação AIP (organizadora do festival), e visa incentivar o empreendedorismo em Portugal.

Durante cada sessão serão apresentadas entre 5 e 6 ideias de negócio pré-seleccionadas pela organização do evento, e após cada pitch os candidatos terão que responder às questões colocadas por parte do júri composto maioritariamente por empreendedores de sucesso.

A melhor ideia de cada dia irá ainda receber um prémio no valor de valor de 500€.

As inscrições encontram-se agora abertas através do preenchimento de um formulário no site do Festival-IN, já disponível no seguinte link http://incubadora.taguspark.pt/duckpond.

Filme “FOI O FIO” premiado na Alemanha

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O filme de animação “Foi o Fio” de Patrícia Figueiredo, produzido pela Filmógrafo e Cine-Clube de Avanca acaba de ser distinguido com o segundo prémio do “3º International Monstronale Festival”. Este evento, que este ano elegeu “Paixões” como temática, decorreu até este domingo na cidade alemã de Halle, sede do estado “Saxony-Anhalt” e no centro nevrálgico da chamada “Região Metropolitana Central Alemã” (Metropolregion Mitteldeutschland).

A história de “Foi o Fio” envolve 3 mulheres. Uma mulher novelo, uma velha mulher que passa os dias a olhar pela janela e uma vendedora de roupa caída dos estendais, estão unidas por um fio. As três conduzem as ações de outras personagens e o inevitável destino de uma mulher com o marido às costas.

Sobre esta obra, o júri declarou ser “Uma bela prova de linearidade, mesmo num (não) enredo aparente”.

Sendo a obra de estreia de Patrícia Figueiredo, este filme foi já exibido em 31 festivais, em Portugal mas também na Alemanha, Áustria, Bulgária, Canadá, Chile, Croácia, Espanha, França, Hungria, Índia, Marrocos, Rússia e Turquia. Este é o quinto prémio atribuído ao filme.

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Patrícia Figueiredo nasceu em 1985 e licenciou-se em Pintura pela Faculdade de Belas Artes da Universidade do Porto, tendo concluído o curso em Cracóvia (Polónia), onde frequentou o atelier de Cinema de Animação na AkademiaSztukPięknych w Krakowie. Finaliza atualmente o Mestrado em Ilustração e Animação no Instituto Politécnico do Cávado e do Ave. O seu trabalho divide-se entre a animação e a ilustração, onde participa em vários livros infantis.

Com música do compositor Joaquim Pavão e produção de António Costa Valente, a Patrícia teve a companhia na animação da Raquel Felgueiras, Íria Cabaleiro, Rodrigo Barata e da equipa constituída por António Osório, António Fonseca, Bruno Correia, Carla Tavares, Daniela Couto, João Ferreira, Maria Rebelo, Ricardo Silva, Sérgio Reis e Vânia Clara. Na produção, Eunice Castro e Rita Capucho assistiram Júlia Rocha e Álvaro Marques. Finalmente, Patrícia Figueiredo e Raquel Felgueiras montaram o filme.

“Foi o Fio” foi realizado no estúdio de cinema de animação do Cine-Clube de Avanca, com produção Filmógrafo e apoio financeiro do ICA | Secretaria de Estado da Cultura, com co-financiamento da RTP, Radiotelevisão Portuguesa.

Campeã de dança, manequim e voluntária – Margarida Dias em entrevista

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Margarida Dias tem 22 anos, nasceu em Braga, onde sempre residiu e ai concluiu a Licenciatura em Serviço Social na  Universidade Católica Portuguesa – Faculdade de Ciências Sociais. Na dança tem-se destacado a nível nacional, tendo alcançando já um palmarés muito interessante. Paralelamente, a moda tem-lhe “piscado o olho” e tem desfilado com alguma frequência.

Ligada à Pastoral Universitária descobriu o voluntariado em Cabo Verde, o que se tornou numa paixão. Localmente, coordena o voluntariado da Pastoral Universitária no Projecto Homem e faz voluntariado num lar de idosos.

A Excelência Portugal quis saber mais e entrevistou a Margarida.

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Este ano de competição foi super positivo. Alcancei todos os títulos nacionais tanto em Latinas como em Clássicas
- Com que idade descobriste a dança?  Foi a tua primeira modalidade?
Descobri a dança já relativamente tarde, com 16 anos por intermédio de uma amiga que me convidou a  experimentar uma aula de dança de salão. Não foi a minha primeira modalidade. Antes fui federada em Taekwondo mas , mais tarde deixei de praticar e assim que experimentei a dança de salão tive vontade de continuar.
 
Como conseguiste conjugar a alta-competição com a licenciatura?
Durante a licenciatura não foi muito difícil de conciliar porque os treinos eram ao fim da tarde e os campeonatos aos fins de semana. Na altura entrei na tuna e isso já não deu para conciliar porque coincidiam os horários, mas com a licenciatura nunca houve problema.
- Como decorreu este na Dança? Que títulos alcançaste ?
Este ano de competição foi super positivo. Alcancei todos os títulos nacionais tanto em Latinas como em Clássicas, nomeadamente o título de Campeã Nacional, o de campeã Nacional das 10 Danças, o de campeã do Ranking Nacional e o de campeã da Taça de Portugal nos dois estilos no meu escalão – Adultos Intermédios.
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O voluntariado muda qualquer pessoa, enriquece qualquer pessoa. Haverá sensação melhor do que vermos alguém feliz por algo que fizemos ou dissemos? Por vezes não é preciso muito! Sempre que entro no Lar de idosos onde faço voluntariado fico contente.
- Em que período da tua vida descobriste o voluntariado?  
Faço voluntariado desde que me lembro. Na Secundária, iniciei um projecto com atletas de desporto adaptado – Boccia de forma a conseguir alguns apoios e de eu própria apoiar a equipa em torneios. Fiz também voluntariado numa cantina social e visitas domiciliares a idosos para lhes fazer companhia. Mais tarde Comecei a fazer voluntariado num lar de idosos. Fiz ainda, já no final da Faculdade voluntariado em Cabo Verde.
 
- Através de que Instituição praticaste voluntariado e em que cenários/países?
Conheci a Pastoral Universitária na Universidade. A Pastoral Universitária apoia estudantes universitários e promove actividades por eles e para eles. Foi assim que tive a oportunidade de ir a Cabo Verde como voluntária nesta que foi a melhor experiência que tive, apesar de que tudo o que seja feito com amor pelos outros tenha um valor inestimável.

 
- Cabo Verde tornou-se uma paixão?  O que te cativou?
Desde o início da Faculdade que comecei a conhecer a cultura cabo-verdiana. O que mais me cativou e que tive oportunidade de comprovar no próprio país foi a simplicidade e o acolhimento.  Somos sempre bem recebidos. De uma forma tão simples e tão natural que não sei se em Portugal acolhemos da mesma maneira…
 
- Em que ilhas estiveste e que projectos desenvolveste?Estivemos na ilha de Santiago e na Ilha do Maio. Acho que mais do que desenvolver projectos, estivemos lá para ensinar e aprender. Provavelmente aprendemos mais do que ensinamos. Foi muito enriquecedor conviver com as comunidades, perceber a forma como gostavam da nossa companhia.

-  O que mudou em ti depois do voluntariado?
O voluntariado muda qualquer pessoa, enriquece qualquer pessoa. Haverá sensação melhor do que vermos alguém feliz por algo que fizemos ou dissemos? Por vezes não é preciso muito! Sempre que entro no Lar de idosos onde faço voluntariado fico contente. Apesar de custar ver algumas coisas, ficam tão contentes por um simples carinho ou um olá que já vale a pena! O voluntariado torna as pessoas menos egoístas, penso eu. Pensar no outro e conseguirmos colocar-nos no seu lugar é óptimo para nós próprios e para pensarmos em como gostamos de ser tratados também.
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A moda é outra parte da minha vida. Faz-me sentir bem comigo mesma e gostar mais de mim – não que eu não goste!
- A moda também tem estado presente na tua vida. Que papel representa e que importância lhe atribuis?
 A moda é outra parte da minha vida. Faz-me sentir bem comigo mesma e gostar mais de mim – não que eu não goste! Apesar de tudo, sempre que desfilamos ganhamos mais confiança, sentimo-nos bem, pelo menos é isso que sinto. Apesar de também a ter descoberto relativamente tarde, tem-me feito sentir muito bem.
 
- Quais as tuas expectativas a nível profissional?
A nível profissional, não poderia ter escolhido um curso diferente. Ser Assistente Social era o que queria e quem me conhece sabe que é a profissão que mais me realiza. Apesar de ser uma área bastante complicada, é muito gratificante. Não descarto a possibilidade de trabalhar no estrangeiro mas penso que em Portugal é uma profissão necessária e espero que o futuro seja risonho.
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fotos: DR e Nobodymodels

“A melhor estagiária do mundo” está na Casa da Música

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No âmbito das comemorações do 10ºaniversário da icónica Casa da Música, o caderno P3 do Público encontrou a mais jovem colaboradora da equipa de 192 que constitui o quadro de pessoal desta casa da cultura. Aos 22 anos, Liliana Marinho, de acordo com a referida publicação, realizou um estágio curricular no departamento de assessoria a que se seguiu, o actual, estágio profissional  nos departamentos de comunicação e marketing.

Liliana descobriu a Casa da Música cedo, dado que fazia parte de uma banda de música em Amarante, mas foi a vinda para o Porto para estudar Jornalismo e Ciências da Comunicação na vertente de assessoria, na Universidade do Porto que lhe “abriu as portas” da casa. E a música continua a impregnar o seuo ADN, este ano completa o 8.º grau de ensino no Conservatório do Porto.

O “estatuto” de “a melhor estagiária do mundo” surgiu no decurso do estágio curricular no departamento de assessoria. Liliana Marinho recebeu um forte elogio da pessoa que a orientava e os colegas e as redes sociais fizeram o resto.

Liliana reconhece o papel fundamental que a Casa da Música representa, a par de outras instituições como Serralves, mas lamenta que os jovens ainda não as frequentem como seria desejável e acredita na necessidade de uma maior aposta no ensino da música.

Foto: DR
Fonte: P3

 

 

Professor da FAUP vence Prémio Fernando Távora 2015

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Edição 2015 do Prémio recebeu 23 candidaturas.

A proposta de viagem ‘Ruínas, ou o Livro de Arquitectura’ valeu a André Tavares, docente convidado da FAUP, a 10ª edição do Prémio Fernando Távora.

A proposta vencedora foi anunciada a 9 de Abril e propõe “um percurso por edifícios e edições originais de livros em Roma, Vicenza, Paris e Londres, a fim de, através da história do livro de arquitectura, sintetizar a cultura arquitectónica europeia”.

Para o Júri a “proposta vencedora distingue-se por uma profunda originalidade: percurso por edifícios e edições originais de livros em Roma, Vicenza, Paris e Londres, a fim de, através da história do livro de arquitectura, sintetizar a cultura arquitectónica europeia. (…) Num momento em que as tecnologias digitais ameaçam a compreensão das qualidades físicas dos objectos, o livro é um reduto da arquitectura que exige a compreensão da sua natureza física, da textura das suas páginas, da natureza do seu peso”.

O Júri da presente edição do Prémio foi presidido pelo escritor Valter Hugo Mãe e constituído pelos arquitectos José Manuel Botelho, João Luís Carrilho da Graça (nomeado pela Casa da Arquitectura), Pedro da Rocha Vinagreiro (em representação da Ordem dos Arquitectos – Secção Regional do Norte) e Luísa Távora, em representação da família do arquitecto Fernando Távora.

André Tavares licenciou-se e doutorou-se em Arquitectura na FAUP (2000-09), é docente convidado na FAUP, tem-se dedicado à investigação, crítica e edição (Dafne), sendo ainda comissário geral, com Diogo Seixas Lopes, da Trienal de Arquitectura de Lisboa 2016.

O resultado da viagem será apresentado numa conferência na Câmara Municipal de Matosinhos a 5 de Outubro, Dia Mundial da Arquitectura, altura em que será lançada a 11ª edição deste Prémio.

Em edições anteriores, foram vencedores, entre outros, os arquitectos Maria Moita (3ª edição), Paulo Moreira (7ª edição), ambos alumni FAUP, e Susana Ventura (9ª edição), actualmente a desenvolver o projecto de Pós-Doutoramento na FAUP, sendo membro efectivo do centro de estudos do CEAU-FAUP.

O Prémio Fernando Távora, uma bolsa de viagem no valor de seis mil euros, é uma distinção anual destinada a arquitectos membros da Ordem dos Arquitectos, sendo organizado pela sua Secção Regional do Norte, pela Câmara Municipal de Matosinhos e pela Casa da Arquitectura.

 

texto e fotos: FAUP ( http://sigarra.up.pt/faup/pt/noticias_geral.ver_noticia?P_NR=15016)
+ info  www.oasrn.org