VOKE – Da cidade para a praia, de Lisboa para o mundo!

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VOKE  foi criada em 2014 por duas jovens designers portuguesas, Inês Franco e Sofia Charola. É uma marca jovem e vibrante que acredita na capacidade de sonhar, produzir e comercializar uma linha de moda de praia capaz de se afirmar internacionalmente.

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Projectada de raiz para ocupar um posicionamento diferente e dar resposta às necessidades das clientes que procuram associar o conforto e descontracção a uma lifestyle mais irreverente e divertida. Foi especialmente pensada para mulheres confiantes de estilo savy, que não tem medo de se destacar e exigir que a sua moda de praia seja tão fashion-forward como o seu estilo de vida.

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VOKE acaba de lançar a sua segunda colecção de Swimwear – A.M.-P.M. – concebida tendo em mente o maior luxo da actualidade, o tempo. E como não há nada mais estimulante que o tempo aproveitado a viajar e conhecer novos lugares… A VOKE viajou até ao Rio de Janeiro e escolheu a maravilhosa cidade Brasileira como inspiração e local da sua campanha para o Verão 2015/2016.

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A.M.-P.M. #inrio 2015 Swimear Collection combina linhas limpas com estampas exóticas e exclusivas inspiradas nas praias e na street art da cidade do Rio de Janeiro. Cidade de encantos mil e energia contagiante, combinação perfeita entre cidade e praia que inspirou fatos de banho sofisticados com cortes ousados e bikinis sexys de silhuetas uber-chic. Uma colecção versátil pensada para incentivar diferentes formas de usar o seu fato de banho e bikini, e principalmente para aproveitar com qualidade o seu tempo de lazer.

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Os materiais utilizados nas suas peças são Lycra Xtra Life, Tule e todos os padrões são criados pela VOKE.
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Em Portugal, a modelo madeirense, Beatriz Ramos, também fotografou com a nova colecção da VOKE. BIV_6a
AS CRIADORAS

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Inês Franco nasceu em 1989 em Lisboa e licenciou-se em Design de Moda. Possui também especializações em Produção de Moda e Design Gráfico e é também criadora da marca Chewing Gum.

Sofia Charola nasceu em 1989 em Lisboa e sempre achou que o seu trabalho passaria por qualquer coisa ligada à criatividade. Por isso foi para o IADE, onde se licenciou em Design e, a seguir, um curso de especialização em Marketing. Sempre pensou que o que queria mesmo, que a cativava, era ter uma marca de biquínis e fatos de banho.

Fotos: DR

Bayer atribui prémio na área da Oftalmologia à Doutora Raquel Santiago

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O Projeto  “Managing inflammation in diabetic retinopathy by adenosine A2A receptor blockade“, apresentado pela Doutora Raquel Santiago, ganhou o GOAPGlobal Ophthalmology Awards Program, promovido pela Bayer HealthCare.

este projecto poderá contribuir para o desenvolvimento de novas abordagens terapêuticas para o tratamento da retinopatia diabética

A Excelência Portugal falou com a investigadora que nos transmitiu que a retinopatia diabética é uma das complicações mais frequentes da diabetes e que este projecto poderá contribuir para o desenvolvimento de novas abordagens terapêuticas para o tratamento da mesma.

De acordo com Raquel Santiago,  as células da microglia em situações normais contribuem para a homeostasia do sistema nervoso central, nomeadamente da retina. Durante a diabetes, estas células tornam-se reactivas e podem conduzir à morte das células da retina. Resultados obtidos no seu laboratório e de outros grupos de investigação já mostraram que o bloqueio dos receptores A2A de adenosina consegue prevenir a reactividade destas células, com efeitos protectores para os neurónios. Com este projecto pretendem estudar se o controlo da neuroinflamação mediada pelas células da microglia através do bloqueio do receptor A2A de adenosina consegue prevenir as alterações na retina induzidas pela diabetes.

Raquel Santiago, pós-doc da FMUC no Retinal Dysfunction and Neuroinflammation Lab do IBILI, liderado pelo Inv. Doutor Francisco Ambrósio, irá a Nice em setembro, para receber o Prémio no valor de 50 mil dólares.

Foto: @FMUC

 

Miguel Oliveira – “Estamos aqui para sonhar com o título”

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Terceiro no campeonato do mundo de Moto3, Miguel Oliveira tem à sua frente uma segunda metade da temporada onde é um dos candidatos predominantes à vitória nas 9 corridas que faltam até ao fim da época.

A lesão sofrida nos treinos livros para o Grande Prémio da Alemanha não tirou optimismo ao piloto da Red Bull KTM Ajo. Na próxima semana, Miguel Oliveira vai correr em Indianápolis, três semanas apenas depois de ter fraturado o quarto metacarpo da sua mão esquerda. Enfrenta a segunda parte da temporada com confiança, motivado pela sua boa performance nas últimas etapas do campeonato. MO2

Em primeiro lugar, como é que te estás a sentir? Em que fase da recuperação estás neste momento?

“Estou a sentir-me melhor a cada dia. Neste momento, estou a seguir um plano de recuperação que me permite ganhar movimento na minha mãe esquerda e força nos dedos. Com a fratura que eu tive, é um bocadinho cedo achar que estou em perfeitas condições para Indy, mas estou a trabalhar arduamente todos os dias para que possa abordar a corrida tão em forma quanto possível.”

Apesar deste incidente, achas que ainda podes lutar pelo título?

“Sim, claro. Isto é motociclismo de competição, logo enquanto for matematicamente possível, vou continuar a trabalhar com a minha equipa sempre com o título em mente. È verdade que tivemos alguma falta de sorte nalgumas corridas, mas acho que estivemos a muito bom nível em muitos dos Grandes Prémios e ainda temos 9 corridas para lutar pela vitória.”

Qual é a análise que fazes desta primeira metade da temporada?

“Acho que foi uma primeira metade da temporada em que começámos muito fortes mas não conseguimos completar todas as corridas. Tivemos alguma falta de sorte, já que terminar as duas primeiras corridas ter- nos-ia deixado muito mais acima na classificação geral. De qualquer forma, a análise geral é muito positiva. Temos 2 vitórias nas últimas 3 corridas e acho que isso é o que mais conta. A primeira vitória em Mugello, depois em Assen, foram excelentes. E a mota tem estado sempre a rodar na sua performance máxima.”

Foi difícil lidar com este começo de temporada?

“Claro, depois de não conseguir terminar 2 corridas de seguida, fiquei um bocado triste, porque queria acabar uma corrida. Consegui chegar à pole position na Argentina, onde comecei bem mas acabei em quarto. Depois voltámos à Europa com um pódio em Jerez, depois o azar de Le Mans e depois a vitória em Mugello, o quinto lugar na Catalunha e outra vitória em Assen. Desde que voltámos à Europa que temos sido bastante competitivos, a acabar sempre no Top Five.”

O pódio em Jerez, foi um ponto de viragem na tua temporada? Ou a vitória em Mugello foi mais importante?

“Nós precisávamos do pódio em Jerez para nos dar confiança. A partir de Jerez, começámos a acreditar mais nas nossas capacidades. Nós sabíamos que éramos muito rápidos e que estávamos a ser muito consistentes, mas por alguma razão nas corridas não estávamos a conseguir fazer o nosso trabalho até ao fim. Em Mugello deu-se uma mudança muito grande, porque saímos para a pista para ganhar.”

O que é que melhorou na mota desde a primeira corrida até agora?

“Acima de tudo, o que melhorou foi a configuração da mota, porque não introduzimos nenhuma peça nova. Temos estado a testar partes novas, mas o que já temos mostrou sempre um melhor desempenho.”

Quando te referes à configuração da moto, sentes-te mais confortável?

“Sim, já nos adaptámos, mas depende tudo muito da pista. Os circuitos variam muito e as condições são muito diferentes e quando chega a hora da corrida temos sempre que improvisar um bocadinho. Há alguns circuitos onde, em circunstâncias normais, eu consigo ser muito forte”

Como é que avalias o nível de competição nesta época do campeonato do mundo de Moto3?

“Muito alto. Estamos todos a correr muito rápido, com tempos por volta mais velozes que os do ano passado. O Danny Kent, que é o líder da nossa série, tem tido vida fácil, e agora nós temos que lhe complicar um bocadinho as coisas.”

Achas que consegues fazer isso?

“Obviamente, depende de mim, mas também da sorte que ele possa ter. Neste desporto não estamos sozinhos em pista e tudo pode acontecer – tanto a ele como a mim, como ficou demonstrado na Alemanha. Mas o melhor é mesmo continuar a focar-me no meu próprio trabalho, para conseguir estar na frente e ganhar corridas.”

Olhando para o que resta da temporada, há circuitos que gostes mais ou menos do que aqueles onde já correste esta época?

“São todos muito diferentes. Há alguns circuitos onde, em circunstâncias normais, eu consigo ser naturalmente muito forte, e teremos que trabalhar ainda mais arduamente para ganhar vantagem. A mota está a corresponder bem e temos que entrar em cada circuito a acreditar que vai tudo correr bem, com um mindset totalmente positivo.”

Quais são os circuitos que melhor se adaptam a ti?

“Silverstone, Misano, Motegi, Phillip Island e Malásia: estes são alguns circuitos que eu gosto bastante e onde consegui sempre ser rápido.”

Como é que olhas para o Campeonato do Mundo?

“Não me preocupa. Estamos aqui para sonhar com título e lutar por ele. Vai ser difícil, mas acho mesmo que posso sonhar com o título. De qualquer forma, temos que pensar corrida a corrida.”

Ganhar   o   título   será   a   única   coisa   que   te   deixará   satisfeito   esta   época?

“Não, claro que não. Ficarei muito feliz com a temporada se conseguir lutar pelo título até ao fim e der tudo. Se não ganhar, então pelo menos será porque o vencedor teve uma época brilhante.”

E como é que olhas para o Campeonato Mundial de MotoGP?

“Acho que se consegue perceber uma diferença muito grande entre as Yamaha e as Honda. O Marquez também não teve as coisas a correrem-lhe tão bem quando ele provavelmente esperaria – mas é essa a beleza deste desporto. Todos os anos qualquer um pode evoluir, tanto pilotos como motas. E bom vermos o nosso ídolo na frente e só por isso a época tem valido a pena.”

 

Fotos: DR
Fonte: Assessoria Miguel Oliveira

Laboratório de Investigação Pedagógico da Liga Portuguesa Contra o Cancro

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O Laboratório de Investigação Pedagógico (LIP) é um projeto que surgiu da necessidade de fomentar a consciencialização, formação e prevenção do cancro na população jovem, nomeadamente em jovens a frequentar a escolaridade obrigatória. Esta iniciativa partiu do Departamento de Investigação da Liga Portuguesa Contra o Cancro – Núcleo Regional do Norte (LPCC – NRN) e conta com o apoio de vários investigadores e Bolseiros da Instituição da área do cancro para dar formação aos alunos das escolas da região Norte de Portugal.

Esta formação tem em consideração os programas de educação para a saúde das escolas, bem como pedidos efetuados por parte das mesmas, de modo a conseguir responder às necessidades dos alunos. Deste modo, as atividades do LIP podem ser divididas em três modalidades:

  • Os “Sábados Científicos” , que consistem na deslocação dos jovens à LPCC-NRN, de forma autónoma, durante três sábados para obterem uma mini-formação na área da oncobiologia;
  • A “Escola vai ao LIP”, que consiste na deslocação dos jovens à LPCC-NRN, durante a semana, para realizar atividades laboratoriais na área da oncobiologia, assistir a uma palestra sobre diversos temas relacionados com o cancro e visitar da LPCC-NRN, nomeadamente a Unidade de Rastreio de Cancro da Mama entre outros;
  • O “LIP vai à escola” , que consiste na deslocação dos investigadores às escolas a fim de realizar palestras e atividades no contexto escolar.

Em funcionamento deste 25 de Janeiro de 2014, o LIP já contribuiu para a formação de cerca de 1786 jovens e este ano tornou-se parceiro oficial do projeto “Universidade Júnior”, da responsabilidade da Universidade do Porto. A “Universidade Júnior” é, atualmente, o maior programa nacional de iniciação de jovens ao ambiente universitário e este ano contou com a participação de mais 5500 jovens, durante o mês de Julho. A LPCC-NRN associou-se a este projeto, abrindo as portas do LIP para receber 64 jovens nas 4 semanas de atividade. A atividade realizada teve como título “ Porque somos todos diferentes? Dá célula normal à célula tumoral…!” e permitiu aos alunos a realização de trabalhos experimentais que tinham como objetivo a melhor compreensão dos mecanismos subjacentes ao funcionamento do organismo humano e a sua relação com os processos inerentes ao desenvolvimento de cancro.

O LIP possui um blogue (http://liplpcc.blogspot.pt/ ) e uma página de facebook (https://www.facebook.com/lip.lpcc) onde se encontram divulgadas todas as atividades realizadas e as escolas que estiverem interessadas em desenvolver atividades em conjunto podem entrar em contacto através do email: liplpcc@gmail.com.

 

 

Universidade Itinerante do Mar comemora dez anos

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O projeto UIM foi criado em 2006 a partir da iniciativa conjunta da Universidade do Porto (Portugal) e da Universidade de Oviedo (Espanha), tendo sido posteriormente valorizado com a participação da Escola Naval. Estas três entidades trabalham em equipa num sentido único: o de proporcionar a jovens universitários uma experiência de formação rica e diversificada, envolvida num ambiente multidisciplinar e em cooperação, onde a componente principal é dar plena propriedade ao lema da UIM “Conhecimento e Aventura”.

O Curso da Universidade Itinerante desdobra-se em três ciclos principais: O Ciclo de Preparação, o Ciclo de Realização e o Ciclo de Conclusão. No Ciclo de Preparação efetuam-se não só encontros entre as três entidades organizadoras e os estudantes universitários, mas também ações de formação em ambiente académico; o Ciclo de Realização tem como principais componentes os momentos de Navegação e de Formação Académica quer a bordo do Navio, quer nos locais visitados quando atracados; o Ciclo da Conclusão caracteriza-se pelo desenvolvimento e apresentação de trabalhos/projetos realizados pelos alunos, de acordo com a temática anual de cada campanha da UIM. A avaliação positiva do projeto (analisada por um júri da UP) pode equivaler à creditação de 6 ECTS no currículo académico dos alunos das Universidades do Porto e Oviedo, ou nas demais instituições que validem o CURSO UIM.

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Em 2015, a campanha da UIM é organizada pela U.Porto e pela Escola Naval e contempla dois cursos/rotas . A primeira “expedição” arrancou a 2 de agosto e, até 15 de agosto, vai passar pelo Porto, Berlengas, Porta Santo,  Funchal e Lisboa. A segunda decorre entre 14 e 22 de agosto e fará o percurso Lisboa – Casablanca – Portimão.

Antes da partida do “Creoula“, os dez anos da Universidade Itinerante do Mar foram assinalados nesta sexta-feira, 31 de julho, no Novo Terminal de Cruzeiros do Porto de Leixões (APDL).

 

Fotos: UIM
Fontes: UIM e UP

Oliveira da Serra – o azeite de Ouro

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O azeite Oliveira da Serra, Lagar do Marmelo foi reconhecido com a medalha de ouro no concurso Mário Solinas, concurso internacional de referência dos azeites virgens extra onde participam azeites de Portugal, Itália, Espanha ou Grécia. Este é o segundo ano consecutivo que o azeite Oliveira da Serra é considerado como um dos melhores do Mundo.

O prémio foi entregue na categoria de Frutado Verde Ligeiro, sendo este um “azeite de aromas verdes e uma complexidade de sensações na boca inigualáveis” como é descrito na página da marca Oliveira da Serra.

Este ano a marca Oliveira da Serra já recebeu mais de 40 prémios, sendo que foi considerado recentemente – e pelo segundo ano consecutivo – o melhor lagar do Mundo de azeite. O Lagar Oliveira da Serra no Alentejo, recebeu o primeiro prémio no concurso World’s Best Olive Oil Mills, sendo a única marca portuguesa neste “ranking”.

A marca Oliveira da Serra tem dois azeites – o Oliveira da Serra Lagar do Marmelo e o Oliveira da Serra Gourmet – entre os 10 melhores azeites do mundo.

Fonte: Oliveira da Serra
Fotos: Oliveira da Serra

Viana do Castelo – “Unexpected Portugal”

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A British Airways, uma das maiores companhias aéreas da Europa e do Mundo, passou durante o passado mês de Maio um vídeo promocional sobre a cidade portuguesa, Viana de Castelo. O vídeo intitulado “Portugal Expect the Unexpected – Viana do Castelo” é um vídeo promocional sobre a cidade promovido pela Câmara Municipal que pretende dar a conhecer o turismo da mesma.

Durante mais ou menos 1 minuto e 20 segundos, é nos apresentado o coração de Viana com as suas paisagens, a gastronomia e os vinhos, os desportos náuticos, a arquitectura e os costumes. Com o intuito de cativar os turistas que utilizam a companhia aérea a explorar Portugal, o vídeo é ainda acompanhado por uma reportagem de 4 páginas na revista disponibilizada a bordo pela companhia aérea, a High Life Magazine.

A campanha teve um custo aproximado de 50 mil euros.

Se por acaso nunca foi a Viana do Castelo e pretende fazer turismo por Portugal, tente resistir a estas imagens da torta de Viana, ou da paisagens de Santa Luzia, pode espreitar e ficar com Viana do Castelo no coração.

 

 

Foto: C.M. Viana do Castelo

Portugal é o quinto país com maior percentagem de renováveis na produção de eletricidade

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Portugal é o quinto país da membro da Agência Internacional da Energia (AIE) com maior percentagem de renováveis na sua produção de eletricidade. Segundo os dados da entidade, mais de 60% do total de energia que produzimos é verde.

O nosso país ocupa o quinto lugar entre os 29 países da AIE, só atrás de países como a  Noruega, Áustria, Nova Zelândia e o Canadá.

Quanto à origem da energia produzida, cerca de 30%  é gerada através de hídricas e cerca de 25% através de energia eólica. É de realçar que nesta categoria, apenas somos ultrapassados pela Dinamarca (com mais de 40%).

A energia eólica em Portugal não é uma realidade recente, embora na última década tenha sofrido um enorme crescimento. Este tipo de energia começou a ser aproveitada para geração de energia elétrica em 1986, quando foi construído o primeiro parque eólico do país, na ilha de Porto Santo, no arquipélago da Madeira. Seguiram-se-lhe o Parque Eólico do Figueiral, na ilha de Santa Maria, nos Açores (1988) e, em Portugal Continental, o Parque Eólico de Sines (1992).

 

Fontes: Observador, wiki/Energia_eólica_em_Portugal e Parque Eólico de Sines
Foto: Parque Eólico de Sines

Chewing Gum – ‘Dream and Dare Your­self, With Class’

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“Dream and Dare Yourself, With Class” é o conceito principal do projecto Chewing Gum que possui acessórios para a  cabeça, ombros, tronco, braços, mãos, barriga, pernas, tornozelos, pés e orelhas. Nenhuma parte do corpo é deixada ao acaso por esta marca. Uma marca de acessórios que con­tem­pla o corpo como base de tra­ba­lho e em que todas as peças preten­dem com­ple­men­tar e embe­le­zar as linhas do corpo.

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Peças exclusivas, arrojadas e inovadoras feitas à mão desde a concepção gráfica às produções fotográficas que associam design, arte, moda e joalharia e embe­le­zam as linhas do corpo.

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A Chewingum nasceu em 2012 da vontade de duas amigas em concretizar ideias e con­ci­liar a enorme pai­xão de ambas pelas áreas de moda, design, foto­gra­fia, joa­lha­ria e vídeo, entre mui­tas outras pai­xões. Foi  a primeira marca em Portugal a criar peças exclusivas para todas as partes do corpo, as conhecidas ‘bodychains’.

“mui­tas ideias, muita von­tade de as pôr em prática e uma sen­sa­ção que não dimi­nuía, pelo con­trá­rio só cres­cia, era como… uma pas­ti­lha elás­tica! “Chewingum! É isso!” É como as nos­sas ideias: momen­tâ­neas, con­su­mí­veis, diver­ti­das… e foi assim. A ideia prin­ci­pal por trás do nome é que tudo é efé­mero, prin­ci­pal­mente na área da moda, da cri­a­ção”    

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A Chewingum ambiciona sempre criar peças novas para mulhe­res “novas”. Há um fas­cí­nio e uma pro­cura enorme pelo novo, pelo arro­jado, pelo tra­ba­lho de autor, pelo único… São acei­tes enco­men­das espe­ci­ais, con­forme o pedido do cli­ente.

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Colecção exclusiva em prata. (Modelo: Raquel Fontes)

Muito em breve será lançada uma colecção exclusiva em prata cujo catálogo será protagonizado pela lindíssima modelo Raquel Fontes.

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A  colecção de Verão’15 da Chewingum, SEA SHELL – Summer Collection, representa a paixão pela Costa Portuguesa e foi inspirada no mar, nas nossas paisagens e nas formas orgânicas que nos rodeiam.

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A sessão foi fotografada pela Marta Cabral na Praia da Ribeiro do Cavalo, em Sesimbra. Esta Produção Fotográfica não poderia ter sido realizada noutro local, a paisagem paradisíaca representa tudo o que as responsáveis da marca queriam transmitir com esta nova Colecção, o cenário perfeito.

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Cada vez que lançam uma colecção querem sempre alterar um pouco os materiais de trabalho e explorar outras coisas, têm sempre o objectivo de apresentar algo realmente diferente do que fizeram anteriormente.

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Fotografia – Marta Cabral Photography
Modelo – Isaura Quevedo
MUA – The Pink Lemonade – Marta Alves
Hair Styling – Hairdreams – Rita Serrano
Produção – Chewingum

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SHOWROOM aberto ao público no LX Factory em Lisboa.
LX Factory – Rua Rodrigues Faria, 103, Edifício I, Piso 2, Espaço 2.03

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AS CRIADORAS

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Inês Franco
– 26 anos
Licenciada em Design de Moda
Especializações em Produção de Moda e Design Gráfico
Criadora da marca Voke Beachwear

Maria Vaz Filipe – 25 anos
Licenciada em Design 
Especializações em Design Gráfico e Joalharia
Designer em modo Freelancer

Fotos: DR

Universidade do Porto em grande destaque nas bolsas Fulbright de Investigação

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Liliana Abreu, Mariana Pereira, Pedro CecílioRosana Alves e Sofia Leite, todos eles graduados pela Universidade do Porto, integram o lote de onze cientistas portugueses que, durante o ano letivo 2015/2016, vão ser financiados pelo Estado norte-americano para prosseguir os seus projetos de investigação nalgumas das mais prestigiadas universidades e centros de investigação dos Estados Unidos, ao abrigo do programa de bolsas atribuídas anualmente pela Comissão Fulbright.

As bolsas de estudo do Programa Fulbright, no valor máximo de 8 mil euros e com um duração que pode de quadro a nove meses, oferecem a estudantes e professores portugueses a oportunidade de estudar, leccionar ou fazer investigação nos Estados Unidos da América, bem como a estudantes e professores americanos a oportunidade de desenvolver o mesmo tipo de actividades em Portugal.

Bolsas para Portugueses

As bolsas Fulbright destinam-se a estudantes licenciados e a professores e investigadores com doutoramento que pretendam estudar, fazer investigação ou leccionar em universidades nos Estados Unidos da América.

Bolsas para Mestrado, Doutoramento e Investigação

  • Bolsa Fulbright para Mestrado e Doutoramento
  • Bolsa Fulbright / Fundação Carmona e Costa para Mestrado em Belas Artes – Desenho
  • Bolsa Fulbright para Investigação
  • Bolsa Fulbright para Investigação em Saúde Pública
  • Bolsas de Viagem Fulbright

Bolsas para Professores e Investigadores Doutorados

  • Bolsa Fulbright para Professores e Investigadores Doutorados
  • Bolsa Fulbright / Camões, Instituto da Cooperação e da Língua para Professores e Investigadores Doutorados

Programas especiais

  • Summer 2015 Study of the U.S. Institutes for European Student Leaders
  • Study of the United States Institutes
  • Fulbright-Schuman Program for EU Citizens

Fontes: UP e Fullbrigh