O BET 24 Horas está de volta já no dia 11 Abril

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O BET 24 Horas está de volta já no dia 11 Abril
Com um total de prémios de sete mil euros, o BET 24 vê a sua terceira edição a acontecer, em duas fases distintas: a 11 de Abril e 9 de Maio.

Depois de nas edições anteriores ter oferecido uma viagem a Silicon Valley, este ano os vencedores têm ainda a oportunidade de visitar as tech-hubs de Dublin e Londres.

A 1ª fase irá decorrer na Universidade Católica Portuguesa e será composta por quatro desafios. Durante as quatro semanas que separam a 1ª da 2ª fase da competição, serão realizados workshops, eventos de networking com investidores e encontros com mentores. Os participantes terão ainda o apoio da equipa do BET para desenvolverem as suas ideias de negócio.

A 2ª fase e fase final do evento será na Fundação Gulbenkian, onde decorrerão as quatro finais dos desafios num formato ao estilo “Shark Tank”. Neste dia, decorrerá também uma feira de start-ups portuguesas de sucesso e estarão presentes jurados e oradores de referência nacional e internacional.

As inscrições são gratuitas e a competição conta com 11 workshops e oportunidades de networking, com candidaturas abertas até a 8 de Abril , e realizadas através do website www.bet24horas.pt.

Investigadora portuguesa venceu o BiotechnologyYES, um prestigiado concurso britânico destinado a estudantes de ciências que queiram aventurar-se no mundo empresarial

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Joana Branco dos Santos venceu o BiotechnologyYES, um prestigiado concurso britânico destinado a estudantes de ciências que queiram aventurar-se no mundo empresarial. Joana Branco dos Santos e a sua equipa venceram a edição de 2014 e agora partem para o Texas, nos Estados Unidos, onde representarão a Grã-Bretanha.

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Quem é a Joana Branco dos Santos?

Joana Branco dos Santos nasceu nas Caldas da Rainha, no dia 8 de Novembro de 1987. Frequentou sempre as escolas da região e em 2007 rumou a norte, mais especificamente Vila Real, onde ingressou no ensino superior para se formar em Genética e Biotecnologia pela Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro (UTAD). Seguiu-se um curto estágio de verão no Instituto Gulbenkian de Ciência, em Oeiras, com o intuito de ficar a conhecer um pouco mais do dia-a-dia em laboratório.  Depois surge a convicção que queria  trabalhar em neurodegeneração e resolve candidatar-se ao mestrado de Neurociências da Faculdade de Medicina da Universidade de Lisboa. Realizou o trabalho para a sua tese de mestrado no laboratório do Dr. Tiago Fleming Outeiro, no Institituto de Medicina Molecular, em Lisboa, e por lá resolveu continuar. Escreveram um projecto científico e concorram a uma bolsa individual de doutoramento da Fundação para a Ciência e Tecnologia.  Neste momento encontra-se a frequentar o Programa Doutoral do Centro Académico de Medicina de Lisboa, com especialização em Neurociências, e o seu trabalho é desenvolvido entre Portugal e Inglaterra (Leicester).

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- O gosto pela ciência já nasceu contigo?

O gosto pela ciência propriamente dita penso que não. Mas lembro-me que sempre fui muito curiosa, não em relação a tudo, mas em matéria de biologia e saúde. Queria sempre saber como tudo funcionava ao pormenor, perceber o porquê de o nosso corpo responder de uma determinada forma ao invés de outra perante um determinado estímulo externo, o que acontece no interior das nossas células quando damos essa reposta, o porquê de determinadas perturbações ou doenças poderem afectar de forma tão distinta diferentes populações e, portanto qual a implicação do nosso código genético perante essa perturbação ou doença, perceber de que forma podemos “mexer” na expressão do nosso código genético para atrasar, atenuar ou mesmo curar essas doenças. Já numa fase mais tardia, na recta final da minha licenciatura, comecei a desenvolver um enorme fascínio por aquele que considero o maior mistério que o Homem tem por desvendar, o seu próprio cérebro. E, daí ter percebido que o meu futuro académico passaria por estudar o cérebro humano e quais os mecanismos moleculares associados à morte de neurónios que acontece em doenças neurodegenerativas, como Alzheimer e Parkinson.

- Achas que em Portugal terias condições para desenvolver o teu trabalho?  Como vês o sucesso de tantos portugueses que estão fora de portas?

Acredito que sim, aliás o meu trabalho de doutoramento passa também por Portugal. Comecei o meu doutoramento em Portugal e passado uns meses voei para Inglaterra e estabeleci-me na Universidade de Leicester, onde o nosso laboratório tinha já várias colaborações a decorrer. A minha vinda para Inglaterra já estava prevista à priori no meu projecto de doutoramento mas foi uma decisão totalmente minha, sabia que seria uma mais-valia a nível de crescimento pessoal e profissional. A ciência é universal, é importante  sair mesmo quando há condições para desenvolver o nosso projecto em “casa”, trabalhar em outros laboratórios, conhecer outras realidades e outras formas de fazer ciência, tudo isso é o que nos faz crescer não só como investigadores mas também como pessoas. Aliás se olharmos para o curriculum de todos os grandes cientistas e investigadores portugueses, hoje com os seus laboratórios sediados em Portugal, percebemos que a grande maioria fez parte da sua carreira lá fora e depois regressou. Faz-se muito boa ciência em Portugal e formamos excelentes investigadores, o problema passa pelo reduzido financiamento para manter essas pessoas em Portugal, as condições de trabalho são ainda muito precárias, pouco atractivas e com poucas perspectivas de crescimento. Portanto, quando não há dinheiro para continuar projectos, ou quando deixa de haver dinheiro para pagar salários, torna-se inevitável procurar oportunidades fora de portas, onde nos oferecem um maior reconhecimento monetário e mais garantias de crescimento e estabilização de carreira. Mas também há muitos que saem por opção, como no meu caso, porque procuram consolidação profissional ou apenas um novo desafio. Vejo com bastante naturalidade o sucesso dos jovens cientistas portugueses lá fora, porque vamos melhor preparados em comparação com outros estudantes de ciências de outros países e somos, regra geral, mais determinados e trabalhadores.

- Convives com outros investigadores portugueses no Reino Unido?

Temos uma grande comunidade científica portuguesa no Reino Unido. Estamos um pouco espalhados mas graças ao trabalho da Associação Portuguesa de Investigadores e Estudantes no Reino Unido (PARSUK), da qual sou membro, são organizados encontros anuais onde temos a oportunidade de conviver e discutir o estado da ciência portuguesa e outros temas da actualidade. Para além disso, há alguns estudantes de doutoramento e pós-doutorados na Universidade de Leicester com quem convivo diariamente. E curiosamente tenho também amigos e colegas na Universidade de Cambridge e em Londres.

- Pensas regressar?

Sim, quero regressar. A curto prazo tenho algumas experiências importantes para terminar em Lisboa, ainda no âmbito do meu doutoramento. Quando terminar o doutoramento gostaria de ficar em Portugal, mas claro que tudo dependerá das oportunidades profissionais que surgirem. Tenho consciência que o mercado de trabalho em Portugal é pouco competitivo nomeadamente na área de investigação e ciência e, nesse sentido o estrangeiro continua a ser uma opção bem real.

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- É no laboratório que passas grande parte do teu tempo. Em que consiste a tua investigação? 

O meu trabalho de doutoramento centra-se no estudo da doença de Huntington, uma doença neurodegenerativa hereditária, ou seja, com causa genética. É uma doença que se caracteriza por perda de coordenação motora, movimentos involuntários e, numa fase mais tardia, surgem complicações psíquicas e cognitivas que dão origem a alterações de personalidade, agressividade, depressão e demência. A nível histopatológico esta doença, tal como o Alzheimer e Parkinson, é caracterizada pela acumulação e agregação de proteínas “anormais” num grupo especifico de neurónios que acaba por levar à morte desses neurónios. O meu projecto de doutoramento consiste em estudar os mecanismos moleculares, nomeadamente modificações bioquímicas pós-traducionais que ocorrem após a formação das proteínas e, que levam à alteração e agregação dessas proteínas. Nesse sentido estamos a tentar identificar potenciais alvos terapêuticos que possam, numa fase posterior, ser utilizados pela industria farmacêutica para a produção de novos fármacos mais eficazes.

- Que aplicações práticas poderá ter o mesmo?

Tal como expliquei anteriormente o objectivo final do meu trabalho passa por abrir novas “linhas de investigação” através da identificação de potenciais alvos terapêuticos que deverão ser testados para o desenvolvimento de fármacos de última geração para o tratamento da doença de Huntington e outras doenças neurodegenerativas.

- Que significado tem para ti este prémio? 

Para além de todo o processo de aprendizagem, que apesar de bastante exigente se tornou extremamente compensador a todos os níveis, e das novas competências que adquiri numa área que não é de todo a “minha praia”, o prémio tem-nos proporcionado excelentes oportunidades para networking, tenho conhecido empreendedores com histórias de sucesso fantásticas, interagido com investidores reais e  pessoas ligadas às mais diversas áreas da indústria biotecnológica e do mundo empresarial. Mas mais importante que tudo isso, este concurso fez-me sair da minha zona de conforto e proporcionou-me o contacto com novas e diferentes realidades que me ajudaram a pensar um pouco “fora da caixa” e no que está para lá das portas de um laboratório.

- Defendes que a indústria portuguesa devia apostar mais nos jovens cientistas. Achas que a ligação meio académico/meio empresarial não funciona ?

Não de todo, nomeadamente em Portugal. Temos um número brutal de doutorados para as vagas disponíveis no sistema científico e académico nacional. E portanto, estamos a assistir a uma crescente necessidade de empregar e transferir investigadores do sistema científico, e em particular das universidades, para as empresas. No entanto, é necessária uma maior consciencialização para este problema e uma maior abertura das empresas portuguesas à inovação, mas também é necessário atrair mais jovens cientistas para a indústria e para o sector privado. Penso que uma das soluções passa precisamente pela criação, em Portugal, de concursos semelhantes ao “Biotechnology YES”. Este concurso é desenhado para investigadores em inicio de carreira e projectado para aumentar a consciencialização sobre a importância da comercialização de ideias biotecnológicas e biomédicas. A ideia é atrair mais jovens cientistas para a indústria de forma a aumentar a produtividade e a competitividade da economia. Além disso, neste género de competições é esperada uma interação pró-activa entre jovens investigadores e potenciais empregadores ou investidores o que permite também a consciencialização, por parte do empregador, do potencial e das vantagens que um jovem cientista pode trazer para a sua empresa. Por exemplo, no Reino Unido há cada vez mais empresas e instituições a financiarem e a tomarem parte destes concursos porque vão precisamente à procura de novos colaboradores com determinação e vontade de inovar.

- Como encaras o teu futuro?

Neste momento estou focada em terminar o meu doutoramento o melhor possível. Em relação ao futuro da minha carreira profissional tenho várias hipóteses em cima da mesa e alguns projectos que gostaria de ter a oportunidade de desenvolver ligados ao empreendedorismo científico.

- Para além da paixão pela investigação, quais são os seus outros interesses?

Sou uma apaixonada por naturopatia na cozinha e consequentemente tudo o que involva um estilo de vida saudável e equilibrado. Ir correr, fazer uma aula de body pump ou simplesmente dedicar algum tempo a planear e preparar as minhas refeições é das coisas que me dá mais prazer e me ajuda a aliviar os níveis de stress e ansiedade. Para além disso, e a um nível mais intelectual, interesso-me por política e gosto de escrever sobre diversos temas da actualidade. Estou aliás a ponderar criar um blog muito brevemente.

 

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“Biodiversidade para todos”, de Milene Matos, venceu o Prémio Internacional Terre de Femmes 2015 e o prémio atribuído pelo público

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“Biodiversidade para todos”, de Milene Matos, venceu o Prémio Internacional Terre de Femmes 2015 e o prémio atribuído pelo público

O prémio Terre de Femmes. Instituído pela Fundação Yves Rocher,  pretende homenagear o trabalho das mulheres que, por todo o mundo, contribuem para salvaguardar o mundo vegetal e para melhorar o meio ambiente, agindo simultaneamente para o bem-estar da sociedade. Com este prémio, a investigadora recebe 10 mil euros da Fundação Yves Rocher, o que lhe vai permitir incutir um novo ímpeto ao projecto.

Milene Matos, bióloga da Universidade de Aveiro (UA) confessou na sua página do Facebook que “uma coisa era ganhar o prémio do Público, para o qual tive todo o apoio da Universidade de Aveiro, FMB, amigos, colegas, comunicação social e mesmo perfeitos desconhecidos (…)  Outra era o Grande Prémio Internacional do Júri. Um júri entendido, de pessoas conceituadas que não conheciam nada mais de mim além do meu trabalho.”.

Responsável pelo projecto “Biodiversidade para Todos”, Milene Matos tem usado o património natural, histórico e cultural da Mata Nacional do Buçaco para erguer um serviço educativo com funções pedagógicas, mas também sociais e de promoção e protecção da biodiversidade local. Aquando da vitória na componente nacional da competição, a Excelência Portugal entrevistou a bióloga.

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Nunca nos meus sonhos mais rebuscados contava ganhar esse título, concorrendo com mulheres e projectos tão importantes, nobre e dignos. Estou como que entorpecida, foram muitos sentimentos… Sinto na verdade uma espécie de culpa por ter ‘varrido’ a competição, não havia mais canecos para trazer…

E como afirma Milene Matos, “Já se fala do Buçaco na TV Francesa…”

http://information.tv5monde.com/terriennes/milene-matos-biologiste-amoureuse-de-la-foret-nationale-de-bucaco-au-portugal-25962

 

fotos: DR

Primeiro Gin Tinto do mundo é português

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Começou esta semana a ser distribuído, no mercado nacional o Tinto Red Gin Premium, o primeiro gin tinto do mundo, produzido por uma empresa de Valença.

Com um custo, por garrafa, de 29.80 euros, as primeiras 5.000 garrafas já estão vendidas. O empresário, João Gueterres, já tem ingredientes em maceração para poder produzir mais cinco mil litros da bebida.

João Guterres tem 63 anos de idade e está ligado ao sector há cinco décadas. Cerca de 600 das primeiras 5.000 garrafas seguem para Angola, existindo vários contactos da Bélgica, da Holanda e também do Luxemburgo.

O Gin Tinto “made in Valença” tem 14 ingredientes, com destaque para o aneto, loureiro, nevêda, folha de Salgueiro, flor de sabugueiro, ervas de São Roberto, erva cidreira, Lúcia Lima, folha de eucalipto, o alecrim, alfazema, e o cítrico da casca da laranja verde, papoilas e amoras silvestres e perico, um fruto típico de Valença.

 

foto: DR
fonte: Rádio Geice

Porto é o destino europeu preferido dos norte-americanos

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O Porto está mesmo no top das preferências. Desta vez, a Invicta foi eleita como destino europeu preferido dos norte-americanos, de acordo com uma sondagem efectuada pelo site Airbnb.

De acordo com a análise, é destacado o vinho do Porto, as festas na época do Verão, as igrejas históricas e a arquitectura dos edifícios.Seguem-se as cidades de (Itália), Lyon (França), Budapeste (Hungria) e Dublin (Irlanda).

Para o Airbnb, o top cinco dos destinos europeus foi uma surpresa, uma vez que se esperava que nessa lista estivessem cidades como Paris, Londres ou Roma.

 

fonte: http://blog.airbnb.com/top-travel-trends-5-european-cities-on-the-rise/

foto: Externato Santa Clara

 

Cátia Ferreira é uma das 3 finalistas do jumping Talent – Entrevista

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Cátia Pinto Ferreira destacou-se na 2ª edição do jumping Talent pela sua capacidade de trabalho, dedicação e adaptação, A jovem leiriense foi uma das três finalistas do evento promovido pela Universia Portugal.
O Jumping Talent  é o concurso de talento universitário que permitiu aos 70 melhores candidatos de entre 512 inscritos a prestarem as provas mais originais para serem recrutados pelas empresas participantes. A 2ª edição do evento realizou-se a 24 de Março na Câmara de Comércio e Indústria de Lisboa.
Os critérios de selecção passam pelo bom desempenho académico, pela fluência em inglês, capacidade de iniciativa, entusiasmo e vontade de dar o salto para o futuro!

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Cátia Pinto nasceu, a 8 de Fevereiro de 1992, em Leiria. Fez o ensino Básico na Escola da Maceira (actual Agrupamento de Escolas Henrique Sommer) e frequentou a Escola Secundária Domingues Sequeira do 10º ao 12º em Ciências Sócio-económicas. Ingressou numa Licenciatura em Gestão no ISEG – Instituto Superior de Economia e Gestão (Universidade de Lisboa-School of Economics and Management).
Em 2012 integrou um programa de Erasmus, na Áustria onde estudou 6 meses Business Admnistration, Management.  Em 2013 concluiu a licenciatura e decidiu continuar a sua formação académica, escolhendo o Mestrado em Contabilidade, Fiscalidade e Finanças Empresariais.
O ano passado decidiu aventurar-se em mais um programa de mobilidade internacional na República Checa, onde esteve por 10 dias. Interessa-se por temas ligados ao empreendedorismo, diversidade cultural, inovação e sustentabilidade.
Privilegia as rotinas desportivas e recorre ao exercício físico como forma de relaxamento. Já foi directora geral de uma júnior empresa, já trabalhou na área dos recursos humanos e na banca. Ah, e tem 23 anos!
 Tenho uma espécie-de-bicho-carpinteiro que não me permite parar quieta e sempre tive um gosto especial pela inovação e “fazer-diferente”

Como te caracterizas?

A nível académico e profissional sou uma apaixonada pelas actividades e experiências em que estou envolvida, dando privilégio à aprendizagem multivariada e diária. Sou tolerante e facilmente me adapto a novas culturas e espaços profissionais. Tenho uma espécie-de-bicho-carpinteiro que não me permite parar quieta e sempre tive um gosto especial pela inovação e “fazer-diferente”. Danço desde os 9 anos e desde os 16 que sou coreógrafa e líder do meu grupo de dança.

Já representei Portugal no Parlamento Europeu, em Estrasburgo, pela Escola Secundária Domingues Sequeira e já trabalhei na área de Recursos Humanos e na Banca. Mais recentemente, fui Diretora Geral de uma Júnior Empresa de Consultoria de Gestão (ISEG Junior Business Consulting), onde era responsável por liderar 33 jovens empresários e 6 departamentos; Foi uma experiência única e que me permitiu ter uma visão holística sobre a dinâmica empresarial e de como é difícil liderar e gerir uma empresa.

Fiz ainda parte da organização do BET24, um evento de empreendedorismo que alcançou cerca de 300 pessoas durante 24 horas consecutivas. Organizei a “1ª Conferência de Empreendedorismo ISEG JBC” e fui convidada a dar o meu testemunho sobre “Empreendedorismo Jovem, quando começar?”. O ano passado conheci a AFA-Associação Fazer Avançar, em Leiria e integrei um projecto espetacular: o SPEAK, onde sou voluntária.

Em suma, o meu perfil é o cruzamento das minhas vivências académicas, profissionais e pessoais. Aprender com os erros, ultrapassar e lutar contra as adversidades sem nunca desistir! Aproveitar sempre as boas oportunidades que surgem, apaixonando-me pelo que faço!… E claro: sorrir à vida e aproveitar cada momento!

Acho brilhante a aproximação num tom mais informal dos jovens universitários às empresas! Para a maioria dos estudantes recém-graduados as empresas são “um-bicho-papão” dado os formalismos pré-existentes.

Porque foste ao Jumping Talent? Como soubeste do concurso? O que te motivou a participar?

Primeira impressão que tive quando ouvir falar do Jumping Talent: “Concurso de Talentos?  As empresas vão competir pelos candidatos com maior potencial? Vão ser seleccionados os melhores perfis universitários para demonstrarem as suas competências aos coaches das respectivas empresas? – Eu quero fazer parte disto sem dúvida! ”

Acho brilhante a aproximação num tom mais informal dos jovens universitários às empresas! Para a maioria dos estudantes recém-graduados as empresas são “um-bicho-papão” dado os formalismos pré-existentes. O Jumping Talent é um quebra-gelo que permite um contacto com o meio profissional num ambiente mais descontraído. Quando recebi a chamada a dizer: “Cátia, é uma das candidatas seleccionadas!” Fiquei radiante! A oportunidade de participar neste concurso é excelente: é passar do “story-telling ao story-doing”, quero aproveitar ao máximo o evento e todos os desafios que me serão propostos.

Como foi a experiência Jumping Talent?

Foi dar um GRANDE SALTO! Para além dos prémios atribuídos aos 3 desafios em equipa, o evento tinha ainda como objectivo distinguir os 3 talentos revelação 2015, ao final do dia; No final do dia, eu fui uma das 3 escolhidas pelo júri. Recebi por parte do júri institucional uma distinção pelo desempenho ao longo do evento; destacaram a minha capacidade de comunicação, relacionamento interpessoal com os colegas e empresas, capacidade de trabalho em equipa, dinamismo e motivação. Os candidatos que chegaram à fase final constituirão a plataforma fundamental na qual as empresas participantes apoiarão os processos de selecção dos seus programas de estágio e primeiro emprego. Para além disso, eu e as 2 colegas que recebemos a distinção, ganhámos ainda uma mala de viagem e um kit de produtos L’oreal.

Foi extraordinário subir ao palco para receber a distinção como Talento Revelação 2015 (sinceramente, não o esperava). Na minha opinião o melhor prémio foi ter a oportunidade de participar num evento como este; os desafios em equipa colocaram à prova as minhas competências e permitiram-me testar os meus limites, bem como, sair da minha zona de conforto.

O desafio que mais temia era o de responder a uma questão aleatória perante os júris, em 20 SEGUNDOS; mas, passados os 20 segundos em palco constatei que até tinha corrido bastante bem. Adorei o dia desde o primeiro momento que pisei a Câmara do Comércio de Lisboa. Toda a equipa da Universia teve o cuidado de tratar minuciosamente de todas as etapas do evento; Os desafios estavam muito bem estruturados e deram um toque de autenticidade à relação empresa-estudante, estudante-empresa e houve oportunidade para networking com as empresas em painel. Foi um dia em Grande, non-stop! Muita criatividade, garra e dinamismo!

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Quais são agora as tuas metas académicas e/ou profissionais de curto prazo?

Terminar a minha dissertação (TFM- trabalho final de mestrado) e estou a frequentar o Curso Internacional de Coaching, de modo a diversificar as minhas competências e adquirir ferramentas mais inovadoras que possam ser aplicadas à Gestão e a nível pessoal.

E as profissionais e/ou académicas de longo prazo?

A nível profissional ambiciono trabalhar numa área relacionada com a minha formação e alcançar os meus objectivos pessoais. A nível académico pretendo continuar a investir nas diferentes vertentes que a Gestão alcança.


Um sonho?

Inspirar pessoas e apaixonar-me completamente pelo que faço! As simples as that!

Um lema?

Acredito que devemos de Sonhar em GRANDE e realizar os sonhos à nossa medida!

Uma referência (pessoa)?

Costumo dizer que a minha Mãe é o meu braço direito e que o meu Pai é um visionário que me inspira todos os dias!

 

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iUP25k volta a premiar as melhores ideias de negócio

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O perfil está traçado. “Basta” ter uma ligação à Universidade do Porto, juntar-lhe uma boa ideia de negócio, vontade de rentabilizá-la e de a fazer crescer no mercado. É tudo isso que se procura nos candidatos à sexta edição do Concurso de Ideias de Negócio da U.Porto – iUP25k, cujas candidaturas decorrem até ao próximo dia 19 de abril.

Promovido pelo UPIN – Universidade do Porto Inovação e pelo Clube de Empreendedorismo (CEdUP), o iUP25k é um instrumento de sensibilização para o empreendedorismo e criação de novas empresas que tenham por base processos de exploração de conhecimento e inovação gerados na Universidade. Procuram-se por isso empreendedores com ideias inovadoras e arrojadas, nas áreas, científica, tecnológica ou social. Em disputa está um total de prémios no valor de 25 mil euros (patrocinado pelo Banco Santander Totta), a dividir pelas três melhores ideias de negócio (15 000 euros para a melhor ideia e 5.000 euros para as duas restantes).

 

fonte : Notícias UP
http://noticias.up.pt/iup25k-volta-a-premiar-as-melhores-ideias-de-negocio/

mais informação em: http://iup25k.up.pt.

Jovem Investigadora em Eletroquímica recebeu prémio da SPE 2014

diana1cA investigadora do REQUIMTE/LAQV, Diana Fernandes, venceu o prémio de Jovem Investigadora em Eletroquímica do ano com o seu pós-doutoramento no Departamento de Química e Bioquímica da FCUP.

Diana Fernandes nasceu em Barcelos, a 12 de Fevereiro de 1980, onde viveu até concluir o 12º ano. Terminado o ensino secundário ingressou na licenciatura  em Química da Universidade de Évora. Em 2006, através de uma bolsa de investigação, muda-se para a Universidade de Aveiro  e um ano depois inicia o seu doutoramento. Após 4 anos de doutoramento candidatou-se a uma bolsa de pós doutoramento para aUniversidade do Porto, onde está desde Abril de 2011. diana1a

Com que idade sentiste o apelo pela ciência?

Não posso dizer que tenha sentido um apelo pela ciência numa idade específica. Foi uma coisa que foi acontecendo aos poucos. O facto de ter escolhido química foi devido a uma professora de explicações de química que tive no 12º ano. Até então nem sequer gostava muito da disciplina pois tive uma péssima professora do 10 ao 12º ano. Depois durante o curso existiram vários professores que me foram despertando o interesse pela ciência, que ficou ainda mais forte no estágio curricular do curso que envolvia um ano de trabalho laboratorial. Mais tarde, em Aveiro, a Doutora Helena Carapuça incentivou-me a fazer um doutoramento o que contribuiu em grande parte para hoje estar na ciência.

- Ser investigadora era um sonho ou foi obra do tempo e do percurso?

Tal como disse anteriormente foi mais obra do tempo e do percurso até porque nunca me tinha passado pela cabeça ser investigadora. Depois de terminar o curso fui trabalhar para uma empresa mas como o trabalho era um pouco repetitivo e nada desafiante decidi tentar a investigação. Fui para Aveiro para uma bolsa de investigação e aí o interesse pela ciência cresceu.

- Em que consiste o projecto que estás a desenvolver no àmbito do pós-doutoramento no Departamento de Química e Bioquímica da Faculdade de Ciências da Universidade do Porto (FCUP) ?

O projecto visa contribuir para as soluções para os actuais desafios globais de fornecimento de energia devido a graves problemas da mudança climática e da procura de novas fontes de energia renováveis. Neste contexto, o meu trabalho consiste no desenvolvimento de uma nova geração de híbridos eletrocatalisadores à base de materiais de carbono e polioxometalatos para aplicações relacionadas com a energia que incluem reacções electroquímicas relevantes como a decomposição da água nos seus constituintes O2 e H2, a redução do oxigénio para células de combustível e a reacção de redução do CO2 como uma estratégia para a redução electroquímica do efeito de estufa. Outra vertente é a aplicação destes materiais na construção de sensores para remoção de poluentes emergentes.

- Que aplicações práticas poderá ter o mesmo?

Podem existir várias. Por exemplo, o trabalho mais relacionado como os sensores poderá vir a contribuir para o desenvolvimento de uma nova geração de sistemas de tratamento de águas para consumo e residuais mais eficientes energeticamente e de menor custo. A outra parte do trabalho mais relacionada com a energia poderá vir a permitir a construção de um dispositivo para conversão eficiente de energia sem o recurso a metais nobres, baixando assim o seu custo.

- Que significado tem para ti este prémio? Pode aportar mais visibilidade e financiamento?

O prémio é importante não só porque é um reconhecimento do trabalho que desenvolvo mas também porque pode ser uma ajuda preciosa na progressão da carreira de investigação. Como é do conhecimento público, a ciência tem cada vez menos dinheiro e como consequência cada vez mais se vêem óptimos profissionais no desemprego por isso este prémio pode ter um peso significante quando concorrer a um lugar de investigador da FCT. É igualmente importante pois pode contribuir para aprovação de financiamento de projectos relacionados com o meu trabalho.

- Como encaras a investigação em Portugal? E o teu futuro?

A investigação científica já teve dias melhores pois a crise que se vive neste momento no nosso país também se estendeu à comunidade científica. Têm sido feitos cortes enormes no apoio às universidades e aos centros de investigação. São cada vez menos os projectos aprovados e além disso são atribuídas cada vez menos bolsas de doutoramento e pós-doutoramento, já para não falar nas posições como investigador. Hoje em dia é complicado fazer uma carreira científica em Portugal. Esquecendo a parte má a verdade é que aqueles que continuam a trabalhar na ciência desenvolvem trabalhos cada vez mais interessantes e importantes para a nossa sociedade. Além disso, o que se faz em Portugal em nada fica atrás do que está a ser feito fora do nosso país.

- Para além da paixão pela investigação, quais são os seus outros interesses?

Existem vários. Gosto de dedicar o pouco tempo livre que tenho ao convívio com as pessoas que me são mais próximas. Gosto também de fotografia, música, de praticar desporto, de ler e de estar envolvida em campanhas de ajuda animal.

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fotos: DR

 

Barro preto de Bisalhães | Candidato a Património Cultural Imaterial da UNESCO

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O Barro Preto de Bisalhães foi recentemente reconhecido como património cultural nacional, por publicação em Diário da República no dia 5 de março de 2015 e inscrição no Inventário Nacional do Património Cultural Imaterial.

Este reconhecimento foi fruto do processo desencadeado pelo Município de Vila Real, com o apoio da Junta de Freguesia de Mondrões, da Associação Empresarial NERVIR e da Direção Geral do Património Cultural, entre outros, com o objetivo de preservar e divulgar o processo de confeção do Barro Preto de Bisalhães, segundo uma técnica ancestral e com enorme significado e relevância dos pontos de vista antropológico e etnográfico.

A Câmara Municipal de Vila Real prepara-se agora, para dar mais um importante passo na defesa desta tradição, candidatando o processo de confeção do Barro Preto de Bisalhães à Lista do Património Cultural Imaterial que Necessita de Salvaguarda Urgente (UNESCO). O Município de Vila Real demonstra, uma vez mais, estar atento às tradições e cultura locais e à importância da sua preservação para as gerações futuras.

Dia 20 de março, a Assembleia da República saudou por unanimidade e aclamação o reconhecimento pelo Estado Português do Processo de Confeção da Louça Preta de Bisalhães como Património Cultural Imaterial e manifestou o seu apoio à iniciativa da Câmara Municipal de Vila Real de apresentação da candidatura a Património Cultural Imaterial da Humanidade, da UNESCO.

A edilidade vila-realense congratula-se com esta importante manifestação de apoio, levada a plenário por todos os deputados eleitos pelo distrito de Vila Real, Agostinho Santa, Ivo Oliveira, Luís Leite Ramos, Pedro Pimentel e Manuela Tender, subscrita por todos os Grupos Parlamentares e também pela Presidente da Assembleia da República, Assunção Esteves.

A candidatura à UNESCO encontra-se praticamente concluída e será formalizada até ao final do mês de março. Brevemente será apresentada publicamente, assim como a Comissão de Honra e a Comissão Científica que a suportam.
O resultado final desta candidatura será conhecido em novembro de 2016.

 

fonte: Município de Vila Real
foto: DR

Escola de Startups do UPTEC com candidaturas abertas até 31 de Março

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A Escola de Startups do UPTEC destina-se a empreendedores com projectos de negócio de base tecnológica, científica ou criativa, que desejam criar a sua própria empresa.

O programa da Escola de Startups pretende sensibilizar os novos empreendedores para os principais desafios no processo de criação e desenvolvimento de um projecto empresarial, bem como dar a conhecer ferramentas, conceitos, estruturas e pessoas que os ajudem a validar as suas ideias no mercado.

Durante seis meses, os participantes irão trabalhar na definição do modelo de negócio, identificação de clientes/ mercado(s), melhoria de processos de design e desenvolvimento de produto, compreensão da propriedade intelectual, gestão de equipas, oportunidades de financiamento, aspectos legais e financeiras, vendas e comunicação dos seus projectos empresariais.

Na Escola de Startups, as equipas participantes têm acesso a:(1) Workshops sobre diferentes aspectos da criação e desenvolvimento de negócios;

(2) Sessões de acompanhamento individual com os mentores UPTEC;

(3) Reuniões com empreendedores senior da rede UPTEC;

(4) Eventos de networking com parceiros externos;

(5) Treino de apresentação pública de projetos (pitch);

(6) Apresentação pública dos seus projectos, no Startup Pitch Day.

 

Candidaturas abertas até 31 de Março:
www.escoladestartups.org