Universidade de Coimbra coordena investigação em Cloud Computing para aproximar a Europa e o Brasil

Marco Vieira, do Departamento de Engenharia Informática da Universidade de Coimbra (UC), coordena uma equipa internacional de investigadores, responsável pela elaboração de um plano de investigação na área de Cloud Computing (computação em nuvem) destinado a auxiliar os decisores políticos da União Europeia e do Brasil a tomarem as melhores opções sobre os projetos futuros a financiar nesta área do conhecimento.

Este plano com uma proposta de linhas de investigação para os próximos anos vai ser desenvolvido no âmbito do projeto “EUBrasilCloudFORUM”, financiado pela União Europeia e pelo Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação do Brasil. Com um orçamento global de um milhão de euros, além da Universidade de Coimbra, participam no projeto investigadores do Reino Unido, Irlanda e Brasil.

Partindo do estado da arte em Cloud Computing, o objetivo, afirma Marco Vieira, “é identificar as necessidades de investigação futura e desenhar um modelo que reforce a colaboração entre o Brasil e a Europa e que permita aumentar a competência científica europeia e brasileira.” A computação em nuvem é caraterizada “por requisitos de desempenho, escalabilidade, acesso ubíquo a partir de diferentes dispositivos e tecnologias e eficiência na utilização de recursos, enfrentando também grandes desafios nomeadamente ao nível da segurança e da privacidade da informação”, afirma o especialista da UC em confiabilidade e segurança de software.

Por isso, salienta o também docente da Faculdade de Ciências e Tecnologia, o EUBrasilCloudFORUM “é uma oportunidade única para contribuir para o desenvolvimento de novos paradigmas científicos e tecnológicos que irão marcar a investigação na área de Cloud Computing na próxima década. A partir das capacidades e da experiência de cada uma das partes é possível desenvolver investigação que tire partido da “nuvem”, em áreas tão distintas como cidades inteligentes, saúde, agricultura, comércio eletrónico, etc.”

Nos próximos dias 28 e 29 de janeiro a equipa reúne-se, em Coimbra, com representantes da União Europeia e da Rede Nacional de Ensino e Pesquisa do Brasil, tendo em vista uma primeira identificação e definição dos temas que espelhem os principais desafios de investigação em Cloud Computing e que fortaleçam as oportunidades de colaboração entre grupos de investigação do Brasil e da Europa.

 

Fonte: UC
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Fundador e CEO da eSolidar na lista europeia 30 Under 30 da Forbes

esolidarO fundador e CEO da eSolidar  é o único português na lista europeia 30 Under 30 da revista Forbes. Marco Barbosa foi eleito na categoria de empreendedorismo social.

A lista 30 Under 30 Europe é lançada este ano e distingue 300 empreendedores até aos 30 anos em 10 categorias: artes, entretenimento, indústria, media, política, empreendedorismo social, retalho e e-commerce, ciência e saúde, finanças e tecnologia.

A eSolidar é como uma loja solidária online onde cada transacção tem impacto social. Pode comprar, vender, doar e muito mais.

A plataforma nasceu em maio de 2014 e tem como principal objectivo ser um mecanismo abrangente para que as organizações sem fins lucrativos angariem fundos online de uma forma rápida, eficaz e com baixo custo, envolvendo activamente a comunidade neste processo. De acordo com o portal,  a eSolidar já conta com mais de 40.000 utilizadores registados e 570 organizações sem fins lucrativos já beneficiaram da sua actividade.

Tiago Paiva e Cristina Fonseca, fundadores da start-up portuguesa Talkdesk, estão na lista mundial dos “30 under 30”, na categoria de tecnologia empresarial da Forbes.

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BLUECOM+ leva a Internet a zonas remotas do oceano

bluecom

O projecto pioneiro a nível mundial, liderado pelo INESC TEC, envolve também o Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA) e a MARLO AS (parceiro norueguês).

O BLUECOM+ pretende tornar possível o acesso à Internet em zonas remotas do oceano, a mais de 100 km da costa. O acesso, em banda larga e com baixo custo, recorre a  tecnologias de acesso normalizadas como o Wi-Fi e o 4G.

Este projecto baseia-se na utilização de balões de hélio ancorados, por exemplo, em bóias, embarcações ou parques eólicos, que formam uma “rede voadora” de banda larga a operar nas bandas de frequência libertadas pela televisão analógica, de modo a garantir ligações rádio de longo alcance.

O projecto, que termina em dezembro de 2016, vai permitir, por exemplo, que um utilizador numa embarcação a 100 quilómetros da costa possa aceder à Internet de banda larga usando o seu ‘smartphone’.

O BLUECOM+ pretende ser uma alternativa às comunicações via satélite. De acordo com os responsáveis do projecto, existe um grande potencial económico derivado da sua aplicação no suporte à Economia Azul, incluindo as pescas e o transporte marítimo.

Fonte: UP
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Instrumentos cirúrgicos desenvolvidos em Portugal patenteados no Japão

primage_14644O Japão acaba de se tornar no primeiro país a nível mundial a aprovar a patente de um conjunto de instrumentos cirúrgicos para tratamento do Síndrome do Túnel do Carpo (STC) desenvolvido em Portugal e cujo processo de patenteamento está a decorrer em mais 38 países. O autor desta inovação, o cirurgião-ortopedista Dinis Carmo, acredita que este parecer positivo alcançado no Japão poderá, em breve, “desbloquear” e acelerar os processos de patenteamento submetidos nos 28 países que compõem a União Europeia e em mais 11 países de geografias diversas, como a Austrália, Índia, Israel, Brasil, EUA, Canadá, China e México.

O Japão é um país credível, com métodos reconhecidamente rigorosos e acredito que o facto de ter concedido a patente a esta inovação no prazo de apenas 2 anos e meio se deve à eficiência e capacidade de decisão que caraterizam este país e que fazem com que seja uma das maiores potências industriais do mundo“, refere Dinis Carmo.

Entretanto, com a aprovação da patente no Japão, o cirurgião-ortopedista enuncia os próximos passos estratégicos a realizar, até que a comercialização dos instrumentos cirúrgicos naquele país seja uma realidade: “Por um lado, há que divulgar o método junto de quem pratica esta intervenção, ou seja, os cirurgiões. Nesse sentido, vamos contactar a sociedade japonesa de cirurgia da mão, bem como os principais hospitais universitários do país. Por outro lado, será fundamental celebrar um contrato de distribuição com os distribuidores de material cirúrgico locais, sendo que temos já um contacto bem estabelecido com uma empresa produtora de material cirúrgico na Coreia do Sul, a Imedicon, com uma vasta rede de distribuição internacional“, explica.

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Dinis Carmo sublinha contudo que, antes de mais, a comercialização dos instrumentos cirúrgicos à escala internacional está dependente da sua produção a nível industrial.”Neste momento estamos a trabalhar em conjunto com duas empresas nacionais – a FAMOLDE, da Marinha Grande, especialistas na confeção de moldes de plástico, e a MCM, de Braga, especialistas em metalurgia“, revela.

Quanto ao custo que a aquisição do conjunto de instrumentos cirúrgicos poderá vir a ter no Japão, o cirurgião-ortopedista esclarece que é um assunto a ser resolvido tendo em consideração os custos de produção e as recomendações dos agentes locais.”Para o universo da América do Norte, Europa e Japão estimamos um custo de cerca de 150 a 200 Euros por unidade descartável, o que é cerca de 50 a 100 Euros mais barato que outros conjuntos existentes no mercado, com a vantagem adicional de não ser necessária a utilização de qualquer outro equipamento dispendioso, como por exemplo material específico de artroscopia ou ecografia“, justifica Dinis Carmo.

O STC é uma doença caracterizada pela constrição (aperto) de um dos mais importantes nervos da mão, o nervo mediano, por debaixo de um ligamento que se encontra na região palmar da mão, zona do carpo, conhecido como o “ligamento anular do carpo” (LAC). O STC tem como consequência dores, formigueiros e adormecimentos a nível do punho, mãos e dedos, manifestando-se sobretudo no período noturno, sendo suficientemente fortes para despertarem o doente, impedindo o repouso. Contudo, os mesmos sintomas podem manifestar-se durante o dia, interferindo com as atividades diárias e o desempenho da atividade profissional. Atividades que implicam o uso repetitivo das mãos, como os teclados e os ‘ratos’ dos computadores têm vindo a ser implicadas pelo aumento do número de casos.

Segundo dados estatísticos do New York Times Health Guide (março de 2012), o número anual de casos de STC nos EUA ronda os 500 mil, sendo a segunda intervenção cirúrgica mais comum naquele país.”Como não há evidência de grandes variações na frequência desta patologia em países industrializados, tendo em conta a população japonesa, que ascende a cerca de 127 milhões de habitantes, por extrapolação, podemos calcular um número de cerca de 180 mil casos anuais“, avança Dinis Carmo.

Em Portugal, a partir do Porto, o cirurgião ortopedista já aplicou a sua técnica cirúrgica em mais de 300 pacientes, observando uma taxa de sucesso muito próxima dos 100%, sendo que a boa tolerância à intervenção permite inclusive que esta possa ser feita simultaneamente às duas mãos.

Recorde-se que a técnica cirúrgica desenvolvida por Dinis Carmo consiste em permitir a realização da intervenção cirúrgica sem cortes na palma da mão, permitindo uma cirurgia mais segura, um período pós-operatório menos doloroso, uma recuperação mais rápida, menos efeitos secundários e reações adversas, bem como uma cicatriz esteticamente próxima da perfeição, uma vez que a mesma, efetuada a nível da prega palmar distal do punho, se torna praticamente indetetável após alguns meses.

 

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Investigadores da Universidade de Coimbra desenvolvem ferramenta para simplificar a administração das páginas Web

Ricardo Filipe_ Filipe Araújo

Para ajudar a tornar a WEB mais rápida, uma equipa de investigadores do Departamento de Engenharia Informática da Universidade de Coimbra (UC) está a desenvolver uma ferramenta capaz de identificar de forma automática problemas de desempenho em websites e quais as causas que lhe estão na origem.

Para tal, a equipa tem vindo a monitorizar duas dezenas de páginas web, incluindo algumas das mais populares em Portugal e no estrangeiro, como por exemplo, SAPO, Record, Amazon e Facebook. Dois computadores consultam estas páginas de minuto a minuto e medem os tempos de resposta, com vista a identificar eventuais problemas de desempenho e quais as causas que lhe estão associadas, com origem, por exemplo, no processador, disco ou memória do servidor.

Esta abordagem mostrou-se capaz de distinguir diferentes tipos de sobrecarga e os investigadores preparam-se agora para criar algoritmos inteligentes para monitorização e deteção automática de problemas, através da colocação de pequenas extensões de código na própria página web, que auxiliam o sistema de monitorização sempre que um utilizador acede ao site.

«O tempo de resposta é crucial para quem tem negócios ou conteúdos online. Se a página demora a responder, as pessoas desistem da navegação, o que pode ser crítico em sites de vendas como a Amazon, por exemplo», ilustram Filipe Araújo, coordenador do estudo, e Ricardo Filipe, que tem vindo a realizar este trabalho no âmbito do seu doutoramento.

Por isso, o objetivo da investigação é «melhorar os tempos de resposta dos websites, através de um mecanismo de monitorização, tão pouco intrusivo quanto possível que, através de observações periódicas realizadas a partir do exterior, controle esses mesmos tempos de resposta, tal como são efetivamente sentidos pelos utilizadores comuns», sublinham os também investigadores do Centro de Informática e Sistemas da Universidade de Coimbra (CISUC).

Trata-se de uma solução que «de modo muito simples, pretende construir uma visão mais completa do desempenho dos websites, de forma a torná-los mais rápidos e interativos», concluem os investigadores.

Fonte: UC
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Fundadores da start-up portuguesa Talkdesk na lista “30 Under 30″ da Forbes

talkdesk[1]Tiago Paiva e Cristina Fonseca, fundadores da start-up portuguesa Talkdesk, estão na lista dos “30 under 30”, na categoria de tecnologia empresarial da conceituada revista norte-americana Forbes.

A Talkdesk nasceu em 2012 e está direccionada para o desenvolvimento e venda de software para call centers. A startup lusa já conta com mais de 150 colaboradores distribuídos pelos seus escritórios de Lisboa e Silicon Valley.

A start-up tem como principal objectivo, ajudar as PME (Pequenas e Médias Empresas) na criação de call centers de maneira rápida e eficaz. A empresa apresenta já uma carteira de clientes que inclui as conceituadas Dropbox, Chevrolet, wheather.com, entre outras…

A lista de 2015 contemplou  3 portugueses entre 600 nomes de várias nacionalidades. O futebolista Cristiano Ronaldo, o artista Alexandre Farto (Vhils) e a investigadora Maria Pereira foram os nossos representantes.


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ScaleUp Porto – Uma estratégia para empresas tecnológicas

scaleup_portoA Câmara do Porto, em parceria com a Universidade do Porto, o Instituto Politécnico do Porto, o UPTEC – Parque de Ciência e Tecnologia da U.Porto e a Agência Nacional de Inovação, apresentou, no dia 17 de dezembro, a estratégia ScaleUp Porto. O objectivo é apostar num paradigma mais competitivo para a cidade e região do Porto e apoiar as startups tecnológicas locais com potencial para escalar internacionalmente.

O Município do Porto quer fixar na cidade empresas de crescimento rápido.  O edil, Rui Moreira, afirmou, na cerimónia de apresentação, que a estratégia “ScaleUp Porto.” pretende criar condições para que as pequenas empresas “ganhem outra dimensão” e, com medidas estratégicas do município, possam “sair do ninho e voar”. Neste sentido, a Câmara Municipal vai juntar os esforços dos meios académicos e empresariais.

Para Rosário Gamboa, presidente do Instituto Politécnico do Porto (IPP), é necessário que as grandes empresas possam conviver com as pequenas, encontrando “mecanismos de ensino, formal e informal” como “experiências vividas” ou obstáculos “ultrapassados”.  Sebastião Feyo, reitor da Universidade do Porto (UP), considerou que este é um trabalho de grande dimensão, que quer criar estruturas para que “gente nova” avance com empresas.

O UPTEC, um dos parceiros no projecto, acolhe 164 projectos empresariais e já graduou 32 empresas que, no seu total, já criaram cerca de 1 800 postos de trabalho qualificados.

Veniam, Kinematix, Uniplaces, Adclick, Blip.pt, Nonius Software, MOG Technologies, Gema e MOVVO são algumas das empresas com nascimento averbado no Porto e que, pelo seu rápido desenvolvimento, comprovaram a capacidade da Invicta em competir internacionalmente no sector da inovação tecnológica.

Em maio de 2016, será realizada, na cidade do Porto,  a primeira conferência Europeia dedicada ao tema de ScaleUp. Esta conferência representa um ponto de partida para a criação de uma rede Europeia para ScaleUp.

Fonte: porto.pt
Foto: ScaleUp Porto

TEKEVER foi considerada a PME mais inovadora de 2015

Prémio COTEC-BPI_1Entre as 166 empresas candidatas, o Grupo Tecnológico TEKEVER foi considerado a PME mais inovadora de 2015, arrecadando o  Prémio PME Inovação COTEC-BPI, que distingue as PME que desenvolvem actividade fortemente baseada em inovação, com elevados níveis de exportações e fortes resultados económicos.

Nas palavras de Ricardo Mendes, administrador da TEKEVER, “este prémio é o resultado de um aposta real em I&D, a qual faz parte do ADN do Grupo. Fomos a primeira entidade portuguesa a vencer uma candidatura no âmbito do novo Quadro Comunitário de Apoio e gerimos uma carteira de mais de 30 milhões de euros em projectos de Investigação e Desenvolvimento”.
Outro factor valorizado pelo juri do prémio na tomada de decisão foi o elevado nível de exportação deste Grupo Tecnológico superior a 80% do volume de negócios.
Prémio COTEC-BPI_2
“O nosso processo de desenvolvimento de produto começa com trabalho em investigação e desenvolvimento de tecnologia base, muito em parceria com universidades e institutos internacionais. Depois, ‘produtizamos’ essa tecnologia e levamo-la para o mercado. E quando se faz isto bem, vêem-se os resultados.”, explicou Ricardo Mendes no momento de entrega do prémio.
O Prémio foi recebido pelas mãos do Exmo. Senhor Presidente da República, Anibal Cavaco Silva, no decorrer do 12.º Encontro Nacional de Inovação COTEC, que teve lugar na Culturgest em Lisboa, e atribuído pela organização em ex-aequo com a Palbit, empresa na área das ferramentas industrias.

O Grupo TEKEVER

O Grupo surge em 2001 fundado por engenheiros de informática e computação do Instituto Superior Técnico, desenvolvendo uma plataforma própria que integra tecnologias de mobilidade e de inteligência artificial para a gestão de workflows. As actividades do Grupo estão organizadas em duas grandes áreas – a de Tecnologias de Informação e a Divisão Aeroespacial, de Defesa e Segurança.

A TEKEVER é responsável pelo desenvolvimento do sistema mobile da EDP, o terceiro maior da Europa, apoiando diariamente mais 5.000 pessoas e integrando os processos de trabalho do backoffice daquela empresa. No segmento de PME, a TEKEVER desenvolveu a Mobizy, distinguida nos prémios WSA – atribuídos pela ONU – como a melhor app de negócios em 2015.
A TEKEVER desenvolve os sistemas de controlo e fabrica os aviões não tripulados (drones) que serão utilizados na vigilância marítima dos países da União Europeia no Atlântico Norte e Mediterrâneo, no âmbito de um consórcio criado pela Agência Europeia de Segurança Marítima e pela Agência Espacial Europeia. Recentemente apresentou o projecto Brainflight, fazendo uma demonstração pública inédita de um drone controlado pela mente.
A TEKEVER está ainda a afirmar-se internacionalmente no sector das comunicações espaciais e na produção de nano e microsatélites.

O principal produto da empresa na área de Espaço chama-se Gamalink, que está na base das participações da empresa em missões da Agência Espacial Europeia. Já no âmbito dos nano e microsatélites, a empresa está a ultimar o primeiro satélite feito integralmente em Portugal. Chama-se GAMASAT em homenagem a Vasco da Gama, o navegador português.

O Grupo é composto por sete empresas, com cerca de 120 colaboradores, exportando cerca de 80% de um volume de negócios próximo dos 20 milhões de euros. A empresa tem ainda subsidiárias no Reino Unido, Estados Unidos, Brasil e China.

Fontes: TEKEVER e Cotec
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Tecnologia Portuguesa apresentada ao Secretário Geral da ONU e ao Secretário de Estado Norte-Americano

img_890x500$2015_12_04_14_01_36_269897[1]O CEIIA apresentou, ontem durante a tarde, o sistema mobi.me ao Secretário Geral das Nações Unidas e ao Secretário Americano, John Kerry. esta iniciativa decorreu no âmbito do Forum Caring For Climate, organizado pelo Global Compact das Nações Unidas durante a COP 21 de Paris.

Durante dois minutos, o CEIIA, posicionou o sistema mobi.me como a primeira plataforma que quantifica em tempo real a pegada ecológica da mobilidade e que permite de forma fidedigna o C02 evitado com a mobilidade. Com isto, o sistema mobi.me é uma ferramenta importante que permite, em tempo real ,os cidadãos e as organizações a alterarem comportamentos menos correctos para comportamentos mais correctos do ponto de vista de sustentabilidade.

O sistema mobi.me opera já em seis países diferentes tais como Portugal, Brasil, Espanha, Holanda, França e Inglaterra. Este momento permitiu reforçar internacionalmente a tecnologia do CEIIA, mas principalmente, posicionar o nosso país enquanto espaço que concebe e desenvolve tecnologias de baixo carbono de referência mundial.

O CEIIA foi a única entidade portuguesa presente, neste encontro, e a única entidade equiparada a PME mundial, convidada a realizar uma declaração.

Fonte: Afonso Azevedo Neves/CEIIA
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Jofebar celebra 30 anos com balanço anual de 30 milhões

jofebar1A Jofebar, empresa 100% portuguesa que celebra 30 anos em 2015, é especialista na produção de soluções minimalistas de janelas, com sistemas funcionais em alumínio, tendo fechado o ano 2014 com uma faturação de 30 milhões de euros associado ao sistema de janelas PanoramAH!.

Com a PanoramAH! a empresa alia a alta tecnologia suiça à produção 100% portuguesa e é líder de mercado a nível nacional e é considerada a empresa mais global internacionalmente, estando presente nos 5 continentes. Ganhou notoriedade com projetos de construção muito mediatizados, como a Casa da Música, as Casas de Ponte de Lima e o Estádio de Braga, estando agora a colaborar na construção do novo Terminal de Cruzeiros de Leixões. Apesar dos projetos em Portugal, a Jofebar tem uma grande expressão em Espanha e dedica cerca de 80% do seu trabalho ao mercado internacional, estando presente em mais de 30 países, como Angola, Bahrain, Brasil, Espanha, EUA, Grécia, Índia, Indonésia, Japão, Polónia, Reino Unido, Senegal, Singapura, Suíça, entre outros.
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Em 2015, a empresa investiu cerca de 2 milhões de euros entre a ampliação da capacidade de produção e a complementação da área de transformação dos sistemas e da produção de vidro, como parte do objetivo de concentração no lançamento de novos produtos, sendo que o mais recente foi um sistema de janela que se pode adaptar e correr em planos menos convencionais, como numa claraboia. Esta inovação foi recentemente premiada com o Best of the Best, da Red Dot, sendo a primeira vez que uma empresa portuguesa ganha a distinção máxima neste concurso.

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A Jofebar procura dar resposta a problemas reais, focando a sua atenção na arquitetura e na construção civil de prestígio, tentando ajudar arquitetos a ultrapassar as dificuldades de adaptação do processo criativo à prática. É nesse sentido que aliaram a sua elevada capacidade de produção ao rigor e precisão da tecnologia suíça, traçando o vidro estrutural como estado da arte do setor.

Fonte: Jofebar

Fotos:

1. Hurst House – Reino Unido
2. Casa da Música – Porto
3. Gymnasium Spa – Bahrain