Energia hídrica vai desempenhar papel fundamental no sistema elétrico português

redes eletricasA energia hídrica vai desempenhar um papel fundamental no sistema elétrico português. Porquê? Porque vai servir como facilitador para atenuar a variabilidade eólica através do armazenamento de energia.

Hoje em dia, durante certos períodos, há um diferencial entre a disponibilidade da produção e o consumo. Esta diferença existe devido ao consumo reduzido e à existência de produção eólica em determinados momentos, denominados períodos de vazio, que correspondem à madrugada. Nestas situações, com o intuito de maximizar a penetração de fontes renováveis no sistema elétrico, o armazenamento de energia faz-se com o recurso a centrais hídricas reversíveis. É esta a ideia fundamental que levou ao desenvolvimento de uma nova tecnologia de máquinas reversíveis (podem funcionar como turbina ou como bomba).

Posteriormente, em horários de maior consumo, consegue fazer-se um aproveitamento da água armazenada para produzir energia elétrica de origem renovável, sem emissões de gases de efeito estufa.

A utilização de centrais hídricas com bombagem não é um conceito novo. Contudo, a tecnologia das máquinas que estas centrais tradicionalmente utilizam não permite que operem a potência variável em modo de bomba, fator que é indispensável para acomodar volumes crescentes de produção eólica onde a variabilidade e incerteza são mais elevadas.

“Por exemplo, na eventualidade de a produção eólica começar a diminuir num determinado instante, seria interessante do ponto de vista técnico que as bombas conseguissem igualmente reduzir a potência consumida para compensar a redução da produção eólica”, explica Bernardo Silva, investigador do Centro de Sistemas de Energia do Instituto de Engenharia de Sistemas e Computadores, Tecnologia e Ciência (INESC TEC).

O projeto europeu Hyperbole de €4,3M, que terminou este mês de fevereiro, teve como objetivo estudar o comportamento de centrais hídricas e os seus componentes durante a operação em regime parcial de carga e com variabilidade. Fizeram parte deste consórcio dez entidades europeias, pertencentes a seis países europeus – Portugal, Suíça, França, Áustria, Alemanha e Espanha.

A equipa multidisciplinar, que  constituiu o projeto, avaliou os efeitos da operação em regime parcial de carga em centrais hídricas na perspetiva de escoamento de fluídos, mecânica e elétrica.

O INESC TEC esteve envolvido na identificação e desenvolvimento de modelos de simulação dinâmica que permitissem representar os principais comportamentos deste tipo de centrais na perspetiva de estudo da rede elétrica.  Os modelos identificados permitiram ainda a elaboração de um estudo com diferentes níveis de integração de centrais hídricas de velocidade variável no sistema elétrico português de modo a avaliar os eventuais benefícios que poderiam advir da flexibilidade adicional que tais centrais representam para a controlabilidade do sistema elétrico numa perspetiva de resposta dinâmica do sistema. Por fim, foi também efetuada a avaliação técnico-económica da participação de centrais hídricas reversíveis de velocidade variável no mercado de eletricidade e serviços de sistemas.

Os resultados do projeto demonstraram que esta nova tecnologia permite reduzir a incerteza da produção de base eólica e os algoritmos de otimização desenvolvidos pelo INESC TEC permitem um aumento do lucro da participação no mercado em 12% quando comparadas com as tecnologias tradicionais de centrais hídricas reversíveis.

 “Neste projeto desenvolvemos modelos simplificados que vão permitir a um operador do sistema elétrico efetuar estudos de integração desse tipo de tecnologias no sistema elétrico para os próximos anos”, explica Bernardo Silva, investigador do INESC TEC.

Fonte: INESCTEC
Foto: DR

2016 com maior crescimento de sempre nos aeroportos portugueses

aero_lisOs aeroportos portugueses registaram o maior crescimento de sempre em 2016, com um crescimento global de 14,2% face ao ano anterior, totalizando 44,7 milhões de passageiros.

2016 foi mais um ano de recordes para os aeroportos portugueses. Todos os aeroportos cresceram relativamente ao ano anterior. O Aeroporto de Faro liderou o crescimento com uma subida de 18,5%.

O aeroporto da capital foi o que processou o maior número de passageiros, tendo atingido 22,4 milhões de passageiros, o que representa um crescimento de 11,7% face a 2015. De salientar que ao longo de 2016, todos os meses foram de recordes de passageiros no Aeroporto Humberto Delgado.

Para a ANA, o crescimento resulta de vários fatores, “através dos esforços conjuntos das equipas de marketing da VINCI Airports e da ANA para atração de novas companhias aéreas, novas rotas, chegar a mais destinos e, ao mesmo tempo, na aposta em melhorar o serviço ao cliente nos aeroportos, tanto do ponto de vista operacional como do ponto de vista do utilizador, melhorando condições, criando novos serviços e novas áreas que permitem uma experiência de utilização cada vez com mais qualidade”.

Em 2016, a concessionária investiu 69,2 milhões de euros de forma a melhorar a experiência dos passageiros. 71,1 milhões de euros é o montante a ser investido este ano.

A solução Montijo para suportar o crescimento de tráfego em Lisboa

O Acordo de Concessão entre o Governo e a ANA prevê o início do processo de expansão da capacidade aeroportuária de Lisboa.

No âmbito deste contrato, a ANA sugeriu uma alternativa para desenvolver a capacidade do aeroporto de Lisboa. O processo de pedido e atribuição de slots em Lisboa faz prever a continuação de forte crescimento em 2017, sustentando a urgência na expansão da capacidade aeroportuária.

Neste sentido, foi assinado, na quarta-feira,  o Memorando de Entendimento entre o Governo e a ANA que “estabelece uma solução integrada que inclui um novo Plano Diretor para o aeroporto Humberto Delgado poder atingir a sua capacidade máxima e permitir a sua competitividade enquanto hub internacional e a utilização para voos civis da Base Aérea do Montijo como capacidade complementar”.

Segundo nota da Concessionária, o Governo considera o Montijo como a solução mais vantajosa para a capacidade aeroportuária adicional e esta compromete-se a realizar  os estudos adicionais necessários, em colaboração com as diversas entidades, como os municípios e a Força Aérea.

A necessidade de garantir o uso militar e civil, a análise dos impactos ambientais e a identificação das necessárias acessibilidades para garantir a correta integração da infraestrutura, serão objeto de estudo.

Todos os estudos já realizados, incluindo os estudos técnicos encomendados pela ANA ou NAV, concluíram pelas vantagens da solução Montijo em relação às opções alternativas. Um grupo de trabalho criado pelo Governo concluiu também a favor da validade e capacidade desta solução em termos de navegação aérea civil.

Elevado crescimento em todos os aeroportos

2016_aeroO ano de 2016 terminou com 66 companhias aéreas a operar nos aeroportos portugueses, face às 58 registadas no final de 2015. O número de destinos foi de 149 e foram criadas 27 novas rotas.

Fonte: ANA
Foto e infografia: ANA

Exportações portuguesas de calçado com novo máximo histórico

iconicAs exportações portuguesas de calçado teimam em bater máximos históricos. Em 2016, Portugal exportou mais de 81 milhões de pares de calçado, num valor superior a 1.923 milhões de euros, um crescimento de 3,2% face ao ano anterior.

Este é o sétimo ano consecutivo de crescimento das vendas nos mercados externos. Desde 2009, as exportações registam um aumento superior a 55%. O calçado português cresceu em praticamente todos os mais relevantes mercados externos.

É de salientar o facto de as exportações portuguesas de calçado estarem a aumentar, desde 2010, para todos os 20 principais mercados do calçado português, com excepção do Reino Unido. Embora exista alguma concentração nos grandes mercados europeus, as taxas de crescimento mais elevadas foram obtidas em mercados não tradicionais do sector que configuram oportunidades de diversificação: China (3108%), Emirados Árabes Unidos (608%), Estados Unidos (461%), Austrália (363%) e Polónia (295%).

A APICCAPS (Associação Portuguesa dos Industriais de Calçado, Componentes e Artigos de Pele se Seus Sucedâneos) tem vindo a realizar um notável trabalho na afirmação do sector e assume como objectivo, para a próxima década, “ser a referência internacional da indústria de calçado pela sofisticação e pela criatividade, reforçando as exportações portuguesas alicerçadas numa base produtiva nacional, sustentável e altamente competitiva, fundada no conhecimento e na inovação”. Para isso, o sector do calçado deverá investir, até 2020, 160 milhões de euros em diversos domínios como inovação, internacionalização e qualificação.

A campanha Portuguese Shoes: The Sexiest industry in Europe, desenvolvida pela APICCAPS e inserida numa estratégia de comunicação concertada para o mercado internacional, tem sido uma ferramenta essencial na afirmação do sector.

Desde 2010, o preço médio de exportação aumentou 24%, em consonância com o objectivo de afirmar a sofisticação e qualidade da oferta nacional. Entre os principais produtores mundiais de calçado, Portugal apresenta mesmo o 2º maior preço médio de exportação. Portugal exporta hoje mais de 95% da sua produção, para 152 países, nos cinco continentes.

Fonte: APICCAPS
Foto: DR

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Turismo na região de Lisboa gerou 8,4 mil milhões de euros em 2015

lx_2015_estudoLisboa dá-se bem com o Turismo e o Turismo dá-se bem com Lisboa. Em 2015, o sector gerou perto de 8,5 mil milhões de euros e criou 150 mil postos de trabalho.  

Mais de 90% da população que reside e trabalha em Lisboa encara de forma positiva ou muito positiva os turistas e a contribuição do Turismo para a capital portuguesa,  revelam os dados dos estudos da Intercampus e da Deloitte, realizados para a Associação Turismo de Lisboa (ATL).

Fruto do turismo, Lisboa tem hoje mais vida para 91% dos residentes e para 80% dos que aqui trabalham. “O Turismo tem-me ajudado a sentir mais orgulhoso em relação a Lisboa” é a opinião de 73% da população que vive na capital portuguesa, indica o estudo realizado pela Intercampus.

A maioria dos residentes e das pessoas que trabalham na Cidade considera positivo o impacto dos turistas na reabilitação das zonas históricas e tradicionais da capital portuguesa,  na preservação do património e a preservação e reabilitação dos espaços e na preservação e reabilitação dos prédios e edifícios de habitação.

O impacto revela-se também positivo no que se refere às áreas económicas, nomeadamente, hotéis e restaurantes, bares, cafés e esplanadas,  comércio tradicional, lojas e centros comerciais e actividades culturais e artísticas.

O desenvolvimento da economia,  o aumento do comércio e a criação de oportunidades de emprego, são apontados como as principais vantagens do Turismo.

O Turismo na Região de Lisboa gerou 8,4 mil milhões de euros em 2015, o que equivale um aumento médio anual de 8% nos 10 anos precedentes, indica um outro estudo realizado para a ATL pela Deloitte.

Entre 2005 e 2015, o sector cresceu 9,5% na Cidade de Lisboa, enquanto na restante Região atingiu 4,7%. Reflexo desta evolução, o Turismo criou aproximadamente 150 mil postos de trabalho em 2015 (137.069, em 2005).

Este “boom” do sector teve reflexo na oferta turística, que regista mais sete mil quartos de hotel e outros seis mil em alojamento local na Cidade. Na década em análise, o total de hóspedes passou de 3,5 milhões para 7,3 milhões.

Ainda quando comparado com 2005, em 2015, realizaram-se dez vezes mais Congressos e Reuniões por ano em Lisboa,  mais 55 cruzeiros por ano fizeram escala em Lisboa, foram criados quatro campos de golfe e inaugurado um casino.

“A expressividade dos resultados agora divulgados assenta numa estratégia concertada entre entidades públicas e privadas que, ao longo dos últimos anos, tem reforçado a atractividade de Lisboa enquanto destino turístico de excelência, reflectindo-se no aumento progressivo do número de hóspedes”, refere a nota da ATL.

Fonte: ATL
Foto: DR

 

“Portugal lançava navios, agora lança start-ups”, afirma a Bloomberg

lisboa_bl2“Portugal lançava navios, agora lança start-ups” dá título ao artigo da Bloomberg sobre o empreendedorismo luso e as oportunidades que o Brexit poderá trazer.

Edward Robinson começa por contar a história da Codacy.  Para o jornalista, Jaime Jorge fez algo que poucos portugueses fizeram: recusou um emprego na Google em Londres. Com 24 anos, o programador co-fundaria com João Garcia a empresa que, cinco anos mais tarde, veria os seus algoritmos, para correção automática de erros em no código de software, a serem utilizados por gigantes como a PayPal e a Adobe.

Para a Bloomberg, trata-se de algo novo num país pequeno com ma economia estagnada e um sector bancário sobre pressão. No passado, os melhores ingressavam em consultoras globais e a maioria dos que queriam criar a sua start-up, não o faziam em terras Lusas.

Este movimento é explicado por uma “confluência de forças” que leva os empreendedores a criar as empresas em Portugal. A “cloud computing” e o envolvimento do meio académico são elencados como alguns dos principais factores. Os salários em Portugal também são referenciados, sendo apontado o caso da plataforma de equity crowdfunding fundada por Carlos Silva e Jeff Lynn , Seedrs, cuja sede está em Londres mas tem a equipa de desenvolvimento em Lisboa.

A Bloomberg não acredita que o Brexit leve a um êxodo de start-ups, mas que possa levar os novos empreendedores a optarem por uma localização com acesso ao mercado único.

A aposta portuguesa na promoção e o Web Summit são apontados como mais-valias do nosso país. João Vasconcelos, secretário de Estado da Indústria e fundador da Startup Lisboa, afirma que Portugal tem a “sua própria identidade” “Durante séculos fomos para o estrangeiro. Os empreendedores portugueses nascem com um pensamento global”, salientou.

O artigo termina referindo que o verdadeiro teste chegará dentro de dois anos, quando geração de start-ups da Codacay solicite financiamento para a chamada fase de crescimento. Para o efeito, provavelmente, terão de recorrer a fundos que estão sediados em  Silicon Valley, Londres ou até em Singapura. O sucesso destes empreendedores na angariação de capital permitirá a criação de mais postos de trabalho, mais riqueza e transformar as suas apostas em regressarem com o capital para criar mais produtos, mais empregos e uma maior riqueza, vai estar no caminho para transformar as suas apostas em algo indelével”.

Fonte: Bloomberg
Foto: DR

Destino Porto e Norte “seduz” operadores turísticos da Galiza

TPNPDurante o mês de fevereiro, vários operadores turísticos galegos estarão de visita à região do Porto e Norte do país, numa iniciativa promovida pela Turismo do Porto e Norte de Portugal (TPNP) em parceria com a Comunidade Intermunicipal do Tâmega e Sousa, para reafirmar a imagem do território como destino turístico de excelência, associado ao Turismo de Natureza e à Gastronomia e Vinhos.

Paços de Ferreira, Felgueiras, Celorico de Bastos, Amarante, Baião e Resende são os municípios a estrear a primeira fam trip que arranca já no dia 5 de fevereiro. Segue-se Lousada, Penafiel, Marco de Canaveses, Castelo de Paiva e Cinfães numa incursão que se prolonga de 19 a 21 de fevereiro.

Yu Travel, Viajes Halcón Lugo e Galicia, Five Sensations, Siente Galicia, Vento Celta, Galicia Holiday, Vio Viajes são os operadores que juntamente com o Clúster Turismo de Galicia foram os convidados a degustar as iguarias e conhecer alguns locais emblemáticos, com especial destaque para a beleza natural das regiões.

O programa foi desenhado para ir ao encontro dos produtos turísticos mais procurados por quem visita o Porto e Norte do país, onde, o turismo de natureza e a gastronomia e vinhos são cada vez mais relevantes para a economia e imagem do território.

Para Melchior Moreira, presidente da TPNP, esta iniciativa revela a determinação da entidade para o “estreitamento das relações e das dinâmicas entre Portugal-Galiza”, consolidando a “marca e a percepção do território junto de um mercado proveitoso para os objectivos da TPNP”. “A partilha de sinergias transfronteiriças é, sem dúvida, uma excelente oportunidade para atrair mais turistas, aumentar a estadia média e gerar um maior retorno das apostas nos produtos Turismo de Natureza e Gastronomia e Vinhos”, acrescenta.

Esta iniciativa insere-se no Memorandum de Entendimento assinado entre a TPNP, o Agrupamento Europeu de Cooperação Territorial Galicia-Norte de Portugal (GNP-AECT) e a Agência de Turismo da Galiza da Xunta da Galiza.

Fonte: TPNP
Foto: DR

Vinhos portugueses no Top 100 e Top 100 Values da Wine Spectator

uvas_portugalA qualidade dos vinhos portugueses voltou a ser reconhecida pela Wine Spectator nas suas listas de “melhores do ano” e que resultam dos milhares de vinhos de todo o mundo provados ao longo do ano. 

Este reconhecimento é fundamental para que os profissionais, sejam importadores, distribuidores ou restaurantes, se mostrem cada vez mais abertos a incluírem nas suas listas os Vinhos de Portugal. Apesar deste reconhecimento pela revistas da especialidade o caminho junto dos decisores de compra não é fácil e é ainda longo  – Jorge Monteiro, presidente da ViniPortugal

A mais prestigiada revista norte-americana Wine Spectator incluiu quatro vinhos na lista Top 100 (os melhores) publicada em Dezembro de 2016 e outros quatro na mais recente lista Top 100 Values (um equivalente “às melhores compras”), na edição de Janeiro/Fevereiro de 2017.

Numa análise global do ano de 2016, (incluindo as diversas classificações) o editor Mich Frank da Wine Spectator realça Portugal, referindo que “dos 473 vinhos de Portugal provados, 43% foram classificados com 90 pontos ou mais, testemunho da crescente qualidade dos vinhos de mesa.” De notar que dos 18.055 vinhos provados apenas 1% foram considerados “outstanding” quando Portugal teve 3% daqueles 473.  Na segunda categoria “classic” a média foi de 35%, mas com Portugal a obter 40% ficando ao nível da França e apenas ultrapassado pela Áustria e Alemanha.

Os quatro vinhos portugueses incluídos na lista Top 100 foram avaliados com pontuação entre os 90 e os 94 pontos.

Na lista Top 100 Values, em que o critério base é a relação preço/qualidade, foram classificados 1236 vinhos com 90 ou mais pontos mas um custo abaixo de US$30. Nesta lista 6% (78 vinhos) são vinhos portugueses, encontrando-se Portugal à frente de países como Argentina, Chile ou até mesmo a Nova Zelândia.

Quanto à lista do Top 100 Values a Wine Spectator explica “Porque os editores da Wine Spectator provam de forma cega, avaliam a qualidade sem qualquer conhecimento do preço. Adoram encontrar excelentes vinhos e ainda mais descobrir que esses vinhos são acessíveis. Uma das nossas principais tarefas é sugerir aos nossos leitores vinhos de alta qualidade a bons preços e destacamos estes vinhos de muitas maneiras ao longo do ano”.

Fonte: ViniPortugal
Foto: visitportugal.com

HOSCAR 2017: Portugal é o país com os melhores hostels do mundo

Home-Lisbon-Hostel-21aPortugal conquistou uma vez mais o prémio para o melhor hostel do Mundo, uma distinção atribuída anualmente nos HOSCARS (HOStelworld Customer Annual Ratings, em inglês) – onde o Hostelworld, a maior plataforma de reserva de hostels do mundo, premeia os hostels com melhores avaliações por parte dos clientes.

O melhor hostel do Mundo é, pelo quinto ano consecutivo, o lisboeta Home Lisbon Hostel.  No top 10 de melhores hostels do Mundo figuram mais 5 alojamentos lisboetas: Yes! Lisbon Hostel (2.º), Lost Inn Lisbon (3.º), Goodmorning Lisbon Hostel (4.º), Lisbon Destination Hostel (6.º) e o Lisboa Central Hostel (9.º).

A Invicta também viu dois dos seus hostels reconhecidos, o Tattva Design Hostel arrecadou o prémio de 10.º Melhor Grande Hostel do mundo e o Pilot Design Hostel & Bar foi distinguido como Hostel Mais Popular do Porto.

Numa lista dominada pelos hostels portugueses, figuram também o letão The Naughty Squirrel Backpackers Hostel (5.º), o chinês Wada Hostel In Guilin (7.º), o americano USA Hostels Ocean Beach (8.º) e o canadiano Planet Traveler Hostel (10.º).

Nas categorias específicas, Lisboa também arrecada distinções. Goodmorning Lisbon Hostel é considerado o hostel com a Melhor Atmosfera e o Yes! Hostels arrecada o prémio máximo da categoria Melhor Cadeia de Hostels.

Lisboa é a cidade com mais vencedores e nomeações. Portugal, com 15 menções, é o país que mais prémios ganhou na edição dos Hoscars de 2017, tendo mesmo ficado à frente de Espanha (10), EUA (9), Austrália (8) ou Itália (8) .

O Hostelworld analisou mais de um milhão de avaliações e comentários deixados no último ano para seleccionar, de entre 33 mil estabelecimentos de todo o planeta, quais os melhores dos melhores.

Portugal 12.º país mais visitado do Mundo

Já no início deste ano o Hostelworld tinha revelado os 20 países que mais receberam mochileiros em 2016. Portugal manteve o 12.º lugar nesta lista dourada de destinos mais visitados por jovens viajantes, enquanto a capital Lisboa, que registou um crescimento anual de 6% na procura de hostels, manteve a 12.ª posição das cidades mais visitadas do Mundo.

Lisboa (12.º) e Porto (35.º) são os dois destinos com maior destaque em Portugal, atraindo “backpackers” de todo o mundo – também conhecidos como mochileiros – sedentos de aventuras e experiências memoráveis. Alemães, americanos, australianos, canadianos e franceses foram quem mais hostels reservaram no nosso País, no ano que agora acabou.

Lagos – que entrou em 2015 pela primeira vez no top 100 – melhorou o ano passado três posições e ocupa agora o lugar 92.º no ranking de cidades mais visitadas por mochileiros. A cidade algarvia ficou à frente de destinos como Glasgow, Montreal, Cidade do México, Toronto ou Bruges.

Fonte: Hostelworld Group
Foto: DR

Braga ambiciona ser um hub para negócios sociais e iniciativas de Empreendedorismo Social

CMBcidadeA Câmara Municipal de Braga encontra-se a organizar um fórum sobre inovação social que se irá realizar no próximo dia 7 de fevereiro de 2017. Este evento tem como objetivo promover a Inovação Social e posicionar o Município de Braga como um hub para negócios sociais e iniciativas de Empreendedorismo Social.

Este fórum, com a chancela do IES-Social Business School, a primeira escola de negócios focada em Inovação e Empreendedorismo Social, terá oradores de referência e um conjunto de pitches dos projetos finalistas do Bootcamp em Empreendedorismo Social, que se propõem resolver problemas da sociedade.

Nesta iniciativa, mostrar-se-ão os movimentos globais que estão a mudar o sector empresarial, as boas práticas que estão a ser adoptadas pelo sector social, os novos mecanismos de contratação por resultados implementados por entidades públicas e as iniciativas de Empreendedorismo Social que estão a desenvolver modelos inovadores e sustentáveis.

O evento será realizado no Museu D.Diogo de Sousa e as inscrições são gratuitas e obrigatórias, devendo ser efectuadas até dia 3 de Fevereiro através do seguinte link: https://www.eventbrite.pt/e/bilhetes-braga-hub-de-inovacao-social-31158257186.

Informações adicionais podem ser obtidas junto da Rede Social de Braga, através do e-mail rede.social@cm-braga.pt

Fonte: Rede Social de Braga
Foto: CMB

COHiTEC 2017 forma novos empreendedores

cohitecA COTEC Portugal – Associação Empresarial para a Inovação lançou uma nova edição do programa de apoio à formação de empreendedores envolvidos no desenvolvimento de novas tecnologias.

O COHiTEC 2017 dirige-se a investigadores, tecnólogos e colaboradores de instituições de I&D nacionais (universidades, institutos politécnicos, centros de investigação, empresas, etc.), que pretendam adquirir competências em empreendedorismo e comercialização de tecnologias, bem como realizar uma análise da viabilidade comercial das mesmas.

Com a formação, que decorre durante quatro meses e envolve docentes da Porto Business School, da Nova School of Business and Economics e das universidades norte-americanas de North Carolina State, Brown e Rutgers, os novos empreendedores vão elaborar um projecto de negócios para um produto gerado pela tecnologia previamente avaliada.

As candidaturas ao COHiTEC 2017,um programa apoiado pelo NORTE 2020, no contexto dos apoios do Portugal 2020 e do Fundo Europeu de Desenvolvimento Regional, decorrem até 20 de fevereiro. Para mais informações sobre o programa (consulte o calendário aqui).

Fonte: COTEC Portugal
Foto: DR