Boogie Chicks – Campeãs formam futuras campeãs

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A Escola de Bodyboard feminino BOOGIE CHICKS está integrada na Aqua Carca, Associação Novos Desportos Aquáticos cujo objetivo consiste na promoção de novas modalidades aquáticas e ensinar um novo estilo de vida saudável e divertida aos jovens praticantes.

Conjugam-se, assim, as regras de uma modalidade desportiva “bodyboard”, com as regras da nossa civilização que os ajudará a crescer como pessoas e desportistas. Esta Associação contempla o ensino misto e o ensino feminino. A Escola de Bodyboard feminino BOOGIE CHICKS destina-se a todas as raparigas que pretendam aprender a fazer Bodyboard.

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Normalmente, as raparigas têm mais dificuldades em praticar este desporto, uma vez que não existe um mercado totalmente direcionado para elas e a oferta no que diz respeito a escolas da modalidade no país ainda é pouca.

Assim, para promover o bodyboard feminino em Portugal, é na vertente do Bodyboard e diretamente com raparigas que a Escola BOOGIE CHICKS funciona.

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Praticando bodyboard há mais de 20 anos, tendo passado por algumas destas dificuldades e não menosprezando o género masculino, Catarina Sousa decidiu avançar com o projeto de uma escola de Bodyboard dedicada exclusivamente ao feminino de que tanto apoio necessita.

A Escola Boogie Chicks fica localizada na praia de Carcavelos, junto ao restaurante Pastorinha e funciona durante todo o ano com aulas de iniciação, aperfeiçoamento dos 4 aos 84 anos, ATL´s de férias, festas de aniversário e despedidas de solteira. A vertente competitiva é uma recente aposta da Escola, onde treinos na praia, piscina e trampolins fazem parte da formação das jovens atletas.

Este ano festejam 10 anos de existência e contam com mais de 40 raparigas que treinam semanalmente na escola e com uma equipa fantástica de treinadoras:

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Catarina Vilarinho de Carvalho Machado de Sousa
Data de Nascimento:
22 Abril 1977
Signo: Touro
Local de Nascimento: Oeiras
Patrocínios:Roxy, Eastpak, Escola Boogie Chicks, Linha Pura e Vintageform
Melhores classificações:
7x Campeã Nacional
4x Campeã da Europeia
1º e única Portuguesa até à data a vencer uma prova do Circuito Mundial – Sintra Portugal Pro 2009

Ainda não terminou a carreira de atleta, mas neste momento dedica-se muito mais à carreira de treinadora de atletas, entre as quais:
Marta Fernandes – Campeã Europa 2009
Teresa Almeida – Campeã Mundial 2014
Teresa Padrela – vencedora da ultima etapa do Circuito Nacional de Bodyboard Esperanças 2014 e  Campeã Regional Carcavelos 2015

 

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Teresa Almeida

Data de nascimento: 21.05.1992
Naturalidade: Alcobaça
Praias/ondas preferidas: Praia do Norte – Nazaré
Formação académica: Licenciada em Ciências do Desporto
Tempo de Bodyboard: 9 anos
Clube: Clube de Desportos Alternativos da Nazaré
Melhor classificaçação no circuito nacional: Campeã nacional Sub 18 (2010) e Vice-campeã nacional open (2013)
Melhor classificaçação europeia: Vice-campeã europeia júnior (2011) e Vice-campeã europeia open (2014)
Melhor classificaçação mundial: Campeã mundial ISA (2014)
Viagens realizadas: Açores, Madeira, Espanha, França, Marrocos, Indonésia e Chile
Patrocínios: Crédito Agrícola, Ekena Bay, Boogie Chicks, JANGAWETSUITS, e  CC BOARDCENTER

 

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Nome:
Marta Leitão
Data de nascimento: 22.10.1982
Naturalidade: Lisboa
Praias/ondas preferidas: Cova do Vapor
Formação académica: Licenciada em Jornalismo
Tempo de Bodyboard: 11 anos
Clube: Ludens Clube Machico
Melhor classificaçação no circuito nacional: 1º lugar Boogie Chicks Pro 2015
Melhor classificaçação europeia: Top 3 em 2013, 1º lugar ETB Marracos em 2013
Melhor classificaçação mundial: Top 14 em 2013 (5º lugar na Venezuela, 9º lugar no Brasil) e 2014
Viagens realizadas: Hawaii, Porto Rico, Chile, Brasil, Venezuela, Maldivas, Ilhas Cook, Ilhas Canárias, Costa Rica, República Dominicana, Miami, México, Cuba, Cabo Verde, Açores, Madeira, Espanha, França, Marrocos…
Patrocínios: Baby-G Portugal

 

 

Fotos: DR

 

Maria Wurst – delicioso empreendedorismo luso-germânico

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Maria Wurst nasce da amizade entre Francisca e Ina: uma é portuguesa, a outra é alemã; uma é morena, outra é loira. Ambas são sonhadoras e dotadas de um talento especial para o espírito empresarial.
Maria Wurst percorre o país de Norte a Sul e a Excelência Portugal foi conhecer este delicioso projecto numa das suas paragens.
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INA KOELLN  – 29 anos

O meu nome é Katharina Kölln, mas desde pequena que sou tratada por Ina (graças a um dos meus 4 irmãos que não tinha paciência para articular o meu nome todo).  Nasci em Freiburg , uma cidade bastante „eco“, no sul da Alemanha.
Com 16 anos, passei o meu primeiro ano no estrangeiro, a estudar, no sul de França. Foi nesta altura que descobri a minha paixão pelas viagens e aventuras.
Viajei com a mochila às costas durante um ano e fui viver para Paris, onde estudei design de vestuário masculino.
Seguiu-se Londres, onde comecei a trabalhar num pequeno atelier de moda e num bar à noite.
Foi nesta cidade que conheci a minha grande amiga e agora sócia, Francisca Meneses. Partilhámos uma casa na altura e depois de fazermos várias viagens à Alemanha e a Portugal, decidi viver em Lisboa. Depois de ultrapassadas as primeiras dificuldades de adaptação, lancei, em 2013, a minha marca INA KOELLN de malas e acessórios. E pouco tempo depois nasceu a nossa Maria Wurst, que era já uma ideia antiga nossa, mas que ainda não tinha encontrado o timing certo … até hoje!

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FRANCISCA MENESES – 28 anos

Aos 5 anos perguntaram-me “o que queres ser quando fores grande?” E eu respondi de forma convicta, “DONA!”. Aos 10 já tomava conta dos meus irmãos gémeos e aos 12 fui sub-guia de uma patrulha de escuteiros. Escolhi o curso de Marketing e Publicidade como licenciatura e após o curso rumei a Londres de mochila às costas, onde conhecia a minha actual sócia Ina Koelln. Realizei um curso de Inglês aplicado ao marketing enquanto trabalhava em part-time. Ainda nesse ano, fui seleccionada para o programa de estágios internacionais INOV CONTACTO e o destino foi Cabo Verde, ilha do Sal.

Regressei a Portugal e na dificuldade de procura de emprego, fiz um curriculum em formato de vídeo que teve resultados imediatos. Trabalhei 2 anos numa agência de publicidade e em Dezembro de 2012 decidi abraçar o projecto da minha vida – a Maria Wurst.

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Como surgiu a ideia deste negócio? 

Este projecto nasce de uma amizade, em Londres, entre uma Portuguesa e uma Alemã. Foi no regresso de uma viagem, a Freiburg, que o nosso sonho ganhou forma. Mais precisamente, a forma de uma salsicha. “E se trouxéssemos o prato mais típico da Alemanha para Portugal?” Os portugueses são exigentes com o que comem. Querem pratos deliciosos, baratos e de qualidade – e até já se renderam à street-food.
Por isso, não fizemos a coisa por menos. O nosso orgulho são as nossas salsichas: feitas à mão por um talhante alemão, com carnes DOP de uma herdade alentejana. É um conceito inovador em Portugal e com fortes capacidades de crescimento.

Já existia alguma experiência empresarial por parte de alguma das duas?

Sempre trabalhámos por conta de outrem, ganhámos experiência e sentido de responsabilidade. Posteriormente, a Ina cria a sua própria marca de roupa, com matérias-primas portuguesas e em simultâneo nasce a Maria Wurst.

Como definem o conceito da Maria-Wurst?

Proporcionar uma experiência diferente aos Portugueses – Oferecer uma especialidade alemã com qualidade. Satisfação do cliente, SEMPRE!

Quais as maiores dificuldades que sentiram no arranque?

Apesar do investimento ser relativamente baixo, há sempre dificuldades. É preciso ter pulso, muita coragem e dedicação. Nem toda a gente tem uma historia para contar. Nem toda a gente tem um produto forte e inovador. Nós temos e por isso, decidimos avançar.

Que impacto teve a participação no Shark-Tank? Já obtiveram financiamento?

Impacto extremamente positivo. As pessoas reconhecem-nos e procuram-nos. Temos várias pessoas interessadas em participar no negócio.

Vocês têm participado em muitos eventos e festivais de Norte a Sul. Este “road-show” tem sido uma forma de dar a conhecer o projecto. Como tem sido o feedback? 

O feedback tem sido motivador, daí rumarmos diversas vezes ao Norte e Sul do país.

A oferta de produtos tem evoluído/sido ajustada?

Temos os mesmos produtos, com alguma mudança na receita (consistência e sabor) e a ideia é acrescentar alguns extras, como a típica e saborosa salada de batata.

Quais são os projectos futuros para a marca (franchising, etc …) ?

Para já consolidar a Marca e tornar a Maria Wurst uma referência na gastronomia alemã.

 

Fotos: DR

Francisco Lufinha bateu o Recorde Mundial da “Maior Viagem de Kitesurf sem paragens”

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Francisco Lufinha bateu, esta segunda-feira, o Recorde Mundial da “Maior Viagem de Kitesurf sem paragens”, superando a sua anterior marca de 564 km’s. Embora não tenha alcançado a Madeira, Francisco Lufinha conseguiu, numa viagem de 47h37,  esticar o seu recorde até às 472 milhas náuticas (874km).

Lufinha havia iniciado, no Domingo,  às 16h30, a travessia, desde o Cais das Colunas, num percurso de cerca de 1000 kms entre Lisboa e a Madeira.

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Francisco Lufinha é um jovem Português de 31 anos, completamente apaixonado por desportos náuticos. Com apenas 15 dias, foi levado para um barco pelos seus pais e nunca mais conseguiu, nem quis, desligar-se do mar. Natural de Lisboa, aos onze anos iniciou-se na Vela, onde durante sete anos de competição ganhou regatas nacionais e regionais e representou Portugal em diversas provas europeias. Para além da Vela também praticou Ski Aquático, Wakeboard e Windsurf, mas foi o Kitesurf que o cativou, por ser uma mistura dos seus desportos favoritos. Em 2005 sagrou-se campeão nacional e em 2006 vice-campeão, alcançando também nesse ano um 5º lugar na regata do circuito mundial PKRA em Portimão.

Em paralelo com a vida desportiva, Francisco Lufinha concluiu em 2007 o Mestrado em Engenharia e Gestão Industrial no IST, o que o levou a trabalhar como auditor na Deloitte, como analista de marketing estratégico no banco BES, co-gestor do projecto do velejador oceânico solitário Francisco Lobato, CTO na ConsultaClick.com (co-fundador), director geral do resort Dakhla Attitude em Marrocos, skipper de iates privados, entre outros. A sua vida está repleta de experiências diferentes e vive desafiando-se a si próprio, através de novas e arriscadas aventuras que o fazem sentir-se vivo e superar-se a cada desafio.

Fotos: DR

 

Projeto coordenado pelo Instituto Gulbenkian de Ciência recebe 2.6 milhões de euros

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Um consórcio europeu e norte-americano coordenado por Jörg Becker, investigador principal no Instituto Gulbenkian de Ciência (IGC; Portugal), recebeu agora financiamento de 2.6 milhões de euros por 3 anos para estudar a evolução da reprodução sexual das plantas. O projeto é financiado pela ERA-CAPS, uma rede europeia dedicada a apoiar atividades de investigação no campo da Ciência das Plantas. Este estudo irá possibilitar a identificação de genes úteis para a indústria agrícola, com o objetivo de melhorar a reprodução de espécies de cultivo e aumentar a sua produtividade.

As plantas com semente são extremamente importantes economicamente, pois são a nossa fonte principal de alimento, fibras e outras matérias-primas industriais. No entanto, a nossa capacidade de gerar comida suficiente, ração para animais e energia está cada vez mais comprometida pela expansão da população humana, pela competição pelo uso de terra, pela rápida perda de biodiversidade e pela mudança climática global. É, portanto, crucial estudar o processo da reprodução sexual das plantas de forma a superar problemas de fertilização e aumentar o rendimento de colheitas.

O projeto agora financiado reúne vários investigadores líderes na área da reprodução das plantas. Os oito parceiros são Jörg Becker, Frederic Berger, Thomas Dresselhaus, Stefanie Sprunck, David Twell, Marek Mutwil e Jose Gutierrez-Marcos, da Europa, e Mark Johnson, dos EUA. Usando diversas espécies como modelos de estudo, desde musgos até plantas com flor, os investigadores pretendem compreender as principais etapas na evolução da reprodução das plantas, incluindo os mecanismos ancestrais de desenvolvimento dos gâmetas e fertilização.

Jörg Becker diz: “Este projeto é uma oportunidade única para maximizar sinergias e evitar duplicação de esforços de investigação. Cada parceiro traz para o projeto as suas competências técnicas únicas e complementares, o que deverá permitir uma compreensão mais profunda da evolução da reprodução sexual de espécies de plantas economicamente importantes”.

Para isso, os investigadores pretendem estudar a evolução de redes regulatórias importantes para o desenvolvimentos dos gâmetas masculino e feminino, crescimento do tubo polínico e mecanismos de fertilização em plantas com flor. Irão comparar a atividade de redes de genes em plantas terrestres primitivas, tais como musgos, com outras plantas importantes de cultura, como milho e tomate. Esta abordagem genómica comparativa irá ajudar na identificação dos principais mecanismos de reprodução das plantas e revelar se são ancestrais ou novos. O grupo de investigação de Jörg Becker, no IGC, irá focar os seus estudos no desenvolvimento de células de esperma do musgo Physcomitrella patens, e na forma como alterações que não estão escritas diretamente no DNA podem ser transmitidas mediante a fertilização.

“O nosso projeto irá fornecer a primeira análise exaustiva da evolução molecular da reprodução sexual das plantas e dar informações sobre as origens da fertilização em plantas com flor. Isto é fundamental para podermos desenvolver ferramentas para manipular a reprodução das plantas a nosso favor e melhorar a produtividade das culturas”, diz Jörg Becker.

A ERA-CAPS foi lançada em 2012, sendo o seu financiamento oriundo das respectivas agências de financiamento de cada país participante. Esta é a primeira vez que Portugal participa num projeto da ERA-CAPS, não só como parceiro mas também como coordenador. Além do Instituto Gulbenkian de Ciência (Portugal), as outras instituições participantes são: Gregor Mendel Institute (Áustria), Universidade de Regensburg (Alemanha), Universidade de Leicester (Reino Unido), MPI Molecular Plant Physiology (Alemanha), Universidade de Warwick (Reino Unido) e Universidade de Brown (EUA).

Neste projeto da ERA-CAPS, a investigação realizada no Instituto Gulbenkian de Ciência é financiada pela Fundação para a Ciência e a Tecnologia (FCT).

 

Legenda: O musgo Physcomitrella patens serve como modelo da reprodução de plantas terrestres primitivas. A imagem mostra colónias do musgo a crescer em placa em laboratório. Créditos: Roberto Keller, IGC.

A próxima edição do TEDxLisboa irá realizar-se no dia 31 de outubro, sábado, na Aula Magna, com o mote “Elefante na Sala”

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A próxima edição do TEDxLisboa irá realizar-se no dia 31 de outubro, sábado, na Aula Magna, com o mote “Elefante na Sala”. Vai falar-se abertamente e sem constrangimentos sobre os elefantes que incomodam na sala.

No TEDxLisboa espalham-se as ideias que merecem ser abordadas: o elefante polémico, o elefante que envergonha, o elefante que incomoda, o elefante complicado, o elefante que divide todas as opiniões – cada Elefante na Sala. Para o novo evento encontram-se agora abertas as candidaturas a oradores (tedxlisboa.com/oradores) e voluntários (tedxlisboa.com/voluntarios).

Para os que ainda não conhecem, “TED” significa Tecnologia, Entretenimento e Design – três áreas de estudo que, em conjunto, modelam o futuro – mas na verdade, este evento é muito mais abrangente, discutindo ideias que são relevantes em qualquer área.

No espírito de que vale a pena espalhar ideias, TEDx (x=independently organized TED event), permite que comunidades em qualquer local organizem eventos não lucrativos independentes das conferências TED, mas com a mesma estrutura e filosofia, como é o caso do TEDxLisboa – até à data já foram realizados 10 000 eventos TEDx em mais de 800 cidades em todo o Mundo.

Este evento, a ter lugar na Aula Magna, irá contar com oradores a apresentar a sua ideia em palco, em menos de 18 minutos, para uma grande audiência (1400 participantes). A inscrição será obrigatória em tedxlisboa.com e a bilheteira anunciada já no mês de julho.

Turismo Solidário chega a Portugal com experiências inovadoras

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impacTrip (agência de viagens de Turismo Solidário), após ter passado pelo programa de incubação de empresas sociais da SCML e pelo programa Shark Tank, lanççou, esta semana,  o seu novo site repleto de experiências turísticas alternativas para REdescobrir Portugal e criar um
impacto social e ambiental positivo.
Da combinação da viagem com o voluntariado nasce este conceito turístico inovador: O turismo solidário. Dada a importância crescente da responsabilidade social e do crescimento do turismo alternativo, a Excelência Portugal quis saber um pouco mais sobre este conceito.

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- Como surgiu a ideia?

A ideia surgiu bastante longe de Portugal… Depois de trabalhar na Malásia, estava eu a viajar sozinha de mochila às costas pela Ásia quando percebi que havia mais pessoas como eu, que queriam conhecer profundamente os locais por onde passavam e deixar uma marca positiva nas pessoas que conheciam fazendo voluntariado. Já existiam alguns programas deste género com bastante sucesso e que faziam realmente a diferença nessas comunidades. Em Portugal não existia nada do género, e foi aí que eu pensei: “Em Portugal existem, obviamente, necessidades sociais e nós somos um país maravilhoso para se viajar” e a ideia estava formada. Durante este processo conheci o Diogo que, com experiência no sector do turismo percebeu que era uma ideia com futuro. Estivemos 1 ano a consolidar a rede de parceiros, passámos por um programa de incubação de empresas sociais do Banco de Inovação Socia, recebemos financiamento no programa da SIC do shark tank e finalmente, após muito trabalho, lançámos a impacTrip.

Escrevemos um artigo (em inglês) exatamente sobre a viagem que despoletou tudo isto.

- Qual o percurso de vida dos fundadores?

Somos uma equipa pequena mas muito motivada: Apenas eu e o Diogo.

Temos competências e experiências muito complementares e uma visão comum do que queremos alcançar pelo que tem resultado muito bem.

Eu tenho Mestrado em gestão internacional na NOVA sbe, diversas experiências internacionais (tendo vivido 3 vezes fora em 2 continentes) e em gestão de projetos. Já tinha liderado 2 projetos de empreendedorismo social antes e sou apaixonada por viagens.

O Diogo é formado em turismo e tem bastantes anos de experiência no sector. Tem competências em marketing, vendas e de gestos de marcas e é apaixonado pela Natureza e pelo desporto.

- Quem são os clientes-alvo e que experiências podem encontrar ?

Toda a gente que viaja connosco se surpreende, pelo impacto que causa Na sua viagem.

O público-alvo depende muito do programa que oferecemos. O Eco-mergulho é mais destinado a jovens, grupos de amigos e backpackers. Se falarmos em programas na Natureza de 4 dias ou 1 semana, o público-alvo passa a ser famílias e casais. Em geral, quem procura o turismo solidário vem do Norte da Europa (Escandinávia, Inglaterra, Alemanha, Holanda etc), é bastante ativo no seu país de origem e tem uma grande consciencialização social e ambiental.

Com isto não queremos dizer que o público Português não começa a procurar este tipo de turismo bem mais local e ativo. Os Portugueses têm aceite muito bem o nosso trabalho e estão a aderir bastante mais do que estávamos à espera.

Todos os viajantes podem encontrar as nossas viagens no nosso website www.impactrip.com e pesquisar qual o destino e tipo de impacto que querem causar. É muito fácil e o conceito é bem explicado no vídeo de apresentação.

– Que impacto teve a participação no Shark-Tank?

Representa uma abertura de portas muito importante, faz com que cheguemos a sítios que sozinhos teria sido muito mais difícil, faz com que sejamos mais assertivos no que fazemos e por fim faz-nos sentir que estamos no caminho certo para os nossos objetivos. A Shark Susana era o que mais queríamos e tem sido mesmo muito bom trabalhar com ela. Está sempre disponível para nós, participa ativamente nos nossos projetos, trabalha ideias connosco, enfim, tem sido incansável.

 

Fotos: DR

Prémio Nacional Indústrias Criativas – Abertas as inscrições para a entrega de prémios

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Estão abertas as inscrições para o Super Bock Laboratório Criativo! Dia 15 de julho, em Lisboa, conta com uma conferência internacional sobre “media arts”, promovida pelo Canal180; intervenções artísticas e cultura urbana por Penique productions, Júlio Dolbeth Illustration, WASTED RITA, Akacorleone e We Came From Space; música com Márcia ao vivo e DJ Set a cargo de Sininho; e, claro, a entrega do Prémio Nacional Indústrias Criativas 2015.

Este ano o Super Bock Super Rock começa na véspera! O Laboratório é de entrada é livre, mas de inscrição obrigatória no site .

 

:: O PRÉMIO

O Prémio Nacional Indústrias Criativas – Super Bock/Serralves é uma iniciativa pioneira em Portugal, promovida pela Unicer, através da marca Super Bock, e a

A 7.ª edição do Prémio Nacional Indústrias Criativas Super Bock/Serralves arrancou a 2 de fevereiro e até 15 de março os interessados puderam-se inscrever desde que a sua ideia de negócio se integrasse numa das quatro categorias do concurso – Arquitetura e Artes Visuais, Música e Artes do Espetáculo, Conteúdos e Novos Media e Turismo e Património.

Procuram-se empreendedores com ideias de negócio sustentadas – produtos ou serviços – que se diferenciem pela criatividade e inovação mas, sobretudo, que apresentem potencial económico e sejam geradoras de emprego.

O vencedor irá ainda receber um prémio de 25 mil euros e representar Portugal no Creative Business Cup (Copenhaga, Dinamarca), uma competição anual para empreendedores oriundos de mais de 50 países que visa distinguir a melhor ideia de negócio no setor das Indústrias Criativas a nível mundial.

À semelhança dos anos anteriores, o vencedor será revelado durante o Super Bock Laboratório Criativo, fórum anual organizado pela Unicer para celebrar e debater o estado do empreendedorismo criativo em Portugal.

Em seis edições, o Prémio Nacional Indústrias Criativas Super Bock/Serralves, que conta com a parceria e apoio da Fundação da Juventude, já avaliou mais de 1500 projetos e apoiou mais de 60 que geraram mais de 200 postos de trabalho.

 

:: OS FINALISTAS

São dez os candidatos selecionados para a fase final da 7.ª edição do Prémio Nacional Indústrias Criativas. O grande vencedor, a anunciar em julho, receberá 25.000€ e representará Portugal na Creative Business Cup.Integram o grupo finalista projetos de natureza diversa, sendo que todos revelam inovação, talento e potencial de mercado. Eis, então, os concorrentes apurados, representando as quatro categorias a concurso:

CATEGORIA “ARQUITETURA E ARTES VISUAIS”

Cross Hands Architecture
Duas jovens cruzam arquitetura, design e consciência social. São quatro as mãos que apostam na “arquitetura contemporânea humanitária”, criando um atelier empenhado em apresentar soluções de habitação eficazes e urgentes em cenários de pobreza extrema, de guerra ou catástrofes naturais. Cross Hands, refira-se, venceu o concurso Designing Emergency Shelters com um projeto de abrigos para refugiados na Síria.

EcoBook
É um caderno sem papel para escrever e apagar vezes sem conta. É uma solução que a natureza agradece. O EcoBook adapta o conceito de quadro branco (comum nas salas de aula) ao formato de caderno ecológico. Disponível nos modelos A4, A5, A4 pautado e A6, é um produto de longa duração, dado que as suas folhas podem ser reutilizadas sem perderem o bom estado de utilização e a legibilidade. www.ecobook.pt

Sistema Gomos
Já ouvimos falar em arquitetura modular, mas não aos gomos: o facto é que um a um se fazem edifícios de diferentes dimensões. Este é um sistema flexível e evolutivo de construção (pode começar-se com um T2 e ampliar-se para T3 ou T4) baseado em peças standard de betão armado (os gomos). Cada módulo sai da fábrica completamente pronto e a instalação é fácil. Mais? É uma solução ecologicamente sustentável.

Stallo
A ideia é de três jovens italianos, alunos na ESAD de Caldas da Rainha, e põe o design ao serviço da sustentabilidade, estimulando um comportamento positivo e o consumo responsável. Como? Pelo reaproveitamento e a transformação de garrafas de vidro em copos originais e diferenciadores que, por seu turno, e através de um pedestal de cerâmica vidrada, se transformam em cálices. http://www.ositalianosdesign.com/Chi_siamo.html

STILL Urban Design
Que bem se está cá fora… Dedicado ao desenho urbano climático, este estúdio cria projetos de espaço urbano aberto (público, coletivo ou privado) que estabelecem a mediação desejável entre Homem, Clima e Ambiente, proporcionando conforto térmico no exterior. Deste modo, surgem soluções que permitem usufruir do local intervencionado ao longo do ano. Reabilitação urbana, (re)qualificação do espaço público, cuidado ambiental e bem-estar, tudo se conjuga.  www.stillurbandesign.com

CATEGORIA “CONTEÚDOS E NOVOS MEDIA”

Here Come the Robots
Os robôs aí estão para interagir com vários públicos e participar nas mais diversas situações: no modo de contar uma história infantil, numa visita ao museu, na música e nas artes performativas, como ferramenta pedagógica, em ativações de marca. Este é o domínio deste projeto e da plataforma Monster Development Kit, que disponibiliza sistemas de controlo genérico de robótica, visão por computador, payback, áudio e acesso a internet. Vai dar jeito…

Rewind Cities
E se o passado se tornar presente; se histórias, factos e lugares de outrora se reconstituírem diante dos nossos olhos? Se acontecer não é magia, mas sim tecnologia. As aplicações móveis Rewind Cities promovem experiências inovadoras 2D e 3D em realidade aumentada, com o utilizador a embarcar em viagens ao passado do local que está a visitar. Com este projeto ganha novas dimensões, por exemplo, a visita a um museu. www.rewindcities.com

CATEGORIA “MÚSICA E ARTES DO ESPETÁCULO”

Arumis
Cheira a cinema. Já submetido a criação de patente, Arumis é um produto original que pretende melhorar a experiência do espetador ao chamar à indústria audiovisual um novo sentido: o olfato. O projeto adapta-se às salas de espetáculos existentes, não exigindo estruturas complexas, e tem horizontes definidos: primeiro o mercado de entretenimento (cinema, parques temáticos, teatros), depois a casa de cada um de nós.

Spranger
Tudo o que se pede, às vezes, é eficácia e simplicidade. É isso que Spranger quer dar ao apresentar um novo tipo de auscultadores com sensor de pressão incorporado. De forma imediata, este sensor deteta se o dispositivo está mesmo nos ouvidos. Assim, o auscultador entra em modo pause sempre que é retirado do ouvido e retoma o modo play do conteúdo assistido mal volta a ser colocado no ouvido. Simples.

CATEGORIA “TURISMO E PATRIMÓNIO”

Miss Can
Vamos abrir o apetite… Os ingredientes são tradição, cultura e gastronomia portuguesas, servidos em pack original. Miss Can utiliza um método artesanal (peixe cozido a vapor) para valorizar a nossa indústria conserveira. A marca tem cinco packs cheios de personalidade, cada com três latas, e temperos/receitas que reclamam identidade lusa. O petisco vem acompanhado com os benefícios da conserva e sugestões gastronómicas. www.miss-can.com

A seleção dos candidatos coube a um júri de doze elementos, em representação das entidades promotoras do Prémio, Unicer e Fundação de Serralves, e parceiros associados (ADDICT, Agência de Inovação, ANJE, BPI, ESAD, Fundação da Juventude, IAPMEI, Brand New Box, Universidade do Porto e Escola das Artes da Universidade Católica Portuguesa Porto). Como já é habitual, o processo de apuramento não foi fácil, atendendo à qualidade superior de um número bastante significativo das candidaturas validadas nesta sétima edição.

Fonte: Prémio Nacional Indústrias Criativas
Fotos: DR

António Damásio em conferência na Universidade do Porto

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De acordo com o site Notícias da Universidade do Porto, o neurocientista português António Damásio, diretor do Brain and Creativity Institute da University of South California, dará, àss 18 horas do dia 1 de julho, na Reitoria da Universidade do Porto, uma conferência intitulada “New Perspectives on Human Nature from Neurobiology: Feelings, Decisions and Automation”.

O evento é uma iniciativa da SONAE em parceria com a Universidade do Porto e terá entrada livre, ainda que sujeita a uma inscrição prévia gratuita, a realizar até 26 de junho, através do email conferenciaantoniodamasio@winworld.pt. A conferência será proferida em Inglês.

 

António Damásio é um dos mais internacionalmente reconhecidos investigadores portugueses e um dos mais notáveis neurocientistas do mundo. Radicado nos EUA desde 1975, depois de ter completado o doutoramento na Universidade de Lisboa, António Damásio desenvolveu toda a sua carreira científica em universidades norte-americanas.

Especializando-se no campo da neurobiologia, o seu trabalho ganhou notoriedade pública mundial após o lançamento, em 1994, do seu primeiro livro, intitulado “O Erro de Descartes”. Ao abordar a temática das emoções e sentimentos ligados a todos os processos cognitivos, a obra acabaria por ser considerada um dos mais influentes livros da década de 90, recolhendo vários prémios internacionais.

O trabalho de António Damásio foi já também reconhecido com diversos prémios, entre eles o Prémio Pessoa (1992), o Signoret Prize in Cognitive Neuroscience (2003), o Prémio Príncipe das Astúrias (2004) ou o Prémio Honda (2010), muitos dos quais recebidos conjuntamente com a sua esposa e companheira de trabalho, Hanna Damásio. António e Hanna Damásio foram ainda condecorados pelo Presidente da República com o título de Grande-Oficial da Ordem Militar de Sant’Iago da Espada de Portugal em 1995.

Atualmente, António Damásio tem o título de David Dornsife Professor of Neuroscience da University of South California, onde lidera o USC Brain and Creativity Institute, um centro de investigação fundado por António e Hanna Damásio que se dedica ao estudo do funcionamento do cérebro humano, nomeadamente sobre a base neurológica para uma grande variedade de funções mentais, das emoções às tomadas de decisão.

 

Foto: DR

Portugal é o quinto país mais consumidor de marcas próprias

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Portugal é considerado,  de acordo com um estudo realizado pela Associação dos Fabricantes de Marca Própria, elaborado com base em dados da Nielsen, o quinto país entre os 20 da Europa com maior presença de produtos de marca própria na lista de compras.

O nosso país já ocupou o quarto lugar, mas em 2014, foi destronado pela  Alemanha na lista dos países que mais consomem produtos de marca própria das cadeias da grande distribuição.  De acordo com o jornal Público, em Portugal 43,6% dos produtos de grande consumo vendidos nos híper e supermercados são de marca própria, quota muito superior à de França (34,6%), Dinamarca (31,7%) ou Itália (20,5%).

Em 2014, as categorias com maior penetração de marcas próprias são as seguintes:

– Comida e outros bens para animais: 72,1%

– Papel, com 58,1% (higiénico e outros);

– Congelados (58%);

– Mercearia seca (arroz, grão, etc.) com 53,6%;

– Produtos de limpeza para o lar (45,9%);

– Lacticínios (40,1%);

– Bebidas (29,3%);

– Cosmética (25%).

Fonte: Público e Imagens de Marca
Fotos: DR

Fábrica de Startups lança novo programa de aceleração: DISCOVERIES

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O Discoveries é um programa de aceleração, de quatro semanas, organizado pela Fábrica de Startups, com o apoio do Turismo de Portugal. Nesta primeira edição, são  convidadas startups de tecnologia com negócios na indústria do turismo. O foco é tanto em empresas Portuguesas como Europeias, nas fases de ideia, protótipo ou lançamento. As empresas são convidadas a virem para Lisboa testar e validar os seus modelos de negócio através de metodologia sistematizada e comprovada. As Startups terão também acesso a uma rede internacional de mentores, investidores e fundadores que já passaram por programas da Fábrica de Startups.
A Fábrica de Startups está baseada em Lisboa e tem como missão ajudar as pessoas a tornarem-se empreendedores de sucesso. Fazem isso através da realização de programas de Aceleração, da Incubação de startups e da formação de empreendedores através de uma Academia de eventos aberta ao ecossistema em Portugal.
As Startups finalistas do programa Discoveries terão completado uma extensiva validação no mercado e sairão com um modelo de negócio testado, pronto a ser lançado e apresentado a potenciais investidores.
O programa vai decorrer em Lisboa, durante os meses de Agosto e Setembro, e terá a capacidade para 15 das melhores startups portuguesas e europeias na área do turismo. Este programa de 4 semanas é totalmente gratuito sem que nenhuma parte da equidade seja retirada às equipas participantes. Para as startups aceites no programa, 500€ serão concedidos às equipas portuguesas (não baseadas em Lisboa) e 1000€ às equipas europeias.
Neste  link  está toda a informação para o programa.
Para os empreendedores que ainda não têm a ideia certa, ou que ainda não têm a equipa completa para entrar no programa, está a ser organizaado um workshop de ideação. Nesta sessão o Turismo de Portugal e a NOS vão trazer responsáveis da indústria do Turismo para apresentar os desafios e oportunidades sentidas nesta área, que poderão ser o mote para novas ideias de negócio. Este evento é também uma excelente oportunidade de networking, em especial para aqueles que gostariam de se candidatar ao programa Discoveries mas ainda não têm uma ideia ou equipa para tal.

Fonte: Fábrica de Startups
Fotos:DR