No passado dia 01 (um) de abril de 2015 (dois mil e quinze) saiu uma notícia no jornal New York Times acerca da capital de Portugal. Felizmente Lisboa é vista aos olhos dos estrangeiros enquanto uma pérola de lazer a visitar.
É uma cidade admirada pela sua construção ser apelativa a caminhadas, descrevendo-a enquanto colinas com vistas extraordinárias ao virar de esquinas. É conhecida não só pela noite, como pela música (fado), jardins e comida, percorrendo as mais diversas instalações desde os Pasteis de Belém, a restaurantes pela comida tradicional portuguesa ao peixe fresco, oriundo da sua localização favorável ao Atlântico sendo privilegiada, mais a oeste, pelas brisas do mar e a capital do Surf (Carcavelos).
Não é de estranhar que seja ainda comentado o contraste entre uma cidade moderna, com uma relação muito especial à história romântica e tradição portuguesa. Para não falar do clima e da luminosidade de Lisboa, algo que devemos valorizar!
Lisboa enche-se de vida com as pessoas a correr um lado para o outro contra o tempo. Entre estas correrias existem sempre turistas com uma máquina fotográfica na mão, caras vermelhas, óculos de sol e mangas arregaçadas. Lisboa , como referido, retrata a história portuguesa, uma miscigenação não só de culturas, mas também vestuários e personalidades que embora pareçam de tão longe estão tão perto.
O conselho que fica a todos os portugueses é de sermos turistas na nossa própria capital. Portanto se não visitaste a maioria dos locais apresentados no vídeo, de que estás à espera? Nada como uma caminhada por Lisboa para amenizar a consciência dos excessos de doces e da preguiça do fim de semana em família. Por isso mais do que a vida de Lisboa, faz dela parte da tua vida, parte da tua história e parte da tua memória.
O Porto está mesmo no top das preferências. Desta vez, a Invicta foi eleita como destino europeu preferido dos norte-americanos, de acordo com uma sondagem efectuada pelo site Airbnb.
De acordo com a análise, é destacado o vinho do Porto, as festas na época do Verão, as igrejas históricas e a arquitectura dos edifícios.Seguem-se as cidades de (Itália), Lyon (França), Budapeste (Hungria) e Dublin (Irlanda).
Para o Airbnb, o top cinco dos destinos europeus foi uma surpresa, uma vez que se esperava que nessa lista estivessem cidades como Paris, Londres ou Roma.
O Barro Preto de Bisalhães foi recentemente reconhecido como património cultural nacional, por publicação em Diário da República no dia 5 de março de 2015 e inscrição no Inventário Nacional do Património Cultural Imaterial.
Este reconhecimento foi fruto do processo desencadeado pelo Município de Vila Real, com o apoio da Junta de Freguesia de Mondrões, da Associação Empresarial NERVIR e da Direção Geral do Património Cultural, entre outros, com o objetivo de preservar e divulgar o processo de confeção do Barro Preto de Bisalhães, segundo uma técnica ancestral e com enorme significado e relevância dos pontos de vista antropológico e etnográfico.
A Câmara Municipal de Vila Real prepara-se agora, para dar mais um importante passo na defesa desta tradição, candidatando o processo de confeção do Barro Preto de Bisalhães à Lista do Património Cultural Imaterial que Necessita de Salvaguarda Urgente (UNESCO). O Município de Vila Real demonstra, uma vez mais, estar atento às tradições e cultura locais e à importância da sua preservação para as gerações futuras.
Dia 20 de março, a Assembleia da República saudou por unanimidade e aclamação o reconhecimento pelo Estado Português do Processo de Confeção da Louça Preta de Bisalhães como Património Cultural Imaterial e manifestou o seu apoio à iniciativa da Câmara Municipal de Vila Real de apresentação da candidatura a Património Cultural Imaterial da Humanidade, da UNESCO.
A edilidade vila-realense congratula-se com esta importante manifestação de apoio, levada a plenário por todos os deputados eleitos pelo distrito de Vila Real, Agostinho Santa, Ivo Oliveira, Luís Leite Ramos, Pedro Pimentel e Manuela Tender, subscrita por todos os Grupos Parlamentares e também pela Presidente da Assembleia da República, Assunção Esteves.
A candidatura à UNESCO encontra-se praticamente concluída e será formalizada até ao final do mês de março. Brevemente será apresentada publicamente, assim como a Comissão de Honra e a Comissão Científica que a suportam.
O resultado final desta candidatura será conhecido em novembro de 2016.
Ana Marecos é uma assistente de bordo da TAP. Escolheu este livro para escrever as suas experiências, histórias e descobertas.Um testemunho de uma vida apaixonante. O outro lado de uma vida de sonho, Como viver o dia seguinte à reforma de uma profissão repleta de ausências. Será que estamos programados para o não – programado?
Aqui podemos encontrar relatos na primeira pessoa do que é dormir num hotel com janelas para um aeroporto; estar-se num país e poucas horas depois passar por mais dois ou três. A assistente de bordo toma o pequeno-almoço em Paris e vai jantar à Venezuela. Acorda em Maputo e regressa a Lisboa para, quase de seguida, entrar em nova aventura. Nunca se sabe onde anda…
Esta é também a história de uma nova “navegadora” lusa. O livro é o único vendido a bordo da TAP, Portugália e Linhas Aéreas de São Tomé. Sendo que vai já na sua 7ª edição.
Num momento em que a TAP está na ordem do dia, a Excelência Portugal foi conhecer uma das suas Embaixadoras no ar.
Escrever um Diário é contar com uma espécie de amigo a quem contamos a nossa vida, com quem desabafamos os nossos momentos, os piores e os melhores.. Este é o Diário de uma vida passada a Voar.
Quem é a Ana Marecos?
Nasci num dia de sol, a caminho do Outono, no dia 26 de Setembro de 1967, às 12 badaladas na cidade das Sete Colinas, num país à beira mar plantado.
Fruta e chocolate são os meus pecados, animais, os meus companheiros de sempre.
Da escola, o que melhor recordo são os recreios, os intervalos das aulas, os trabalhos de grupo e os Professores que nos deixavam expressar a nossa opinião em voz alta e a valorizavam.
Da vida, o que mais reconheço é o apoio infinitamente generoso dos meus pais.
Tenho dois filhos, tão diferentes na aparência, quanto iguais na essência, nos valores: o melhor que a vida me deu.
Porquê a escolha desta profissão?
Era muito jovem e quando entrei, foi apenas para ter um emprego de Verão que me permitisse continuar a estudar. Nunca me imaginei a ficar. Apaixonei-me perdidamente pela profissão, conheci gente fantástica que me ajudou a crescer, é uma profissão para gente nobre de carácter, sempre pronta a ajudar, o nosso limiar de sacrifício vai muito além do normal, existe um enorme espírito de equipa. Somos todos diferentes: uns médicos, outros advogados, professores, psicólogos, terapeutas, bailarinos, cantores, escritores, todos mesmo TODOS sem excepção, gostamos de VOAR; é nessa multidisciplinaridade, nessa diversidade humana que me encontro e sou muito feliz.
Como nasceu o Diário de Bordo?
Desde criança que tropeço nas leituras, nos rascunhos, na necessidade de desabafar com o além, através de um pequeno diário; na fantasia de me rever em personagens, em gestos, em frases…
Aí nasceu também o secreto desejo de representar, subir ao palco, perante uma plateia imensa, devastadora, capaz de multiplicar infinitamente as emoções vividas na pequena Peça, capaz de transformar uma simples história de vida, num turbilhão de sentimentos cúmplices de uma felicidade inimitável.
O rasgo de um aplauso, entre gargalhadas e soluços, em que cada um se encontra com a sua própria essência, dentro das palavras que proferi; em que cada um possa construir as suas frases de vida e reerguer-se.
O que conta o Diário de Bordo?
Escrever um Diário é contar com uma espécie de amigo a quem contamos a nossa vida, com quem desabafamos os nossos momentos, os piores e os melhores.. Este é o Diário de uma vida passada a Voar.
Trago comigo um pouco de cada lugar, de cada paisagem, onde estive… ou imaginei estar! Um pouco de cada pessoa, de cada rosto, com quem me cruzei algures pelo mundo.
O Diário de bordo conta-nos a História de um amor único, de viagem em viagem, num relato cheio de humor, mas também de uma força poderosa que nos inspira a mudar de vida.
Uma reflexão pura e doce: a vida de uma Assistente de Bordo: uma vida simples, um entusiasmo e uma alegria contagiantes e, sem dúvida, uma lágrima teimosa de uma espécie de saudade que nos leva a fazer a mala de volta a casa.
De entre as viagens a melhor de todas é sem duvida a Viagem de regresso a casa.
Viajar tanto porquê?
Como diria Fernando Pessoa: “Somos do tamanho daquilo que vimos e não do tamanho do nosso corpo”
Importa disfrutar ao máximo do tempo, para sentirmos que ganhamos tempo e não para perdermos tempo em esperas inúteis.
Na verdade temos muito tempo, tanto tempo que cabem na vida muitas coisas que não somos capazes de viver. Falta-nos tempo ou falta-nos coragem?
O valor das coisas está na intensidade com que as vivemos, as viagens são a minha inspiração. Lidar com centenas de pessoas diariamente, do mundo inteiro, só pode gerar histórias inesquecíveis.
Dos LUGARES onde estive, recordo os MOMENTOS que vivi , viajarei sempre, voltarei até um dia!
Desde 1991 que a Associação Nacional Americana de Professores de Canto (“National Association of Teachers of Singing”, NATS) e a Fundação Americana da Voz (“The Voice Foundation”), atribuem em conjunto este prémio que distingue docentes de canto pela sua excelência no ensino do canto e o seu contributo para a pedagogia vocal através da qualidade da sua investigação.
De realçar que é a primeira vez que o prémio é atribuído a um docente e investigador fora do universo norte-americano. A covilhanense Filipa Lã, Professora Auxiliar Convidada da Universidade de Aveiro, docente de canto nesta instituição e investigadora do Instituto de Etnomusicologia, Música e Dança (INET-MD), recebe este prémio, atribuído unanimemente pelos membros do júri, a 31 de Maio de 2015 em Filadélfia.
Para além do reconhecimento internacional, o prémio consta dum valor pecuniário de $2000, com o propósito de contribuir para o desenvolvimento da sua investigação no âmbito do impacto da utilização de “feedback” visual em tempo real durante a realização de exercícios de semi-oclusão do trato vocal.
Mais concretamente, Filipa Lã pretende investigar se o recurso a uma “flow-ball” na prática de diferentes tipos de exercícios vocais técnicos (nomeadamente isotónicos e isométricos) proporcionará autonomia na aquisição de hábitos de fonação sistemáticos de fonação do tipo fluida. Por outras palavras, pretende-se investigar se o recurso a esta ferramenta de ensino proporcionará a repetição de gestos fonatórios que envolvem menor esforço laríngeo (menor força de colisão das pregas vocais) mas originando uma maior estimulação acústica das frequências de ressonância do trato, traduzindo-se num resultado acústico otimizado durante a performance vocal.
O Projecto Transformers está a organizar o evento IGNITE TRANSFORMERS que promete deixar ainda mais colorida a primeira noite da Primavera. Vai se realizar já neste sábado, dia 21 de Março de 2015, entre as 18:30 e 22:00 no Museu da Electricidade, em Belém, e requer presença obrigatória a todos aqueles que querem transformar a sua comunidade.
O projecto nasceu em 2010 por um grupo de amigos que, a partir do break-dance, descobriu que podia integrar jovens em situações desfavorecidas e ajudá-los a encontrar um caminho mais positivo na sua vida. O projecto já conseguiu mobilizar mais de 160 mentores, os chamados transformers, das diversas formas de arte, desportos e demais actividades para orientarem mais de 1600 jovens em bairros sociais, escolas problemáticas, centro de acolhimento e de detenção.
Esta associação acredita que estes jovens muitas vezes marginalizados não são indiferentes ao que os rodeia e simplesmente ainda não encontraram a sua própria maneira de fazer a diferença. Desta forma são dadas ferramentas para que estes possam intervir na sua comunidade e contribuir eles próprios para os desafios sociais emergentes que assistimos.
No Transformers “o lugar de todos é o lugar de cada um” e por isso cada transformer contribui com aquilo que mais gosta de fazer: teatro, fotografia, pintura, boxe, bateria, surf ou grafitti. Todos os talentos são bem-vindos desde que se faça com paixão e tenha vontade de a contagiar aos jovens.
No evento IGNITE TRANSFORMERS vão estar presentes 16 transformers com o objectivo de partilhar os seus testemunhos e histórias de vida. Espera-se ainda muitas surpresas, onde se incluem espectáculos dinamizados por jovens inseridos nos programas.
Serão também apresentadas as linhas gerais do novo modelo de actuação e o evento servirá ainda de angariação de fundos para financiar a transição do projecto para o novo modelo.
(cada bilhete individual online é 5 euros e no próprio dia é 8 euros)
A editora Phaidon lançou recentemente o livro The Gardener’s Garden, uma selecção de 250 jardins entre os mais notáveis de todo o mundo. O Parque de Serralves faz parte desta exclusiva lista, elaborada por um painel de especialistas internacionais.
O The Gardener’s Garden, uma publicação com mais de 1200 ilustrações em cerca de 500 páginas, é uma fonte de inspiração para todos os que se interessam ou praticam o design de jardins.
O Parque de Serralves tem 18 hectares e é composto por uma grande diversidade de magníficos espaços harmoniosamente interligados: jardins formais, matas e uma quinta tradicional. Projectado pelo arquitecto Jacques Gréber para o Conde de Vizela, Carlos Alberto Cabral, em 1932, e cujo valor para a arte de jardins e desenho da paisagem havia já sido reconhecido em dezembro de 2012 ao ser classificado como Monumento Nacional, vê nesta publicação um reforço a nível internacional do seu prestígio e singularidade enquanto jardim histórico na transição entre o clássico e o moderno.
Uma visita ao Parque, em qualquer um dos seus circuitos com diferentes percursos e durações, é uma oportunidade privilegiada para estar em contacto com a natureza e apreciar a grande diversidade de um património arbóreo e arbustivo composto por sensivelmente 200 espécies e variedade de plantas autóctones e exóticas ornamentais. Além disso, os jardins e o parque são também cenário museográfico: numa visita ao parque poderá conhecer as esculturas – expostas em permanência – que são obras da Colecção da Fundação de Serralves.
“Lisboa quando se visita uma vez, volta-se sempre!”
Artigo de opinião de Ana Julián
as relações entre Espanha e Portugal são fluídas
Cheguei a Lisboa graças a uma bolsa “Leonardo Da Vinci”, com o objectivo de aprender a língua do país vizinho e crescer profissionalmente. A escolha desta cidade, desconhecida para mim e para tantos espanhóis, foi um mero acaso e o melhor que me aconteceu.
Depois de me licenciar em Jornalismo e Direito em Madrid e compreender que as oportunidades de trabalho em Espanha estão cada vez mais escassas e precárias, tive a oportunidade de estagiar na Câmara de Comércio e Indústria Luso-Espanhola. A experiência não poderia ter sido melhor. Graças ao meu estágio, percebi que as relações entre Espanha e Portugal são fluídas e que a presença espanhola no país luso é bastante grande, algo a que os portugueses se habituaram.
Durante a minha estadia pude visitar diferentes cidades para cobrir diferentes eventos de índole ibérica. Entre elas posso destacar a cidade de Braga, onde visitei o Laboratório Ibérico Internacional de Nanotecnologia e comprovar o grau de inovação e desenvolvimento tecnológico que promove Portugal. Além disso, constatei as relações profissionais que existem entre as empresas dos dois países.
Os portugueses, em geral, são pessoas muito amáveis e fui recebida de braços abertos no meu local de trabalho. O ritmo de trabalho para os portugueses é totalmente diferente do ritmo dos espanhóis. Em Madrid, estava habituada a um ritmo rápido e stressante, o estilo de trabalho aqui é mais pacífico. Desde o primeiro momento apercebi-me que apesar de Portugal e Espanha serem países vizinhos, a forma de viver e trabalhar é completamente diferente.
Como disse José Saramago, “Portugal e Espanha são como gémeos siameses que nasceram unidos pelas costas e que jamais viram as suas caras”.
Os portugueses são muito educados e calmos, nunca faltará um “obrigado/a”, apesar de sermos nós que temos de estar agradecidos. Quanto às línguas, os portugueses têm uma fluência ao inglês que falta aos espanhóis. Um dos principais reflexos é o facto de os filmes e séries neste país não seremtraduzidos, são apenas legendados e reproduzidos na língua original. Algo que os espanhóis não compreendem, pois não são muito amigos da versão original.
Diz-se que Lisboa é a cidade das sete colinas e a cidade da luz. É indiscutível que Lisboa tem uma luz especial, apaixonante. Em cada canto de Lisboa surge uma surpresa, um momento para ver e disfrutar, desde o rio Tejo até Belém com os seus famosos pastéis, passando por Alfama com as suas ruelas labirínticas, o Bairro Alto, o Rossio, a Estrela ou mesmo a famosa Avenida da Liberdade. Uma cidade para encontrar a paz em qualquer miradouro ou para disfrutar da arte de cada esquina e de cada beco. Uma cidade que quando se visita uma vez, volta-se sempre!
artigo: Ana Julián
tradução: Catarina Ferreira
fotos:DR
O Portugal dos Pequenitos, em Coimbra, inaugurado a 8 de Junho de 1940, celebra, este ano, 75 anos de existência. Foi projectado por Cassiano Branco, ilustre arquitecto do modernismo português. Apesar de ser um produto do Estado Novo, que tinha como objectivo uma promoção da arquitectura popular, não deixa de ser um local obrigatório de visita, uma promenade agradável pela nossa história.
Para “não deixar o parque parado no tempo”, como afirma a Presidente da Fundação Bissaya Barreto (entidade que gere o parque), foi lançado o desafio de construir “novos monumentos representativos do Portugal contemporâneo”, revela a Presidente em entrevista ao Jornal de Notícias.
Estes monumentos ainda estão em selecção e estudo, mas o objectivo seria replicar edifícios portugueses pós-década de 1960. Mas o projecto teria também uma componente lúdico- pedagógica e novas abordagens. Este projecto estaria acompanhado com novas infra-estrutras de acompanhamento aos visitantes.
Com entradas anuais de cerca de duas centenas de milhares será necessário dar uma nova frescura ao parque para aumentar as visitas, pois o parque, como expõe, ao Jornal Público, Walter Rossa (historiador de arquitectura do Departamento de Arquitectura da Universidade de Coimbra), “é um instrumento pedagógico sobre o património monumental português”.
E como de pequenino se torce o pepino é necessário introduzir o respeito da história e do que é nosso aos mais pequenitos visitantes.
Os estudantes do Ensino Superior em áreas como o Design, Artes Plásticas ou Marketing, podem submeter as suas ideias ao Galp Create. Esta competição tem três concursos distintos e prémios monetários num valor global de 25 mil euros.
A participação pode ser a título individual ou em equipa de 2 elementos, compostas por estudantes universitários, preferencialmente com formação em áreas como Design, Artes Plásticas, Publicidade, Marketing, Cinema, Audiovisuais, e pequenas-micro empresas ligadas a estas áreas.
A competição conta com o apoio da Associação Portuguesa dos Profissionais de Marketing, da Associação Nacional de Designers e da Staples.
As candidaturas estão abertas até ao dia 28 de fevereiro.