Turismo Solidário chega a Portugal com experiências inovadoras

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impacTrip (agência de viagens de Turismo Solidário), após ter passado pelo programa de incubação de empresas sociais da SCML e pelo programa Shark Tank, lanççou, esta semana,  o seu novo site repleto de experiências turísticas alternativas para REdescobrir Portugal e criar um
impacto social e ambiental positivo.
Da combinação da viagem com o voluntariado nasce este conceito turístico inovador: O turismo solidário. Dada a importância crescente da responsabilidade social e do crescimento do turismo alternativo, a Excelência Portugal quis saber um pouco mais sobre este conceito.

Equipa ImpacTrip (small)

- Como surgiu a ideia?

A ideia surgiu bastante longe de Portugal… Depois de trabalhar na Malásia, estava eu a viajar sozinha de mochila às costas pela Ásia quando percebi que havia mais pessoas como eu, que queriam conhecer profundamente os locais por onde passavam e deixar uma marca positiva nas pessoas que conheciam fazendo voluntariado. Já existiam alguns programas deste género com bastante sucesso e que faziam realmente a diferença nessas comunidades. Em Portugal não existia nada do género, e foi aí que eu pensei: “Em Portugal existem, obviamente, necessidades sociais e nós somos um país maravilhoso para se viajar” e a ideia estava formada. Durante este processo conheci o Diogo que, com experiência no sector do turismo percebeu que era uma ideia com futuro. Estivemos 1 ano a consolidar a rede de parceiros, passámos por um programa de incubação de empresas sociais do Banco de Inovação Socia, recebemos financiamento no programa da SIC do shark tank e finalmente, após muito trabalho, lançámos a impacTrip.

Escrevemos um artigo (em inglês) exatamente sobre a viagem que despoletou tudo isto.

- Qual o percurso de vida dos fundadores?

Somos uma equipa pequena mas muito motivada: Apenas eu e o Diogo.

Temos competências e experiências muito complementares e uma visão comum do que queremos alcançar pelo que tem resultado muito bem.

Eu tenho Mestrado em gestão internacional na NOVA sbe, diversas experiências internacionais (tendo vivido 3 vezes fora em 2 continentes) e em gestão de projetos. Já tinha liderado 2 projetos de empreendedorismo social antes e sou apaixonada por viagens.

O Diogo é formado em turismo e tem bastantes anos de experiência no sector. Tem competências em marketing, vendas e de gestos de marcas e é apaixonado pela Natureza e pelo desporto.

- Quem são os clientes-alvo e que experiências podem encontrar ?

Toda a gente que viaja connosco se surpreende, pelo impacto que causa Na sua viagem.

O público-alvo depende muito do programa que oferecemos. O Eco-mergulho é mais destinado a jovens, grupos de amigos e backpackers. Se falarmos em programas na Natureza de 4 dias ou 1 semana, o público-alvo passa a ser famílias e casais. Em geral, quem procura o turismo solidário vem do Norte da Europa (Escandinávia, Inglaterra, Alemanha, Holanda etc), é bastante ativo no seu país de origem e tem uma grande consciencialização social e ambiental.

Com isto não queremos dizer que o público Português não começa a procurar este tipo de turismo bem mais local e ativo. Os Portugueses têm aceite muito bem o nosso trabalho e estão a aderir bastante mais do que estávamos à espera.

Todos os viajantes podem encontrar as nossas viagens no nosso website www.impactrip.com e pesquisar qual o destino e tipo de impacto que querem causar. É muito fácil e o conceito é bem explicado no vídeo de apresentação.

– Que impacto teve a participação no Shark-Tank?

Representa uma abertura de portas muito importante, faz com que cheguemos a sítios que sozinhos teria sido muito mais difícil, faz com que sejamos mais assertivos no que fazemos e por fim faz-nos sentir que estamos no caminho certo para os nossos objetivos. A Shark Susana era o que mais queríamos e tem sido mesmo muito bom trabalhar com ela. Está sempre disponível para nós, participa ativamente nos nossos projetos, trabalha ideias connosco, enfim, tem sido incansável.

 

Fotos: DR

Prémio Nacional Indústrias Criativas – Abertas as inscrições para a entrega de prémios

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Estão abertas as inscrições para o Super Bock Laboratório Criativo! Dia 15 de julho, em Lisboa, conta com uma conferência internacional sobre “media arts”, promovida pelo Canal180; intervenções artísticas e cultura urbana por Penique productions, Júlio Dolbeth Illustration, WASTED RITA, Akacorleone e We Came From Space; música com Márcia ao vivo e DJ Set a cargo de Sininho; e, claro, a entrega do Prémio Nacional Indústrias Criativas 2015.

Este ano o Super Bock Super Rock começa na véspera! O Laboratório é de entrada é livre, mas de inscrição obrigatória no site .

 

:: O PRÉMIO

O Prémio Nacional Indústrias Criativas – Super Bock/Serralves é uma iniciativa pioneira em Portugal, promovida pela Unicer, através da marca Super Bock, e a

A 7.ª edição do Prémio Nacional Indústrias Criativas Super Bock/Serralves arrancou a 2 de fevereiro e até 15 de março os interessados puderam-se inscrever desde que a sua ideia de negócio se integrasse numa das quatro categorias do concurso – Arquitetura e Artes Visuais, Música e Artes do Espetáculo, Conteúdos e Novos Media e Turismo e Património.

Procuram-se empreendedores com ideias de negócio sustentadas – produtos ou serviços – que se diferenciem pela criatividade e inovação mas, sobretudo, que apresentem potencial económico e sejam geradoras de emprego.

O vencedor irá ainda receber um prémio de 25 mil euros e representar Portugal no Creative Business Cup (Copenhaga, Dinamarca), uma competição anual para empreendedores oriundos de mais de 50 países que visa distinguir a melhor ideia de negócio no setor das Indústrias Criativas a nível mundial.

À semelhança dos anos anteriores, o vencedor será revelado durante o Super Bock Laboratório Criativo, fórum anual organizado pela Unicer para celebrar e debater o estado do empreendedorismo criativo em Portugal.

Em seis edições, o Prémio Nacional Indústrias Criativas Super Bock/Serralves, que conta com a parceria e apoio da Fundação da Juventude, já avaliou mais de 1500 projetos e apoiou mais de 60 que geraram mais de 200 postos de trabalho.

 

:: OS FINALISTAS

São dez os candidatos selecionados para a fase final da 7.ª edição do Prémio Nacional Indústrias Criativas. O grande vencedor, a anunciar em julho, receberá 25.000€ e representará Portugal na Creative Business Cup.Integram o grupo finalista projetos de natureza diversa, sendo que todos revelam inovação, talento e potencial de mercado. Eis, então, os concorrentes apurados, representando as quatro categorias a concurso:

CATEGORIA “ARQUITETURA E ARTES VISUAIS”

Cross Hands Architecture
Duas jovens cruzam arquitetura, design e consciência social. São quatro as mãos que apostam na “arquitetura contemporânea humanitária”, criando um atelier empenhado em apresentar soluções de habitação eficazes e urgentes em cenários de pobreza extrema, de guerra ou catástrofes naturais. Cross Hands, refira-se, venceu o concurso Designing Emergency Shelters com um projeto de abrigos para refugiados na Síria.

EcoBook
É um caderno sem papel para escrever e apagar vezes sem conta. É uma solução que a natureza agradece. O EcoBook adapta o conceito de quadro branco (comum nas salas de aula) ao formato de caderno ecológico. Disponível nos modelos A4, A5, A4 pautado e A6, é um produto de longa duração, dado que as suas folhas podem ser reutilizadas sem perderem o bom estado de utilização e a legibilidade. www.ecobook.pt

Sistema Gomos
Já ouvimos falar em arquitetura modular, mas não aos gomos: o facto é que um a um se fazem edifícios de diferentes dimensões. Este é um sistema flexível e evolutivo de construção (pode começar-se com um T2 e ampliar-se para T3 ou T4) baseado em peças standard de betão armado (os gomos). Cada módulo sai da fábrica completamente pronto e a instalação é fácil. Mais? É uma solução ecologicamente sustentável.

Stallo
A ideia é de três jovens italianos, alunos na ESAD de Caldas da Rainha, e põe o design ao serviço da sustentabilidade, estimulando um comportamento positivo e o consumo responsável. Como? Pelo reaproveitamento e a transformação de garrafas de vidro em copos originais e diferenciadores que, por seu turno, e através de um pedestal de cerâmica vidrada, se transformam em cálices. http://www.ositalianosdesign.com/Chi_siamo.html

STILL Urban Design
Que bem se está cá fora… Dedicado ao desenho urbano climático, este estúdio cria projetos de espaço urbano aberto (público, coletivo ou privado) que estabelecem a mediação desejável entre Homem, Clima e Ambiente, proporcionando conforto térmico no exterior. Deste modo, surgem soluções que permitem usufruir do local intervencionado ao longo do ano. Reabilitação urbana, (re)qualificação do espaço público, cuidado ambiental e bem-estar, tudo se conjuga.  www.stillurbandesign.com

CATEGORIA “CONTEÚDOS E NOVOS MEDIA”

Here Come the Robots
Os robôs aí estão para interagir com vários públicos e participar nas mais diversas situações: no modo de contar uma história infantil, numa visita ao museu, na música e nas artes performativas, como ferramenta pedagógica, em ativações de marca. Este é o domínio deste projeto e da plataforma Monster Development Kit, que disponibiliza sistemas de controlo genérico de robótica, visão por computador, payback, áudio e acesso a internet. Vai dar jeito…

Rewind Cities
E se o passado se tornar presente; se histórias, factos e lugares de outrora se reconstituírem diante dos nossos olhos? Se acontecer não é magia, mas sim tecnologia. As aplicações móveis Rewind Cities promovem experiências inovadoras 2D e 3D em realidade aumentada, com o utilizador a embarcar em viagens ao passado do local que está a visitar. Com este projeto ganha novas dimensões, por exemplo, a visita a um museu. www.rewindcities.com

CATEGORIA “MÚSICA E ARTES DO ESPETÁCULO”

Arumis
Cheira a cinema. Já submetido a criação de patente, Arumis é um produto original que pretende melhorar a experiência do espetador ao chamar à indústria audiovisual um novo sentido: o olfato. O projeto adapta-se às salas de espetáculos existentes, não exigindo estruturas complexas, e tem horizontes definidos: primeiro o mercado de entretenimento (cinema, parques temáticos, teatros), depois a casa de cada um de nós.

Spranger
Tudo o que se pede, às vezes, é eficácia e simplicidade. É isso que Spranger quer dar ao apresentar um novo tipo de auscultadores com sensor de pressão incorporado. De forma imediata, este sensor deteta se o dispositivo está mesmo nos ouvidos. Assim, o auscultador entra em modo pause sempre que é retirado do ouvido e retoma o modo play do conteúdo assistido mal volta a ser colocado no ouvido. Simples.

CATEGORIA “TURISMO E PATRIMÓNIO”

Miss Can
Vamos abrir o apetite… Os ingredientes são tradição, cultura e gastronomia portuguesas, servidos em pack original. Miss Can utiliza um método artesanal (peixe cozido a vapor) para valorizar a nossa indústria conserveira. A marca tem cinco packs cheios de personalidade, cada com três latas, e temperos/receitas que reclamam identidade lusa. O petisco vem acompanhado com os benefícios da conserva e sugestões gastronómicas. www.miss-can.com

A seleção dos candidatos coube a um júri de doze elementos, em representação das entidades promotoras do Prémio, Unicer e Fundação de Serralves, e parceiros associados (ADDICT, Agência de Inovação, ANJE, BPI, ESAD, Fundação da Juventude, IAPMEI, Brand New Box, Universidade do Porto e Escola das Artes da Universidade Católica Portuguesa Porto). Como já é habitual, o processo de apuramento não foi fácil, atendendo à qualidade superior de um número bastante significativo das candidaturas validadas nesta sétima edição.

Fonte: Prémio Nacional Indústrias Criativas
Fotos: DR

António Damásio em conferência na Universidade do Porto

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De acordo com o site Notícias da Universidade do Porto, o neurocientista português António Damásio, diretor do Brain and Creativity Institute da University of South California, dará, àss 18 horas do dia 1 de julho, na Reitoria da Universidade do Porto, uma conferência intitulada “New Perspectives on Human Nature from Neurobiology: Feelings, Decisions and Automation”.

O evento é uma iniciativa da SONAE em parceria com a Universidade do Porto e terá entrada livre, ainda que sujeita a uma inscrição prévia gratuita, a realizar até 26 de junho, através do email conferenciaantoniodamasio@winworld.pt. A conferência será proferida em Inglês.

 

António Damásio é um dos mais internacionalmente reconhecidos investigadores portugueses e um dos mais notáveis neurocientistas do mundo. Radicado nos EUA desde 1975, depois de ter completado o doutoramento na Universidade de Lisboa, António Damásio desenvolveu toda a sua carreira científica em universidades norte-americanas.

Especializando-se no campo da neurobiologia, o seu trabalho ganhou notoriedade pública mundial após o lançamento, em 1994, do seu primeiro livro, intitulado “O Erro de Descartes”. Ao abordar a temática das emoções e sentimentos ligados a todos os processos cognitivos, a obra acabaria por ser considerada um dos mais influentes livros da década de 90, recolhendo vários prémios internacionais.

O trabalho de António Damásio foi já também reconhecido com diversos prémios, entre eles o Prémio Pessoa (1992), o Signoret Prize in Cognitive Neuroscience (2003), o Prémio Príncipe das Astúrias (2004) ou o Prémio Honda (2010), muitos dos quais recebidos conjuntamente com a sua esposa e companheira de trabalho, Hanna Damásio. António e Hanna Damásio foram ainda condecorados pelo Presidente da República com o título de Grande-Oficial da Ordem Militar de Sant’Iago da Espada de Portugal em 1995.

Atualmente, António Damásio tem o título de David Dornsife Professor of Neuroscience da University of South California, onde lidera o USC Brain and Creativity Institute, um centro de investigação fundado por António e Hanna Damásio que se dedica ao estudo do funcionamento do cérebro humano, nomeadamente sobre a base neurológica para uma grande variedade de funções mentais, das emoções às tomadas de decisão.

 

Foto: DR

Portugal é o quinto país mais consumidor de marcas próprias

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Portugal é considerado,  de acordo com um estudo realizado pela Associação dos Fabricantes de Marca Própria, elaborado com base em dados da Nielsen, o quinto país entre os 20 da Europa com maior presença de produtos de marca própria na lista de compras.

O nosso país já ocupou o quarto lugar, mas em 2014, foi destronado pela  Alemanha na lista dos países que mais consomem produtos de marca própria das cadeias da grande distribuição.  De acordo com o jornal Público, em Portugal 43,6% dos produtos de grande consumo vendidos nos híper e supermercados são de marca própria, quota muito superior à de França (34,6%), Dinamarca (31,7%) ou Itália (20,5%).

Em 2014, as categorias com maior penetração de marcas próprias são as seguintes:

– Comida e outros bens para animais: 72,1%

– Papel, com 58,1% (higiénico e outros);

– Congelados (58%);

– Mercearia seca (arroz, grão, etc.) com 53,6%;

– Produtos de limpeza para o lar (45,9%);

– Lacticínios (40,1%);

– Bebidas (29,3%);

– Cosmética (25%).

Fonte: Público e Imagens de Marca
Fotos: DR

O Comboio Histórico do Douro já partiu e andará por cá até Outubro

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A partir deste mês de Junho e até Outubro já pode viajar pelas linhas do Douro.  Da Régua até ao Tua, o comboio turístico do Douro da CP permite viajar  numa das cinco carruagens históricas de madeira do século XIX, puxadas por uma locomotiva do ano de 1967.

As viagens duram perto de três horas e durante os cerca de 46km, para além da paisagem arrebatadora das margens do rio Douro consideradas património mundial pela UNESCO, são dadas aos passageiros várias experiências como a prova de rebuçados típicos da Régua, o adocicar a boca com vinho do porto ou a prova de outras iguarias tradicionais tudo acompanhado por cantares regionais e música sempre a bordo.

Uma viagem pelos caminhos de Portugal que está disponível por 35 euros por adulto e 15 euros para crianças (dos 5‐12 anos). A CP oferece ainda modalidades especiais para ligações ferroviárias espalhadas pelo país e vários descontos para os parceiros da iniciativa.

Pelas 15h22 na Régua todos os sábados até 31 de Outubro e durante o período de 16 de Agosto até 4 de Outubro onde poderá viajar também aos domingos, pode experimentar viajar e ser deslumbrado por esta região do Norte.
Mais informação no site da CP.

Foto: DR/CP

Fábrica de Startups lança novo programa de aceleração: DISCOVERIES

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O Discoveries é um programa de aceleração, de quatro semanas, organizado pela Fábrica de Startups, com o apoio do Turismo de Portugal. Nesta primeira edição, são  convidadas startups de tecnologia com negócios na indústria do turismo. O foco é tanto em empresas Portuguesas como Europeias, nas fases de ideia, protótipo ou lançamento. As empresas são convidadas a virem para Lisboa testar e validar os seus modelos de negócio através de metodologia sistematizada e comprovada. As Startups terão também acesso a uma rede internacional de mentores, investidores e fundadores que já passaram por programas da Fábrica de Startups.
A Fábrica de Startups está baseada em Lisboa e tem como missão ajudar as pessoas a tornarem-se empreendedores de sucesso. Fazem isso através da realização de programas de Aceleração, da Incubação de startups e da formação de empreendedores através de uma Academia de eventos aberta ao ecossistema em Portugal.
As Startups finalistas do programa Discoveries terão completado uma extensiva validação no mercado e sairão com um modelo de negócio testado, pronto a ser lançado e apresentado a potenciais investidores.
O programa vai decorrer em Lisboa, durante os meses de Agosto e Setembro, e terá a capacidade para 15 das melhores startups portuguesas e europeias na área do turismo. Este programa de 4 semanas é totalmente gratuito sem que nenhuma parte da equidade seja retirada às equipas participantes. Para as startups aceites no programa, 500€ serão concedidos às equipas portuguesas (não baseadas em Lisboa) e 1000€ às equipas europeias.
Neste  link  está toda a informação para o programa.
Para os empreendedores que ainda não têm a ideia certa, ou que ainda não têm a equipa completa para entrar no programa, está a ser organizaado um workshop de ideação. Nesta sessão o Turismo de Portugal e a NOS vão trazer responsáveis da indústria do Turismo para apresentar os desafios e oportunidades sentidas nesta área, que poderão ser o mote para novas ideias de negócio. Este evento é também uma excelente oportunidade de networking, em especial para aqueles que gostariam de se candidatar ao programa Discoveries mas ainda não têm uma ideia ou equipa para tal.

Fonte: Fábrica de Startups
Fotos:DR

Mariano Gago Ectise Awards é o nome do prémio internacional Ecsite

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A Rede Europeia de Centros e Museus de Ciência atribuiu nome de Mariano Gago ao prémio internacional Ecsite.
Segundo o Observador, o nome para o prémio foi proposto por Per-Edvin Persson e foi aceite unanimemente. Em declarações ao mesmo jornal, Per-Edvin Persson, presidente do centro de ciência finlandês Heureka, disse:

Eu penso nele [Mariano Gago] realmente como um campeão dos centros de ciência na Europa. Sempre reforçou a importância da boa comunicação de ciência e do trabalho que os centros de ciência fazem

Acrescentou ainda:

Mariano Gago tinha muito a dizer em termos de política de ciência a nível europeu.

O prémio anual Ecsite foi instituído por Rosália Vargas, presidente da Agência Nacional para a Cultura Científica e Tecnológica – Ciência Viva e diretora do Pavilhão do Conhecimento, em Lisboa, e agora presidente cessante da Ecsite.

O prémio Mariano Gago Ecsite Awards 2015  foi atribuído ao Museu de Ciência e Tecnologia Norueguês.
Mariano Gago foi fundamental para o destaque da ciência em Portugal e na Europa e a sua excelência e legado será sempre relembrado pela comunidade científica portuguesa.

 

Fonte: Observador

Aluna de doutoramento em Engenharia Biomédica da FCT/UNL ganhou o segundo prémio IFMBE Student Competition on Medical Devices Design

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A uma aluna de doutoramento em Engenharia Biomédica da FCT/UNL Ana Teresa Gabriel ganhou o segundo prémio IFMBE Student Competition on Medical Devices Design no World Congress on Medical Physics and Biomedical Engineering 2015 com o paper Vertebral Metrics: development of a third and improved prototype.

Fonte: FCT/UNL
Foto: DR

Investigadores do Instituto Gulbenkian de Ciência que mostram que a estrutura social é importante para manter a diversidade genética das espécies

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Muitas espécies de animais, incluindo humanos, vivem e reproduzem-se em grupos de complexa organização social. Contudo, o impacto desta estrutura social na diversidade genética dos animais tem gerado desacordo entre cientistas. Num novo estudo publicado na última edição da revista científica PNAS*, Bárbara Parreira e Lounès Chikhi, do Instituto Gulbenkian de Ciência (IGC; Portugal), mostram que a estrutura social é importante para manter a diversidade genética das espécies. Os investigadores apresentam um novo modelo matemático que pode ser usado por geneticistas populacionais e ecólogos de forma a preverem de que maneira os grupos sociais influenciam a diversidade genética e evolução das espécies e, em última instância, ajudar na sua conservação.

Tal como em famílias, onde indivíduos de diferente sexo, idade ou dominância vivem juntos, diversos grupos de insetos, aves e mamíferos estão organizados em grupos com uma estrutura social bem definida. Fazer parte de um grupo pode ser extremamente benéfico para obter alimento, defesa contra predadores ou lidar com mudanças ambientais. Mas também pode trazer desvantagens, como por exemplo um acrescido risco de doença ou infeção por parasitas. Como os grupos sociais consistem em agregações relativamente pequenas, os geneticistas consideram que há um risco acrescido de perderem diversidade e acumularem altos níveis de consanguinidade. Porém, estes pressupostos nem sempre são consistentes com as observações realizadas por ecólogos, que encontram grupos sociais com bastante diversidade na natureza. Afinal, qual o papel das ?famílias? na diversidade genética?

O trabalho realizado por Bárbara Parreira e Lounès Chikhi reconcilia estas duas áreas de estudo. A equipa de investigação desenvolveu um modelo com parâmetros bem definidos que inclui informação sobre a estrutura social. Usando dados genéticos e ecológicos, os investigadores simularam populações de animais com diferentes estratégias de reprodução. Os seus resultados mostram que a organização social é muito eficiente na manutenção da diversidade dos indivíduos dentro destes grupos. Os investigadores acreditam que este modelo reflete melhor as complexidades das espécies sociais ? em comparação com outros modelos propostos por geneticistas que não têm em conta a organização social das populações ? permitindo a biólogos de campo testar teorias acerca das espécies sociais.

Lounès Chikhi, que é também investigador no CNRS, em França, diz: “Os geneticistas populacionais tendem a usar modelos simples para representar a complexidade de espécies reais. Para algumas questões esta é provavelmente a melhor solução, porque precisamos de modelos simples e gerais com poucos parâmetros. No entanto, quando queremos perceber o que acontece na natureza precisamos de modelos que reflitam mais corretamente o mundo real. O trabalho desenvolvido pela Bárbara é importante, na medida em que fornece uma nova ferramenta de simulação que muitos ecólogos e biólogos de conservação de espécies poderão usar.”
Bárbara Parreira, estudante de doutoramento do laboratório de Lounès Chikhi, acrescenta: “Com este modelo matemático mostramos que os grupos sociais, embora sejam formados por pequenos grupos de indivíduos aparentados, são extremamente eficazes a manter a diversidade. Na verdade, é dentro destes grupos que a diversidade genética de uma população inteira é fundamentalmente preservada. Manter estes grupos sociais é provavelmente um dos fatores mais importantes na conservação de espécies.”

 

Este trabalho de investigação foi realizado no Instituto Gulbenkian de Ciência. O estudo foi financiado pela Fundação para a Ciência e a Tecnologia (Portugal), LabEx TULIP (França) e LIA BEEG-B (CNRS, França).

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* Parreira B, Chikhi L (2015) On some genetic consequences of social structure, mating systems, dispersal, and sampling. PNAS Article #14-14463. doi: 10.1073/pnas.1414463112.

 

 

Maria BodyLine – empreendedorismo jovem madeirense na moda

Maria3De um modo geral as mulheres sonham com sapatos, malas, acessórios. Mas por vezes encontrar o que sonhamos não é possível fora do mundo dos sonhos. Maria Furtado Cunha prova que é possível tornar os sonhos realidade. Com raízes na Madeira, veio para Lisboa estudar Arquitectura na Universidade Lusíada. Criativa e com o sentido estético apurado, passou dos projectos de edifícios, com régua e esquadro, para o design de bodies diferentes e arrojados.Aos 25 anos, a Maria criou a marca Maria BodyLine.
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Maria sonhava com bodiess, mas não encontrava aquele que considerava ser o perfeito nas lojas. Provavelmente a comum das mulheres teria encontrado uma alternativa à sua peça de roupa de sonho. Mas a Maria fez diferente. Com a determinação que a caracteriza, decidiu ser autora do projecto que procurava.
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Há um ano mergulhou num novo mundo, de tecidos e modelos, e criou o seu primeiro body, a que chamou My Maria. Com a peça de sonho concluída, começaram a surgir novas ideias, novos modelos, todas elas cada vez mais originais e irreverentes.
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A Maria apresentou esta semana a primeira colecção da marca, num desfile que procurou transformar num momento de emoções, mais do que numa mera passagem de modelos.O desfile foi preparado ao pormenor, com a perfeição e rigor que a autora do projecto coloca naquilo que faz. Nos bastidores predominava a animação, com glamour, em que se ouviam gargalhadas entre a maquilhagem e o som do secador. Os cabelos estavam assegurados pela Maria Meneses, enquanto que a maquilhagem foi feita pela The Pink Lemonade, Marta Alves e pela Inês Aguiar, que fizeram com que existisse harmonia perfeita entre a luz do olhar e a sensualidade dos bodies com que as modelos iam desfilar na passerelle da discoteca Urban Beach.
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 Os minutos passavam, o nervosismo aumentava, e o grande momento estava a chegar. A Maria estava prestes a ver o seu sonho concretizado. Perto da meia noite, o desfile começou. Com um toque de Victoria Secret, os anjos da Maria BodyLine começaram a desfilar, ao som de uma música da Beyoncé, na voz da cantora Tessy Hill.
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O desfile não foi tradicional. Quem desfilava, divertia-se, dançava, transmitindo a alegria, sem nunca esquecer a sensualidade e elegância. Mas as surpresas preparadas pela Maria pareciam não terminar. O último momento do desfile teve como protagonista o cantor Agir, que cantou a sua música ‘Ela parte-me o pescoço’, ao som da qual as modelos desfilaram pela última vez. Mas o desfile foi apenas mote e resultado de todo um projecto empreendedor a que a Maria se propôs. O desafio de concretizar um sonho, com a excelência que a caracteriza, marcando a diferença e afirmando-se como uma empreendedora capaz de aliar à inovação à qualidade. Este foi apenas arranque deste projecto que promete não parar de surpreender.
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Para as mais festivaleiras, para as mais divertidas e para as mais sensuais, a Maria BodyLine vai continuar a dar que falar com aqueles que se acredita serem os bodys do momento.Maria1

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O evento foi apresentado por Constança Lameiras que também foi responsável por este artigo.

As fotos são de Frederica Ferreira, Zaphi, João Mendonça e Marta Alves (The Pink Lemonade).

Agradecimentos: K – Urbam Beach, Agir, Tessy Hill, Marta Alves e Inês Aguiar.

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