Sabes o que foi a CEI? (R:) Sei!

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No passado dia 25 de maio comemorou-se o Dia da Libertação Africana, o mesmo dia marcou-se com a Homenagem aos associados da Casa de Estudantes do Império (CEI), evento desenvolvido pela União das Cidades Capitais de Língua Portuguesa (UCCLA). O encerramento teve lugar na Fundação Calouste Gulbenkian com ilustres personalidades de referir: Joaquim Chissano (via videochamada), Jorge Sampaio, Miguel Trovoada e Pedro Pires na qualidade de Ex-Presidentes da República,  Ex-Primeiro Ministro francês, membros do Governo Português e da CPLP.

Antes da data, tiveram lugar vários eventos com o mesmo objectivo. As restantes iniciativas  foram o Colóquio Internacional CEI: Histórias, Memórias, Legados que decorreu dias 22, 23 e 25 do presente mês também na Fundação Calouste Gulbenkian.

Foi ainda realizada uma edição especial de Fátima Campos Ferreira na RTP1 apelidada A Geração da Liberdade e quem não teve oportunidade de estar presente nos restantes eventos, pode deste modo, em parte, contar com os mesmos rostos e mensagens. Por último, basta ainda fazer referência à Exposição CEI – Farol de Liberdade, na Galeria dos Paços do Concelho, sita na Praça do Município, em Lisboa.

O processo de colonização português foi o mais longo da história das colonizações, sendo os seus pioneiros (séc. XIV), incidindo sob quase seis séculos de existência, desde a Conquista de Ceuta, em 1415, até à concessão de soberania a Timor-Leste, em 2002. No entanto, nesse mesmo período, muitos foram os marcos históricos, importando aqui focar um, que se pode caracterizar como um motor fulcral nos movimentos de libertação das colónias portuguesas, a CEI.

A Casa dos Estudantes do Império surge em 1944, numa visão claramente deturpada de controlo destes mesmos movimentos, transmitindo a opressão e censura levada a cabo no Estado Novo. Os propósitos que lhe foram designados, na centralização, das várias casas de estudantes já existentes ficarem à tutela dos órgãos centrais do Estado, correspondeu a um supérfluo ideal de império, quando no fundo se procurava o controlo político e pessoal sob as mentalidades que tivessem um pensamento desviante, que logo seriam alvo de inquéritos e torturas por parte da PIDE.

No entanto, veio-se a confirmar exatamente o oposto, o convívio, troca de ideias e traços culturais, acabou por desenvolver confiança e desenvolver uma força com base na união dos jovens em prole da contestação da libertação e garantia dos direitos humanos. Sendo que muitas das personalidades que passaram por esta casa, fizeram parte dos vários movimentos de libertação, enquadraram os quadros provisórios de governo e são ainda hoje ícones deste movimento de autodeterminação, como são o exemplo de Agostinho Neto, Amílcar Cabral, entre outros.

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[Curiosidade: A CEI reuniu os vários satélites espalhados nas colónias em três secções da CEI em Portugal: Lisboa (sede), Coimbra e Porto; Dentro da CEI passaram pessoas provenientes de várias origens, de entre elas: Moçambique, Angola, Cabo Verde, Timor, Índia, Brasil, Portugal, etc.]

Ao longo do dia 25 de maio, antigos associados, partilharam com os diferentes públicos, as suas interpretações da vivência e passagem na CEI. Sem recorrer a notas os oradores partilharam de coração aquilo que unanimemente descrevem enquanto uma vitória, que embora muito penosa a nível de perdas e violência, permitiu findar a relação colónia-colonizado que perdurava faz séculos.

O evento foi um autêntico sucesso, resta partilhar aqui pequenas mensagens que marcaram o evento:

Esta possibilidade que temos aqui hoje, é de que podemos olhar para o futuro (…) e partir daquilo que foi a convergência de um certo conjunto de propósitos e ideais, com vicissitudes imensas, dos vários lados… Quando se passa por guerras, polícias políticas, prisioneiros, etc. isso foi muito estendido, houve sofrimento por toda a parte, isso está na história. Agora devemos partir para o futuro e podemos valorizar todas estas circunstâncias, conhecendo por um lado a narrativa de cada um, fazer esse exercício (…) o que interessa é o futuro.” Jorge Sampaio

Reiterou-se ainda a relevância do investimento em mecanismos do presente que permitem a harmonização de uma relação saudável entre estes países que partilham uma língua, o português, como é o exemplo da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CPLP).

 

Fotos: DR

Marca “Porto Ponto” venceu o prémio principal dos European Design Awards 2015 (ED-Awards)

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A marca “Porto Ponto”, lançada pela Câmara Municipal do Porto em setembro de 2014 e criada pelo designer Eduardo Aires, professor da Faculdade de Belas Artes da Universidade do Porto – Institucional, venceu o prémio principal (Best of Show) dos prestigiados European Design Awards 2015 (ED-Awards), iniciativa que premeia anualmente os melhores projetos de design da comunicação a nível europeu.

Concebida pelo White Studio, de Eduardo Aires, e traduzida em suportes como a página institucional da CMP ou o portal www.porto.pt, a nova imagem gráfica da cidade do Porto pretendeu reunir os diferentes elementos do município, assumindo-se como um “rosto novo” que “se exprime na palavra Porto” e apela “simultaneamente a algo que já existe há muito tempo”.

Os European Design Awards 2015 foram entregues a 23 de maio, em Istambul, durante 9.ª European Design Conference and Awards Ceremony organizada pela European Design Organization. Para além do prémio especial “Best of Show”, o White Studio recebeu ainda a distinção máxima (Ouro) na categoria  “Best Brand implementation”.

Fonte: UP
Foto: DR

FEP de Prata na 1ª edição do “The Economist Undergraduate Case Competition”

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O desafio lançado pela competição, promovida pelo conceituado jornal “The Economist” e pela Kerrisdale Capital, consistia em realizar um ensaio sobre um mercado/empresa que se encontra sobreavaliado e poderá entrar em falência em 2020, tal como o título indica “Find a Zero: Which Billion Dollar Company Will be Bankrupt by 2020″. Foram 18 as equipas participantes, cada uma constituída por três alunos de licenciatura, provenientes de todos os cantos do planeta, sendo que a equipa da FEP foi a única representante da Península Ibérica.

A equipa da FEP, composta por José Maria Antunes, Inês Rocha e Maria Manuel Coutinho e orientada pela Professora Renata Blanc, dissertou sobre a extratora e distribuidora de carvão Peabody Energy. Após uma análise extensiva e decomposta em três passos, como explicado no site da competição (…), a equipa da FEP  afirmou que “após uma análise focada no comportamento da empresa (Peabody Energy), nos seus pares, nas cinco maiores tendências que acreditamos que irão atacar este sector e ainda uma análise financeira que torna mais abrangente a nossa perspectiva do problema e dá fundamentos para a nossa hipótese final: a Peabody Energy vai entrar em recessão e vai entrar em falência nos próximos cinco anos”.

Esta análise completa pode ser consultada no site (http://www.economist.com/whichmba/mba-case-studies/case-study-competition-2015/fep-school-economics-and-management-university-porto) e valeu à FEP o segundo lugar nesta competição e o prémio monetário de 5.000 dólares.

Este é mais um reconhecimento internacional da equipa da FEP International Case Team que tem vindo a acumular prémios internacionais.

 

Investigação da Universidade de Coimbra financiada pela Google

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Uma equipa de investigadores da Faculdade de Ciências e Tecnologia da Universidade de Coimbra (FCTUC) desenvolveu um novo modelo informático, relevante para a aplicação de uma nova geração de sistemas de reconstrução 3D de ambientes urbanos.

Serviços como o “Google Street View” dão uma perspetiva 3D das ruas, mas estão limitados ao ponto de vista do veículo que capturou as imagens. Proporcionando uma experiência imersiva, em que o utilizador navega livremente pelas ruas, a equipa de investigadores de Coimbra criou um sistema que obtém reconstruções 3D detalhadas de cidades.

O projeto chamou a atenção da Google, que o selecionou no âmbito de um concurso mundial de ideias muito competitivo, com taxas de aceitação na ordem dos 15 %, e posteriormente o financiou.

A pesquisa, iniciada em janeiro de 2014, reúne dois grupos de investigação do Departamento de Engenharia Eletrotécnica e de Computadores (DEEC) da UC – Instituto de Sistemas de Robótica e Instituto de Telecomunicações.

A grande novidade desta tecnologia, que se encontra em fase protótipo (demonstração disponível em: https://www.youtube.com/watch?v=OeYEwq-8TBI), afirmam os investigadores Carolina Raposo, João Barreto e Gabriel Falcão, «é que este algoritmo tem por base a utilização de planos, não só para descrever a cena, mas também para calcular o movimento da câmara. Isto faz com que os modelos em 3D sejam gerados automaticamente e armazenados de forma muito compacta (ao contrário dos métodos existentes que trabalham com nuvens de pontos), permitindo a sua rápida transmissão.»

Uma outra vantagem da utilização de planos, prosseguem os investigadores, reside no facto de «esta tecnologia ser capaz de trabalhar com um número reduzido de imagens. Isto acontece porque é frequente que o mesmo plano seja “visto” pelas câmaras em posições distantes, permitindo recuperar o movimento. Tal não se verifica com os métodos atuais que requerem que as imagens sejam adquiridas em posições fisicamente próximas e, consequentemente, necessitam de muito mais informação.»

Adicionalmente, este sistema usa arquiteturas de processamento paralelo para acelerar bastante o tempo de computação, gerando automaticamente os mapas em 3D e armazenando a informação no servidor.

 

Fonte: Universidade de Coimbra e Universia
Fotos: DR

Dois Cientistas Portugueses eleitos membros da Organização Europeia de Biologia Molecular (EMBO)

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Mónica Bettencourt Dias, investigadora principal do Instituto Gulbenkian de Ciência (IGC) e, Henrique Veiga Fernandes, investigador principal do Instituto de Medicina Molecular (IMM) da Faculdade de Medicina da Universidade de Lisboa, foram dois dos membros eleitos este ano para integrar a Organização Europeia de Biologia Molecular (European Molecular Biology Organization – EMBO), pelo mérito e a excelência do trabalho que têm desenvolvido nos últimos anos. 

Os dois cientistas passam assim a integrar a lista de agora 13 cientistas membros desta organização a trabalhar em Portugal, dos quais fazem parte Jonathan Howard, diretor do Instituto Gulbenkian de Ciência e Maria do Carmo Fonseca, presidente do Instituto de Medicina Molecular.

Mónica Bettencourt Dias, coordena o grupo de Regulação do Ciclo Celular no IGC, onde estudam como erros na divisão das células podem estar implicados na progressão de tumores ou na infertilidade. Mónica Bettencourt Dias  fala sobre esta nomeação: “Foi uma surpresa enorme! É uma grande honra para o meu laboratório e para o Instituto Gulbenkian de Ciência  que tem apoiado sempre o nosso trabalho” acrescentando que “é uma excelente oportunidade de promover o desenvolvimento da investigação em Ciências da Vida na Europa.”

Henrique Veiga-Fernandes, coordena um laboratório de imunologia no IMM, onde estuda a forma como factores ambientais influenciam o sistema imunitário em doenças inflamatórias, infecciosas e cancro. Para Henrique Veiga-Fernandes, esta nomeação: “Foi totalmente inesperada! Tive de reler o comunicado várias vezes para perceber exatamente o que tinha acontecido! Custava acreditar…” referindo ainda que “esta eleição pelos nossos pares internacionais é também uma forma notável de reconhecimento do IMM pelo investimento incondicional que tem feito em ciência”.

Este ano foram ainda nomeados mais dois cientistas portugueses: Graça Raposo-Benedetti, investigadora principal do grupo de Dinâmicas e Estruturas Sub-celulares, no Institut Curie, em Paris e, Carlos Caldas, investigador principal do Cancer Research UK, em Cambridge.

Maria Leptin, diretora da EMBO, refere em comunicado: “Congratulamo-nos com estes cientistas excepcionais que entram agora na EMBO e estamos ansiosos pelo seu contributo”. Pode ainda ler-se no mesmo comunicado que “os membros da EMBO têm contribuições inestimáveis para a organização, fornecendo sugestões e feedback sobre as atividades da EMBO, para além de integrarem os comités de seleção para os programas da EMBO e serem mentores dos cientistas mais jovens selecionados pela organização. O seu contributo tem ajudado a promover a excelência nas ciências da vida desde 1964”.

Anualmente, a EMBO nomeia cientistas de topo de várias áreas das ciências da vida que desenvolvem o seu trabalho em países europeus ou países associados como Estados Unidos, Nova Zelândia, Japão e China. Este ano foram nomeados 58 novos membros, provenientes de 19 países. A rede de membros desta organização ultrapassa já os 1700 cientistas em ciências da vida.

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Mónica Bettencourt-Dias licenciou-se em Bioquímica pela Universidade de Lisboa e fez o doutoramento em regeneração cardíaca na University College London, Reino Unido. Após o doutoramento, fez investigação na Cambridge University, Reino Unido, mudando-se em 2006 para o IGC para criar o seu próprio grupo de investigação. Mónica Bettencourt Dias foi premiada em 2007 com o Eppendorf Young Investigator Award, recebendo no mesmo ano um Prémio de Instalação EMBO. É desde 2009 membro no programa EMBO Young Investigator ao que se soma agora a nomeação para membro da EMBO. Venceu o Prémio Criostaminal em 2007 e por duas vezes venceu o Prémio Pfizer em Investigação Básica. O grupo de investigação que lidera tem publicado artigos relevantes na área da divisão e mobilidade celular tendo obtido importantes financiamentos do Programa Harvard-Portugal da Fundação para a Ciência e Tecnologia e uma Starting Grant do European Research Council (ERC). Mónica Bettencourt-Dias tem ainda um forte interesse na promoção do diálogo entre a comunidade científica e a sociedade e tem organizado eventos de comunicação de ciência que promovem interações entre cientistas e o público. Ainda durante o seu pós-doutoramento obteve uma pós-graduação em Comunicação de Ciência pelo Birkbeck College, Reino Unido.

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Henrique Veiga-Fernandes
 licenciou-se em Medicina Veterinária pela Universidade Técnica de Lisboa. Doutorou-se pela Université René Descartes em Paris, França. Fez o seu trabalho de pós-doutoramento no National Institute for Medical Research em Londres, Reino Unido, onde viria mais tarde a desempenhar funções como cientista sénior. Iniciou o seu trabalho no Instituto de Medicina Molecular em 2009 como coordenador do grupo de Imunobiologia. Desde 2014 é membro da direção do Instituto de Medicina Molecular. Foi premiado, por três vezes, pelo European Research Council (ERC), em 2008, 2013 e 2015. Entre outras distinções incluem-se os prémios Pfizer em Portugal, Kenneth Rainnin Foundation e CCFA, ambos nos Estados Unidos.

 

Fonte: Instituto Gulbenkian de Ciência e do Instituto de Medicina Molecular

IGC Social Media:

Créditos das fotos: MDias – Roberto Keller (IGC); HVFernandes – Andreia Machado (IMM)

Instituto de Design acolhe a estreia da START POINT em Guimarães

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A Associação Académica da Universidade do Minho (AAUM), através do LIFTOFF -­‐ Gabinete do Empreendedor da AAUM, organiza em parceria com a Câmara Municipal de Guimarães, a STARTPOINT Ignition. Este evento realiza-­‐se pela primeira vez em Guimarães, tendo vindo a ser reconhecido como uma importante iniciativa para a promoção do empreendedorismo e da empregabilidade jovem. A versão Ignition da START POINT tem lugar no dia 27 de maio (quarta-­‐feira) nas instalações do Instituto de Design de Guimarães entre as 10h30 e as 20h.

Nas 3 edições anuais realizadas de Braga para a região, a START POINT conseguiu mobilizar mais de dez mil participantes. O evento tem sido um sucesso de ano para ano e prova disso mesmo é o leque de empresas inscritas para a START POINT Ignition (consultar anexo). A organização pretende assim replicar o êxito conseguido em anos transatos para outra cidade da região Minho onde a Universidade do Minho está implantada. A START POINT Ignition representa a edição de arranque da START POINT enquanto evento anual aglutinador de iniciativas e agentes fortemente relacionados com os temas da inovação, empreendedorismo e empregabilidade. O objectivo da realização desta iniciativa na Cidade Berço, é voltar a proporcionar o contacto direto entre os jovens/adultos e o mercado de trabalho, propiciando a divulgação de oportunidades profissionais, o desenvolvimento de competências e o networking dos participantes.

A START POINT Ignition em Guimarães vai ser um espaço de múltiplas atividades, composto por apoio técnico (na área do emprego e empreendedorismo) e atividades complementares como talks, formações e workshops. Durante esta iniciativa, as instalações do IDEGUI vão estar capacitadas para a realização de atividades em simultâneo, através dos seguintes espaços: Dot Conhecimento e Dot Oportunidades.

O evento voltará a assumir um formato inovador, funcionando de forma a que os seus intervenientes tenham um contacto mais pessoal e direto, numa relação de proximidade efetiva.

Para mais informações, consultar o endereço www.liftoff.aaum.pt.

 

Listagem de empresas presentes na STARTPOINT Ignition

  • ADRAVE | Agência de Desenvolvimento Regional
  • ALENTO Recursos Humanos e Consultoria Lda
  • Arts & Skills | Formação Consultoria e Inovação Lda
  • Associação Académica da Universidade do Minho
  • Associação de Antigos Estudantes da Universidade do Minho
  • Associação Industrial do Minho
  • Avepark | Parque de Ciência e Tecnologia SA
  • Banco ActivoBank SA
  • Bicminho | Oficina da Inovação – Empreendedorismo e Inovação Empresarial SA
  • Business Skills | Desenvolvimento Empresarial
  • Catim | Centro de apoio tecnológico à indústria metalomecânica
  • Centro de Negócios Ideia Atlântico
  • Centro Regional de Braga da Universidade Católica Portuguesa
  • Creativesystems, SA
  • Danke Advertising
  • Delphi Automotive Systems
  • Direção Regional do Norte do Instituto Português do Desporto e Juventude
  • Divisão de Desenvolvimento Económico da CMGuimarães
  • EDIT VALUE® Consultoria Empresarial
  • EDIT VALUE® Formação Empresarial
  • Efacec
  • Euromex | Facility Services
  • Fábrica ASA
  • Fábrica de Startups
  • Gestamp Aveiro, SA
  • GetGreen
  • Grupo Casais
  • Grupo Pinto Brasil
  • IES Social Business School
  • Inova-Ria | Associação de Empresas para uma Rede de Inovação
  • IT Sector
  • Lion of Porches
  • McDonald’s
  • Megatrónica Lda
  • Millenniumbcp Microcrédito
  • Multitendas
  • Negócios na Hora
  • Novo Banco
  • Nutrium
  • Piep | Pólot de Inovação em Engenharia de Polímeros
  • SimHome
  • Startup Braga
  • The Talent City
  • Talent Search People
  • TecMinho
  • Tiffosi
  • The Factory Tribe, Lda
  • YUPI – Youth Union of People With Initiative
  • WiC

Católica é a melhor Business School nacional no top 50 do Financial Times

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A Católica Lisbon School of Business & Economics acaba de alcançar o melhor lugar de sempre de uma Escola portuguesa no Ranking mundial do Financial Times relativo à Formação de Executivos, posicionando-se no 38º lugar, o que corresponde a uma subida de sete lugares relativamente a 2014.

O ranking divulgado esta semna avalia vários critérios da prestação das melhores Escolas de Negócios do Mundo nos programas abertos e customizados de Formação de Executivos, lista que a Escola tem liderado consecutivamente em Portugal desde 2007 mantendo-se como a única presença nacional no TOP 50.

A dimensão internacional da Escola foi particularmente bem classificada na edição deste ano. A CATÓLICA-LISBON é a Escola nacional com mais cursos e mais participantes internacionais em todos os programas – abertos e feitos à medida para as empresas. A qualidade dos parceiros internacionais da Escola foi também realçada de forma muito positiva, classificando-a como a 10ª melhor do mundo. A justificar esta nota estão as ligações privilegiadas com as melhores escolas do mundo, nomeadamente a Kellogg School of Management (EUA), HKUST Business School (Hong Kong), Ashridge Business School (Reino Unido), Bocconi University (Itália), Maastricht School of Managment (Holanda) e Fundação Dom Cabral (Brasil).

A Nova SBE é a segunda melhor classificada neste ranking. Mantém o lugar nos programas abertos (está em 60.º) e sobe quatro lugares, nos programas feitos à medida das empresas e ocupa este ano a 69.ª posição. O comunicado da escola enfatiza o 14.º lugar alcançado em localização internacional, nos programas abertos, à frente de escolas como Oxford, Stanford, London Business School ou Harvard.

A Porto Business School consegue uma melhor classificação nos programas customizados (o 70.º lugar) do que nos abertos  (73.ª posição). É também programas feitos à medida que se distingue como a 12.ª melhor escola do mundo nas parcerias internacionais, à frente das outras portuguesas.

 

 

fontes:  Católica Lisbon School of Business & Economics, Nova SBE e Porto Business School
fotos: DR

Robôs – os novos amigos dos agricultores do Douro

O projecto, coordenado pelo Professor Raul Morais da Escola de Ciências e Tecnologia da UTAD, pretende desenvolver um protótipo de robô móvel que consiga intervir nos terrenos mais acidentados, como os da região vinícola do Douro, como nos conta a revista técnico-científica agrícola, Agrotec.

Raul Morais, doutorado em Engenharia Electrotécnica (área de microelectrónica) pela UTAD, já trabalha nesta área há muitos anos como nos apercebemos pela sua tese de doutoramento “Micro-interface Sensorial em Tecnologia CMOS com Transmissão de Dados por Rádio-frequência para Aplicações Agrícolas”, em 2004. Em 2006, conseguiu o financiamento para o projecto de recolha de dados para a vitivinicultura de precisão na Região Demarcada do Douro, projecto PTDC/EEA-ELC/73478/2006. Foi criando assim um caminho sustentado para este projecto mais recente.

Trata-se de um projecto multidisciplinar na área da Engenharia, visto incluir um vasto terreno de interesse para a instrumentação, electrónica, controlo de sistemas, tal como contou à Agrotec “a robótica móvel tem tido um maior destaque por ser uma área transversal e com aplicação em diversos campos, mas também por agregar um grande número de competências dos docentes dos cursos ancorados na Escola de Ciência e Tecnologia da UTAD. Assim, a nossa investigação nesta área tem sido direccionada para os aspectos que permitem a navegação autónoma de robôs, em terrenos de dificuldade acrescida, com o objectivo de, num futuro próximo, poder realizar operações de monitorização sensorial”. Importa referir que a vinha não é a única cultura que poderá beneficiar deste ajudante electrónico, mas também a agro-indústria, a floresta e agricultura de precisão.

Actualmente, o projecto conta já com um pequeno robô, todo-o-terreno. Este robô, equipado com várias ferramentas, desde GPS, câmaras, e outros sensores, que têm permitido, aos alunos de mestrado e doutoramento deste grupo, o desenvolvimento e optimização de diferentes algoritmos de detecção de obstáculos, trajectórias optimizadas.

Raul Morais termina, contando “Numa perspectiva de evolução a médio prazo, o passo natural é o de desenvolver ferramentas de actuação para robôs de maior porte, que possam realizar intervenções no campo sem recorrerem a operadores humanos como, por exemplo, a pulverização inteligente, o corte selectivo de matéria vegetal e a limpeza de ervas, entre outras tarefas de utilidade, nas mais variadas práticas agro-florestais”.

 

fonte: http://www.agrotec.pt/noticias/utad-desenvolve-robots-para-ajudar-agricultores-do-douro/.
foto: DR

Madeira (futebol) – do 8 ao 80

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Passados 20 anos, o Clube de futebol União da Madeira volta à I Divisão. Foi neste Domingo que chegou o momento pelo que os azuis e amarelos mais ansiavam. Do 8 ao 80, já que foi exactamente com 80 pontos que o clube madeirense subiu, juntamente com Tondela, com 81 pontos, ao verdadeiro campeonato do desporto rei nacional.

Kisley, Ruben Andrade e Soares foram os nomes realçados  pelos 3 golos marcados em Marvila, na casa do clube Oriental. Segundo a opinião de vários adeptos unionistas, Soares, o jogador nº 3, além de pontuar no marcador ainda se destacou como o melhor jogador em campo.

O clube vai ser recebido à 01.30, na Câmara Municipal do Funchal, que abrirá as suas portas para o efeito; seguir-se-á uma fotografia junto à estátua do “Melhor do Mundo” e, por fim, a merecida celebração da ascensão no Café do Teatro.

O Clube Futebol União junta-se, assim, ao Marítimo e ao Nacional, perfazendo 3 equipas da pérola do atlântico, desde 1991, na I Liga do Futebol Português.

 

foto: DR

 

Câmara de Esposende premeia Artes da Universidade do Porto

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Em cerimónia realizada, dia 18, no Fórum Municipal Rodrigues Sampaio, o Município de Esposende procedeu à entrega dos Prémios Viana de Lima/Câmara Municipal de Esposende relativos ao ano letivo 2013/2014, distinguindo Maria Eduarda Souto de Moura, melhor aluna no mestrado integrado em arquitetura, e Ana Margarida Rocha, melhor aluna no mestrado em pintura.

Estes prémios, no valor unitário de 2000 euros, foram atribuídos pelo segundo ano consecutivo, no âmbito de um protocolo estabelecido entre a Câmara Municipal de Esposende e a Universidade do Porto, dando cumprimento à vontade, expressa em testamento, do Arquiteto Viana de Lima. De acordo com o protocolo, formalizado em 2010, o Município de Esposende assume a gestão da Casa das Marinhas, da autoria de Viana de Lima e propriedade da Universidade do Porto, comprometendo–se a distinguir, anualmente e durante 30 anos, os dois melhores alunos dos cursos de Arquitetura e de Belas Artes, sendo que findo esse prazo, o imóvel passa a ser propriedade municipal.

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A atribuição destes prémios, para além de cumprir a intenção declarada do Arquiteto Viana de Lima, destina–se ainda a homenagear e conservar a sua memória, enaltecendo o relevante tributo da sua obra para a história da arquitetura nacional e a cultura artística de um modo geral.

O Presidente da Câmara Municipal, Benjamim Pereira, felicitou as premiadas, assinalando que o prémio é o reconhecimento do seu trabalho, e destacou o facto de dividirem o mérito com todos quantos contribuíram para a sua formação. O Autarca expressou o desejo de que esta distinção sirva de exemplo e estímulo para outros jovens.

Considerando que as vencedoras terão agora de encarar um desafio maior, o ingresso no mercado de trabalho, num contexto difícil, Benjamim Pereira exprimiu palavras de incentivo e de esperança. Deixou agradecimentos à Universidade do Porto pela parceria que mantém como o Município e manifestou total disponibilidade para alargar o âmbito da cooperação. Referiu, aliás, que os Prémios Viana de Lima não são atribuídos pelo Município, mas por ambas as entidades, ao abrigo do protocolo estabelecido.

Benjamim Pereira destacou o “enorme altruísmo” de Viana de Lima pela cedência da Casa das Marinhas à Universidade do Porto, permitindo que o seu legado possa ser útil no plano cultural e das artes, acrescentando que o seu espírito abnegado constitui “um bom exemplo, sobretudo para os jovens”.

Na oportunidade, o Presidente da Câmara Municipal destacou a relevante aposta que o Município tem desenvolvido no plano cultural, em vários domínios, diferenciando–se, neste aspeto, de vários outros municípios que, por força da sua difícil situação financeira, não estão em condições de canalizar investimentos para a área da Cultura.

Em representação da Universidade do Porto, o Diretor da Faculdade de Belas Artes, José Paiva, louvou a iniciativa do Município, “que transporta o nome do Arquiteto Viana de Lima, conferindo–lhe prestígio e responsabilidade”. Para além da “preciosidade” dos prémios, José Paiva destacou a preocupação da Câmara Municipal de Esposende em dar um outro espaço à arte e à cultura.

José Paiva referiu ainda que, mais do que o reconhecimento do trabalho desenvolvido pelas jovens premiadas, o prémio origina um grau de responsabilidade para o futuro. Manifestou–se, contudo, otimista e convicto de que estas “vão dar respostas positivas”.

Afirmando que o tempo presente “é de grande restrição da arte e da cultura”, o Diretor da Faculdade de Belas Artes da Universidade do Porto manifestou a expetativa de que “esta cerimónia signifique que estamos juntos para criar mais presença da arte e da cultura na nossa sociedade”.

As galardoadas Maria Eduarda Souto de Moura e Ana Margarida Rocha agradeceram ao Município a distinção como valorização do seu trabalho. Eduarda Souto de Moura, licenciada em Arquitetura, aproveitou a oportunidade para expressar o seu “descontentamento com as condições atuais do setor”, dizendo que “há que ter orgulho e respeito por esta profissão”. Ana Margarida Rocha saudou a Autarquia pelos Prémios Viana de Lima, dizendo que “é de louvar iniciativas como estas que revelam particular apreço pela cultura e pelas artes”.

De acordo com o regulamento dos prémios, as premiadas entregaram ao Município uma obra/trabalho da sua autoria que irão integrar e valorizar o Fundo Viana de Lima.

 

fonte: CME

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