Oliveira da Serra – o azeite de Ouro

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O azeite Oliveira da Serra, Lagar do Marmelo foi reconhecido com a medalha de ouro no concurso Mário Solinas, concurso internacional de referência dos azeites virgens extra onde participam azeites de Portugal, Itália, Espanha ou Grécia. Este é o segundo ano consecutivo que o azeite Oliveira da Serra é considerado como um dos melhores do Mundo.

O prémio foi entregue na categoria de Frutado Verde Ligeiro, sendo este um “azeite de aromas verdes e uma complexidade de sensações na boca inigualáveis” como é descrito na página da marca Oliveira da Serra.

Este ano a marca Oliveira da Serra já recebeu mais de 40 prémios, sendo que foi considerado recentemente – e pelo segundo ano consecutivo – o melhor lagar do Mundo de azeite. O Lagar Oliveira da Serra no Alentejo, recebeu o primeiro prémio no concurso World’s Best Olive Oil Mills, sendo a única marca portuguesa neste “ranking”.

A marca Oliveira da Serra tem dois azeites – o Oliveira da Serra Lagar do Marmelo e o Oliveira da Serra Gourmet – entre os 10 melhores azeites do mundo.

Fonte: Oliveira da Serra
Fotos: Oliveira da Serra

Viana do Castelo – “Unexpected Portugal”

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A British Airways, uma das maiores companhias aéreas da Europa e do Mundo, passou durante o passado mês de Maio um vídeo promocional sobre a cidade portuguesa, Viana de Castelo. O vídeo intitulado “Portugal Expect the Unexpected – Viana do Castelo” é um vídeo promocional sobre a cidade promovido pela Câmara Municipal que pretende dar a conhecer o turismo da mesma.

Durante mais ou menos 1 minuto e 20 segundos, é nos apresentado o coração de Viana com as suas paisagens, a gastronomia e os vinhos, os desportos náuticos, a arquitectura e os costumes. Com o intuito de cativar os turistas que utilizam a companhia aérea a explorar Portugal, o vídeo é ainda acompanhado por uma reportagem de 4 páginas na revista disponibilizada a bordo pela companhia aérea, a High Life Magazine.

A campanha teve um custo aproximado de 50 mil euros.

Se por acaso nunca foi a Viana do Castelo e pretende fazer turismo por Portugal, tente resistir a estas imagens da torta de Viana, ou da paisagens de Santa Luzia, pode espreitar e ficar com Viana do Castelo no coração.

 

 

Foto: C.M. Viana do Castelo

Portugal é o quinto país com maior percentagem de renováveis na produção de eletricidade

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Portugal é o quinto país da membro da Agência Internacional da Energia (AIE) com maior percentagem de renováveis na sua produção de eletricidade. Segundo os dados da entidade, mais de 60% do total de energia que produzimos é verde.

O nosso país ocupa o quinto lugar entre os 29 países da AIE, só atrás de países como a  Noruega, Áustria, Nova Zelândia e o Canadá.

Quanto à origem da energia produzida, cerca de 30%  é gerada através de hídricas e cerca de 25% através de energia eólica. É de realçar que nesta categoria, apenas somos ultrapassados pela Dinamarca (com mais de 40%).

A energia eólica em Portugal não é uma realidade recente, embora na última década tenha sofrido um enorme crescimento. Este tipo de energia começou a ser aproveitada para geração de energia elétrica em 1986, quando foi construído o primeiro parque eólico do país, na ilha de Porto Santo, no arquipélago da Madeira. Seguiram-se-lhe o Parque Eólico do Figueiral, na ilha de Santa Maria, nos Açores (1988) e, em Portugal Continental, o Parque Eólico de Sines (1992).

 

Fontes: Observador, wiki/Energia_eólica_em_Portugal e Parque Eólico de Sines
Foto: Parque Eólico de Sines

Chewing Gum – ‘Dream and Dare Your­self, With Class’

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“Dream and Dare Yourself, With Class” é o conceito principal do projecto Chewing Gum que possui acessórios para a  cabeça, ombros, tronco, braços, mãos, barriga, pernas, tornozelos, pés e orelhas. Nenhuma parte do corpo é deixada ao acaso por esta marca. Uma marca de acessórios que con­tem­pla o corpo como base de tra­ba­lho e em que todas as peças preten­dem com­ple­men­tar e embe­le­zar as linhas do corpo.

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Peças exclusivas, arrojadas e inovadoras feitas à mão desde a concepção gráfica às produções fotográficas que associam design, arte, moda e joalharia e embe­le­zam as linhas do corpo.

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A Chewingum nasceu em 2012 da vontade de duas amigas em concretizar ideias e con­ci­liar a enorme pai­xão de ambas pelas áreas de moda, design, foto­gra­fia, joa­lha­ria e vídeo, entre mui­tas outras pai­xões. Foi  a primeira marca em Portugal a criar peças exclusivas para todas as partes do corpo, as conhecidas ‘bodychains’.

“mui­tas ideias, muita von­tade de as pôr em prática e uma sen­sa­ção que não dimi­nuía, pelo con­trá­rio só cres­cia, era como… uma pas­ti­lha elás­tica! “Chewingum! É isso!” É como as nos­sas ideias: momen­tâ­neas, con­su­mí­veis, diver­ti­das… e foi assim. A ideia prin­ci­pal por trás do nome é que tudo é efé­mero, prin­ci­pal­mente na área da moda, da cri­a­ção”    

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A Chewingum ambiciona sempre criar peças novas para mulhe­res “novas”. Há um fas­cí­nio e uma pro­cura enorme pelo novo, pelo arro­jado, pelo tra­ba­lho de autor, pelo único… São acei­tes enco­men­das espe­ci­ais, con­forme o pedido do cli­ente.

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Colecção exclusiva em prata. (Modelo: Raquel Fontes)

Muito em breve será lançada uma colecção exclusiva em prata cujo catálogo será protagonizado pela lindíssima modelo Raquel Fontes.

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A  colecção de Verão’15 da Chewingum, SEA SHELL – Summer Collection, representa a paixão pela Costa Portuguesa e foi inspirada no mar, nas nossas paisagens e nas formas orgânicas que nos rodeiam.

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A sessão foi fotografada pela Marta Cabral na Praia da Ribeiro do Cavalo, em Sesimbra. Esta Produção Fotográfica não poderia ter sido realizada noutro local, a paisagem paradisíaca representa tudo o que as responsáveis da marca queriam transmitir com esta nova Colecção, o cenário perfeito.

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Cada vez que lançam uma colecção querem sempre alterar um pouco os materiais de trabalho e explorar outras coisas, têm sempre o objectivo de apresentar algo realmente diferente do que fizeram anteriormente.

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Fotografia – Marta Cabral Photography
Modelo – Isaura Quevedo
MUA – The Pink Lemonade – Marta Alves
Hair Styling – Hairdreams – Rita Serrano
Produção – Chewingum

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SHOWROOM aberto ao público no LX Factory em Lisboa.
LX Factory – Rua Rodrigues Faria, 103, Edifício I, Piso 2, Espaço 2.03

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AS CRIADORAS

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Inês Franco
– 26 anos
Licenciada em Design de Moda
Especializações em Produção de Moda e Design Gráfico
Criadora da marca Voke Beachwear

Maria Vaz Filipe – 25 anos
Licenciada em Design 
Especializações em Design Gráfico e Joalharia
Designer em modo Freelancer

Fotos: DR

Universidade do Porto em grande destaque nas bolsas Fulbright de Investigação

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Liliana Abreu, Mariana Pereira, Pedro CecílioRosana Alves e Sofia Leite, todos eles graduados pela Universidade do Porto, integram o lote de onze cientistas portugueses que, durante o ano letivo 2015/2016, vão ser financiados pelo Estado norte-americano para prosseguir os seus projetos de investigação nalgumas das mais prestigiadas universidades e centros de investigação dos Estados Unidos, ao abrigo do programa de bolsas atribuídas anualmente pela Comissão Fulbright.

As bolsas de estudo do Programa Fulbright, no valor máximo de 8 mil euros e com um duração que pode de quadro a nove meses, oferecem a estudantes e professores portugueses a oportunidade de estudar, leccionar ou fazer investigação nos Estados Unidos da América, bem como a estudantes e professores americanos a oportunidade de desenvolver o mesmo tipo de actividades em Portugal.

Bolsas para Portugueses

As bolsas Fulbright destinam-se a estudantes licenciados e a professores e investigadores com doutoramento que pretendam estudar, fazer investigação ou leccionar em universidades nos Estados Unidos da América.

Bolsas para Mestrado, Doutoramento e Investigação

  • Bolsa Fulbright para Mestrado e Doutoramento
  • Bolsa Fulbright / Fundação Carmona e Costa para Mestrado em Belas Artes – Desenho
  • Bolsa Fulbright para Investigação
  • Bolsa Fulbright para Investigação em Saúde Pública
  • Bolsas de Viagem Fulbright

Bolsas para Professores e Investigadores Doutorados

  • Bolsa Fulbright para Professores e Investigadores Doutorados
  • Bolsa Fulbright / Camões, Instituto da Cooperação e da Língua para Professores e Investigadores Doutorados

Programas especiais

  • Summer 2015 Study of the U.S. Institutes for European Student Leaders
  • Study of the United States Institutes
  • Fulbright-Schuman Program for EU Citizens

Fontes: UP e Fullbrigh

shair – uma plataforma que revolucionou o negócio da arte

Shair3Mariana Gomes, 24 anos, é a CEO da shair, que desenvolveu a sua ideia inovadora e depois apresentou-a ao grupo bracarense dst. Embora com formação na área da Gestão e da Comunicação, Mariana esteve sempre envolvida no meio artístico.
A shair é uma plataforma online que dá visibilidade aos trabalhos dos novos artistas. Mas a shair não fica por aqui, a startup bracarense expõe fisicamente obras e possui acordos com galerias internacionais.

A Excelência Portugal visitou a shair e falou com Mariana Gomes.

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notei que o setor artístico estava ainda muito desligado do mundo virtual, e com os meios que temos hoje em dia para nos apoiarem numa decisão de compra online isto não fazia sentido

Com uma formação fora das artes, como lhe surgiu esta ideia de negócio?

Faz algum sentido que muitas ideias de negócio, aplicadas a determinado setor, tenham nascido a partir de pessoas com formação em áreas que à partida não têm nada a ver com esse setor. Isto porque são muitos os processos que podem ser replicados/adaptados de uma área de negócio para outra que até ao momento não tinham sido detectados como tal. No meu caso foi precisamente isto que aconteceu – notei que o setor artístico estava ainda muito desligado do mundo virtual, e com os meios que temos hoje em dia para nos apoiarem numa decisão de compra online isto não fazia sentido. O facto de ter muitos conhecidos ligados ao mundo das artes, maioritariamente artistas, também ajudou, pois notei que havia de facto uma necessidade de divulgação e comercialização dos seus trabalhos para além do circuito tradicional das galerias de arte, ainda muito elitista na sua seleção.

A Mariana foi a única mulher entre sete homens que representaram o programa Aceleração da StartUp Braga em Londres. Que papel teve o programa no desenvolvimento do vosso modelo de negócio?

O papel da StartUp Braga foi fundamental na redefinição do nosso modelo de negócio. Quando fomos selecionados para fazer parte deste programa, estávamos numa fase em que já existíamos no mercado e já tínhamos vendas, mas ainda nos faltava uma visão global para o futuro do projeto. Assim, foi a partir desta visão crítica que nasceu a ideia de incluirmos o segmento das galerias de arte na plataforma, assim como outras fontes de receita associadas à utilização da plataforma, muito para além da simples comissão de vendas.

Como funciona a plataforma? Como é que um artista submete as suas obras?

A plataforma é muito simples e fácil de utilizar. Para o artista, basta registar-se, criar um perfil e submeter as suas obras para aprovação. Após este processo de pré-seleção, as obras ficam disponíveis para venda e podem ser selecionadas para um dos nossos leilões especiais, normalmente associados a uma das exposições físicas. As galerias parceiras têm um processo de submissão semelhante, sendo que nestes casos aprovamos o perfil previamente, e a partir daí todas as obras que submetem ficam automaticamente disponíveis. Estas entidades também podem criar leilões especiais isolados dos que são promovidos por nós, associados por exemplo às suas próprias exposições. Para o apreciador de arte, basta explorar o website (temos imensos filtros de pesquisa que ajudam neste processo!) encontrar a sua obra favorita e proceder ao seu pagamento diretamente na plataforma. O valor que é apresentado ao cliente inclui portes de envio, que são calculados já com o seguro de transporte e tendo em conta as dimensões da obra e a morada do destinatário. Temos também uma série de funcionalidades que ajudam na tomada de decisão, como o nosso serviço de curadoria, onde fazemos uma seleção de obras de acordo com as necessidades do cliente, ou a possibilidade de solicitar arte por encomenda, onde o cliente pode pedir a um artista específico uma obra com determinadas características.

Que papel tem a galeria física no negócio? Que obras são seleccionadas para exposição e de que forma?

A galeria emergentes dst desempenha um papel fundamental na integração com o mundo real, que no fundo é aquilo que a shair tem de mais inovador. Já existiam plataformas de divulgação e venda de arte online, mas nenhuma que permitisse, pelo menos de forma tão aberta, que o artista se candidatasse com essas mesmas obras a um lugar real de exposição. Fazemos exposições de 2 em 2 meses, e selecionamos as obras mais votadas do website conjuntamente com uma “repescagem” da autoria de um especialista convidado por nós. As exposições físicas são a combinação destas duas formas de seleção, e temos normalmente espaço para cerca de 70 obras na galeria emergentes dst. Também já fizemos exposições noutros locais, não só em Braga, e o processo de seleção é semelhante.

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Já existem acordos com galerias internacionais. Têm permitido a venda de obras de artistas nacionais?

A integração das galerias internacionais, para já, é mais uma forma de aumentarmos a nossa oferta, permitindo a apreciadores de arte de toda a Europa o acesso a obras às quais, de outra forma, não conseguiriam aceder. Obviamente que os próprios clientes dessas galerias poderão interessar-se em explorar a oferta da shair, incluindo as obras de artistas portugueses, que neste momento representam a maioria dos trabalhos que temos disponíveis.

Quantas pessoas estão envolvidas no projecto e em que áreas?

Neste momento, a equipa é constituída por 4 pessoas, com formação na área do design, marketing, comunicação e curadoria. A plataforma foi desenvolvida pela innovation point, uma das empresas na área de Ventures do grupo dst – que até foi onde iniciei o meu percurso neste grupo empresarial, na altura através de estágio.

Que outros serviços presta a shair e que eventos organiza?

Para além dos serviços que referi acima, que no fundo são formas de apoiarmos a decisão de compra online, temos também os cheques-prenda para ajudar os mais indecisos a oferecerem um presente original. Aos nossos artistas e galerias parceiras, damos também a possibilidade de subscreverem uma conta premium, que lhes permite destacarem as suas obras nas áreas da plataforma para este efeito, assim como acederem a estatísticas relativas aos seus visitantes, à popularidade das obras que constituem o seu portefólio, entre outros dados pertinentes para quem utiliza a plataforma como ferramenta de comercialização. É também pertinente referir que, no caso de venda, somos nós que tratamos de toda a logística associada ao processo de transporte, sendo que o artista ou a galeria só têm de se preocupar com a embalagem – e até fizemos um vídeo para ajudar neste processo! Quanto a eventos, tentamos promover outras formas de expressão artísticas nas inaugurações das nossas exposições, onde já tivemos concertos, performances, entre muitas outras iniciativas, sempre inseridas no âmbito artístico/ cultural.

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O negócio já é auto-sustentável? Quais são as fontes de receita da shair?

O negócio está perto de ser auto-sustentável, e as nossas fontes de receita passam pela comissão de 30% na venda de obras de artistas, sendo que no caso das galerias já temos uma percentagem de apenas 10%. As outras fontes de receita que nasceram sobretudo após o programa de aceleração da Startup Braga consistem na subscrição das contas premium por parte dos artistas e das galerias parceiras, e na adesão ao serviço de curadoria, ambas já referidas acima.

A shair pretende em termos físicos ficar por Braga, ou tem planos de expansão?

Temos planos de expansão para o Reino Unido, onde já abrimos atividade. Apesar de já termos algumas galerias internacionais inscritas na plataforma, o potencial de crescimento através de uma atuação presencial neste mercado é imenso, e vamos arrancar com este plano a partir de Setembro, através da presença em feiras de arte, por exemplo.

 

Fotos: DR

Bom Jesus de Braga candidato a Património da Humanidade

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A Câmara de Braga anunciou esta semana ter sido apresentada na segunda-feira, em Lisboa, a candidatura do Bom Jesus a Património Mundial da Humanidade na Comissão Nacional da Unesco.

Em comunicado, a autarquia acrescenta que o mesário da Confraria do Bom Jesus, Varilo Pereira, considerou que esta apresentação em Lisboa “foi um passo fundamental”, uma vez que permitiu demonstrar a real dimensão do Bom Jesus a quem analisa as candidaturas.

O Bom Jesus do Monte, recorde-se, é uma referência nacional, mas pode e deve, agora, ganhar uma dimensão internacional que poderá ser-lhe conferida por esta candidatura. Conhecido como ponto de turismo religioso, o Bom Jesus do Monte em Braga pretende ser também uma referência do turismo cultural, patrimonial e histórico.

O valor do santuário do Bom Jesus não é apenas arquitectónico ou religioso, havendo um potencial que deverá ser explorado e dinamizado.

Aponte-se o caso de locais de culto neste Bom jesus inspirados, e que são já património mundial, como o Bom Jesus de Matosinhos, em Congonhas, no Brasil.

A candidatura conta também como o apoio do Eixo Atlântico que  já assumiu, em diferentes circunstâncias um papel muito activo no apoio de candidaturas de Guimarães e da Muralha de Lugo, que acabaram por ser classificadas como Património da Humanidade.

Fonte: C.M.Braga
Foto: Agência Ecclesia

 

Inaugurado hoje o novo Terminal de Cruzeiros do Porto de Leixões

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Foi inaugurado hoje o novo Terminal de Cruzeiros do Porto de Leixões. A estrutura foi projetada por Luís Pedro Silva – arquiteto e docente na Faculdade de Arquitectura da Universidade do Porto-

O novo Terminal de Cruzeiros do Porto de Leixões é um dos grandes projetos promovidos pela APDL – Administração dos Portos do Douro, Leixões e Viana do Castelo, integrado no Plano Estratégico de Desenvolvimento do Porto de Leixões e que resulta de uma dinâmica de cooperação territorial, interligando dois principais objetivos: por um lado o de melhorar a eficácia comercial do porto, associada à atividade dos cruzeiros e, por outro lado, o de integração urbana, associado ao incremento da sociabilidade com a população envolvente.

O novo Terminal de Cruzeiros é o maior projeto de sempre de abertura do porto à cidade, fazendo do Porto de Leixões uma importante porta de entrada na região e impulsionando definitivamente o crescimento do número de navios de cruzeiro e de passageiros em Leixões, assumindo-se cada vez mais como um porto de cruzeiros.

Com a construção no novo cais com 340m de comprimento inaugurado em Abril de 2011, Leixões começou a poder receber os maiores navios de cruzeiro, acolhendo assim a maior parte dos navios de cruzeiro da atual frota mundial.

 

O novo Terminal localiza-se no Molhe Sul do Porto de Leixões, a apenas 3 Km da cidade do Porto e contempla:

 

  • Novo Cais para Cruzeiros
    Comprimento do cais: 340 m
    Fundos: – 10m (Z.H.L.)
    Comprimento máximo dos navios: 300 m atracação
    Pilotagem obrigatória (para entrada e saída)
    Sem limites de estadia
    Certificação conforme ISPS
  • Estação de Passageiros, situada no edifício central do complexo, com diversas valências para navios em escala, ou que efetuem embarque/desembarque de passageiros. Sem limite de capacidade para passageiros em transito e com capacidade para 2.500 passageiros em turnaround (embarque e desembarque);
  • Cais Fluvio-marítimo para acostagem de embarcações que proporcionem itinerários turísticos no rio Douro;
  • Porto de Recreio Náutico para 170 embarcações e respetivos serviços mínimos de apoio às embarcações, espaços de conveniência e funções de apoio aos tripulantes e navegantes;
  • Estacionamento para autocarros e viaturas ao longo do molhe e estacionamento interior.

 

O novo Terminal de Cruzeiros do Porto de Leixões alberga ainda Parque de Ciência e Tecnologias do Mar da Universidade do Porto e várias unidades de investigação com vocação marítima (da Biologia à Robótica), servindo especialmente de pólo de incubação de novas empresas que irão tirar proveito económico das inovações desenvolvidas na Universidade.

 

Para além disso, este novo edifício será também sede do CIIMAR – Centro Interdisciplinar de Investigação Marinha da Universidade do Porto, uma das mais relevantes unidades de investigação nacionais na área das Ciências Marinhas, integrado num dos únicos 25 Laboratórios Associados ao Estado do país. Para além do CIIMAR, outras unidades de investigação da Universidade do Porto com projetos ligados ao Mar, nomeadamente projetos de desenvolvimento de tecnologias subaquáticas (como veículos submarinos autónomos), vão passar a ter neste edifício espaços próprios para a realização de testes e experiências em ambiente marítimo.

 

Fotos: oceano21.org e APDL
Fonte: APDL

Professora da FMUP preside à Sociedade Portuguesa de Neurociências

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A Sociedade Portuguesa de Neurociências (SPN) tem uma nova presidente. Como instituição que tem como principal objectivo a promoção e o desenvolvimento de investigação cientifica em Neurociências, tal como a disseminação da Cultura Científica, pessoas que estejam motivadas para estar à altura desses mesmos objectivos, são necessárias.

A curiosidade é o motor de tudo  Ciência 2.0 (Dez.2012)

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Isaura Tavares,
professora e investigadora do Departamento de Biologia Experimental da Faculdade de Medicina da Universidade do Porto, é a nova presidente da SPN. Diz querer “garantir que os colegas mais novos têm perspectivas de futuro na investigação em Neurociências”. “Nestes tempos de restrições orçamentais, em que alguns desistem por falta de verbas, a SPN pode, através dos seus congéneres internacionais, proporcionar oportunidades interessantes para os mais novos”, explica a neurocientista.

Isaura Tavares iniciou a vida académica na Faculdade de Ciências da Universidade do Porto (FCUP), onde se licenciou em Biologia. Em 1998 realizou Provas de Doutoramento em Biologia Humana na FMUP, tendo-se dedicado desde então à área das neurociências.

Orientou 15 teses, integrou diversas equipas de investigação, liderou 7 projetos científicos (alguns dos quais de dimensão internacional), assinou 60 publicações em revistas internacionais indexadas e foi premiada 15 vezes, entre 2004 e 2015. O último galardão foi-lhe atribuído pela Fundação Grünenthal, pelo trabalho intitulado “Dor em Doença de Alzheimer: pesquisa de um biomarcador para solucionar o problema da sua subavaliação” , que desenvolveu com cientistas da Universidade de Lisboa e do Hospital de Cascais.

Os portugueses são muito resignados … Ionline (Mar.2015)

Natural de Massarelos, a investigadora, que é também vice-presidente da Associação Portuguesa para o Estudo da Dor (APED), ocupou diversos cargos nos órgãos de gestão da FMUP, mantendo ainda o seu lugar (pelo terceiro mandato consecutivo) no Conselho Científico da FMUP.

A SPN trabalha proximamente com instituições como o Centro de Neurociências de Coimbra, o IBMC, IMIM, a Escola de Ciências da Saúde de Braga, a Universidade da Covilhã, a Faculdade de Farmácia da Universidade de Lisboa, o Instituto Gulbenkian de Ciência e a Fundação Champalimaud. Trabalha ainda com outras instituições europeias.

Agora na frente da SPN, Isaura Tavares tem uma maior capacidade de alcance para que possa fazer mais de forma mais generalizada. Portugal e a Sociedade Portuguesa de Neurociências está agora no bom caminho para um maior desenvolvimento que nos poderá levar a grandes avanços e descobertas nesta área.

Mais um vez, Portugal e os portugueses mostram a sua capacidade de se desenvolverem e prosperarem, mostram mais de si e do seu valor imenso, mostram a sua capacidade de decisão e de comprometimento a uma causa em que acreditam. Que são capazes de atravessar fronteiras e de cooperar com os outros. Tal como Isaura Tavares, a SPN quer incentivar ao regresso de neurocientistas para Portugal e quer aumentar a divulgação cientifica para outros e para todos.

Fonte: UP

Mel de Eucalipto da Lousamel conquista Medalha de Bronze no Concurso Nacional de Mel

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Ana Paula Sançana, responsável da Cooperativa Lousamel, afirma que tem sido um ano excepcional para a Cooperativa que dirige. Certa que quem não concorre, não ganha prémios e existem infindáveis produtos de qualidade pelo nosso Portugal fora, Ana Paula acredita que os seus produtos são excepcionais heart emoticon.

O que fazemos, fazemos bem, mas bem!

Desta vez, com a mais recente linha de mel, criada para escoar o néctar dos seus produtores das zonas mais a litoral, Mel de Eucalipto. Ganharam a Medalha de Bronze no Concurso Nacional de Mel, mas a responsável deixa o compromisso “de fazermos as nossas abelhas voar para o ano conquistarmos a medalha de ouro”.

De acordo com a Agronegócios, ao contrário da tendência mundial, a apicultura é um sector que regista crescimento em Portugal. Em 2015, a Federação Nacional dos Apicultores de Portugal (FNAP) prevê um aumento de produção entre 10% e 12%, ou seja, quase o triplo da média dos últimos anos.

O preço pago ao produtor tem vindo a subir, na ordem dos 15% ao ano, devido à escassez do produto no mercado, o que tem incentivado os apicultores a aumentarem a sua actividade. A estrutura de produção em Portugal também é muito competitiva, com um apicultor profissional a ter uma média de 350 colmeias, enquanto ao nível europeu, este número é de 150, salienta a FNAP. Contudo, «é necessário investir no sector, no sentido de o mel não ser vendido a granel, mas sim, depois de transformado, aumentando, desta forma, muito o seu valor e a rentabilidade dos produtores». O valor do sector apícola em Portugal está calculado em 50 milhões de euros, de acordo com dados da FNAP.

A tendência mundial é, por seu turno, de queda, com os EUA a perderam, nos últimos dez anos, mais de metade do número de colónias. Em França, este número é de 40%, o que tem levado à elaboração de vários estudos científicos, que têm identificado os pesticidas da família dos neonicotinóides como responsáveis, existindo, mesmo, já, legislação europeia para restringir o seu uso.

Fonte: Lousamel e Agronegocios.eu