“ElaPedala” quer equipar as mulheres destemidas que praticam ciclismo e triatlo

elapedala1A ElaPedala quer equipar as mulheres destemidas que praticam ciclismo e triatlo com vestuário/equipamento e acessórios modernos e de alta qualidade. Criada por e para triatletas e ciclistas pelo mundo fora, a marca oferece produtos que não são apenas divertidos e chiques, como também tecnicamente desenvolvidos e ultra resistentes.

A marca tem as suas raízes na carreira desportiva de Abigail Smith. A triatleta americana, a viver em Portugal, tinha dificuldade em encontrar roupa original, com estilo e conforto. Viver num país incomparável com as paisagens e a gente da comunidade atlética sem igual, foi o ímpeto para tornar o sonho em realidade.

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Bonitas e fantásticas. É desta forma que nós, mulheres ciclistas, nos vemos quando pedalamos na estrada, na montanha ou no ginásio, demonstrando aos rapazes que embora sejamos constituídas de forma diferente, somos igualmente hábeis nas duas rodas.

A ElaPedala surge num momento em que um número crescente de mulheres começam verdadeiramente a descobrir o ciclismo e o triatlo. Abigail Smith acredita que”que as mulheres podem ser ferozes e fabulosas na bicicleta”. “Compreendemos que pedalar também é fisicamente, emocionalmente e financeiramente exigente, razão pela qual pretendemos que a ElaPedala proporcione designs fantásticos e inovadores sem comprometer a excelência técnica e a acessibilidade, tanto para profissionais experientes como para os novos praticantes”, acrescenta a criadora.

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A marca já veste reputadas atletas portuguesas como Sheila Marques, campeã nacional 2015 de Duatlo em Age Group 30/34 e Ana Filipa (Pipa) Santos, campeã nacional 2015 de triatlo de longa distância 2015, Karin Omberg e Tuxa Negri.

Fotos: Vítor Bastos

A Noocity venceu a 8.ª edição do Prémio Nacional Indústrias Criativas

noocity_premioA Noocity dedica-se ao desenvolvimento de soluções práticas e eficientes para a agricultura urbana.O objectivo da startup portuense é incentivar a prática de hábitos e rotinas mais ecológicos e saudáveis, tornando o dia a dia dos cidadãos urbanos modernos mais fácil e agradável.

As soluções da startup permitem a qualquer pessoa o cultivo do seu próprio alimento saudável. Apresenta, designadamente, a Noocity Growbed, uma cama de cultivo com sistema de autorrega, fácil de montar e de baixa manutenção, onde se pode plantar, em qualquer lugar, uma grande variedade de legumes, frutos e ervas. Interpretando uma das tendências mais positivas do mercado global, a Noocity – Urban Ecology foi anunciada nesta quarta-feira, no Super Bock CLAB, em Lisboa, como a grande vencedora da 8.ª edição do Prémio Nacional Indústrias Criativas.

A ideia surgiu na primavera de 2013 quando os amigos José Ruivo, Pedro Monteiro e Samuel Rodrigues resolveram montar uma horta num pátio de um prédio no centro da cidade do Porto.  Por não encontrarem produtos adequados para agricultura urbana decidiram cultivar os seus próprios alimentos, juntaram esforços e experiências em arquitectura e permacultura e resolveram construir os seus equipamentos.

No verão do mesmo ano já partilhavam legumes e ervas aromáticas que cresciam aos montes numa série de caixas e sistemas onde antes só havia cimento. Os protótipos foram evoluindo e os três perceberam que poderiam transformá-los em produtos, a ideia amadureceu, tomou forma e em Setembro do mesmo ano nasce oficialmente a Noocity Ecologia Urbana.

O nome Noocity surge da mistura entre o prefixo NOO que representa a consciência colectiva e a palavra CITY que faz referencia ao universo urbano. A empresa quer ajudar a trazer a produção de alimentos para dentro de casa, desenvolvendo equipamentos eficientes e acessíveis que permitem que as pessoas produzam comida nas cidades de forma simples e ecológica.

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A Noocity para mim, tem sido sobretudo um desafio, um projecto em que acredito bastante, por se tratar, em certa medida, de um novo tipo de indústria, mais sustentável. Tem sido um prazer e é um orgulho fazer parte deste projecto inteiramente desenvolvido em Portugal.

– Leonor Babo (Responsável pela área de comunicação)


Ao conquistar o galardão principal, a Noocity recebe 25 mil euros para investir no desenvolvimento do seu projecto. Torna-se também a representante de Portugal na Creative Business Cup. Realizada anualmente, esta competição internacional das indústrias criativas reúne os projectos vencedores de concursos de âmbito nacional realizados nos respectivos países de origem.

A 8.ª edição do Prémio, uma iniciativa da Unicer com a Fundação de Serralves, fica também marcada pela atribuição de uma Menção Especial à Bio Boards. O júri do concurso quis, deste modo, reconhecer um projecto que assume o desafio de produzir skates, pranchas de surf e outros produtos com o mínimo impacto ambiental. A configuração única de uma das suas criações, que permite sensações reais de surf em terra, e a opção pela cortiça portuguesa são aspectos que diferenciam a Bio Boards.

Das quatro categorias a concurso, o júri decidiu também atribuir o Prémio Conteúdos e Novos Media à Book in Loop, uma plataforma online, suportada por uma rede de postos com dispersão nacional, que otimiza o tempo de vida dos livros escolares. Permite reduzir o impacto financeiro do arranque do ano escolar nos orçamentos familiares; reduzir o impacto ambiental da utilização de livros escolares e educar os jovens para os valores da poupança e da boa gestão dos recursos.

Fontes: Noocity; Prémio Nacional Indústrias Criativas
Fotos: DR

https://youtu.be/dUX1aGdADb4

 

The Europas : Melhor startup europeia na categoria de moda é portuguesa

chicbychoice_startupsA Chic by Choice venceu o prémio The Europas, na categoria de moda. Esta distinção vem juntar-se a outras,  como o bronze conquistado há um mês, em Barcelona, na 6ª Edição dos Prémios Europeus de E-commerce.

Filipa Neto e Lara Vidreiro, fundadoras do projecto, conseguiram, no espaço de dois ano, grandes feitos, entre eles a conquista da liderança do mercado europeu. Hoje têm no seu portefólio a compra de uma empresa alemã e dos activos de uma outra inglesa.

A Excelência Portugal esteve à conversa com Filipa Neto, co-fundadora do projecto, do qual se sente muito orgulhosa, e com razão, as conquistas já são muitas. A empreendedora orgulha-se sobretudo de “num espaço tão curto de tempo terem validado todos os pontos do negócio com que se tinham comprometido com os investidores” e de ter “uma equipa fantástica, em que de facto conseguem estabelecer objectivos e executá-los”.

Filipa conta-nos os esforços que a empresa tem feito, “a Chic by Choice fez um grande trabalho no primeiro ano, ao nível de ir captar o mercado de aluguer e de convencer as pessoas a deixarem de comprar para irem alugar, ou a usarem em vez de fornecedor a que estavam habituadas a usar para alugar e passarem a transferir esses alugueres para a Chic by Choice. E acho que aí conseguimos fazer um bom trabalho pela questão da marca, do serviço, do próprio produto que temos online”.

O objectivo da Chic by Choice está distribuido em dois pontos-chave. Por um lado, quer resolver todos os problemas de excesso de inventário dos retalhistas, ou seja, pretende ser a solução dos retalhistas quando estes se deparam na situação de não conseguirem escoar o excesso de inventário. Filipa espera que “não fiquem com as mãos na cabeça, quando pensarem, «tenho 20 por cento de excesso de inventário, como é que eu me vou livrar dele?»”. A ideia é, portanto, oferecer “uma boa solução que lhes dê muito maior retorno do que alternativas que eles têm hoje, que é venderem as peças com descontos muito pesados”. Por outro lado, a Chic by Choice almeja oferecer uma boa experiência ao utilizador, diz esperar que “os clientes tenham gosto pela experiência e o acesso a estes artigos fantásticos, mas não tenham necessidade de os ter no armário”, anuncia Filipa.

É nesta mudança de paradigma, a aquisição vs experiência, que assenta toda a sharing economy e na qual a Chic by Choice participa e acredita. Neto resume as suas ambições para o futuro da empresa em 2025: “por um lado, espero termos revolucionado toda a dimensão dos retalhistas, e por outro lado, espero que os clientes se entusiasmem cada vez com a posse dos itens, e mais com a experiência de os ter um bocadinho seus, e depois ter uma coisa nova no dia a seguir. Acho que também é um estilo de vida muito interessante”.

Foto: DR
Entrevista: Carlota Perestrello

 

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Antigas alunas do Técnico lançam marca de roupa de praia com tecido revolucionário

coracaobobo1aSara Santos, Rafaela Monteiro e Daniela Francisco, antigas alunas de Arquitectura no Instituto Superior Técnico, lançaram a Coração Bobo, uma nova marca de fatos de banho com um tecido revolucionário que permite o bronzeado e não deixa marca.

As três antigas alunas do Técnico, que trabalham na área da sua formação, decidiram lançar a marca, dando resposta a uma aspiração de muitas mulheres: e se existisse um fato de banho que não deixasse marcas?

A solução foi encontrada num tecido composto por um fio especial de poliéster desenvolvido especificamente para controlar a transmissão dos raios solares. Funciona como um filtro selectivo dos raios UV, em que a quantidade pré-seleccionada de ambos os comprimentos de onda, UV-B e UV-A, resulta numa combinação perfeita que proporciona um bronzeado uniforme. Os UV-B, perigosos e cancerígenos, são absorvidos em cerca de 90% pelo fio. Os UV-A, menos nocivos e responsáveis pelo tom bronzeado da pele, são selectivamente transmitidos.

coracaobobo2aUltrapassada a questão técnica, as responsáveis pela marca apostaram no design, tendo em vista peças que realçassem a beleza feminina, sendo simultaneamente jovens, confortáveis e sensuais. Por outro lado, o principal objectivo esteve sempre muito presente, ao tentarem minimizar costuras, dobras e elásticos – elementos que dificultam a passagem dos raios solares.

A inovação está também patente nos padrões. A marca quis romper com os estampados correntes e introduzir novas cores, novos desenhos. Assim, os estampados são o resultado de um longo processo de experimentação, a partir de técnicas manuais, que permitiu explorar novas formas, cores e combinações.

Os novos fatos de banho estão, desde dia 29 de maio, à venda no site da marca e custam 55 euros cada.

Fotos: DR

“THE LOVE FOOD – a gula deixou de ser um pecado”

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O conceito passou de blogue a negócio, e assim surge a primeira empresa inovadora de comida saudável 100% vegetal, ecológica e BIO, com fábrica de pastelaria e salgados, serviços de catering, consultoria e workshops. 

Há seis anos, Maria de Oliveira Dias mudou-se para uma quinta, meteu as mão na terra e criou a sua primeira horta. Não foi o primeiro passo para uma vida saudável – é vegana há quase 20 anos e Health Coach pelo Institute for Integrative Nutrition NY -, mas foi o ponto de viragem. Desencantada com a comida vegetariana e vegana disponível no mercado, criou o blogue “The Love Food”, com mais de um milhão de visualizações, e, 4 anos depois, a empresa com o mesmo nome que fabrica todos os dias várias delicias, disponíveis agora em várias e conceituadas lojas do país.

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A primeira empresa portuguesa de comida saudável ecológica, 100% vegetal e BIO, com fábrica de pastelaria e salgados, e opções sem açúcar e sem glúten, nasceu assim e vai além da produção. Com o intuito de ensinar os portugueses e de os levar a comer melhor e de forma saudável e saborosa, o “The Love Food” aposta em consultoria para particulares e empresas, workshops de comida saudável e catering para eventos. Os contactos podem ser feitos através do site da marca: www.thelovefood.pt, que faz entregas ao domicilio para Lisboa, Cascais e Sintra.

Os ingredientes utilizados são sempre frescos e sazonais. Corantes, conservantes ou químicos com nomes impronunciáveis ficam de fora. Nos bolos, biscoitos e bolachas sem açúcar são usadas geleias naturais, como a de agave ou arroz, em alternativa, o que os torna adequados para diabéticos ou simplesmente para aqueles que querem deliciar-se sem arruinar a linha. Daí a origem do lema da empresa e do blogue: “A Gula Deixou de Ser Pecado”.

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Entre os produtos mais procurados destacam-se o Decadente bolo de chocolate, as barras de aveia, a Granola com açúcar de coco e óleo de coco, os Donuts sem glúten feitos no forno e baixos em gordura (são usados purés de fruta para substituir a gordura), a Mousse de chia e framboesa sem açúcar, os brownies adoçados com tâmaras e sem glúten e os Queques de beterraba com cobertura de chocolate, ideais para as crianças que torcem o nariz aos vegetais. Já nos salgados,  as massas são elaboradas com azeite, cúrcuma e farinhas integrais, preparadas no forno, com um único objetivo: que tudo seja irresistível e incrivelmente delicioso. A mais recente aposta de catering são os brunchs, com um custo de 35 euros, para 4 pessoas, ou 65 euros, para 8 pessoas, compostos por papas de aveia, panquecas, granola, barras de cereais e outros deleites sem glúten ou açúcares.

E porque não basta partilhar, é preciso ensinar, o “The Love Food” disponibiliza serviços de consultoria, para empresas e particulares, onde são trabalhadas receitas à medida, analises nutricionais, e até são planeadas idas ao supermercado. Nos workshops são partilhados e postos em prática alguns dos ensinamentos do blogue e do conceito da marca, também numa vertente infantil, com workshops para crianças, nas escolas, onde estas podem colocar as mão na massa e aprender alternativas saudáveis para as suas refeições, snacks e pequenos-almoços.

Os produtos e serviços do “The Love Food” podem ser vistos e encomendados no site oficial, www.thelovefood.pt, bem como nos já muitos pontos de venda: Biomercado (Lisboa), Mercearia 29 (Carcavelos), Horta do Bairro (Campo de Ourique), Pomarinho da Várzea (Sintra), Juicefood by L&E (Almada Fórum), Maria Granel (Lisboa), Miosótis (Lisboa), Green Store (Braga), Villa Bio (Lisboa), Be U (Ericeira), Mio Super Natural (Santarém) e Terra Pura (Amoreiras Shopping Center e Colombo, Lisboa), entre outros.

Fonte: thelovefood
Fotos: DR

Jovens lançam solução inovadora para idosos e familiares

onecaredoriOneCare Dori é uma solução tecnológica proposta por quatro jovens de Coimbra para apoiar os idosos a tomarem a medicação de forma correcta, fornecendo informação e alertas em tempo-real aos seus cuidadores ou familiares, e que acaba de ser lançada a uma escala mundial, através de uma campanha de Crowdfunding, com o objectivo de angariar os 15 mil euros necessários para concluir o processo de desenvolvimento do produto.  

Acreditamos que esta solução contribui para o aumento da condição de bem-estar e retardamento da deterioração do estado de saúde de milhares de idosos, apoiando ainda os seus cuidadores que sentem normalmente a pesada responsabilidade de cuidar de alguém mais fragilizado, no mundo acelerado e agitado dos dias de hoje

Por todo o mundo, milhares de idosos têm a necessidade de tomar medicação de forma regular, medir a tensão arterial, controlar a diabetes, entre outros. Quando estas tarefas críticas são esquecidas ou descuradas, o estado de saúde do idoso fica gravemente comprometido a curto prazo. Se somarmos a isto o facto dos respectivos cuidadores ou familiares terem hoje em dia um estilo de vida bastante activo, que não lhes permite estar presentes da forma como gostariam, esta questão assume proporções e consequências maiores e mais nocivas.

Perante este problema social, estes jovens, decidiram colocar “mãos à obra” e criar uma solução que conseguisse actuar de forma preventiva. “Fizemos um ‘cocktail de tecnologias’ que permite a utilização simplificada do sistema por parte dos idosos e dos seus cuidadores. Os lembretes interactivos são accionados automaticamente no formato de uma chamada de voz personalizada para o telefone fixo ou móvel do idoso enquanto o cuidador recebe as notificações e alertas no smartphone em tempo-real. Os mais velhos, em geral, estão habituados a usar o telefone-fixo, ao contrário dos smartphones que são utilizados tipicamente por gerações mais novas – os seus cuidadores ou familiares”, explica a equipa composta por Diogo Bhovan, Mário Pereira, Marisa Malva e Marta Pinto.

O sistema permite ainda “utilizar a rotina diária do idoso ou o manuseamento da caixa de medicamentos, para desencadear automaticamente os lembretes interactivos. Todas estas informações podem ser personalizadas e acompanhadas em tempo-real pelo cuidador através do seu smartphone”.   Para concretizar o desenvolvimento do OneCare Dori foi lançada, na plataforma Indiegogo, uma campanha de Crowdfunding (angariação de fundos) a decorrer até 6 de julho: “qualquer pessoa pode apoiar este projeto através da compra antecipada do OneCare Dori a preços exclusivos, ou através de um donativo simbólico (mínimo 1€). Tudo isto pode ser feito em www.dori.pt onde consta a explicação detalhada sobre o produto e funcionamento do mesmo”, esclarecem os jovens.

Foto: DR

SeaBookings.com – como duas irmãs holandesas conquistaram o mar português

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Quando as irmãs Bo e Femke Irik emigraram da Holanda para Portugal, rapidamente se apaixonaram pelo mar. Movidas por essa paixão e dotadas de um forte espírito empreendedor herdado dos pais, as duas irmãs criaram a SeaBookings – uma plataforma online que permite ao turista facilmente descobrir, comparar e reservar passeios de barco e actividades náuticas.

A Femke tinha 8 e a Bo 10 anos de idade quando os seus pais decidiram trocar o estilo de vida cinzento da Holanda pela vida solarenga em Lagos, no Algarve. As irmãs rapidamente se conformaram com a emigração quando se apaixonaram pelo Atlântico durante as suas aulas de vela e surf. Após terem concluído os estudos em Lisboa e a Bo também ter a certeza de que seria em Portugal que queria se estabelecer depois de ter ido tirar o mestrado na Holanda, as irmãs decidiram aproveitar a paixão pelo mar para darem alas ao seu desejo empreendedor.

Nas ferias de verão, as irmãs faziam sempre os exames na primeira fase de forma a ter mais tempo para se dedicarem à venda de bilhetes para um dos operadores marítimos de Lagos para ganharem “uns trocos”. Este foi o primeiro contacto com aqueles que hoje são os clientes da SeaBookings: os operadores marítimos e os turistas. Foi durante esta experiência que, na perspetiva das irmãs, se tornou claro que o processo de venda de bilhetes para atividades náuticas poderia ser optimizado. Foi então que nasceu a ideia por detrás da SeaBookings.

A SeaBookings permite comparar e marcar de passeios de barco e actividades náuticas de forma fácil, quando se quiser e de onde se quiser – Femke Irik

A ideia é simples. Por um lado, as irmãs ajudam os pequenos operadores marítimo-turísticos, por exemplo um pescador de Alvor que de vez em quando leva turistas em passeios de pesca, a ganharem visibilidade online e fornecendo um novo canal de vendas. E por outro lado, a SeaBookings permite ao turista planear melhor as suas férias, comparando e marcando as suas actividades preferidas pela internet.

As irmãs Irik trabalham dia e noite para melhorar e fazer crescer a SeaBookings. Em fevereiro de 2014, quando lançaram o projecto, apenas contavam com cinco operadores na zona de Lagos. Agora a SeaBookings já disponibiliza mais de 150 passeios de barco e desportos aquáticos ao longo da costa portuguesa, desde os passeios de barco às famosas grutas de Lagos ao stand-up paddle boarding em Cascais.

A plataforma também já disponibiliza algumas actividades em Cabo Verde, o primeiro passo para a expansão global pretendida. Já muitos turistas que marcaram experiências inesquecíveis pela SeaBookings.com, principalmente de origem alemã, inglesa e holandesa. O acesso à plataforma também pode ser feito através do telemóvel.

Embora Portugal seja um excelente ponto de partida, temos o mundo aos nossos pés. A SeaBookings ambiciona tornar-se líder mundial neste nicho – Bo Irik

Para a época de 2016, a grande tendência será o passeio de barco com visita às grutas e golfinhos com partida da Marina de Albufeira. Este passeio é um dois-em-um, pois combina o prazer de navegar ao longo das formações rochosas impressionantes do Algarve com a adrenalina de procurar golfinhos selvagens no meio do Atlântico.

Foto: DR

Açores: Concurso Regional de Empreendedorismo

cre2016aO Concurso Regional de Empreendedorismo recebe inscrições até ao dia 15 de junho e procura projectos na região dos Açores com potencial de evolução para negócios inovadores, exequíveis e capazes de dar resposta às necessidades do mercado. A competição pretende estimular a capacidade de iniciativa, a criatividade e o comportamento empreendedor nos Açores, promovendo a criação de empresas que venham acrescentar valor à oferta actual da região.

A Vice-Presidência do Governo dos Açores, através da Sociedade para o Desenvolvimento Empresarial dos Açores (SDEA), promove este ano mais uma edição do Concurso Regional de Empreendedorismo.

Podem concorrer pessoas singulares com mais de 18 anos, individualmente ou em grupo, apresentando projectos que conduzam à criação, nos Açores, de negócios inovadores, exequíveis e que respondam a necessidades do mercado.

Os projectos a concurso deverão ser susceptíveis de dar origem, no mercado onde pretendem actuar, a novos produtos, processos ou sistemas, ou à introdução de melhorias significativas em produtos, processos ou sistemas já existentes, que possam ser inseridos, de forma coerente, em estratégias empresariais.

Os projectos deverão ser apresentados em formulário electrónico, disponível no sítio da Internet da SDEA, a enviar por correio electrónico a partir do dia 01 de maio e até às 24h00 do dia 15 de junho.

O Concurso decorrerá em três fases, permitindo que as ideias de negócio apresentadas na fase inicial e que transitem para as fases posteriores sejam sujeitas a um processo de desenvolvimento e consolidação, com o objectivo de garantir exequibilidade aos projectos vencedores.

Áreas prioritárias a concurso com relevância para a pontuação dos projectos (prioridades para o desenvolvimento regional):

- Agricultura, Pecuária e Indústria Agroalimentar;
- Pescas e Aquicultura;
- Meio Ambiente e Tratamento de Resíduos;
- Energias Renováveis;
- Construção ambientalmente sustentável;
- Tecnologias de Informação e Comunicação (TIC);
- Tecnologias Marinhas;
- Biotecnologia;
- Construção e Reparação Naval avançada/ecológica;
- Transporte e Logística;
- Turismo;
- Design;
- Multimédia e software;
- Indústrias criativas;
- Marketing, Comunicação e Publicidade.
Os prémios a atribuir serão no valor de, respectivamente, 25 mil, 20 mil e 15 mil euros para o primeiro, segundo e terceiro lugares, e apenas serão concedidos na condição de passarem a integrar o capital social das empresas a criar para o desenvolvimento do negócio premiado.
Aos projectos seleccionados para a segunda fase será oferecida consultoria de gestão e/ou formação em empreendedorismo, ou ainda a participação em oficinas ou eventos similares.
Fonte: SDEA
Foto: DR

Lisboa é a melhor cidade para se trabalhar e para se viver segundo a BBC

Lisboa_BBC2A BBC elogia a cidade que recupera da crise que afectou a zona euro e faz um notável esforço para atrair empreendedores de todo o mundo. Start-ups, surf e sol fazem de Lisboa a melhor cidade para se trabalhar e para se viver.

Os apoios existentes para a criação de novas empresas são salientados no artigo da autoria de Lennox Morrison. A autarquia, a InvestLisboa e a Startup Lisboa são apontadas como catalisadores deste ecossistema empreendedor.  A Startup Lisboa, fundada em 2011, já ajudou a criar mais de 250 empresas, nas quais cerca de 30% dos novos empresários são estrangeiros

Para a BBC, os esforços realizados pelas entidades referidas e a requalificação urbana, contribuíram para a conquista do título de European Entrepreneurial Region of the Year (Região Empreendedora Europeia do Ano).

A proximidade com o Atlântico, as praias douradas, os cerca de 220 dias de Sol por ano, a língua inglesa ser amplamente falada, e ainda os custos  no que respeita a rendas e colaboradores serem competitivos face a outras capitais europeias, são referidos como factores de atracção de Lisboa.

Fontes: BBC; Sapo24
Foto: visitlisboa.com

AZOR Gin nasce inspirado no arquipélago dos Açores

Azor_GinAZOR, é este o nome do mais recente Gin Nacional. Azor de Açor, a ave que deu o nome aos Açores e agora ao Gin. Tal como o nome indica traz no seu interior todo o espírito do arquipélago nomeadamente com uma das suas frutas mais características, o ananás.

O AZOR Gin é uma marca da recente criada empresa “Drinks & Flavours, Lda.” que têm como uma das suas sócias fundadoras a “Master destiller” Marta Pinto. Este novo gin pretende homenagear os descobrimentos Portugueses, em especial a descoberta do arquipélago dos Açores.

Estamos perante um gin premium com notas frutadas destilado em Portugal continental com as melhores especiarias e produtos regionais do arquipélago dos Açores, sujeito a 5 destilações individuais. O ananás dos Açores ocupa um lugar de destaque, sendo notória também a presença do cardamomo, do limão galego e do zimbro. No total, são 19 os botânicos utilizados na destilação do AZOR.

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Marta Pinto

A produção tem lugar numa unidade de destilação, na região da Nazaré, criada propositadamente para este projecto e sob a direcção de Marta Pinto, a única destiladora Portuguesa e uma das poucas a nível mundial.

É aconselhado que seja servido apenas com duas vagens de cardamomo. É também sugerida a mistura de manjericão na bebida final.

De acordo com a criadora do AZOR,  a primeira produção esgotou rapidamente.

Fonte: AZOR;templeofgin
Foto: DR