Gerês foi capital mundial do Trail Running

artigo1aCarlos Sá prometeu “o melhor Campeonato do Mundo da história” e cumpriu. A elite do Trail Running disputou o 6º campeonato  mundial nos trilhos do Parque Nacional Peneda-Gerês.

O trail tem registado um crescimento meteórico em todo o Mundo e Portugal não é excepção. De norte a sul e ilhas, o número de provas não para de crescer, chegando a totalizar uma dezena no mesmo fim de semana. Um dos responsáveis por este fenómeno é Carlos Sá, o mais mediático e premiado ultramaratonista português e organizador deste evento.

O nosso país possui excelentes características para a prática da modalidade e os estrangeiros confirmam-no. Muitos dos participantes neste campeonato já passaram pelos trilhos de provas como o Estrela Grande Trail,  Azores Trail Run, Azores Triangle Adventure, MIUT-Madeira Island Ultra Trail, Eco-Trail Funchal e Ultra SkyMarathon Madeira, entre outras. No rescaldo da vitória, a campeã do mundo, Caroline Chaverot (França), confidenciou-me que elegia o MIUT como a prova do ano.

Braga foi a anfitriã das selecções, acolhendo-as nos diversos hotéis situados no Bom Jesus, cidade que recebeu também as cerimónias de abertura e encerramento da prova.

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A prova teve início na madrugada do dia 29 de outubro em cima das pontes do Rio Caldo. Passou no concelho de Montalegre, na aldeia de Fafião, ao quilómetro 30.  No centro da vila do Gerês estava instalada a logística dos participantes. Os atletas atravessaram toda a serra Amarela, entraram no território de Ponte da Barca, passaram pelas portas de Mezio e terminaram em Arcos de Valdevez. Foram cerca de 85 quilómetros e 4.500 metros de desnível acumulado disputados num percurso duro e técnico debaixo de uma temperatura relativamente alta.

O previsto duelo França-Alemanha veio a concretizar-se e ironicamente depois de acabarem no ano passado em segundo lugar, Luis Alberto Hernando (Espanha) e Caroline Chaverot (França) sagraram-se campeões do mundo 2016. 

Até ao quilómetro 30 íamos 12 no grupo de frente, mas, depois, senti-me bem para me isolar. Estou muito contente e desfrutei muito de um percurso que foi muito bem conseguido e marcado – Luis Alberto Hernando à LUSA

O espanhol, de 38 anos, cortou a meta com o tempo de 8:20.26 horas, tendo os restantes lugares do pódio masculino sido ocupados pelos gauleses Nicolas Martin e Sylvian Martin.

O melhor português foi Tiago Aires, que terminou na 13.ª posição, com 9:14.34 horas. Ricardo Silva foi 13º (9: 23.05 horas), Armando Teixeira 39º com 10:o4.50 horas, Luis Fernandes 45º com 10:17.55 horas e Hélio Fumo 56º com 10:33.23 horas.

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Foi uma corrida muito difícil, tive mesmo de me sentar para descansar um pouco, e, como tinha uma adversária mesmo atrás de mim, tive na parte final de dar tudo por tudo. Foi uma das corridas mais difíceis que fiz e por isso estou muito contente por vencer – Caroline Chaverot à Lusa

No sector feminino, Caroline Chaverot conquistou o ouro ao cortar a meta com 9:39.40 horas, sendo seguida por Azara Garcia Salmones (Espanha) e Ragna Debats (Holanda). O lote das favoritas perdeu Emelie Forsberg (Suécia) por volta dos 33 Km.

Sara Brito, a primeira portuguesa, arrecadou a 21ª posição com 11:25.11 horas, Ester Alves a 27ª com 11:33.07 horas, Sofia Roquete a 35ª com 11:57.41 horas, Fernanda Verde a 38ª com 12:09.37 horas, Natércia Silvestre a 42ª com 12:21.52 horas e Olívia Sousa em 55ª com 12:54.26 horas.

Iniciaram a prova 234 atletas, tendo terminado 199, representando 37 países.

artigo3Portugal pode sonhar com prestações de maior nível. Isso mesmo esteve patente nas declarações de Tiago Aires, Ricardo Silva e Armando Teixeira que salientaram a diferença de condições com que se deparam face às que grandes “armadas” presentes no evento dispõem.

O trail running nacional demonstrou o seu potencial com duas excelentes classificações, 4ª posição colectiva em femininos e 5º lugar em masculinos, o que representa uma significativa evolução em relação às posições alcançadas no mundial de 2015 (ambas próximas do 20ºlugar).

Lutaram até à exaustão e mostraram ao mundo que apesar de sermos um pequeno País temos gente com garra e resiliência para chegar sempre um pouco mais além. Surpreendemos os menos avisados com um conjunto que acima de qualquer vaidade individual se uniu pela nação – Rui Pinho, Presidente da ATRP

Os resultados obtidos foram elogiados pelos presidentes da Federação Portuguesa de Atletismo e da Associação de Trail Running de Portugal, respectivamente Fernando Mota e Rui Pinho.

artigo4Depois do “melhor mundial de sempre”, cabe agora  aos italianos a organização da edição de 2017.

Resultados masculinos

1, Luis Alberto Hernando (Espanha) — 8:20:26
2. Nicolas Martin (França) — 8:30:06
3. Sylvain Court (França) — 8:30:39
4. Benoît Cori (França) — 8:36:25
5. Ludovic Pommeret (França) — 8:44:15
6. Diego Pazos (Suiça) — 8:54:00
7. Aurélien Collet (França) — 8:55:57
8. Tòfol Castanyer (Espanha) — 8:58:28
9. Andy Symonds (Grã-Bretanha) — 9:00:04
10. Stephan Hugenschmidt (Alemanha) — 9:01:19

Resultados femininos

1. Caroline Chaverot (França) — 9:39:40
2. Azara García (Espanha) — 9:45:01
3. Ragna Debats (Holanda) — 9:47:38
4. Nathalie Mauclair (França) — 10:13:37
5. Gemma Arenas (Espanha) — 10:21:11
6. Kathrin Götz (Suiça) — 10:30:41
7. Jo Meek (Grã-Bretanha) — 10:36:12
8. Beth Pascall (Grã-Bretanha) — 10:41:35
9. Michaela Mertová (República Checa) – 10:42:59
10. Teresa Nemes (Espanha) – 10:44:07

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Parque Natural do Faial conquista prémio EDEN Innovation Awards 2016

eden_FAIAL2O Parque Natural do Faial conquistou o primeiro prémio de ‘Experiência na Natureza’ dos galardões “EDEN Innovation Awards 2016”, na cerimónia que decorreu quarta-feira em Melliene, Malta, no âmbito do 11.º encontro da rede de Destinos Europeus de Excelência.

O Parque Natural do Faial concorreu com sete outros destinos EDEN, nomeadamente a Taiga Selvagem, na Finlândia, Naturpark Ötscher-Tormäuer, na Áustria, Kaposvar and the Zselic area, na Hungria, Zuid Limburg, na Holanda, Waimes, na Bélgica, e o Mincio Park e o Sistema Fluviale Nera Velino, ambos em Itália.

A descida acompanhada à Reserva Natural da Caldeira do Faial, iniciativa premiada na sequência da regulação que foi criada e que contemplou a promoção pública de cursos de Guias da Caldeira, registou este ano, até à data, 47 grupos operados por sete empresas locais.

A Reserva Natural da Caldeira do Faial é a mais antiga área classificada do arquipélago dos Açores, completando 45 anos a 7 de março.  Nesta reserva natural estão localizados sete de nove habitats prioritários nos Açores, bem como dois terços das espécies endémicas de plantas vasculares.

A nota de imprensa do Governo Regional salienta que este importante património natural é ainda mais valorizado pela imensa cratera de um vulcão em que se insere, com dois quilómetros de diâmetro e uma profundidade média de 400 metros.

Para além de Reserva Natural, seguindo os critérios da IUCN – International Union for the Conservation of Nature, é também área integrante da Rede de Natura 2000, do sítio Ramsar e de um geossítio prioritário do Geoparque Açores, acrescenta a nota.

Fonte: GaCS/OG
Foto: GaCS/OG

 

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Freakloset: nova marca de calçado premium 100% nacional vai desfilar em Londres

Equipa Freakloset1Freakloset é a nova marca de calçado premium 100% português que chega aos mercados nacional e internacional com uma proposta de valor única: reinventar os modelos mais clássicos, icónicos e intemporais de calçado, tornando-os totalmente personalizáveis com novas cores e novos materiais.

Este é apenas o primeiro passo rumo à expansão da marca que tem por objetivo a internacionalização, já em 2017 – Joana Lemos

A ideia partiu da jovem empreendedora de 26 anos, Joana Lemos, Designer & Founder da Freakloset, formada em Gestão e Administração de Empresas (Universidade Católica, Lisboa), com mestrado em Marketing (ESADE, Barcelona) e em Design (Parsons School of Design, Nova Iorque e IAE, Lisboa). Incentivada pela vontade de criar um produto inédito, que se adaptasse a diferentes estilos e personalidades, Joana cria aquele que seria o primeiro esboço da Freakloset, fruto da sua tese de mestrado na ESADE. Após uma rigorosa análise de mercado, decide avançar com a criação da marca em Portugal, tendo, desde então, trabalhado para encontrar os melhores materiais, o melhor processo de produção, os melhores fornecedores e o melhor design para garantir que apresentava um produto único, nacional, que primasse pela qualidade, detalhe, conforto e design.

O sucesso da sua estratégia de negócio foi desde logo comprovado com uma parceria internacional que permitirá, à Freakloset, apresentar-se ao mercado externo. Em fevereiro de 2017, esta nova marca de calçado 100% nacional desfilará na London Fashion Week, em parceria com uma reconhecida marca de roupa londrina.

Equipa FreaklosetDerby, Monk, Ankle Boot, Chelsea Boot e Loafer são alguns dos modelos disponíveis para venda online no website Freakloset e que podem ser totalmente personalizáveis, em minutos, graças ao avançado sistema 3D que permite escolher diferentes cores de pele, de tecido, de sola e de atacadores, para uma multiplicidade de opções adaptadas ao estilo de cada um. “Pegámos no design simples e intemporal destes modelos e demos-lhe um twist de modernidade atribuindo-lhes novas cores e materiais improváveis, como o neoprene”, refere Joana Lemos. “Fomos ainda mais longe na originalidade do nosso conceito e criámos um software 3D, simples e intuitivo, através do qual é possível personalizar quatro partes do sapato – pele, taloeira, atacadores e sola – para criar, em minutos, uma infinidade combinações e estilos”, acrescenta a responsável.

Para além da personalização, a Freakloset disponibiliza ainda uma coleção fixa que reúne uma série de combinações pré-definidas de acordo com as tendências da estação. A nova coleção Outono/Inverno já está .

Tivemos a sorte de nascer num país com uma forte tradição histórica de produção de calçado e isso deve ser capitalizado pela nova geração que pode ‘abraçar’ esta herança e aportar design e inovação à qualidade que já nos é reconhecida mundialmente. Marcas como Josefinas e Fly London são exemplo disso mesmo

Produzidos em Portugal, os sapatos Freakloset são feitos à mão, um a um, recorrendo às melhores e mais inovadoras técnicas de confeção que, aliadas à experiência de mais de 60 anos da equipa de artesãos, garantem a qualidade e o conforto, desde a costura até à sola. Tudo isto é reforçado com a introdução de alguns dos mais luxuosos tecidos e peles do mercado.

Para completar a experiência de compra no canal online, a aquisição da coleção fixa e a encomenda dos modelos personalizados podem ser feitas, também, no showroom Freakloset, situado no n.º 72 da Rua do Passadiço, em Lisboa, junto à Avenida da Liberdade.

Fonte: Freakloset
Foto: DR

Campeonato do Mundo de Trail Runing 2016 vai realizar-se em Portugal

carlosa1O VI Campeonato do Mundo de Trail Running vai realizar-se no dia 29 de Outubro de 2016 em Portugal. A prova desenrolar-se-á em trilhos do Parque Nacional Peneda-Gerês, num total de cerca de 85 Km’s, com um desnível positivo de 4500 metros.

Quanto mais ando pelo Mundo, mais gosto do Parque Nacional da Peneda Gerês. Este oferece todas as condições para termos um excelente Campeonato do Mundo. Para mim é um orgulho poder mostrar ao Mundo este espaço magnífico – Carlos Sá, Ultramaratonista Português e organizador da prova

Com um orçamento próximo dos 300 mil euros, o VI Mundial de Trail Running 2016 vai ser disputado no Parque Nacional Peneda-Gerês (PNPG), a 29 de outubro, numa organização do ultramaratonista Carlos Sá.  A cidade anfitriã será Braga, acolhendo e alojando as seleções que estarão presentes no campeonato. Porém, os Municípios envolventes do PNPG (Arcos de Valdevez, Braga, Montalegre, Ponte da Barca e Terras de Bouro) apoiarão e criarão condições logísticas para a realização do evento.

A organização do VI Mundial de Trail Running quer fazer do evento o mais bem-sucedido e participado da história. Isto foi vincado, esta terça-feira, na conferência de imprensa, realizada nos Paços do Concelho da Câmara de Braga. Com efeito, se antes só era permitida a participação de oito elementos por seleção, quatro masculinos e quatro femininos, agora alargou-se para 18, nove de cada sexo, o que poderá significar uma participação recorde de atletas se cada selecção – são esperadas entre 40 a 50 – usar o limite máximo, explicou Carlos Sá. Nesse caso, o PNPG irá receber mais do dobro de participantes em relação ao último Campeonato do Mundo realizado este ano em França, que contou com cerca de 300 atletas.

A prova terá início na madrugada do dia 29 de outubro em cima das pontes do Rio Caldo. Passa no concelho de Montalegre, na aldeia de Fafião, ao quilómetro 30. Passará no centro da vila do Gerês onde os participantes terão toda a sua logística. Estarão cerca de 50 países representados. Vão atravessar toda a serra Amarela e entrarão no território de Ponte da Barca, passando pelas portas de Mezio e terminam em Arcos de Valdevez. São cerca de 85 quilómetros e 4.500 metros de desnível acumulado.

A par da prova principal, também os amadores terão oportunidade de fazer parte deste evento. Existirão 3 provas abertas ao público nas vertentes Open Race (de maior e menor grau de dificuldade) e Open Race Estafetas.

Este evento, além da componente desportiva e cultural, tem também uma forte ligação ao turismo uma vez que se pretende dinamizar a região com um evento que se realizará, pela primeira vez, em Portugal.

O BERG Outdoor Transpeneda-Gerês 2016 Trail World Championships é organizado pela Carlos Sá Nature Events e conta com o apoio da ITRA (International Trail Running Association), Associação Internacional de Ultramaratonistas (International Association of Ultrarunners – IAU), Federação Portuguesa de Atletismo e o patrocínio principal da BERG Outdoor.

Carlos Sá, responsável pela organização do evento, conta, no seu palmarés, com notáveis resultados, dos quais se destacam: o 1º lugar na Badwater Ultra Marathon 217km non stop (Califórnia – EUA) em 2013; o World Record Aconcágua 6962m (Argentina) em 2013; 4º lugar na Marathon des Sables – 250 km’s em autossuficiência (Marrocos) – 1º melhor não Africano em 2012; assim como várias vezes top 6 no Ultra-Trail du Mont Blanc – 160 km’s (França).

 

Fonte: Organização do VI Mundial de Trail Running
Foto: DR

Ana Moura regressou aos palcos europeus num Barbican Centre totalmente esgotado

anamoura2Cinco meses após esgotar o Cadogan Hall, em Londres, Ana Moura regressou esta segunda-feira à capital inglesa para actuar no Barbican Centre, que se encontrava igualmente lotado. 

Este concerto, que marcou o regresso de Ana Moura aos palcos europeus, foi mais um dos momentos altos da tour de “Moura” – o 6º álbum de originais, editado no final de Novembro do ano passado, e que em apenas duas semanas alcançou a marca de platina, tendo atingido, em Agosto, a dupla platina. Uma digressão que já soma mais de meia centena de concertos desde o seu início, em Fevereiro, no Olympia, em Paris. Desde então, Ana Moura e os seus músicos de excepção já percorreram as principais salas de espectáculos de Portugal – entre as quais a estreia no maior recinto fechado do país, a Meo Arena – e regressaram a consagrados palcos internacionais, como o Carnegie Hall em Nova Iorque.

Finda a temporada de festivais e festas ao ar livre que marcaram o Verão em território nacional, o regresso de Ana Moura à Europa faz-se numa sala com perto de 2 mil lugares, o Barbican Centre que, com a sua programação transversal, representa um dos mais notáveis pólos culturais do Reino Unido.

Em paralelo à intensa agenda de espectáculos, a maior artista portuguesa da actualidade acaba de atingir um feito assinalável: a permanência por 200 semanas consecutivas de “Desfado”, o anterior álbum de originais, no top de vendas nacional. Desde a edição de “Moura”, os dois álbuns têm coabitado nos lugares cimeiros da tabela.

Depois do sucesso de “Dia de Folga”, Ana Moura lançou “Tens Os Olhos de Deus”, o segundo single de “Moura, com letra e música de Pedro Abrunhosa, que contabiliza já 1 milhão de visualizações.

Fonte: UMP
Foto: DR

Marco Rodrigues e Mariza nomeados para os Grammys Latinos 2016

marco_rodriguesMarcos Rodrigues e Mariza estão nomeados para os Grammy Latinos 2016 pela Academia Latina da Gravação. Os vencedores serão conhecidos a 17 de novembro, numa cerimónia a ter lugar em Las Vegas.

Fados do Fado”, o último álbum de Marco Rodrigues, foi nomeado na categoria de Melhor Álbum FolkMariza disputa o prémio de Melhor Álbum de Pop Contemporâneo em Língua Portuguesa com o disco “Mundo”.

Recentemente, Marco Rodrigues foi também convidado a participar no disco “El Alma del Son – Tributo a Matamoros”, do cubano Alain Perez, que o ano passado esteve nomeado para um Grammy Latino, na categoria de Melhor Álbum Tropical Tradicional.

“Fados do Fado” é um álbum dedicado aos homens do fado. Temas como “Rosinha dos Limões”, “Trigueirinha”, “Bairro Alto” ou “Vendaval” são pedras preciosas que remetem para nomes como Carlos do Carmo, mas também para Tristão da Silva, Jorge Fernando ou Tony de Matos, entre tantos outros.

É com grande orgulho que quero compartilhar com vocês que o meu último álbum, “Mundo”está nomeado para o Grammy Latino na categoria de “Melhor Álbum de Pop Contemporâneo em Língua Portuguesa. Obrigado a todos pelo apoio! – Mariza

“Mundo” é um disco de viagens, em viagem. Que vai do Cabo Verde de “Padoce de Céu Azul” ao flamenco de “Adeus”, poema de Cabral de Nascimento musicado pelo guitarrista Pedro Jóia, passando pelo tango revisitado de “Caprichosa”, criado por Carlos Gardel em 1930.

Foto: DR

 

 

Portugal soma e segue no Mundial de Surf Júnior, nos Açores

visla1Ao terceiro dia do VISSLA ISA World Junior Surfing Championship, uma das competições anuais mais importantes do surf júnior, a decorrer na Praia do Monte Verde, nos Açores, os 12 atletas da seleção nacional continuam em prova.

As nuvens chegaram com o nascer do dia nos Açores, mas nem São Pedro desmoralizou a jovem equipa das quinas. Em prova, hoje, estiveram João Moreira, Mafalda Lopes, Gonçalo Magalhães, João Vidal, Inês Bispo, Mariana Garcia, Francisca Veselko e Jácome Correia que voltaram a provar que Portugal é decididamente uma potência no surf.

Hoje foi um dia muito positivo com 100% de aproveitamento, onde todos os nossos atletas estiveram num plano de surf muito elevado – David Raimundo, responsável técnico da seleção nacional

No masculino, o primeiro atleta a competir com a bandeira de Portugal ao peito foi João Moreira, na categoria sub18, que, com manobras fortes e um surf agressivo, dominou o seu heat alcançando o primeiro lugar e assegurando a sua posição na ronda 2. Na outra ponta da praia, no segundo pódio do torneio, Gonçalo Magalhães e João Vidal seguraram bem os resultados obtidos e ambos garantiram a passagem para a segunda ronda. O surfista local, Jácome Correia, na primeira fase de repescagens, acabou por mostrar a confiança de surfar em casa e realizou ondas altas de 5 e 5,83 pontos, estando agora apenas a um heat de voltar ao quadro principal.

Depois de terem protagonizado momentos marcantes durante a manhã do dia de ontem, também as raparigas disputaram o mar hoje. Mafalda Lopes, sub16, foi a primeira atleta da seleção nacional a garantir espaço na terceira ronda de campeonato. Já Francisca Veselko, à semelhança de Jácome Correia, agarrou a oportunidade da segunda vida das repescagens e, com uma primeira onde de 7 pontos, manteve a liderança do seu heat. Inês Bispo, embora com condições menos favoráveis pois, no decorrer do dia, a chuva sobrepôs-se ao sol e começava a observar-se uma clara corrente no mar que impossibilitava as atletas de facilmente remarem em direção às melhores ondas, seguiu em frente no quadro principal. Na categoria sub18, Mariana Garcia não desiludiu e manteve a performance a que já nos habituou, exibindo um bom e eficaz surf. A atleta foi a primeira classificada da sua prova.

O VISSLA ISA World Junior Surfing Championship prossegue amanhã com uma previsão de empenho e motivação para a seleção júnior de surf. As provas iniciarão às 8h00 da manhã, horário local, 09h00 da manhã em Lisboa e poderão ser visualizadas através do site oficial da competição www.isaworlds.pt.

Fonte: FPS
Foto: DR

Massas Milaneza Wok reconhecidas internacionalmente na área da inovação

milanezaA nova gama de massas Milaneza Wok, especialmente preparada para se confecionar no Wok, foi selecionada para integrar o restrito núcleo de produtos inovadores do SIAL Innovation Selection 2016, em Paris. Este reconhecimento confere acesso direto das massas Milaneza Wok ao prémio SIAL Innovation Awards 2016. O SIAL é um dos maiores e mais reconhecidos certames internacionais de oferta de produtos alimentares.

É com muito orgulho que vemos a gama Milaneza Wok ser reconhecida pelo exigente SIAL Innovation Selection 2016. As massas Milaneza Wok são produtos totalmente inovadores, criados para responder às tendências do mercado e à crescente procura dos consumidores por uma alimentação equilibrada, conveniente, versátil e diferente - Graça Amorim, Administradora da Cerealis com os pelouros de I&D e Marketing

Há mais de 83 anos a inovar e a surpreender os consumidores, a Milaneza é a marca líder de massas em Portugal, com 91% de notoriedade total e uma forte relação afetiva com os consumidores portugueses. A marca está hoje presente em diferentes categorias – massas secas, massas refrigeradas, soluções de refeição preparadas e pizzas congeladas. A Milaneza é uma marca do Grupo Cerealis, um dos mais importantes grupos agro-alimentares portugueses.

As novas massas Milaneza Wok não necessitam de pré-cozedura – “do pacote para o Wok”. São massas muito práticas de confecionar, rápidas e versáteis, promovendo a junção da massa no Wok com legumes, leguminosas, carne, peixe ou marisco, potenciando assim todo o sabor dos ingredientes. Ao utilizar o Wok as refeições são, naturalmente, mais saudáveis, uma vez que utiliza menos gordura, mais ingredientes frescos e menos sal. A nova gama de massas Milaneza Wok está disponível nos formatos espirais e macarrão.

A decisão do Comité de Júri do SIAL Innovation Selection 2016 é um reconhecimento do mérito e do perfil inovador das massas Milaneza Wok, uma vez que acompanha a evolução da vida moderna e dos hábitos alimentares saudáveis e equilibrados dos consumidores atuais.

Os grandes vencedores dos prémios SIAL Innovation Awards 2016 são conhecidos no final do mês de setembro, numa cerimónia que decorre em Paris.

Fonte: Cerealis
Foto: DR

Mundial Júnior de Surf disputa-se nas ondas desafiantes dos Açores

acores_ISA2Arquipélago vai ser palco das maiores provas de surf mundial. De 17 a 25 de setembro, cerca de 40 seleções de todo o mundo e mais de meio milhar de atletas, vão disputar o Troféu de Seleção Campeã do Mundo e Medalhas de Ouro individuais.

Termos sido escolhidos pelo ISA é uma conquista importantíssima para nos posicionarmos ao nível dos melhores destinos de surf do mundo – João Aranha, Presidente da Federação Portuguesa de Surf

Os Açores afirmam-se cada vez mais como um paraíso para a prática do surf. É para lá que segue uma das maiores provas mundiais do surf.  Após oito anos de ausência de um campeonato desta envergadura na Europa, e pela primeira vez desde que o surf foi integrado como modalidade olímpica, o Mundial Júnior de Surf, VISSLA ISA World Junior Surfing Championship, vai decorrer nas ondas da Praia de Monte Verde, em S. Miguel, Açores.

A candidatura vencedora de Portugal para co-organizar o VISSLA ISA World Junior Surfing Championship vem reforçar a importância crescente dos desportos de mar em Portugal.

acores_ISA2aPara João Aranha, esta é uma prova ambiciosa do ponto de vista de organização, mas está convicto que ficaremos orgulhosos do resultado final. O presidente da Federação Portuguesa de Surf acrescenta “Temos uma vasta equipa diretamente afeta ao evento para garantir que este mundial seja irrepreensível. As repercussões da realização deste mundial de juniores a nível económico, desportivo e cultural serão excelentes para os Açores e para a Portugal. Já mostramos que Portugal sabe surfar, tem ótimos spots de surf e sabe como receber com todas as condições os melhores surfistas do mundo”.

Em termos desportivos, depois de ter visto a Seleção Nacional Open sagrar-se vice-campeã do mundo, na Costa Rica, o selecionador nacional, David Raimundo, adianta que “há expetativas de um excelente desempenho para os nossos atletas mais novos”. A competir com seleções “fortíssimas” como a americana (vencedora da edição 2015), francesa e espanhola, o grupo português é o que apresenta a média de idades mais baixa,  o que não preocupa o treinador: “o ano passado conseguimos um 6º lugar em Oceanside e temos bons atletas, por isso vamos com a mesma vontade de dar o nosso melhor”.

Fonte: FPS
Fotos: ISA

 

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El País considera Graciosa e São Jorge como “ilhas secretas” dos Açores

sao_jorge_psO jornal espanhol El País, no seu guia “El Viajero“, refere que  as duas ilhas açorianas do grupo central são pouco conhecidas dos turistas.  Um cenário que tende a mudar com a melhoria das ligações aéreas.

O artigo refere que os principais beneficiados com a previsível melhoria do transporte aéreo serão os amantes do turismo de aventura e de natureza.

A pequena  ilha Graciosa (cerca de 12 quilômetros de extensão) é destacada pelos moinhos de vento reconvertidos em alojamento rural, a importância do porto, sobretudo na exportação do congro seco e, mais recentemente, de algas. O chef Ángel León (duas estrelas Michelin) é um dos muitos que se abastece aqui.

Apesar de ser a maior dos Açores, São Jorge é a ilha mais selvagem e desabitada, com apenas 10.000 habitantes. Os encantos desta ilha passam pelas casas de pedra e pelas reservas naturais, cujas trilhos atraem de todos os cantos do mundo.

Fonte: El Viajero
Foto: Miradouro da Fajã de Fernando Afonso . Ilha de São Jorge (Créditos: Pedro Silva)

 

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